Fotografia: Manuel Ribeiro e Paulo Coelho

Uma afluência de público “na linha dos anos anteriores”, exposições temáticas que são “dignas de registo”, uma “melhoria significativa” no que respeita à segurança e a alguns espaços do recinto, dias temáticos com “elevados níveis de adesão” e o sucesso do Expofacic Bus. É o que se salda da 28.ª edição da Expofacic, nas palavras do presidente do Conselho de Administração da INOVA, Idalécio Oliveira, que, menos de 24 horas sobre o terminus do certame de Cantanhede, se mostrava amplamente satisfeito com o resultado de 11 dias de certame.
Juntando a equipa de trabalho, da INOVA e da Câmara Municipal de Cantanhede, patrocinadores e comunicação social que acompanhou ao minuto esta Expofacic, Idalécio Oliveira agradeceu a todos pelo empenho e garantiu que a próxima Expofacic já está a ser preparada e, uma vez mais, vai absorver as sugestões dos expositores e participantes e procurar melhorar ainda mais aquela que se afirma como a melhor Feira-Festa nacional.
O responsável da empresa que assegura a gestão financeira e logística da Expofacic sublinhou ainda as ações solidárias levadas a cabo durante a feira, através das empresas Alves Bandeira e Cafés Delta e mencionou a reflorestação que irá ser feita nos locais do concelho mais afetados pelos incêndios de 2017.
As ações de sensibilização ambiental, de acordo com o estatuto de “eco-evento” da Expofacic, foram outro dos pontos focados por Idalécio Oliveira, nesta hora de balanço.
A presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Helena Teodósio, não escondeu a satisfação pelo êxito da edição 2018 da Expofacic e assegura que o certame transforma, cada vez mais, Cantanhede num centro de negócios e lazer. Realçando a visita de Marcelo Rebelo de Sousa, naquela que foi a primeira visita institucional de um Presidente da República à Expofacic, salientou a sua disponibilidade desde a primeira hora e o reflexo da visita a vários níveis, nomeadamente pelo alento que o chefe de estado deixou no que respeita à importância do setor agrícola e ao papel que este assume na feira e no concelho de Cantanhede.
Depois de destacar todos e cada um dos setores e componentes da feira, a presidente da Câmara tocou naquele que começa a ser considerado o “calcanhar de Aquiles” da Expofacic, a urgência de uma requalificação mais profunda do espaço. Não descartando essa concretização, Helena Teodósio admitiu que o projeto tem, neste momento, duas condicionantes: “necessita de meios financeiros fortes e do timing certo para essa intervenção, sendo que entre agosto e maio é um prazo demasiado curto”.
Helena Teodósio concluiu reafirmando que a Expofacic tem, cada vez mais, “de ser vista por quem de direito, como um ponto de turismo da região e a nível nacional”, pois “este produto, se for bem vendido, pode atrair muita gente à nossa região”.
Ao longo dos 11 dias de Expofacic, foram vividos intensamente momentos de diversão, animação, gastronomia e cultura, numa feira que quer (também) posicionar-se de forma sólida como a festa das famílias.

Oriana Pataco