As empresas familiares criam riqueza e emprego, afirmando-se como a espinha dorsal da economia portuguesa. Na nossa região, o tecido empresarial é maioritariamente familiar, o que faz com que as empresas familiares sejam realmente as maiores responsáveis pelo desenvolvimento económico e social. A crescente pressão concorrencial, que a globalização elevou a uma escala internacional, exige hoje uma gestão profissional rigorosa e uma capacidade de inovação constante. A preparação das empresas familiares para enfrentarem os desafios externos deve, no entanto, ter início com a resolução de dificuldades e problemas internos. Quando um ou mais elementos da mesma família controlam o negócio, colocam-se desafios únicos – e a sucessão continua a ser o mais importante de todos.