Outubro de 2017, tempo para recordar a tragédia que assolou Vagos e a região. Volvidos dois anos, é altura do executivo camarário “acertar contas” com quem se empenhou a combater, de forma voluntária (ou não), o incêndio traiçoeiro. Os prejuízos, ao que foi apurado na altura, terão seguramente ultrapassado os dez milhões de euros. Os danos mais significativos foram registados em 26 empresas, estufas e armazéns de produtos hortícolas, e também área florestal (arderam 4 mil hectares). Atingidas foram, ainda, perto de meia centena de primeiras habitações, dezenas de automóveis, motorizadas e outros equipamentos.
Na sua última reunião ordinária pública, o município fez aprovar, por unanimidade, uma proposta no sentido de atribuir uma “compensação financeira” a todos aqueles que “gastaram gasóleo, estiveram a trabalhar, estiveram em risco muito deles”. 
Voluntariado presente
Segundo reconheceu o presidente da câmara, na altura o município recorreu “a tudo o que era tratorista e maquinista, depois apareceram, de forma voluntária, muitos deles”.

 

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