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Sangalhos: Conclusão das vias de acesso ao pavilhão do SDC


A conclusão das vias de acesso ao pavilhão do Sangalhos Desporto Clube vai ser, em breve, uma realidade.
A edil Teresa Cardoso explicou, na última reunião de câmara, que a obra será feita por concurso público e visa concluir os trabalhos das vias adjacentes ao Pavilhão.
Na ocasião, Litério Marques não deixou de criticar a inexistência de um projeto para que todos os vereadores pudessem ver o que está previsto para o local.
A presidente avançou ainda que a empreitada é para a conclusão dos trabalhos iniciados (pavimentação de zona da rotunda, estacionamento, águas pluviais, passeios, iluminação pública, sinalização horizontal e vertical), enfim, concluir tudo o que está em falta.
A obra tem um prazo de execução de 60 dias e irá custar 157 mil euros (acrescidos de IVA).

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Sangalhos: Passeios e rotunda inacabados


Em Sangalhos, não passa despercebido a ninguém que a conclusão dos arruamentos, passeios, rotunda e arranjos exteriores ao Complexo Desportivo do Sangalhos Desporto Clube tarda a chegar.
Na última reunião do executivo anadiense, a vereadora Lígia Seabra, do PSD, voltou a questionar a presidente de Câmara Municipal, Teresa Cardoso, sobre esta situação, que considera ser “um feio cartão de visita” a todos os clubes e atletas de outras localidades que semanalmente se deslocam a este complexo desportivo, causando ainda, diariamente, muitos transtornos aos pais e atletas que se deslocam para o pavilhão.
De resto, os vereadores do PSD, já em julho de 2014, trouxeram esta mesma questão a uma reunião do executivo, por se mostrarem preocupados com a interrupção na construção dos arranjos exteriores e acessos ao pavilhão. É que, dois anos após a inauguração do pavilhão de treinos e recuperação do pavilhão principal, obra orçada em cerca de 900 mil euros, a zona envolvente ainda não foi totalmente requalificada.
Assim, a vereadora Lígia Seabra questionou novamente a edil Teresa Cardoso quanto ao atraso na conclusão das obras: “Há sete meses questionei este caso, pela primeira vez. Disse que as obras iam avançar”, referiu, lamentando, contudo, que o que se veja sejam obras por concluir, obras começadas e deixadas ao abandono.
A presidente da autarquia de Anadia explicou que, no que concerne à rampa de acesso aos balneários e passeios, a intervenção está terminada e que oportunamente vai lançar um novo concurso para uma outra empreitada, com vista à conclusão das obras em causa.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Biblioteca de Anadia desvenda “O segredo dos candeeiros”


A Biblioteca Municipal de Anadia recebe, no próximo dia 8 de novembro, pelas 15h, uma sessão de apresentação do romance “O Segredo dos Candeeiros“, da autoria de Filipe Monteiro, cabendo a Manuel Santiago a tarefa de dar a conhecer um pouco mais sobre a obra e o autor.
O evento, que contará com a presença da Presidente da Câmara, Maria Teresa Cardoso, será também ocasião para uma sessão de autógrafos e animados momentos de magia, já que o multifacetado autor é igualmente conhecido pelos seus dotes nas artes do ilusionismo.

Sobre o autor. Filipe L. S. Monteiro é licenciado em Química Analítica pela Universidade de Aveiro (1984 – 1988). Durante mais de vinte anos trabalhou na indústria, tendo trocado essa atividade por outras paixões: a escrita, o ilusionismo, a astronomia e a música.
O Menino que Sonhava Salvar o Mundo”, o seu primeiro livro infantil, editado pela Chiado Editora, fala-nos um pouco das suas brincadeiras de criança.
Filipe L. S. Monteiro tem ainda dois romances concluídos (de ficção aventura) – “O Segredo dos Candeeiros”, uma aventura à volta de descobertas arqueológicas na Serra dos Candeeiros (Grutas de Mira d’Aire), e “Os Livros da Droga”, onde acompanhamos a vida de um famoso autor de livros de ficção e aventura, saltitando entre as memórias do seu passado e os dias atuais.

Sinopse da obra. Que segredos encerram aqueles estranhos achados encontrados na Serra dos Candeeiros e grutas de Mira d’Aire, e que já valeram a morte de vários arqueólogos? Quem será a misteriosa e sinistra Organização que tudo fará para se apoderar daquele segredo milenar? José e Filipa, os sobrinhos André, Rafa e Ana Sofia, o cão Doc, e Andreia, uma jovem que conheceram nessas férias em Nazaré, envolvem-se numa aventura que os leva pelas profundezas das grutas de Mira de Aire, pelas paisagens da Serra dos Candeeiros e pelos meandros dos túneis do CERN, na tentativa de decifrarem os estranhos símbolos que têm sido encontrados um pouco por toda a parte, mas com especial relevo naquela zona das Serras de Aire e Candeeiros. O conhecimento daquele segredo milenar permitirá, a quem o detiver, o controlo da velocidade de rotação da Terra e do sentido do seu eixo polar, capacitando-os de provocar enormes tornados e terríveis furacões sobre vastas e selecionadas áreas do planeta. Caberá a José e ao seu grupo, em colaboração com vários cientistas do CERN liderados pelo Dr. Thomas Merrick, deslindar os misteriosos escritos pré-diluvianos, procurando estar sempre um passo à frente da poderosa Organização. Mas eles sabem que a perda da corrida poderá causar ao mundo consequências desastrosas, uma simples distração trar-lhes-á consequências fatais! É que os elementos da Organização vigiam-nos, atentamente, nas profundezas da gruta…

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Convento de Sta. Cruz com obras de manutenção


A pensar no próximo inverno, a Fundação Mata do Buçaco tem vindo a fazer vistorias à estrutura da cobertura do Convento, identificando as principais patologias que permitem, neste período, concretizar trabalhos de limpeza e reparações dos elementos cerâmicos que possibilitam a salvaguarda da mesma.

Em paralelo decorre o processo e programação do projeto de recuperação do património que visa restaurar a mata do Buçaco, na componente do Património Cultural.

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Cais das Folsas Novas (Vagos): obras seguem dentro de momentos


O prazo limite da obra era fevereiro do corrente ano, mas “afinal tudo continua na mesma”. Falamos da requalificação do antigo cais das Folsas Novas, que este ano não acolheu a 30ª edição do festival do moliceiro, transferido à última hora para a casa-museu de Santo António de Vagos.

O alerta foi deixado pela vereadora Maria Céu Marques, no decorrer da última reunião de câmara. Segundo a vereadora, eleita pelo CDS, que exige, por parte da autarquia, uma tomada de posição junto da Polis da Ria, responsável pela obra, o local envolvente continua nacessível, enquanto a empreitada “marca passo”.

Eduardo Jaques

Leia a notícia completa na edição digital ou impressa.

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Anadia: Requalificação da Rua Justino Sampaio Alegre vai avançar


Foi adjudicada a requalificação urbana e acessibilidades integradas da Rua Justino Sampaio Alegre, localizada no centro da cidade de Anadia.
A obra, que ascende a 311.536,90 euros (+IVA), foi adjudicada à empresa Irmãos Almeida Cabral Lda.
Na última reunião de executivo, foi revelado que este investimento na rede viária prevê a colocação de uma nova conduta para a rede de água, assim como a construção de novos ramais, já que esta via tem vindo a sofrer sucessivas ruturas, algumas das quais graves.
Ao nível das infraestruturas elétricas, a obra contempla a substituição de toda a iluminação pública ao longo desta via residencial. Paralelamente, vão ser construídos passeios, zonas de estacionamento e uma pequena ciclovia num dos sentidos.
Durante a reunião de executivo, realizada no passado dia 23 de julho, a edil Teresa Cardoso deu ainda indicação de que também a sustentação de terras e a encosta será alvo de uma beneficiação, existindo num ou noutro ponto uma ligeira correção ao traçado e à própria via.
A obra tem um prazo de execução prevista de 90 dias.

SLAT em ruínas. No início desta Rua está localizado um dos edifício dos antigos Serviços de Luta Anti-Tuberculose (Dispensário SLAT) de Anadia que ameaça ruir, tal o avançado estado de degradação em que se encontra. Aliás, os muros e algumas paredes apresentam uma evidente inclinação e possuem rachadelas consideráveis. Embora seja propriedade do Estado, há várias dezenas de anos que se encontra desativado, tendo a profunda deterioração a que chegou levado a autarquia de Anadia a, por diversas vezes, tentar chegar a um entendimento com a tutela, nomeadamente com o Património do Estado.
A JB, a edil Teresa Cardoso confirmou ter recebido uma comunicação do Património do Estado para que tratasse deste assunto com a ARS já que, afinal, é esta entidade que tutela os SLAT de Anadia e de Sangalhos e não o Património do Estado.

Catarina Cerca

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Anadia: Pavilhão gimnodesportivo em obras de conservação


Com cerca de três décadas de vida, o pavilhão gimnodesportivo de Anadia vai entrar em obras de conservação e reparação. Uma intervenção significativa, que atinge os 150 mil euros (a que acresce o IVA), a levar a cabo pela Câmara Municipal de Anadia.
Para além da substituição de toda a cobertura – ainda em amianto – todo o edifício será pintado e recuperados todos os vidros.
Na última reunião de câmara foi aberto concurso público para esta obra que a vereação aplaudiu, por se tratar de urgente.
Na ocasião, José Manuel Ribeiro congratulou-se com o início desta beneficiação, enquanto que Litério Marques não deixou de criticar que embora o amianto seja tão contestado e esteja na ordem do dia, sejam precisamente os edifícios e equipamento do Estado os únicos onde aquele material se mantém. “A Câmara está a criar condições a uma instalação com muitos anos e que é preciso requalificar em benefício do povo de Anadia”, disse.
Segundo a autarca Teresa Cardoso, trata-se de uma rubrica inscrita no Plano de Atividades, sendo indispensável avançar com a obra.

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Anadia: Vereadores do PSD questionam obras


O Edifício de Proximidade e as zonas industriais foram alguns dos temas que os vereadores do PSD, pela voz de José Manuel Ribeiro, levaram à última reunião de executivo, realizada a 28 de maio.
No final da reunião, o vereador social-democrata começou por querer saber as razões para que o Edifício de Proximidade, no âmbito da regeneração, permaneça vazio há mais de 20 meses, apelidando-o mesmo de “elefante cinzento”.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que as obras executadas tiveram retorno do investimento realizado pela autarquia, já que foram comparticipadas, explicando ainda que o edifício, sendo património da Câmara Municipal, está disponível para receber serviços de apoio direto ao cidadão, mas não de uma forma gratuita.
Teresa Cardoso avançou que já houve entidades interessadas em ocupar aquele espaço, mas que a autarquia não está disposta a disponibilizá-lo gratuitamente para albergar serviços públicos, da administração central. De resto, é do conhecimento público, que alguns desses serviços pagam rendas elevadíssimas noutros espaços privados existentes na cidade. No entanto, disse que o “edifício está aberto a outras hipóteses. A nossa intenção é ter serviços públicos com dignidade e toda a qualidade”.

Zonas Industriais. José M. Ribeiro não deixou também de criticar o facto da Zona Industrial de Vilarinho do Bairro, adjudicada por 800 mil euros, em 2011, estar abandonada, o que evidencia, a seu ver, “a falta de um plano de desenvolvimento económico para o concelho”, para já não falar das zonas industriais de Amoreira da Gândara e do Paraimo, ambas subaproveitadas.
Quanto à ZI de Vilarinho do Bairro, a autarca Teresa Cardoso explicou que aquela fora alvo de uma candidatura e respetiva comparticipação (85%), logo a Câmara Municipal teve retorno financeiro do investimento que realizou. Reconhecendo que as empresas não se têm ali implantado, defende que a conjuntura atual não tem permitido grandes investimentos. “Não está esquecida qualquer intervenção da nossa parte para a venda daqueles lotes”, explicando ainda que aquela ZI surgiu numa altura em que existia um conjunto de pequenas empresas a laborar em espaços que não eram os mais adequados e dispersos, mas que neste meio tempo, umas fecharam, outras mal sobrevivem, logo é difícil um efetivo investimento, no local, por parte dos empresários.
Catarina Cerca

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Anadia: Construção da nova ESA retomada no verão, garante ministro


A construção da Escola Básica e Secundária de Anadia vai ser retomada no verão. Este estabelecimento de ensino integra um pacote de quatro escolas do distrito de Aveiro a beneficiarem do levantamento da suspensão das obras da Parque Escolar. Respondendo na penúltima terça-feira (numa audição na Comissão de Educação e Ciência) a uma pergunta do deputado do PSD, Amadeu Albergaria, o ministro da Educação deu nota de que 14 estabelecimentos de ensino do país verão as suas obras continuadas.
Recorde-se que a suspensão dos trabalhos em Anadia ocorreu em 2011, altura em que a Parque Escolar – criada para proceder ao planeamento, gestão, desenvolvimento e execução do programa de modernização da rede pública de escolas secundárias e outras afetas ao Ministério da Educação – era uma das empresas mais endividadas.
No distrito de Aveiro, verão retomadas as obras a Escola Básica e Secundária de Paiva, a Escola Básica e Secundária de Anadia, a Escola Secundária Soares de Basto (Oliveira de Azeméis) e a Escola Secundária Dr. Mário Sacramento (Aveiro).

Autarquia disponível para colaborar. Questionada sobre esta matéria a edil anadiense, Teresa Cardoso revelou ter tido conhecimento, pela comunicação social, de que o Ministério da Educação se prepara para retomar as obras que se encontravam suspensas.
“Apesar de tal decisão ainda não ter sido formalmente comunicada à autarquia, a Câmara Municipal congratula-se com a decisão tomada e com a solução encontrada pelo Governo para conseguir concluir as instalações da nova escola de Anadia”, disse, acrescentando que “a edilidade reitera a total disponibilidade de colaborar, na medida do possível, na resolução dos problemas que envolvem este estabelecimento de ensino, no sentido de imprimir a máxima celeridade ao processo”.

Boa notícia há muito aguardada. Por seu turno, Elói Gomes, diretor do Agrupamento de Escolas de Anadia, que se congratula igualmente com a notícia, diz que “oficialmente” nada foi comunicado ao Agrupamento. “Esperamos que o reinício da obra aconteça o mais breve possível, pois o ideal seria ter a nova escola pronta no arranque do ano letivo de 2015/16”.
Já Patrícia Flores, presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação, diz que os pais estão em perfeita sintonia com os órgãos diretivos da escola e que o desejo é ver a obra concluída o mais rapidamente “graças a essa linha de crédito de que o ministro fala”, muito embora oficialmente também não tenham recebido qualquer informação por parte do Ministério da Educação, Degest ou Parque Escolar sobre o reinício das obras.
CC

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EB 2/3 de Anadia: Cobertura de amianto preocupa pais e docentes


 

Professores, pais e alunos estão preocupados com o avançado estado de degradação da Escola Básica 2/3 de Anadia. Numa altura em que tanto se fala da Secundária, a cobertura em amianto deste estabelecimento de ensino volta a ser notícia, pelas piores razões. Começou a ser substituído, mas quando surgiu a intenção de construir uma nova Escola Básica e Secundária em Anadia, essa substituição parou. Até hoje. Daí que, muitos espaços continuem com coberturas de amianto, sendo ainda possível contabilizar muitas outras deficiências e carências neste estabelecimento de ensino.
Na sequência de um alerta sobre esta questão do amianto, levantada na reunião de Câmara, pelo vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, o Jornal da Bairrada efetuou, na última sexta-feira, uma breve visita a este estabelecimento de ensino, confirmando as preocupações de todos.

Pesadelo. “É um pesadelo” dar e assistir aqui às aulas, confessa Faustina Silva, coordenadora da EB 2/3 de Anadia. A docente admite que esta escola, com mais de quatro décadas de vida, poucas obras tem sofrido nos últimos anos, uma vez que estava previsto ser desativada com a entrada em funcionamento da nova Escola Básica e Secundária.
“As obras têm sido muito reduzidas”, diz, explicando que embora se tenha dado início à remoção e troca de placas de amianto nos três blocos, a obra nunca chegou a ser concluída porque, entretanto, veio a decisão de construir uma nova escola.
“As obras foram suspensas”, mas, de lá para cá, deixou de haver investimento na escola, acabando a degradação por ser agora muito mais acelerada, devido à falta de manutenção.
“Há muita humidade e frio. O aquecimento é feito por aquecedores, a óleo, que rodam entre as salas, uma vez que não há aquecedores para todas as salas, assim como o quadro elétrico não aguentaria”, refere, explicando ainda que por mais que se tente ter um ambiente ameno dentro das salas, tal é impossível porque entra muito frio pelas janelas e portas que não têm qualquer isolamento.
Numa escola que recebe alunos do 5.º ao 8.º ano, estas questões assumem proporções ainda mais gravosas, não só porque estamos a falar de crianças, mas porque estas faixas etárias “também não têm por hábito queixar-se”, diz a docente.

Humidade, infiltrações, frio e muito amianto. Mal se entra no bloco principal, a corrente de ar e o frio são por demais evidentes. A humidade, devido a infiltrações, é mais notória junto à papelaria e reprografia. Os baldes a amparar os pingos de água encontram-se um pouco por todo o lado, nos corredores e nem as salas de aulas estão a salvo.
A comunicação entre blocos faz-se por telheiros em amianto, bastante degradados e que não resguardam ninguém da chuva ou do frio.
No pavilhão desportivo a cobertura ainda é toda em amianto. Nos dias mais frios, as aulas às primeiras horas da manhã fazem-se com temperaturas negativas no interior, revelou uma docente, que destaca também o facto da humidade fazer com que o piso fique extremamente escorregadio e perigoso.
O grau de desconforto térmico é uma constante e Faustina Silva salienta que “no verão os alunos sofrem com o excesso de calor, insuportável até, e no inverno com o frio, quase impossível de suportar”.
No dia da visita do Jornal da Bairrada, as raparigas não tinham água quente no balneário. A caldeira não passou dos 20 graus e banhos só com água fria.
Depois existe a questão da segurança. A configuração dos vários blocos e a redução do pessoal auxiliar dificulta a vigilância.
Luís Pidwell, da Associação de Estudantes, fez a visita com JB e reconhece que não conhecia bem esta realidade, até porque é aluno da Secundária e pior do que a Secundária é difícil encontrar.
Também Ana Paula Gama, da Associação de Pais e Encarregados de Educação, admite que começam a ser muitas as denúncias “uma vez que as obras foram suspensas”. Todavia, avança que “a maioria dos pais desconhece a realidade da escola e as condições em que os filhos assistem às aulas”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Pergunta da semana

Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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