As nomeações para o ano pastoral, afastaram o Pe. José Fidalgo da Gafanha da Boa Hora. Para o seu lugar foi nomeado, como administrador paroquial, o Pe. Fernando Ferros, arcipreste de Vagos e pároco de Santo André.
Tida como “inevitável”, segundo apurou este jornal, a saída do Pe. Manuel Carvalhais acabou por não se concretizar. Depois de, por razões de saúde, ter deixado a paróquia de Santo António e a direção do “Terras de Vagos”, e ter abrandado a prestação de alguns serviços religiosos (funerais incluídos), aquele sacerdote mantém-se à frente da paróquia de Vagos, assessorado pelo diácono António Machado.
Nas restantes paróquias, António Aparício Cardoso continua à frente de Covão do Lobo, Santa Catarina e Ponte de Vagos, enquanto António Correia Martins é pároco de Ouca, e José Arnaldo Simões permanece em Calvão.
Quanto a Nuno Duarte Queirós, responsável pelas paróquias de Santo António e Soza, é agora administrador paroquial de Fonte de Angeão, após ter sido nomeado, em maio, pelo bispo diocesano. É ainda presidente do Centro Social e Paroquial de Santo António, e diretor do jornal “Terras de Vagos”.
A nível da diocese, Nuno Queirós, que é o sacerdote mais jovem do arciprestado de Vagos (tem 32 anos e foi ordenado em 2013), desempenha vários outros cargos, com destaque para a direção do secretariado diocesano de Liturgia. É também delegado aos Congressos Eucarísticos, nacional e internacional, vogal do serviço nacional de Acólitos, e coordenador do departamento de Pastoral Litúrgica.
Eduardo Jaques
Colaborador