A luta da Freguesia de Barcouço pela continuidade dos transportes públicos continua a ser um dos principais objetivos do atual Executivo, que vê este serviço como fundamental para atrair pessoas e travar de vez a desertificação. Com um orçamento de pouco mais de 120 mil euros, a Junta depende da Câmara da Mealhada para fazer avançar algumas das obras projetadas, que passam por uma nova fase na requalificação da zona central desta  freguesia, obras na sede e a aquisição de condições para os seus estaleiros.

Com um orçamento que ronda os 122 mil euros para este ano, a Junta de Barcouço não pode aspirar a grandes investimentos, aguardando que da Câmara da Mealhada venha luz verde para conseguir materializar algumas importantes obras que o presidente da Junta, João Cidra Duarte, aponta como “fundamentais” para este ano e, sobretudo para o mandato.
O autarca – lembrando que o último orçamento foi muito semelhante mas que a Junta acabou o ano com um investimento muito maior graças às obras feitas em contratos interadminisrativos e protocolos com o Município – espera que possa haver entendimento semelhante para este ano, que possa permitir a continuação da requalificação da zona central da freguesia, obra cuja primeira fase foi iniciada em outubro passado e que está concluída entre o Largo 5 de Outubro, faltando agora o troço entre a Igreja e  Largo de S. Miguel. A obra inclui rede de águas pluviais, rede de abastecimento de água, passeio e pavimentos.
“Será a obra que mais peso terá este ano, e acredito que será mesmo a obra que referenciará este mandato”, sustenta João Cidra Duarte.
No mesmo sentido, a Junta de Barcouço espera ter condições para fazer a requalificação do cemitério, com arruamentos, passeios, entre outros melhoramentos para expansão de área numa altura em que, segundo o autarca, começa a ficar com pouco espaço.

 

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