Bairrada é sinónimo de espumante. Sendo este o produto-bandeira desta região vitivinícola, é aqui que mais se produzem e certificam espumantes em Portugal. O impacto da pandemia de Covid-19 tem sido enorme, com o consumo de espumantes a ser seriamente afetado, devido à suspensão das festas. Para reacender, manter acesa ou até despertar o interesse de novos momentos de consumo e consumidores, a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) tem em curso uma campanha de promoção do espumante Bairrada.

Concebida pela agência OPAL, esta campanha é veiculada em outdoors e no digital. O conceito assenta na premissa de que o ‘Espumante’ é uma bebida bastante eclética e, por isso, a companhia ideal para vários momentos. Muitas são as vezes em que inventamos desculpas para não beber espumante, limitando o seu consumo a dias de festa, ocasiões especiais e a sua degustação a flutes, nem sempre acessíveis. Esta campanha tem como objetivo desfazer mitos, quebrar regras e criar novas “dicas” de consumo, associando-o a uma forma de estar descomprometida e focada no simples gosto de desfrutar de ‘Espumantes Bairrada’.

Sob o eixo de comunicação da marca ‘Bairrada, Terras de Bem-Beber’ e com a assinatura ‘Espumante Bairrada. Abre o teu lado bom.’, são seis as frases que suportam o conceito da campanha: A idade das borbulhas já passou? Pensa melhor; Não guardes para amanhã o que podes beber hoje; Sem mesa marcada? Sem problema; Levanta o copo, não o mindinho; Cerimónia e dress code? Põe-te ao fresco; Tinto para a carne, branco para o peixe? Sai dessa bolha!

Para Pedro Soares, presidente da CVB, “é muito importante promover este tipo de iniciativas, em que “ajudamos” a descomplicar e democratizar um pouco mais o consumo de espumantes. Com a ausência de eventos, foi possível ajustar a comunicação da região procurando maior notoriedade deste que é o nosso produto-estrela. Ao nível da campanha apostámos em grandes formatos – outdoors na A1, a mais percorrida auto-estrada de Portugal, e na região – e no on-line, canal que ganhou uma dimensão extra na nova conjuntura mundial. Temos, contudo, que continuar a gerir bem os recursos existentes, pois não sabemos por quanto tempo se manterá esta situação. E não podemos esquecer os outros vinhos que a região produz e que são de enorme qualidade”.