Acompanhado pela filha e navegadora Inês Veiga, Eduardo Veiga, piloto de Águeda, deu excelentes indicações no seu regresso ao emblemático Rali Vinho da Madeira, onde estava no 2.º lugar do Grupo X2 até ser obrigado a desistir com um problema no diferencial do Ford Escort RS.

Eduardo Veiga e o Ford Escort RS Mk2 já não disputavam o Rali Vinho da Madeira desde 2016, mas os emblemáticos troços de asfalto da ilha assistiram a uma boa exibição do piloto de Águeda, que lutou pelas primeiras posições no Grupo X2. Navegado pela filha Inês Veiga, que fazia a sua estreia no rali madeirense, Eduardo Veiga conseguiu ser o mais rápido numa das classificativas, mas viria a desistir à entrada para a derradeira especial da prova, devido à quebra do diferencial.

“Começámos o rali com algumas dificuldades de afinação do carro, que estava bastante diferente devido à reparação que tivemos de fazer depois do Rali de Castelo Branco”, revelou Eduardo Veiga. “Felizmente, com o excelente trabalho do sr. Magalhães e da nossa equipa técnica, com a ajuda preciosa do engenheiro Rui Soares, conseguimos encontrar um set-up mais próximo do ideal e que me permitiu recuperar o ritmo normal depois da primeira manhã de prova. À entrada para o último troço, o diferencial cedeu e não pudemos garantir o 2.º lugar, que seria um excelente resultado pois só estávamos atrás de um piloto madeirense, naturalmente com outro conhecimento destes troços. Ainda assim, ficámos com vontade de voltar à Madeira no próximo ano”, apontou o piloto de Águeda. Eduardo Veiga e Inês Veiga vão agora regressar ao continente e começar a preparar o Rali Vidreiro – Centro de Portugal, a disputar nos dias 9 e 10 de setembro.