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Nova Comissão Fabriqueira

A nova Comissão da Fábrica da Igreja da freguesia de Nª Sª do Ó de Aguim tomou posse, no passado dia 7 de Março, pelas 21 horas, na Igreja Paroquial de Aguim que passa a ser composta por Agostinho Luís Miranda Ferreira (secretário), Calisto Miranda Cerveira Pedro (tesoureiro), Fernando de Jesus Fernandes, Manuel da Piedade Timóteo, Armando de Freitas Ferreira Pinto, Joaquim de Sousa Afonso e José Ferreira Rodrigues (vogais).
A posse foi-lhes conferida pelo pároco da freguesia, padre António Manuel Torrão da Cruz, que preside à Comissão, na presença da comunidade cristã, reunida para a celebração da Eucaristia Dominical.

(18 Abr / 9:11)

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Torneio de Sueca

A Comissão de Festas de Nª Sª do Ó de Aguim vai organizar, no próximo sábado, dia 20 de Abril, pelas 22 horas, mais um Torneio de Sueca que terá os seguintes prémios: 1º um leitão assado; 2º uma caçoila de chanfana; 3º dois frangos assados no churrasco.
A comissão organizadora apela à participação de todos, informando que os vencedores do último torneio foram a equipa Vitó e Jorge de Espairo. Refira-se ainda que Espairo tem marcado presença em grande número, com participantes bem humorados e espírito de compreensão.

(18 Abr / 9:10)

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Ministra da Justiça tem raízes em Aguim

Nasceu em Aguim, concelho de Anadia, a 25 de Junho de 1951 e deixou a sua terra natal, ainda em tenra idade – tinha apenas seis anos, altura em que se fixou em Lisboa com seus pais. Falamos da nova Ministra da Justiça – Maria Celeste Cardona, filha de um casal aguinense, Francisco António Lopes e de Maria Alice Ferreira Gomes.Formada em direito, com especialização em Direito Fiscal, Maria Celeste Cardona é conotada como uma das mulheres portuguesas mais interventivas na vida política nacional e quase todos decerto que a reconhecem do Parlamento, com principal destaque em intervenções em matéria relacionadas com o Orçamento de Estado e assuntos fiscais.
Esta deputada, que já concorreu como cabeça de lista por Leiria, é, desde 1999, um dos principais conselheiros políticos de Paulo Portas.
Casada com o eurodeputado, também do CDS/PP, Luís Queiró, entrou para o CDS/ Partido Popular pela mão de Francisco Lucas Pires, tendo também passado pelo Parlamento Europeu, no ano de 1997.
Celeste Cardona foi ainda presidente do PP/Lisboa e actualmente é vogal na Comissão Política e da Comissão Directiva.

(9 Abr / 10:28)

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No rescaldo do Sanguedo – Aguinense

A revolta dos bairradinos

Manuel Zappa

Depois do nulo no jogo da primeira volta, a crença de adeptos, jogadores, treinador e dirigentes do Aguinense, de que o seu clube era capaz de ultrapassar o Sanguedo e conquistar o seu primeiro título, em 43 anos de existência, era enorme, depois de, na época de 84/85, esse feito lhe ter fugido para o Fermentelos, numa final que contou ainda com o Argoncilhe.
Razões mais do que suficientes conferiam-lhe o estatuto de que, mesmo jogando no terreno do adversário, com a canícula que se fez sentir, o Aguinense tinha como cartão de visita o facto de se apresentar em campo invicto no campeonato e de Sanguedo invicto saiu, dado que os bairradinos só perderam no prolongamento.
Dentro de todas estas conjecturas, os adeptos do clube de Aguim não ficaram insensíveis à grande final. De tal forma que mais de duas centenas de pessoas se deslocaram-se a Sanguedo para apoiar a sua equipa. O jogo, em vários momentos, foi empolgante. O Aguinense, já no segundo tempo, adiantou-se no marcador, mas, a oito minutos dos noventa, os locais empataram, forçando o jogo a um nefasto prolongamento.
Nesse período, os locais deram a volta ao jogo, mas para conseguirem esse desiderato, tiveram “a ajuda divina” daquele que foi considerado o melhor árbitro da AFA, Sérgio Silva, que subiu aos nacionais.
Na primeira parte, o juiz aveirense realizou uma arbitragem sem casos e absolutamente tranquila mas o seu comportamento mudou após o intervalo e a sua actuação foi desastrosa, com clara tendência para os locais. A sua dualidade de critérios foi incomensurável. Faltas ao contrário, decisões caricatas, tanto no capítulo técnico como disciplinar e duas grandes penalidades que não assinalou no prolongamento. Uma sobre Tiago, outra em que dois jogadores do Sanguedo meteram a mão à bola na sequência de um livre de Rui Castro. Toda a gente viu, menos o árbitro, o que levou a um final, que teve mais oito minutos para além dos trinta, culminando num jogo em que os adeptos do Aguinense se manifestaram ruidosamente contra uma arbitragem que nada dignificou esta final e o próprio Conselho de Arbitragem da AFA.
Apetece dizer que Sérgio Silva foi a cereja no topo do bolo para o Sanguedo e, como diziam os adeptos do Aguinense, a verdade desportiva foi adulterada.

ANTÓNIO LAGOA SEM CONTEMPLAÇÕES

Baptista, treinador/jogador do Sanguedo, era no final da partida um homem feliz, não se alongando muito nas cambiantes que o jogo conheceu: “Foi uma grande final. Acho que merecemos a vitória, pois no prolongamento fomos mais fortes. Parabéns ao Aguinense, que discutiu sempre a vitória”.
Sobre Sérgio Silva, Baptista disse: ”Tirando um lance ou outro, penso que esteve bem. Só foi pena as expulsões”.
Sentimento oposto tinha António Lagoa, presidente do Aguinense, que não teve pejo em afirmar que o árbitro foi “corrupto”, afirmação que, momentos antes, tinha dito também ao próprio árbitro e que o iria dizer também em sede própria aos responsáveis pela arbitragem da AFA.
Sobre o jogo, António Lagoa foi deveras corrosivo: “A única coisa que posso dizer é que esta final teve duas meias finais. Quem assistiu à primeira meia sabe que a segunda foi o prolongamento da primeira”.
Sem se deter, o líder do Aguinense, abordou que “não são os melhores que ganham, nem os que melhor jogam”.
No que ao jogo diz respeito, António Lagoa disse que “foram dois jogos bem disputados entre duas equipas com um futebol bastante competitivo e qualquer uma delas podia ter ganho. Agora, o que custa é perder da forma como perdemos”.

O TRATAMENTO NÃO FOI IGUAL

Vítor Henriques não foi tão contundente na análise à partida, contudo, não deixou de enviar algumas indirectas à forma como o jogo foi conduzido.
No que toca ao comentário ao jogo, o treinador do Aguinense referiu que “foi um jogo de muita luta e entrega. Apesar do Sanguedo, no primeiro tempo, possuir o controlo do jogo, as melhores oportunidades de golo foram nossas. No segundo tempo até à obtenção do nosso golo, fomos a equipa mais perigosa, mas, a partir daqui, assistimos a um maior assédio dos locais, tendo estes chegado ao golo através de um lance de bola parada”.
Sobre o prolongamento, Vítor Henriques salientou que “foi difícil controlar o rendimento físico dos jogadores, dado que, há dois meses, reduzimos as cargas de treino, já a pensar na próxima época”.
Todavia, para o técnico do Aguinense, para além da brilhante prestação do clube ao longo do campeonato, não foi o aspecto físico que condicionou totalmente a sua equipa: “Foi a dualidade e o respeito como as equipas foram tratadas. É muito complicado ganhar a equipas que jogam completamente à vontade, batem e castigam, passando ao lado das leis. A única mágoa com que fico foram as expulsões. Num só jogo vi três jogadores serem expulsos, quando, ao longo da época, em 31 jogos, apenas tivemos um vermelho”.
Sobre a actuação de Sérgio Silva, Vítor Henriques, em tom lacónico, disse que “foi o melhor árbitro de Aveiro e está tudo dito. Aquilo que se passou em Sanguedo, é que existe uma tremenda falta de qualidade no futebol português. Em tudo. A arbitragem esteve de acordo com essa realidade”.
Na sua opinião, o critério desta final deveria ser jogada num só jogo e em campo neutro, mas como foi jogada a duas mãos, os golos fora deviam contar.
A finalizar, Vítor Henriques deixou uma palavra de grande amizade para toda a equipa, sobretudo a Miguel Ângelo, impedido de dar o seu contributo à equipa por, dias antes, ter sofrido um acidente de viação e se encontrar hospitalizado em Coimbra, como também ao muito público que se deslocou a Sanguedo: “Daqui faço um apelo para que na próxima época os adeptos apoiem o clube fora e em casa, nessa luta desigual que será a 1ª Divisão”.

(20 Jun / 17:03)

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Nova Capela de S.José vai ser uma realidade

– Velho templo será demolido

A velhinha e degradada Capela de S.José, localizada no Largo do Sobreirinho, em Aguim, vai dar lugar a um novo tempo. A decisão foi tomada recentemente após uma vistoria e exame da situação actual do tempo, realizada no passado dia 24 de Maio, e que reuniu em Aguim Monsenhor João Gaspar (presidente da Comissão de Arte Sacra da Diocese de Aveiro), pároco da freguesia, elementos da Comissão Fabriqueira, engenheiro e empeiteiro.
A opção pela construção de uma nova capela deve-se ao facto da velha capela não se tratar de obra de significativo relevo arquitectónico, pelo que se entendeu que o melhor será proceder à demolição da actual capela, erigindo-se uma outra com novo enquadramento na área existente.
Recorde-se que a Comissão da Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de Aguim decidiu tomar medidas, após constatar que, após o último Inverno, aquele velho tempo entrou num avançado estado de degradação que exigia agora uma tomada de medidas enérgicas que evitassem a degradação total do templo.
Assim, a Comissão da Fábrica da Igreja após encetar algumas diligências, das quais de destacam: ter solicitado à Câmara Municipal de Anadia a cedência de um engenheiro para no local, juntamente com o empreiteiro que fez o último restauro da capela, estudarem os custos da obra, acabou por optar pela construção de uma nova capela. É que, segundo apurámos, no local, e após uma reunião que envolveu o Engº Santiago, da Câmara Municipal de Anadia, o empreiteiro Manuel Seabra e os elementos da Comissão (Padre Torrão, Agostinho Ferreira e Joaquim Afonso) concluiu-se que o restauro, com uma garantia mínima de seis anos, atingirá cerca de 3.500 a 4.500 euros e que fazendo-se uma alteração a todo aquele espaço, com a demolição da velha capela e construção de uma nova, ao centro do terreno, com entrada direita e não lateral, gastar-se-ia cerca de 10 mil euros.
Uma diferença que justifica a demolição da velha capela e a construção de uma nova que vai também ao encontro da preferência da Comissão de Arte Sacra da Diocese de Aveiro.

A Comissão

(2 Jul / 11:55)

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