Mealhada

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Escolíadas

D.Dinis revalida título

Decorreu na noite da passada sexta-feira, na Quinta dos Três Pinheiros, na
Mealhada a primeira final das “Escolíadas/2002» que colocou em palco os três
finalistas dos distritos de Coimbra e Viseu.
A Escola Secundária de D.Dinis (Coimbra) revalidou o título do concurso
“Escolíadas» ao vencer na sessão final as suas congéneres Maria Cândida de
Mira e Avelar Brotero de Coimbra.
Totalizando 228 pontos no somatório das provas (teatro, música/dança,
pintura, claque e cultura geral), a escola de Coimbra revalidou a vitória
alcançada em 2001 nesta iniciativa. A Escola de Mira ficou na segunda
posição com 210 pontos, enquanto a Secundária de Avelar Brotero, em Coimbra,
ficou-se pela terceira posição, obtendo 199 pontos.
Com este triunfo, a Secundária de D.Dinis obtém igualmente o seu terceiro
título conquistado nas Escolíadas, tendo a primeira vitória acontecido na
primeira edição do concurso aberto não só às escolas do distrito de Aveiro,
mas alargado aos distritos de Coimbra e Viseu, isto em 1998.
Voltando à edição deste ano, a D.Dinis esteve melhor nas provas de teatro,
claque e pintura, optando por apresentar prestações que passavam pelo
propósito de homenagear o Rei D.Dinis.
Enquanto isso, a Secundária de Mira conseguiu ser a mais pontuada no
capítulo da música, focando as suas provas a temática da toxicodependência.
“O Mito do Nascimento de Anúbis, o Deus Chacal» foi o tema central
apresentado pela escola Avelar Brotero.
Apesar de terem que existir classificações, como forma de incentivar as
escolas à realização de actividades de carácter artístico-cultural, no final
da sessão as escolas juntaram-se numa festa comum. De resto, o facto de
terem chegado à final já representa uma vitória para os três concorrentes
que conseguiram ser os melhores classificados do seu grupo.
Entretanto, na próxima sexta-feira (17 de Maio), realiza-se a segunda final
do concurso, desta vez colocando frente-a-frente, o trio finalista do
distrito de Aveiro: Escola Secundária Homem Cristo (Aveiro), Nº 1 de Aveiro
e Escola Profissional de Agricultura de Vagos.
O início das provas está agendado para as 23 horas, na Quinta dos Três
Pinheiros, na Mealhada, sendo as mesmas antecedidas de um jantar-convívio
com os participantes, a ter lugar pelas 20 horas, para o qual desde já
convidamos esse órgão de comunicação social.
A festa comum que irá reunir todos os participantes da presente edição das
“Escolíadas» deverá acontecer no próximo dia 31 de Maio, nos Três Pinheiros,
altura em que acontecerá a distribuição de prémios aos participantes.
Paralelamente ao projecto Escolíadas, está a decorrer uma Exposição
Colectiva de Pintura intitulada “Escolíadas», que reúne diversos trabalhos
efectuados desde 1999 a 2001, no âmbito do concurso de Expressão Plástica.
A mostra está patente ao público até 31 de Maio, na Delegação Regional de
Aveiro do Instituto Português da Juventude e pode ser visitada todos os dias
úteis, entre as 9.30 e as 20h00.

(13 Mai / 12:24)

Mealhada

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Escolíadas já tem finalistas

Já estão determinados os finalistas da edição de 2002 das Escolíadas do distrito de Aveiro. Realizada que foi a quarta e última sessão de apuramento do concurso, na noite da última sexta-feira (3 de Maio), na Quinta dos Três Pinheiros, na Mealhada, a classificação geral ditou que a final será disputada pelas Escolas Secundárias de Homem Cristo de Aveiro (195 pontos), Nº1 de Aveiro (191) e escola Profissional de Agricultura de Vagos (179). Final esta que está agendada para o próximo dia 17 de Maio no mesmo local.
Quem não conseguiu um apuramento para a derradeira etapa da competição foram as escolas que participaram na quarta e última sessão de apuramento: a escola Secundária da Mealhada e o Colégio de Calvão. Este último acabou por sair vencedor da sua sessão, somando 162 pontos, contra os apenas 156 dos estudantes da “casa».
Apresentando-se em palco com provas que rodaram em torno do tema do Trono de Tebas, estando em causa o julgamento de Antígona, que desobedeceu à ordem do rei por não enterrar o irmão Polinísses, o Colégio de Calvão obteve melhores prestações que a sua congénere nas áreas do teatro, pintura e cultura geral. Enquanto isso, a Secundária da Mealhada, conseguiu melhores resultados na claque e na prova de música. Prova esta onde a escola apresentou um tema que apresentava variações entre a música clássica e moderna, enquanto no capítulo do teatro, a sugestão foi uma história de amor entre um pintor e uma donzela, denominada “A Loucura do Egoísmo».
Entretanto, na próxima sexta-feira (10 de Maio), quem vai subir ao palco dos Três Pinheiros são os finalistas do distrito de Coimbra, numa final que será disputada pela Escola Secundária D.Dinis de Coimbra, Avelar Brotero de Coimbra e Maria Cândida de Mira.
O início das provas está marcado para as 23 horas.
Antes, porém, decorrerá no mesmo local um jantar-convívio, pelas 20 horas, que reúne estudantes, professores, patrocinadores, apoiantes e comunicação social, para o qual estão desde já convidados.

(8 Mai / 16:39)

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Numa iniciativa da Escola Profissional Vasconcellos Lebre

António Simões, director geral da Benfica SAD esteve na Mealhada

Manuel Zappa

Na sequência do ciclo de palestras, levadas a efeito pela Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), da Mealhada, António Simões, director geral da Benfica SAD, esteve presente no Auditório daquela escola, no passado dia 24 de Abril, a fim de falar do seu passado como futebolista, presente e futuro do seu clube e do futebol português.
Uma lição de vida. Foi deste modo que José Manuel Portugal, jornalista da SIC, que moderou o debate para uma plateia repleta de jovens, classificou esta grande iniciativa da EPVL e do seu director, João Pega.
Por motivos profissionais, António Simões chegou à Mealhada com um ligeiro atraso, que seria aproveitado para José Manuel Portugal, Coordenador de Informação para a Região Centro da SIC e também professor de jornalismo, elucidar todos os presentes do mundo da magia que constitui nos dias de hoje a televisão e daquilo que todos nós ouvimos e vemos através da caixa mágica. O jornalista lembrou que “vivemos na civilização da imagem”, não deixando, por outro lado, de aflorar uma certa “ditadura das audiências”, como por exemplo aconteceu com o funeral da Princesa Diana, tudo por causa dos interesses televisivos e, sobretudo, das audiências.
José Manuel Portugal também não deixou de deixar uma mensagem a todos os jovens alunos, presentes no Auditório da EPVL: “Vocês devem ver televisão, mas devem fazer as vossas escolhas. Noventa e oito por cento da informação chega-vos através da televisão e sou defensor de que devia haver uma disciplina para os média/escola”.

A VIOLÊNCIA VERBAL DOS DIRIGENTES

António Simões, nas décadas de 60, 70 e 80, foi um jogador de eleição, não só ao serviço do seu clube do coração, o Benfica, mas também da Selecção Nacional. Quando, aos 15 anos, iniciou a sua prática desportiva, pensou ser sempre igual a si próprio, embora tenha tido como grande ídolo Albano, do Sporting. Hoje, segundo transmitiu aos jovens, as referências não são essas e os jovens seguem outros exemplos, estando na primeira linha de pensamento Luís Figo e outras vedetas da moda.
Simões contou que, no seu tempo de estudante, sentia alguma vocação para a matemática: “Quem sabe se não fosse jogador de futebol, não dava um bom professor de matemática”, questionou-se a si próprio.
Antes de responder às questões do moderador José Manuel Portugal e também dos alunos, António Simões começou por dizer que “o futebol tem uma importância enorme na sociedade, na economia, na mentalidade das pessoas e seu comportamento. Tenho tido esse comportamento, dado que sinto que sou respeitado porque nunca entrei em excessos”.
Sem perder o fio à meada, o ex-magriço disse que “o nosso povo é mais clubista do que nacionalista e daí advem o tal excesso. O futebol tem provocado que as pessoas não sejam tão boas como deviam”.
Foi então que surgiu a primeira pergunta do jornalista da SIC. O que de melhor o futebol lhe deu? António Simões aflorou: “ajudou-me a crescer mais rápido do que era suposto ser no meu tempo, nos anos sessenta. Independentemente de jogar num clube grande como o Benfica, de me divertir, fiquei mais humano. Estou bem, tenho uma vida equilibrada, graças ao futebol”.
Foi então que António Simões lançou algumas farpas ao modus vivendi do futebol: “As pessoas conhecidas tornam-se modelos para com a sociedade. Algumas das pessoas que estão no futebol não prestam. Aquilo que mais me incomoda é a violência verbal nos dirigentes de certos clubes. O seu comportamento ético é alterado e, por vezes, dizem-se autênticos disparates na comunicação social. O seu estatuto desaparece por completo”, opinou o director geral da Benfica SAD, acrescentando que “tenho grande esperança que esta nova geração saiba aproveitar outra forma de estar e consiga alterar a situação actual”.

BENFICA RECUPEROU A CREDIBILIDADE

Da plateia saltaram as primeiras perguntas dos alunos. Se Jankauskas e Simão iriam continuar; a falta de um Tribunal Desportivo e Vale e Azevedo.
Sobre a primeira pergunta, António Simões garantiu que o Benfica estava a fazer um esforço enorme para manter a estrutura da equipa: “O nosso grande objectivo é assegurar o núcleo duro, que seja o suporte da continuidade, porque o Benfica não pode continuar a ser um entreposto de jogadores. Actualmente, o clube tem dirigentes à altura e recuperou a sua credibilidade”.
Sobre o Tribunal Desportivo que possa punir os árbitros em vez de frequentemente punir (Liga Profissional de Clubes) os jogadores, o dirigente encarnado adiantou que “em Portugal não se cultivam as regras, engana-se o outro. Penso que devia haver um caderno de regras éticas, mais profissional e de comportamento, assim como uma responsabilização maior do futebol português”.
No que concerne a Vale e Azevedo, António Simões desde cedo e no pouco tempo de convivência com o anterior presidente, avançou que ele tinha uma grande tendência para mentir: “Quando foi condenado, foi um dia triste para a história do Benfica. Vale e Azevedo não é um bom exemplo para todos nós e também para vocês, que são jovens”.
Encerrado este capítulo, José Manuel Portugal, perguntou se a mística do Benfica tem sido construída da melhor maneira, isto indo ao encontro de nos últimos anos o Benfica nada ganhar. António Simões respondeu que os grandes clubes passam por crises como a do Benfica: “Muitas das vezes o problema é de quem dirige. Mais que o sucesso é a falta de credibilidade. Neste momento, o Benfica tem gente séria à sua frente e conseguiu de novo reaver a credibilidade”.
No cômputo geral, foi uma palestra bem sucedida e foi, no fundo, uma grande lição de vida para todos os jovens presentes, ficando a promessa do director da EPVL, de que outras iniciativas se seguirão.

(3 Mai / 11:31)

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GNR deteve suspeito de tentativa de assalto a gasolineira

A GNR de Anadia prendeu ontem de madrugada um jovem de 27 anos suspeito de tentativa de assalto de um posto de gasolina na Mealhada, usando uma imitação de arma de calibre 6.35 mm.
Fonte do Destacamento da GNR da Anadia disse que o assaltante se pôs em fuga sem concretizar o assalto porque se terá apercebido da proximidade de uma viatura policial, em patrulhamento na zona.
A tentativa de assalto ocorreu à 01:50 e o suspeito viria a ser capturado uma hora depois junto às piscinas da Mealhada.

Lusa

(1Mai / 19:44)

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Câmara rejeita invasão de propriedade privada

O presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral (PS), rejeitou hoje que os serviços municipais tenham invadido uma propriedade privada nas obras de um parque de estacionamento, iniciadas esta manhã.
“A Câmara só avançou para a obra depois de garantir a posse administrativa dos terreno”, disse o autarca.
Durante a manhã de hoje ex-proprietários do terreno tentaram impedir o início dos trabalhos, pelo que a Câmara Municipal requisitou os serviços da GNR.
“Numa atitude condenável, entraram à força naquilo que é nosso e fizeram-no sem qualquer justificação”, acusou Alda Ferraz, uma das contestatárias.
Sob protecção de um forte dispositivo policial, máquinas da Câmara “partiram um muro de vedação da propriedade e derrubaram árvores de fruto, para iniciarem os trabalhos que não têm qualquer justificação naquele local”, disse Alda Ferraz.
“Havia alternativas para construírem o parque de estacionamento”, acrescentou, numa opinião subscrita por Gonçalo Breda, vereador do PSD, na oposição.
“É lamentável o que aconteceu e estou solidário com esta família”, acrescentou o vereador social-democrata, defendendo que um pinhal contíguo era o ideal para a construção da infra-estrutura.
Carlos Cabral contesta, assegurando que aquele é o “sítio ideal” para o parque de estacionamento.
Quanto ao processo de negociação dos terrenos, o presidente da câmara assegurou que a autarquia nunca “torpedeou a lei”, começando por tentar a negociação e só depois partindo para a expropriação.
“A partir do momento em que nos foi dada posse administrativa do terreno, poderíamos avançar para a obra”, disse, sublinhando que subsiste em Tribunal um diferendo sobre o valor a pagar pelo espaço, pelo que “não houve qualquer invasão de propriedade privada”.
Segundo Carlos Cabral, a autarquia pretende pagar 23.000 euros (4.600 contos) e os proprietários reclamam 74.000 euros (14.800 contos).
O diferendo entre a autarquia e os proprietários do terreno levou já Alda Ferraz a fazer uma greve de fome, primeiro junto à residência do presidente da Câmara e depois frente à sede do município.

Lusa

(22 Abr / 17:40)

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Secundária nº1 de Aveiro em primeiro

A segunda fase do concurso “Escolíadas/2002” teve início, na última sexta-feira, na “Quinta dos Três Pinheiros», na Mealhada, com a realização da primeira das sessões de apuramento das escolas concorrentes do distrito de Aveiro que vão disputar a grande final deste concurso.
Ao palco da discoteca “Outro Mundo» subiu o primeiro trio de concorrentes do distrito aveirense: Escola Secundária Nº1 de Aveiro, Escola Profissional de Agricultura de Vagos e Escola Secundária José Estêvão de Aveiro. Escolas que mostraram as suas capacidades artístico-culturais em áreas como o teatro, música, pintura, dança, cultura geral e mesmo claques, que constituem um elemento de inegável valor no apoio, incentivo e animação dos participantes.
Perante uma vasta plateia, atenta e interessada, as escolas revelaram as suas qualidades artísticas e, sobretudo tiveram oportunidade de as poder mostrar ao exterior do meio escolar, funcionando esta vertente pública como um claro incentivo aos jovens estudantes.
No final, somando as pontuações, conseguidas por cada um dos concorrentes, a Escola Secundária Nº1 de Aveiro foi a mais pontuada (191 pontos), assumindo assim a liderança classificativa. Na segunda posição, com 179 pontos, ficou a Escola Profissional de Agricultura de Vagos, enquanto que o terceiro lugar passou a ser ocupado pela Secundária José Estêvão de Aveiro, com 176 pontos. No entanto, esta primeira sessão de apuramento acabou por revelar algum equilíbrio em matéria de escolas participantes. Assim, no capítulo do teatro, a Escola de Agricultura de Vagos foi a melhor classificada, apresentando uma peça que nos recordou os atentados de 11 de Setembro ao World Trade Center, sugerindo a necessidade da busca da paz mundial.
Já na área da música, a melhor prestação coube à Escola Nº1 de Aveiro, com um tema que abrangeu todas as provas e que se baseou na “reflexão sobre a manipulação que os poderosos exercem sobre o comum dos mortais». A escola conseguiria ainda obter a melhor prestação ao nível da sua claque. Por seu turno, a Secundária José Estêvão acabaria por se superiorizar na pintura, tendo como tema generalista “O Mundo dos Sonhos».
A segunda sessão das Escolíadas prosseguiu na passada quarta-feira, dia 24, com a prestação de provas da Escola Secundária de Vagos, Escola Secundária da Gafanha da Nazaré e Secundária de Oliveira do Bairro. Uma sessão que, como habitualmente, teve início pelas 23 horas, na “Quinta dos Três Pinheiros», antecedida de um jantar-convívio, pelas 20 horas.
Na sua próxima edição JB vai dar conta de como decorreu esta segunda sessão das Escolíadas 2002.

Lusa

(22 Abr / 16:45)

Mealhada

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GNR trava boicote a construção de parque de estacionamento

Um forte dispositivo policial está desde esta manhã a impedir o boicote ao início da construção de um parque de estacionamento na Mealhada, obra contestado pelos antigos proprietários do terreno.
Segundo o tenente-coronel Oliveira, que comanda os efectivos da GNR no local, o dispositivo foi “o conveniente para evitar que as pessoas tivessem reacções mais emotivas”.
“Vamos tentar resolver isto sem utilizar a força”, acrescentou.
A força da GNR – apoiada por elementos a cavalo -, que criou um perímetro de segurança em volta da zona de obras, foi requisitada pela Câmara Municipal para proteger os seus trabalhadores que estão a começar a construção do parque de estacionamento de apoio a um pavilhão gimnodesportivo e a uma escola dos primeiro e segundo ciclos.
O terreno, contíguo à residência dos contestatários, fora expropriado pela Câmara Municipal da Mealhada depois de uma tentativa gorada de negociação amigável.
Um dos membros da família reagiu à expropriação realizando uma greve de fome na semana passada, primeiro junto à residência do presidente da Câmara, Carlos Cabral, e depois frente à própria sede do município.
Apesar da contestação, o autarca decidiu avançar hoje com os trabalhos, requisitando o dispositivo policial para proteger os trabalhadores.
Os antigos proprietários colocaram-se frente às máquinas, o que obrigou a GNR a afastá-los e a criar o perímetro de segurança.

Lusa

(22 Abr / 14:53)

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Nos Três Pinheiros – Mealhada

Escolas de Aveiro e Vagos na primeira sessão eliminatória

No próximo dia 19 (sexta-feira) arranca a segunda fase das Escolíadas de 2002, que estão a realizar-se, à semelhança dos anos anteriores, no Complexo Turístico Quinta dos Três Pinheiros, na Mealhada.
Esta fase que se destina a apurar o estabelecimento de ensino secundário vencedor do distrito de Aveiro, vai contar, nesta primeira sessão de apuramento, com a participação das Escolas Secundárias nº1 de Aveiro, José Estêvão, também de Aveiro, e da Escola Profissional de Agricultura de Vagos.
A sessão inicia-se pelas 23 horas, no Complexo Turístico Quinta dos Três Pinheiros, onde, ao longo das próximas quatro sessões de apuramento irão disputar o primeiro lugar, 10 estabelecimentos de ensino do distrito.

(17 Abr / 12:40)

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Acidente na auto-estrada do Norte provoca vítima mortal

O despiste de um ligeiro hoje na auto- estrada do Norte (A1), na zona da Mealhada (Aveiro), provocou a morte de um dos seus três ocupantes, revelou uma fonte hospitalar.
No ligeiro seguiam pais e filha, oriundos da zona de Queluz e com destino a Trás-os-Montes, onde iam passar a Páscoa, indicou fonte dos Sapadores Bombeiros de Coimbra, corporação que se deslocou ao local do acidente.
A vítima é a mãe, de 49 anos, que ia sentada no banco traseiro, sem cinto de segurança, indicou a mesma fonte dos Bombeiros.
De acordo com a brigada de trânsito da GNR de Coimbra e dos Bombeiros, a sinistrada foi transportada aos Hospitais da Universidade em estado “muito grave”.
Fonte hospitalar indicou que chegou ao estabelecimento de saúde já sem vida.
O despiste, cuja causa ainda não foi apurada, verificou-se cerca das 06:30 no sentido Sul/Norte da A1, ao quilómetro 201,100, junto da área de serviço da Mealhada.

(28 Mar / 11:20)

Lusa

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No Cine-Teatro Messias, na Mealhada

Colóquio “Globalização: Território ou Territórios?”

O Cine-Teatro Messias, na Mealhada, vai servir de palco, no próximo dia 26 de Abril, à realização do colóquio, subordinado ao tema “Globalização: Território ou Territórios?”. Um evento, organizado pelo Núcleo de Estágio de Geografia da Escola Secundária da Mealhada, que conta com a colaboração da autarquia mealhadense.
O colóquio terá o seguinte programa:
9 horas – recepção e entrega de documentação
9.30 horas – Sessão de Abertura
9.45 horas – 1º painel: Prof. Doutor José Reis (FEUC) “Globalização dos Territórios”; Mestre João Luís Fernandes (IEG/FLUC) “Lugares e Identidades no mundo globalizado”
11 horas – Pausa para café
11.30 horas – 2º painel: Mestre Manuel Rodrigues (membro do SPRC); Dr. Luís de França (presidente da OIKOS) “Globalização da Solidariedade”
12.30 horas – Debate: Moderador – Dr. Rui Gama (IEG/FLUC)
13.30 horas – Almoço no Complexo Turístico “Três Pinheiros”, na Mealhada
15 horas – Reinício das actividades. Profª Doutora Lucília Caetano (IEG/FLUC) “O Território e os desafios da globalização”; Mestre Emília Sande Lemos (presidente da Ass. De Prof. de Geografia) “Globalização – contributo para alguns itinerários didácticos.
16 horas – Debate: Moderador – Dr. Rui Gama (IEG/FLUC)
16.45 horas – Visita às Caves Messias – Lanche-convívio
Todos os interessados podem efectuar as suas inscrições até ao próximo dia 9 de Abril.

(26 Mar / 11:20

Mealhada

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Quatro brasileiras detidas em casa de alterne

Quatro mulheres brasileiras foram detidas, na última sexta-feira, dia 22, de madrugada, numa casa de alterne de Santa Luzia, Mealhada, por permanência ilegal no país, durante uma operação conduzida pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Anadia.
As mulheres, com idades entre os 23 e os 37 anos, foram presentes no próprio dia no Tribunal da Mealhada, informou fonte do destacamento da GNR em Anadia, tendo o juiz decretado que as mesmas aguardassem em liberdade o desenrolar do processo.

(26 Mar / 11:15)

Mealhada

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Primeiras mulheres-polícias lembraram o “preço” do pioneirismo

Setenta das 228 primeiras mulheres-polícias portuguesas, todas já reformadas, reuniram- se em convívio na Mealhada, recordando esses “tempos difíceis” em esquadras dominadas por agentes do sexo masculino.
“Não foi fácil que os homens-polícias percebessem que seríamos tão capazes como eles de executar as tarefas de segurança pública”, declarou Olinda Cravo, uma das pioneiras do policiamento feminino em Portugal.
“Hoje, as novas mulheres-polícias sentem menos o peso da discriminação”, acrescentou.
Todas as participantes no convívio entraram para a PSP há 30 anos, repartindo-se então por esquadras de Coimbra, Lisboa e Porto.
(26 Mar / 11:06)
Lusa

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Secundária D. Dinis garante presença na final

A escola Secundária D.Dinis acaba de garantir a presença na final das “Escolíadas/2002». Ao totalizar 183 pontos, a escola passou para a liderança da classificação e, uma vez que só falta a prestação de dois concorrentes dos distritos de Coimbra e Viseu, a escola de Coimbra está automaticamente apurada para a final.
Foi na noite da última sexta-feira que decorreu, na Quinta dos Três Pinheiros, na Mealhada, aquela que foi a segunda sessão de apuramento do concurso “Escolíadas/2002», respeitante ao “campeonato» que coloca em competição os estabelecimento de ensino dos distritos de Coimbra e Viseu.
Depois das prestações da escola Avelar Brotero (Coimbra), Bernardino Machado (Figueira da Foz) e Maria Cândida (Mira), na sessão inaugural, desta vez subiram ao palco as “estrelas» de D.Dinis (Coimbra) e de Penacova. Duas escolas já com experiência participativa neste concurso – que vai já na 13ª edição – e que, de resto, já venceram o concurso. Apesar disso, e como acontece habitualmente, o nervosismo inicial quer dos alunos, quer dos próprios professores voltou a revelar-se nos primeiros minutos que antecederam a entrada em prova das respectivas escolas, nervosismo que com o desenrolar do concurso foi dando lugar à ansiedade natural, resultante da pontuação que ia sendo atribuída.
No conjunto das provas a concurso, a escola de Coimbra acabaria por ter melhor classificação nas áreas do teatro, pintura e claques, acabando Penacova por se superiorizar no capítulo da música e nas perguntas de cultura geral. Resultado disto, no final a escola D.Dinis somou 183 pontos, conta apenas 166 de Penacova. Um resultado que fez com que tenha sido encontrada a primeira das três escolas que vão disputar a final desta iniciativa. E isto porque a D.Dinis foi a escola mais pontuada até agora e, nesta altura, apenas falta a prestação de outros dois estabelecimentos de ensino: escola secundária de Mortágua e Carregal do Sal que, no próximo dia 12 de Abril prestam provas, naquela que será a terceira e última sessão de apuramento dos estabelecimentos de ensino de Coimbra e Viseu.
Particularizando a prestação das escolas da segunda sessão, no domínio teatral, a D.Dinis apresentou-se com o tema “D.Dinis», numa história de ficção que revelou cenas familiares não contadas pela História. Uma prova que mereceu por parte do júri referências elogiosas ao argumento, com “um texto bem construído» sobre aquele período da História mas com referências a situações actuais. “Uma mistura explosiva», assim o considerou o júri, sublinhando a boa dicção na interpretação.
Já Penacova optou por falar de touradas, mas sem qualquer tipo de pretensão de se colocar a favor ou contra as mesmas. Intitulada “O Homem», a peça procurou, por um lado, respeitar os que defendem as touradas, enquanto tradição e acto cultural, e por outro mostrar o lado sofredor e bárbaro a que os animais estão sujeitos. “Uma mensagem positiva e séria», mas que apresentou pelo meio momentos cómicos, acabando a mensagem por se perder um pouco, assim foi a apreciação do júri sobre esta prova.
Enquanto isso, na área da música, Penacova apresentou um improviso melancólico seguindo de um tema particularmente ligado às touradas (Viva La Espanha), levando o júri a registar dois momentos distintos (tristeza e morte/alegria e festa), considerando-o “adequado».
Uma cantiga de amigo dos tempos modernos, intitulada “Cantar de Amigo», foi o tema original apresentado pela D.Dinis na música. Apesar de ter sido sublinhada a interligação com a claque, o júri não deixaria que constatar algum nervosismo e menos segurança na voz dos seus intérpretes.
Apesar de tudo, no final, os elementos que avaliaram as provas não deixaram de enaltecer a participação global das escolas, lamentando que tenham que ser feitas classificações para poder seleccionar os finalistas do concurso.
Realizadas que estão duas sessões, a classificação está ordenada da seguinte forma: D.Dinis (Coimbra) – 183 pontos, Avelar Brotero (Coimbra) – 177 pontos, Maria Cândida (Mira) – 173 pontos, Penacova – 166 pontos, Bernardino Machado (Figueira da Foz) – 161 pontos.
A próxima sessão decorrerá nos Três Pinheiros, na Mealhada, dia 12 de Abril, a partir das 23 horas, com as provas de Carregal do Sal e Dr.João Morais (Mortágua).

(18 Mar / 13:23)

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Organizado pela Câmara Municipal da Mealhada

Colóquio sobre futebol

Um café com… figuras do futebol nacional

Numa organização da Câmara Municipal da Mealhada vai realizar-se no próximo dia 25 de Março, pelas 20.30 horas, no Cine-Teatro Messias, um Colóquio sobre Futebol intitulado “Um café com…”
Neste debate vai estar presentes Manuel Cajuda, treinador do Sporting de Braga, um dos mais prestigiados treinadores da I Liga; o seu adjunto, Nascimento e Quim, guarda-redes também do clube bracarense e da Selecção Nacional.
(16 Mar / 10:01)

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Operário de 23 anos morreu soterrado em vala

Um operário de 23 anos, Paulo Fernandes dos Santos Silva, residente no concelho de Oliveira do Bairro, morreu soterrado quando trabalhava numa vala de saneamento em Pampilhosa, Mealhada, informou fonte da GNR.
Segundo a mesma fonte, a vala tinha cerca de cinco metros de profundidade e o acidente terá sido provocado por um “desmoronamento de terras”.
Apesar das tentativas dos Bombeiros, o corpo do operário soterrado acabou por ser retirado já sem vida, tendo sido transferido para o Instituto de Medicina Legal de Coimbra.
Os operários estavam a trabalhar para uma empresa particular, numa empreitada para a Câmara Municipal da Mealhada.
(16 Mar / 9:16)

Mealhada

Escolas Vencedoras das Escolíadas

1990 – Escola Secundária Marques Castilho – Águeda

1991 – Escola Secundária Marques Castilho – Águeda

1992 – Instituto de Promoção Social da Bairrada – Bustos

1993 – Instituto de Promoção Social da Bairrada – Bustos

1994 – Escola Secundária de oliveira do Bairro

1995 – Instituto de Promoção Social da Bairrada – Bustos

1996 – Escola Secundária Adolfo Portela de águeda – Águeda

1997 – Escola Secundária Adolfo Portela de águeda – Águeda

A partir de 1998 as Escolas foram divididas em dois grupos. Distrito de Aveiro o 1º e Distritos de Coimbra e Viseu o 2º, passando a haver dois vencedores.

1998 – Escola Secundária Marques Castilho de Águeda – Distrito de Aveiro
Escola Secundária Dom Dinis de Coimbra – Distritos de Coimbra e Viseu

1999 – Escola Secundária Marques Castilho de Águeda– Distrito de Aveiro
Escola Sec. Dr. João lopes de Morais Mortágua – Distritos de Coimbra e Viseu

2000 – Instituto de Promoção Social da Bairrada – Bustos– Distrito de Aveiro
Escola Secundária Avelar Brotero de Coimbra – Distritos de Coimbra e Viseu

2001 – Escola Secundária de Anadia – Distrito de Aveiro
Escola Secundária Dom Dinis de Coimbra – Distritos de Coimbra e Viseu

Mealhada

Distrito De Coimbra – Viseu

1ª. Sessão – Dia 8 De Março Sexta-Feira
– Escola Sec. Drª. Maria Cândida de Mira
– Escola Sec. Avelar De Brotero de Coimbra
– Escola Sec. Bernardino Machado da Figueira da Foz
2ª. Sessão – Dia 15 de Março Sexta-Feira
– Escola Sec. D. Dinis de Coimbra
– Escola Sec. Dr. João Lopes de Morais de Mortágua
– Escola Sec. De Penacova
3ª. Sessão – Dia 12 de Abril – Sexta-Feira
– Escola Sec. De Montemor-O-Velho
– Escola Sec. De Carregal Do Sal

Distrito De Aveiro

1ª. Sessão – Dia 19 de Abril
– Escola Sec. Nº-1 De Aveiro
– Escola Sec. José Estêvão De Aveiro
– Escola Profissional De Agricultura De Vagos
2ª. Sessão – Dia 24 de Abril – Quarta-Feira
– Escola Sec. De Vagos
– Escola Sec. Da Gafanha Da Nazaré
– Escola Sec. De Oliveira Do Bairro
3ª. Sessão – Dia 30 de Abril – Terça-Feira
– Profissional De Aveiro
– Escola Sec. Homem Cristo
– Escola Se. De Ílhavo
4ª. Sessão – Dia 3 de Maio – Sexta-Feira
– Colégio Nossa Senhora Da Apresentação De Calvão
– Escola Sec. Da Mealhada

Final de Coimbra – Viseu Dia 10 De Maio
Final de Aveiro Dia 17 de Maio

Mealhada

PRIMEIRA SESSÃO DAS “ESCOLÍADAS/2002»

Escola Avelar Brotero na frente

A escola Secundária Avelar Brotero (Coimbra) é a primeira líder do concurso “Escolíadas/2002» que arrancou na última sexta-feira, na Mealhada com a primeira de uma série de sete sessões que irão apurar os três melhores concorrentes dos distritos de Coimbra/Viseu e Aveiro, numa maratona competitiva que se prolonga até Maio.
Ao totalizar 177 pontos no somatório das provas a concurso (teatro, música, pintura, cultura/diverte e claques, a Escola Avelar Brotero de Coimbra ascendeu ao primeiro lugar da classificação provisória das “Escolíadas/2002» . Um projecto recreativo-cultural dirigido às escolas Secundárias da Região Centro e que, nesta edição reúne 19 estabelecimentos de ensino, num total de mais de dois milhares de alunos. A iniciativa, que pretende “testar» as capacidades artísticas da juventude e que, através de uma salutar competição, premeia os três melhores concorrentes dos distritos de Coimbra/Viseu e de Aveiro, como forma de incentivo, teve o seu arranque na última sexta-feira, com a primeira das sessões da fase de apuramento das escolas de Coimbra e Viseu.
No palco da danceteria “Três Pinheiros», na Mealhada estiveram, além da escola Avelar Brotero, as escolas Dra Maria Cândida de Mira e Bernardino Machado da Figueira da Foz.
A escola de Mira acabou por somar 173 pontos e está na segunda posição, enquanto os participantes da Figueira da Foz obtiveram 161 pontos, estando assim no terceiro posto da classificação. Classificação que, diga-se, não é definitiva nem eliminatória, já que serão os três concorrentes mais pontuados durante as sessões os que terão direito a estar na final.
Centralizando todas as suas provas na Mitologia e Civilização Egípcia, sustentada pelos conteúdos programáticos da disciplina de História de Arte, a escola Avelar Brotero acabou por superiorizar-se às suas congéneres, levando o júri do concurso (Armindo Jorge, Dulcinea Borges, Odete Ferreira e Filipe Jorge, elementos seleccionados pela Direcção Regional de Educação do Centro e IPJ) a atribuir-lhe uma pontuação global ligeiramente superior.
Das cinco provas pontuáveis, a escola de Coimbra ficou em primeiro em três delas (teatro, música e claque), enquanto os alunos de Mira tiveram uma prestação melhor nas áreas da pintura e cultura. Já a escola da Figueira, apenas conseguiu ficar na primeira posição, a par de Coimbra, na prova de música.
Se uns escolheram o Egipto para as suas prestações, outros houve que preferiram centrar a sua participação nos problemas que mais afectam a juventude, como foi o caso da escola de Mira. Se, no teatro a escola se apresentou com o tema “Overdose», numa abordagem que se pretendeu diferente, na música a escola subiu ao palco com o tema “Vidas Tóxicas», interpretado por Rui Raposo. Na pintura, a escolha dos autores (Zélia Rocha e Ricardo Pereira) foi para um labirinto, implicitamente inserido na temática global.
Enquanto isso, a escola Bernardino Machado teve na relação homem/natureza a sua temática principal.
Na apreciação do júri, que se pronuncia sobretudo sobre as provas de teatro e música (as que merecem pontuações superiores), a peça teatral da Avelar Brotero foi sublinhada quer pelo seu argumento, sustentado nos conteúdos programáticos, quer pela banda sonora adequada e um bom guarda-roupa. Já a escola de Mira, neste âmbito, mereceu referência especial no capítulo do ritmo e da colocação de voz na interpretação. “Uma mensagem positiva e um hino à vida», foi o comentário do júri à prova da Figueira da Foz.
No domínio da música/dança, os responsáveis pela pontuação fizeram questão de sublinhar a interpretação segura do grupo de Mira, destacando a interdisciplinaridade entre a música, o teatro a e dança na prova da escola de Coimbra, e o bom instrumental da prova da Figueira da Foz.
Na próxima sexta-feira (dia15), realiza-se a segunda sessão das “Escolíadas/2002», com as prestações das escolas D.Dinis (Coimbra), Dr.João Lopes de Morais (Mortágua) e Penacova.
O início das provas está marcado para as 23 horas, nos “Três Pinheiros», na Mealhada.
(12 Mar / 11:12)

Mealhada

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Um ferido em despiste

Um ferido é o balanço de um despiste ocorrido, na última segunda-feira, pelas 11h00, num dos acessos à A1 Norte, na Mealhada.
O condutor de um veículo de transportes de animais, terá perdido o controle do veículo indo embater numa árvore de grande porte.
No local estiveram os Bombeiros Voluntários da Mealhada, com uma equipa do INEM, e um carro de desencarceramento.
Após a vítima ter sido desencarcerada recusou-se a ser transportada.
(12 Mar / 10:25)

Mealhada

Mealhada

População impede trasfegas de álcool

Duas dezenas de populares da Mealhada impediram hoje a trasfega de álcool de camiões- cisterna para depósitos da delegação local do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), alegando que a operação põe em perigo a segurança pública.
Firmino Rodrigues, porta-voz dos manifestantes, justificou o impedimento das operações de trasfega, afirmando que “o álcool armazenado em velhas cubas pode provocar uma explosão junto de uma grande zona habitacional, uma escola frequentada por 200 alunos e um clube nocturno”.
Para Firmino Rodrigues, este depósito “não dá qualquer rendimento à terra e, ao contrário, provoca-lhe uma série de problemas que podem acabar em catástrofe”.
Por seu turno, o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, solidarizou-se como o protesto, considerando que os depósitos do IVV cheios de álcool podem funcionar “como uma bomba ao retardador” no centro da vila.
Carlos Cabral – que por inerência ocupa o cargo de presidente da Protecção Civil Municipal – disse ainda à Lusa ter obtido garantias do IVV de que as transferências de álcool para os depósitos iriam cessar.
“Estive em contacto com o IVV de Lisboa para cancelamento das entregas a partir de amanhã (sexta-feira).
Hoje, a Brigada de Trânsito está a tentar localizar os camiões que para cá se dirigem, fazendo-os regressar à origem”, explicou.
A garantia foi transmitida também à população que, em face disso, desmobilizou o protesto às 12:15, três horas depois de o ter iniciado.
O presidente do IVV, António Rego, afiançou que quarta-feira equacionara suspender as entregas de álcool nos depósitos da Medalhada.
Admitiu que anteriormente previra “várias outras entregas”, mas, face ao protesto, anunciou que vai conversar com os operadores, no sentido de encontrar soluções para o problema levantado.
António Rego assegurou ainda que nunca tinha sido alertado pelos bombeiros e pela Protecção Civil para a situação de risco agora denunciada pela população.

Lusa

(16 Mai / 15:19)

Mealhada

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Nas Piscinas Municipais da Mealhada

Campeonato Nacional de Natação Sincronizada

O Complexo das Piscinas Municipais da Mealhada vai servir de palco, ao campeonato Nacional de Inverno-2002 de Natação Sincronizada, nos próximos dias 24, 25 e 26 do corrente.
Organização da Federação Portuguesa de Natação e da Câmara Municipal da Mealhada, nesta competição vão estar presentes as melhores equipas nacionais da modalidade.
Destaque-se ainda que o campeonato terá início pelas 8 horas nos dias 25 e 26 (sábado e domingo), prolongando-se até às 9 horas, na primeira jornada e até às 14 horas na segunda jornada, enquanto que os treinos terão lugar já no dia 24, sexta-feira.
As entradas são livres.

(21 Mai / 10:36)

Mealhada

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Luís Represas no ciclo de palestras EPVL

Luís Portugal vai estar no próximo dia 31 de Maio (sexta-feira), pelas 15h30m, no auditório da Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL), na Mealhada. Um evento, aberto ao público em geral, que será moderado pelo cantor Luis Portugal (ex-vocalista do grupo Já Fumega).Luís Represas irá abordar, na referida palestra da EPVL, o actual momento da música nacional e o “segredo» para o sucesso de um músico português.
Luís Portugal, pelo seu currículo musical, mais do que o papel de moderador, irá ter uma intervenção muito forte na palestra.

Biografia

Nasce em Lisboa a 24 de Novembro de 1956 – aos 13 anos compra a sua primeira guitarra.
Em Agosto de 1976 funda, juntamente com João Gil, João Nuno Represas, Manuel Faria e Artur Costa , o grupo TROVANTE, que se viria a revelar um dos mais importantes da história da Música Popular Portuguesa.
Como vocalista dos Trovante, grava 8 LP´s de originais, um álbum duplo ” Ao Vivo”, tendo também sido editado um “Best Of”.
Ao longo de 16 anos de carreira dos TROVANTE, participa em inúmeros festivais internacionais, onde contacta com muitos dos nomes mais importantes da Música Popular actual.
Em Portugal e sempre com os TROVANTE, colabora com José Afonso, Fausto, Sérgio Godinho, Adriano Correia de Oliveira e outros grandes nomes que fizeram a nova Música Portuguesa.
Nos últimos meses de 1992, com os TROVANTE já separados, começa a trabalhar no seu primeiro álbum a solo, que termina de compor em Março de 1993.
A fim de ganhar novos espaços e viver novas experiências musicais, Luís Represas viaja para Cuba (País que visita desde há vários anos ) , levando consigo um único músico português: o baixista Nani Teixeira.
Em Havana, esperam-no o grupo de Pablo Milanés (um dos nomes mais importantes da actual Música Popular) e o pianista Miguel Nuñez , responsável pelos arranjos das novas canções de Luís Represas.
As gravações decorrem entre os dias 8 e 24 de Agosto e incluem as participações vocais do grupo Gema 4 e do próprio Pablo Milanés, que se junta a Luís Represas num dueto inesquecível “Feiticeira”.
Assim, nasce “REPRESAS”, que além de cantado na sua língua natal, é totalmente gravado em castelhano , a fim de levar mais longe e a mais gente as suas canções.
Depois de se apresentar ao vivo em todo o País, consagra-se na mais popular sala de Lisboa , o Coliseu dos Recreios , em duas noites completamente lotadas.
Em 1995 inicia a composição do disco “CUMPLICIDADES”.
Gravado em Lisboa no final de 1995 e princípio de 1996, o segundo CD de Luís Represas conta com a colaboração de Bernardo Sassetti, um dos mais prestigiados pianistas de jazz Português, com reconhecida carreira internacional.
Além de Sassetti, Luís Represas convida para participar em “CUMPLICIDADES” o grande mestre da Uilleann Pipes e Low Whistles : o irlandês Davy Spillane.
Depois de uma tournée bem sucedida, aceita o desafio de se apresentar no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, por quatro noites consecutivas ( que contaram com a participação muito especial de Davy Spillane ) , memoráveis e imortalizadas num programa de televisão e um CD duplo, “AO VIVO NO CCB”, que atingiu dupla platina.
Em 1998, é editado o CD “A HORA DO LOBO”.
Neste trabalho dá-se o reencontro de Luís Represas com Miguel Nuñez, do qual resulta um álbum cheio de melodias intensas e fascinantes.
” A HORA DO LOBO”, canção que dá título ao disco, conta com a participação de Pedro Guerra, músico espanhol extremamente popular no País vizinho.
Mais uma vez, agora como rosto da campanha publicitária do BANCO UNIVERSO, em 1998, Luís Represas comemora o êxito de mais um trabalho com três espectáculos: um no Coliseu do Porto e dois no Coliseu de Lisboa.
A 12 de Maio de 1999, a convite da Presidência da República, na pessoa do Sr. Presidente Dr. Jorge Sampaio, Luís Represas regressa ao passado num memorável espectáculo, realizado no Pavilhão Atlântico, com os TROVANTE.
Este re-encontro tão emocionante deu origem a um CD duplo, ao vivo, intitulado “UMA NOITE SÓ”, que atingiu o galardão de dupla platina.
No mesmo ano Luís Represas é convidado para ser a Voz , na versão portuguesa dos temas originais de Phill Collins , na banda sonora do filme de banda desenhada “TARZAN”.
Com “O LADO BOM DA SAUDADE” , tema com letra de João Monge e arranjos de José Calvário, Luís Represas desloca-se pela segunda vez no mesmo ano a Macau , desta feita para participar na Cerimónia de Transferência de Soberania de Macau ( onde curiosamente ocorre o primeiro encontro do cantor com Xanana Gusmão ).
Na sequência da sua luta pela causa Timorense, Luís Represas é convidado pelo Presidente da República Dr. Jorge Sampaio, a deslocar-se a Timor , em visita oficial, levando na bagagem o tema que é o hino à independência e paz do território, “TIMOR”.
Na entrada do ano 2000, Luís Represas é responsável pela composição da banda sonora original da série televisiva “A RAIA DOS MEDOS” e grava , em Espanha , o seu mais recente disco de originais – CÓDIGO VERDE – editado pela Universal.
José A. Romero assina a produção , os arranjos e direcção musical deste trabalho , que conta com a participação do amigo brasileiro Martinho da Vila ( cujo último disco conta também com a colaboração de Luís Represas ) .

(23 Mai / 9:05)

DISCOGRAFIA

TROVANTE

CHÃO NOSSO SASSETTI 1977
EM NOME DA VIDA MUNDO NOVO 1979
BAILE NO BOSQUE EMI 1981
CAIS DAS COLINAS EMI 1982
TROVANTE 84 EMI 1984
SEPES EMI 1986
TERRA FIRME EMI 1988
AO VIVO NO CAMPO PEQUENO EMI 1989
(DUPLO)
UM DESTES DIAS EMI 1990
SAUDADES DO FUTURO (DUPLO) EMI 1992

LUÍS REPRESAS

REPRESAS EMI 1993
CUMPLICIDADES EMI 1996
AO VIVO NO CCB EMI 1996
A HORA DO LOBO BMG 1998
CÓDIGO VERDE UNIVERSAL 2000

Mealhada

Mealhada

IVV contesta relatório dos Bombeiros sobre depósitos de álcool

A direcção do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) recusou que os seus depósitos de álcool na Mealhada sejam tão perigosos, como fizeram crer os bombeiros e outras entidades após uma inspecção ao local.
O relatório elaborado após essa vistoria “constitui, na sua maioria, uma transcrição da legislação e não evidencia claramente os pontos em que existirá incumprimento”, disse à Agência Lusa a vice-presidente do IVV, Maria João Liberal.
A responsável do IVV assinala ainda que a vistoria “não demorou mais do que duas horas e decorreu num período em que não estava a ser feito qualquer manuseamento de álcool, pelo que não se poderá evidenciar o incumprimento da legislação referenciada”.
Nas conclusões do documento dos Bombeiros e outras entidades locais refere-se que os 2.795 metros cúbicos de álcool etílico contidos nos depósitos da Mealhada estão armazenados “sem quaisquer medidas cautelares de segurança e em desrespeito com as disposições regulamentares” de um decreto de 1947 e das próprias normas de armazenagem definidas por despacho do IVV.
Os depósitos situam-se em zona densamente povoada e próximo de uma escola, assinala o relatório, aludindo, entre outras falhas detectadas, à inexistência de extintores, ausência de vigilância nocturna, vedações irregulares e semi-destruídas.
Maria João Liberal contesta, afirmando que as instalações do IVV na Medalha “dispõem de extintores em número e com capacidade individual claramente superiores ao previsto no decreto de 1947”.
Defende, igualmente, que o afastamento dos depósitos relativamente à escola é de 115 metros, “cumprindo os mínimos exigidos na regulamentação vigente”.
Assegura, por outro lado, que todas as operações de manuseamento e armazenagem de álcool são previamente comunicadas à Protecção Civil e aos Bombeiros, para adopção dos procedimentos de segurança julgados necessários.
“A verdade é que estas entidades nunca fizeram nenhum alerta nem disseram nada quanto a algo que tivéssemos de corrigir nos nossos procedimentos”, acusa Maria João Liberal.
A vice-presidente do IVV admite, contudo, que “existem algumas questões de natureza técnica que têm que ser avaliadas devidamente”, prometendo que o instituto fará “tudo o que estiver ao seu alcance para evitar qualquer acidente relativamente aos vizinhos”, em colaboração com a autarquia e outras entidades locais.
No entanto, o presidente da Câmara da Mealhada já apresentou queixa na Inspecção-Geral do Ambiente contra o IVV, por considerar que só esta entidade tem poderes para fechar os depósitos”.
“Não encontro nada na lei que me permita determinar o fecho dos depósitos, nem mesmo na minha qualidade de presidente da Protecção Civil Concelhia, se não já o teria feito, face às conclusões da inspecção que promovemos”, assegurou o autarca.
A queixa da Câmara da Mealhada deu entrada quinta-feira na Inspecção-Geral do Ambiente, e está a ser analisada pelos seus serviços jurídicos, disse uma fonte do organismo.
A inspecção e a subsequente queixa na Inspecção-Geral do Ambiente surgem após uma manifestação de habitantes da Mealhada, a 16 de Maio, que impediram a trasfega de mais 500.000 litros de álcool para os depósitos, dada a propalada possibilidade de uma explosão causar avultados danos numa zona densamente povoada e onde existe uma escola do ensino básico.

Lusa

(25 Mai / 11:31)

Mealhada

Mealhada

Autarquia exige vistoria a depósitos do IVV

A Câmara da Mealhada anunciou ontem que apresentou queixa na Inspecção-Geral do Ambiente, com base numa vistoria que aconselhou o eventual encerramento de depósitos locais do Instituto da Vinha e do Vinho (IVV) por representarem perigo de explosão.
“Só a Inspecção-Geral do Ambiente tem poderes para fechar os depósitos”, disse o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, justificando a queixa baseada numa vistoria feita pelos bombeiros e outras entidades locais que concluiu pela “elevada perigosidade” dos depósitos, onde se encontram 2.795 metros cúbicos de álcool a 95 graus.
“Não encontro nada na lei que me permita determinar o fecho dos depósitos, nem mesmo na minha qualidade de presidente da Protecção Civil Concelhia, se não já o teria feito, face às conclusões da inspecção que promovemos”, assegurou o autarca.
Num relatório de oito páginas a que Agência Lusa teve acesso, a inspecção local detectou, entre outras falhas, inexistência de extintores, ausência de vigilância nocturna, vedações irregulares e semi-destruídas.
Nas conclusões do documento escreve-se que os 2.795 metros cúbicos de álcool etílico estão armazenados “sem quaisquer medidas cautelares de segurança e em desrespeito com as disposições regulamentares” de um decreto de 1947 e das próprias normas de armazenagem definidas por despacho do IVV.
A queixa da Câmara da Mealhada deu entrada quinta- feira na Inspecção-Geral do Ambiente e está a ser analisada pelos seus serviços jurídicos, disse uma fonte do organismo.
Na origem das posições de Carlos Cabral está uma manifestação de habitantes da Mealhada, a 16 de Maio, que impediram a trasfega de mais 500.000 litros de álcool para os depósitos dada a possibilidade de uma explosão causar avultados danos numa zona densamente povoada e onde existe uma escola do ensino básico.

Lusa

(25 Mai / 11:37)

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Mealhada – Colóquio sobre futebol

A falar de futebol nos entendemos

Manuel Zappa

O ex-treinador do Farense, Jorge Castelo, que esteve ligado ao Benfica durante uma década, Vítor Alves, treinador de guarda-redes da Académica, o árbitro internacional Duarte Gomes e o locutor da Antena 1, Carlos Dolbeth, foram os quatro convidados que participaram, na passada segunda feira, no segundo colóquio, promovido pela Câmara Municipal da Mealhada. O evento decorreu, uma vez mais, no Cine Teatro Messias, no âmbito da iniciativa “Um café com…», que começou com uma palestra, efectuada a 25 de Março último, com a ex-equipa técnica do Sporting de Braga, formada de Manuel Cajuda e Rui Nascimento.

Mais desenvolvimentos na edição em papel do Jornal da Bairrada

(28 Mai / 10:12)

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Nos Três Pinheiros, na Mealhada

Entrega de Prémios da 13ª edição das Escolíadas

Terminada que está a competição propriamente dita da 13ª Edição das “Escolíadas», vai ter lugar no próximo dia 31 de Maio, pelas 23 horas, na Quinta dos Três Pinheiros, na Mealhada, a cerimónia de encerramento deste projecto recreativo-cultural, dirigido às Escolas Secundárias da Região Centro.
Trata-se de uma cerimónia que se destina à distribuição dos múltiplos prémios a todos os concorrentes da edição de 2002 das Escolíadas, nomeadamente às escolas dos distritos de Aveiro, Coimbra e Viseu.
Além dos prémios materiais e monetários atribuídos quer aos participantes, quer aos três melhores estabelecimentos de ensino de cada etapa do concurso, será ainda entregue o “Prémio Escolíadas de Poesia» – PEP, bem como o prémio à melhor página na Net (sobre a escola ou o concurso), elaborada pelas escolas concorrentes.
De resto, como acontece todos os anos, haverá ainda distinções especiais para as melhores provas dos participantes – as mais pontuadas durante as sessões de apuramento nas áreas do teatro, dança/música, pintura e claque, sendo igualmente atribuído um “Prémio Juventude», cujo vencedor será conhecido na oportunidade.
Entretanto, a organização decidiu promover, em Coimbra, na noite do próximo dia 21 de Junho, no Teatro Gil Vicente, uma “amostra» daquilo que foram as “Escolíadas/2002», repondo em palco algumas melhores provas efectuadas durante o concurso.

(29 Mai /12:53)

Mealhada

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“As mulheres de Gil Vicente” na Mealhada

Vai estar em exibição, no próximo dia 8, sábado, pelas 21h30. no Cine Teatro São Messias, uma peça de teatro, destinada ao público em geral e de forma particular ao público escolar, intitulada “As mulheres de Gil Vicente”.
Trata-se de um produção de grande qualidade encenada por Filipe Crawford.
Esta peça teatral representa um trabalho de pesquisa, a partir de algumas das obras mais representativas do autor, onde se procura abordar o tratamento particular dado por Gil Vicente às personagens femininas.
Estas mulheres de Gil Vicente, são pastoras que discutem o casamento, mães solteiras, criadas, parteiras, senhoras adúlteras, meninas casadoiras, casamenteiras e ciganas. Elas compõem um painel bastante exaustivo do papel reservado às mulheres na sociedade contemporânea de Gil Vicente e dão um colorido especial à sua obra.
(3 Jun / 17:11)

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IV feira de Artesanato e Gastronomia

Realiza-se de 8 a 16 de Junho, no Jardim Municipal da Mealhada, a IV Feira de Artesanato e Gastronomia, que, à semelhança dos anos anteriores, contará com a alegria e vivacidade dos ranchos e grupos do concelho, bem como apresentação de outros géneros musicais, tão díspares como o fado de Coimbra, a música de inspiração latina e os sons característicos dos Andes.
Na edição deste ano, o a organização volta a contar com a apresentação do Grupo Coral Magister na Capela de Sant’Ana e, logo no dia da inauguração do certame será apresentada a peça teatral “As mulheres de Gil Vicente”, no Cine-Teatro Messias, dado que, neste mesmo dia, se evocam os 500 anos do teatro português.
Por outro lado, realiza-se no dia 10, a prova de atletismo “3 Milhas da Mealhada”, os participantes terão direito a uma t’shirt e um boné, para além de um certificado de participação.
A câmara propõe ainda que todos façam, nessa mesma manhã, desporto, assim abrirá gratuitamente todas as portas dos múltiplos equipamentos desportivos da vila.

Programa

Dia 8, sábado (dia do teatro português) , Antes

15h00 – Inauguração solene com a presença do presidente da câmara e entidades convidadas, com largada de pombos; 16h00 – Associação Filarmónica Lyra Barcoucense 10 d’Agosto.; 17h00, Clube de Arqueiros de Coimbra; 19h30, Delfim Francisco Gomes (Gaiteiro); 21h30, Teatro Messias – Dia Nacional do Teatro Português – peça de Gil Vicente “As Mulheres de Gil Vicente”, de Filipe Crawford, e pelas 22h00, Putos do Flamengo.

Dia 9, domingo, Barcouço

15h30 – Animação de Rua; 16h30, Grupo Folclórico e Etnográfico “Girassóis da Bairrada” do Pisão; 17h30, Joaquim Pereira Carriço (Gaiteiro); 21h00, “Cordas e Cantares de Barcouço”; 22h00, Sonocracia, pelas 22h30, sessão de Karaoke na esplanada.

Dia 10, Casal Comba

9h00 – Prova de Atletismo, 3 milhas da Mealhada; 15h30, Grupo Folclórico da Vimieira; 16h30, Rancho Folclórico de S. João de Casal Comba; 17h30, Os três unidos (Gaiteiro), e 22h00, Terra Longe (música de Cabo Verde)

Dia 11, Luso

21h00 – Grupo Folclórico “As Tricanas” da Vila do Luso, e 22h30, The Runak, música equatoriana.

Dia 12 de Junho, Mealhada

21h30 – Grupo Coral Magister, Capela de Sant’Ana, e 22h00, Escola de Samba, Gres do Batuque.

Dia 13 de Junho, Pampilhosa

21h30, Filarmónica Pampilhosense, e 22h30, Rancho Folclórico e grupo Etnográfico da Pampilhosa (GEDEPA).

Dia 14 de Junho, sexta-feira, Vacariça

22h30 – Real Fortuna, Tuna Académica de Coimbra

Dia 15 de Junho, sábado, Ventosa do Bairro

15h30 – António Ferreira Gomes (Gaiteiro); 17h00, Rancho Infantil e Juvenil “Flores da Mocidade”, 22h30, Guitarras de Coimbra, sessão de fados.

Dia 16 de Junho, domingo, Mealhada

10h00 – Festival de natação de encontro de escolas; 15h30, animação de rua; 17h00, Escola de Samba, sócios da Mangueira; 18h00, sessão de apresentação do livro – “Terras de verde e de ouro”, e pelas 22h00, Grupo Regional da Pampilhosa do Botão.

(5 Jun / 11:34)

Mealhada

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Repetição de julgamento de tráfico adiada para 03 de Julho

O Tribunal da Mealhada adiou hoje para 03 de Julho o início da repetição do julgamento do caso de tráfico de 808 quilos de haxixe.
A ausência de um dos arguidos, ex-agente da Polícia Judiciária, que o Estabelecimento Prisional de Santarém (EPS) não apresentou em tribunal foi o motivo para o adiamento.
O Estabelecimento Prisional de Santarém justificou-se com a falta de meios, mas o juiz-presidente estranhou, no seu despacho, esse argumento, uma vez que a data do julgamento era conhecida desde 04 de Junho.
Assim, o magistrado mandou enviar certidão do seu despacho ao director-geral dos Serviços Prisionais, “para os fins convenientes”.
Este processo relacionado com o tráfico de droga já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento, questionando a forma como as provas foram obtidas.
Um ex-agente da PJ, de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel, um industrial e um pedreiro reformado, ambos de Montalegre, são acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e outros países da União Europeia.
Segundo a acusação, a rede de tráfico seria liderada pelo industrial de Montalegre, que agia de forma “organizada e concertada”, com o ex-agente da PJ, com o comerciante de Penafiel e com o pedreiro reformado.
A droga entraria em Portugal por portos do Sul, nomeadamente de Setúbal ou Algarve, sendo então encaminhada por via terrestre para os destinos finais, conforme terão concluído os investigadores.
Culminando uma investigação envolva em polémica, por alegadamente recorrer a agentes provocadores ou a raiar esse estatuto, a PJ interceptou em Ceira, Coimbra, a 14 de Novembro de 1999, uma camioneta que transportava os 808 quilos de haxixe (28 fardos).
O condutor era o pedreiro reformado que, no primeiro julgamento, negou desconhecer o que transportava.
“Tinham-me dito que era um produto para engordar frangos”, disse ao Tribunal de Coimbra.
No julgamento anulado, os arguidos tinham sido condenados a penas entre os oito anos e oito meses e os 13 anos de prisão efectiva.

Lusa

(26 Jun / 13:24)

Mealhada

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Sindicato denuncia castigo de trabalhador, empresa nega

O Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Centro (STTRUC) denunciou hoje um alegado castigo de um trabalhador por uma empresa do ramo, por recusa de rescisão do contrato, mas a gerência nega as acusações.
Segundo o sindicato, um electricista da empresa Manuel Ferreira Rama encontra-se, há cerca de um mês, “de castigo no sótão” das instalações, após ter recusado rescindir o contrato de trabalho por mútuo acordo.
“Esta situação é inadmissível por parte da gerência de uma empresa de transportes, que até é possuidora do símbolo de qualidade”, acusa a direcção do STTRUC.
O responsável da firma de transportes internacionais de Santa Luzia, Barcouço (concelho da Mealhada), João Madeira, negou hoje a acusação e adiantou que deixou de ter serviço para atribuir ao electricista, devido ao facto de a maioria dos veículos da frota estar a ser assistida no âmbito de contratos de manutenção celebrados com outras empresas.
“O trabalhador recusou a indemnização proposta (na ordem dos dez mil euros – dois mil contos). Tentámos arranjar- lhe emprego noutras empresas do mesmo ramo e não quis”, disse o responsável à Agência Lusa.
O comunicado do Sindicato refere que o trabalhador foi “colocado no sótão da empresa, onde é impossível permanecer em dias de calor, só lhe sendo permitido sair para ir à casa de banho, sem atribuição de quaisquer funções”.
João Madeira referiu que têm sido atribuídas tarefas ao electricista, dando-lhe “peças para limpar e pequenas reparações”.
“É uma notícia aberrante, sem a mínima razão de ser”, afirmou o responsável da empresa, reagindo ao comunicado.
Ao acusar o Sindicato de ter “conduzido mal” a negociação para a rescisão, João Madeira desafiou a estrutura sindical a preocupar-se “com as empresas que não pagam aos trabalhadores”.
Segundo Artur Reis, dirigente sindical, a situação do trabalhador excedentário, com cerca de três décadas de casa, foi comunicada ao Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho (IDICT) de Aveiro.

Lusa

(26 Jun / 13:27)

Mealhada

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Miss Bairrada Fashion quer ser jornalista

A jovem Ana Nogueira, de 16 anos, residente na Povoa do Valado, Aveiro, estudante na Escola Homem Cristo, em Aveiro, foi eleita, na madrugada de ontem, Miss Bairrada Fashion Top Model. Um concurso de beleza que se realizou pela primeira vez no Cine Teatro Messias na Mealhada. A Jovem eleita confessou, no final, que ambiciona vir a ser jornalista, e que esta vitória vai mudar a sua forma de ser e de estar na vida.
Já Marco Pallas, de 20 anos, residente em Águeda, foi eleito o mais simpático e obteve o título de Mister.

(1 Jul / 9:37)

Mais desenvolvimento na edição em papel do Jornal da Bairrada

Mealhada

Mealhada

Caso dos 808 quilos de haxixe: Investigação policial pouco transparente – defesa

A defesa dos quartos arguidos num processo envolvendo o tráfico de 808 quilos de haxixe, cujo julgamento começou ontem a ser repetido na Mealhada, sustentou que a investigação policial foi marcada por falta de “clareza e transparência”.
Em declarações aos jornalistas, um dos advogados de defesa, Augusto Murta, sustentou que os desenvolvimentos registados no primeiro dia de julgamento “mostraram que as coisas não foram claras e transparentes”.
“Não tenho elementos para fundamentar a tese da cilada. Mas há indícios que falam por si”, acrescentou.
Este processo relacionado com o tráfico de droga já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento.
Um ex-agente da PJ, de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel, um industrial e um pedreiro reformado, ambos de Montalegre, são acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e a outros países da União Europeia.
A acusação surge na sequência da apreensão em Ceira, Coimbra, de uma carrinha com 28 fardos de haxixe (808 quilos). A viatura, conduzida pelo pedreiro reformado, provinha de Torres Vedras e seguia para Chaves.
Muitas das perguntas feitas pelos advogados a agentes da Polícia Judiciária (PJ) chamados a depor incidiram sobre o papel de dois supostos personagens da operação, Jorge L. e Vítor F., que teriam antecedentes de ligação ao tráfico de droga e que teriam “preparado o terreno” para a alegada cilada.
Um dos advogados perguntou mesmo a um agente da PJ se não teria sido ele quem carregara a droga num armazém da Lourinhã para a entregar a um dos arguidos em Torres Vedras.
Nenhum dos inspectores da PJ consentiu as insinuações e o inspector-chefe Luís Baptista, que coordenou esta investigação, explicou que actuara na sequência de informações recebidas da polícia de investigação espanhola.
O industrial de Montalegre, principal arguido, admitiu ter sido contactado por um espanhol no sentido de transportar a droga de Torres Vedras para Chaves, pelo preço de 5.000 euros (mil contos).
Na sequência, abordou o pedreiro reformado para lhe endossar a tarefa, a troco de 600 euros (150 contos), mas disse-lhe que o carregamento era de hormonas, pelo que o considerou inocente.
No anterior julgamento deste caso, em Coimbra, o industrial divergira neste pormenor, incriminando também o pedreiro reformado.
O principal arguido disse ainda ao Tribunal da Mealhada que desconhecia o comerciante de Penafiel, associado pela PJ a este ilícito, e afirmou que se encontrava apenas “uma ou duas vezes por ano” com o ex-investigador da Judiciária, que conheceu em Montalegre, quando o ajudou a resolver um problema mecânico da sua viatura.
O julgamento prossegue hoje.

Lusa

(4 Jul / 9:32)

Mealhada

Mealhada

Defesa quer ouvir colaboradores da PJ no caso dos 808 quilos de haxixe

A defesa de quatro arguidos num julgamento envolvendo o tráfico de 808 quilos de haxixe, que está a ser repetido na Mealhada, insistiu hoje em ouvir dois alegados agentes infiltrados ou provocadores da Polícia Judiciária (PJ).
“Só prescindimos de os ouvir se o Tribunal considerar que é impossível localizá-los”, disse um dos advogados, reportando-se a dois supostos personagens da operação, Jorge L. e Vítor F., que teriam antecedentes ligações ao tráfico de droga e que teriam “preparado o terreno” para a alegada cilada aos arguidos neste processo.
O juiz-presidente só esta tarde comunicará à defesa se o Tribunal consegue localizar as testemunhas requeridas e se determina, ou não, a suspensão da audiência para prosseguir diligências no sentido de assegurar a presença de Jorge L. e Vítor F. em tribunal.
Um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, a cujo texto a Agência Lusa teve acesso, dá como provado que Vítor F., após ter sido condenado a uma pena com execução suspensa, “passou a colaborar com a PJ” porque “tinha conhecimentos ligados a indivíduos pertencentes a redes espanholas que se dedicam ao tráfico de droga”.
No texto do acórdão nunca é referido, porém, se teria agido como agente provocador – o que é ilegal – ou infiltrado e, neste caso, se as suas acções seriam controladas pelo Ministério Público, como é exigível.
Este processo agora em julgamento na Mealhada já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento.
Um ex-agente da PJ, de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel, um industrial e um pedreiro reformado, ambos de Montalegre, são acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e outros países da União Europeia.
A acusação surge na sequência da apreensão em Ceira, Coimbra, de uma carrinha com 28 fardos de haxixe (808 quilos). A viatura, conduzida pelo pedreiro reformado, provinha de Torres Vedras e seguia para Chaves.

Lusa

(5 Jul / 14:29)

Mealhada

Mealhada

Rotundas de acesso à auto-estrada na Mealhada na Assembleia da República

O deputado social democrata, Breda Marques, questionou o Governo sobre as opções que terá para resolver os graves problemas existentes no concelho da Mealhada, no que toca aos dois acessos à auto-estrada.
Breda Marques considera que o acesso à auto-estrada na Mealhada a partir da IC2 (antiga estrada nacional), é “uma situação permanente de alto risco”, de tal modo que, por deficiências várias ocorrem “sistematicamente acidentes, muitos graves e alguns até mortais”. É que o acesso, neste caso, é feito através de uma meia rotunda que, “não resolve problema nenhum, pelo contrário, confunde, e muitas vezes é a principal causa de muitos acidentes que ali ocorrem”.
Para este político uma rotunda completa “parece a solução adequada”, porém, mesmo assim, pretende saber do Ministro das Obras Pública, Transportes e Habitação, quais os procedentes que serão tomados e qual a previsão de início dos trabalhos.
Além desta situação, há uma outra que se prende com o cruzamento que faz a ligação entre a antiga Estrada Nacional 234 ao acesso à auto-estrada, denominado Cruzamento da Pedrulha, que padece dos mesmos problemas: “é um cruzamento igualmente perigoso e que merece uma solução que melhore as condições de circulação e diminua assim os riscos de acidente”.
Breda Marques pergunta nesse requerimento, apresentado à Assembleia da República, no dia 30 de Junho, se a construção de uma rotunda no cruzamento é opção do Governo e, no caso afirmativo, qual a previsão de início e conclusão dos trabalhos.

(5 Jul / 14:39)

Mealhada

Mealhada Cidade

A Bairrada pode vir a ter duas cidades: Oliveira do Bairro e Mealhada, a concretizarem-se as propostas dos deputados da Assembleia da República, Acílio Gala, (CDS), primeiro caso, e Breda Marques (PSD), no segundo.
Breda Marques apresentou o projecto-lei, no dia 4 de Julho, documento que pode “constituir um marco decisivo para o desenvolvimento do concelho”, já que, no seu entender, a vila da Mealhada “reúne todos os requisitos necessários, quer de odem histórica, administrativa, quer a nível de infra-estruturas”.
Embora tivesse o privilégio de receber foral, dado por D. Manuel I, a 12 de Novembro de 1514, a freguesia é de criação recente. Foi criada pelo decreto-lei nº 33.730, de 24 de Junho de 1944, abrangendo as povoações de S.Romão, Reconco, Cardal, Sernadelo e Pedrinhas. Todavia, é uma povoação bastante antiga onde foi notória a presença romana, assinalada já no ano 39 depois de Cristo, como atesta o marco miliário descoberto, há mais de um século (1856) e que indica a localização da estrada romana de Lisboa a Braga que passava neste concelho . Entretanto, Mealhada surge entre o século XI e XIII integrada no Couto da Vacariça, com o nome de Mealhada Má cuja existência é referenciada em documento de 1288, como confrontação de Ventosa.
O deputado social democrata elenca no documento apresentado o património arquitectónico religioso e não só (igrejas e capelas, bem como os edifícios dos Paços do Concelho e antigo teatro mealhadense, edificado em 1902, edifício da junta de freguesia e Quinta do Murtal, entre outros).
Sendo a Mealhada “ um importante pólo da indústria hoteleira do país e um marco de referência na restauração”, possui uma série de estruturas, não só a nível de equipamentos de ordem social, como a nível desportivo e de ensino.
Breda Marques evoca algumas vantagens de uma cidade em relação a uma vila: “uma cidade atrai novos investimentos, adquire a possibilidade por esta via de aceder a fundos comunitários que apenas são atribuídos a projectos apresentados para cidades”, para além do “estatuto e do orgulho que a sua população de certo sentirá.”

(5 Jul / 14:42)

Mealhada

Mealhada

Métodos da PJ questionados nas alegações

A defesa de quatro arguidos num processo envolvendo o tráfico de 808 quilogramas de haxixe, julgamento cuja repetição decorre na Mealhada, acusou ontem a Polícia Judiciária (PJ) de usar agentes provocadores nesta investigação.
“A utilização de agentes provocadores é indigna de um país civilizado”, disse, nas alegações finais, o advogado Augusto Murta, defensor do arguido acusado de transportar a droga, um pedreiro reformado de Montalegre.
“Considero lamentável que o próprio Estado leve pessoas a praticar crimes”, acrescentou Joaquim Murta, que pediu a absolvição para o seu cliente.
Além do pedreiro reformado, são arguidos neste processo um ex-agente da PJ de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel e um industrial de Montalegre, acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e a outros países da União Europeia.
A acusação surge na sequência da apreensão em Ceira, Coimbra, de uma carrinha com 28 fardos de haxixe (808 quilos). A viatura, conduzida pelo pedreiro reformado, provinha de Torres Vedras e seguia para Chaves.
Também nas alegações finais, o advogado do industrial de Montalegre, principal arguido, relevou o facto de o seu cliente ter admitido que cedeu a uma proposta para transportar droga, pedindo uma pena “não agravada”.
Quanto aos demais arguidos – o ex-agente da PJ e o comerciante de Penafiel – o seu representante legal pediu a absolvição ou condenação apenas a multa.
O Ministério Público admitiu haver atenuantes para o pedreiro de Montalegre e pediu pena agravada para o industrial seu conterrâneo, considerando também os seus antecedentes criminais – uma condenação em Espanha igualmente por tráfico de droga.
Considerou ainda provado o envolvimento no ilícito do ex-agente da PJ e do comerciante de Penafiel.
O acusador público lembrou que a pena para estes casos oscila entre os cinco anos e quatro meses e os 16 anos de prisão.
Antes das alegações finais, o juiz-presidente considerou “esgotadas todas as possibilidades” para localizar Jorge L. e Vítor F., que a defesa queria ouvir.
Na tese da defesa, os dois indivíduos, com ligações anteriores ao tráfico de droga, teriam “preparado o terreno” para a alegada cilada aos arguidos neste processo.
Este processo já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento.
A leitura do acórdão foi marcada para 15 de Julho, às 12:00.

Lusa

(6 Jul / 12:28)

Mealhada

Mealhada

Caso dos 808 quilos de haxixe: Investigação policial pouco transparente – defesa

A defesa dos quartos arguidos num processo envolvendo o tráfico de 808 quilos de haxixe, cujo julgamento começou ontem a ser repetido na Mealhada, sustentou que a investigação policial foi marcada por falta de “clareza e transparência”.
Em declarações aos jornalistas, um dos advogados de defesa, Augusto Murta, sustentou que os desenvolvimentos registados no primeiro dia de julgamento “mostraram que as coisas não foram claras e transparentes”.
“Não tenho elementos para fundamentar a tese da cilada. Mas há indícios que falam por si”, acrescentou.
Este processo relacionado com o tráfico de droga já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento.
Um ex-agente da PJ, de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel, um industrial e um pedreiro reformado, ambos de Montalegre, são acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e a outros países da União Europeia.
A acusação surge na sequência da apreensão em Ceira, Coimbra, de uma carrinha com 28 fardos de haxixe (808 quilos). A viatura, conduzida pelo pedreiro reformado, provinha de Torres Vedras e seguia para Chaves.
Muitas das perguntas feitas pelos advogados a agentes da Polícia Judiciária (PJ) chamados a depor incidiram sobre o papel de dois supostos personagens da operação, Jorge L. e Vítor F., que teriam antecedentes de ligação ao tráfico de droga e que teriam “preparado o terreno” para a alegada cilada.
Um dos advogados perguntou mesmo a um agente da PJ se não teria sido ele quem carregara a droga num armazém da Lourinhã para a entregar a um dos arguidos em Torres Vedras.
Nenhum dos inspectores da PJ consentiu as insinuações e o inspector-chefe Luís Baptista, que coordenou esta investigação, explicou que actuara na sequência de informações recebidas da polícia de investigação espanhola.
O industrial de Montalegre, principal arguido, admitiu ter sido contactado por um espanhol no sentido de transportar a droga de Torres Vedras para Chaves, pelo preço de 5.000 euros (mil contos).
Na sequência, abordou o pedreiro reformado para lhe endossar a tarefa, a troco de 600 euros (150 contos), mas disse-lhe que o carregamento era de hormonas, pelo que o considerou inocente.
No anterior julgamento deste caso, em Coimbra, o industrial divergira neste pormenor, incriminando também o pedreiro reformado.
O principal arguido disse ainda ao Tribunal da Mealhada que desconhecia o comerciante de Penafiel, associado pela PJ a este ilícito, e afirmou que se encontrava apenas “uma ou duas vezes por ano” com o ex-investigador da Judiciária, que conheceu em Montalegre, quando o ajudou a resolver um problema mecânico da sua viatura.
O julgamento prossegue hoje.

Lusa

(4 Jul / 9:32)

Mealhada

Mealhada

Defesa quer ouvir colaboradores da PJ no caso dos 808 quilos de haxixe

A defesa de quatro arguidos num julgamento envolvendo o tráfico de 808 quilos de haxixe, que está a ser repetido na Mealhada, insistiu hoje em ouvir dois alegados agentes infiltrados ou provocadores da Polícia Judiciária (PJ).
“Só prescindimos de os ouvir se o Tribunal considerar que é impossível localizá-los”, disse um dos advogados, reportando-se a dois supostos personagens da operação, Jorge L. e Vítor F., que teriam antecedentes ligações ao tráfico de droga e que teriam “preparado o terreno” para a alegada cilada aos arguidos neste processo.
O juiz-presidente só esta tarde comunicará à defesa se o Tribunal consegue localizar as testemunhas requeridas e se determina, ou não, a suspensão da audiência para prosseguir diligências no sentido de assegurar a presença de Jorge L. e Vítor F. em tribunal.
Um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, a cujo texto a Agência Lusa teve acesso, dá como provado que Vítor F., após ter sido condenado a uma pena com execução suspensa, “passou a colaborar com a PJ” porque “tinha conhecimentos ligados a indivíduos pertencentes a redes espanholas que se dedicam ao tráfico de droga”.
No texto do acórdão nunca é referido, porém, se teria agido como agente provocador – o que é ilegal – ou infiltrado e, neste caso, se as suas acções seriam controladas pelo Ministério Público, como é exigível.
Este processo agora em julgamento na Mealhada já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento.
Um ex-agente da PJ, de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel, um industrial e um pedreiro reformado, ambos de Montalegre, são acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e outros países da União Europeia.
A acusação surge na sequência da apreensão em Ceira, Coimbra, de uma carrinha com 28 fardos de haxixe (808 quilos). A viatura, conduzida pelo pedreiro reformado, provinha de Torres Vedras e seguia para Chaves.

Lusa

(5 Jul / 14:29)

Mealhada

Mealhada

Rotundas de acesso à auto-estrada na Mealhada na Assembleia da República

O deputado social democrata, Breda Marques, questionou o Governo sobre as opções que terá para resolver os graves problemas existentes no concelho da Mealhada, no que toca aos dois acessos à auto-estrada.
Breda Marques considera que o acesso à auto-estrada na Mealhada a partir da IC2 (antiga estrada nacional), é “uma situação permanente de alto risco”, de tal modo que, por deficiências várias ocorrem “sistematicamente acidentes, muitos graves e alguns até mortais”. É que o acesso, neste caso, é feito através de uma meia rotunda que, “não resolve problema nenhum, pelo contrário, confunde, e muitas vezes é a principal causa de muitos acidentes que ali ocorrem”.
Para este político uma rotunda completa “parece a solução adequada”, porém, mesmo assim, pretende saber do Ministro das Obras Pública, Transportes e Habitação, quais os procedentes que serão tomados e qual a previsão de início dos trabalhos.
Além desta situação, há uma outra que se prende com o cruzamento que faz a ligação entre a antiga Estrada Nacional 234 ao acesso à auto-estrada, denominado Cruzamento da Pedrulha, que padece dos mesmos problemas: “é um cruzamento igualmente perigoso e que merece uma solução que melhore as condições de circulação e diminua assim os riscos de acidente”.
Breda Marques pergunta nesse requerimento, apresentado à Assembleia da República, no dia 30 de Junho, se a construção de uma rotunda no cruzamento é opção do Governo e, no caso afirmativo, qual a previsão de início e conclusão dos trabalhos.

(5 Jul / 14:39)

Mealhada

Mealhada Cidade

A Bairrada pode vir a ter duas cidades: Oliveira do Bairro e Mealhada, a concretizarem-se as propostas dos deputados da Assembleia da República, Acílio Gala, (CDS), primeiro caso, e Breda Marques (PSD), no segundo.
Breda Marques apresentou o projecto-lei, no dia 4 de Julho, documento que pode “constituir um marco decisivo para o desenvolvimento do concelho”, já que, no seu entender, a vila da Mealhada “reúne todos os requisitos necessários, quer de odem histórica, administrativa, quer a nível de infra-estruturas”.
Embora tivesse o privilégio de receber foral, dado por D. Manuel I, a 12 de Novembro de 1514, a freguesia é de criação recente. Foi criada pelo decreto-lei nº 33.730, de 24 de Junho de 1944, abrangendo as povoações de S.Romão, Reconco, Cardal, Sernadelo e Pedrinhas. Todavia, é uma povoação bastante antiga onde foi notória a presença romana, assinalada já no ano 39 depois de Cristo, como atesta o marco miliário descoberto, há mais de um século (1856) e que indica a localização da estrada romana de Lisboa a Braga que passava neste concelho . Entretanto, Mealhada surge entre o século XI e XIII integrada no Couto da Vacariça, com o nome de Mealhada Má cuja existência é referenciada em documento de 1288, como confrontação de Ventosa.
O deputado social democrata elenca no documento apresentado o património arquitectónico religioso e não só (igrejas e capelas, bem como os edifícios dos Paços do Concelho e antigo teatro mealhadense, edificado em 1902, edifício da junta de freguesia e Quinta do Murtal, entre outros).
Sendo a Mealhada “ um importante pólo da indústria hoteleira do país e um marco de referência na restauração”, possui uma série de estruturas, não só a nível de equipamentos de ordem social, como a nível desportivo e de ensino.
Breda Marques evoca algumas vantagens de uma cidade em relação a uma vila: “uma cidade atrai novos investimentos, adquire a possibilidade por esta via de aceder a fundos comunitários que apenas são atribuídos a projectos apresentados para cidades”, para além do “estatuto e do orgulho que a sua população de certo sentirá.”

(5 Jul / 14:42)

Mealhada

Mealhada

Métodos da PJ questionados nas alegações

A defesa de quatro arguidos num processo envolvendo o tráfico de 808 quilogramas de haxixe, julgamento cuja repetição decorre na Mealhada, acusou ontem a Polícia Judiciária (PJ) de usar agentes provocadores nesta investigação.
“A utilização de agentes provocadores é indigna de um país civilizado”, disse, nas alegações finais, o advogado Augusto Murta, defensor do arguido acusado de transportar a droga, um pedreiro reformado de Montalegre.
“Considero lamentável que o próprio Estado leve pessoas a praticar crimes”, acrescentou Joaquim Murta, que pediu a absolvição para o seu cliente.
Além do pedreiro reformado, são arguidos neste processo um ex-agente da PJ de Ermesinde (Valongo), um comerciante de Penafiel e um industrial de Montalegre, acusados pelo Ministério Público de envolvimento em tráfico de droga destinada ao mercado interno e a outros países da União Europeia.
A acusação surge na sequência da apreensão em Ceira, Coimbra, de uma carrinha com 28 fardos de haxixe (808 quilos). A viatura, conduzida pelo pedreiro reformado, provinha de Torres Vedras e seguia para Chaves.
Também nas alegações finais, o advogado do industrial de Montalegre, principal arguido, relevou o facto de o seu cliente ter admitido que cedeu a uma proposta para transportar droga, pedindo uma pena “não agravada”.
Quanto aos demais arguidos – o ex-agente da PJ e o comerciante de Penafiel – o seu representante legal pediu a absolvição ou condenação apenas a multa.
O Ministério Público admitiu haver atenuantes para o pedreiro de Montalegre e pediu pena agravada para o industrial seu conterrâneo, considerando também os seus antecedentes criminais – uma condenação em Espanha igualmente por tráfico de droga.
Considerou ainda provado o envolvimento no ilícito do ex-agente da PJ e do comerciante de Penafiel.
O acusador público lembrou que a pena para estes casos oscila entre os cinco anos e quatro meses e os 16 anos de prisão.
Antes das alegações finais, o juiz-presidente considerou “esgotadas todas as possibilidades” para localizar Jorge L. e Vítor F., que a defesa queria ouvir.
Na tese da defesa, os dois indivíduos, com ligações anteriores ao tráfico de droga, teriam “preparado o terreno” para a alegada cilada aos arguidos neste processo.
Este processo já fora sentenciado na comarca de Coimbra a 28 de Novembro de 2000, mas uma instância superior determinou a repetição do julgamento.
A leitura do acórdão foi marcada para 15 de Julho, às 12:00.

Lusa

(6 Jul / 12:28)

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