Pelo segundo ano consecutivo, um grupo de 462 pessoas (380 peregrinos e 82 voluntários) escolhem a cidade de Anadia para pernoitar na longa distância (cerca de 300 Kms) que os separa de Amarante a Fátima.
Desta feita, coube ao Pavilhão dos Desportos da cidade mostrar, uma vez mais, a sua polivalência, ao servir de teto aos peregrinos e aos muitos voluntários responsáveis por toda a logística que envolve a deslocação de um grupo desta natureza.
Ainda que este seja um ano atípico, com a celebração do centenário das aparições e a vinda do Papa Francisco, a verdade é que nenhum dos peregrinos com quem falámos encontrou nessas duas situações a razão primeira para a peregrinação. Essa foi, é, e será sempre a fé e devoção em Nossa Senhora de Fátima, para pagar uma promessa ou tão somente agradecer por uma graça concedida.
Aliás, em Anadia alguns dos peregrinos (ainda que cientes das fortes medidas de segurança que envolvem, este ano, o 13 de Maio) referiram que “alguns não vieram até por receio”, não tanto por receio de uma tentativa de atentado, mas sobretudo pela concentração de centenas de milhares de peregrinos (são aguardados cerca de um milhão de pessoas) em Fátima.

Catarina Cerca

Leia a reportagem completa na edição de 11 de maio de 2017 do JB