Com um cartaz de animação reforçado, onde as grandes atrações são a inglesa Ella Eyre, os brasileiros Paula Fernandes e MC Livinho e os nacionais Carlão, Tim, Mariza, Bárbara Bandeira, Diogo Piçarra e Mário Mata, a edição deste ano do AgitÁgueda foi oficialmente apresentada, na passada quinta-feira, e prevê-se que continue a bater recordes de afluência em 2018.
O evento, organizado pela Câmara de Águeda, volta a apostar na conjugação dos ingredientes únicos que tornam, nesta altura do ano, a cidade mais criativa, colorida e inovadora. Estas são as grandes bandeiras para quase um mês de festa, de 7 a 29 de julho, com entradas gratuitas e com um sem número de atividades paralelas, onde se destaca a arte urbana, muito especialmente as tradicionais instalações de chapéus de chuva, que correm mundo.
Entre as novidades para este ano conta-se uma maior aproximação entre a autarquia e a Associação Comercial de Águeda (ACOAG) que vai resultar numa instalação surpresa que vai reforçar a presença do AgitÁgueda na zona alta da cidade, assim como a abertura do Centro de Artes de Águeda durante o evento para acolher alguns momentos culturais.
As residências artísticas, provas desportivas, o regresso do comboio turístico Vouguinha (por um período maior), a envolvência com o Rio Águeda, os 11 bares e as tasquinhas entregues a 36 associações locais, juntam-se a outros momentos que fazem a marca deste festival, como o Agitakids e a animação de rua, para além de um sem número de atividades pela cidade e parte do concelho.
Com um orçamento de 600 mil euros, semelhante ao do ano passado, o AgitÁgueda “está a mudar a mentalidade dos aguedenses que cada vez mais gostam e sabem receber”, disse Edson Santos, vice-presidente da Câmara de Águeda, na apresentação do festival, na quarta-feira, dia 20, no salão nobre da autarquia aguedense.

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