A Vila de Oiã volta a receber, no arranque do novo ano, mais uma edição do Festival de Teatro Amador (OiaFest). A quarta edição do certame, que abre a 19 de janeiro e prolonga-se até 16 de fevereiro, sempre aos sábados, vai trazer ao Auditório de Oiã cinco peças de outros tantos grupos.

Mário Oliveira, que volta a dar mão e a alma ao projeto, anunciou que o festival passará, em termos organizativos, a ser gerido pela Comissão de Melhoramentos de Oiã, tendo em vista a revitalização da antiga companhia de teatro Nova Vaga, que entretanto fechou portas naquela freguesia do concelho de Oliveira do Bairro.
Nesta quarto ano em formato de festival, o evento abre a 19 de janeiro com a presença já  assídua do Teatro Experimental de Mortágua (TEM), que participa desde a primeira edição. Este ano, vão brindar o público com  a peça dramática “Forja”, a partir das 21h30.

No dia 26, à mesma hora, a comédia sobe ao palco neste festival com “Uma História Que Não Lembra ao Diabo”, levada à cena pelo Grupo Dramático e Recreativo da Retorta.

O IV Festival de Teatro Amador de Oiã apresenta uma novidade, no dia 2 de fevereiro, já que pela primeira vez vai exibir uma peça juvenil. Trata-se de “O Segredo da Abelha”, pelo Teatro Independente de Loures, a começar às 21h.

A comédia regressa a 9 de fevereiro, às 21h30, com “A Mansão”, do Grupo de Teatro TACCO, de Vila do Conde.
A terminar o festival está reservada uma revista à portuguesa com “Tira o Chapéu ao Zé”, pela mão da Tuna Musical de Santa Marina, de Gaia.

Mário Oliveira destaca o apoio que vai tendo para a realização do festival, especialmente da Junta de Freguesia de Oiã, na logística e cedência do auditório, assim como da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro.

Com um bilhete/passe para todas as sessões, no valor de 10 euros, o organizador garante que se consegue uma verba que ronda os 2.000 euros, fundamental para custear as deslocações dos grupos, assim como as suas refeições.

Leia mais na edição do Jornal da Bairrada de 4 de janeiro.