As escolas do concelho de Vagos podiam não ter, neste momento, condições para estar abertas, por falta de assistentes operacionais. Das 46 alocadas pelo Ministério da Educação para o Agrupamento de Escolas de Vagos, nove estão de baixa.
O presidente da Câmara Municipal de Vagos denunciou a situação na passada quinta-feira, dia de reunião de executivo pública. Silvério Regalado afirmou que, “se não fossem as 29 auxiliares que a Câmara tem nas escolas, todas estariam neste momento encerradas”. Este investimento “é unicamente suportado pelo Município, mas entendemos que os alunos e a comunidade escolar merecem que o façamos”, acrescentou o autarca de Vagos. Considerando a situação “gravíssima”, Silvério Regalado disse estar a aguardar “que o Ministério da Educação dê seguimento às nossas preocupações”.
O presidente da Câmara exemplificou com a escola de 1.º ciclo da Quintã, “que ontem só abriu porque houve apoio da Associação de Pais”. Mas “isto multiplicou-se pelas várias escolas do concelho”. Silvério Regalado teme que a situação se agrave, “quando as assistentes a trabalhar neste momento ficarem sobrecarregadas de trabalho e começarem também a acusar problemas de saúde”.

Leia a notícia completa na próxima edição do Jornal da Bairrada (24/10/2019)