O Executivo Municipal de Oliveira do Bairro aprovou, na passada quinta-feira, dia 31 de outubro, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2020. Os documentos previsionais da autarquia, que apontam  um investimento na ordem dos 20,3 milhões de euros, mereceram o voto contra do vereador do UPOB e as abstenções dos dois elementos do executivo eleitos pelo PSD, que vincaram, assim, a sua discordância em relação ao teor daqueles documentos.
 
No entanto, os quatro votos favoráveis da maioria que gere os destinos do município foram suficientes para aprovar os documentos orientadores da ação do executivo para o próximo ano, consubstanciados numa receita e despesa total de 20.264. 594,00 euros, o que representa um aumento de 1,5 milhões em relação ao orçamento do ano passado.      
 
Depois de dois anos em queda em termos de previsões orçamentais (menos 1,7 milhões em 2017 – face a 2016 –  e nova queda em 2018 na ordem dos 800 mil euros), este orçamento é reforçado com mais 1,5 milhões com a autarquia a invocar  um “maior desafogo orçamental, comparativamente ao início do mandato”, mas sem abdicar da “gestão focada e rigorosa, de forma a maximizar o efeito e o impacto das nossas atividades e das opções de investimento definidas”.
Na análise da oposição, os documentos previsionais da autarquia “não trazem nada de novo”, frisou António Mota (PSD) , apelidando os mesmos de “continuidade… um copy paste do orçamento anterior”.
 
Do lado do UPOB, Rui Santos, que votou contra, rotulou os documentos de “um conjunto de generalidades e boas intenções, mais próprias de um programa eleitoral do que de um documento de gestão rigoroso como seria expectável ao fim de dois anos de mandato”.
 
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