É da Mamarrosa o caloiro que entrou este ano com a média mais alta (19,8) na Universidade de Coimbra. Apaixonado por História, este jovem de 26 anos gostava de fazer carreira na Investigação.

Nesta entrevista ao JB, Diogo Nolasco conta como a Síndrome de Asperger afetou a sua relação com colegas e professores.

Para além do fascínio pela História, o mamarrosense confessa ainda a sua paixão pela música e pelo canto.

JB: Conseguiste o feito de ser o caloiro com a média mais alta a entrar na Universidade de Coimbra este ano. Como é que recebeste a notícia?
Diogo Nolasco: Foi uma sensação muito boa. Foi uma prova de que todo o esforço que tenho vindo a fazer, para aprender, para evoluir enquanto ser humano, o foco nos meus gostos e interesses, valeu a pena. E também que o meu percurso de vida de algum modo tem a sua justificação e que todas as lutas que eu travei, juntamente com os meus pais, a favor da inclusão e da flexibilidade para com alunos com NEE [Necessidades Educativas Especiais] ou com algumas características especiais, fizeram sentido, por muita incompreensão que tenha havido.

Diogo Nolasco é da Mamarrosa, concelho de Oliveira do Bairro

Leia a entrevista completa na edição de 15 de outubro de 2020 do JB