Quem paga… são os trabalhadores e o Povo. É preciso dizer não à guerra e a novos pretextos para subir os preços! Não podem ser os trabalhadores e o nosso Povo a pagar a fatura das pretensões militares de Trump e companhia.
O custo de vida já hoje é insuportável na habitação, na luz, no gás, nas comunicações e, de forma particular, nos alimentos, sou daqueles que muito fiz em protesto pela nossa autonomia alimentar.
Perante a escalada da guerra, mais uma AD com a cumplicidade do CHEGA, IL e o deixa andar do PS, limita a sua ação aos impostos como o ISP nos combustíveis, em vez de pôr 1.000 milhões de euros, lucro da Galp (e de outras empresas do setor) a suportar esse aumento. Nos lucros das multinacionais não se toca. O que se exige para travar um novo aumento do custo de vida é regulação de preços, é isso que se impõe.
Aumentar os salários e pensões é indispensável para fazer frente ao custo de vida, é valorizar quem trabalha ou trabalhou uma vida inteira. É preciso dizer basta a um país de lucros escandalosos e baixos salários (que marcam a vida da maioria de nós) a que se somam horários desregulados e contratos precários. E tudo isto se pode agravar ainda mais, particularmente para os jovens, se conseguirem impor o Pacote Laboral. Com a luta, vamos derrotar esta peça de retrocesso social de exploração e ataque a direitos. Os trabalhadores têm a força necessária para impor a sua derrota.
Na greve geral do passado mês de dezembro e na que se aproxima, os trabalhadores e não só o Povo, mostraram aos servidores do capital sem moral, que a luta é justa.
Como diz o nosso Povo, quem tem deveres tem direitos, é preciso pois que o dinheiro do nosso Povo seja virado para ele, na valorização dos serviços públicos, para desenvolver o país e na construção da Paz.
A escalada da guerra, com o militarismo e as agressões dos EUA, com a cumplicidade da UE, mostra que se está a rasgar o direito internacional, com o intuito de controlar territórios e seus valiosos recursos
naturais, como o petróleo e o gás, e a alimentar o negócio das armas.
Em vez de defender a Paz, esta maioria envergonha o país e afronta a lei fundamental, a Constituição da República. O governo abriu, mais uma vez, as portas do território nacional à máquina da guerra dos EUA e com isso arrasta o país para mais uma agressão contra o Irão, como sucedeu com a invasão do Iraque em 2003.
A história mostra-nos que, quanto maior for a arma, mais pequeno é o Homem. É preciso, pois, continuar a luta porque quando se luta, nem sempre se ganha, mas não havendo essa, perde-se sempre.
