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Bairrada: Safra de qualidade mas com quebra nos brancos


 

Na região da Bairrada vindimam-se os últimos cachos. Agora e durante os próximos tempos, a grande azáfama passa dos vinhedos para as adegas, onde os novos néctares bairradinos começam a tomar forma.
Por isso, é já possível realizar com mais precisão um balanço do que é a colheita de 2016. Uma safra que fica marcada por uma quebra significativa (até 30%) nas castas brancas, mas sem expressão nas tintas.
Já em matéria de qualidade, essa será bem melhor, arriscando alguns produtores a equipará-la à excelência de 2015.
Embora S.Pedro tenha sido generoso durante o período de vindimas, com dias quentes e o sol a brilhar, a colheita deste ano foi condicionada pela chuva que, na primavera, favoreceu o aparecimento de doenças e pragas, e consequentemente uma menor nascença.
Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, acredita que, em termos qualitativos, “esta poderá ser uma colheita bastante positiva”. O mesmo já não acontece em relação à quantidade, na medida em que “regista uma quebra nunca inferior a 20%, com destaque para uma quebra acentuada nas uvas brancas.”
A justificação está nas condições climatéricas que se fizeram sentir, especialmente nos meses de maio e junho, “com pouca luz solar e alguma chuva”, que terão sido determinantes para a “pouca floração” mas também ao surgimento de algumas doenças (caso do míldio) que condicionaram o ciclo de produção das plantas, em especial das uvas brancas.
Na região, as vindimas começaram em agosto, prolongando-se durante o mês de outubro, já que a maturação, em geral, se atrasou algumas semanas. Ou seja, na altura em que esta edição está a sair para as bancas, a vindima está a terminar, com a casta autóctone, a casta rainha – Baga – já que as condições meteorológicas permitiram que esta completasse o seu ciclo sem ter que ser colhida de forma antecipada devido às chuvas.
Pedro Soares revela ainda que para os espumantes, em geral, e para os cada vez mais notáveis Baga-Bairrada, a colheita deste ano tem reflexos que apontam naturalmente para uma “menor quantidade mas boa qualidade”.
A JB sublinha ainda que os mais recentes prémios conquistados pelos vinhos da região demonstram que a Bairrada aposta cada vez mais na qualidade. Por isso falou no EVSB (Encontro com Vinhos e Sabores Bairrada) que a região vive, hoje, uma boa onda: “A Bairrada tem estado, pelas melhores razões, referenciada na crítica nacional e internacional e o valor médio pago pelos seus vinhos tem vindo a aumentar. Logo esta é uma boa onda”, justifica, deixando a nota de que “existe também um conjunto bem mais alargado de produtores a certificar os seus produtos, nos dias de hoje”.

Anadia
Carlos Campolargo é o maior produtor da região (174 hectares). Com a vindima concluída durante esta semana, diz não gostar de fazer grandes previsões sobre a colheita que chega agora à adega.
Por isso se compreende que em matéria de qualidade, dela só falará depois do vinho feito. Mas lá vai acrescentando que as uvas, na chegada à adega, se apresentavam saudáveis e razoavelmente perfeitas.
Ao JB admite, contudo, que a quantidade é absolutamente inferior à média. Nos brancos a perda diz ser muito grande, devido a fatores climáticos (houve chuva até junho), ao desavinho e às doenças.

Luís Pato nos seus cerca de 60 hectares de vinha, diz que a quebra nos brancos rondou os 20%, devido às condições climáticas – muita chuva no inverno e na primavera e um verão extremamente quente e seco.
Apesar da quebra no volume, a qualidade essa é bem melhor. “Seria de esperar um mau ano, como todos os anos acabados em 6, mas este veio demonstrar o contrário”, diz, acrescentando: “O ano de 1986 foi muitíssimo mau, o de 96 já foi relativamente bom, em consequência da introdução da monda; o ano de 2006 foi mau, tive apenas vinho corrente e Pé Franco. Esperava que 2016 viesse nessa linha. Não é tão bom como o ano de 2015 mas é de qualidade inesperada para um ano 6”.

Nas Caves S.João (Sangalhos) a vindima termina esta semana e Célia Alves, gestora desta prestigiada empresa, confirma a quebra na produção, sentida mais nos brancos (20 a 25%).
“Nos tintos não sentimos isso. Temos uma boa colheita”, diz, revelando que nos 37 hectares da Quinta do Poço do Lobo (Cantanhede) nunca se vindimou tão tarde. “Começámos a vindima no início de setembro. Terminamos esta semana, mas vamos regressar à vinha lá para novembro, para fazer o colheita tardia”.
Para esta responsável, as condições meteorológicas condicionaram e muito a safra: “choveu até muito tarde, logo seguido de um calor abrupto e excessivo. O pintor fez-se mais tarde”. Ainda que prefira não se pronunciar sobre a qualidade, pois considera prematuro, admite estar com grande expectativa, já que as uvas saíram muito sãs das vinhas.

Oliveira do Bairro
Paula Gala possui adega no Troviscal, Oliveira do Bairro, sendo a maior produtora deste concelho. Nos cerca de 80 hectares de vinha que possui (a maior parte concentrada no concelho de Anadia), confirma a quebra de 20% ainda que ligeiramente superior nos brancos, comparativamente aos tintos.
A chuva, diz, foi responsável por trazer mais doenças e pela consequente quebra na produção. Ainda assim, fala de um ano de excelente qualidade, já que as uvas foram retiradas da vinha sãs e com bom grau.

O médico Fernando Martins é o mentor da Quinta do Cavaleiro. Este produtor de Oliveira do Bairro acredita que, em termos qualitativos, o ano será bom, tanto para os tintos como para os brancos, no entanto, em matéria de quantidade o caso já muda de figura.
Com 8 hectares de vinha, admite que a quebra na produção é mais acentuada nos brancos, ronda os 30%: “foi um ano mau, até mesmo para a fruta. Tivemos chuva e frio até muito tarde”.
Ainda que nas castas tintas a influência do clima não tenha sido tão acentuada, já que a planta tem uma nascença e maturação mais tardia, diz que mantém “a expectativa elevada” e que este possa ser “um ano de boa qualidade: as uvas estão sãs, com boa graduação”.

Cantanhede
A Adega de Cantanhede recebe uvas de mil hectares de vinhas dos seus associados. Osvaldo Amado, enólogo da casa, arrisca falar de um ano de excelência a lembrar 2011 e 2015, ainda que com produção mais reduzida.
A vindima decorreu durante o mês de setembro e o enólogo reconhece que a produção será bastante inferior à transata. “Uma redução de cerca de 30% nos brancos e de 20% nos tintos”, tudo porque no período da floração e da nascença, as condições climáticas trocaram as voltas aos produtores, situação agravada por focos de míldio, oídio e podridão.
Quanto à qualidade, Osvaldo Amado fala num ano “muito bom com toques de excelência” para os brancos da Bairrada que, por tradição, tem todas as condições para produzir brancos de altíssima qualidade.
“As uvas saíram sãs das vinhas, com boa maturação e boa acidez”, diz, avançando que nos tintos será um ano que, embora registe uma quebra, será de “muito boa qualidade”, sendo que a quota dos vinhos de excelência poderá rondar os 40%, não obstante a quebra registada na produção.

O produtor João Póvoa criou também na zona de Cantanhede a marca Kompassus e, nos seus 10 hectares de vinha, a vindima foi iniciada a 29 de agosto, com a colheita de Baga para as bases de espumantes, terminando no início de outubro com a colheita de Baga e Touriga Nacional.
Ainda que admita ser cedo para antever a qualidade dos vinhos que estão em mosto, tudo indica que será um ano de boa qualidade pelo equilíbrio na acidez nos vinhos e pelo álcool provável dos mostos.
“As uvas que entraram na adega não tinham podridão, e excecionalmente isentas de tratamentos anti fúngicos. Foi definitivamente um ano de pouca intervenção em tratamentos fitossanitários e com produtos de baixa toxicidade como é o caso do cobre”.
Em termos quantitativos, diz não ter sido atingido por quebras de produção, à exceção de uma ligeira redução na casta Verdelho.
Para a Kompassus, este foi “um ano excecional com as vindimas a decorrerem sem chuva desde o início e até ao fim da campanha, inclusive na colheita das bases para espumante as temperaturas baixaram, o que foi ótimo.”

Águeda
Embora não possua vinhas próprias, as Caves Primavera vinificam uvas de 150 produtores da região.
A JB, o enólogo Antero Silvano diz que “acabou por ser um bom ano”, “melhor do que se esperava” e que se pode esperar “coisas muito boas”.
Quanto às uvas tintas, sublinha que a quebra é ligeira e que estas recuperaram dos meses de verão extremamente seco, chegando à adega em muito bom estado, com excelente qualidade, revelando ainda que 70% das uvas de casta Baga terão como destino a produção de espumante. Nos brancos, a safra já se ressentiu mais e a quebra ronda os 30%: “embora as uvas tenham chegado muito sãs”.

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Ciclismo: João Almeida (Bairrada)vence 11.ª Volta a Portugal de Juniores


João Almeida (Bairrada) subiu, no passado dia 30 de julho, ao pódio como vencedor da 11.ª Volta a Portugal de Juniores Liberty Seguros, depois de ganhar as três etapas da competição. No sábado, na ligação de 110,3 quilómetros entre Boticas e Macedo de Cavaleiros, João Almeida fez o mesmo que nas tiradas anteriores: atacou e ninguém foi capaz de o deter. Quem esteve mais próximo de o conseguir foi o espanhol Alejandro Ropéro (RH+ Polartex/Fundación Contador), que apenas perdeu a roda nas últimas centenas de metros, acabando a etapa a 5 segundos do camisola amarela. O terceiro foi outro ciclista da equipa de formação financiada por Alberto Contador.
A etapa de sábado foi, mais uma vez, marcada por um calor muito intenso e por um terreno de constante sobe e desce. Daí que o pelotão se foi desmantelando desde o início. Foi, no entanto, na serra de Bornes que se deram as movimentações decisivas. A subir fez-se a seleção e a descer surgiu o ataque surpresa de João Almeida. Foi também o vencedor da classificação por pontos. (fonte UVP)

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Rota da Bairrada: “Segredos do Vinho Bairrada” revela os “aromas vínicos”


A Associação Rota da Bairrada desvenda os “Segredos do Vinho Bairrada” a 16 de julho, nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro e convida, neste primeiro encontro, a aprender de forma divertida sobre os “Aromas Vínicos”.
Identificar os aromas dos vinhos não é tarefa fácil. Exige conhecimento e muita prática. Sabe-se que os aromas estão intrinsecamente relacionados com a variedade da casta e com as diferentes fases pelas quais o vinho passa até ser aberto. “Aromas Vínicos” pretende ser o tema abordado nesta primeira ação de formação dos “Segredos do Vinho Bairrada” que a Rota da Bairrada revela a 16 de julho nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro.

De forma descontraída e sob orientação da Escanção Caroline Zagalo os participantes são convidados a experimentar diferentes aromas que facilmente se encontram no dia-a-dia, sendo posteriormente desafiados a identificá-los nos diferentes vinhos degustados. Este pretende ser um exercício prático, instrutivo e ao mesmo tempo participativo e divertido.
Nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro será possível participar nesta atividade aromática que será gratuita mas que requer inscrição prévia por telefone – 234 742 137 ou 231 503 105 – ou por email – geral@rotadabairrada.pt – , tendo em conta a seguinte agenda:

  • Espaço Bairrada de Oliveira do Bairro, das 15h às 16h30;
  • Espaço Bairrada da Curia, das 17h30 às 18h.

“Segredos do Vinho Bairrada” terá continuidade com novas e diferentes sessões de formação sobre vinhos, particularmente sobre os da região que nos encanta, a Bairrada.

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Rota da Bairrada: “Bairrada em Prova” nos Espaços Bairrada


A Associação Rota da Bairrada lança o mote para a prova dos vinhos da região nos seus Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro. “Bairrada em Prova” é o tema desta ação de degustação que permite experimentar e conhecer de uma forma muito acessível uma vasta gama de vinhos Bairrada.
Dois espumantes, dois vinhos tintos e dois vinhos brancos compõem o cartaz do “Bairrada em Prova” que é promovido nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro.
Todas as quinzenas é apresentada uma diferente paleta de vinhos cuja prova está acessível a todos os enófilos ou simples curiosos por esta temática vínica.
Todos os interessados poderão desfrutar de uma prova de produtos vínicos Bairrada sempre acompanhada por um técnico da Associação que ajuda a revelar o caráter, a frescura e a elegância dos néctares degustados. Associada à prova dos seis vinhos está um custo de 3 euros por provador, custo este que poderá ser oferecido em compras de valor igual ou superior a 10 euros.
Até dia 15 de junho, o cartaz do “Bairrada em Prova” contempla o Vinhas Velhas Branco 2015 da Adega Luís Pato e o Primavera Branco 2014 das Caves Primavera. Inclui os tintos Campolargo Baga 2012 da Adega Campolargo e Eskuadro & Kompassu 2013 do Produtor Kompassus.
As Caves Arcos do Rei integram a lista dos vinhos em prova com o seu espumante Íssimo Baga Branco Bruto 2012 e as Caves São João também estão presentes com o Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada Branco Bruto Natural 2013.
De segunda a domingo, nos dois Espaços Bairrada, convida-se a colocar os sentidos à prova e a desfrutar de uma experiência vínica degustando alguns dos melhores vinhos.

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Bairrada conquista duas medalhas “Grande Ouro” no Portugal Wine Trophy


Os resultados do ‘Portugal Wine Trophy’ revelam mais uma conquista para a Bairrada. Duas em nove medalhas “Grande Ouro” ficaram na região.
Os tintos ‘Calda Bordaleza 2009’, da Campolargo Vinhos, e o ‘Kompassus Private Collection 2011’, um 100% Baga, foram os grandes vencedores deste que é um dos maiores concursos mundiais, habitualmente realizado em Berlim (Alemanha), mas que este ano decorreu pela segunda vez em Portugal, mais precisamente em Anadia, na Bairrada.
Se o ‘Kompassus Private Collection tinto 2011’ é um monocasta 100% feito com Baga, a casta rainha da região, o ‘Calda Bordaleza tinto 2009’ conjuga três castas de origem estrangeira: 50% de Cabernet Sauvignon, 30% de Petit Verdot e 20% de Merlot.
A juntar a estes dois galardões de excelência, a Bairrada arrecadou ainda 40 medalhas de ouro e 33 de prata. Foram 75 os vinhos certificados pela Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) a chegar ao pódio do ‘Portugal Wine Trophy’. Um painel de mais de 60 jurados, provenientes de 16 países, provou um total de 1582 vinhos, dos quais 523 foram premiados. Portugal levou a concurso 425 vinhos.
Depois desta edição, que aconteceu dentro de portas, os vinhos da Bairrada seguem agora para o continente asiático, onde vão participar no ‘Asia Wine Trophy’. Os vencedores têm presença garantida na ‘Asia Wine Business Week’ e na ‘Golden League’ de todos os ‘Wine Trophy’ existentes, onde é atribuído um prémio especial de mais de 250 mil euros para o melhor vinho de todos os concursos.
O ‘Portugal Wine Trophy’ teve lugar entre os dias 5 e 8 de maio, no Museu do Vinho Bairrada, numa organização conjunta da Deutsche Wein Marketing GmbH (DWM), do Município de Anadia e da Rota da Bairrada.

Premiados da Bairrada
GRANDE OURO
Calda Bordaleza tinto, 2009, Manuel dos Santos Campolargo; Kompassus Private Collection tinto, 2011, Kompassus Vinhos.

OURO
Foral de Cantanhede Grande Reserva Gold Edition tinto, 2009, Adega de Cantanhede; Aliança Baga tinto, 2009, Aliança Vinhos de Portugal; Colinas Reserva tinto, 2009, Sociedade Agrícola Colinas de S. Lourenço; Marquês de Marialva Grande Reserva tinto, 2010, Adega de Cantanhede; Milheiro Selas Reserva tinto, 2012, António Assunção Coelho Selas; Casa de Saima tinto, 2013, Graça da Silva Miranda; São Domingos Grande Escolha tinto, 2011, Caves Solar de São Domingos; Pedro Guilherme Andrade tinto, 2015, Pedro Guilherme Andrade; São Domingos Garrafeira tinto, 2011, Caves Solar de São Domingos; Casa de Sarmento Touriga Nacional tinto, 2011, Casa de Sarmento; Frei João Reserva tinto, 2012, Caves São João; Rama Reserva tinto, 2012, Jorge Manuel Ferreira Rama; Quinta do Valdeorio tinto, 2012, Sociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias; Castelar tinto, 2011, Vinícola Castelar; Diga? branco, 2012, Manuel dos Santos Campolargo; QMF Colheita tinto, 2015, Quinta da Mata Fidalga; Quinta dos Abibes Reserva tinto, 2012, Quinta dos Abibes; Espumante Primavera Baga@Bairrada, 2014, Caves Primavera; Sublime branco, 2012, Quinta dos Abibes; Sublime tinto, 2010, Quinta dos Abibes; Rama & Selas Reserva tinto, 2012, Rama & Selas; Espumante QMF, 2014, Quinta da Mata Fidalga; Quinta da Laboeira tinto, 2010, Alberto da Silva Marques – Quinta da Laboeira; Quinta da Laboeira tinto, 2009, Alberto da Silva Marques – Quinta da Laboeira; Rol de Coisas Antigas tinto, 2011, Manuel dos Santos Campolargo; Espumante M&M Gold Edition Rosé, Cave Central da Bairrada; Kompassus Reserva Red tinto, 2013, Kompassus Vinhos; Espumante Colinas Brut Natur, 2011, Sociedade Agrícola Colinas de S. Lourenço; Espumante Pinho Leão branco, 2012, Casa Agrícola António Santos Lopes; Torre de Coimbra tinto, 2014, Lusovini Distribuição; Sidónio de Sousa Garrafeira tinto, 2009, Dulcinea dos Santos Ferreira; RS branco, 2013, Rama & Selas; Pinho Leão Reserva tinto, 2014, Casa Agrícola António Santos Lopes; Espumante M&M Gold Edition branco, Cave Central da Bairrada; Quinta do Ortigão Arinto e Bical branco, 2015, Quinta do Ortigão Sociedade Agroturística; Casa de Saima branco, 2015, Graça da Silva Miranda; Espumante Casa de Sarmento branco, 2014, Casa de Sarmento; Ortigão Reserva tinto, 2013, Quinta do Ortigão Sociedade Agroturística; Quinta de S. Geraldo tinto, 2015, Alcides José Seabra Barreto; Caves São João Baga & Touriga Nacional tinto, 2014, Caves São João.

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Concurso Vinhos de Portugal 2016: Os melhores tinto varietal e espumante de Portugal são da Bairrada


Os vencedores do ‘Concurso Vinhos de Portugal 2016’ foram conhecidos na passada sexta-feira. A revelação e a entrega de prémios aconteceu durante um jantar de gala que teve lugar na Mata do Bussaco, na Bairrada, o que já por si foi óptimo para a região.
A “cereja no topo do bolo” chegou quando se soube que dois dos sete galardões ‘Melhores do Ano 2016’ ficariam na Bairrada. O ‘Hibernus Grande Cuvée Vintage 2011’ (Maria do Rosário Carvalheira) e o ‘Messias Clássico Garrafeira 2010’ (Sociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias SA) foram eleitos como ‘Melhor Espumante’ e ‘Melhor Vinho Tinto Varietal’, respetivamente.
Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, afirma que “foram duas distinções de excepcional valor, bem reveladoras da excelência e crescente importância dos vinhos desta região no mercado global. A destacar o facto do tinto ser um monocasta de Baga, a casta rainha da Bairrada.”.
No total, foram vinte as medalhas que a Bairrada arrecadou neste concurso: duas de ouro, para os vinhos citados acima, e 18 de prata (10 para espumantes, 3 para brancos e 5 para tintos). No que toca aos espumantes, seis são brancos e quatro rosés. A lista completa pode ser consultada abaixo.
O ‘Concurso Vinhos de Portugal 2016’ galardoou sete ‘Melhores do Ano’ (que distinguem os melhores entre todos os galardoados; destacando-se dois Bairrada) e atribuiu 333 medalhas: 29 ‘Grandes Ouros’, 58 ‘Ouros’ e 246 ‘Pratas’.
O painel de jurados, composto por cerca de 150 especialistas provenientes de várias regiões de Portugal e de vários mercados internacionais – Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, EUA, Japão, Noruega, Polónia, Reino Unido, Rússia, Suécia -, provaram mais de 1300 vinhos nacionais provenientes dos quase 380 produtores inscritos no concurso. De destacar a presença de seis influentes figuras da cena internacional que se deslocaram ao nosso país para participaram como elementos do ‘Grande Júri’: as britânicas Jancis Robinson e Julia Harding, os americanos Joshua Greene e Evan Goldstein, o brasileiro Dirceu Vianna Junior e a alemã Caro Maurer.

Bairrada no topo de Portugal. O ‘Hibernus Grande Cuvée Vintage 2011’ caracteriza-se por ser um espumante branco muito mineral e citrino, revelando notas de maçã ácida, biscoito, e a complexidade que a fermentação em barrica lhe traz..
O monocasta de Baga ‘Messias Clássico Garrafeira 2010’ é um vinho tinto clássico, de cor rubi intensa. Ao ser provado é notória a influência atlântica, em muito graças à presença de nuances balsâmicas, de resina e cedro, envolvidas em sensações iodadas e salinas. Tem uma enorme estrutura e grande potencial de envelhecimento.

Outros vinhos Bairrada premiados. Prata para 18 espumantes: Argau Espumante branco 2014 (IGP Beira Atlântico), Ataíde Semedo Millésime Bruto Espumante branco 2014 (DOP Bairrada), Luís Pato Baga Método Antigo Espumante rosé 2014 (IGP Beira Atlântico), Luís Pato Informal Espumante rosé 2013 (IGP Beira Atlântico), M&M Gold Edition Espumante rosé 2015 (IGP Beira Atlântico), Quinta do Poço do Lobo Baga Espumante branco 2013 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Arinto e Baga Reserva Espumante branco 2012 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Baga Espumante rosé 2013 (IGP Beira Atlântico)Rama Blanc de Blancs Espumante branco 2012 (DOP Bairrada), São Domingos Baga@Bairrada Espumante branco 2009 (DOP Bairrada). Prata para 3 Vinhos Brancos: QDOE branco 2015 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Sublime branco 2012 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Sauvignon Blanc branco 2015 (DOP Bairrada). Prata também para 5 Vinhos Tintos: As 4 Maravilhas da Mesa da Mealhada tinto 2009 (DOP Bairrada), Casa de Sarmento Grande Escolha tinto 2011 (DOP Bairrada),
Casa de Sarmento tinto 2011 (DOP Bairrada), Encontro 1 tinto 2010 (DOP Bairrada), Kompassus Private Collections tinto 2011 (DOP Bairrada), Milheiro Selas Reserva tinto 2012 (DOP Bairrada).

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Caves Central da Bairrada: Espumante m&m premiado com ouro em França


O espumante m&m Gold Edition Branco Bruto, produzido pelas Caves Central da Bairrada (Anadia) foi medalhado com ouro na mais antiga competição internacional de vinhos, o Challenge International du Vin, em França.
A cada primavera, mais de 5.000 vinhos de 38 países são provados, ao longo de dois dias, em Bourg (Bordéus – França) por cerca de 700 profissionais e especialistas em vinho.
O Challenge International du Vin é a mais antiga e maior competição internacional de vinhos.
É também o maior concurso internacional de vinhos realizado em França e certificado com a ISO 9001 (versão 2008), uma certificação que atesta a sua abordagem de alta qualidade e a aplicação de normas rigorosas para as organizações.

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CVB aposta na promoção além-fronteiras: Espumantes “Baga Bairrada” à conquista de Londres


Depois do primeiro (grande) passo dado este ano na promoção além-fronteiras, com a presença no maior ponto de encontro mundial do mercado do vinho – a feira ProWein –, no passado mês de março, o conjunto de espumantes da nova categoria criada em 2015, ‘Baga Bairrada’, voa agora para Londres.
A Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) e os sete produtores deste projeto vão estar na Embaixada de Portugal, hoje, dia 21 de abril, a mostrar os seus néctares borbulhantes a um vasto grupo de convidados profissionais, de entre jornalistas e outros líderes de opinião, proprietários de lojas de vinho e restaurantes, mas também a consumidores.
O cluster ‘Baga Bairrada’, que arrancou com cinco referências, tem atualmente sete espumantes brancos feitos 100% da casta Baga. Novidades estão na calha ainda para este ano, mas à prova dos exigentes palatos londrinos vão: o ‘Marquês de Marialva Baga Bairrada Bruto 2013’ (Adega de Cantanhe); o ‘Aliança Baga Bairrada Reserva Bruto 2013’ (Aliança Vinhos de Portugal); ‘Montanha Baga Bairrada Grande Cuvée 2009’ (Caves da Montanha); ‘Primavera Baga Bairrada Extra Bruto 2013’ (Caves Primavera); ‘São Domingos Baga Bairrada Bruto 2008’ (Caves do Solar de S. Domingos); ‘Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada Bruto Natural 2013’ (Caves São João); e ‘Rama&Selas Baga Bairrada Bruto Natural 2013’ (Rama&Selas).

‘Baga Bairrada’: uma região, uma casta, um (tipo) espumante. ‘Baga Bairrada’ é uma iniciativa promovida pela Comissão Vitivinícola da Bairrada, aberta a todos os produtores da região, com o propósito de estabelecer um standard coletivo para “um espumante” feito a partir da casta bandeira da região, a Baga. Uma nova categoria para um produto distinto, com regras de produção e identidade gráfica próprias, criada para melhor promover e vender a região – e seus vinhos – em Portugal e no mundo.
A CVB pretende assim sinalizar, demarcar e autenticar a casta Baga como variedade típica (e predominante) da Bairrada, valorizando a casta, a região vitivinícola, e gerando notoriedade para o grande fator diferenciador: a Bairrada como região com massa crítica suficiente para fazer espumantes brancos de uma casta tinta.
Embora a regulamentação desta nova categoria contemple brancos, rosados e tintos, a CVB tem como objetivo principal assegurar um denominador comum e estilo que faça crescer os espumantes “Blanc de Noirs Baga Bairrada”, em particular nos mercados de exportação, onde o espumante português ainda tem dificuldades em afirmar as suas especificidades.
A importância da casta Baga na valorização e diferenciação dos espumantes Bairrada é hoje uma realidade indiscutível. Durante anos, vários foram os produtores que encontraram nela o complemento perfeito para os seus lotes de vinho base espumante. No entanto, nos últimos 8 a 10 anos os espumantes varietais de Baga têm ganho adeptos na produção, mas também junto da crítica especializada e do consumidor, que lhe atribuem uma conotação extremamente positiva.

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Rota da Bairrada: Loja Bairrada online já está disponível


A Associação Rota da Bairrada inaugurou, no passado dia 6 de abril, no Espaço Bairrada em Oliveira do Bairro (edifício do antigo Posto de Turismo, aberto desde dezembro de 2015), a sua nova loja online.
A loja.rotadabairrada.pt é basicamente um site moderno, apelativo e bastante intuitivo onde, a partir de agora, todos os interessados podem adquirir os produtos que existem nas duas lojas físicas que a Rota da Bairrada, possui, na Curia e em Oliveira do Bairro. A página, com ligação à própria página da Rota da Bairrada foi apresentada por Cristina Azevendo, técnica superior da Rota da Bairrada que avançou estarem já disponíveis 179 vinhos (de 19 produtores), alguns livros sobre o vinho e acessórios de vinho, existentes também nas lojas físicas. De fora estão, para já, os vários produtores regionais que futuramente virão a estar incluídos.
Para além de muita informação sobre a Rota da Bairrada, sobre os Espaços Bairrada, sobre os Produtores e Região (história, cultura e património), Cristina Azevedo destacou que os vinhos podem ser selecionados através de várias opções: Tipo (aguardente, vinho tinto, branco, rosés, espumantes); Classificação da certificação (DOC Bairrada ou IG Beira Atlântico); Ano (1965 a 2015); Produtor; Casta; Preço. O “Top 10” e as “Novidades” estão também presentes. De registar que a expedição é gratuita a partir de 100 euros para Portugal Continental e Ilhas. O pagamento pode ser feito por duas modalidades (Paypal e transferência bancária e futuramente o pagamento com referência multibanco).

Dar mais força à marca Bairrada. Jorge Sampaio, presidente da Rota da Bairrada, aproveitou a cerimónia para sublinhar a importância do dia para a Rota, já que representa o culminar de um processo que esteve a ser desenvolvido nos últimos dois anos. Um trabalho possível “graças a muitos colaboradores que têm estado a trabalhar nesta nova página (loja online)”.
Um passo importante, já que é consensual que esta nova ferramenta pode levar a Bairrada a casa de todas as pessoas apenas num clic, podendo adquirir os produtos existentes na loja virtual de uma forma simples, segura e cómoda. Por isso, destacou também ser este mais um importante passo na vida da Rota: “disponibilizar uma loja online é um trabalho que tem sido desenvolvido no sentido de levar a Bairrada para mais perto das pessoas”, destacando ainda que o objetivo, este ano, passa por “dar mais força à marca Bairrada, levando a marca pelo país e com ela os seus associados” (produtores, hotéis, restaurantes, municípios, etc.).
Aos vários convidados presentes, recordou que a abertura do Espaço Bairrada, na Curia, há seis anos, triplicou o número de visitantes, entre 2014 e 2015 e que este novo espaço, aberto em dezembro de 2015, “já está a ter mais visitas do que o da Curia, em meses homólogos”. Daí que as expectativas em relação a este Espaço Bairrada sejam grandes.

Espaço online revela estratégia, visão e ambição. Adriana Rodrigues, do Turismo Centro Portugal, reconheceu ser Jorge Sampaio o responsável pelo sucesso da Rota da Bairrada: “uma pessoa de trabalho, de trabalho persistente, insistente, ponderado e estratégico, que tem sabido ao longo deste período motivar e desafiar”, vários parceiros, neste caso a autarquia de Oliveira do Bairro, que permitiu a instalação do Espaço Bairrada no antigo Posto de Turismo.
Ciente de que os espaços físicos “são fundamentais” para que as pessoas possam conhecer os produtos, não deixou de elogiar a autarquia de Oliveira do Bairro por ter feito “uma boa aposta” ao associar-se e disponibilizar este espaço.
“A Câmara de Oliveira do Bairro conseguiu perspetivar a importância de ter um espaço destes”, sublinhou, referindo-se à região da Bairrada como “uma das mais importantes e fortes marcas que temos na região centro de Portugal”.
“A Rota da Bairrada tem realizado um trabalho muito feliz e é uma das nossas maiores marcas em termos turísticos”, destacou, concluindo que “este espaço online revela estratégia, visão e ambição”, para além de ser mais uma ferramenta de trabalho e de negócio que pode trazer aos produtores da região mais notoriedade e negócio.
Cristóvão Batista, vice-presidente da autarquia de Oliveira do Bairro, referiu-se ao site como um “espaço muito bem concebido e intuitivo” e sobre o qual não tem dúvidas do seu sucesso.
Agradado por ser “anfitrião” nesta apresentação, sublinhou a forma “apaixonada como toda a equipa da Rota da Bairrada se entrega àquilo que faz”, destacando ainda o trabalho meritório desenvolvido pela Rota da Bairrada na promoção e divulgação da região.
O vice-presidente da autarquia oliveirense realçou a importância da intermunicipalidade, do trabalho de parceria entre os municípios da região nesta matéria, o que só acontece se “formos audazes”. “É preciso ter coragem, assumir o risco, ter objetivos e concretizá-los”, de forma a levar o nome Bairrada além fronteiras.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Vinhos Bairrada: “Vadio” obteve melhor classificação na Wine&Spirits


O vinho tinto Vadio Bairrada 2006, produzido pelo produtor bairradino Luís Patrão, arrecadou a nota mais alta (94 pontos) numa avaliação feita pelo crítico Joshua Greene para a prestigiada revista Wine & Spirits – edição de abril.
Na listagem dos “Melhores do Ano – Tintos Portugueses”, este tinto da Bairrada arrecadou 94 pontos, sendo o primeiro do ranking dos vinhos Bairrada mais pontuados. O produtor Luís Patrão conseguiu ainda outro feito notável, com o vinho Vadio Bairrada 2012, ao obter 91 pontos e a categoria de “Melhor Compra”.
O crítico Joshua Greene diz mesmo que este vinho tem “notas que remetem a um Barolo envelhecido”. Quanto ao Vadio tinto 2012, o crítico também não lhe poupa elogios: “É encorpado e delicioso”, diz.

Projeto Vadio tem 11 anos. O projeto Vadio está situado na aldeia da Poutena, no concelho de Anadia. Trata-se de um pequeno projeto familiar fundado por Luís Patrão, enólogo na Herdade do Esporão. Tem como elemento essencial a recuperação das castas tradicionais, especialmente a Baga e a produção de autênticos vinhos DOC Bairrada.
O projeto teve início em 2005, com uma pequena parcela de 5 hectares de uma vinha familiar de mais de 60 anos. Hoje, são 4,5 hectares de vinhas e contratos com pequenos produtores locais. Todas as parcelas de baga são plantadas exclusivamente em solos árgilo-calcáreo e praticam uma viticultura sustentável.
Os vinhos apresentam um estilo clássico, que pretende respeitar a autenticidade da região e o caráter das castas que lhe dão origem.
A JB Eduarda Dias, do Projeto Vadio, confessou ter ficado muito satisfeita com o reconhecimento: “Trabalhamos diariamente para que os nossos vinhos tenham qualidade e é sempre bom que seja reconhecida, ainda mais numa publicação como a Wine & Spirits.”
A JB acrescentou que o crítico norte-americano conheceu os vinhos Vadio através do contacto realizado com o distribuidor desta marca nos EUA, que enviou para o painel da prova da Revista os dois vinhos.
“Não é fácil os vinhos portugueses obterem boas classificações, passar a barreira psicológica dos 90 é ótimo, tudo o que vier acima é melhor ainda”, admite Eduarda Dias, para quem estas pontuações terão, naturalmente, repercussões na notoriedade da marca e dos vinhos Vadio.
“Para o mercado da América do Norte, este tipo de pontuações é indispensável. São selos de garantia para um consumidor que desconhece Portugal, as nossas castas autóctones e consequentemente a qualidade dos nossos vinhos. Obviamente que 94 pontos não garantem a venda de toda a produção, mas é uma ótima ferramenta de comunicação e ativação da marca. Portugal, e a Bairrada em particular, precisam de muitos 94 pontos para que a imagem de qualidade dos vinhos passe para o conhecimento comum do consumidor final destes mercados, e não apenas dos profissionais do mundo do vinho”.
O Vadio Tinto 2006 é uma reserva de 10% da produção que é relançada quando a colheita completa os 10 anos. “Tomámos esta decisão de guardar esta reserva para mostrar o potencial da Baga para envelhecer e criar vinhos únicos”, sublinha. O 2012 é a colheita que estão já a comercializar atualmente.

Outros Bairrada premiados

Recorde-se que para além dos dois vinhos Vadio, a Bairrada obteve ainda excelentes classificações com vinhos da Adega Campolargo, produtores Ataíde Semedo e Luís Pato e Aliança Vinhos de Portugal.
Assim, o vinho Bairrada da Adega Campolargo “Rol de Coisas Antigas 2011” obteve 92 pontos. Também o Bairrada 2013 do produtor Ataíde Semedo obteve 90 pontos e a designação de “Melhor Compra”, o mesmo acontecendo com o vinho Beira Atlântico Colheita Seleccionada 2012 do produtor Luís Pato. O Bairrada Reserva Aliança 2013 obteve 88 pontos e também a designação de “Melhor Compra”.07

CC

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