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Avelãs de Caminho: Vinícola Castelar celebra 70 anos


A Vinícola Castelar (Avelãs de Caminho) está a celebrar sete décadas de existência e prepara-se para lançar no mercado novos produtos, entre os quais uma edição limitada de uma aguardente velhíssima com meio século em casco na adega.
Ao JB Vanda Paiva, gerente da empresa, destaca a grande aposta que a empresa tem vindo a realizar nos últimos anos no mercado externo, onde começa a ganhar terreno.

A Vinícola Castelar assinalou recentemente 70 anos de fundação. O que foi feito para assinalar tão importante data?
Para assinalar esta data, a Vinícola Castelar vai, durante este ano, lançar produtos novos, novas imagens e uma forte campanha de marketing junto dos clientes.

Ao longo destes 70 anos, quais foram os principais marcos da história da empresa?
Sendo uma empresa familiar e com esta longevidade, muitos têm sido os marcos históricos. Estes foram dependendo das gerações familiares, da evolução do mercado dos vinhos, das exigências a nível de segurança alimentar, das exigências do consumidor e claro que as crises económicas que já passamos também fizeram a sua história nesta empresa.

Mais recentemente, foi lançado algum novo produto? Ou será lançado em breve?
Recentemente lançámos a nova imagem do Espumante Bruto e Meio Seco “SERRA BRAVA”, que teve muita aceitação junto dos importadores durante as provas na SISAB. Irá sair em breve uma edição limitada de uma aguardente bagaceira velhíssima também com a marca “SERRA BRAVA”, que tem mais de 50 anos em casco de carvalho na nossa adega. Até ao final deste ano iremos ter mais surpresas.

Quais os produtos com mais peso no vosso portefólio?
Todos têm a sua importância. De qualquer modo, realço os espumantes e os licores. Fazem parte do portefólio da empresa: os espumantes; os vinhos de mesa e os vinhos de mesa DOC; os licores; as aguardentes e os xaropes são produtos que existem desde 1946 com as marcas Catalino, Serra Brava, Carícia, R/46, Trono Real e agora para os produtos de maior qualidade, a marca “Castelar”.
De salientar também os contratos que temos com os três grandes clubes de futebol português – Sport Lisboa e Benfica, Sporting Clube de Portugal e Futebol Clube do Porto – para produção e comercialização de espumantes, aguardentes e licores com as marcas destes.
Todos estes produtos foram criados tendo em mente a qualidade e a satisfação do cliente.

Os vinhos e espumantes Bairrada têm estado em alta, sendo alvo de inúmeros reconhecimentos e prémios, a nível nacional e internacional. Esta boa aceitação por parte do mercado também tem tido repercussões positivas para a Vinícola Castelar?
Com certeza que sim. Os espumantes Bairrada são cada vez mais procurados em todo o mundo. Talvez ainda em alguns nichos de mercado, mas com muita curiosidade. Tivemos essa experiência agora durante a SISAB em Lisboa, muitos importadores dos mais variados países vinham pela primeira vez provar os nossos espumantes, que tiveram muita aceitação.

Quais são, neste momento, os principais mercados da vossa empresa? Há perspetivas de expansão?
Até há bem pouco tempo, a empresa estava muito centrada no mercado português, situação que se tem vindo a alterar nos últimos três anos, com a conquista de mercados como a Suíça, França, Luxemburgo, China, Brasil, Angola e Japão.
O nosso grande objetivo neste momento é continuar a crescer nos mercados internacionais.
Catarina Cerca

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Prémio: Quinta dos Abibes Sublime Tinto conquista ouro na maior competição alemã


O vinho Quinta dos Abibes Sublime Tinto 2010 (D.O.P Bairrada), produzido pelo vitivinicultor Francisco Batel Marques, acaba de ser distinguido com a medalha de ouro na 18.ª edição do Grande Prémio Internacional do Vinho “Mundus Vini 2016”.
Batel Marques realça este triunfo, “fruto de um projeto de persistência, determinação e paixão que nos permitiu fazer vinhos de elevada qualidade, marcando a diferença e que têm sido premiados e reconhecidos mundialmente”.
“Criámos um «pequeno terroir» em que produzimos vinhos muito selecionados, com características muito próprias”, explica Francisco Batel Marques, que produz atualmente três espumantes (um rosé, um reserva e um sublime), dois tintos (reserva e sublime) e um branco sublime – os vinhos sublimes resultam de colheitas de qualidade excecional.

Terroir único

A Quinta dos Abibes iniciou a atividade em 2003, sendo a primeira colheita em 2006, e produz vinhos em sete hectares de vinha em pleno coração da Bairrada, a partir das castas touriga nacional, arinto, baga e cabernet sauvignon.
Com seis colheitas no mercado, os vinhos Abibes conquistaram já dezenas de medalhas, das quais se contam duas grande ouro, 14 ouro (cinco internacionais), 26 prata (16 internacionais), um bronze (internacional), oito diplomas internacionais de prestígio e menções honrosas, “graças à grande qualidade deste terroir único, de onde saem anualmente 40 mil garrafas”, refere Batel Marques.
O “Mundus Vini 2016”, que se realizou entre 21 e 24 de fevereiro, em Neustadt, na Alemanha, juntou 160 jurados, de 36 países, entre enólogos, vinicultores, comerciantes de vinho, escanções e jornalistas especializados, para avaliar mais de cinco mil vinhos diferentes, através de provas cegas.
Na 18.ª edição do “Mundus Vini” estiveram a concurso vinhos de cerca de 150 regiões vinícolas diferentes, a maioria deles provenientes de países europeus, como Itália, Espanha, Alemanha, França e Portugal. No entanto, estiveram também presentes vinhos de origens mais exóticas como Israel, Líbano, Marrocos, México e Peru. O número de produtos destinados a receber prémios nesta competição é limitado a 40% das amostras apresentadas que obtiveram os pontos mais altos na sua respetiva categoria.

 

A paixão pelos vinhos

Francisco Batel Marques não esteve sempre ligado à produção de vinhos, mas o projeto da Quinta dos Abibes surge de uma paixão de muitos anos, associada à investigação que o levou a considerar a Bairrada o local ideal para criar vinhos excecionais.
Licenciado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Coimbra, e doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade do País de Gales, Francisco Batel Marques é professor associado da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, coordenador da Unidade de Farmacovigilância do Centro, e diretor do Centro de Avaliação de Tecnologias de Saúde e Investigação em Medicamentos. É membro da Sociedade Portuguesa de Farmacologia, da International Society of Pharmacoeconomics and Outcomes Research e do American College of Clinical Pharmacy, e da Comissão de Ética para a Saúde da Administração Regional de Saúde do Centro.

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Concelho segue estratégia de turismo da região da Bairrada


O município de Oliveira do Bairro continua a implementar a sua estratégia na área do turismo, desta vez com a presença na 28.ª edição da BTL – Feira Internacional de Turismo, que decorreu em Lisboa no início de março. A autarquia oliveirense segue assim o estudo académico encomendado ao Instituto Português de Administração e Marketing de Aveiro (IPAM), sobre as potencialidades turísticas das diversas freguesias do concelho de Oliveira do Bairro, e da abertura do seu Espaço Bairrada.

Vinhos. O Município, que integrou o stand da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) e Turismo do Centro de Portugal, apostou em levar dois produtores vitivinícolas do concelho, Paulo Santos e Quinta da Laboeira, que tiveram assim a oportunidade de apresentar os seus produtos a uma vasta plateia nacional e internacional, oferecendo também experiências de degustação vínica, abertas a todos os visitantes do stand.
O município de Oliveira do Bairro aproveitou ainda para promover o seu território e equipamentos, através de material promocional e da oferta de vouchers para visitas ao Museu de Etnomúsica da Bairrada e para assistir a espetáculos a realizar no Quartel das Artes.

Recursos turistícos. Para Cristóvão Batista, vice-presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, a presença do Município na BTL com dois produtores de vinho locais teve por objetivo “potenciar os recursos turísticos do concelho e alavancar a dimensão económica desta área, de uma forma concertada e alinhada com as estratégias da Bairrada, da Região de Aveiro e da zona Centro”.
Para o autarca, “não faz sentido trabalharmos de costas voltadas para a região e é por essa razão que temos sido parceiros ativos na estratégia regional para a área do turismo, percebendo que a escala e a complementaridade que conseguimos juntos nos torna mais fortes e competitivos num mercado global de grande competitividade”.
A presença do Município de Oliveira do Bairro na BTL, serviu também para se posicionar enquanto “concelho Bairrada”, reforçando o prestígio da marca e potencializando um dos seus pontos fortes que é a atividade vitivinícola e a sua exploração enquanto produto turístico.

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Anadia: Bairrada volta a receber evento de celebração do “Dia do Escanção”


A Associação dos Escanções de Portugal (AEP) foi fundada a 24 de março de 1972. Desde então, instituiu-se que em Portugal este seria o ‘Dia do Escanção’. Depois de em 2014 a AEP ter celebrado a efeméride em Coimbra, este ano volta a eleger a região da Bairrada para as comemorações.
Um grupo de 30 a 40 escanções vai reunir-se para partilhar e adquirir novos conhecimentos; o evento está marcado para os dias 20 e 21 e vai ter lugar no concelho de Anadia.
Tal como em anos anteriores, a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) disponibilizou-se desde a primeira hora para apoiar este que é um momento de extrema importância para a Associação e, acima de tudo, para a profissão de Escanção.
“Trazer opinion leaders – jornalistas, escanções e representantes do comércio – à região tem vindo a ser uma das grandes apostas da CVB, sempre complementada com o levar os vinhos (e sabores) da Bairrada até ao consumidor, o que fazemos através da presença em feiras e eventos, organização de acções de formação, entre outras actividades de relações públicas”, afirma Pedro Soares, presidente da entidade.
Para Marco Alexandre, membro da AEP, “a escolha da Bairrada prende-se com o facto de ser uma região histórica no mundo vitivinícola, com características muito singulares em torno do seu terroir para a produção de vinhos tranquilos e espumantes. Numa fase de ascendência global, em que a qualidade dos seus vinhos é indiscutível, decidimos mostrar in loco ao mundo dos escanções e associados da AEP o valor acrescentado da Bairrada no panorama vínico nacional”.
Os trabalhos começam com uma visita e prova surpresa nas Caves do Solar de São Domingos, onde será servido o jantar.
Na segunda-feira, dia 21, a alvorada é para uma reunião de trabalho entre os escanções. O local eleito é o Museu do Vinho Bairrada, onde se seguirá uma prova “inaugurada” pelo Presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada e orientada por Osvaldo Amado, enólogo convidado pela sua vasta experiência a produzir vinhos e espumantes na região e envolvimento em projectos tão diferentes como a Adega de Cantanhede, a Quinta do Encontro, a Quinta do Ortigão e a Quinta dos Abibes.
O destino seguinte são as Caves São João, onde o grupo vai começar por almoçar ao sabor dos néctares do produtor anfitrião. Sendo a Baga a casta rainha da região, a sua presença é incontornável. Sob o tema “Bagas da Bairrada com Idade”, o enólogo José Carvalheira vai seduzir os presentes, fazendo desfilar um rol de preciosidades antigas.
A Bairrada no “sentido dos sentidos”!
Programa Comemoração do Dia do Escanção 2016
Domingo,  20 de março
15h30 – Saída de Lisboa (da Enoteca de Belém)
18h – Vista e Prova Surpresa nas Caves do Solar de São Domingos
20h – Jantar nas Caves S. Domingos
Segunda-feira , 21 de março
9h às 10h30 – Reunião dos Escanções no Museu do Vinho Bairrada
11h às 13h – Prova de Vinhos “A Bairrada segundo o enólogo Osvaldo Amado”, no Museu do Vinho Bairrada
13h30 às 15h – Almoço nas Caves São João
15h30 às 17h30 – Prova de Vinhos “Bagas da Bairrada com Idade”, por José Carvalheira nas Caves São João
18h – Fim dos Trabalhos

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Espumantes Bairrada a caminho da ProWein para promoção mundial


 

Este ano com foco nos espumantes, com destaque para os BAGA BAIRRADA, a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) volta a promover a região na ProWein, o maior ponto de encontro entre quem vende e quem compra no mercado mundial de vinhos. Os néctares estão já de partida para a mais importante e prestigiada feira mundial do sector que vai ter lugar em Düsseldorf, na Alemanha, de 13 a 15 de março.
Depois de em 2015 a conceituada crítica de vinhos e jornalista Christina Fischer – que escreve para publicações como a Vinum, a Sommelier e a Allgemeine Hotel- und Gastronomie-Zeitung – ter ministrado um seminário em que abordou de forma mais genérica a região, seu terroir e vinhos, este ano a abordagem será mais específica, sob o tema ‘Bairrada Buble Point’. Durante cerca de uma hora, profissionais do sector e compradores internacionais vão ter a possibilidade de se “especializar” no que a Bairrada tem de mais genuíno: os seus espumantes.
Este é um dos primeiros passos de promoção do projecto de espumantes BAGA BAIRRADA fora de Portugal, mas para breve está a ser planeada uma acção de promoção em Inglaterra. Começaram por ser cinco as referências aquando do lançamento do projecto BAGA BAIRRADA em final de julho, mas o grupo aumentou para sete em outubro e para este ano estão já pensadas novidades, que se vão juntar às segundas colheitas dos primeiros néctares. Um passo de cada vez numa iniciativa na qual a região e seus players estão empenhados para que seja de continuidade e sucesso.

BAGA BAIRRADA: uma região, uma casta, um (tipo) espumante

BAGA BAIRRADA é uma iniciativa promovida pela Comissão Vitivinícola da Bairrada, aberta a todos os produtores da região, com o propósito de estabelecer um standard colectivo para “um espumante” feito a partir da casta bandeira da região, a Baga. Uma nova categoria para um produto distinto, com regras de produção e identidade gráfica próprias, criada para melhor promover e vender a região – e seus vinhos – em Portugal e no Mundo.
“A Baga é um património inquestionável, que tem que ser preservado e potenciado.”, in Plano de Ação para a viticultura bairradina.
A CVB pretende assim sinalizar, demarcar e autenticar a casta Baga como variedade típica (e predominante) da Bairrada, valorizando a casta, a região vitivinícola, e gerando notoriedade para o grande factor diferenciador: a Bairrada como região com massa crítica suficiente para fazer espumantes brancos de uma casta tinta. Embora a regulamentação desta nova categoria contemple brancos, rosados e tintos, a CVB tem como objectivo principal assegurar um denominador comum e estilo que faça crescer os espumantes “Blanc de Noirs Baga Bairrada”, em particular nos mercados de exportação, onde o espumante português ainda tem dificuldades em afirmar as suas especificidades.
Por questões climáticas, é difícil produzir todos os anos grandes (volumes de) vinhos tintos de Baga, já a qualidade de excelência nos espumantes desta casta é sempre garantida, o que faz a diferença para a região da Bairrada, ainda mais se “uniformizados” e consolidados numa categoria de produto.
A importância da casta Baga na valorização e diferenciação dos espumantes Bairrada é hoje uma realidade indiscutível. Durante anos, vários foram os produtores que encontraram nela o complemento perfeito para os seus lotes de vinho base espumante. No entanto, nos últimos 8 a 10 anos os espumantes varietais de Baga têm ganho adeptos na produção, mas também junto da crítica especializada e do consumidor, que lhe atribuem uma conotação extremamente positiva.

LISTA DE ESPUMANTES ‘BAGA BAIRRADA’

. Adega de Cantanhede . Marquês de Marialva Baga Bairrada Bruto 2013

. Aliança Vinhos de Portugal . Aliança Baga Bairrada Reserva Bruto 2013

. Caves da Montanha . Montanha Baga Bairrada Grande Cuvée 2009

. Caves Primavera . Primavera Baga Bairrada Extra Bruto 2013

. Caves São Domingos . São Domingos Baga Bairrada Bruto 2008

. Caves São João . Quinta do Poço do Lobo Baga Bairrada Bruto Natural 2013

. Rama&Selas . Rama&Selas Baga Bairrada Bruto Natural 2013

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PRÉMIOS W 2015: Bairrada vence em quatro categorias


Foram já divulgados os vencedores dos ‘Prémios W 2015’, iniciativa promovida pelo enólogo e crítico de vinhos Aníbal Coutinho. A Bairrada está de parabéns, ao vencer em quatro das 25 categorias a concurso.
O grande destaque vai para o facto da Denominação de Origem (DO) Bairrada ter ganho na sua categoria. Como Aníbal Coutinho refere, “a jovem liderança da CVR meteu mãos à obra e, contra as sérias dificuldades de uma incipiente quota de mercado e de uma crença do consumidor que imagina os seus vinhos como difíceis e envelhecidos, gerou eventos para o grande público e apostou na criação de um novo espumante, Baga-Bairrada, de método clássico à base da casta tinta Baga, inspirado no conceito champanhês de Blanc de Noirs”, acrescentando que a “Bairrada amplificou, em 2015, a sua força nos espumantes de qualidade e começa a convencer um público mais informado, com os vinhos tranquilos, de boa guarda mas igual prazer imediato, nas mesas de 2016.”
Assim, está também de parabéns Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada (na foto), que embora não tenha vencido na categoria para a qual estava nomeado ‘Personalidade do Ano’, é o grande mentor e responsável por esta revolução que a Bairrada está a viver.
Aliás, José Pedro Soares conseguiu “conduzir a sua região vinhateira a uma exposição mediática que trará resultados no mercado doméstico e na exportação, ao apostar no fortalecimento da produção de espumante pelo método clássico com a liderança da casta tinta Baga, assinando a ampliação da DOC ao novo espumante Baga Bairrada, já presente nas prateleiras mais esclarecidas”.
Ainda entre portas, o destaque vai também para mais um prémio conquistado pelo Restaurante Rei dos Leitões, na Mealhada. Venceu na categoria de “Melhor Serviço de Vinhos em Restaurante e Rua”. Segundo Aníbal Coutinho “o Rei dos Leitões, renovado há cerca de quatro anos por Paulo Rodrigues e Licínia Ferreira, destaca-se como um restaurante desenhado para o vinho. Não sou o primeiro a reconhecer a excelência do serviço e da oferta de vinhos do Rei dos Leitões e não serei o último. Sobretudo se mantiverem uma política de preços tão sensata. Para quem não gosta de leitão, entre neste restaurante vínico e peça robalo”, recomenda o enólogo na sua newsletter.
Também premiada como Melhor Loja de Vinhos está a Garrafeira 5 Estrelas, de Aveiro. “Na Garrafeira 5 Estrelas encontra-se competência, conhecimento, aconselhamento e muito amor pelo vinho. Para além de portefólio nacional completo. Chega aos inúmeros clientes com excelente oferta online que complementa a compra na Garrafeira, onde a quantidade de eventos é assinalável, para contentamento dos enófilos. Muito ativas no Facebook, sempre atualizadas e presentes nos grandes eventos, as manas Paralta traçam um caminho de futuro em terra de ganhadores.”
Na Bairrada, destaque ainda para o vinho branco tranquilo Avô Fausto, da Quinta das Bágeiras. Um DO Bairrada 2014 que venceu na categoria “Melhor Vinho Tranquilo Branco de Calendário”.
Como sublinha o crítico e enólogo, “o final de 2015 não foi feliz na Quinta das Bágeiras. O proprietário e criador de vinhos, Mário Sérgio Nuno viu partir o Bernardo, seu braço-direito. Todos sentimos a sua falta. Juntos ainda tiraram de barricas e tonéis o produto de vinhas velhas que deu origem a este vinho branco de grande personalidade e consenso. O Avô Fausto e o Bernardo estarão satisfeitos com este Prémio W.”
Os ‘Prémios W’ surgem na sequência do trabalho que Aníbal Coutinho tem vindo a desenvolver há mais de uma década, dando a conhecer o que de melhor se faz nas várias áreas do setor vitivinícola nacional, através do seu site pessoal: www.w-anibal.com.

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No Velódromo Nacional: “Óscares do Vinho” da Revista de Vinhos entregues em Sangalhos


Terminado o ano de 2015, é tempo de fazer balanços, elegendo o que de melhor aconteceu no setor vitivinícola e gastronómico.
Uma tarefa que a Revista de Vinhos faz pelo 19.º ano consecutivo ao distinguir os melhores vinhos provados durante o ano findo, ao mesmo tempo que atribui as estatuetas prateadas que assinalam ‘Os Melhores do Ano’ a um conjunto de empresas e personalidades ligadas ao meio.
A cerimónia, já conhecida como os “Óscares do Vinho”, vai ter lugar na sexta-feira, dia 12 de fevereiro, na nossa região, tendo como palco o Centro de Alto Rendimento de Sangalhos.

Noite de gala, com mais de 900 participantes. O evento, que conta este ano com o apoio logístico do Município de Anadia, reúne cerca de 900 pessoas do setor do vinho e da gastronomia portuguesa, sendo a maior concentração de profissionais do ramo em Portugal.
A Gala da Revista de Vinhos é “uma noite longa”, habitualmente recheada de grandes emoções e tem um impacto muito importante neste setor. É durante o jantar que são anunciados os vencedores, frente a uma plateia com os principais agentes da fileira do vinho e da gastronomia, desde produtores de vinho, enólogos, técnicos de viticultura, escanções, empresários mas também chefes e empresários da restauração, além de outros players, vindos de todo o país. Os critérios das escolhas são exclusivamente editoriais e da responsabilidade dos jornalistas da Revista de Vinhos.

Os melhores do ano: 19 categorias. Nos vinhos, para além de serem distinguidos os melhores em cada uma das regiões em que se divide o país vinícola (“Melhores de Portugal”), a redação da Revista de Vinhos escolhe aqueles que, na sua opinião, foram os 30 melhores vinhos entre os vários milhares que foram provados durante o ano 2015.
São os cobiçados “Prémios de Excelência”, os melhores entre os melhores, que fazem sonhar os enófilos e todos os apreciadores de vinho.
Entre empresas, instituições e personalidades, a Revista de Vinhos anuncia “Os Melhores do Ano”, distinguindo-os com um troféu em prata da autoria da conhecida criadora de jóias Maria João Bahia. São 19 as categorias galardoadas (subindo ao palco pela ordem dos respetivos números): Campanha Publicitária (1); Restaurante Cozinha Tradicional Portuguesa (2); Restaurante (3); Loja Gourmet (5); Garrafeira (6); Wine Bar (7); Enoturismo (8); Organização Vitivinícola (9); Viticultura (10); Adega Cooperativa (11); Produtor Revelação (12); Produtor (13); Empresa de Vinhos Generosos (14); Empresa (15); Identidade e Caráter (16); Enólogo de Vinhos Generosos (17); Enólogo (18); e ainda 2 prémios especiais de carreira que distinguem personalidades com vida e obra reconhecida nos campos da gastronomia e vinhos, o prémio “David Lopes Ramos” (4) e o “Senhor do Vinho” (19).

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Bairrada: Qualidade dos vinhos de Luís Pato provada e aprovada por Jancis Robinson


A mais conceituada crítica internacional de vinhos, Jancis Robinson, provou recentemente algumas novidades e colheitas mais antigas do produtor bairradino Luís Pato, voltando a surpreender-se com a qualidade e acima de tudo com a consistência dos vinhos. Uma excelente performance, em particular para os brancos, revelando que a Bairrada é uma região de vinhos brancos com um carácter muito próprio e potencial de envelhecimento.
A prova de ‘Luís Pato Vinhas Velhas branco’ foi vertical e versou as colheitas de 1995, 2003, 2010 e 2014. Os vinte anos do Vinhas Velhas de 1995 não o deixaram ficar mal, antes pelo contrário: valeram-lhe uma pontuação de 18 pontos em 20. Também o 2003 surpreendeu com 17,5 pontos. Seguiram-se os mais recentes, ambos com 17 pontos, a provar o elevado potencial de envelhecimento destes néctares.
Jancis Robinson chegou mesmo a questionar-se “como vinhos como estes são tão baratos?”. Em prova esteve também o ‘Luís Pato Maria Gomes’; referindo-se ao mesmo, a crítica deu-o como exemplo de que “não é necessário um vinho ter muito álcool para revelar qualidade”.
No que toca aos tintos a chegarem em breve ao mercado, estiveram dois monocastas de Baga: um de 2013 e outro de 2000 (que dará origem a um relançamento). Ao ‘Luís Pato Vinha das Valadas Baga Pé Franco tinto 2013’ – um tinto feito com Baga em Pé Franco plantado em solo argilo-calcário e que é o topo de gama do produtor, do qual apenas produz 326 garrafas – a crítica atribuiu 18 valores. O ‘Luís Pato Quinta do Moinho tinto 2000’, um vinho “velho” que Luís Pato vai relançar, foi distinguido com 16,5 pontos; valor que subiu meio ponto no caso da colheita de 2001. Foram ainda provados o ‘Luís Pato Vinha Barrio 2001’, o ‘Luís Pato Quinta do Ribeirinho Pé Franco 2011’ e o ‘Luís Pato Vinha Pan 2011’ cuja classificação variou entre os 17,5 e os 17 pontos.
O site Wine Advocate, do crítico Robert Parker, atribuiu 95 pontos ao ‘Pé Franco da Quinta do Ribeirinho 2011’. A mesma pontuação alcançada pelo ‘Vinha Barrosa 2001’ e pelo ‘Quinta do Moinho 2001’ na revista americana Wine & Spirits, que distinguiu ainda a Luís Pato uma das 100 melhores adegas do mundo.
A revista alemã Fine das Weinmagazin atribuiu, respetivamente, 96, 95 e 94 pontos ao ‘Vinha Pan tinto 1995’’, ‘Vinha Barrosa 2005’ e ‘Luís Pato tinto 1985’.
Já a Feinschmecker, revista com a mesma nacionalidade fez uma reportagem onde destacou o grupo Baga Friends e elevou os vinhos da casta Baga ao céu.
Esperam-se agora as novidades da colheita de 2015, que como em qualquer ano terminado em 5, se prevê que seja de qualidade excecional.
O produtor Luís Pato acredita que “se vão destacar os dois vinhos de Baga em Pé Franco: o ‘Quinta do Ribeirinho em Solo Arenoso’, o nosso clássico produzido há 28 anos; e o ‘Pé Franco da Vinha das Valadas’, superior aos mencionados na crítica das Master of Wine Julia Harding e Jancis Robinson”.
VINHOS PROVADOS

Brancos
Luís Pato Vinhas Velhas 1995 (Bairrada) – 18 valores
Luís Pato Vinhas Velhas 2003 (Vinho Regional Beiras) – 17,5
Luís Pato Vinhas Velhas 2010 (Vinho Regional Beiras) – 17
Luís Pato Vinhas Velhas 2014 (IGP Beira Atlântico) – 17
Luís Pato Maria Gomes 2014 (IGP Beira Atlântico) – 16,5
Tintos
Luís Pato Vinha das Valadas Baga Pé Franco 2013 (Bairrada) – 18 – NOVIDADE
Luís Pato Vinha Barrio 2001 (Vinho Regional Beiras) – 17,5
Luís Pato Quinta do Ribeirinho Baga Pé Franco 2011 (Bairrada) – 17,5
Luís Pato Vinha Pan 2011 (Bairrada) – 17+
Luís Pato Quinta do Moinho 2001 (Vinho Regional Beiras) – 17 – VAI SER RELANÇADO EM 2016
Luís Pato Quinta do Moinho 2000 (Vinho Regional Beiras) – 16,5

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Vagos: Jovem enólogo bairradino faz vinho na Austrália


Joel Santos tem apenas 27 anos e há um ano que se dedica à produção de vinho na Austrália. O jovem enólogo, natural de Vagos, que trabalha na Tim Adams Wines, está a adorar a experiência no novo mundo. Contudo, admite que a sua paixão pelos vinhos deverá passar por um projeto que quer vir a desenvolver na Bairrada, dentro de poucos anos.

Quem é Joel Santos?
Sou natural de Fonte de Angeão (Vagos) e tenho formação superior em Biotecnologia.

Como nasceu esta sua paixão pelos vinhos?
A minha paixão pelos vinhos vem de tenra idade, do tempo em que os meus avós produziam vinho para consumo em casa. Esta paixão foi crescendo e acabei por fazer a minha tese de mestrado na área dos vinhos.

Sei que também é músico. Fale-nos dessa experiência.
Tenho formação (nível 4) da Escola de Artes da Bairrada e toco saxofone na Banda Filarmónica da Mamarrosa há cerca de 15 anos e, apesar de estar ausente, participei no Concerto de Ano Novo, no Quartel das Artes, em Oliveira do Bairro.

É nos vinhos que trabalha atualmente?
Profissionalmente passei por uma indústria de biotecnologia, em Vila Nova de Gaia (projeto de fermentação de espumantes), pela Aliança – Vinhos de Portugal, em Sangalhos e pela Herdade da Malhadinha Nova, no Alentejo. Em 2014 tive oportunidade de ir à Austrália, para participar numa vindima.

Era um sonho fazer uma vindima no outro lado do mundo?
Foi um sonho que acabou por ter uma implicação na minha vida.

Conte-nos o que aconteceu.
Participar numa vindima na Austrália era um projeto pessoal, queria fazer aquela experiência, conhecer mais o novo mundo.
Tive a felicidade de ir fazer a vindima na Tim Adams Wines, um produtor que tem uma grande adega, com vinhos de muito boa qualidade e onde trabalha gente espetacular. Convidou-me a voltar e lá fui eu. Inicialmente durante três ou quatro meses para a vindima e agora já lá estou há um ano, como enólogo.
Repare que o mundo dos vinhos é pequeno. Como se faz vinho em todo o mundo é fácil movimentarmo-nos: ir para a Argentina, EUA, Nova Zelândia, Austrália e assim conhecer novas formas de trabalhar, outros estilos de vinho e outras castas.

Como está a ser essa experiência?
Está a ser uma experiência magnífica e muito enriquecedora. As pessoas são muito acolhedoras, e Tim Adams é fantástico, um grande enólogo. A experiência está a ser muito positiva. Os australianos sabem produzir bom vinho, sabem apreciá-lo e são grandes consumidores.
Como é a empresa/adega onde trabalha?
É uma grande e moderna adega onde são processadas duas mil toneladas de uvas por ano, entre brancos e tintos. Fazem-se vinhos de qualidade média superior. Aquela é uma das melhores regiões da Austrália para a produção vitivinícola – Clare Valley, sul da Austrália. Estamos a 400 metros de altura, com uma elevada amplitude térmica entre o dia e a noite, o que é excelente para os vinhos. Temos cerca de 150 hectares próprios de vinha e depois compramos uva aos produtores locais, mas só da região. Assim, conseguimos manter uma constância muito grande de ano para ano em termos qualitativos. As castas predominantes são: Syrah, Tempranillo (Tinta Roriz) e Cabernet Sauvignon (tintas), Riesling (produzimos um dos melhores Riesling do mundo) e Semillon. Produzimos vinhos muito equilibrados em termos de acidez e taninos, com excelente maturação. A vindima começa em janeiro/fevereiro e pode prolongar-se até março/abril. A produção destina-se sobretudo ao mercado interno, mas também exportamos para a Europa e China.

Quais são as suas funções?
Sou enólogo assistente. Somos uma equipa de três enólogos e sou o único estrangeiro: faço provas, processamento de uvas, lotes, como qualquer enólogo, em qualquer parte do mundo. A forma de trabalhar na enologia não é idêntica em todo o mundo. A maior diferença reside nas castas, às quais temos de nos adaptar porque também têm as suas características e particularidades.

Já tentou levar para lá alguma das nossas castas?
Já tentei a Touriga Nacional, mas vai levar algum tempo. Não é fácil mudar mentalidades e estilos.

Do que tem mais saudades?
A distância de Portugal é o pior. Comprei a viagem em agosto para poder vir cá agora, em dezembro. A viagem é muito longa. Lá sinto falta de tudo o que é português. Sou um bairradino de corpo e alma, adoro os nossos vinhos, a nossa gastronomia. Sou um defensor da Baga e da Touriga Nacional. Às vezes tento comprar vinhos portugueses mas a visibilidade dos vinhos portugueses na Austrália não é praticamente nenhuma. No Dia de Portugal (10 de junho) quis comprar um vinho português para celebrar e só encontrei Mateus Rosé. Por aqui já vê.

E o futuro?
O futuro passa por Portugal. Talvez daqui a três anos regresse para avançar com um projeto próprio na região da Bairrada, quem sabe.

 

Concurso na China pode ajudar em projetos futuros

Joel Santos foi recentemente selecionado para participar num concurso internacional de enólogos que acontece na China. Entre os 150 candidatos foram selecionados 48 enólogos de 18 nacionalidades a participar e Joel Santos é o único português presente nesta competição.
Trata-se do Ningxia Winemakers Challenge, um concurso bienal, que vai na 2.ª edição. Começou no passado mês de setembro e terminará em 2017.
O concurso, com duração de 2 anos, é organizado por uma das regiões mais promissoras da China e o Governo local e a CVR decidiram trazer novas ideias e enólogos com experiências diferentes internacionais, dar-lhes condições para produzirem os seus vinhos. “Escolhemos a nossa uva (Cabernet Sauvignon para todos os concorrentes) de uma área enorme de vinha que pertence ao governo. Temos direito a 15 toneladas de uvas que se traduz em média em 10 mil litros. Estive lá durante todo o processo de produção. Acompanhei a fermentação até à prensagem. Agora o meu vinho e todos os outros estão a estagiar e serão avaliados em outubro de 2017 por júri de provadores que vai avaliar os 48 vinhos. Os melhores recebem prémio monetário aliciante e todos os enólogos têm direito a 2 mil garrafas do vinho.”
Um concurso que reconhece ser mais uma experiência internacional que permite “conhecer muitos enólogos (a maioria do hemisfério sul), trocar experiências e partilhar conhecimentos”, conclui.

Catarina Cerca

 

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125 anos de espumante na Bairrada: Anadia quer Centro de Investigação sobre Espumante


O Cineteatro de Anadia foi palco, no passado dia 27 de novembro, de um seminário e mesa-redonda comemorativos dos 125 anos da produção de espumante na Bairrada.
A sustentabilidade da viticultura na Bairrada e a diferenciação dos vinhos espumantes Bairrada foram dois os grandes temas em debate. Na mesa-redonda “Fileira do Vinho-Espumante, da Uva à Garrafa”, estiveram presentes, entre outros especialistas como Jaume Gramona, professor da Universidade de Rovira y Virgili.
Com organização a cargo da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Centro, em parceria com a Comissão Vitivinícola da Bairrada, Município de Anadia, Rota da Bairrada, Confraria dos Enófilos da Bairrada, Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada e Turismo Centro de Portugal, o evento reuniu muitos especialistas e agentes ligados à fileira do vinho.

Tradição e inovação. Na sessão de abertura, a vontade de ter em Anadia um Centro de Investigação de Espumantes ficou bem patente nas intervenções de Jorge Sampaio, vice-presidente da autarquia de Anadia e de José Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB).
Jorge Sampaio, que é também presidente da Associação Rota da Bairrada, recordou o património riquíssimo da região que, hoje, possibilitou a existência de uma região forte e dinâmica que concilia a tradição, a inovação e a modernidade. Jorge Sampaio destacou ainda como a Bairrada, no presente, se reinventa e avança, dando como exemplo a vontade que o município tem de dar corpo ao projeto (já apresentado à tutela) que visa a criação de um Centro de Investigação Nacional de Espumantes nas instalações da Estação Vitivinícola da Bairrada (EVB). Um projeto que, como referiu, “vamos defender com toda a nossa força, porque pode ser o grande projeto de alavancagem da região”.
Alinhando pelo mesmo diapasão, José Pedro Soares, presidente da CVB, sublinhou como este tipo de eventos “serve de mote a uma reflexão sobre o contexto da produção de espumantes na Bairrada”.
Para José Pedro Soares “uma região onde é produzido mais de 50% do espumante nacional e onde, se ensaiam e utilizam castas e métodos diferenciados para essa produção, deve reclamar para si um centro de conhecimento, onde todas as instituições e organizações interessadas no futuro do Espumante na Bairrada e no país, em articulação com os agentes económicos privados, possam encontrar respostas para as suas decisões de produção”.

Catarina Cerca

(ler mais na edição em papel ou e-paper)

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