Silveiro

Oliveira do Bairro

Cantares do Silveiro animaram Terceira com música de primeira

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

O Grupo de Cantares do Silveiro efectuou, na penúltima semana, uma digressão à Ilha Terceira – Açores, onde realizou dois espectáculos que marcaram a preparação de uma geminação com o Grupo de Cantares Baga Baga, da freguesia dos Altares, que esteve presente entre nós na última FIACOBA.
A hospitalidade e um bom acolhimento marcaram decididamente todos os dias em que os elementos e acompanhantes do Cantares do Silveiro permaneceram na Ilha.
No horizonte ficou agendado o regresso deste grupo, dentro de um ano, enquanto que o Baga Baga estará, no Verão que se aproxima, na cidade de Águeda, em data a confirmar.

Um povo hospitaleiro

Instalada a comitiva na Pousada da Juventude, localizada no Negrito, freguesia de São Mateus, o programa de animação começou nesse mesmo dia com um almoço em São Mateus, seguido de uma visita ao Monte Brasil e um jantar na Santa Casa da Misericórdia de Altares. Este local foi visitado atentamente pela comitiva, onde Victor Oliveira, actual presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, se inteirou da realidade daquela casa.
Um convívio no café Caneta deu como encerrado o primeiro dia da visita.
Logo após as primeiras horas de convívio com os elementos do grupo anfitrião, os elementos do “Cantares do Silveiro” aperceberam-se que estavam perante um povo em que a hospitalidade é o seu grande lema.
A manhã do dia seguinte, quarta-feira, dia 3, foi aproveitada para um passeio à volta da Ilha, seguido de um almoço na Casa da Galinha, local, onde todos puderam saborear um menu gastronómico de qualidades ímpares, como de resto aconteceu em todos os locais, onde os elementos e acompanhantes do Grupo de Cantares do Silveiro almoçaram e jantaram.

Primeiro espectáculo marcado pelo sucesso

Dois momentos marcaram a digressão, as duas actuações, previamente marcadas na Casa do Povo da Feteira e na Sociedade Filarmónica Sagrado Coração de Jesus, nos Altares.
Na casa do Povo da Feteira, o Grupo de Cantares animou os presentes, que enchiam por completo a sala que suportava mais de 200 pessoas, e que anteriormente tinha servido de palco a uma actuação de um grupo de teatro, inserido no Carnaval da Ilha Terceira.
A actuação dos cantares demorou cerca de 45 minutos e o seu vasto repertório, que teve mesmo direito a dois “encores”, brilhou de forma natural numa ilha em que os grupos de música popular escasseiam. As palmas seguidas ecoavam na salão e os populares comentavam que, há muitos anos, não viam um espectáculo de semelhante qualidade.

Cont.. em breve

O Espírito Santo e as funções

Os elementos da comitiva tiveram a oportunidade de ver as várias obras de arte que constituem dezenas de igrejas e impérios dedicados ao Espírito Santo. Trata-se na verdade de uma ilha em que a população é extremamente religiosa. Na altura da digressão, estava a viver a ilha as funções inseridas nas festas do Espírito Santo, que foram introduzidas em Portugal no séc. XIV, através da pregação dos franciscanos. Razões de ordem diversa como as catástrofes naturais, a vida difícil, o isolamento das ilhas, sem esquecer a prática da benemerência, expressa através da oferta de alimentos, contribuíram para que nos Açores as Festas do Espírito Santo se mantivessem ao longo dos séculos e a sua vitalidade.
A devoção do Espírito Santo foi ainda levada pelos açorianos aos locais da diáspora da emigração.
Com o decorrer dos tempos, foram introduzidas em cada ilha alterações ao ritual das festividades que decorrem entre os domingos de Páscoa e da Trindade.
Acrescente-se que estas festas são particularmente coloridas e animadas e incluem a cerimónia das “funções”.
A organização das funções, que têm lugar nos sete domingos seguintes aos da Páscoa, esta cerimónia é sorteada anualmente entre as pessoas que fizeram promessas individuais. Cada um dos sete contemplados no sorteio – “os imperadores” – expõem durante uma semana a coroa do Senhor Espírito Santo em sua casa, rezando o terço todas as noites com familiares e amigos.

(18 Abr / 9:57)

Silveiro

União Desportiva Cultural e Recreativa do Silveiro apresentou equipa de ciclismo

Promoção e divulgação da Associação e do Silveiro

Manuel Zappa

Com a designação Litoprint – UDCRS, a direcção da União Desportiva Cultural e Recreativa do Silveiro apresentou a sua equipa de ciclismo para a época de 2002. A aposta na modalidade entra no seu quarto ano consecutivo e o objectivo continua a ser o mesmo. A promoção e divulgação da Associação, do Silveiro e do concelho de Oliveira do Bairro, bem como de todos os patrocinadores que continuam a apoiar uma modalidade em franca expansão e que é única no concelho, são os objectivos.
Desenvolvimento da notícia na edição desta quinta-feira do Jornal da Bairrada

(18 Mar / 17:20)

COMPOSIÇÃO DA EQUIPA

Director Desportivo: Luciano Roque.
Condutores: Luciano Roque, Daniel Filipe e Vítor Santos.
Massagista: Natércia Santiago.
Treinador: Mário Neves.
Preparador físico: Armando Pinto.
Atletas: Armando Pinto, António Silva, Arlindo Santos, Francisco Lopes, Fernando Santos, Francisco, Mário Neves, Nelson Duarte, Paulo Alves, Rui Braga, Vítor Ferreira e Vítor Nunes.
Médico: Dr. Gilberto Rosa.
Médica Nutricionista: Dr.ª Lina Roque.
Gabinete de Marketing: Acorponto.
Mecânico: Paulo Maia.
Relações Públicas: Ivan.

Silveiro

Silveiro

Feira de Artesanato e Velharias
Mais forte do que nunca

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

Com 62 stands e um programa de animação de fazer inveja, aí está a quinta edição da Feira de Artesanato e Velharias do Silveiro, que se realiza nos dias 25 e 26 de Maio. Uma feira, que ano após ano, tem vindo a crescer e agora espera que seja visitada por mais de cinco mil pessoas.
Paulo Martins, responsável pela organização, a propósito referiu, em entrevista ao JB, que “o nosso trabalho tem sido valorizado, pois temos crescido e os elogios dos expositores são uma realidade”.

“Divulgar a nossa terra é importante”

Jornal da Bairrada – Quais são os principais objectivos da Feira de Artesanato e Velharias?
Paulo Martins – Ao criar a Feira de artesanato e Velharias do Silveiro, a UDCRS pretendia, fundamentalmente, duas coisas: uma – a possibilidade de preservar e divulgar o artesanato e algumas “artes” – outra, a realização de uma actividade muito forte a nível cultural. É evidente que, alcançando estes objectivos, estamos a divulgar fortemente a nossa colectividade e a nossa terra, o que também é muito importante.
– Quantas realizações já têm no vosso historial?
– Esta é a quinta edição e pensamos que estamos em condições de referir que os objectivos estão plenamente alcançados. De facto, a feira tem já o gabarito e o prestígio que esperávamos, pois o número de expositores e a sua proveniência levam-nos a concluir exactamente isso. O início de qualquer actividade é sempre difícil, mas, com o empenho, que nós, corpos sociais da UDCRS, temos dedicado a este evento, porque achamos que ele o merece, crescemos gradualmente e estamos satisfeitos com a dimensão que a feira já ostenta.

“A feira foi criada para eles”

– Quantos expositores já estão inscritos?
– Vamos ter 62 stands, num total de 65 expositores. Isto mostra a envergadura da feira, mostra o seu crescimento e, acima de tudo, o que o nosso trabalho tem sido valorizado, pois de ano para ano, temos crescido e os elogios dos expositores são uma realidade, e isso é que é importante, pois a feira foi criada para eles. Este ano, apostámos em deixar de lado as tendas e vamos ter os verdadeiros stands, o que dá melhores condições para quem expõe e a quem visita. Devemos realçar que este evento tem merecido honras de cobertura televisiva. Aconteceu em anos anteriores, e aconteceu este ano, pois na segunda-feira, dia 13 de Maio, estive na SIC, no programa “Às duas por três”, a divulgar a feira.
– A responsabilidade da organização é só da UDCRS?
– A responsabilidade é inteiramente nossa (UDCRS), o que deve ser realçado, pois normalmente as organizações destes eventos são das autarquias. É, de facto, um esforço suplementar, até a nível financeiro, apesar de contarmos com alguns apoios. Os grandes colaboradores são o IPJ e a câmara municipal, para além de muitos patrocinadores.
– O programa de animação também foi pensado?
– Nós sempre pensamos que, como complemento destes eventos, deve existir sempre uma forte vertente cultural que sirva como atractivo para os visitantes. Essa é também a nossa preocupação. Daí que elaborámos um programa cultural, desportivo e recreativo, que é aliciante e muito diversificado. Não descurámos o aspecto humanitário e temos também uma recolha de sangue, organizada pela ADASMA. De referir que a organização do festival de homens estátua e homens lentidão é uma parceria com o Laboratório de Expressão Dramática de Oliveira do Bairro. Temos também a Festa do Espumante e do Leitão que são produtos da nossa região que apesar de bem conhecidos, são sempre um atractivo.
– Quais são as perspectivas em torno do número de visitantes?
– O número de visitantes tem subido de ano para ano. Pensamos que a feira está a atingir os níveis que delineámos. Esperamos ter mais de 5 mil visitantes

Programa

25 de Maio, sábado
14h30 – Abertura da feira
16h00 – 4º Circuito ciclista do Silveiro
16h30 – Jogos tradicionais
22h00 – Magna Tuna (Apocalipsiana – Universidade Técnica de Lisboa)
23h00 – Serenata de Coimbra com o grupo de fados Tertúlia Bairradina

26 de Maio, domingo
15h00 – 3º Festival Nacional de homens estátua e lentidão
17h00 – Grupo Folclórico Santa Cristina do Couto
18h00 – Grupo Folclórico da ACR Vale Domingos
19h00 – Cantadores ao desafio, “Loureiro de Barcelos”
21h00 – Encerramento da feira.

Recolha de sangue, no dia 26 de Maio, das 9h00 às 12h30, na Escola Primária do Silveiro.

Expositores

Câmara Municipal de Oliveira do Bairro; Adelino Aires, Nariz; Amândio Rodrigues, Oliveirinha; José Picuasi, Porto; Maria Rosa Nunes / Maria Conceição Nunes, Ansião; Maria Flor Mendes, Ansião; Maria Flor Mendes, Ansião; Tudo Feito Ká, Ansião; Solsil, Silveiro; José Romano Cruz, Pampilhosa; Grupo Etnográfico da Pampilhosa; Sandra Lourenço, Oliveira do Bairro; António Pereira, Sangalhos; Cremilde Vieira / Lurdes Barros, Nariz; Rancho As Vindimadeiras da Mamarrosa; Otília Ferreira, Mealhada; Alcer, Águeda; Ana Tavares, Sever do Vouga; Felismina Paiva, Sever do Vouga; Olavo Silva, Sangalhos; Hiliodora Pinho, Aguada de Baixo; Carminda Figueiredo, Aveiro; Maria Fátima Costa, Lixa; Nuno Justino, Queluz; Abel Santos, Pombal; Leonor Conceição, Póvoa do Valado; Felicidade Quintal, Aveiro; Fátima Duarte / Filipe Rosário, Silveiro; Manuel Silva, Travassõ; Santa Casa da Misericórdia de Oliveira do Bairro; Câmara Municipal de Espinho; Álvaro Marques, Fermentelos; Altina Marques, Silveiro; Cucamacuca, Valongo; Emanuel Guedes, Lamego; Lalinus, Lamego; Rosa Ascenção, Silveira; Aida Oliveira, Silveira; Atelier de Costura e Bazar, Oliveira do Bairro; Flor do Adro, Oliveira do Bairro; Lanchonete, Oliveira do Bairro; João Silvano, Oliveira do Bairro; Amper, Perrães; João Teixeira, Porto; Alda Pinto, Oliveira do Bairro; Loja Nelson, Nelas; O Canastro, Melgaço; Filomena Emerenciano, Ovar; Carlinda Silva, Oliveira do Bairro; Regina Melo, Miranda do Corvo; Isabel Gomes, Santa Comba Dão; Fernando Sousa, Santa Catarina da Serra; José Maria, Sangalhos; Elmano Lima, Sever do Vouga; Virgílio Silva, Tomar; Joaquim Silva, Ponte de Lima; Maria Rosa, Silveiro; Augusta Ribeiro, Silveiro; Branquinho, Carris; Antero Barros, Nariz, ACR Vale Domingos e CCD, Nariz.

(15 Mai / 12:40)

Silveiro

Silveiro

Feira de Artesanato e Velharias na televisão

A Feira de Artesanato e Velharias do Silveiro teve direito a tempo de antena, no programa “Às duas por três”, da SIC, no dia 13 de Maio, com a presença de Paulo Martins, presidente da direcção da UDCRS, de uma artesã, Anabela Justino, e de dois elementos do Viv’arte (Patrício e Chico).
Paulo Martins falou da feira em geral, do programa que a complementa e da organização; Anabela Justino, artesã de Queluz, falou do seu trabalho como artesã e os elementos do Viv’arte fizeram uma demonstração do que vai ser o festival de homens – estátua e homens – lentidão.
Desta forma, fica demonstrada a projecção e interesse que a feira já desperta, podendo entender-se como de âmbito nacional, o que deve constituir motivo de satisfação para todos quantos trabalham para o êxito deste evento.

…E vai ter programa da Antena 1 transmitido em directo do Silveiro

A Comprovar a grandeza e o interesse da feira está o facto da Antena 1 transmitir um programa em directo do Largo do Barreiro, no Silveiro, no dia 24 de Maio. Este programa é transmitido directamente para a RDP África e RDP Internacional, o que significa que os nossos emigrantes o poderão ouvir em directo.
Mais uma vez, o Silveiro, quer através dos Cantares do Silveiro, quer através da Feira de Artesanato e Velharias, ambos pertencentes à União Desportiva, Cultural e Recreativa do Silveiro, vai estar a ser divulgado por todo o mundo, o que demonstra a qualidade e o reconhecimento do trabalho realizado.
O facto da Antena 1 se deslocar ao Silveiro para fazer um trabalho sobre a Feira de Artesanato e Velharias possibilita que seja feita a divulgação de uma série de instituições do concelho e que sejam divulgadas algumas das potencialidades do Silveiro e do Concelho. Assim, várias instituições, artesãos e agentes culturais vão ter o seu direito de antena, quer durante a manhã, para a antena 1 regional, quer, entre as 14 e as 17 horas, para a Antena 1 nacional.

(20 Mai / 11:27)

Silveiro

Silveiro

Homens estátua encantaram multidão

. Na V Feira de Artesanato e Velharias

Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

O largo do Silveiro foi, no último domingo, dia 27, pequeno para receber as centenas de pessoas que ali ocorreram por dois motivos: para verem a maior mostra de artesanato e velharias do concelho e ainda para verem os homens estátua e os homens lentidão, um espectáculo digno de registo. Tratava-se do terceiro festival nacional de inércia, que a União Desportiva, Recreativa e Cultural do Silveiro organiza, integrado na quinta edição da feira de artesanato e velharias, que se saldou num êxito.
Imóveis, cobertos de base, cal, argila ou de outros materiais, cerca de duas dezenas de pessoas criaram um espectáculo que ninguém quis perder e deixou todos boquiabertos.

Mais desenvolvimento na edição em papel do Jornal da Bairrada

(27 Mai / 11:31)

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