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Anadia: Alunos do 1.º CEB reunidos em assembleia


“Anadia para todos” foi o mote para mais uma sessão da Assembleia dos Alunos, que reuniu, no passado dia 16, no Salão Nobre dos Paços do Município de Anadia, crianças das escolas do 1.º ciclo do ensino básico do concelho.
Organizada pela Câmara Municipal de Anadia, esta 9.ª edição juntou 14 alunos em representação de sete estabelecimentos de ensino, que tiveram oportunidade de partilhar o trabalho realizado pela sua escola em torno de subtemas propostos pela autarquia.
Como habitualmente, as crianças tiveram uma manhã ocupada com atividades realizadas na Biblioteca Municipal de Anadia, ficando reservada para a tarde, após o almoço no Centro Escolar de Arcos, a reunião da assembleia.
Após os cumprimentos de boas-vindas, a reunião arrancou com a exposição a cargo dos alunos do Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho, que se centraram em questões relacionadas com a toponímia. A valentia e os feitos do soldado anadiense Manuel Ribeiro, no Bailundo, no início do século XX, foram relatados pela EB 1 de V.N. Monsarros, enquanto a EB 1 de Tamengos dedicou a sua atenção à história das Termas da Curia. Seguiu-se o Centro Escolar de Sangalhos, que traçou a biografia de José Cid, revelando momentos marcantes da sua vida pessoal e da sua carreira. As EB1 da Poutena e de Aguim optaram por explicar os topónimos das respetivas localidades, recordando tradições e factos históricos associados. Por fim, o Colégio Nossa Senhora da Assunção, de Famalicão, apresentou o estudo que dedicou às Termas da Curia e às Termas de Vale da Mó, e fechou com uma canção sobre Anadia.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso, e os representantes do Agrupamento de Escolas de Anadia e do Colégio de Nossa Senhora da Assunção, Jorge Humberto e Idalina Faneca, elogiaram o trabalho realizado pelas sete escolas, agradecendo a partilha do saber e o empenho posto na realização dos trabalhos.

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Anadia – “O ciclismo vai à Escola: Sucesso pode ditar continuidade do projeto


 

O projeto arrancou no início deste ano letivo (setembro de 2015) e está a revelar-se um sucesso. Designado por “O ciclismo vai à escola”, o projeto que está a ser desenvolvido pelo Clube de Ciclismo da Bairrada (CCB) termina no próximo mês de maio, com uma ação que vai envolver cerca de 770 alunos do 1.º CEB, no Velódromo.
“O ciclismo vai à escola” está a poucos dias da passagem pela última escola do 1.º CEB do concelho de Anadia, mas ainda que termine em maio próximo, tem tudo para continuar no próximo ano letivo, ainda que com alguns ajustes, tal a adesão e empenho registados.
O projeto, inédito no país, foi apresentado pelo CCB à Câmara Municipal que, de imediato, se mostrou recetiva ao seu desenvolvimento. Tendo como parceiros o Agrupamento de Escolas de Anadia e a Federação Portuguesa de Ciclismo, esta iniciativa tem-se revelado merecedora dos maiores aplausos.
O projeto visa sensibilizar os mais pequenos para o hábito de andar de bicicleta, uso do capacete, posicionamento correto das mãos no guiador, estimulando ainda os hábitos da prática desportiva, do ponto de vista do recreio e lazer.
Henrique Queiroz, treinador do CCB, que é presidido pelo ciclista Nelson Oliveira, foi um dos mentores desta iniciativa. Juntamente com André Nunes, diretor desportivo, tem conseguido motivar os mais pequenos para o uso da bicicleta. Por isso, mostra-se muito satisfeito com a forma como tem decorrido o projeto.
“Se estamos numa região que ama o ciclismo, que respira ciclismo e onde o setor das duas rodas tem tanta importância, acho que a todas as nossas crianças deve ser proporcionada esta experiência, de aprenderem a andar de bicicleta”, não numa vertente competitiva ou de captação de novos ciclistas, mas na vertente do recreio e lazer, ao mesmo tempo que alerta os mais pequenos para aspetos fundamentais da segurança, do uso do capacete e para algumas regras para andar em segurança na estrada.
“O nosso objetivo nunca foi cativar jovens ciclistas para o clube. Nem sequer é exequível. O clube jamais poderia ter cem miúdos, por uma questão de logística e na estrutura da equipa”, explica Henrique Queiroz que admite ser esta uma “experiência piloto” que o CCB gostaria de alargar aos restantes concelhos da Bairrada.
Sobre o desenvolvimento desta iniciativa em Anadia relembra que “todas as segundas-feiras vamos da parte da manhã a uma escola e à tarde a outra. Foi assim durante os últimos meses, por forma a conseguir ir uma vez a cada escola”, explica, lamentando não ter sido possível visitar as escolas mais vezes: “os alunos e professores gostariam que esta iniciativa decorresse mais vezes, durante o ano.” Por isso, fala numa receção fantástica e que todos adoram: “até os pais chegam a ir tirar fotografias”.
As três dezenas de bicicletas (seis das quais com rodinhas de apoio) fazem um sucesso enorme nos recreios das escolas: “dá-nos um enorme gozo ver a alegria e satisfação das crianças quando pegam numa bicicleta”, sublinha.

Segue-se “A Escola vai ao Velódromo”. O projeto termina no final de maio com uma iniciativa também inédita. “A Escola vai ao Velódromo”. Será um dia inteiro em que 385 crianças da parte da manhã e outras tantas à tarde vão conhecer o Velódromo, podendo os alunos do 4.º ano experimentar a pista olímpica. Neste dia, vão decorrer iniciativas várias em torno do Velódromo: gincanas, palestras, visita guiadas.

Reações positivas. Jorge Humberto Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas de Anadia, mostrou-se muito satisfeito com o projeto que fomenta o uso da bicicleta, sensibilizando todos os alunos para a segurança rodoviária, mas também para a manutenção e conservação das bicicletas. Por outro lado, reconhece o longo caminho ainda a percorrer nesta área, seja ao nível da segurança rodoviária, seja na disponibilização de mais ciclovias. Um projeto que, a seu ver, deve continuar pela grande adesão e recetividade, mas que pode ser melhorado.
Também a edil anadiense Teresa Cardoso se refere ao projeto como “uma aposta na promoção, junto dos mais novos, da modalidade e da atividade física e, ao mesmo tempo, da utilização da bicicleta enquanto meio de transporte amigo do ambiente”. Por isso, defende que a parceria com o CCB, com o Agrupamento de Escolas e Federação Portuguesa de Ciclismo, irá contribuir para fortalecer a tradição do ciclismo no concelho e na região, bem como ensinar as crianças a pedalar com maior segurança e destreza, e criar novos entusiastas da modalidade.
“Das escolas e dos participantes, temos recebido um retorno muito positivo, sabendo que as crianças têm participado, com grande alegria e empenho, nas atividades propostas no âmbito do projeto”, conclui.
Catarina Cerca

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Anadia: Câmara Municipal cede instalações à EB e Secundária para a prática de Educação Física


A nova Escola Básica e Secundária de Anadia vai poder utilizar equipamentos do complexo desportivo municipal para as aulas de Educação Física, durante este ano letivo.
Aberto em setembro último, este equipamento escolar, orçado em mais de 15 milhões de euros, afinal tem falta de instalações para a prática de educação física, em dias de chuva.
Segundo revelou Teresa Cardoso, em dias de chuva, das sete turmas com Educação Física em simultâneo, existe apenas equipamento coberto (um pavilhão e um ginásio) para que quatro possam praticar desporto, correndo o risco de três turmas ficarem sem aulas.
Na última reunião de executivo, a edil Teresa Cardoso avançou que, após várias reuniões, aquela escola vai poder usar as piscinas municipais (duas vezes por semana, para os alunos do ensino secundário), campo sintético de 7 e os courts de ténis para a generalidade das turmas.
Com uma utilização mais restrita fica o campo sintético de 11 e o pavilhão dos desportos, que só será aberto para situações pontuais, tipo uma festa desportiva que envolva toda a escola.
“Depois de instalados, os professores de educação física insistiram num complemento à prática de educação física nas nossas instalações”, disse, avançando que se “criou a ideia de que iriam usufruir na íntegra de todas as instalações desportivas no complexo desportivo”, explicando também que “inicialmente essa situação esteve na base da discussão aquando da construção da escola com a Parque Escolar mas, até hoje, nada foi protocolado ou assinado e aquando das negociações o ex-edil Litério Marques sempre insistiu para que a escola tivesse autonomia nos seus espaços desportivos”.
Certo é que a Escola Básica e Secundária não pode utilizar todas as infraestruturas a seu belo prazer, logo “tem de haver equilíbrio e bom senso”, avançou a edil, destacando que a “câmara municipal terá custos acrescidos com a manutenção e desgaste dos vários equipamentos, assim como a afetação de mais recursos humanos para aqueles espaços”.
Na ocasião, a vereadora do PSD Lígia Seabra entendeu que o acordado com a escola poderia ir mais longe porque a proposta da câmara fica “aquém das necessidades da escola para a prática de educação física”.

Catarina Cerca

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Anadia: Escolas desativadas na mão das juntas e das associações


Oito escolas básicas do 1.º ciclo e um jardim de infância já desativados foram entregues pela Câmara Municipal de Anadia às juntas de freguesia e associações locais. Foi com o objetivo de dar uma nova vida a diversos edifícios escolares devolutos que a Câmara Municipal de Anadia procedeu à assinatura, com juntas de freguesia e associações do concelho, de diversos protocolos de cedência, em cerimónia que teve lugar no passado dia 13 de outubro, pelas 18h, no salão nobre dos Paços do Município.
Os protocolos foram assinados com as Juntas de Freguesia (Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Sangalhos e União das Freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas) e associações destas freguesias que ficarão responsáveis pelos edifícios escolares devolutos, conciliando, desta forma, a garantia de manutenção desses espaços com a sua reutilização para o desenvolvimento de atividades que contribuam para o bem-estar social e cultural da população do concelho.

Regras. Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou aos presentes que a cedência destes espaços foi aprovada por unanimidade no executivo, ainda que esta passagem lhe traga, pessoalmente, “um aperto no coração” por significar que as escolas estão vazias, sem crianças, após a entrada em funcionamento dos novos Centros Escolares, ainda que várias outras escolas igualmente pequenas existentes no concelho se vão manter em funções, como são os casos das escolas básicas existentes em V.N. de Monsarros, Aguim, Tamengos ou Mogofores.
A presidente de câmara reconhece que o empréstimo deste património poderá vir a ajudar as várias associações e coletividades a melhor desempenharem as suas atividades junto das populações. No entanto, deixou bem claro que estes espaços – cedidos por um período de cinco anos (renovável) – terão de ser bem cuidados e tratados pelos novos inquilinos. Ao mesmo tempo, Teresa Cardoso deixou um outro recado, relativo a obras: “obras e investimentos, recomendo calma”, ou seja, a edil explicou que, primeiro, a Câmara Municipal terá de voltar toda a sua atenção para as escolas que ainda continuam abertas e que necessitam de ser preservadas ou de intervenções dotando-as de equipamento, conforto e segurança próximo do que existe nos Centros Escolares.
Só depois, a Câmara poderá olhar para estas escolas agora entregues às associações. “Faremos o possível para vos apoiar, não nos desresponsabilizamos, mas o que for feito, será de forma gradual e faseada”. Por outro lado, defendeu que, em primeiro lugar, será necessário que as associações façam uma adaptação aos espaços, melhorando-os, ainda que qualquer intervenção que implique alteração aos espaços tenha de ser solicitada à Câmara Municipal e nunca desvirtuando os espaços.

Cedências. Jardim de infância do Pereiro – Associação de Caça e Pesca do Pereiro; EB1 Pereiro – Associação Desportiva e Cultural do Pereiro; EB1 Avelãs de Caminho – JF Avelãs de Caminho; EB1 Avelãs de Cima e EB1 da Cerca – JF Avelãs de Cima; EB1 Cruzeiro (Sangalhos) – ADASFES e Agrupamento de Escuteiros 681 de Sangalhos; EB1 Pista (Sangalhos) – Sangalhos Desporto Clube; EB1 da Fogueira – Grupo Coral Óasis; EB1 de Paredes do Bairro (2 edifícios) – Associação Desportiva de Paredes do Bairro, Grupo Folclórico e Cultural de Paredes do Bairro e Grupo Motard Ligeirinhos do Asfalto.

Catarina Cerca

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Corrida coloriu Anadia com 1500 alunos


Cor, muita alegria e boa disposição. É este o balanço a fazer da 2.ª edição da Corrida Colorir Anadia que saiu às ruas da cidade, na passada sexta-feira, dia 9 de outubro. E se a primeira edição já tinha sido bastante participada (cerca de 950 alunos), esta segunda edição ultrapassou todas as melhores previsões.
Um verdadeiro arco-íris com 1500 alunos do 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário das escolas do concelho (Agrupamento de Escolas de Anadia, Escola Profissional de Anadia – VITI, Colégio Salesiano de Mogofores e Colégio de Nossa Senhora da Assunção – Famalicão) deu um colorido diferente à cidade, percorrendo uma distância de 5.200 metros entre a Praça Visconde de Seabra e o Vale Santo, onde o evento terminou em grande apoteose.
A iniciativa visava fomentar o convívio entre os elementos da comunidade educativa do concelho e promover hábitos de vida saudáveis através de uma corrida cheia de alegria, boa disposição e cor, que foram contagiantes a todos os que assistiram nas várias ruas à passagem dos alunos.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso mostrou-se bastante agradada com a moldura humana que enchia por completo a Praça Visconde de Seabra, local onde teve início a corrida. “É notório o maior envolvimento por parte dos estabelecimentos de ensino”, avançou, dando conta de que “se trata de uma iniciativa que ganhou vida, corpo e cresceu.”
Ao longo do percurso, cinco pontos coloridos davam um “banho de cor” aos jovens, mas era no Vale Santo que estava reservada a maior animação desta tarde, brindada pelo sol e pelo calor. Muita música, zumba e no final um grande banho de pó de arroz com corante alimentar (idealizado pela VITI) davam por encerrada a edição deste ano.
As muitas fotografias e vídeos da iniciativa já partilhados nas redes sociais mostram o convívio entre alunos, professores e funcionários das escolas, muitos dos quais entraram na brincadeira da cor, numa tarde de partilha e convívio, de respeito mútuo e respeito pelos vários estabelecimentos de ensino.
Para a autarca Teresa Cardoso esta é uma iniciativa a manter no início do ano letivo, altura em que as escolas e alunos têm mais disponibilidade, aproveitando ainda os últimos dias de calor e temperaturas amenas que o outono vai proporcionando.
Para o evento, inserido no Projeto Sentir Anadia, a autarquia anadiense assegurou o transporte aos alunos de Vilarinho do Bairro e do Colégio de Mogofores. Os de Famalicão e de Anadia deslocaram-se a pé para o centro da cidade. Estiveram também envolvidos nesta tarde mais de uma dúzia de colaboradores da autarquia: pessoal afeto às piscinas e pessoal de limpeza, tendo a autarquia contado ainda com a colaboração da GNR de Anadia/Escola Segura e dos Bombeiros Voluntários de Anadia.
Catarina Cerca

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Anadia: Câmara Municipal paga manuais escolares do 1.º CEB


A Câmara Municipal de Anadia aprovou, na reunião de 30 de setembro, a assunção, no ano letivo 2015-2016, das despesas associadas à aquisição dos livros escolares destinados aos alunos do 1.º ciclo do ensino básico (1.º CEB), enquadrados nos escalões A e B da ação social escolar (ASE).
Trata-se de um aumento dos valores dos apoios legalmente previstos em matéria de comparticipação destas despesas, e que, no caso dos alunos do escalão A, implica o pagamento, pela autarquia, da totalidade dos custos associados aos manuais, enquanto, para o escalão B, a comparticipação será de 50%.
A ASE traduz-se na implementação de apoios socioeducativos e económicos que abrangem, entre outros aspetos, a aquisição de livros e de material escolar, bem como o fornecimento de refeições. São contemplados com estes apoios os agregados familiares cujos rendimentos os enquadrem nos escalões A ou B, aos quais correspondem comparticipações de 100% e de 50%, respetivamente.
No entanto, o despacho que regula estes apoios não contempla o valor total das despesas, designadamente no que respeita à aquisição dos manuais escolares, dificultando as condições de acesso à educação das crianças provenientes de agregados mais desfavorecidos. Assim, e no sentido de auxiliar as famílias do concelho com menores rendimentos, a Câmara Municipal de Anadia deliberou aumentar os valores previstos por lei para cada escalão, tendo em consideração os custos associados aos manuais adotados em cada ano letivo.
Com esta decisão, a Câmara Municipal de Anadia aumenta em 100 por cento os valores previstos nas tabelas do despacho de 2015 da ASE para a aquisição de materiais escolares. Para a autarquia está em causa o reforço de apoios que promovam a igualdade de oportunidades no acesso universal à escola e no combate às diversas formas de exclusão social e escolar, criando condições para a realização de aprendizagens por parte de todos os alunos, construindo uma escola mais inclusiva.

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Anadia: Corrida Colorir Anadia promove estilo de vida saudável


A edição deste ano da Corrida Colorir Anadia sai para a rua no próximo dia 9 de outubro (sexta-feira), pelas 14h.
A corrida, que terá uma distância de 5.200 metros, destina-se exclusivamente a alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário das escolas do concelho (Agrupamento de Escolas de Anadia, Escola Profissional de Anadia – VITI, Colégio Salesiano de Mogofores e Colégio de Nossa Senhora da Assunção).
A iniciativa visa fomentar o convívio entre os elementos da comunidade educativa do concelho e promover hábitos de vida saudáveis através de uma corrida cheia de alegria, boa disposição e cor.
Todos os alunos devem entregar na escola, ao professor responsável, a ficha de inscrição-autorização preenchida e assinada pelo encarregado de educação.

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Executivo de Anadia aumenta de 10 para 25 as bolsas ao ensino superior


São 25 as bolsas de estudo ao ensino superior que a Câmara Municipal de Anadia vai disponibilizar no novo ano letivo que agora começa. Depois de no ano anterior ter disponibilizado 10 bolsas de estudo, este ano o executivo de Teresa Cardoso aumentou para 25 as bolsas a atribuir.
Agora, decorre até ao próximo dia 30 de outubro, o prazo de candidatura às 25 bolsas de estudo.
Na última reunião de executivo esta proposta foi aprovada por unanimidade, ainda que os vereadores do PSD tenham tecido algumas críticas.
Segundo a edil, atendendo às dificuldades económicas que afetam alguns agregados familiares e que podem constituir obstáculos ao prosseguimento de estudos, a atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior destina-se a colaborar ou proporcionar o acesso e a frequência do ensino superior a jovens residentes no concelho cujas possibilidades financeiras sejam insuficientes. Por outro lado, o apoio poderá constituir um incentivo à frequência e concretização do percurso universitário de alguns jovens do concelho.
Para o PSD a medida é desgarrada e desligada de uma estratégia global de juventude. No total, são 25 mil euros (a cada bolsa correspondem mil euros) que os vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, não deixam criticar, já que defendem a realização de um estudo para justificar os objetivos e público-alvo. Por isso, consideram a medida “desgarrada e desligada de uma estratégia global de juventude, pois não existe um Plano Municipal de Juventude”.
Os vereadores sociais-democratas dizem que “não deixa de ser caricato que o Conselho Municipal de Juventude, recentemente instalado, nem sequer tenha sido ouvido sobre esta matéria”, e que atendendo ao período de dificuldades que as famílias atravessam, o número de bolsas proposto “fica muito aquém de vir a colmatar as situações dos agregados familiares que, certamente continuam a necessitar de ajuda”.
A terminar, ambos concluem que “a maioria continua a não apostar no verdadeiro apoio à juventude, privilegiando gastos em festas”, assim como o executivo deveria estar centrado no melhor retorno desta ajuda, ou seja, “terem estes jovens (como outros) oportunidades de trabalho no concelho”.
“Se nada se fizer, estes jovens que iremos apoiar, quando terminarem os seus cursos, vão estar a trabalhar para outros concelhos, os que têm desenvolvimento económico, eventualmente alguns concelhos vizinhos.
No ano passado, candidataram-se a esta ajuda 48 jovens do concelho.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.

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VITI: Limitação de espaço é a maior dor de cabeça num tipo de ensino cada vez mais procurado


Entrevista a Adriano Aires, diretor da Escola Profissional de Anadia, a propósito do início do novo ano letivo.

Qual o projeto educativo da VITI para 2015/16?
O nosso projeto educativo assenta num aspeto fundamental: encontrar a sustentabilidade para os jovens – no aspeto económico, social, humano e de cidadania – numa articulação perfeita com a sociedade e com o tecido económico. O aluno está no centro das nossas atenções.

O ensino profissional é hoje mais procurado pelos alunos, deixando de ser visto como um tipo de ensino menos exigente, um ensino menor?
O ensino profissional já não é um ensino estigmatizado. Hoje, um aluno com um curso profissional tem mais empregabilidade do que um licenciado. Há mais desemprego ao nível da formação superior do que da formação intermédia.
Este ensino tem apenas 24 anos e tem crescido, em termos de infraestruturas, equipamentos e qualidade.
Por outro lado, sabemos que há muitos alunos que procuram este ensino em busca do subsídio. Só quem está no sistema se apercebe da miséria social. Às vezes o dinheiro que o aluno recebe do subsídio vai servir para pagar a água, a luz e o gás da casa. Falamos de cerca de 90 euros por mês.

Como qualifica este ensino?
É uma das peças importantes da construção da sociedade. Por outro lado, são normalmente estruturas pequenas onde os problemas são mais individualizados, os casos podem ser melhor acompanhados. É possível fazer planos individuais de trabalho.

Quantos alunos terá a VITI no novo ano que agora começa? Distribuídos por quantas turmas?
Vamos arrancar com 340 alunos, distribuídos por 13 turmas.

Qual o curso mais procurado?
Os cursos ligados à restauração são os mais procurados, quer por alunos quer pelo tecido empresarial.

Qual o curso com menos adesão e quais as razões?
O curso de Viticultura e Enologia é o menos procurado: por ser da área agrícola; por ser um curso em que a formação em contexto de trabalho é feita na produção; por ser muito difícil – química, física, química analítica, matemática, biologia, apesar de ser o curso com maior abrangência para prossecução de estudos.

Há mercado de trabalho para os formandos que acabam os cursos? Qual a vossa taxa de empregabilidade?
A nossa taxa de empregabilidade está no ranking mais elevado do país. No final da formação, cerca de 50% dos nossos alunos têm emprego. Depois, 25% seguem para o ensino superior.
Que avaliação faz do corpo docente da escola?
É um corpo docente jovem, com 25 docentes, motivado e estável. Somos muito conservadores ao nível dos cursos e das pessoas. Cada vez somos mais procurados por professores com elevadas graduações.

Qual é o ponto fraco e o forte da VITI?
O fraco, claramente a falta de espaço para instalações. Era espectável que pudéssemos crescer e não podemos por falta de espaço. É público que fizemos diligências no sentido de virmos a ocupar o Ciclo, que vai ficar desocupado.
Os pontos fortes são a relação do professor com o aluno e com os pais do aluno e a relação com a sociedade.
Catarina Cerca

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Autarquia dá boas-vindas à comunidade educativa do Agrupamento de Escolas


A comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro (AEOB), constituída por professores, pessoal não docente e associações de pais, foi presenteada pela Câmara Municipal com uma receção de boas-vindas, que teve lugar, na passada sexta-feira, dia 4, no Quartel das Artes (QA) Dr. Alípio Sol.
Da cerimónia, que praticamente lotou o auditório do QA, fez parte uma apresentação do AEOB e das suas atividades, efetuada por Júlia Gradeço, diretora do Agrupamento, que dirigiu uma palavra especial de boas-vindas aos cerca de 40 professores que vêm pela primeira vez lecionar no concelho.
Júlia Gradeço pediu aos 190 docentes do agrupamento – para um total de 2044 alunos – para se “dedicarem de corpo e alma aos seus alunos”, colocando a tónica na parte afetiva da relação com os jovens: “os nossos alunos têm que ser tratados como nós queremos que sejam tratados os nossos filhos”.
Sendo Oliveira do Bairro um dos municípios pioneiros na delegação de competências na área da educação, Júlia Gradeço quis tranquilizar os professores, assegurando que “a Câmara Municipal não intervém na parte pedagógica”. “Tudo o que é pedagógico é da responsabilidade da diretora”, afirmou categoricamente a responsável do AEOB.
Já Joaquim Almeida, professor e também dirigente do Agrupamento, apresentou de seguida os suportes de comunicação e as principais atividades do AEOB, destacando o projeto da Escola Secundária de Oliveira do Bairro TBox, vencedor de vários prémios na área da ciência e empreendedorismo.

Exemplo. Depois de uma intervenção de José Duarte, que colaborou com a autarquia no âmbito do Programa RAMPA (Regime de Apoio aos Municípios para a Acessibilidade – 2.ª geração dos Programas de Promoção da Acessibilidade), em que salientou a importância da acessibilidade e da mobilidade para todas as pessoas, foi a vez do presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro usar da palavra. Mário João Oliveira deu também as boas-vindas a todo o pessoal docente, não docente e associações de pais presentes, desejando as maiores felicidades no decurso das suas atividades. Aos professores, em especial, pediu para que “educassem pelo exemplo”, disponibilizando a autarquia para toda a colaboração necessária.
De seguida, o líder da autarquia relembrou a “aposta muito significativa na área da Educação” que tem sido feita no concelho e que este ano letivo se vai traduzir, de forma mais visível, na abertura do Polo Escolar da Mamarrosa e na utilização das novas instalações da Escola Básica Dr. Acácio de Azevedo. “Temos consciência que não está tudo feito e que temos ainda obras para fazer, nomeadamente na Escola Básica Dr. Fernando Peixinho, em Oiã, e na Escola Secundária de Oliveira do Bairro (ESOB), mas posso garantir-vos que a aposta na Educação e na Formação é para continuar”, assegurou. Relembre-se que com a delegação de competências na área da educação, a autarquia passa agora a poder gerir e intervencionar as infraestruturas da ESOB.
A abrir e a encerrar a sessão, que terminou com um lanche na cafetaria do QA, esteve a Fanfarra Káustica, um projeto musical de “punk filarmónico”, que animou os presentes com a sua boa disposição e qualidade musical. A ocasião foi ainda aproveitada para distribuir por todos os presentes a Agenda para o ano letivo 2015/16, a já habitual publicação anual da autarquia com informações úteis sobre o concelho.

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