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Cientistas russos apresentam plano da 1ª expedição a Marte

A Rússia apresentou um esboço da futura primeira expedição internacional ao planeta Marte, que poderá revolucionar o conhecimento científico e responder a incógnitas sobre a origem da vida e do Universo.
Vitali Simionov, director do Centro de Investigações “Keldish” e director do programa “Marte XXI”, explicou que o projecto terá um custo mínimo de 20 mil milhões de dólares (20,5 mil milhões de euros) e representa o desafio científico mais importante do século XXI.
Neste projecto, estão envolvidos cientistas da Rússia, Estados Unidos, Europa, Canadá e Japão.
“Pela sua magnitude e complexidade, a viagem a Marte é possível unicamente com a colaboração de todo o potencial tecnológico, científico e económico da comunidade internacional”, sublinhou Simionov numa conferência de imprensa.
Simionov revelou que, desde 1999, está em curso uma comissão dedicada à expedição a Marte integrada por oito representantes da agência aeroespacial russa “Rosaviakosmos”, oito delegados da NASA e cinco da Agência Aeroespacial Europeia.
O cientista explicou que a comissão aprovou a maioria das propostas expostas pelos centros de investigação russos, que desde há muitos anos trabalham na preparação desta odisseia que abrirá as portas às viagens interplanetárias.
Ao explicar os pontos chave do projecto, Simionov disse que a viagem durará quase 500 dias, realizar-se-á em duas naves espaciais e a expedição será integrada por seis astronautas.
As naves, uma de carga e outra tripulada, deverão reunir- se no espaço com a mesma tecnologia com que se constrói actualmente a Estação Espacial Internacional (EEI).
De acordo com o projecto, quando estas naves se aproximarem de Marte, três dos astronautas posarão na superfície marciana, onde permanecerão 30 dias, enquanto os restantes controlarão a expedição em órbita.

Lusa

(5 Jul / 17:19)

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Cientistas russos apresentam plano da 1ª expedição a Marte

A Rússia apresentou um esboço da futura primeira expedição internacional ao planeta Marte, que poderá revolucionar o conhecimento científico e responder a incógnitas sobre a origem da vida e do Universo.
Vitali Simionov, director do Centro de Investigações “Keldish” e director do programa “Marte XXI”, explicou que o projecto terá um custo mínimo de 20 mil milhões de dólares (20,5 mil milhões de euros) e representa o desafio científico mais importante do século XXI.
Neste projecto, estão envolvidos cientistas da Rússia, Estados Unidos, Europa, Canadá e Japão.
“Pela sua magnitude e complexidade, a viagem a Marte é possível unicamente com a colaboração de todo o potencial tecnológico, científico e económico da comunidade internacional”, sublinhou Simionov numa conferência de imprensa.
Simionov revelou que, desde 1999, está em curso uma comissão dedicada à expedição a Marte integrada por oito representantes da agência aeroespacial russa “Rosaviakosmos”, oito delegados da NASA e cinco da Agência Aeroespacial Europeia.
O cientista explicou que a comissão aprovou a maioria das propostas expostas pelos centros de investigação russos, que desde há muitos anos trabalham na preparação desta odisseia que abrirá as portas às viagens interplanetárias.
Ao explicar os pontos chave do projecto, Simionov disse que a viagem durará quase 500 dias, realizar-se-á em duas naves espaciais e a expedição será integrada por seis astronautas.
As naves, uma de carga e outra tripulada, deverão reunir- se no espaço com a mesma tecnologia com que se constrói actualmente a Estação Espacial Internacional (EEI).
De acordo com o projecto, quando estas naves se aproximarem de Marte, três dos astronautas posarão na superfície marciana, onde permanecerão 30 dias, enquanto os restantes controlarão a expedição em órbita.

Lusa

(5 Jul / 17:19)

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