Advogado de profissão, Paulo Costa não jogou à defesa na longa entrevista que concedeu a JB. Abriu o livro e respondeu a vários temas, como a decisão de deixar o futebol. Apesar dos seus 37 anos, diz que tinha capacidade para jogar mais uns anos, mas vários fatores, como “as águas em que o Clube mergulhou”, a perda da mística, das referências e a falta de identidade, levaram o jogador a pendurar as chuteiras, mesmo tendo sido convidado a renovar. O ex-capitão do OBSC diz que perdidas estas e outras coisas, “vão acarretar anos de limbo desportivo até o Clube encontrar um novo rumo, uma nova identidade”, sendo que, na sua opinião, é inevitável que “terá de começar tudo de novo”.
Sobre o futuro, Paulo Costa diz que ser treinador não é algo que o seduza.Uma boa maneira de continuar ligado ao futebol é através da advocacia, pois já presta assessoria jurídica ao agenciamento e mediação de jogadores de futebol.

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