César Pereira, João Balreira. Dois amigos com um projeto comum. Seu nome, Coletivo Nora.
César e João conheceram-se durante o secundário, em Águeda. Foi aí que nasceu este coletivo com nome de engenho hidráulico, que afinal é tão característico daquela cidade.
Os dois amigos sonhavam encontrar na rua um espaço ideal para criações artísticas. E foi no Jardim da Venda Nova, no bairro com o mesmo nome (na Rua Eng. Júlio Portela), que tudo começou. “Fica mesmo no centro da cidade e é dos bairros mais antigos e com mais história em Águeda”, explicam os dois jovens. Há cerca de dois anos, um espaço abandonado e cheio de lixo, entre duas casas, numa das ruas mais carismáticas de Águeda, foi então transformado num jardim. “Esse espaço já teve direito a concertos, paredes pintadas, jogos, namorados e velhos a ler o jornal”, adiantam. Depois deste primeiro projeto, as intervenções do Coletivo Nora tomaram diversas formas, desde pinturas em paredes, colagens em candeeiros e outras instalações espalhadas um pouco por toda a cidade.

Oriana Pataco

oriana@jb.pt

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