Depois de um ano de indefinição nos negócios em alguns espaços comerciais de Bustos, com consequências diretas e indiretas no volume de vendas, face ao encerramento do antigo IPSB, os comerciantes das imediações da escola ainda contam prejuízos. Uns procuraram novos públicos e novas localizações, outros investiram e adaptaram-se a uma nova realidade sem o impacto económico de uma escola que chegou a albergar muito mais do que um milhar de alunos.
É neste clima de incerteza e de, ainda, procura de soluções, que chega a boa nova da reabertura da escola, certo que longe dos mesmos moldes do anos dourados do antigo IPSB, quer em número de alunos (e consequente número de funcionários), quer na limitação dos ciclos de ensino, uma vez que não haverá turmas do secundário.
No entanto, esta solução pela qual se bateu o Executivo Municipal, alimenta algumas esperanças nos comerciantes do Sobreiro, paredes meias com o famigerado estabelecimento de ensino, o qual foi durante anos um excelente motor económico da zona poente do concelho.

É certo que há negócios, que pela sua tipologia e pelos serviços que prestam, não sentiram verdadeiramente uma quebra de atividade ou de volume de vendas, mas numa auscultação feita pelo JB no Sobreiro, junto de oito comerciantes, fica a ideia genérica que só pelo facto da escola funcionar, o movimento de pessoas é outro e, logo, criará mais oportunidades de levar clientes às diferentes lojas.

Leia a reportagem completa na edição de 9 de agosto 2018 do Jornal da Bairrada