Os munícipes de Anadia podem, desde o passado dia 1 de agosto, apresentar as suas propostas ao Orçamento Participativo do Município de Anadia (OPMA) para o ano de 2019. O período de apresentação vai decorrer até 15 de setembro.
O OPMA está dotado de uma verba global de 250 mil euros para financiar os projetos mais votados pelos munícipes, sendo que o limite máximo de cada projeto apresentado para votação não poderá ultrapassar os 50 mil euros. As propostas podem ser apresentadas por munícipes, com idade igual ou superior a 16 anos.
Para esta primeira edição, não foi definida uma área em concreto, pelo que as propostas a apresentar, sejam de natureza material ou imaterial, poderão enquadrar-se em todas as áreas de atribuição do Município.
O processo de participação implica um registo e o preenchimento de formulário próprio, disponível numa plataforma eletrónica específica disponibilizada para o efeito pelo Município de Anadia, denominada “anadiaparticipa.pt”.
Os proponentes que tenham mais dificuldades em submeter as respetivas propostas, poderão recorrer aos serviços municipais na Biblioteca Municipal ou no Curia Tecnoparque que prestarão o respetivo apoio para a submissão das propostas na plataforma “anadiaparticipa.pt”.
Com o intuito de sensibilizar a população para a importância deste processo participativo, assim como explicar os procedimentos necessários para a apresentação de propostas, o Município de Anadia realizou, na última segunda-feira, dia 5 de agosto, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, uma sessão de esclarecimento. Estão ainda previstas outras sessões de esclarecimento, a realizar nas diversas freguesias, em datas a anunciar oportunamente.
O OPMA visa promover a participação da população nas decisões estratégicas do município e na gestão de parte dos recursos públicos disponíveis, adequando as políticas públicas municipais às necessidades e expetativas das pessoas. Esta “nova” ferramenta permite que a população possa eleger os projetos de acordo com os seus interesses e necessidades diretas, procurando granjear uma governação mais próxima, centrada nas pessoas e nos seus problemas.