O Cineteatro Messias assinalou o 70.º aniversário com um programa de luxo. Para marcar a efeméride, o passado fim de semana foi preenchido com espetáculos de grande nível e uma exposição que conta a história deste emblemático espaço.
Logo a abrir, na sexta-feira, António Raminhos, que em 2019 esgotou duas sessões no Messias, regressou com o seu novo espetáculo de stand-up: “O sentido das Coisas…e isso”, uma viagem entre o humor e a busca da resposta à dúvida “porque é que estamos aqui…”. O espetáculo de sexta-feira esgotou rapidamente, obrigando a uma segunda sessão, na tarde de sábado. Nesse mesmo dia, à semelhança do que acontece com a programação durante todo o ano, que procura ser uma simbiose de propostas locais e nacionais, o palco foi dado a artistas e coletividades do concelho, com o espetáculo “70 anos do Messias”, que contou com música, dança e teatro. Foi um espetáculo de entrada gratuita, com apresentação do reputado “senhor da televisão” Eládio Clímaco.
Antes do espetáculo de sábado, assinalou-se o aniversário, com bolo e espumante, dando assim o mote para a inauguração de uma exposição no âmbito dos 70 anos do Cineteatro. A mostra procura retratar este percurso, designadamente os seus protagonistas, as suas histórias, memórias e momentos, através de fotografias, notícias de jornais, depoimentos e até com exibição de material antigo desta casa de espetáculos.
No domingo, a proposta foi de teatro e comédia. O Messias convidou a população a rir – e muito – com a revista à portuguesa “Quero ir pra ilha”, que comemora os 50 anos de carreira do ator Carlos Areias. Mais uma vez, um espetáculo de entrada gratuita.
Para os próximos meses, estão reservados espetáculos com grandes nomes do panorama nacional da música, e não só. José Cid (e Mário Mata), Paulo de Carvalho, Rui Massena, Fernando Mendes e Black Mamba são algumas das apostas.

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