No dia em que passaram 100 anos sobre a criação da Freguesia de Bustos, a 18 de Fevereiro, as forças vivas locais juntaram-se para celebrar o centenário. Houve poesia e fotografias, honrou-se o passado, falou-se do presente e das preocupações do futuro.
Por entre recitais e flores das crianças das escolas e discursos e apelos para os desafios vindouros, a sessão solene evocativa da data ficou rodeada de fotografias e memórias do passado e do presente, na sede da agora União de Freguesias, onde os retratos de Jacinto dos Louros e todos os outros que governaram a autarquia até à atualidade, acabariam por testemunhar homenagens e outras manifestações de apreço pelas conquistas locais.
A sessão abriu com momentos de poesia pela voz de alunos do 4.º ano do Polo Escolar de Bustos, juntando-se Ricardo Regalado, e Prazeres Duarte.
Na prosa – logo a seguir – os momentos foram de esperança, mas também de resignação pela inevitável e famigerada reorganização administrativa, que na altura chegou a criar entre a população um sentimento de perda de identidade, o que afinal parece não ter acontecido pelo lado poente do concelho. Assim o disse o vice-presidente da Câmara de Oliveira do Bairro, Jorge Pato, apontando que apesar da reforma administrativa de 2013, que unificou as três freguesias, “jamais os traços distintivos de cada uma se apagarão. Bustos, à semelhança das outras duas, tem um legado histórico que jamais será apagado”.

João Paulo Teles

Leia a reportagem completa na edição de 20 de fevereiro de 2020 do JB