A Câmara de Vagos e o Grupo Cénico Arlequim estão em desacordo quanto à retirada de 18 caixas de material do Museu do Brincar, ocorrida a 11 de dezembro, e quanto ao acesso da associação às instalações do antigo mercado municipal que funcionam simultaneamente como sede e espaço museológico. Em causa estão a titularidade e a guarda de parte do acervo, a legalidade da sua remoção sem autorização prévia e o levantamento de bens que a associação considera sua propriedade. O município alega apropriação indevida de património à sua guarda; a associação afirma ter apenas recolhido bens privados e peças cedidas em comodato, recusando qualquer ilicitude.
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