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Mealhada // Sociedade  

Mata do Bussaco torna-se “laboratório vivo” para universidades da região Centro

A abertura aos investigadores e alunos procura aliar a produção de conhecimento académico e tecnológico à urgência de assegurar uma preservação sustentável da floresta.

A Fundação Mata do Bussaco formalizou uma rede de protocolos de cooperação com instituições de ensino superior da região Centro, designadamente a Universidade de Aveiro, a Universidade Politécnica de Coimbra, em particular Escola Superior Agrária e ISCAC, e o Instituto Superior Miguel Torga.

O objetivo passa por aproximar o ensino superior e a investigação científica da Mata Nacional do Bussaco.

A Mata assume-se, deste modo, como um verdadeiro “laboratório vivo”, abrindo portas para que estudantes, docentes e investigadores possam desenvolver oportunidades de estágios e dissertações, projetos de investigação e outras iniciativas de caráter científico e académico.

As parcerias vão cruzar diferentes áreas do saber: a Biologia e as Ciências Agrárias (UA e Escola Agrária), a Gestão e Economia (IPC e ISCAC) e as Ciências Sociais e da Saúde (ISMT), esta última com particular enfoque em projetos inovadores de bem-estar e contacto com a natureza.

Este ecossistema de parcerias reforça o compromisso comum de criar valor direto para a comunidade académica, por um lado, e para a preservação sustentável da floresta, por outro.

Para Gonçalo Breda Marques, Presidente do Conselho Diretivo da Fundação Mata do Bussaco, “se queremos ser uma referência internacional em matéria de conservação da natureza e turismo de saúde, temos de aplicar as melhores práticas de gestão que existem no mundo. Isso só é possível através de uma estreita proximidade ao meio académico e científico”.