Recortes.pt Leia no Recortes.pt

Arquivo | Destaque

Sanindusa equipa Aldeia Olímpica de Londres

Sanindusa equipa Aldeia Olímpica de Londres

A Sanindusa, indústria de sanitários de Aveiro, vai equipar com 30 mil peças sanitárias a “Aldeia Olímpica de Londres” que irá acolher os 16 mil atletas e dirigentes de 200 países durante os Jogos Olímpicos 2012 de Londres.

A Aldeia é composta por 2818 apartamentos, a uma curta distância do Estádio em East London, e já está a receber as primeiras peças de louça sanitária da Sanindusa.

Os apartamentos depois da competição serão aproveitados para uso residencial, sendo que 1379 serão destinados a habitação social e 1439 a um segmento de maior luxo.

Segundo Elsa Gala, diretora de comunicação da Sanindusa, “foram muitos os requisitos que a empresa portuguesa teve que preencher, por forma a ser considerada uma candidata válida ao fornecimento destes equipamentos”.

“Numa das suas visitas à Sanindusa, a construtora inglesa percebeu que estava perante a fábrica de cerâmica mais moderna da Europa e que estavam reunidos todos os preceitos para a assinatura do contrato que culminaria no fornecimento destes equipamentos”, refere esta responsável.

Recorde-se que a Sanindusa é uma empresa de sucesso reconhecido em Portugal e no estrangeiro, tendo já sido reconhecida com dois prémios internacionais de Design: o DESIGN PLUS (organizado pelo Design Council Alemão) e o GOOD DESIGN (promovido pelo Museu de Chicago Athenaeum).

A Sanindusa, apesar de uma empresa jovem, pode orgulhar-se de ter alcançado em poucos anos um lugar de relevo num sector caracterizado por fortes grupos empresariais.

O seu percurso é valorizado por ser a maior empresa na Península Ibérica com capitais próprios e nacionais, produtora de louça sanitária e produtos complementares.

A marca portuguesa poderá vir a fornecer mais equipamentos na reconversão destes apartamentos.

Posted in Destaque, Região0 Comentários

Mealhada: Concerto Solidário ajuda instituições da região

Mealhada: Concerto Solidário ajuda instituições da região

 

Foi uma noite de emoções fortes a que se viveu no passado dia 27, no Cineteatro Municipal Messias, na Mealhada.
Numa iniciativa da Associação Bairrada Solidária (ABS), teve lugar naquele espaço um concerto solidário com vista à angariação de fundos para aquisição de cadeiras de rodas e camas articuladas para atribuir às várias instituições de solidariedade social existentes na região.

Estrelas em palco. Ao longo de mais de duas horas, subiram ao palco daquele espaço cultural brilhantes interpretações levadas a cabo pela Orquestra do Centro Santo Amaro da APPACDM Anadia, que trouxe uma adaptação, em dois atos, do musical “Música no coração”; por Luísa Amaro que, com a mestria que lhe é conhecida, interpretou alguns dos seus mais belos temas do disco “Mediterrâneos”. A guitarrista, que acompanhou o mestre Carlos Paredes em centenas de concertos, neste espetáculo fez-se acompanhar pelo percussionista Victor Rodrigues e por Gonçalo Lopes, ao clarinete. A última atuação coube ao Coro dos Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, que dispensam igualmente apresentações. Com 30 anos de existência e 700 concertos realizados, este grupo, dirigido pelo maestro Virgílio Caseiro, apresentou alguns temas do seu vasto reportório.
Com ingressos a 12,50 euros, a noite só não foi mais brilhante porque a Assembleia Municipal da Mealhada realizou àquela mesma hora uma sessão, inviabilizando a presença de vários autarcas no evento. No entanto, os atletas de alta competição, António Leitão e Aurora Cunha, sempre empenhados em causas solidárias e amigos de longa data desta associação, não deixaram de estar presentes, dando a cara em mais um sarau solidário.
Por isso, Victor Moniz, presidente da direção da ABS, sublinhou a importância do evento para ajudar a colmatar uma das maiores lacunas da associação – a falta de verba para poderem continuar a ajudar quem mais precisa. No entanto, aquele responsável não deixou de lamentar também a falta de trabalho voluntário ou de pessoas disponíveis para abraçar esta causa. Por isso, desafia os bairradinos a disponibilizarem-se a ajudar esta e outras iniciativas. E, como dar é o lema da Associação, nesta noite de festa, a Santa Casa de Sangalhos e a Associação Desportiva, Cultural e Recreativa de Antes foram contempladas com duas cadeiras de rodas para os seus utentes.
A este propósito, Manuel Gamboa, provedor da Santa Casa de Sangalhos, diria estar muito sensibilizado, já que o donativo vai ajudar um dos muitos idosos necessitados que a instituição apoia. Por seu turno, Luís Macedo, da Associação de Antes, considerou ser de louvar a realização de iniciativas desta natureza.

A alegria de dar. Na oportunidade, Nuno Salgado, presidente da Assembleia Geral da ABS, diria a propósito da solidariedade que este sentimento consiste em “ajudar alguém sem esperar nada em troca”, sendo certo que “a alegria de dar é indiscutivelmente muito superior à de receber”. Por isso, “a solidariedade deve ser o alicerce de todas as soluções globais dos problemas que afligem as nações e o mundo”.
Recorde-se que a Associação Bairrada Solidária nasceu em 2007. No ano transato, esta associação angariou verba suficiente para a aquisição de 17 cadeiras de rodas.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Destaque, Mealhada, Por Terras da Bairrada0 Comentários

Sangalhos: Justa e sentida homenagem a Jorge Rosa

Sangalhos: Justa e sentida homenagem a Jorge Rosa

 

Cerca de sete dezenas de pessoas ligadas ao ciclismo regional e nacional participaram no sentido e justo jantar de homenagem ao sangalhense Jorge Rosa, realizado no último sábado, nas Caves S.João, em São João de Azenha – Sangalhos.
Em ambiente de franca camaradagem, todos os intervenientes teceram rasgados elogios em relação ao caráter do homenageado. Fernando Gradeço, presidente da Assembleia-geral da Associação de Ciclismo de Aveiro (ACA), promotora da iniciativa, sublinhou tratar-se de uma “justíssima homenagem” prestada pela ACA, entidade que Jorge Rosa “serviu desinteressadamente, de forma dedicada e competente por mais de 50 anos, desempenhando funções de Comissário Nacional e de diretor”.
Na oportunidade, Fernando Gradeço desafiou ainda a Junta de Freguesia de Sangalhos a prestar também uma homenagem mais abrangente a Jorge Rosa, não só porque o homenageado esteve ligado a várias instituições na freguesia (foi membro ativo do Sangalhos DC, fundador do Agrupamento de Escuteiros, membro da Comissão da Fábrica da Igreja e da Assembleia de Freguesia, assim como pertenceu à Santa Casa de Sangalhos), mas porque teve igualmente “uma vida exemplar, pois foi um ótimo cidadão, um orgulho para a família”.
Também o médico Augusto Jorge Lacerda teceu rasgados elogios ao grande amigo, por quem nutre “uma amizade e cumplicidade de longa data”, como sublinharia durante a sua intervenção. Aos presentes, recordou o seu percurso no mundo do desporto, tendo sido imprescindível a várias gerações de ciclismo, pelos seus ensinamentos e conselhos. “Foste o comissário que todos nós gostaríamos de ser”, avançou, dando conta de que Jorge Rosa “é dos poucos que muito sabe de ciclismo”, para além de ter sido um “ótimo profissional, um excelente marido e um pai exemplar”. Rui Gradeço, em representação do Sangalhos DC, Henrique Castro, presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Ciclismo e representantes da Junta de Freguesia, foram unânimes nas palavras ao “grande lutador a quem a vida pregou algumas partidas, mas que lutou e dá a todos uma lição de vida”, ao “comissário” e a “um homem de trabalho que espalhou por Portugal competência, saber e valor”.
Apesar da doença (foi vítima de um AVC) que dele se apoderou há cerca de um ano, deixando-o com um elevado grau de dependência, não baixou os braços, lutou, foi suficientemente forte para se encontrar, hoje, em franca recuperação, conquistando pouco a pouco a autonomia e independência perdidas.
No final, Jorge Rosa, emocionado, agradeceu aos presentes dizendo que tudo o que fez, fê-lo desinteressadamente, por amor à camisola. “Dei o melhor de mim, desinteressadamente”, concluiu.
De destacar que, de entre as várias lembranças, todas elas testemunhos de amizade, reconhecimento e gratidão, a camisola amarela que recebeu das mãos do comissário Mário Martinho, colega da ACA, teve um significado especial, pois simboliza como Jorge Rosa é um líder, nunca voltando as costas aos vários desafios que a vida lhe foi colocando, mas também o primeiro a dar-se, de corpo e alma, às várias causas que defendeu.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da Bairrada0 Comentários

Daniel Campelo recebido na Câmara Municipal da Mealhada

Daniel Campelo recebido na Câmara Municipal da Mealhada

A Câmara Municipal da Mealhada recebeu, no dia 31 de janeiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, Daniel Campelo, secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural. A visita do membro do Governo deveu-se a um convite do edil Carlos Cabral que o quis acolher naquela a que chama a “casa da democracia do concelho” e antecedeu a reunião do Conselho de Fundadores da Fundação Mata do Buçaco, na qual participou durante a tarde.
Na presença de vereadores, presidentes de Junta de Freguesia e outras personalidades, como o presidente da Fundação Mata do Buçaco, António Jorge Franco, Carlos Cabral deu as boas-vindas a Daniel Campelo, uma estreia no que respeita a visitas oficiais desta legislatura à Mealhada. O Presidente da Câmara Municipal fez um breve retrato do município, destacando um concelho que “se tem empenhado fortemente no seu desenvolvimento, nunca esquecendo o local onde está inserido” e que “cultiva a boa vizinhança” com outros concelhos, envolvendo-se na comunidade intermunicipal com vista ao crescimento colectivo e ao desenvolvimento sustentável da região.
Adiante, Carlos Cabral passou a falar da “jóia da coroa do concelho”, expressão usada pelo próprio para se referir à Mata Nacional do Buçaco. O autarca abordou o passado da Mata que “esteve num abandono que ultrapassou o limite do que era aceitável”, falou dos esforços em recuperá-la, inclusive da integração da Câmara Municipal na gestão daquela área há dois anos. A criação da Fundação Mata do Buçaco teve um apoio unânime de todas as forças políticas por “sentirem que era fundamental a presença da Câmara na gestão da Mata”, proferiu o edil. “Valeu a pena, vimos evolução!”, frisou Carlos Cabral.
Daniel Campelo aplaudiu o poder autárquico democrático e congratulou o facto da Câmara ter entrado na gestão da Mata. “A floresta não tem partidos, nem ideologias”, salientou o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural que garante que o essencial é a sua preservação. Na sua intervenção, o governante destacou ainda a importância da floresta/ produção florestal como um dos setores que mais exporta em Portugal. “Depois da Galp e da AutoEuropa, o terceiro maior exportador em Portugal é a floresta”, indicou.
O secretário de Estado defendeu que é necessário “envolver mais as autarquias e o Governo na coisa pública através de parcerias para potenciar ao máximo aquilo que cada concelho tem”, sendo a Fundação Mata do Buçaco um exemplo do “caminho alternativo de busca dessa eficácia”. O governante admite que “é propósito do Governo fazer com que a coisa pública seja bem aproveitada a favor do desenvolvimento do país”, assim esta “é a estratégia para o Buçaco e para várias áreas florestais do país”.
Para terminar, o Presidente da Câmara colocou a autarquia mealhadense ao dispor “para todo o trabalho necessário – em conjunto com a Secretaria de Estado – para resolver todo o tipo de problema que possa surgir nesta área”.

Posted in Destaque, Mealhada, Por Terras da Bairrada0 Comentários

DGS divulga série de recomendações para enfrentar o frio

DGS divulga série de recomendações para enfrentar o frio

A Direção Geral de Saúde (DGS) divulgou hoje uma série de recomendações para enfrentar a descida acentuada da temperatura em Portugal continental, que vai ocorrer a partir de sexta-feira.

Depois do anúncio do Instituto de Meteorologia de que os valores das temperaturas vão descer em média seis graus centígrados, a DGS lembra que a exposição ao frio pode ter consequências graves para a saúde.

“Os problemas de saúde mais comuns diretamente associados ao frio são o enregelamento e a hipotermia”, refere a DGS, que para além de recomendações gerais lança ainda avisos para os grupos vulneráveis.

Lembrando que “o frio é também responsável pelo agravamento de doenças, particularmente, cardíacas e respiratórias”, a DGS recomenda que a temperatura da casa deve ser mantida entre os 19 ºC e os 22 ºC.

A DGS pede igualmente que não se utilizem fogareiros a carvão.

De forma a proteger as pessoas sós ou isoladas, a DGS lembra que os familiares, amigos e vizinhos têm um papel importante e pedem que se faça um telefonema ou exista um contacto pelo menos uma vez por dia.

Para aumentar a capacidade de enfrentar o frio, a DGS recomenda uma exposição controlada ao frio, utilizando duches frios inicialmente rápidos, após o banho quente.

Relativamente à alimentação, a DGS aconselha a ingestão de sopas e bebidas quentes, como leite ou chá, e também, se a saúde o permitir, alimentos calóricos como chocolates, azeite, frutos secos.

Entre outras recomendações, a DGS pede que se evite entrar e permanecer em locais fechados e com grande concentração de pessoas, onde se transmitem os vírus, em particular, a gripe e o contacto com outras pessoas doentes.

A DGS sublinha que os grupos mais vulneráveis ao frio são os bebés e pessoas idosas já que são muito suscetíveis e não têm grande perceção das alterações de temperatura, não sentindo muito frio no inverno, tal como não sentem muito calor no verão.

A informação, divulgada na página de Internet da DGS, pede ainda atenção aos avisos das Autoridades de Saúde, do Instituto de Meteorologia e da Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Posted in Águeda, Anadia, Aveiro, Cantanhede, Destaque, Ílhavo, Mealhada, Oliveira do Bairro, Por Terras da Bairrada, Região, Vagos0 Comentários

Misericórdia de Sangalhos preocupada com o futuro

Misericórdia de Sangalhos preocupada com o futuro

 

Embora as contas não estejam completamente fechadas, os resultados operacionais e líquidos do ano de 2011 têm saldo negativo, situação que se irá manter no ano que agora inicia. Daí que, contas feitas, a direção da Santa Casa de Misericórdia de Sangalhos aponte, em 2012, para um défice que poderá rondar os 109 mil euros.
“O ano de 2011 foi muito difícil, mas este ano não será melhor”, reconhece o provedor Manuel Gamboa que explica estar na base desta derrapagem, a falta de recursos financeiros, mas também um agravamento da tesouraria da instituição. “As contas têm saldo negativo, mas os resultados alcançados são muito bons, com todos os compromissos cumpridos e melhoria significativa em todos os aspetos da vida da instituição,” refere.

Muito trabalho feito. “Ao tomarmos conta desta Casa, tínhamos consciência dos muitos problemas e dificuldades que acarretava, mas com o tempo fomos confrontados com situações muito mais preocupantes do que inicialmente fora previsto”, disse, sublinhando ainda o facto dos subsídios acordados com a Segurança Social não estarem a ser atualizados, traduzindo-se numa perda progressiva de recursos financeiros. “O custo médio de um utente de Lar é de 1160 euros/mês, mas a Segurança Social comparticipa apenas em 350 euros”, explica, lamentando ainda a diminuição de donativos: “muito raramente alguma entidade nos contempla com um donativo efetivo”.
Manuel Gamboa refere ainda que a crescente onda de desemprego, os baixos salários e as magras pensões de utentes se refletem na vida do dia a dia da Misericórdia. Uma situação que se agrava ainda mais se tivermos em atenção que só no ano de 2011 as mensalidades em atraso de utentes totalizou mais de 33 mil euros, sendo 26 mil referentes a prestações do Complexo Social da Pessoa Idosa e quase sete mil de mensalidades do Centro de Bem-Estar Infantil.
“Temos situações altamente devedoras, mas não temos coragem de pôr as pessoas na rua. Nesse sentido, temos vindo, na valência de Lar, a pedir uma compensação familiar, mas mesmo assim com resultados pouco palpáveis”, acrescenta.
Paralelamente, dá conta da escalada dos custos fixos (combustíveis, gás, eletricidade, água) que não param de aumentar. Situações que somadas tornam a gestão muito difícil: “esta casa mantem-se de pé graças a um controlo orçamental, financeiro e administrativo muito rigoroso, sem precedentes.”
Por isso, o lema é sobreviver no dia a dia, cumprindo e honrando todos os compromissos: “não temos vencimentos em atraso, nem dívidas a fornecedores”, acrescenta Manuel Gamboa, que destaca o esforço da atual direção (que cumpre o terceiro ano de mandato) na atualização aos vencimentos do pessoal, que estavam muito baixos. “Nos últimos dois anos, os custos com os vencimentos aumentaram 140 mil euros, empregando a instituição presentemente 105 funcionários”, avançou.

Aproximação à comunidade. Com uma nova postura e forma de estar mais próxima da comunidade, a direção da Santa Casa lança um apelo sentido ao espírito solidário da população por forma a que a instituição possa continuar a servir, nestes tempos difíceis, os mais carenciados.
O apelo à comunidade local, aos irmãos, aos particulares e empresas visa tão somente fazer um pedido para que nestes tempos conturbados todos sejam mais generosos e solidários com esta IPSS.
Assim sendo, para fazer face às crescentes dificuldades, foi deliberado, na última assembleia-geral, a atualização das quotas que passam para 12 euros/ano (mínimo), não deixando Manuel Gamboa de destacar o facto de, nos últimos anos, terem entrado algumas dezenas de novos irmãos, fruto do trabalho que vem sendo realizado pela Santa Casa.
Por outro lado, a instituição tem feito uma aposta contínua na melhoria das instalações e na qualidade dos serviços prestados, com destaque para os investimentos recentes realizados na lavandaria, cozinha e aquecimento central do Complexo Social da Pessoa Idosa, na melhora dos serviços administrativos por forma a ter uma gestão moderna e eficiente dos recursos, prosseguindo a política de redução e controle de custos, mas também na requalificação do Centro de Bem-Estar Infantil.

Vários projetos em carteira. Embora o ano de 2012 se preveja igualmente muito difícil e trabalhoso, não deixa de ser ambicioso. Neste ano em que a instituição celebra 80 anos de vida, a direção pretende concluir a vedação do Complexo Social da sede, continuar com as obras de reabilitação do edifício do Centro de Bem-Estar Infantil, instalar um parque infantil anexo ao Infantário, dar seguimento ao anteprojeto para a requalificação das instalações do Lar, que conta já com 22 anos.
A obra, que ascende a um milhão de euros, integra a construção de um novo edifício, com localização junto ao edifício sede e obras de restauro no edifício atual. Em Outubro, no âmbito das comemorações do 80.º aniversário, será levado a cabo um cortejo de oferendas. Um retomar de uma tradição que se pretende uma grande envolvência de toda a comunidade. O programa sobre esta iniciativa será oportunamente anunciado.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da Bairrada0 Comentários

Sangalhos:Associação sangalhense faz trabalho exemplar na recuperação de carrinhas “pão de forma”

Sangalhos:Associação sangalhense faz trabalho exemplar na recuperação de carrinhas “pão de forma”

 

Embora ainda jovem, a Associação dos Carochas e Pão de Forma da Bairrada terá, em 2012, um ano repleto de atividades.
Com um ano de vida (foi oficialmente constituída em 2011) esta associação, com sede em Sangalhos, irá, no decorrer deste ano, inaugurar a sua sede (uma ampla sala cedida pela Junta de Freguesia, nas antigas Escolas Primárias da Fogueira), mas também levar a cabo mais uma edição do seu Festival de Carochas e Pão de Forma.

Uma paixão para toda a vida. A paixão pelos “carochas” e pelos “pão de forma” é, diz-nos Fernando Reis, “uma forma de estar na vida”.
“Temos carochas mas somos acérrimos defensores das carrinhas “pão de forma” que são emblemáticas. São como um membro da nossa família”, avança, dando conta que este gosto começa, em muitos casos, pequenino, vai crescendo, transformando um hobby numa grande paixão. Por isso, fala-nos não de uma associação, mas antes de uma “família” que começou a formar-se há oito anos. “Mais tarde veio a ideia de comprar carrinhas [pão de forma] velhas e começar a restaurá-las”.
Com a particularidade de ser a única associação no país a recuperar carrinhas “pão de forma”, Fernando Reis revela ainda que, ao longo dos últimos anos, a associação foi responsável pelo restauro de várias carrinhas. “Na associação já contabilizamos nove”, acrescenta.
Graças ao trabalho voluntário, ao know-how dos sócios, têm-se transformado e preservado muitas viaturas. “Trabalhamos todos para o bem comum. Fazemos muitas pesquisas e com a experiência adquirida, sempre que recuperamos uma viatura ela fica melhor do que a anterior.”
O trabalho de restauro é moroso e, como qualquer paixão, exige muita dedicação e espírito de sacrifício. Uma carrinha demora, em média, um ano e meio a restaurar. A carolice, o empenho e o gosto fazem com que noites a fio e fins de semana seguidos sejam dedicados ao restauro de viaturas. “Isto é um bichinho que nasce e cresce dentro de nós que contagiámos já as nossas esposas”, diz Fernando Reis, admitindo que hoje, tanto eles como elas se dedicam, de corpo e alma, à preservação dos “pão de forma”.
“É uma sensação única fazer renascer uma carrinha com mais de 40 anos. É como fazer nascer um filho”, diz.
O restauro é total. As viaturas são completamente desmontadas e cuidadosamente inspecionadas. Depois, passo a passo, como quem monta um lego, a viatura volta a ser construída: os trabalhos de mecânica, eletricidade, chaparia, montagem, pintura, acabamentos são cuidadosamente partilhados por todos os associados.
“Não existem dois pão de forma iguais. Cada um é feito à medida e imagem dos proprietários”, avança também Pedro Valente, vice-presidente da associação.
Embora não se possa considerar um hobby acessível a todos os bolsos, são cada vez mais aqueles que se juntam a este movimento. Contudo, os tempos de crise levam a que alguns simpatizantes pensem duas vezes antes de partir para esta aventura: “se tivermos em conta que se pode comprar uma carrinha pão de forma, na internet, por mil ou dois mil euros, o comprador sabe, à partida, que para a tornar num veículo seguro e confortável terá, no seu restauro, que gastar um mínimo entre sete ou oito mil euros, podendo esse valor facilmente chegar aos 15 mil euros”.
Quanto ao material utilizado no restauro, as peças e todo o equipamento necessário são facilmente encomendados na internet: “Não é difícil encontrar as peças. Há uma série de empresas na Europa a fazerem material específico para carros antigos”, revela Fernando Reis, sublinhando que “podemos dizer, com toda a segurança, que se tornam viaturas muito atrativas, seguras e confortáveis, permitindo inclusive a realização de viagens longas”. Mantendo uma condução atenta, desfrutando do prazer de uma viagem num pão de forma, conseguem-se consumos na casa entre os 8 e os 10 litros aos cem. Depois, só é necessário fazer uma vigilância aos níveis do óleo e pneus e não exceder a velocidade recomendada de 80/90 quilómetros/hora.

Festival em junho. O festival, inicialmente com realização anual, faz-se presentemente de dois em dois anos, marcando já a agenda da freguesia de Sangalhos, atraindo inúmeros visitantes de vários pontos do país. Com realização em junho, é um autêntico desfile destas emblemáticas viaturas que marcaram as gerações de 50, 60 e de 70, em todo o mundo.
“Neste momento, estamos a fazer alguns contactos para avançar com um novo encontro”, avançou a JB Fernando Reis, acrescentando que a presente edição, em virtude das dificuldades económicas, poderá sofrer algumas alterações: “como bons bairradinos e anfitriões, oferecíamos aos visitantes um almoço de leitão e espumante, os dois ex-líbris e embaixadores da região. Este ano, a ementa poderá ter de ser alterada por forma a não tornar o evento tão dispendioso”, acrescentou.

Nova sede. Instalados provisoriamente numa garagem em Sá, gentilmente sedida por Armando Castro (ex-autarca da freguesia e amigo da associação), onde levam a cabo a recuperação de algumas viaturas “pão de forma”, preparam-se para inaugurar uma nova sede, na Fogueira, nas antigas Escolas Primárias. “Há uma sala que estava vaga, depois de lhe ter caído o teto, há já algum tempo atrás. Depois de alguns contactos e diligências, com autorização da Junta de Freguesia, procedemos à limpeza e estamos a iniciar a recuperação do espaço por forma a ali instalarmos a nossa sede, mas ao mesmo tempo dando uma nova dinâmica àquele espaço que estava desocupado e a degradar-se.”

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da Bairrada0 Comentários

Anadia: Poluição de regueira foreira contamina Rio Cértima

Anadia: Poluição de regueira foreira contamina Rio Cértima

A rutura numa caixa de saneamento básico terá estado na origem da contaminação de uma regueira foreira que desagua no rio Cértima.
Depois de alertado pelo Jornal da Bairrada, António Floro, autarca de Sangalhos, que se mostrou inicialmente surpreso com a situação, que desconhecia, em colaboração com os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Anadia (SMAS), conseguiu detetar a origem do mau cheiro que se fazia sentir ao longo do caminho do Barroco, em Sá-Sangalhos e junto à Ponte do Moínho Novo.
Depois de uma deslocação, no dia 4, ao local para se inteirar do problema, António Floro e uma equipa dos SMAS fizeram a pé, no dia seguinte, o percurso da regueira foreira e conseguiram detetar a origem do foco poluente – uma caixa de saneamento básico rebentada e subterrada (talvez por descuido, de uma máquina agrícola) que terá causado o entupimento do ramal de saneamento, fazendo com que este transbordasse para a regueira foreira e contaminasse o leito do rio.
“Já detetámos a origem do problema e todas as caixas de saneamento na zona estão a ser revistas. De dentro de uma delas foi retirado um enorme plástico de embalar paletes”, revelou o autarca de Sangalhos, alertando ainda para descuido e facilitismo das pessoas que acabam por ser as responsáveis por estes problemas.
O caminho do Barroco, em terra batida, serve apenas terrenos agrícolas, pinhais e vinhas, entre Sá e Avelãs de Caminho, sendo a Ponte do Moínho Novo que faz a divisão entre as duas freguesias do concelho de Anadia.
Embora esteja próximo do IC/2, poucos são os que por ali circulam, pelo que é impossível determinar há quanto tempo este foco de poluição ali se encontra.

Denúncia. O alerta para esta questão foi comunicado através de uma denúncia ao Jornal da Bairrada, no início da última semana.
O mau cheiro preocupava quem por ali passava, ou por ali tem terrenos de cultivo. Tudo porque a regueira foreira existente ao longo do caminho do Barroco, que desagua no rio Cértima, ainda do lado da freguesia de Sangalhos, estava contaminada. As suas águas turvas e leitosas, com um cheiro nauseabundo, estavam a contaminar as águas do rio Cértima.
Na verdade, quem por ali passa facilmente se apercebe de algo de errado, já que é impossível ficar-se indiferente ao cheiro nauseabundo e à cor leitosa das águas da rigueira que, escondidas pelas silvas ao longo do caminho, desaguam poluídas no leito do Cértima.
No local esteve também a equipa do SEPNA (Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente) do Destacamento da GNR de Anadia, que confirmou a existência de uma caixa de saneamento partida e subterrada, prosseguindo a investigação para apurar responsabilidades.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da Bairrada0 Comentários

Sextas Culturais 2012: OqueStrada ao vivo no Cine-teatro S.Pedro

Sextas Culturais 2012: OqueStrada ao vivo no Cine-teatro S.Pedro

 

As Sextas Culturais 2012 têm o seu espetáculo de abertura com OqueStrada, um projeto que é já uma referência na música portuguesa. O espetáculo é já amanhã, dia 6 de janeiro, às 22h, no Cine-Teatro S. Pedro, em Águeda.
De beat na mão, fado no coração e olhos na alma, os OqueStrada moldaram a sua condição. Andam “a monte” por estradas nacionais e internacionais desde 2002, “namoraram” e conquistaram público por entre romarias, salas de espetáculo e bailes de Verão; foram abençoados por filarmónicas, fadistas e outros; riram, choraram, beberam, cantaram, partilharam sensações e emoções, está na sua hora… OqueStrada não contempla o país: vive-o. OqueStrada não é para turista. Não é lágrima prevista. OqueStrada é outro fado, sentido e magoado, mas também atlético e sempre, mas sempre, vibrante.
Os bilhetes para os concertos das Sextas Culturais 2012 podem ser comprados em diversos postos de venda em Águeda e Aveiro.
Os bilhetes para o espetáculo dos OqueStrada têm o custo de 10 euros no dia do concerto (apenas na bilheteira do Cine-Teatro S. Pedro), (exceto espetáculo da Aurea, 8 euros), mas podem ser adquiridos por 5 euros se pré-comprados até à véspera.
Depois do sucesso das edições realizadas ininterruptamente desde 2007, as Sextas Culturais 2012 confirmam a aposta da Câmara Municipal de Águeda na promoção de espetáculos de elevada qualidade que afirmem o concelho como destino cultural, numa estratégia de continuidade na fixação de Águeda não apenas na agenda cultural da região, mas também nos roteiros culturais do país.
As Sextas Culturais 2012 são uma iniciativa da Câmara Municipal de Águeda, que promove todas as segundas sextas-feiras de cada mês, de janeiro a junho, um espetáculo de qualidade, no Cine-Teatro S. Pedro.

Espectáculos
Aurea: 10 de fevereiro
MESA: 9 de março
Rao Kyao e Pedro Jóia (dueto): 13 de abril
Fado Património da Humanidade: 11 de maio
Fuso (Com.Cenas : 8 de junho

Posted in Águeda, Destaque, Por Terras da Bairrada0 Comentários

Bombeiros de Anadia: promoções em dia de aniversário

Bombeiros de Anadia: promoções em dia de aniversário

 

Na penúltima terça-feira, dia 20 de Dezembro, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia (AHBVA) esteve em festa. À Ceia de Natal juntou a festa do seu 78.º aniversário.
Esta dupla comemoração fez-se à volta de um conjunto de promoções e condecorações de vários elementos do corpo activo, após missa na nova Igreja Matriz, celebrada pelo padre Torrão, a que se seguiu a Ceia de Natal no quartel (servida pelo Restaurante O Sancho) com distribuição de prendas às crianças e Cabazes de Natal aos bombeiros.
Na verdade, a Ceia de Natal regressou ao Quartel, após um interregno de alguns anos, reunindo desta feita cerca de três centenas de convivas no salão nobre da corporação anadiense.

Comandante elogia corpo activo. Na hora dos discursos, o comandante Eduardo Matos lamentou que muitas vezes os bombeiros, no desempenho das funções, sejam alvo de críticas infundadas e em algumas ocasiões até de expressões altamente ofensivas, sendo certo que, face a este desrespeito, “mantemos uma postura de bem servir, demonstrando todo o nosso saber”.
Passando para o momento actual, de crise financeira que o país atravessa e da qual os bombeiros também já sofrem, Eduardo Matos sublinharia que a Protecção Civil, “da qual somos parte integrante, não pode continuar a asfixiar-nos com mais cortes financeiros, porque assim não nos será possível adquirir equipamentos mais modernos e versáteis para satisfação completa da nossa operacionalidade”.
O comandante da corporação anadiense elogiou ainda todo o corpo activo, não esquecendo os que nesta quadra festiva estão de serviço. A terminar, referiu-se ainda à direcção da Associação, sempre atenta às necessidades da corporação.

Apelo à população. Por seu turno, Mário Teixeira, presidente da AHBVA, reconhecendo que a corporação atravessa um período menos favorável, explicou a razão da realização da tradicional Ceia de Natal e aniversário: “porque também no dia 31 de Dezembro termina o mandato do actual elenco directivo”.
Perante os cerca de 300 convivas, Mário Teixeira reconhecendo as dificuldades e muito maiores vicissitudes que se avizinham, pediu o apoio e colaboração de todos.
Elogiando o comandante que, “com a experiência vivida na sua já longa carreira nos bombeiros, tem sabido conduzir e tornar o corpo activo coeso, eficiente e operacional”, Mário Teixeira destacaria ainda que, nestes tempos difíceis, “não tem sido fácil a gestão da Associação, que obriga a um esforço enorme, adoptando uma adequada engenharia financeira, com vista a ultrapassar a quebra acentuada (menos 50%) nos serviços de transporte de doentes, principal fonte de receitas”. Daí ter apelado aos habitantes do concelho para que estejam sensíveis e ajudem a apetrechar o corpo de bombeiros e, ao mesmo tempo, ajudem a manter os postos de trabalho dos bombeiros trabalhadores.
Por isso, Mário Teixeira espera contar com o apoio da população para pagar os 40 mil euros que cabem à AHBVA, na aquisição de uma viatura de combate a fogos florestais. “A Autoridade Nacional de Protecção Civil decidiu atribuir -nos uma viatura de combate a incêndios florestais, em relação à qual a Associação de fazer uma candidatura ao QREN que a subsidiará em 70%, mas estando a viatura orçada em 140 mil euros terá a Associação que contribuir com 40 mil euros”, explicou.

Campanha de angariação de fundos. Uma verba elevada que obriga a corporação a promover uma campanha de angariação de fundos, que já está em curso, através da venda de rifas.
Mário Teixeira aproveitou também para homenagear, a título póstumo, o ex-director, falecido há sete meses, Rui Venâncio Marques, “um saudoso amigo que será recordado pelos tempos fora”.

Câmara preocupada com ano de 2012. A noite já ia longa quando o autarca Litério Marques lamentou não ter um discurso optimista para fazer, até porque, embora gostasse de ter projectos para os Bombeiros, persistem muitas dúvidas em relação ao ano de 2012.
“Há orçamentos, ainda existe muito dinheiro no papel, mas, na prática, tudo é uma incógnita”, disse, sublinhando que, neste ano de 2011, esta Associação Humanitária custou à Câmara Municipal cerca de 65 mil euros, entre seguros, protocolos e parcerias.
Aos presentes deixou ainda vontade de renovar, em Janeiro, com os Bombeiros e a Autoridade Nacional de Protecção Civil, um novo protocolo para manter no concelho uma equipa permanente de combate a incêndios.
Destacando que a Câmara Municipal mantem total disponibilidade para ceder os terrenos necessários à construção do novo quartel, há muito desejado, deixou ainda um pequeno donativo de 5 mil euros para a aquisição da viatura de combate a incêndios. “É a verba possível, pois embora ainda não estejamos a sofrer essa falta de dinheiro, temos de ter cuidado com as verbas que gastamos”, adiantou.

Promoções

 

Estagiários promovidos à categoria de Bombeiros de 3.ª: Fitipaldi Neves; Raul Alves; Liliana Bastos; Cristina Fernandes; Rosana Oliveira e Herculano Pereira

 

 

Medalhas de assiduidade por bom e efectivo serviço durante 5 anos – Grau Cobre: Jennyfer Carvalho; Ana Sofia Marques; Rafael Castro

 

 

Medalhas de assiduidade por bom e efectivo serviço durante 10 anos – Grau Prata: Bruna Lopes; Herculano Pereira; Catarina Lopes; Paulo César Ribeiro

 

 

Medalhas de assiduidade por bom e efectivo serviço durante 15 anos, Grau Ouro: Aurélio José Duarte

 

 

Medalhas de assiduidade por bom e efectivo serviço durante 20 anos, Grau Ouro: Maria José Gomes

 

 

Medalha de dedicação: Subchefe Manuel Vieira Rolo

 

 

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da Bairrada0 Comentários



Blogues recomendados


Anadia sem Gente

Parabéns CID
Na Última Hora, a TSF esteve, esta noite, com o cantor José Cid, no Edif …


Quiosque das Letras

Aeróbica reuniu cerca de 80 pessoas no Pavilhão Municipal do Luso

Actividade foi promovida pela Câmara Municipal da Mealhada A iniciativa Ae …


Notícias de Bustos

BUSTOS – PARQUE (da Junta de Freguesia) E POLIDESPORTIVO (da Câmara Municipal) com novo visual para o "18 de Fevereiro"
O Polidesportivo de Bustos ‘oficialmente’ inaugurado em 2.03.2000, apó …


Leiam a imagem

COIMBRA_13º Workshop “Fotojornalista por um dia+” 11 FEV. ’12
COIMBRA será, pela 3ª vez, região a “cobrir” por Ana Jesus Ribeiro ( …


Praça do Município

Governo altera Documento Verde e salva a Freguesia de Bustos
Uma pequena alteração num dos quadros do Documento Verde da Reforma Admin …




Pergunta da semana

Concorda que os trabalhadores assíduos percam os três dias de férias suplementares a que tinham direito?

View Results

Loading ... Loading ...