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Agrupamento espera 4000 participantes na caminhada

O Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro (AEOB) vai realizar, no próximo dia 6, sexta-feira, a “Caminhada do Agrupamento”, envolvendo toda a comunidade escolar, incluindo familiares dos alunos, todos de t-shirt branca, cumprindo um trajeto de 3500 metros, desde a Câmara Municipal ao Parque Desportivo, com duas passagens pela Alameda. O Agrupamento apresenta, desde já, desculpas para eventuais transtornos à população. De acordo com o Agrupamento de Escolas, são esperados entre 3500 a 4000 participantes, dependendo do número de familiares que venham a participar.
O programa começa pelas 8h30 – concentração dos alunos nas salas correspondentes aos seus horários, chamada e últimas recomendações; 9h20 – concentração junto ao portão principal, por turma; 9h30 – saída da Escola nos autocarros em direção à Câmara Municipal; 10h30 – Início da caminhada, a partir da Câmara, de acordo com o percurso; paragem para recuperação das feridas e lesões e abastecimento de líquido;  12h – Aula de ZUMBA e/ou Aeróbica … na Zona Desportiva; 13h – Almoço partilhado e pelas 14h30, está marcado o regresso dos autocarros às escolas.

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Anadia: Dia de São Jorge juntou mais de dois mil escuteiros na cidade

Anadia: Dia de São Jorge juntou mais de dois mil escuteiros na cidade

 

No passado domingo, dia 24 de abril, realizou-se, em Anadia, a atividade do Dia de São Jorge, o Patrono Mundial do Escutismo. Integrado nas comemorações dos 50 anos de atividade do Agrupamento 221 Anadia, o Dia de São Jorge trouxe este ano para a Anadia a grande família dos escuteiros da Região de Aveiro.
Logo pela manhã, começaram a chegar ao Parque Desportivo de Anadia dezenas de autocarros e veículos particulares que transportaram os escuteiros que participaram nesta atividade. Um tempo ótimo, um local de excelência, uma organização irrepreensível e a alegria de 2000 escuteiros foram ingredientes bastantes para uma magnífica festa escutista que todos contagiou, miúdos e graúdos, participantes, organizadores e também muitos outros que na altura por ali passavam.
A atividade iniciou-se com a receção dos contingentes e a abertura da atividade pelo Chefe do Agrupamento 221 Anadia, Luís Rocha e o Chefe Regional de Aveiro, José Carlos Santos, iniciando-se logo de seguida os Jogos Sem Videiras, com base no imaginário de que São Jorge teria provado de um famoso néctar produzido em terras da Bairrada e que lhe teria dado força para derrotar o terrível Dragão. A partir daí foi uma sequência de divertidíssimos jogos a simular o ciclo da vinha e do vinho, desde o seu plantio até à incontornável prova.
Após o almoço iniciou-se o tradicional desfile, que trouxe aquela pequena e engalanada multidão de escuteiros desde o Parque Desportivo, passando pela Praça do Município, até ao Anfiteatro do Vale Santo. Aqui realizou-se a Eucaristia presidida pelo Bispo de Aveiro, D. António Moiteiro Ramos, com uma lindíssima moldura humana a lotar os degraus do anfiteatro e com a participação do Coro do Agrupamento 141 de Águeda.
No final procedeu-se à entrega dos prémios aos vencedores dos jogos e das lembranças aos agrupamentos participantes. Cantaram-se os parabéns ao Agrupamento 221 Anadia pela passagem dos seus 50 anos, tendo-se depois iniciado o encerramento da atividade, onde o Chefe do Agrupamento, o Chefe Regional, o Chefe Nacional do CNE, Norberto Correia e a Presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, deixaram algumas palavras de agradecimento e de estímulo para a boa continuidade do projeto escutista em Anadia e na Região de Aveiro.
Decorreu desta maneira uma extraordinária e inesquecível jornada do escutismo de Aveiro, preparada por uma empenhada equipa de dirigentes, pais e amigos do Agrupamento 221 Anadia e da FNA – Núcleo de Anadia e protagonizada por dois mil dedicados escuteiros de toda a Região de Aveiro.

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Moita Rugby Clube da Bairrada Campeão Nacional da 2.ª Divisão

São dias de festa que se vivem na Aldeia do Rugby. A freguesia da Moita, no concelho de Anadia tem grandes motivos para sorrir pois os seus homens trouxeram de Lisboa para casa o tão desejado título nacional. Com uma vitória folgada frente ao Guimarães RUFC por 26 -3, o ensaio de João Pais e o ensaio e conversões de Gonçalo Domingues traduziram o grande esforço feito pela Aldeia do Rugby neste jogo, que soube traduzir a sua defesa em vitória merecida.
O Moita Rugby Clube da Bairrada volta, 25 anos depois à 1ª Divisão, um lugar que o clube tem trabalhado muito para atingir nestes últimos anos, através de um projeto sólido de investimento na sua formação que tem dado frutos e títulos e que está para continuar.
Com a bancada do Estádio Universitário de Lisboa cheia de apoiantes, a força extra que os bairradinos precisavam para vencer traduziu-se nesta grande vitória. Uma palavra de conforto para o atleta Jorge Marques, um dos grandes líderes da equipa, que sofreu uma grave lesão, apenas confortada pelo título para a Bairrada.
Jogaram pelo MRC Bairrada: Diogo Pini, Vasco Gomes, Maurício Lameiro, Gonçalo Domingues, Jorge Marques, Rui Ferreira, Pedro Santos, Miguel Heleno, Rui Rodrigues, João Pais, Gonçalo Costa, Pedro Heleno, David Lourenço, Flávio Santiago e Luís Dias. Suplentes: Marco Venâncio, Luís Pires, Daniel Gomes, Pedro Santiago, Henrique Monsanto, Fábio Silva, André Galante e Ruben Ari.
Treinadores: Rui Rodrigues e Marcelo Alves.

Fisioterapeuta: Ana Jorge

Diretores: Vasco Rodrigues e Carlos Dias.
Orgulhosos do feito alcançado, a Aldeia do Rugby promete continuar o trabalho e o projeto, de forma a continuar a dignificar o nosso concelho, a nossa região. Um grande obrigado a todos os nossos adeptos, patrocinadores, apoiantes e familiares por todo o apoio. Com muito pouco é possível fazer-se muito e é com este mote que se trabalha diariamente na Aldeia do Rugby. Parabéns aos campeões, parabéns à Bairrada.
Numa nota na página oficial do Facebook, o presidente do Moita Rugby Clube da Bairrada, Rui Pedro Fernandes, deixou um elogio aos novos campeões: “É com muito orgulho que vejo esta jovem equipa passar para a 1.ª Divisão.
O percurso desta época foi quase irrepreensível, tendo concedido só uma derrota em todo o campeonato. É de louvar a dedicação, esforço e espírito de sacrifício que esta jovem equipa deu para honrar a camisola deste clube que todos trazemos no coração”, lembrando que estamos a falar de “jogadores amadores não remunerados”.
Diogo Rodrigues

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Nova assembleia para decidir futuro do Cine-Teatro da Pampilhosa

Nova assembleia para decidir futuro do Cine-Teatro da Pampilhosa

O Grémio de Instrução e Recreio (GIR) da Pampilhosa, perante um pedido de impugnação da última reunião, por parte de alguns sócios, já agendou nova assembleia-geral, para o próximo dia 23 de abril, para discutir a proposta de protocolo da Câmara destinado a ultimar as obras e, em contrapartida, beneficiar do direito de superfície do espaço. O JB sabe, no entanto, que neste encontro poderá ser levada à votação uma contraproposta, tudo isto depois de a Câmara já ter aprovado a atribuição de 150 mil euros para as obras.
Num altura em que aquilo que seria normal era festejar os seus 110 anos, o certo é que o GIR vive uma das fases mais complicadas da sua vida. Os sócios (poucos) estão divididos e é a obra de recuperação do Cine-Teatro da Pampilhosa, que se arrasta, que tem sido o grande motivo da discórdia. Entre os associados, há quem defenda a salvaguarda da história de mais de um século e não a “municipalização” daquilo que ainda resta da associação: o seu inacabado Cine-Teatro.

Não há a menor dúvida que o movimento ferroviário vivido desde sempre na Pampilhosa foi marcante, foi o grande impulso para muitas iniciativas locais. O GIR não fugiu desta rica realidade e nasceu, imagine-se, do empurrão apaixonado pelo teatro do então chefe da estação da Linha da Beira Alta, Lúcio de Oliveira e Silva. Foi no seu gabinete que a 5 de abril de 1906 foi assinada a escritura pública que criou o GIR. Precisamente 110 anos depois do dia emblemático, o JB esteve no local que ditou o arranque oficial da centenária associação. Ao meio da tarde, perante a disponibilidade do atual chefe da estação, António Curto, e da boa vontade da direção de comunicação e imagem da Infraestruturas de Portugal, estivemos ali e tentámos recuar mais de um século, onde tudo começou. O cicerone para esta viagem foi Mário Rui Cunha, entusiasta da história e das tradições locais, prestando vénia ao grande impulsionador do teatro na Pampilhosa, homem de palco e afincado ferroviário, que mereceu do benemérito e empresário Paul Bergamin a doação de terrenos para a construção do Cine-Teatro, que viria a nascer a 29 de agosto de 1908.

João Paulo Teles

Reportagem completa na edição de 14 de abril de 2016 do Jornal da Bairrada

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VIVA as Associações e Festa da Criança de regresso em maio

O VIVA as Associações e a Festa da Criança realizam-se de 4 a 8 de maio no Espaço Inovação em Vila Verde, sendo que no dia 5, quinta-feira, é feriado no concelho de Oliveira do Bairro, Anadia e Mealhada. A Festa da Criança tem lugar apenas nos últimos dois dias (sábado e domingo). A 11.ª edição do VIVA as Associações conta com 80 stands, de associações e entidades do concelho, 21 tasquinhas e 25 artesãos, números que refletem o interesse que a iniciativa continua a despertar junto da comunidade oliveirense.
Recorde-se que, para além de ser a grande “montra” do trabalho que as associações do concelho realizam ao longo do ano, o VIVA as Associações é também um momento de confraternização e partilha de experiências, sendo ainda uma excelente fonte de receitas para o movimento associativo presente, através das tradicionais tasquinhas.

Festa da Criança. Os últimos dois dias do VIVA as Associações, e como tem sido tradição, coincidem com a Festa da Criança, que se realiza no fim de semana de 7 e 8 de maio. Mais uma vez, e tal como aconteceu nos anos anteriores, são esperados vários milhares de crianças que, acompanhadas pelas suas famílias, vão transformar o Espaço Inovação num imenso parque de diversões, em que todas as atividades e atrações são gratuitas.

Corrida de rolamentos. Entretanto, no dia 8 de maio, ainda integrada no programa do VIVA as Associações 2016, realiza-se a 4.ª edição da Corrida de Carrinhos de Rolamentos do concelho.
A iniciativa tem como principal objetivo promover a transmissão de tradições e valores de outros tempos, criando uma oportunidade para avós, pais e filhos embarcarem num projeto comum de construção de carrinhos de rolamentos, dando também a possibilidade a todos os apaixonados pela velocidade e pelas aventuras de antigamente de trazerem à cidade toda a emoção e colorido destas “corridas”, assim como demonstrarem as suas qualidades enquanto construtores e pilotos destes verdadeiros bólides propulsionados pela força da gravidade.
A Corrida de Carrinhos de Rolamentos contará com duas modalidades – Velocidade e Criatividade – num trajeto de cerca de 900 metros, desde o Quartel das Artes Dr. Alípio Sol até à antiga Cerâmica Rocha.
As inscrições para esta competição já estão abertas e podem ser feitas  até ao dia 3 de maio, pelas 15h.

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Agrupamento Escuteiros 221 Anadia: Reconhecimento e emoção no aniversário e inauguração da sede

Agrupamento Escuteiros 221 Anadia: Reconhecimento e emoção no aniversário e inauguração da sede

 

Um dia intenso, repleto de emoções. Foi assim que o Agrupamento de Escuteiros 221 de Anadia viveu, no último domingo, dia 3, o seu cinquentenário, bênção e inauguração da nova sede, em Alféloas.
Um dos momentos mais altos do dia, talvez o mais emotivo, foi vivido no final da eucaristia dominical, na Igreja Matriz de Arcos.
Luís Rocha, chefe do Agrupamento 221, falou da grande alegria por poder viver este dia de festa com a família escutista, em dupla comemoração (50.º aniversário, bênção e inauguração da nova sede). Evidenciou que este dia vai muito além da celebração dos 50 anos ou da inauguração: “Representa a vitalidade do Agrupamento, que há 50 anos desenvolve um projeto educativo baseado no ideal escutista, nos princípios de cidadania” e que, “com a mesma convicção e motivação, se propõe continuar por mais 50 anos”. Aos presentes salientou ainda o reconhecimento da comunidade naquilo que é o projeto escutista: “Só assim se compreende que em tão pouco tempo se tenha conseguido congregar esforços e boa vontade em torno das obras da sede”, que vai ser “uma ferramenta de trabalho que resulta de um considerável esforço e investimento do Agrupamento e também de uma forte aposta e voto de confiança por parte da Câmara Municipal de Anadia e da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, no que foi a cedência, ampliação e beneficiação da sede.”
Luís Rocha, que lidera o Agrupamento há cinco anos, falou ainda do desejo implícito: “Que esta seja a nossa casa por muitos e bons anos e que nela muitos jovens possam experimentar o que é o escutismo, a sua atitude e bondade.”
De resto, o Agrupamento 221 quer continuar a responder às expectativas de todos “aqueles que generosamente nos proporcionaram esta nova casa: dar-lhe um bom uso”, diria aquele responsável, dando nota de que pelo Agrupamento já terão passado cerca de 800 pessoas ao longo destes 50 anos.
“Cinquenta anos de muitos sonhos, vontades, concretizações, algumas contrariedades, mas um Agrupamento que se orgulha da sua história, das pessoas que nele estiveram ou estão envolvidas e que se orgulha do trabalho que desenvolve em prol do bem comum.
“Orgulhar-se é não esquecer e não esquecer é reconhecer”, diria Luís Rocha, justificando o reconhecimento que iria ser feito a um conjunto de pessoas e empresas (ver caixa).

Palavras de reconhecimento e incentivo. Foram várias as palavras de incentivo e de reconhecimento pelo trabalho realizado ao longo de cinco décadas pelo 221. Na ocasião, José Carlos Santos, chefe regional de Aveiro, sublinharia a forma como na cerimónia se honrou a história do Agrupamento e de todo o CNE. Avançaria ainda que o percurso do 221 se deve às pessoas que por aqui passaram, revelando que no mundo há 30 milhões de escuteiros e que o trabalho de voluntariado, em Portugal, feito só pelo CNE (se fosse valorizado) valeria cerca de 48 milhões de euros: “Esta é a dimensão do CNE e do voluntariado que cada vez mais faz sentido”, diria.
Também Norberto Correia, chefe Nacional, destacaria a importância da homenagem: “Estão no bom caminho porque homenageando e lembrando aqueles que estiveram nos alicerces, o suporte do escutismo em Anadia estão a dar garantias de futuro e estas parcerias, hoje aqui evidenciada, nestas distinções que envolvem a Igreja, as autarquias, as empresas, as organizações civis, é a garantia de que o escutismo está a fazer a sua missão.”
Já Fernando Fernandes, autarca da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, mostrou-se agradado pelo facto do 221 se ter sediado na antiga EB 1 de Alféloas: “Pela sua importância e grandeza em relação ao que faz”.
Por último, a edil Teresa Cardoso sublinharia que os 50 anos do 221 são um motivo de orgulho, não só pela homenagem prestada a todos aqueles que fizeram parte do Agrupamento, mas também por todos aqueles que, hoje, dão a cara pelo 221, numa tarefa mais difícil que é conseguir angariar novos escuteiros.
A edil não esqueceu o papel dos pais “do tempo que despendem” por “reconhecerem nesta escola, um projeto de vida que acrescenta algo mais à educação e formação das crianças e jovens.”
Quanto à Câmara Municipal de Anadia, deixou a garantia de continuar a apoiar o 221, nomeadamente no próximo grande evento que se realiza a 24 de abril, com a comemoração do S. Jorge: “que vai trazer a Anadia milhares de escuteiros naquela que é a grande festa do escutismo”.
A festa continuou na nova sede. Depois da bênção pelo padre Torrão, teve lugar o descerramento da placa inaugural, pela presidente da Câmara Municipal, Teresa Cardoso e vereador Litério Marques; a plantação de uma árvore e o almoço-convívio.

Homenageados. Maria Alexandrina Cardoso Leal (medalha de agradecimento de 3.ª Classe do CNE); Dr. Augusto Cancela de Amorim, 1.º chefe do Agrupamento, a título póstumo (Carta de Mérito do Agrupamento – Classe Ouro); Judite Reis Grilo (Carta de Mérito do Agrupamento – Classe Prata); 2.º chefe, Daniel Benvindo Coelho Lebre, (medalha de agradecimento de 2.ª Classe do CNE; 3.º chefe, Carlos Alberto Fernandes Mira, a título póstumo (Carta de Mérito do Agrupamento – Classe Ouro); 4.º chefe, Acácio Marcelo Alves Duarte (medalha de agradecimento de 2.ª Classe do CNE); 5.º chefe, José Júlio Oliveira Duarte, a título póstumo (Carta de Mérito do Agrupamento – Classe Ouro); 6.º chefe, Mário Alves Santiago (Carta de Mérito do Agrupamento – Classe Ouro); Comissão Permanente de Pais do Agrupamento 221 Anadia (Diploma de Mérito do CNE); Câmara Municipal de Anadia (medalha de agradecimento de 2.ª Classe do CNE); União das Freguesias de Arcos e Mogofores (medalha de agradecimento de 3.ª Classe do CNE); Santa Casa da Misericórdia de Anadia (Carta de Mérito do Agrupamento – Classe Prata); Diploma de Mérito do CNE às seguintes entidades: Conselho Económico da Fábrica da Igreja da Freguesia de Arcos, Vidromax, Recer, Pavigrés e Primefix.
Catarina Cerca

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Agrupamento 221 de Anadia celebra cinquentenário e inaugura sede

Agrupamento 221 de Anadia celebra cinquentenário e inaugura sede

 

O Agrupamento de Escuteiros 221 de Anadia está a celebrar meio século de existência (completa 50 anos no dia 16 de abril) mas no próximo domingo, dia 3 de abril, inaugura a nova sede, localizada na EB 1 de Alféloas.
Luís Rocha, chefe do Agrupamento há cinco anos, falou a JB desta data tão marcante na vida do Agrupamento, mas também da sua história e evolução ao longo destas cinco décadas de vida, e de como esta nova casa veio melhorar a forma de trabalhar.

Conforto e espaço. A nova sede, que será inaugurada domingo, resulta de um esforço conjunto: Agrupamento, União de Freguesias de Arcos/Mogofores e da Câmara Municipal de Anadia.
Desativada em 2012, a EB 1 de Alféloas é o novo “lar” do Agrupamento que, depois de obras de recuperação e de ampliação, dotaram o espaço de todas as condições para o desenvolvimento de um trabalho de excelência com todas as secções.
Assim, qualidade, conforto e segurança são apenas alguns dos adjetivos que podem caracterizar esta nova sede. “Esta escola foi um tiro certeiro, foi desativada em 2012 e foi cedida à União de Freguesias. É a nossa segunda casa própria que, graças a muito trabalho, empenho e dedicação de todas as partes envolvidas, permitiu que, em 2013, acontecesse a nossa passagem para estas novas instalações que vão agora ser inauguradas”. O programa inaugural inclui, no dia 3, às 11h: Eucaristia na Igreja Matriz de Anadia; 12h: Sessão Solene no mesmo local, seguida de inauguração da sede em Alféloas; 13h: Convívio na sede, em Alféloas.
Luís Rocha afiança que esta sede é um bom reflexo da forma como o Agrupamento está na comunidade e de como a comunidade vê o Agrupamento: “O Agrupamento conseguiu, com a sua credibilidade, o reconhecimento que transmite aos pais, à comunidade, às empresas e entidades oficiais e autárquicas, obter daqueles, num muito curto espaço de tempo, o apoio necessário para criar esta sede”, não deixando também de garantir que “neste momento não haverá muitos agrupamentos na região de Aveiro com sedes e instalações como têm os Agrupamentos do concelho”.
“Nós investimos aqui muito, porque quisemos ir mais longe. Por isso, o futuro passa por mais 50 anos e esta sede é um bom exemplo dos propósitos do Agrupamento, pois estamos convictos do que queremos”, destacou.

Cinquenta anos. A inauguração que agora vai acontecer está inserida no âmbito da comemoração do cinquentenário, já iniciada em 2015. “Quisemos, dentro do que são as atividades normais na vida do Agrupamento dar-lhe um revestimento especial por via da comemoração do cinquentenário, trazendo para Anadia muitas das atividades que normalmente são feitas noutros pontos do distrito” (ver caixa).
Embora não haja registos entre 1965 e 1985, Luís Rocha admite que por este Agrupamento já passaram 600 elementos (confirmados), número que pode rondar os 800 elementos, tendo em conta os 20 anos dos quais não há registos.
Reconhecendo que os 50 anos são, sem dúvida, um marco na história de qualquer associação, garante que no Agrupamento (apesar da idade) se respira jovialidade. Integram presentemente o Agrupamento de Anadia 73 elementos, dos quais 12 dirigentes. Mas olhando para trás, o grande boom deu-se efetivamente na década de 80 em que o Agrupamento atingiu os 170 elementos. Depois, com o tempo, este número foi diminuindo, situação justificada com a criação de outros Agrupamentos no concelho (Sangalhos, Avelãs de Cima e S. Lourenço do Bairro), o que fez com que os jovens se fossem distribuindo pelos novos agrupamentos. Nos dias que correm é incontornável o decréscimo do número de elementos, muito devido a uma menor taxa de natalidade. “Está a inverter-se o nível de efetivos nas secções que eram maiores na entrada (1.ª e 2ª secções) e, neste momento, vive-se uma inversão, as secções mais velhas têm mais efetivos, o que nos deixa alguma preocupação do ponto de vista pedagógico e de como dar a volta a esta tendência”. Por isso, têm promovido várias ações para captar crianças, revelou, admitindo que o efetivo ideal deveria rondar os 90 elementos.
“Neste momento, temos uma enorme quantidade de pessoas a colaborar e a trabalhar connosco no mais variado tipo de atividades, desde os pais, familiares, FNA – Fraternidade de Nuno Álvares – Núcleo de Anadia”.
Convicto de que o escutismo não está a atravessar nenhuma crise, Luís Rocha explica esta tendência com o facto do escutismo estar a viver uma contingência e uma conjuntura que é transversal ao país (envelhecimento da população, decréscimo acentuado da taxa de natalidade), mas a tentar com as armas que tem ao seu dispor, contrariar essa tendência, através de um projeto educativo muito mais aperfeiçoado, pensado e planeado, capaz de cativar mais crianças e jovens.
“Aqui consegue-se implementar uma relação de partilha, amizade e cumplicidade entre as pessoas que não se encontra em nenhum outro sítio”, diz.
“Cinquenta anos parece imenso tempo, mas o nosso propósito é continuar a fazer o que temos feito até hoje, se possível com a mesma motivação, convicção e com melhores resultados”, diz, sublinhando que a durabilidade se deve ao facto do que “é o escutismo em si, a mensagem se transmite, o que representa para os jovens. É um fator de distinção, algo que não é substituível ainda que haja muita oferta de atividades”, diz.

Ano repleto de atividades
No âmbito do cinquentenário, o Agrupamento 221 tem realizado um conjunto de atividades de relevo ao longo do último ano. Casos de uma atividade para Caminheiros, realizada em outubro; a atividade Luz da Paz de Belém (Natal) envolvendo escolas, associações, catequeses e colégios do concelho. Agora, a inauguração e os 50 anos de existência serão tratados com alguma solenidade, no próximo dia 3. Segue-se a celebração do S.Jorge (padroeiro dos Escuteiros), a 24 de abril. Uma atividade que envolve todos os Agrupamentos da diocese. Serão cerca de dois mil participantes em atividades na zona do Complexo Desportivo, seguindo-se um desfile, durante a tarde, terminando na zona do Vale Santo (anfiteatro) onde será realizada uma eucaristia e sessão solene. O “Dia do 221” celebra-se em maio, por forma a congregar todo o efetivo do Agrupamento desde o início até ao momento atual, numa grande festa, mas também a recuperação das “Alfelinas” em junho, uma tradição antiga da povoação de Alféloas. “A recuperação desta tradição será uma forma de agradecer à população a forma como nos recebeu. Será um convívio, à volta de um pernil no espeto”.
Catarina Cerca

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PJ termina com TV por cabo “pirata” comandada a partir de Anadia

A Polícia Judiciária de Aveiro deteve, em flagrante delito, um homem, de 47anos, pela presumível prática dos crimes de burla informática, agravada, acesso ilegítimo e detenção e venda de equipamentos ilícitos, através do método de Cardsharing (piratear a TV por cabo), a partir de Anadia.
De acordo com a PJ, “o detido mantinha em funcionamento uma estrutura própria, ilícita, de disponibilização do serviço protegido de TV, angariando clientes, instalando equipamentos especialmente adulterados para a receção do sinal codificado, disponibilizando os acessos e recebendo os pagamentos acordados”. “Para o efeito, a estrutura compreendia servidores instalados em território nacional e no exterior, designadamente em França, Alemanha e EUA”, explica a PJ, dando a conhecer que, “com este procedimento, mais de duas centenas de clientes acedia ilegitimamente ao sinal de TV pago sem que os operadores recebam o preço devido, em prejuízo destes e da Fazenda Pública pela não liquidação das correspondentes receitas tributárias”.
No decurso das buscas efetuadas, no concelho de Anadia, “foram apreendidos relevantes elementos de prova, de que se destacam, instalados em bastidor dedicado à prática do Cardsharing, o sistema completo de receção do sinal protegido, de descodificação e da sua partilha ilícita, composto por várias box de receção do sinal satélite, router de acesso à internet, servidor, switch de rede, acesso wi-fi e UPS, bem como várias set-top-box adulteradas”.
O detido vai ser presente às Autoridades Judiciárias, na Comarca de Aveiro, para primeiro interrogatório judicial e aplicação das adequadas medidas de coação.

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Avelãs de Cima: Grupo “InCantus” homenageia poetas da freguesia

Avelãs de Cima: Grupo “InCantus” homenageia poetas da freguesia

 

O grupo “InCantus” Tocares e Cantares de Avelãs de Cima está a completar um ano de vida e o balanço não poderia ser mais positivo, tanto ao nível da recetividade, apoio e carinho recebidos por parte da população da freguesia, como do próprio concelho de Anadia, mas também pelo resultada da produção musical realizada.

A força das poetisas e do poeta da terra. O grupo “InCantus” tem a particularidade de aliar os poemas escritos exclusivamente pelas poetisas e poeta da freguesia, com livros editados – Vanda Paz (a viver agora em Lisboa), Armando Pereira, ex-autarca local e Belarmina Martins (já falecida) – aos arranjos musicais, todos originais, produzidos para o grupo pelo seu diretor musical, Fernando Guerreiro.
“Temos já nove originais e o décimo está a caminho”, avança aquele responsável, dando conta de que, em meia dúzia de meses, o “InCantus” tem reportório musical para uma hora de espetáculo. Mas são, sem dúvida, os poemas das poetisas e do poeta da terra musicados pelo grupo que fazem toda a diferença: “cada letra tem, de alguma forma, uma música contida, uma atmosfera própria e nós, ao descobrirmos a essência dessa atmosfera, transformamo-la em música”, diz Fernando Guerreiro, sublinhando que essa música acaba por ir em várias direções, “já que não há limites neste projeto”.
Também Eugénia Veiga, uma das principais dinamizadoras e mentora do grupo, recorda a forma emocionada como o poeta Armando Pereira recebeu em sua casa o grupo, que lhe mostrou o trabalho final feito com um dos seus poemas. Sentimento semelhante teve a família da poetisa Belarmina Martins que, ainda em vida, confidenciou a Fernando Guerreiro o sonho de ver os seus poemas musicados: “conhecia e ela dizia que gostaria de ver um poema seu musicado por mim, até porque me revelou que fazia os seus poemas a cantar. E, realmente, faz sentido, pois musicar os seus poemas é muito fácil, pois têm muito ritmo e as músicas são muito mais fluídas”, evidencia o diretor musical e músico Fernando Guerreiro.

Freguesia unida pela música. Com quase um ano de vida (metade do qual em ensaios e na formação do grupo), “InCantus” já levou a cabo meia dúzia de atuações, todas com grande sucesso. A estreia deu-se precisamente em junho de 2015 na Feira da Vinha e do Vinho, em Anadia e a recetividade, de lá para cá, não poderia ser melhor.
“Houve uma adesão fenomenal. O grupo tem uma identidade própria e tudo isto é uma agradável surpresa”, diz Fernando Guerreiro sobre a forma como o grupo se foi constituindo, enquanto que Eugénia Veiga sublinha a força dos laços que se estabelecem, que estão também a unir a freguesia pela música, aproximando as pessoas.
“Havia, na freguesia, uma lacuna, pois não tinha nada para oferecer em termos culturais”, afiança Eugénia Veiga, revelando que o grupo surge na sequência de um projeto iniciado com os workshops musicais e “mini escola” de música da Associação Cultural e Recreativa da Cêrca-S.Pedro, promotora do grupo. “InCantus” é, assim, fruto do crescimento desse projeto na área musical, graças a um leque de pessoas da terra que se juntaram. Da união dessas sinergias e conhecimentos nasceu o grupo, neste momento uma “família” que a música uniu.

Reações surpreendentes. Surpresa, admiração, contentamento são algumas das reações que recebem do público agradado, sobretudo, com a natureza do projeto que envolve cerca de 29 elementos (dos 12 aos 70 anos), quase todos provenientes de lugares da freguesia e que ensaiam todas as sextas-feiras nas instalações que possuem na Escola Primária de Avelãs de Cima, já desativada.
O sucesso, diz Eugénia Veiga, deve-se ao bairrismo de todos mas porque os diretores musicais, Fernando Guerreiro e Susana Calado, têm criado uma grande dinâmica, motivando todos os elementos.
Dois grandes aliados do projeto foram a Câmara Municipal de Anadia, que atribuiu uma verba para a compra de material de palco, através da plataforma Sentir Anadia, em 2015, e a Junta de Freguesia de Avelãs de Cima, que cedeu o espaço onde ensaiam.
Mas para fazer face às necessidade e ao dia a dia do grupo, todos arregaçaram as mangas e lançaram-se nas noites frias de janeiro a cantar as janeiras, porta a porta, uma iniciativa que possibilitou a angariação de um montante significativo, que “mostra a extrema generosidade das gentes da freguesia”. Este ano foram contempladas o Pereiro, Cerca – S.Pedro, Candieira, Figueira, Boialvo e Póvoa do Gago. Fica a promessa de que os restantes lugares da freguesia poderão ser visitados no próximo cantar das janeiras, em 2017.
“A excelente recetividade, a forma como fomos acolhidos nas casas das pessoas e a verba angariada ultrapassaram muito as nossas expectativas o que é muito motivador para continuarmos”, garante Eugénia Veiga.

Vem aí um CD de originais. Para este ano fica a promessa da gravação de um CD com 12 originais, mas sendo um projeto de cariz solidário, o grupo está disponível para intercâmbios e participar em eventos vários. Desde já, destaca-se a sua presença a 2 de abril, no centenário do Ferreirense, em Ferreiros; a 9 de abril na Festa da Primavera da AMI, em Anadia; nos dias 4 e 5 de maio (feriado municipal) na Feira Medieval de Anadia; a 8 de maio na Feira das Barraquinhas de Avelãs de Cima, terminando o mês (dia 29 de maio) com a celebração do 1.º aniversário do grupo “InCantus”. Em perspetiva está a atuação do grupo em várias festas de lugares vizinhos, já que tem havido contactos com comissões de festas, nesse sentido.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Onda solidária a favor da Paula para  ajudar a custear tratamentos e recuperação

Sangalhos: Onda solidária a favor da Paula para ajudar a custear tratamentos e recuperação

 

“A Paula não quer desistir! Então não sejamos nós a cruzar os braços. Não vamos virar as costas à Paula.” É desta forma que familiares e amigos falam da Paula Alexandra Martins, de 38 anos, através da página criada no facebook para dar a conhecer o seu caso, mas também para divulgar as inúmeras iniciativas em curso que visam angariar fundos para ajudar os pais a suportar os tratamentos dispendiosos que está a realizar numa clínica privada, na cidade do Porto.
Melhorar o mais possível a qualidade de vida da Paula é o objetivo último, ainda que todos estejam cientes de que a jovem jamais voltará a ser como era.

Paragem cardiorrespiratória. A vida da Paula Alexandra foi, até aos 36 anos, perfeitamente normal. Casada, com dois filhos, tratava da casa, da família, assim como colaborava nas tarefas administrativas da empresa do marido. Tinha uma vida pela frente, com projetos e sonhos, como qualquer outra pessoa. Uma vida interrompida de forma abrupta quando, em janeiro de 2014, na preparação para uma intervenção cirúrgica, sofreu uma paragem cardiorrespiratória.
As sequelas deixaram-na num estado praticamente vegetativo: sem conseguir falar ou comunicar, tetraplégica, a usar fraldas, a ser alimentada por uma sonda e a ter de ser submetida a uma traqueostomia para respirar.
Nestes últimos dois anos, tem estado presa a uma cama, sem qualquer perspetiva de melhorar. O seu corpo é a sua prisão e depende 24h/dia da ajuda de terceiros. Passou por um Centro de Reabilitação, por uma Unidade de Cuidados Continuados, por uma Clínica, mas nos últimos 15 meses é a mãe que trata da Paula a tempo inteiro.

Recuperação lenta. Apesar do tempo que já passou, familiares e um grupo de amigos não desistem e fazem tudo por um sinal de melhoras. Como se diz, “enquanto há vida, há esperança” e é essa máxima que os impele a procurar soluções que, se não podem trazer a “velha” Paula de volta, lhe proporcione, ao menos, mais qualidade de vida.
Assim, através da amiga Susana Santiago, proprietária do comércio Girassol do Futuro, em Sangalhos, a família teve conhecimento da existência de uma Clínica de Reabilitação Neurológica situada no Hospital da Ordem do Carmo, no Porto, especializada em tratar pessoas com doenças neurológicas. Um espaço onde uma equipa mista de médicos, terapeutas e outros profissionais de saúde, com vasta experiência pluridisciplinar tratam de várias patologias do foro neurológico.
A equipa é coordenada pelo médico cubano Lázaro Álvarez que, depois de realizar uma avaliação em novembro de 2015, confirmou a possibilidade de alguma recuperação vista pelos mais próximos de Paula como a derradeira tentativa para a resgatar do estado em que se encontra.
Lurdes Martins, mãe de Paula, sublinha que estão a tentar estimular algumas funções cerebrais, mas reconhece que este é um processo muito lento. A acompanhar a filha no Porto, garante que irá até onde as suas forças permitirem, pois é a única filha que tem. Nunca se conformou com o destino e juntamente com o marido, Amadeu Martins, (residentes em Recardães, Águeda) têm sido os principais responsáveis na luta pela recuperação de Paula, juntamente com outros familiares e muitos amigos, aos quais se começam agora a juntar muitos anónimos, numa enorme onda solidária.
“A recuperação é lenta, mas já é visível. A Paula reagiu muito bem ao primeiro ciclo de tratamentos (estímulos cerebrais, ozono, terapia da fala, terapia ocupacional, fisioterapia), mas precisa continuar os tratamentos”, diz Susana Santiago, amiga e grande impulsionadora da campanha “Um donativo pela Paula”.
Neste momento, a Paula está no segundo mês de um ciclo de mais 28 sessões de tratamento. O único senão é o custo mensal (6.350 euros), que os pais não podem suportar.

Onda solidária. De boca em boca ou através das redes sociais, a verdade é que se está a formar uma onda solidária na recolha de material vário para reciclar. Familiares, amigos e voluntários pedem a todos que recolham tampinhas das garrafas de plástico, latas de sumos, rolhas de cortiça, jornais, revistas, cartão. Tudo isto vale dinheiro que pode ajudar a suportar os custos com os tratamentos da Paula. “É só dizerem que têm que vou recolher. Não vamos desistir da Paula”, diz Susana Santiago, que fala de ideias e projetos a desenvolver em 2016, entre os quais um jantar concerto solidário, já no próximo dia 20 de maio, no restaurante D. Rogério (Oiã), seguindo-se uma caminhada solidária, em data a marcar.

Como pode ajudar

Conta solidária a favor da Paula
IBAN PT50003502850007465690091 BIC CGDIPTPL

Locais de recolha de material para reciclar
Centro Paroquial de Aguada de Cima, de preferência ao sábado à tarde (quando se encontra alguém), durante a semana se não tiver ninguém pode-se deixar à porta; Bombeiros Voluntários de Vagos; Café “Aposta Aqui”, fica atrás do ginásio Knock-Out Health Club, Edifício a Torre, em Aveiro, perto do Jumbo; Imobiliária GuiaImóvel em frente ao ginásio Knock-Out Health Club, Aveiro e em Sangalhos, no Girassol do Futuro e também na sede do Jornal da Bairrada, em Oliveira do Bairro.

Facebook
“Um donativo para a Paula” é o nome da página criada por familiares e amigos da Paula no Facebook. Ali é feito um apelo à generosidade de todos, mas também que todos visitem e partilhem esta página, por forma a chegarem mais longe, nesta rede solidária.

Catarina Cerca

 

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