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Mealhada: Moda sem fronteiras juntou gerações no Cineteatro

 

O Social Moda acabou por se revelar um sucesso quer para participantes quer para as cerca de 200 pessoas que assistiram a este desfile tão especial, que levou ao palco do Cineteatro Messias, no passado sábado, crianças, jovens, adultos e séniores num convívio interinstitucional e intergeracional. Os manequins, dos 6 anos 90 anos, foram passando os seus modelitos, de passeio, de gala, de termalistas e até de noivos, mostrando vestidos, calças, sapatos, acessórios e penteados quer da Loja Social, quer dos muitos comerciantes que se associaram a esta iniciativa lançada pelo Setor de Ação Social à Rede Social do Município.
Os objetivos passaram pela promoção da autoestima e da autoconfiança, pela valorização das capacidades, competências e saberes de clientes das IPSS do concelho, que, por uma noite foram estrelas, independentemente da idade, cor ou diferença.
Também Sara Silva, cantora conhecida do programa “The Voice Portugal”, abrilhantou a noite e partilhou o palco com todos, num ambiente de convívio e festa que invadiu o Cineteatro Messias.
João Paulo Teles

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Postos de saúde de Bustos e da Mamarrosa não fecham

O diretor executivo do ACES Baixo Vouga, Manuel Sebe, garantiu, no último sábado, em declarações prestadas à margem da inauguração do novo Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, que os postos de Saúde de Bustos e da Mamarrosa não irão encerrar. A possibilidade de enceramento destas duas infraestruturas foi revelada, pelo presidente da Assembleia Municipal de Oliveira do Bairro, Manuel Nunes, na última reunião daquele órgão, em resposta a algumas preocupações dos deputados municipais.
Na ocasião, Manuel Nunes clarificou que a reorganização dos serviços de saúde que se iniciou em 2009 poderá levar efetivamente ao encerramento daquelas duas Unidades de Saúde. Agora, o diretor executivo do ACES Baixo Vouga, Manuel Sebe, em declarações exclusivas ao JB, referiu-se a uma possível descentralização dos serviços, mas nunca ao seu encerramento.
Instado a pronunciar-se sobre essa eventualidade, Manuel Sebe foi perentório: “Não fecham”.
Entretanto, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, aproveitando a vinda a Oliveira do Bairro do Ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, apelou à colaboração e apoio do ministro para que a futura extensão da Palhaça e a Unidade de Saúde Familiar da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa, ambas sem comparticipação contratualizada, mas essenciais no quadro de uma política promotora da Saúde, venham a ser apoiadas. “Apelamos, por isso, à colaboração e apoio do ministro para a materialização destes investimentos”, afirmou Mário João Oliveira, dando a conhecer que os dois investimentos, previstos na área da saúde para Oliveira do Bairro, fazem “do quadro de investimentos do Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro”.

Satisfação. O presidente da União de Freguesias de Bustos, Troviscal e Mamarrosa, Duarte Novo, já diz estar satisfeito pelas declarações do diretor executivo do ACES Baixo Vouga, Manuel Sebe. “A ser verdade, esta é a situação ideal e justa, pois a proximidade dos cuidados de saúde tem de ser, tal como referia o Ministro da Saúde, uma prioridade”.
Duarte Novo deu conta ainda que a União de Freguesias já solicitou à direção local de saúde a marcação de reuniões de esclarecimento à população, aguardando o agendamento das mesmas.

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Novo Centro de Saúde “é nobre, acolhedor, digno, mas não ostentatório”

Hoje é um bom dia para o Serviço Nacional de Saúde.” Foi assim que, no sábado, o ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, expressou o seu contentamento com a inauguração do novo Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, defendendo a proximidade, cada vez maior, nos cuidados de saúde, o que evita que muitos doentes acabem nos hospitais centrais.
O Ministro da Saúde, aludindo ao facto do equipamento ter sido construído pela Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, defendeu que as autarquias fazem uma melhor gestão do que o Estado Central.
Sobre o novo equipamento, Adalberto Campos Fernandes caraterizou-o como tendo umas instalações “dignas, nobres, acolhedoras, mas não ostentatórias”, frisando que “aqui prevaleceu o bom senso”.
O ministro disse ainda esperar que, dentro de dois anos, o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro o convide para visitar novamente o concelho, garantindo que, nessa altura, “todos os cidadãos estarão cobertos por uma equipa de saúde”.

Cuidados de saúde. O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, começou a sua intervenção por explicar que o acesso aos cuidados de saúde primários e de proximidade é uma das preocupações maiores da autarquia, pelo que, defendeu, “merecemos e devemos ter e oferecer aos cidadãos deste concelho e aos profissionais de saúde que aqui trabalham as melhores condições”. “Há obras que tardam, e esta é uma delas”, afirmou Mário João Oliveira, salientando que “quem conhecia as condições em que funcionava o antigo Centro de Saúde de Oliveira do Bairro, sabe bem que este não tinha condições mínimas de dignidade, nem para os funcionários de saúde nem para os utentes, promovendo a desmotivação dos primeiros e a insatisfação dos segundos”. “Com infraestruturas degradadas e instalações e equipamentos desadequados para o desempenho das diversas unidades funcionais, aquela Unidade de Saúde não respondia já às reais necessidades de cuidados de saúde primários”, reforçou o presidente da Câmara, acrescentando que “o novo Centro de Saúde era, por isso, há muito, uma aspiração legítima dos profissionais e dos utentes”. “A construção de raiz deste edifício constitui-se como um importante investimento no reforço da prestação de cuidados de saúde de proximidade à população na área de influência do Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Vouga, contribuindo para o desenvolvimento económico e social da

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EB 2/3 Vilarinho Bairro: Sucesso consolida 10.ª Caminhada pelo Coração

 

O sucesso, que já era inquestionável, da Caminhada pelo Coração, promovida pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho de Bairro ficou definitivamente consolidado com a 10.ª edição, realizada no passado dia 4 de maio. Um evento ao qual não faltou a própria presidente de Câmara que, a par de alunos, professores e encarregados de educação, percorreu, a pé, os mais de cinco quilómetros que separam aquele estabelecimento de ensino da Lagoa de Torres.

Caminhada plena de significado por se estar em maio, mês do coração. Este ano, a 10.ª edição contou com a presença de um convidado especial. O Professor Doutor Polybio Serra e Silva, presidente da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) marcou presença e mostrou-se bastante agradado com o ambiente vivido neste estabelecimento de ensino, tanto ao nível do espaço “agradável, simpático e arranjado”, mas também com a moldura humana, com os jovens bem dispostos para participar em mais uma iniciativa escolar.
Uma caminhada pelo coração, “plena de significado por se estar em maio, mês do coração”, este ano dedicado pela FPC à “insuficiência cardíaca”, doença cardiovascular que podemos prevenir, adotando um estilo de vida saudável.
Polybio Serra e Silva sublinhou a necessidade de se saber distinguir atividade física, de exercício físico e de desporto, sendo esta caminhada a forma mais simples de realizar atividade física.
“De pequenino se torce o pepino”, disse, para justificar que é desde pequeno, em idade escolar, que se deve educar a criança para um estilo de vida saudável. “Devemos introduzir o bichinho da atividade física desde cedo” e “todos devemos praticar 30 minutos de caminhada diária para prevenir doenças cardiovasculares”, acrescentou.
Na ocasião, frisou que o álcool, o tabaco, o açúcar, a gordura saturada devem ser evitados. “É fundamental sensibilizar a população para estas questões, para o equilíbrio e moderação na alimentação.”
Quanto à caminhada propriamente dita, avançou ser “uma iniciativa meritória”, mas também “inteligente” pelo facto de, através das crianças e jovens, se pretender chegar aos adultos, já que os filhos conseguem sempre despertar mais os pais para estas questões.

Presidente da autarquia não faltou ao evento. Também estreante nestas andanças da Caminhada pelo Coração esteve a edil Teresa Cardoso. A presidente da Câmara Municipal de Anadia vestiu (literalmente) a camisola e caminhou os cerca de cinco quilómetros que distam a escola da Lagoa de Torres.
O dia de sol tórrido adivinhava uma caminhada difícil mas a verdade é que todos chegaram ao fim e com uma enorme disposição. Pelo meio da natureza, circundados por vinhas e pinhais, os participantes foram pondo a conversa em dia, ouvindo música e descontraíndo num dia de grande animação.
De facto, pela primeira vez, a adesão foi maciça e a comunidade educativa esteve em força nesta caminhada.
Com saída da escola por volta das 11h30, foi debaixo de um sol escaldante que mais de 300 pessoas participaram na caminhada promovida no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES).
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que esta 10.ª edição se revela um êxito, ano após ano, e que a Escola de Vilarinho do Bairro tem sabido aqui marcar uma posição nesta atividade que tem vindo a crescer, ao conseguir envolver escola, pais, enfim, toda a comunidade educativa.
“Esta caminhada tem, de forma eficaz e persistente, sabido alertar e despertar as pessoas para as questões da saúde e do bem estar”, por isso “é um projeto louvável”, acrescentou.

Escola de afetos. Já a docente Alexandra Gonçalves, coordenadora da Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro destacou o facto da total adesão da comunidade escolar a este evento mostrar que esta é, efetivamente, “uma escola de afetos” com docentes que já aqui não lecionam e estão colocados noutras escolas a partilhar a sua hora de almoço, neste dia, na Caminhada pelo Coração, em Torres. Por outro lado, destaca o facto de, pela primeira vez, todo o pessoal não docente da escola querer aderir à caminhada, que envolveu também este ano um maior número de pais e encarregados de educação. A docente sublinhou ainda a particularidade de, sendo esta uma atividade voluntária, “é de aplaudir que os professores e alunos que neste dia não têm aulas da parte da tarde ou estão livres o dia todo marquem presença. Isto mostra o empenho de todos para que esta seja uma iniciativa marcada pelo êxito”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Ensino: Colégios de Mogofores e de Famalicão unidos num abraço

 

Unidos num gigantesco abraço. Foi desta forma que as comunidades educativas dos dois colégios do concelho de Anadia (Famalicão e Mogofores), ambos sediados na União de Freguesias de Arcos e Mogofores, materializaram a iniciativa levada a cabo na última sexta-feira, dia 6 de maio, por várias dezenas de estabelecimentos de ensino no país, com contrato de associação.
O “abraço à escola” envolveu, no total, mais de mil participantes. Contudo, o primeiro “abraço à escola” fez-se nos Salesianos de Mogofores, envolvendo professores e alunos, logo após o “Bom Dia”. De seguida, alunos, pais, docentes e pessoal não docente rumaram em direção ao Colégio de Nossa Senhora da Assunção (Famalicão) onde se juntaram, no recreio daquele estabelecimento de ensino, a toda a comunidade educativa que os aguardava para darem início a um abraço conjunto, que envolveu um milhar de participantes. Começou no interior deste estabelecimento de ensino e estendeu-se às ruas das imediações por onde desfilaram, desafiando a chuva que teimava em cair de forma persistente.

Só os ricos podem escolher. Dário Tavares, diretor pedagógico do Colégio Salesiano de Mogofores, avançou que “o abraço mostra como os nossos estudantes sentem, vivem e amam a sua escola”. Por outro lado, esclareceu ainda que “a presença de tantos antigos alunos testemunha a importância e a qualidade do tempo passado nestas escolas”, ao mesmo tempo que foi “um grito de repúdio de políticas que querem que apenas as famílias com altos rendimentos possam escolher a escola dos seus filhos. Aos pobres resta encher as escolas do Estado.”
Também Idalina Faneca, diretora pedagógica do Colégio Nossa Senhora da Assunção, avançou que “o cordão humano teve um nível de ordem, disciplina e dignidade, que identifica o Colégio e seus encarregados de educação. É grande o nosso reconhecimento pela colaboração de todos nesta ação, promovida pelo movimento nacional da “Defesa da Escola” e dinamizada por todos nós, alicerçada no direito que os pais têm de escolher a escola para os seus filhos, numa base de igualdade de oportunidades”.

Luta vai continuar. No final desta iniciativa, a única certeza que ficou é que a luta pela defesa destas escolas vai continuar. “O Governo terá de honrar os compromissos assumidos com as famílias e com as escolas. A liberdade não pode estar condicionada pelo facto de uma família ter ou não ter dinheiro ou por se residir nesta ou naquela freguesia. São as escolas que têm de estar ao serviço dos seus estudantes. Nunca a vida de um estudante a ser condicionada por ideologias totalitárias ou corporativistas”, sublinhou Dário Tavares.
Acrescente-se que estes dois estabelecimentos de ensino recolheram ainda centenas de cartas contra o fim do financiamento que se juntaram a muitas mais recolhidas no país, num total de aproximadamente 100 mil cartas, entregues já esta semana no Palácio de Belém e em São Bento.
De destacar ainda que alguns colégios privados já se encontram a preparar providências cautelares para travar este processo. Em causa está o facto do Ministério da Educação deixar de financiar novas turmas (5.º, 7.º e 10.º anos) em colégios privados em zonas onde exista oferta na escola pública, aplicando ainda a regra da limitação geográfica. A publicação do despacho normativo n.º 1H/2016 em abril, sobre as matrículas e frequência de escolas veio aumentar a contestação, já que os privados interpretam esta posição como uma “violação grosseira e unilateral dos contratos de associação em execução, plurianuais, celebrados entre as escolas e o Estado, em resultado de um concurso público concluído em agosto do ano passado e com vigência até 2018.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Mealhada agraciou 15 entidades com Mérito Municipal

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Foi no decorrer da sessão comemorativa do Dia do Município que a Câmara da Mealhada distinguiu, no dia 5 de maio, 15 coletividades do concelho com a atribuição da Medalha de Mérito Municipal e de um apoio de 5 mil euros, para cada uma, num dia festivo que terminou na Mata do Buçaco com a plantação de uma árvore e a promessa, do Executivo, de acabar com a edição impressa do Boletim Municipal para preservar a natureza, optando pelas novas tecnologias para fazer passar a comunicação da autarquia.

Celebrar o Dia do Município desta forma, uma proposta da Coligação Juntos pelo Concelho da Mealhada, unanimemente aceite pelo Executivo da Mealhada, resultou num dia de festa diferente para o concelho. Na sessão solene, depois da arruada pelas duas bandas de música do concelho, o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, disse estar “feliz” por aproveitar uma boa ideia da oposição, assinalando o feriado com pompa, distinguindo as coletividades que se destacaram pela relevância da sua atividade, antiguidade ou continuidade em diversas áreas de atuação. “Entidades privadas, mas cujo trabalho é claramente de interesse público no município e fora dele”, destacou o autarca.

Na área social foram agraciadas a Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, Casa do Povo da Vacariça e o Centro de Assistência Paroquial de Pampilhosa. No desporto, as distinções foram para o Hóquei Clube da Mealhada, o Grupo Desportivo do Luso, o Futebol Clube da Pampilhosa e o Grupo Desportivo da Mealhada. Na Cultura, receberam a distinção o Grupo Etnográfico de Defesa do Património e Ambiente da Região de Pampilhosa (GEDEPA), a Filarmónica Lyra Barcoucense 10 D’Agosto, a Filarmónica Pampilhosense, o Rancho Folclórico e Etnográfico de São João de Casal Comba e o Grupo Regional da Pampilhosa do Botão.

Na proteção civil, foram agraciadas as duas corporações de bombeiros do concelho, Mealhada e Pampilhosa. E no setor da educação foi distinguida a Escola Profissional Vasconcellos Lebre (EPVL).

Leia a notícia completa na edição de 12 de maio de 2016 do JB

João Paulo Teles

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Agrupamento espera 4000 participantes na caminhada

O Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro (AEOB) vai realizar, no próximo dia 6, sexta-feira, a “Caminhada do Agrupamento”, envolvendo toda a comunidade escolar, incluindo familiares dos alunos, todos de t-shirt branca, cumprindo um trajeto de 3500 metros, desde a Câmara Municipal ao Parque Desportivo, com duas passagens pela Alameda. O Agrupamento apresenta, desde já, desculpas para eventuais transtornos à população. De acordo com o Agrupamento de Escolas, são esperados entre 3500 a 4000 participantes, dependendo do número de familiares que venham a participar.
O programa começa pelas 8h30 – concentração dos alunos nas salas correspondentes aos seus horários, chamada e últimas recomendações; 9h20 – concentração junto ao portão principal, por turma; 9h30 – saída da Escola nos autocarros em direção à Câmara Municipal; 10h30 – Início da caminhada, a partir da Câmara, de acordo com o percurso; paragem para recuperação das feridas e lesões e abastecimento de líquido;  12h – Aula de ZUMBA e/ou Aeróbica … na Zona Desportiva; 13h – Almoço partilhado e pelas 14h30, está marcado o regresso dos autocarros às escolas.

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Anadia: Dia de São Jorge juntou mais de dois mil escuteiros na cidade

 

No passado domingo, dia 24 de abril, realizou-se, em Anadia, a atividade do Dia de São Jorge, o Patrono Mundial do Escutismo. Integrado nas comemorações dos 50 anos de atividade do Agrupamento 221 Anadia, o Dia de São Jorge trouxe este ano para a Anadia a grande família dos escuteiros da Região de Aveiro.
Logo pela manhã, começaram a chegar ao Parque Desportivo de Anadia dezenas de autocarros e veículos particulares que transportaram os escuteiros que participaram nesta atividade. Um tempo ótimo, um local de excelência, uma organização irrepreensível e a alegria de 2000 escuteiros foram ingredientes bastantes para uma magnífica festa escutista que todos contagiou, miúdos e graúdos, participantes, organizadores e também muitos outros que na altura por ali passavam.
A atividade iniciou-se com a receção dos contingentes e a abertura da atividade pelo Chefe do Agrupamento 221 Anadia, Luís Rocha e o Chefe Regional de Aveiro, José Carlos Santos, iniciando-se logo de seguida os Jogos Sem Videiras, com base no imaginário de que São Jorge teria provado de um famoso néctar produzido em terras da Bairrada e que lhe teria dado força para derrotar o terrível Dragão. A partir daí foi uma sequência de divertidíssimos jogos a simular o ciclo da vinha e do vinho, desde o seu plantio até à incontornável prova.
Após o almoço iniciou-se o tradicional desfile, que trouxe aquela pequena e engalanada multidão de escuteiros desde o Parque Desportivo, passando pela Praça do Município, até ao Anfiteatro do Vale Santo. Aqui realizou-se a Eucaristia presidida pelo Bispo de Aveiro, D. António Moiteiro Ramos, com uma lindíssima moldura humana a lotar os degraus do anfiteatro e com a participação do Coro do Agrupamento 141 de Águeda.
No final procedeu-se à entrega dos prémios aos vencedores dos jogos e das lembranças aos agrupamentos participantes. Cantaram-se os parabéns ao Agrupamento 221 Anadia pela passagem dos seus 50 anos, tendo-se depois iniciado o encerramento da atividade, onde o Chefe do Agrupamento, o Chefe Regional, o Chefe Nacional do CNE, Norberto Correia e a Presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, deixaram algumas palavras de agradecimento e de estímulo para a boa continuidade do projeto escutista em Anadia e na Região de Aveiro.
Decorreu desta maneira uma extraordinária e inesquecível jornada do escutismo de Aveiro, preparada por uma empenhada equipa de dirigentes, pais e amigos do Agrupamento 221 Anadia e da FNA – Núcleo de Anadia e protagonizada por dois mil dedicados escuteiros de toda a Região de Aveiro.

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Moita Rugby Clube da Bairrada Campeão Nacional da 2.ª Divisão

São dias de festa que se vivem na Aldeia do Rugby. A freguesia da Moita, no concelho de Anadia tem grandes motivos para sorrir pois os seus homens trouxeram de Lisboa para casa o tão desejado título nacional. Com uma vitória folgada frente ao Guimarães RUFC por 26 -3, o ensaio de João Pais e o ensaio e conversões de Gonçalo Domingues traduziram o grande esforço feito pela Aldeia do Rugby neste jogo, que soube traduzir a sua defesa em vitória merecida.
O Moita Rugby Clube da Bairrada volta, 25 anos depois à 1ª Divisão, um lugar que o clube tem trabalhado muito para atingir nestes últimos anos, através de um projeto sólido de investimento na sua formação que tem dado frutos e títulos e que está para continuar.
Com a bancada do Estádio Universitário de Lisboa cheia de apoiantes, a força extra que os bairradinos precisavam para vencer traduziu-se nesta grande vitória. Uma palavra de conforto para o atleta Jorge Marques, um dos grandes líderes da equipa, que sofreu uma grave lesão, apenas confortada pelo título para a Bairrada.
Jogaram pelo MRC Bairrada: Diogo Pini, Vasco Gomes, Maurício Lameiro, Gonçalo Domingues, Jorge Marques, Rui Ferreira, Pedro Santos, Miguel Heleno, Rui Rodrigues, João Pais, Gonçalo Costa, Pedro Heleno, David Lourenço, Flávio Santiago e Luís Dias. Suplentes: Marco Venâncio, Luís Pires, Daniel Gomes, Pedro Santiago, Henrique Monsanto, Fábio Silva, André Galante e Ruben Ari.
Treinadores: Rui Rodrigues e Marcelo Alves.

Fisioterapeuta: Ana Jorge

Diretores: Vasco Rodrigues e Carlos Dias.
Orgulhosos do feito alcançado, a Aldeia do Rugby promete continuar o trabalho e o projeto, de forma a continuar a dignificar o nosso concelho, a nossa região. Um grande obrigado a todos os nossos adeptos, patrocinadores, apoiantes e familiares por todo o apoio. Com muito pouco é possível fazer-se muito e é com este mote que se trabalha diariamente na Aldeia do Rugby. Parabéns aos campeões, parabéns à Bairrada.
Numa nota na página oficial do Facebook, o presidente do Moita Rugby Clube da Bairrada, Rui Pedro Fernandes, deixou um elogio aos novos campeões: “É com muito orgulho que vejo esta jovem equipa passar para a 1.ª Divisão.
O percurso desta época foi quase irrepreensível, tendo concedido só uma derrota em todo o campeonato. É de louvar a dedicação, esforço e espírito de sacrifício que esta jovem equipa deu para honrar a camisola deste clube que todos trazemos no coração”, lembrando que estamos a falar de “jogadores amadores não remunerados”.
Diogo Rodrigues

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Nova assembleia para decidir futuro do Cine-Teatro da Pampilhosa

O Grémio de Instrução e Recreio (GIR) da Pampilhosa, perante um pedido de impugnação da última reunião, por parte de alguns sócios, já agendou nova assembleia-geral, para o próximo dia 23 de abril, para discutir a proposta de protocolo da Câmara destinado a ultimar as obras e, em contrapartida, beneficiar do direito de superfície do espaço. O JB sabe, no entanto, que neste encontro poderá ser levada à votação uma contraproposta, tudo isto depois de a Câmara já ter aprovado a atribuição de 150 mil euros para as obras.
Num altura em que aquilo que seria normal era festejar os seus 110 anos, o certo é que o GIR vive uma das fases mais complicadas da sua vida. Os sócios (poucos) estão divididos e é a obra de recuperação do Cine-Teatro da Pampilhosa, que se arrasta, que tem sido o grande motivo da discórdia. Entre os associados, há quem defenda a salvaguarda da história de mais de um século e não a “municipalização” daquilo que ainda resta da associação: o seu inacabado Cine-Teatro.

Não há a menor dúvida que o movimento ferroviário vivido desde sempre na Pampilhosa foi marcante, foi o grande impulso para muitas iniciativas locais. O GIR não fugiu desta rica realidade e nasceu, imagine-se, do empurrão apaixonado pelo teatro do então chefe da estação da Linha da Beira Alta, Lúcio de Oliveira e Silva. Foi no seu gabinete que a 5 de abril de 1906 foi assinada a escritura pública que criou o GIR. Precisamente 110 anos depois do dia emblemático, o JB esteve no local que ditou o arranque oficial da centenária associação. Ao meio da tarde, perante a disponibilidade do atual chefe da estação, António Curto, e da boa vontade da direção de comunicação e imagem da Infraestruturas de Portugal, estivemos ali e tentámos recuar mais de um século, onde tudo começou. O cicerone para esta viagem foi Mário Rui Cunha, entusiasta da história e das tradições locais, prestando vénia ao grande impulsionador do teatro na Pampilhosa, homem de palco e afincado ferroviário, que mereceu do benemérito e empresário Paul Bergamin a doação de terrenos para a construção do Cine-Teatro, que viria a nascer a 29 de agosto de 1908.

João Paulo Teles

Reportagem completa na edição de 14 de abril de 2016 do Jornal da Bairrada

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