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“Excomungados” da Concelhia do PSD exigem demissão do seu presidente Henrique Fidalgo

Os quatro deputados municipais, eleitos pelo PSD, nomeadamente, José Manuel Carvalho (líder da bancada municipal), João Nogueira de Almeida, Ricardo Manão e Sara Seabra dos Reis, a quem lhes foi retirada a confiança política pela Comissão Política de Secção do PSD de Anadia, exigem que o presidente daquela estrutura partidária local, Henrique Fidalgo, se demita.
Recorde-se que os quatro elementos receberam, há duas semanas, uma carta da estrutura local a dar conta da retirada da confiança política, bem como dos argumentos que estiveram na sua base, acusando-os de, em várias situações, perante outros militantes do partido, não aceitarem indicações de voto, nem qualquer orientação política ou definição de estratégia por parte da Comissão Política.
Na penúltima quinta-feira, em conferência de imprensa, os três presidentes de junta eleitos pelo PSD aliaram-se aos quatro deputados e disseram estar complementamente solidários com estes e assumiram uma postura contra a decisão da Concelhia do PSD, que apelam de “caciquista” e “infundamentada”. Os três autarcas das juntas também defendem a demissão do presidente da Concelhia. Os presidentes de Junta – Manuel Veiga (Avelãs de Cima), César Andrade (Avelãs de Caminho) e Fernando Fernandes (Arcos e Mogofores) – dizem-se desagradados com a tomada de atitude e com a comunicação que a Concelhia fez ao presidente da Assembleia Municipal (AM), dando conta dos elementos que constituem o novo grupo parlamentar (Artur Salvador, Carlos Gonçalves, Graciete Castro e Henrique Fidalgo). “É com muito desagrado que tomei conhecimento da comunicação que foi feita ao presidente da AM. Estamos desprezados e não sabemos a que grupo municipal é que pertencemos perante esta comunicação”, afirmou o presidente da Junta de Avelãs de Cima, Manuel Veiga.

Caciquismo. O presidente de Arcos e Mogofores, Fernando Fernandes, defende que “o tempo do caciquismo já desapareceu e que estas atitudes deixam em baixo o PSD”, relembrando que “os três presidentes, únicos eleitos pelo PSD em todo o concelho, estão solidários com os quatro autarcas a quem lhes foi retirada a confiança política”.
Os visados, ao longo de hora e meia, rebateram todos os pontos em que eram visados pela concelhia, desmontando “uma lógica de má-fé”, como a deputada Sara Reis apelidou e que João Nogueira de Almeida disse ser típica dos tempos da União Soviética e da PIDE.
João Nogueira relembrou que só os três presidente de Junta representam cerca de 40% de toda a votação que o PSD obteve no concelho, pelo que não resta ao presidente da Concelhia outro caminho senão a demissão.
José Carvalho, outro dos deputados visados, também defendeu a demissão do presidente da Concelhia, sublinhando que “há muita coisa que tem que ser explicada” e que defenderá sempre Anadia e não orientações políticas. “Como podemos votar contra as contas da Câmara de Anadia, se estas expressam uma boa gestão”, questionou.

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Plenário de militantes do PSD retira confiança política ao presidente da Câmara de Oliveira do Bairro

Plenário de militantes do PSD retira confiança política ao presidente da Câmara de Oliveira do Bairro

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O plenário de militantes do PSD de Oliveira do Bairro retirou, na madrugada de sábado, a confiança política ao presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira. A moção da retirada de confiança política – o que aconteceu pela primeira vez na história do concelho de Oliveira do Bairro com um presidente de Câmara – foi aprovada em plenário do PSD com 33 votos a favor, três contra e dois em branco.
A moção foi apresentada pelo militante do PSD que também é deputado na Assembleia Municipal, Marcos Martins. Entre outras imputações, o Presidente da Câmara é acusado de inércia, desprezo e de desrespeitar causas maiores.

Leia a reportagem completa na próxima edição do Jornal da Bairrada.

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Mealhada: Duas listas à ACB disputam gestão e localização do Carnaval

Mealhada: Duas listas à ACB disputam gestão e localização do Carnaval

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São já conhecidas duas candidaturas para as eleições da Associação do Carnaval da Bairrada (ACB) que deverão acontecer a 30 de junho próximo ou, caso não seja possível, na primeira quinzena de julho, segundo previsão do atual presidente da assembleia-geral, João Peres. Certa, para já, é a disponibilidade de dois antigos dirigentes (Alexandre Oliveira e Fernando Saldanha) para encabeçarem outras tantas listas ao referido ato eleitoral, depois de conhecida a indisponibilidade para uma recandidatura dos atuais dirigentes.
Será a 30 de junho ou então numa data a acordar na primeira quinzena de julho que acontecerão as eleições para os órgãos sociais da ACB. O presidente da assembleia-geral, João Peres, disse ao JB que ainda não há uma data exatamente definida. Questionado sobre a hipótese de concorrerem duas listas, frisou que “é salutar e mostra que o Carnaval da Mealhada está vivo”. “É importante este interesse, em pôr o Carnaval a mexer”, destacou.
Para já, são conhecidas duas listas prontas a formalizar as respetivas candidaturas, uma dessas liderada pelo anterior presidente da ACB, Fernando Saldanha, defensor do modelo tradicional do Carnaval, a acontecer no Sambódromo Luís Marques com um rei brasileiro no trono. A outra candidatura, encabeçada também por um antigo elemento da ACB, Alexandre Oliveira – curiosamente da equipa de Fernando Saldanha – que defende o regresso dos desfiles ao centro da cidade.

João Paulo Teles

Leia a notícia completa na edição de 23 de junho de 2016 do Jornal da Bairrada

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Vagos Metal Fest ambiciona ser festival de referência a nível ibérico

Vagos Metal Fest ambiciona ser festival de referência a nível ibérico

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O cartaz ainda não está fechado, mas já se sabe que a histórica banda de power metal Helloween vai regressar a Portugal e será o cabeça de cartaz do segundo dia do Vagos Metal Fest. Nos dias 13 e 14 de agosto, a Quinta do Ega, em Vagos, vai voltar a ser o ponto de encontro dos aficionados do heavy metal.
Na sexta-feira, dia 17 de junho, o Município de Vagos e as duas empresas promotoras do evento – Metrónomo e Amazing Events – confirmaram os nomes já fechados do cartaz, que inclui algumas bandas nacionais e até uma da região, Godvlad.
Helloween, Thrash Metal, Dark Funeral, Discharge, RAMP, Godvlad, Tribulation e ainda os portugueses Bizarra Locomotiva e Heavenwood são portanto as primeiras confirmações deste festival.

Toda a reportagem na edição de 23 de junho de 2016 do Jornal da Bairrada

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Autarca de Anadia apela à redução do IVA na comercialização dos vinhos

Autarca de Anadia apela à redução do IVA na comercialização dos vinhos

feira da vinha

A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, aproveitou a presença dos secretários de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Agricultura e Alimentação, na inauguração da Feira da Vinha e do Vinho, no último sábado, para dar a conhecer as conquistas do concelho e da região no setor vitivinícola nos últimos anos, mas também para deixar alguns apelos. Um deles tem a ver com a redução dos impostos, em particular do IVA, na comercialização dos vinhos e em especial dos espumantes.

Teresa Cardoso reconheceu, por outro lado, que a promoção, no que respeita aos vinhos e espumantes, é fundamental e abordou a importância da casta Baga e de como esta tem sido enaltecida lá fora.

O secretário de Estado da Agricultura e da Alimentação, Luís Medeiros Vieira, ressalvou que os nossos vinhos e espumantes têm de se afirmar lá fora “pela qualidade e pela diferença”.

Se ainda não visitou a Feira da Vinha e do Vinho – Anadia Capital do Espumante, ainda está a tempo de o fazer. Até domingo, há stands para visitar, espumante para provar, eventos paralelos a decorrer e, claro está, concertos para assistir. A feira termina no domingo, com as marchas populares e, neste dia, as entradas são grátis.

Leia a reportagem completa na edição de 23 de junho de 2016 do Jornal da Bairrada

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No Museu do Vinho, em Anadia: Consagração do fotógrafo Miguel Rolo na sua terra natal

No Museu do Vinho, em Anadia: Consagração do fotógrafo Miguel Rolo na sua terra natal

O jovem fotógrafo anadiense Miguel Rolo foi homenageado pelo município de Anadia na tarde do último domingo, durante a inauguração de mais um ciclo expositivo temporário patente ao público até outubro, no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia.
A par das três exposições de Miguel Rolo, considerado “um dos melhores fotógrafos do mundo”, a autarquia de Anadia inaugurou uma outra mostra, de 57 caricaturas, de Cristiano Ronaldo, vencedora do Prémio Especial de Caricatura do PortoCartoon World Festival 2015. Uma vez mais, pela mão do Museu Nacional da Imprensa, estão patentes mais de meia centena de cartoons que ilustram, com muito humor, os traços e gestos inconfundíveis do craque português.

Homenagem justa e inteiramente merecida. Numa tarde dedicada aos campeões, esta foi, sobretudo, de consagração para o fotógrafo Miguel Rolo, premiado em certames nacionais e internacionais.
Isso mesmo foi vincado, na ocasião, pela edil anadiense Teresa Cardoso: “Miguel Rolo que, na sua simplicidade e anonimato gosta de estar recatado, mas que tem de ser desafiado porque alcançou um patamar de excelência que a maioria dos anadienses e os portugueses desconhecem e que está, hoje, na lista dos melhores fotógrafos da Europa e do mundo.” Razões mais do que suficientes para justificar “este justo reconhecimento pelo município de Anadia.”
Quanto às exposições agora inauguradas, Teresa Cardoso classificou-as como “um misto de bairrismo e patriotismo”, referindo-se em primeiro, a Miguel Rolo, mas também, ao enorme sentido de oportunidade da exposição alusiva a Cristiano Ronaldo.
Os 57 cartoons estão expostos numa sala do Museu, onde a parede pintada de verde e vermelho nos remete para a bandeira nacional, para as cores da seleção portuguesa.
Esta mostra do Prémio Especial de Caricatura reúne, assim, os trabalhos vencedores, as menções honrosas e as restantes caricaturas finalistas, da autoria de cartoonistas da Bolívia, Brasil, Bulgária, Colômbia, Egito, Espanha, Irão, Quénia, Polónia, Portugal, Roménia, Rússia, Tailândia e Turquia, entre outros.
O vencedor foi o polaco Krzysztof Grondziel, tendo o segundo prémio sido atribuído ao português António Santos (Santiagu) e o terceiro ao brasileiro Renato Aroeira.

Fotógrafo de nível mundial. Ainda durante a cerimónia, Jorge Sampaio, vice-presidente da autarquia anadiense, destacaria o facto de “Miguel não ser um dos melhores fotógrafos da Europa, mas um dos melhores do mundo.”
“Basta pesquisar um pouco o seu currículo e rapidamente se conclui que é um fotógrafo de nível mundial”, diria. Por isso, considerou inevitável que o Museu (que procura expor sempre trabalhos dos melhores), mais cedo ou mais tarde, viesse a expor os trabalhos de Miguel Rolo.
“Há anos que o andamos a desafiar, a conversar, mas o Miguel não se queria mostrar muito. Mas agora tinha de ser”, concluiu Jorge Sampaio, para quem a inauguração de uma exposição sobre o melhor futebolista do mundo ‘casa’ perfeitamente com uma mostra de um dos melhores fotógrafos do mundo.
São sete dezenas de fotografias repartidas por três exposições, duas delas já amplamente premiadas.
A exposição relativa às noivas é uma exposição que mostra o lado sensual de uma noiva e que mereceu vários prémios. “É uma exposição que nos mostra uma forma diferente do que pode ser uma fotografia de noiva, com um olhar fantástico que só o Miguel consegue reproduzir, com uma luz fantástica que só o Miguel consegue captar”, frisou o vice-presidente da autarquia de Anadia. Trabalhos que valeram a Miguel Rolo galardões como Fotógrafo Especialista em Casamentos pela Associação de Fotógrafos Profissionais de Portugal (2011), Fotógrafo Europeu Qualificado pela Federação Europeia de Fotografia (2012), Master QEP – Qualifier European Photographer (2014), finalista do World Photograpfic Cup (2015) e finalista a Fotógrafo Europeu do Ano, pela Federação Europeia de Fotógrafos (2016), entre muitos outros.
Jorge Sampaio falou ainda daquela que é, talvez, uma das mostras mais marcante de fotografia que passou por este espaço.
“É uma exposição que nos toca profundamente a todos. Que nos mostra com uma enorme força a personalidade de pessoas doentes, que estão naquele hospital psiquiátrico e que sofrem”, sendo, a seu ver, “uma das melhores exposições que já vi em toda a minha vida.” Fantástica e merecedora de toda a atenção, este é um trabalho que não deixa ninguém indiferente: “merece que lhe dediquemos horas”, acrescentou.
De referir ainda que esta mostra resulta da participação de Miguel Rolo no documentário “Pára-me de repente o pensamento”, do realizador Jorge Pelicano, ou seja, as fotografias que Miguel Rolo produziu para este projeto cinematográfico amplamente premiado tem como cenário o Hospital Conde de Ferreira, “a primeira construção de raiz feita para a psiquiatria em Portugal”, e que retrata aspetos da “vida que se repete nos espaços de um hospital psiquiátrico”, onde “a lucidez e a loucura vivem juntas”.
A mostra sobre o património vitivinícola da Bairrada nas suas diversas facetas constitui uma outra exposição a não perder.
Uma vez mais, o perfecionismo do trabalho de Miguel Rolo está patente em cada uma das imagens que captou (paisagem natural, caves e adegas, gentes, vinhos), num trabalho que resulta de um desafio que o município de Anadia lhe fez.
Sobre este trabalho, Jorge Sampaio revelou que dentro de algum tempo será apresentado algo mais sobre este projeto “Anadia terra de paixões”. Daí que, ainda que em jeito de brincadeira, tenha revelado que para este trabalho Miguel Rolo não se limitou a tirar 100 ou 200 fotografias mas sim 13 mil: “a primeira vez (de várias) que fui ao atelier do Miguel escolher fotografias, virou-se para mim e disse são só 13 mil fotografias.”
Imagens que valem mil palavras e que vão servir de suporte a um outro trabalho que será apresentado em breve.

“Alma” é a câmara que utiliza. Ainda que contra a sua vontade, Miguel Rolo, sempre avesso a intervenções públicas, mostrou-se muito satisfeito por expor parte do seu trabalho neste espaço especial e emblemático de Anadia.
Na ocasião, destacou que nos seus trabalhos a única câmara que utiliza “é a alma”, assim como agradeceu aos “persistentes” que com ele trabalham. Numa tarde de alegria, apenas um desabafo amargo ao lamentar que não seja do conhecimento geral as vitórias da equipa nacional de fotografia, a nível mundial: “Há três anos a equipa nacional de fotografia obteve o 3.º lugar a nível mundial; no ano passado alcançou o 2.º lugar (Miguel Rolo fez parte desta equipa) e este ano esta equipa foi campeã mundial de fotografia no World Photographic Cup 2016. Não houve grande feed-back disso em nenhum órgão de comunicação social.”
Catarina Cerca

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Mickael Carreira, Richie Campbell, Azeitonas, Agir, Quim Barreiros e C4 Pedro na Expo Bairrada

expobairrada

A Expo Bairrada 2016 realiza-se entre os dias 8 e 17 de julho, no Espaço Inovação. Este ano com um novo conceito – “Tanta Bairrada num só Espaço” –, a Expo Bairrada apresenta também um cartaz de espetáculos ao nível dos melhores eventos musicais do país, com nomes como Mickael Carreira, Agir, Richie Campbell, Azeitonas, Quim Barreiros ou C4 Pedro, entre outros, que se juntam a José Cid, nome incontornável do panorama musical nacional e que, tradicionalmente, tem atuado na primeira noite do certame, trazendo invariavelmente milhares de pessoas a Oliveira do Bairro. As entradas para a ExpoBairrada variam entre 1 euro e 1,50 euros, com acesso a todas as zonas. Para crianças até 10 anos de idade, a entrada na feira mantém-se gratuita.
De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, o Espaço Inovação contará com três palcos, “apostando na diversidade e qualidade não só dos grandes nomes da música nacional, mas também em projetos musicais do concelho e da região, que na Expo Bairrada têm a oportunidade de apresentar o seu trabalho para um público mais vasto”.
Mário João Oliveira, refere que “a Expo Bairrada apresenta-se como o palco privilegiado para a afirmação e desenvolvimento da economia da região, constituindo-se como um contributo, apoio e incentivo ao nosso tecido económico, na certeza de que vale a pena investir em iniciativas que promovam as empresas e o concelho, gerando riqueza e criando emprego.
O autarca de Oliveira do Bairro diz que “o salto qualitativo do certame conseguido, no ano passado, vai ter sequência nesta edição de 2016, com o aumento significativo do número de expositores, em mais uma prova de que o tecido empresarial reconhece este certame como a grande montra do que de melhor se faz nesta região, contribuindo para a construção da marca Bairrada enquanto património identitário”.
Para a edição de 2016, o município de Oliveira do Bairro volta a contar com a parceria de entidades locais e regionais, como são os casos da Associação Comercial Industrial da Bairrada, Associação Equestre da Bairrada, Cooperativa Agrícola de Oliveira do Bairro, Clube Ornitófilo da Beira Litoral, Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos, Comissão Vitivinícola da Bairrada, Rota da Bairrada e Kiwicoop.
A versatilidade do programa permite a apresentação de um conjunto de propostas diversificadas e convidativas, a preços bastante acessíveis, para toda a família, para o público que procura conciliar negócios com lazer e para os aficionados da arte equestre.

Experiências. Ao longo dos 10 dias, de 8 a 17 de julho, o programa da Expo Bairrada apresenta um cartaz de espetáculos verdadeiramente irresistível, que procura ir ao encontro de todas as gerações e vai muito além dos cabeças de cartaz das várias noites. A aposta no desporto equestre sai também reforçada, com a realização de vários concursos nacionais de saltos, de modelo e andamentos e ainda de atrelagens, que vão decorrer ao longo de todo o evento.
A gastronomia e enologia, áreas diferenciadoras e grandes apostas económicas da região, voltam a ter grande destaque na programação, destacando-se o Festival do Kiwi, um dos produtos ex-libris do concelho de Oliveira do Bairro, e várias provas de vinhos, que contarão com a presença de produtores e caves da Bairrada, num espaço dedicado ao efeito. Também a área do turismo terá uma presença reforçada nesta edição com uma representação da Turismo Centro de Portugal e de vários operadores turísticos.

Espetáculos. A Expo  Bairrada 2016 tem um cartaz de luxo, que reúne alguns dos nomes mais populares e versáteis da atualidade, passando por vários estilos musicais como o Pop Rock, Reggae, Música Popular, Kizomba, R&B e Pop, entre outros.
Como tem sido tradição, José Cid “abre” o certame na sexta-feira, 8 de julho. Na noite seguinte, sábado, estreiam-se em Oliveira do Bairro Os Azeitonas, com o seu Pop Rock sofisticado e divertido. Richie Campbell regressa ao palco da Expo Bairrada na terça-feira, dia 12, trazendo consigo a energia e os sons da Jamaica, para mais um espetáculo memorável. Quarta-feira é dia de música popular com Quim Barreiros, que fará a festa com a sua boa disposição e os seus êxitos “picantes”. Também em estreia no Espaço Inovação, estará o eclético músico angolano C4 Pedro, na quinta-feira, noite em que os sons africanos serão reis. Sexta-feira é dia de Agir. O jovem produtor e músico, que vai atuar também pela primeira vez para o público oliveirense, traz consigo R&B e Hip Hop, entre outros géneros, num espetáculo onde não faltarão temas como “Make Up” ou “Como ela é bela”. O clã Carreira regressa, no sábado, à Expo Bairrada, desta vez com Mickael, que apresentará um espetáculo cheio de êxitos em que o romantismo se veste entre o pop e a música de acento latino.
Também os talentos made in Bairrada vão ter palco, destacando-se a 5.ª edição do espetáculo musical “Canta-me como foi”, uma produção da Escola de Artes da Bairrada, e a orquestra Plano B, para além de bandas locais e DJ’s que diariamente vão animar as noites do certame.

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5.º Jantar Conferência Jornal da Bairrada em Vagos: “Tudo o que corre bem a Vagos, é bom para Portugal”

5.º Jantar Conferência Jornal da Bairrada em Vagos: “Tudo o que corre bem a Vagos, é bom para Portugal”

O Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, destacou o exemplo do Município de Vagos “na revolução positiva que está a acontecer na indústria portuguesa”.
No 5.º Jantar Conferência do Jornal da Bairrada, realizado pela primeira vez em Vagos e em parceria com o Município, o Secretário de Estado parabenizou Silvério Regalado pelo “bom trabalho” realizado na área económica.

“Vocês são uns sortudos, não há muitos presidentes da Câmara como este.” Foi desta forma informal e revelando desde logo uma grande proximidade com Silvério Regalado, que o Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, se dirigiu a uma plateia de centena e meia de empresários, que participavam no 5.º jantar-conferência do Jornal da Bairrada, em Vagos, na penúltima quarta-feira, dia 1 de junho.A iniciativa contou ainda com a participação de Victor Neto, professor do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, e de José Couto, presidente do Conselho Empresarial do Centro (CEC).
Confessando que, desde a sua tomada de posse, mantém uma relação muito próxima com o presidente da Câmara de Vagos, João Vasconcelos teceu-lhe rasgados elogios, congratulando-o pelo seu trabalho. “A maneira como ele defende os vossos interesses, a maneira como ele luta pela atração de investimento para Vagos, a maneira como ele luta pelas empresas que já cá estão… é muito raro encontrar um presidente da câmara assim. És um dos melhores exemplos que conheço no país, desta nova geração de autarcas, que tem como prioridade não só o espaço público e a componente social, mas também uma componente económica, no apoio ao empreendedorismo, no apoio ao empresário e na criação de condições de qualidade de vida para atrair mais quadros para essas empresas.” Por tudo isso, deu os parabéns a Silvério Regalado, sublinhando que “tudo o que corre bem a Vagos, é bom para Portugal”.
Antes ainda de se dirigir ao restaurante O Barracão, onde decorreu o jantar, o Secretário de Estado passou pela Zona Industrial de Vagos, afirmando ter ficado com a ideia “que estamos num país diferente daquele que se ouve em Lisboa ou quando ligamos as televisões”. Admitiu que há problemas para resolver, de infraestruturas, custos de energia, etc., mas “há uma revolução a acontecer na indústria portuguesa e Vagos é um ótimo exemplo disso”. “Infelizmente, essa revolução é silenciosa, mas eu estarei cá para a testemunhar, do lado do governo sabemos aquilo que vocês estão a fazer todos os dias”, destacou.

Tecido empresarial aveirense “é irrequieto e ambicioso”. Frisando que estava na região pela 14.ª vez, o Secretário de Estado enalteceu o facto de Aveiro ser hoje “o terceiro maior distrito do país em volume de negócios, em valor acrescentado e em exportações”. Conhecedor do tecido empresarial da região, realçaria o facto de a região ter sabido manter a indústria tradicional “vibrante e competitiva”, assegurando inovação e transferência de tecnologia para as suas empresas.
Um tecido empresarial que classificou de “irrequieto e ambicioso”, que soube crescer, “respondendo a mercados externos altamente exigentes em circunstâncias de acesso ao crédito muitas vezes limitadas e num cenário de perda de recursos humanos qualificados para o estrangeiro”.
Em Vagos, o Secretário de Estado da Indústria deixou ainda a indicação de que “o Governo está apostado em ajudar as empresas a crescer”, apoiando-as no caminho para os mercados externos.
João Vasconcelos destacou, entre outras, as medidas do Programa de Reformas que se destinam “a apoiar a internacionalização e que consistem num programa orientado para atração de IDE para atividades de inovação, na promoção de clubes de fornecedores de PME para empresas estrangeiras de maior dimensão e no alargamento da capacidade exportadora do país através da qualificação das empresas.”
Sublinhou ainda que o governo está igualmente focado na criação de emprego, e no apoio a novas empresas criadas por uma nova geração de empreendedores.
Referiu-se ainda ao Startup Portugal, que consiste numa Estratégia Nacional para o Empreendedorismo e cujas medidas de apoio passam por “linhas de cofinanciamento com Capitais de Risco e com Business Angels, a criação de uma Rede Nacional de Incubadoras e de Fablabs ou a criação de vales de Incubação, que vão permitir disponibilizar 10 milhões de euros para contratar serviços às incubadoras”.
Já sobre a temática desta nova revolução, conhecida por Indústria 4.0, o Secretário de Estado destacou que se “caracteriza pela introdução de um conjunto de tecnologias digitais nos processos de produção, na relação entre os vários intervenientes na cadeia de valor, na relação com o cliente ou mesmo no modelo de negócio”. Uma revolução já em marcha em vários setores e onde é “fundamental investirmos”.
“A Europa tem de liderar a Internet da indústria e não pode ficar para trás, como fez com a Internet do consumo”, sublinhou, defendendo em Vagos “a integração e partilha de conhecimento, nomeadamente com centros tecnológicos, politécnicos e Universidades.”
Aos presentes deixaria ainda a indicação de que “ao Governo compete iniciar a discussão e criar condições para que possamos estar na linha da frente desta inovação”, enquanto que aos empresários “cabe estar atentos para que as oportunidades sejam bem aproveitadas.”
“Não há motivo para que não possa existir a partir de Portugal uma base qualificada de fornecedores de soluções de base para a Indústria 4.0 e para que as startups portuguesas não possam liderar no mercado global enquanto agentes de inovação dos setores mais tradicionais.”
Por isso, a tutela anunciou recentemente uma nova linha só para investir nessas startups: “São 10 milhões até ao fim do ano para empresas em early stage desenvolverem os seus produtos e protótipos, com apoios que podem ir até aos 500 mil euros por empresa.”

Problemas e soluções. José Couto, empresário com responsabilidade na gestão de empresas e presidente da direção do Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro e vice-presidente do Conselho Geral da CIP (Confederação Empresarial de Portugal), começou por falar do paradigma da indústria que “se está a alterar”, tendo pela frente a 4.ª revolução industrial. Um desafio em relação ao qual é necessário perceber se Portugal está preparado: “As empresas portuguesas estão preparadas e reconhecem a importância deste desiderato?”, questionou.
Sendo a produtividade da indústria portuguesa baixa (cerca de 70% da média comunitária) e com uma intensidade tecnológica “abaixo das congéneres europeias”, avançou que “estamos abaixo do desejado”.
Por isso, acredita que no futuro haverá outra indústria – o que vai alterar o conceito de competitividade. As palavras de ordem são, segundo José Couto, “inovação, tecnologia e qualidade dos recursos humanos”, sendo também “incontornável a importância da inovação para a indústria 4.0.”
Daí que tenha sublinhado a esta plateia de empresários que “o processo industrial não pode passar ao lado da inovação tecnológica, porque só assim haverá saltos competitivos.”
“São as soluções tecnológicas adequadas e desenvolvimento dos recursos humanos que constituem a base dos pressupostos da Indústria 4.0.”, diria, acrescentando que “haverá então ganhos de produtividade, diminuição dos custos de produção, ganhos de margem e criação de empregos qualificados.”
José Couto defende ainda que o país precisa de trabalhar mais na interação entre empresas e centros de saber; assim como há que ter uma atitude dirigida e consequente no estabelecimento de parcerias.
Deixou ainda a indicação de que o Conselho Empresarial do Centro, há três anos, aquando da preparação do Portugal 2020, realizou um estudo que permitiu identificar um conjunto de constrangimentos e dificuldades: “dificuldade de comunicação entre empresas e estabelecimentos de ensino superior; falta de confiança; incapacidade de dar resposta em tempo útil às necessidades das empresas; fraca motivação por parte dos investigadores para trabalhar em conjunto com as empresas; fraca estrutura organizacional das empresas para adotar novos procedimentos; assim como os empresários das PME’s não reconheciam a importância do processo de investigação como fator de competitividade.” Um estudo realizado há três anos, mas que agora revisitado, resultou em respostas em muitos casos idênticas às daquela altura.
Este responsável destacou ainda a importância do Programa Qualificar para as empresas poderem entrar na Indústria 4.0.
Referiu ainda existir, hoje, uma forte perceção da importância do desenvolvimento e da introdução de tecnologias no processo produtivo por parte das PME’s que começam a reconhecer os centros tecnológicos como importantes parceiros.

4.ª Revolução Industrial. Victor Neto, investigador e professor auxiliar convidado do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, falou aos presentes da importância e necessidade que as empresas têm em adaptar-se às novas tecnologias, “cada vez mais pequenas e mais potentes” e que estão em tudo: “atualmente, 90% dos computadores estão embebidos em equipamentos, nos nossos carros e em utensílios que usamos no dia a dia.”
Para este responsável, a Indústria 4.0 é a 4.ª revolução industrial, ou seja, aquela que quer “transformar toda a nossa produção e dar o salto para algo que incorpore mais tecnologia”. Com isto, quis dizer que, num futuro próximo, os produtos serão completamente personalizados, tornando cada um deles único, à necessidade do cliente/consumidor.
O resultado será mais produtividade em todos os aspetos e uma melhor eficiência de materiais (menos gastos com materiais, com energia).
Na ocasião, não deixou de destacar a importância das pessoas nesta revolução: “elas são um fator importante”, assim como sublinhou o desafio que será para as empresas “passar a utilizar menos recursos materiais e energéticos”, mas também “partilhar informação – tudo o que é conhecimento deve ser acessível a todos.”
Convicto de que surgirão novos modelos de negócio, Victor Neto terminaria dando a conhecer aos empresários o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Aveiro, que trabalha na área da investigação e desenvolvimento de projetos, e também em cooperação com a sociedade.

Da ruralidade à industrialização

O anfitrião da noite foi o autarca Silvério Regalado, presidente da Câmara Municipal de Vagos.
Na ocasião, dirigiu-se ao Secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, como um aliado, “um amigo da indústria”, que tem apoiado o município vaguense.
Perante a vasta plateia, Silvério Regalado referiu-se ao tema da conferência (Indústria) como “um setor que Vagos tem estimado muito ao longo dos últimos anos”. E, na realidade, quem passa pelas zonas industriais deste município, facilmente se apercebe da importância e investimentos ali realizados pela autarquia.
O edil recordou que, há apenas 25 anos, este era um concelho marcadamente rural e ao longo destas duas décadas e meia, sofreu grandes transformações. Muito devido a “empresas que, em Vagos, ajudaram nestes últimos anos a balança comercial do concelho de Vagos.” Por isso, avançou que o saldo das exportações é de 62 mil milhões de euros superior às importações, num concelho que exporta 172 mil milhões de euros e importa 110 mil milhões de euros.
E, sendo a indústria transformadora responsável por 45% da faturação das empresas no concelho de Vagos – na ordem dos 200 milhões de euros -, Silvério Regalado referiu-se ainda ao facto de o concelho registar a menor taxa de desemprego no país.
Durante o jantar, transmitiu ao Secretário de Estado um leque de preocupações, nomeadamente quanto ao processo da revisão dos fundos comunitários, que torne possível a ligação da A17, à ZI de Vagos e seguidamente à A25 e ao porto de Aveiro. Vias que considerou fundamentais e estruturantes para a competitividade das empresas do concelho. Depois, elencou ainda algumas preocupações relacionadas com a legislação sobre áreas industriais; licenciamentos industriais e ligação da energia elétrica.
Ainda que favorável à descentralização de competências para as autarquias locais, Silvério Regalado defendeu que estas têm de ser dotadas de recursos financeiros e humanos. “É preciso desburocratizar”, sublinhou, destacando ainda que “os empresários que aqui estão não andam à cata de subsídios do Governo. Só querem que os deixem trabalhar”.

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1.ª Feira do Ambiente Anadia + Verde promove boas práticas ambientais

1.ª Feira do Ambiente Anadia + Verde promove boas práticas ambientais

 

Incentivar a produção e o consumo de produtos biológicos, dando-os a conhecer e exortando a população a consumir alimentos e vinhos produzidos segundo métodos e técnicas que respeitam o meio ambiente foram dois dos objetivos daquela que foi a 1.ª edição da Feira do Ambiente “Anadia + Verde”, realizada nos dias 3 e 4 de junho, na Praça Visconde de Seabra, em Anadia.
Um evento que procurou ainda promover a cidadania e o respeito pela qualidade de vida da comunidade, proporcionando agradáveis momentos de confraternização.
Uma mostra dedicada aos produtos biológicos e à proteção do meio ambiente, organizada pela Câmara Municipal de Anadia e que se traduziu num verdadeiro sucesso, não só pela grande adesão de visitantes, mas por ter servido de ponto de encontro a todos aqueles que quiseram conhecer melhor as vantagens e os benefícios da produção biológica.

Ambiente e saúde. A abertura do certame aconteceu na manhã de sexta-feira e foram muitos os anadienses que por ali passaram.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso recordou a candidatura realizada pelo município em 2015, no âmbito do ECO 21, que premiou Anadia com a Bandeira Verde: “Ficámos a perceber que, comparativamente a muitos outros municípios, já tínhamos boas práticas que vínhamos desenvolvendo”.
Reconhecendo que faltava mostrar aos cidadãos do concelho o muito que Anadia vai fazendo pelo ambiente, esta feira procurou, acima de tudo, fazer a sensibilização da comunidade para a necessidade de uma alteração de comportamentos em prol do ambiente.
Ciente de que o ambiente e a saúde caminham lado a lado, a autarca Teresa Cardoso não deixou de destacar a importância da promoção e consumo de produtos biológicos, assim como a necessidade de adotar modos de produção mais amigos do ambiente, que afastem o recurso a tratamentos com produtos químicos.
“Esses produtos não estão só na moda, trazem benefícios também para a nossa saúde”, referiu.
Uma mostra dos muitos produtos biológicos já cultivados no concelho mas também dos vários produtores de viveiros florestais, não fosse o concelho um dos que na região possui uma das maiores manchas florestais: “Importa, por isso, realçar este setor, que é muito importante para a economia do nosso concelho”.
O espaço da feira foi ainda, durante estes dois dias, palco para diversas oficinas, ateliês, demonstrações, palestras, exposições e outras ações de divulgação da atividade das entidades participantes, designadamente associações ligadas ao setor ambiental, estabelecimentos de ensino, viveiros, empresas e produtores biológicos, havendo também um espaço de restauração (biológica), a cargo da VITI.
No primeiro dia de certame, todas as escolas do 1.º CEB com Bandeira Verde ECO 21 visitaram este espaço. Todos levaram para casa uma pequena árvore (carvalho ou medronheiro) para plantar em casa.
Com esta iniciativa quis a autarquia fazer de Anadia um concelho mais verde, incentivando os mais pequenos à reflorestação e a respeitarem a natureza.
No total, foram disponibilizadas cerca de 800 pequenas árvores.
A animação esteve a cargo de alunos da VITI, com várias atuações.

Iniciativa a repetir. De visita ao certame, o autarca Fernando Fernandes, presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, considerou esta uma “iniciativa fantástica.” Mais uma iniciativa deste executivo “em relação à qual temos de dar os parabéns pela sua realização.”
O autarca acredita que, através deste tipo de iniciativas, é possível “sensibilizar as crianças para as problemáticas ambientais”.
Com stand na feira, a produtora e vitivinicultora Filipa Pato revelou que, sendo bastante sensível para o ambiente, “sempre que pego numa vinha deixo de usar herbicidas”. Por isso, “a biodinâmica foi uma transição que fizemos há dois anos” e que “acrescenta mais qualidade ao produto, embora a produção seja ligeiramente menor”. A produtora acredita que “este será o futuro, para bem dos nossos filhos e netos. Será a salvação do planeta.”
Também Joana Campolargo, da Adega Campolargo, se mostrou bastante agradada com o certame. “Temos 170 hectares de vinha em regime de proteção integrada. Ou seja, qualquer intervenção feita na vinha está sujeita a um controle feito por uma entidade certificada e externa.” A JB revelou ainda que “só usamos produtos químicos em casos extremamente necessários, e também na parte de vinificação não usamos qualquer produto enológico”.
Já António Luzio, da Green Flavours, empresa sediada na Incubadora de Empresas da Curia, com stand no certame, está a produzir kiwis e framboesas em modo biológico. “Existimos desde 2013 e o balanço é muito positivo.”
Ciente de que a produção biológica é menor mas de muito maior qualidade, avança que na produção biológica não tem despesa com produtos fitofármacos, embora aumentem os custos com a mão de obra.
“É tudo feito manualmente. Temos 1, 5 hectares de framboesa e um hectar de kiwi. Esta é uma iniciativa excelente que deve continuar”, conclui.

OPINIÕES

Idalina Faneca
Diretora pedagógica do Colégio de Famalicão
“Esta é uma iniciativa extraordinária. As crianças precisam de ver, de tocar para aprender e para poderem apreciar. Este contacto com a realidade local é muito positivo e saber que todas as escolas estão aqui é muito bom.”

Amílcar Costa
Diretor do Centro Escolar de Sangalhos
“Somos uma Eco Escola e como tal, hoje, aqui estamos. É importante a sensibilização para as questões do meio ambiente e proteção da natureza e criar hábitos ambientais. As crianças levam para casa estas mensagens e acabam por motivar os pais. É uma excelente iniciativa e o ponto de partida para outras neste âmbito.”

Patrícia Carvalho
“Ervas do Casal”
“Estamos em Mogofores. A nossa exploração agrícola produz plantas aromáticas e medicinais biológicas. Repare que estes produtos são cada vez mais procurados, sobretudo as pessoas começam a ter mais conhecimento da importância do cultivo em biológico. Acho que esta é uma iniciativa excelente que deveria acontecer mais vezes. Deveriam promover mercados biológicos e com culturas sustentáveis. Seria muito interessante.”
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Anadia: Anadia Schools’ Carts Race envolve 150 participantes

Anadia: Anadia Schools’ Carts Race envolve 150 participantes

 

A cidade de Anadia recebeu no passado dia 1 de junho, na encosta do Monte Crasto, a 3.ª edição da corrida “Anadia Schools´ Carts Race”, uma competição de carrinhos de rolamentos, destinada a alunos das escolas do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário do concelho de Anadia.
Em competição estiveram 22 carrinhos e um total de 150 alunos (6 carrinhos da Escola Básica e Secundária de Anadia, 2 da Escola Básica de Vilarinho do Bairro, 8 do Colégio de Famalicão, 1 do Colégio de Mogofores e 5 da Escola Profissional de Anadia).
Dar uma nova vida aos tradicionais carrinhos de rolamentos era o objetivo desta prova que, ao mesmo tempo, procurou proporcionar um espaço de convívio entre os jovens dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia e, ainda, promover a criatividade e a preservação do meio ambiente.
Numa edição que teve como tema de inspiração para a construção dos carrinhos “Anadia para todos”, os grandes vencedores da tarde foram três equipas, sendo que uma delas, da Escola Básica e Secundária de Anadia, intitulado “Saca-lhe a Rolha” arrecadou dois prémios: o de carro mais rápido e original.
O Anadia Schools´Carts Race” contemplou, assim, duas categorias: os alunos do 3.º CEB (categoria A) e alunos do Ensino Secundário (categoria B). Cada categoria disputou uma corrida subdividida em duas provas cronometradas – prova de “descida livre” e prova “de obstáculos”, na calçada do Monte Crasto, em Anadia.
Vencedores
Carro Mais Rápido – 3.º CEB- equipa “Tudo Sobre Rodas”, da Escola de Vilarinho do Bairro.

Carro Mais Original – 3.º CEB – equipa “Auto-Drivers”, do Colégio Nossa Senhora da Assunção.

Carro Mais Rápido – Ensino Secundário – equipa “Saca-lhe a Rolha”, da Escola Básica e Secundária de Anadia.

Carro Mais Original – Ensino Secundário – equipa “Saca-lhe a Rolha”, da Escola Básica e Secundária de Anadia.

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