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Ministro da Educação inaugura IPB – um sonho de 70 anos do Comendador Almeida Roque

O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, inaugurou, na última quinta-feira, dia 23, o Instituto Profissional da Bairrada (IPB), cuja construção rondou os dois milhões de euros, financiada pela Fundação Comendador Almeida Roque. O novo Instituto é um projeto-piloto a nível nacional, apoiado pelo Ministério da Educação e Ciência, com um modelo pedagógico de escola/oficina, idealizado pelo empresário Comendador Almeida Roque, através da fundação com o seu nome.
A oferta educativa é direcionada para as áreas de Metalurgia e Metalomecânica, Eletricidade e Energia, e Eletrónica e Automação, correspondendo às necessidades de mão-de-obra qualificada, indicadas pelas empresas da região.

Sonho concretizado. Comendador Almeida Roque começou por referir que “hoje se concretiza uma luta com 70 anos, tantos como tenho de industrial, cujo começo remonta a 1945”. E o país deve essa realização, segundo afirmou, “a dois políticos excecionais: ao ministro da Educação, Nuno Crato, e ao presidente da Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP), Gonçalo Xufre da Silva”. “O país fica a dever-lhes a coragem de se apaixonarem pela minha iniciativa, e da sua concretização em lei, que eu diria, ter atraído todo o país, pois as iniciativas já vão do Norte ao Sul, felizmente.”
Com o arranque deste tipo de ensino profissional, segundo Almeida Roque, “é dada a oportunidade a muitos milhares de operários portugueses para que tenham o privilégio de ter emprego assegurado e, mais do que isso, uma arte que lhes permitirá facilmente incrementar a iniciativa individual, se este ensino for executado nos moldes que são o objetivo do IPB”.
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Antes de morrer eu quero… comer tripas em vinhos d’alhos

Antes de morrer eu quero… comer tripas em vinhos d’alhos

Ouve-se da rua o crepitar do borralho e, ao entrar na Casa Gandareza, a fumaça não engana. No meio do pátio gandarez, fumegando dentro das caldeiras, as couves vão cozendo, aguçando o apetite para o almoço. Na cozinha, as confrades das “Sainhas” vão ultimando as tripas em vinhas d’alhos, feitas como manda a tradição: tripas, coiratas (sem toucinho), bucho e orelheira de porco, que estiveram uma semana a macerar em vinho de alhos.
Está tudo pronto para receber Palmira da Graça e a restante comitiva do Centro Comunitário da Gafanha da Boa Hora (concelho de Ílhavo). Hoje o dia é especial. Vai cumprir-se um sonho.

Tudo começou há cerca de um mês, quando a equipa técnica do Centro Comunitário, que já habituou a comunidade a ideias que nada têm de comum, decidiu pôr em prática o projeto internacional “Before I die” (Antes de morrer). Os idosos, os mesmos que há cerca de ano e meio recriaram a música “Wrecking Ball” de Miley Cyrus, foram agora convidados pelo animador Ângelo Valente e pela gerontóloga Sofia Nunes, a exprimir uma espécie de último desejo, um sonho a cumprir antes de morrer. Longe de imaginar o impacto que a ideia teria, os sonhos dos idosos inundaram as redes sociais e o efeito foi imediato. “Numa questão de horas, tornou-se viral”, confirmou ao JB, Ângelo Valente. “As pessoas identificaram-se com aquela situação e questionaram-se – «o que é que me falta fazer?»”.
Poucos dias bastaram para que os sonhos passassem do quadro de lousa à prática. E os que pareciam mais complicados, foram os primeiros a realizar. Como o de Maria Fidalgo, que antes de morrer, queria cantar para muita gente. “Fomos convidados, pelo César Mourão, a levar a nossa D. Fidalga, como é conhecida, ao Theatro Circo, em Braga, onde ele estava a representar a peça «Esperança». E, no dia 1 de julho, ela cumpriu o seu sonho.”
Também Maria Vitória e Alfredo Miranda viram realizado aquilo que pensavam impossível. Queriam voar e o Aeroclube de Viseu fez-lhes a vontade. Sofia Nunes garante que o objetivo número um neste e nos outros projetos, “é que seja uma terapia, que sirva para nos conhecermos melhor, que permita um estreitar de relações entre todos”.
“Antes de morrer eu quero… ver o Benfica ao vivo; voltar à Figueira da Foz; ir à América; voltar a ver os meus netos; voltar a entrar num navio” são apenas alguns dos sonhos manifestados. “Já fomos contactados pelo SL Benfica e o sr. João Fernando, em agosto, vai a Lisboa ver um jogo, conhecer o presidente e o treinador…”, conta Ângelo Valente. “Também fomos surpreendidos pelo Marco Paulo, que nos ligou pessoalmente, a dizer que vai cumprir o sonho da D. Alice Pereira, irá ao nosso Centro muito em breve [já foi entretanto…] e depois vai levá-la a um concerto.” Assim como Tony Carreira, que vai cumprir o sonho de Benilde Rocha, que o quer conhecer. “Vai passar um dia em grande, vai a um spa, vai ser super mimada e, no final do dia, vai conhecer o seu cantor de eleição.”
Se estes sonhos, que pareciam difíceis de cumprir, afinal nem foram tanto assim, mais complicado será o da D. Deolinda, que gostava de voltar a ver, ou o da D. Leopoldina Inácio, que quer voltar a ter vontade de viver. “Tudo fazemos para que os nossos idosos se sintam felizes. Nós queremos desmistificar o envelhecimento, por um lado, e a institucionalização, por outro”, salienta Ângelo Valente. “Nós acreditamos que é possível ser feliz numa casa como a nossa, onde aceitamos toda a gente e onde todos têm a liberdade de ser eles próprios, de ter as suas rotinas, de fazer aquilo que gostam.” Não é por acaso que este Centro Comunitário é contactado por outras instituições, “no sentido de saberem como é que nós trabalhamos”.
A exploração de emoções está na base de muitos dos projetos levados a cabo por esta equipa. Os vídeos, como o “Wracking Ball” ou o “Vadzilla”, que se tornaram virais, ou as fotografias partilhadas no facebook, “são uma terapia”, mas também os dois cães que “fazem parte da casa têm um enorme sucesso na qualidade de vida dos nossos idosos”.
E, por trás de uma equipa técnica com este dinamismo, tem de estar uma direção à altura. “Este é mais um projeto que eu apoio, eu e todas as pessoas da direção”, frisa o presidente do centro Comunitário, Amândio Costa. “É muito importante, porque envolve não apenas os idosos, tirando-os da instituição, como também insere a comunidade no seu dia a dia e promove a mudança de atitude, a forma como se olha para a institucionalização. Queremos que esta seja vista como uma possibilidade de ter um fim de vida com dignidade”, remata Amândio Costa.

Oriana Pataco

Leia a reportagem completa na edição de 16 de julho do Jornal da Bairrada

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Anadia: Presidente de Câmara Municipal pede nó de ligação à A1

Anadia: Presidente de Câmara Municipal pede nó de ligação à A1

 

Um nó de acesso à A1 foi a única obra que a autarca de Anadia destacou como vital para o desenvolvimento do concelho perante Castro Almeida, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional e gestor e coordenador dos fundos comunitários, nomeadamente do novo quadro – “Portugal 2020” , que presidiu à cerimónia de abertura da 12.ª edição da Feira da Vinha e do Vinho.
Foi debaixo de um sol tórrido e com uma hora de atraso que, na manhã do último sábado, dia 20 de junho, foi cortada pela autarca Teresa Cardoso, secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Manuel Castro Almeida e Pedro Machado, presidente da Entidade de Turismo do Centro, a fita inaugural de um certame que é já tradição no concelho de Anadia.
Uma vez mais, na presença de um membro do governo, a edil anadiense voltou a sensibilizar a tutela para esta preocupação do nó da A1, que disse ser “conhecida há muito, mas ainda não reconhecida”, mas de enorme importância para o desenvolvimento estratégico do concelho e da região.
A decorrer na zona do Vale Santo, no centro da cidade, até ao próximo domingo, dia 28, Anadia vive nove dias de trabalho, mas também de grande festa, que fazem deste evento um ponto de encontro e de confraternização.

Anadia detém mais de 70% da produção de espumantes Bairrada. Foi na nova tenda dedicada aos produtores e onde se localiza o wine bar e a loja de vinhos que a todos a edil anadiense deu as boas-vindas. Teresa Cardoso, que no dia da apresentação do certame, a 1 de junho, tinha pedido bom tempo a S.Pedro, estava longe de imaginar o quão generoso ele seria. Com temperaturas a rondar os 40 graus, nada melhor que brindar a abertura do certame com um espumante fresquinho. E foi isso que aconteceu neste espaço que, até domingo próximo, irá dar a provar o produto ex-líbris do concelho e que promete afirmar Anadia como a capital do espumante.
Na ocasião, Teresa Cardoso destacou a importância do espumante para o concelho que foi pioneiro na sua produção. Hoje, passados 125 anos, Anadia é um concelho que “soube dinamizar e modernizar esta atividade e este património absolutamente essenciais para o concelho e para a região, onde Anadia detém mais de 70% da produção de espumantes Bairrada, os quais, por sua vez, representam 65% da produção nacional de espumante”, referiu a edil, que aproveitou para sublinhar o também não menos importante papel da vitivinicultura que molda a paisagem. “Mas é o espumante que nos dá ainda um ex-líbris e uma divisa: Anadia, Capital do Espumante”, disse. Por isso, destacou a forte presença do setor no certame mas também o tecido empresarial em geral presente com vários stands, sem esquecer a vertente cultural, gastronómica e de animação.
A autarca de Anadia sublinharia igualmente a importância estratégica do projeto “Investem Anadia”, um programa municipal de apoio às empresas e aos empresários, à criação de emprego, à fixação de pessoas e à criação de riqueza, através da disponibilização das melhores condições de investimento, com o objetivo de criar dinâmicas e de acrescentar valor ao nível do tecido empresarial do concelho e da região.
Assim, o certame que vai já na sua 12.ª edição é mais “um contributo, apoio e incentivo ao tecido empresarial da região”.
Teresa Cardoso destacou ainda que, para além dos vinhos, Anadia é conhecida pela gastronomia e termas, mas também pela sua hotelaria, equipamentos desportivos e culturais de grande qualidade.
“Dos vinhos à gastronomia, da cerâmica à indústria das duas rodas, da floresta, do termalismo, do turismo desportivo, ao enoturismo, dispomos de um conjunto de potencialidades que destacamos e que importa fortalecer salientando desde logo, e uma vez mais, a necessidade de ligar o principal eixo rodoviário do país ao nosso concelho”.
Uma ligação que Teresa Cardoso acredita permitir aumentar a competitividade e a sustentabilidade dos vários setores económicos do concelho e dos concelhos vizinhos.

Campanha gigantesca para promover e dar a conhecer os nossos produto. Castro Almeida mostrou-se bastante agradado com o facto de Teresa Cardoso ter falado apenas de uma obra que é necessária para o desenvolvimento do concelho (nó de acesso à A1) mas, sobretudo, por ter centrado a sua intervenção a falar de emprego e da criação de riqueza no concelho. “Isto diz bem da mudança no pensamento dos nossos autarcas”, agora mais empenhados em resolver problemas como o desemprego e os salários baixos.
Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, este é precisamente um aspeto em que os autarcas podem ajudar bastante, já que o país precisa de empresários e da criação de emprego, destacando que no novo Quadro Comunitário haverá fundos destinados a este fim. Por isso, deixou a indicação da criação na UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro) de um Centro de Investigação do Vinho, de nível mundial, com o apoio dos fundos comunitários.
“O nosso esforço deve centrar-se em ajudar as empresas a ser mais competitivas e ajudar os empresários”. Debruçando-se em concreto sobre o setor vitivinícola, avançou ser “uma área de negócio geradora de riqueza que deve aumentar nos próximos anos”, já que é um setor que tem futuro, ainda “que tenha de percorrer um bom caminho ao nível da comercialização”, sobretudo nos mercados externos.
“É preciso uma campanha gigantesca para promover e dar a conhecer os nossos produtos”, nomeadamente nos países emergentes. “Temos qualidade, precisamos melhorar o valor de referência do vinho”, disse.
Catarina Cerca

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PDM aprovado, 15 anos depois, por maioria, com abstenções do PS

O novo Plano Diretor Municipal (PDM) do concelho de Oliveira do Bairro foi aprovado, 15 anos depois, por maioria, com duas abstenções do PS, na última sexta-feira, durante a Assembleia Municipal. Agora será publicado em Diário da República.
O presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro, Mário João Oliveira, sublinhou que “o PDM é algo que permite levar por diante uma visão estratégica para o concelho”, afirmando que “por estar em curso há vários anos, não significa que houvesse muito trabalho feito”. Contudo, o que “importa é que passado este tempo – e foi demais -, as dificuldades foram ultrapassadas, assim como as burocracias. Neste processo houve discussão pública, participação e foram ponderadas situações, tendo merecido, em sede de executivo, a aprovação por unanimidade”. “Este é um documento que tenta corrigir a nosso ver o que desvirtuava o território, permitindo a ampliação de equipamentos existentes e mantendo as aldeias, mais aldeias”, referiu Mário João Oliveira, dando a conhecer que “nem todas as participações foram contempladas. Algumas foram parcialmente aceites e outras foram resolvidas em toda a sua totalidade”.
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Prisão para condutor que transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda

Prisão para condutor que transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda

 

O condutor do autocarro que transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda, que se despistou, há quase seis anos, em Santa Maria da Feira, foi, na segunda-feira, condenado pelo tribunal daquela cidade a dois anos e meio de prisão, com pena suspensa. Do acidente resultou um morto, uma mulher de 44 anos, sete feridos graves, entre os quais uma grávida, e 20 ligeiros.
O coletivo de juízes deu como provado que o acidente ficou a dever-se ao “excesso de velocidade, potenciado pelas deficiências mecânicas do veículo” que, na altura, transportava elementos do coro do Orfeão de Águeda.
Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente referiu ainda que o local onde ocorreu o acidente “estava mal sinalizado”, adiantando não ter sido dado como provado que o motorista conhecesse aquela zona.
“Este acidente também teve consequências para si. Já sofreu sanção pela prática destes crimes, mas o tribunal não poderia deixar de o sancionar”, referiu o magistrado dirigindo-se ao arguido, após a leitura do acórdão.
O arguido, de 60 anos, foi condenado a um ano e meio de prisão, por um crime de homicídio por negligência, oito meses, por um crime de ofensa à integridade física grave por negligência, e três meses, por cada um dos dez crimes de ofensa à integridade física por negligência.

Pena. Em cúmulo jurídico, foi-lhe aplicada uma pena única de dois anos e meio de prisão, suspensos por igual período.
Na noite da tragédia, o coro do Orfeão de Águeda dirigia-se para São Paio de Oleiros, em Santa Maria da Feira, onde era esperado para as celebrações do 25.º aniversário da Associação Musical Oleirense.

Acusação. Segundo a acusação do Ministério Público, o arguido “conduzia desatento, não tomando as precauções devidas e de que era capaz, iniciando a aproximação à curva sem diminuir a velocidade da forma devida e sem se precaver que a podia descrever em segurança, manifestando desprezo para com as pessoas que consigo seguiam no veículo”.
A defesa do arguido requereu a abertura da instrução, alegando que as causas do acidente ficaram a dever-se a falhas de manutenção no veículo acidentado. Contudo, o Juiz de Instrução confirmou que o veículo apresentava, desde o início da marcha, problemas que determinavam “a existência de folga no volante”, mas, ainda assim, decidiu pronunciar o arguido por todos os crimes de que estava acusado.

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Professores da Mealhada dizem “não” à municipalização

Professores da Mealhada dizem “não” à municipalização

Os professores do concelho da Mealhada querem ter uma palavra a dizer, no processo de municipalização da educação. Cerca de 80 docentes concentraram-se à porta da Câmara Municipal, ao fim da manhã de segunda-feira, dia 15 de junho, exigindo a suspensão do processo.
O ponto de discussão do tema constava da ordem de trabalhos da reunião de câmara dessa manhã, mas acabaria por ser retirado, porque, explicou o presidente da Câmara, Rui Marqueiro, “algumas pessoas pediram mais tempo para analisar”.
João Louceiro, docente do Agrupamento de Escolas da Mealhada mas a exercer neste momento funções de dirigente sindical, adiantou a JB que “houve uma discussão deste assunto com o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas e o presidente da Câmara quis passar a ideia de que a leitura dos documentos naquela reunião manifestava a anuência do Conselho Geral”. “Mas”, acrescentou, “estas decisões implicam um debate e do próprio Conselho Geral tem de haver uma pronúncia formal sobre esta matéria”.
Quem já se pronunciou foram os próprios professores que, numa consulta em todo o país, entre 2 e 4 de junho, foram muito claros. “Com mais de 50 mil professores a participar, 97% expressaram o «não» à municipalização. Na Mealhada, votaram 83% do universo de 198 professores e, destes, 95% disseram não concordar com a municipalização da educação”, justificou João Louceiro.
Para o dirigente sindical, a questão não passa apenas pelo facto de “a tutela pedagógica e disciplinar ficar na mão dos municípios”. “Somos a favor da descentralização, de que se dê poder às escolas para tomar certas decisões, mas entendemos que há outras competências que devem continuar na mão do poder central. A educação não deve ser uma competição entre municípios”, frisou.
No entanto, segundo Rui Marqueiro, “80% do que está no contrato [de municipalização] já está ser cumprido pela Câmara Municipal. Daí que não consigo perceber o que isto tem a ver com os professores”, afirmou, no dia seguinte, à margem de uma conferência de imprensa no Buçaco (ver pág. 17). Explicou ainda que “a matriz do contrato foi feita de acordo com sugestões nossas e do Dr. Fernando Trindade, diretor do Agrupamento de Escolas”.
Relativamente à integração dos funcionários da Escola Secundária nos quadros de pessoal da autarquia, Rui Marqueiro clarificou que em momento algum foi dito que isso sucederia. “Passarão, durante quatro anos, a um quadro de mobilidade. Findo esse período, poderão regressar ao quadro do Estado.”
O edil mealhadense garantiu ainda que “nada é feito em segredo, pelo que o contrato já foi enviado a todos os partidos políticos e vai ser disponibilizado no site da Câmara para que todos possam ler”.

Oriana Pataco

Leia a reportagem completa na edição de 18 de junho de 2015 do JB

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Elevada procura leva Câmara a redimensionar FESTAME

Elevada procura leva Câmara a redimensionar FESTAME

A elevada procura de agentes económicos para expor na FESTAME – Feira do Município da Mealhada está a levar a autarquia a reequacionar a criação de outras condições para o próximo ano, lamentando ter deixado de fora alguns setores locais, como a logística e a cerâmica. Esta convicção foi deixada na abertura da feira, no dia 9, pelo vereador José Calhoa, antes da visita inaugural pelos 125 expositores desta edição.

Sem desvendar quais, o vereador falou em “novidades no próximo ano” e admitiu a necessidade de repensar as condições do evento. Entre as ideias a discutir em sede camarária pode estar o regresso da área do artesanato ao jardim municipal, um desejo já manifestado pelo presidente da Câmara, Rui Marqueiro.

Certo, para já, é o sucesso que se salda desta primeira edição da FESTAME, que decorreu de 9 a 14 de junho, na zona desportiva da Mealhada. A feira contou com dezenas de milhares de visitantes (apesar de ser impossível de contabilizar o número real, uma vez que a entrada era livre) e o recinto lotou praticamente todas as noites, mesmo quando a chuva teimou em estar presente. “Penso que conseguimos os 100 mil visitantes durante os seis dias, como queríamos. Mesmo no sábado, sob chuva intensa, ninguém arredou pé. Era uma enchente para ver Richie Campbell”, afirmou José Calhoa.

Uma edição que fica marcada pelo novo nome do evento, pela diminuição do número de dias, pelo reforço da gastronomia, pelo fortalecimento dos novos setores da agricultura, pecuária e empresarial, pela boa organização e, sobretudo, pela aposta num cartaz de grande qualidade, com nomes como BOSS AC, D.A.M.A, Kika, Rita Guerra e Richie Campbell. Pelo palco 2 passaram ainda vários artistas, como Gonçalo Pato, do Projeto Vespa, e vários grupos concelhios, como ranchos folclóricos, orquestras, filarmónicas e escolas de Samba. Passaram ainda grupos como os Remember Revival Band e os Artipanema e a última noite do evento foi mesmo dedicada à prata da casa. O recinto voltou a compor-se para a atuação da fadista lusense Edna Costa, que se fez acompanhar do também fadista José Manuel Guerreiro.

Leia a reportagem completa na edição de 18 de junho de 2015 do JB

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D.A.M.A., Richie Campbell, Boss AC e muito mais nas noites da FESTAME

D.A.M.A., Richie Campbell, Boss AC e muito mais nas noites da FESTAME

Boss AC, D.A.M.A., Kika, Rita Guerra e Richie Campbell preenchem as noites da FESTAME, que decorre de 9 a 14 de junho, na Zona Desportiva da Mealhada. Um cartaz atrativo, que promete trazer uma multidão ao recinto, tendo em conta a qualidade dos espetáculos e o facto das entradas serem gratuitas. Aliás, este é mesmo o único evento do género da região com entradas gratuitas.
A FESTAME – Feira do Município da Mealhada vai funcionar de terça a domingo, a partir das 18h, na zona desportiva, e vai contar com mais de uma centena de expositores de artesanato, empresariais, industriais e agrícolas, as habituais tasquinhas, os vinhos e espumantes locais, o Leitão da Bairrada, um espaço infantil e um programa de animação diversificado e apelativo.

Novo nome e outra dimensão

FESTAME – Feira do Município da Mealhada, é então o novo nome da tradicional Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada.
O certame mudou de local em 2013, do Jardim Municipal para a Zona Desportiva da Mealhada, e foi lá que se expandiu, duplicando o número de expositores, que passaram a ser não só de artesanato, mas também empresariais, industriais e agrícolas. A feira ganhou ainda espaço para as 4 Maravilhas, com destaque para os vinhos e espumantes locais e para o Leitão da Bairrada.
Este ano, o evento cresce ainda mais, em área, número de expositores e diversidade de ofertas. E, sobretudo, cresce também na qualidade do cartaz que apresenta ao público. A FESTAME arranca no dia 9 de junho, terça-feira, e logo nessa primeira noite, o palco será ocupado pelo conhecido rapper e cantor de hip hop português, Boss AC. A noite de quarta-feira, dia 10 de junho, está reservada aos D.A.M.A. Já na quinta-feira, dia 11 de junho, será a grande diva do Factor X, Kika, a protagonista da noite. Rita Guerra é a aposta da organização para a noite de sexta-feira, dia 12. E a festa encerra em grande, no sábado, 13 de junho, com o reggae de Richie Campbell.

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Feira da Vinha e do Vinho: “Anadia Capital do Espumante” afirma-se  com produtores em lugar de destaque

Feira da Vinha e do Vinho: “Anadia Capital do Espumante” afirma-se com produtores em lugar de destaque

 

“Anadia Capital do Espumante” é a imagem que a Câmara Municipal de Anadia está determinada em afirmar naquela que é a 12.ª edição da Feira da Vinha e do Vinho.
O certame, orçado em aproximadamente 250 mil euros, decorre de 20 a 28 de junho, na zona do Vale Santo, em Anadia.
A apresentação da Feira decorreu no passado dia 1, na Estação Vitivinícola da Bairrada, em Anadia, local onde há 125 anos nasceu a produção deste emblemático produto da região.
Com inauguração marcada para as 11h, do dia 20 de junho (sábado), as novidades do certame foram reveladas em conferência de imprensa pelo vice-presidente da autarquia anadiense, Jorge Sampaio.
Embora a feira mantenha o mesmo figurino das edições anteriores, com vários artistas do panorama musical português a preencherem as noites destes nove dias de festa, a verdade é que as mudanças que vão acontecer pretendem colocar o espumante no centro de todas as atenções. Por isso, os produtores passam a ter um lugar de destaque na edição deste ano.

Espumante com lugar de destaque. O modelo de exposição do setor vitivinícola foi repensado com a colaboração da Revista de Vinhos e a promessa é de um espaço muito mais sério e profissional, à semelhança de certames internacionais.
Os produtores passam, assim, a estar no centro da feira. O Espaço Anadia Capital do Espumante mantém-se numa enorme tenda, mas com uma reorganização diferente.
Numa parceria com a Revista de Vinhos, foi estudada uma nova solução que fosse ao encontro das pretensões dos produtores da região e que viesse a dignificar o espumante. Assim, surge um wine bar onde, todos os dias, sete produtores vão ter os seus produtos à prova.
O visitante é convidado a comprar uma flute, por dois euros, que lhe dá acesso a sete provas. Depois, por 50 cêntimos, pode adquirir senhas para mais provas.
Esta nova modalidade, num espaço com um visual completamente diferente e apelativo, visa dar mais dignidade ao setor e ao produto bandeira – o espumante. Também aqui surge a loja de espumante, ao lado da venda de copos. À volta desta tenda vão ficar os stands do tecido empresarial da região.
Restauração e animação diversa. Ao nível da restauração mantêm-se os três restaurantes (O Sancho, Casa Sargento, Temudu’s), que durante os dias de certame vão disponibilizar aos visitantes a gastronomia típica da região.
Uma das novidades prende-se com o Espaço Sentir Anadia, este ano destinado a abarcar os stands das Juntas de Freguesia do concelho, tasquinhas que vão ser exploradas pelas associações e coletividades concelhias, existindo ainda neste local um Espaço Teatro, onde os vários grupos artísticos do concelho vão mostrar o seu trabalho. É neste local que também estará localizado o palco 2, designado por Palco Sentir Anadia.

Do Show Cooking ao Festival do Bacalhau. O espaço TEKA, localizado na tenda do espumante, à semelhança das últimas edições, vai ser animado por diversos show cookings que vão ter lugar de destaque, diariamente, entre as 20h30 e as 21h30. “Enxertia gastronómica com vinhos Bairrada” é a designação dada a esta iniciativa coordenada pela Escola Profissional de Anadia.
Os vários chefes vão fazer harmonizações entre pratos gastronómicos e espumante, que serão comentados pelos produtores. António Lagoa, Rogério Bento, Bruno Barradas, Pedro Santos, Orlando Castro são alguns dos chefes que o visitante poderá ver trabalhar ao vivo. No dia 25, o show cooking é dedicado ao Festival do Bacalhau de Ílhavo, numa parceria com a autarquia de Ílhavo.

Noites de música e de festa. Os espaços de animação para os mais jovens vão manter-se. Haverá espaço infantil, bares e diversões gerais. No stand do Município haverá um Espaço Cartão Anadia Jovem e um Espaço de Leitura em colaboração com a Biblioteca Municipal.
No palco 1 perspetivam-se noites de grande animação. Camané inaugura o certame (dia 20), seguindo-se Jorge Palma (21), Quim Barreiros (22), Diabo na Cruz (23), Anselmo Ralph (24), DAMA (25), Led On/Algarve Party (26) e Gabriel o Pensador (27). No dia 28, mantendo a tradição, as Marchas Populares encerram o certame, com entradas gratuitas.
O bilhete geral custa 14 euros e terá 50% de desconto para jovens (7 euros) desde que sejam possuidores do cartão Anadia Jovem. As entradas diárias custam 2 euros, sendo exceção os dias 24 e 27 (Anselmo Ralph e Gabriel o Pensador), que custam 3 euros. Os bilhetes estarão à venda, a partir do dia 11, na Câmara Municipal de Anadia, Piscinas Municipais, Biblioteca Municipal, Museu do Vinho Bairrada, Rota da Bairrada, Cineteatro e nas Juntas de Freguesia.
Catarina Cerca

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Municipalização aprovada em Oliveira do Bairro

A descentralização de competências na área da educação e formação municipal no município de Oliveira do Bairro foi aprovada, por unanimidade, na última reunião de Câmara, realizada na passada quinta-feira.
Não foram dados pormenores sobre o contrato que, após aprovação da Assembleia Municipal, vai ser assinado entre o município de Oliveira do Bairro, Ministério da Educação e Ciência, e a presidência do Conselho de Ministros.
O presidente da Câmara Municipal, Mário João Oliveira, referiu que se trata de um assunto que “tem vindo a ser trabalhado há muitos meses”. “Obtivemos a unanimidade do Conselho Geral e do Conselho Municipal de Educação, apenas registámos uma abstenção”, referiu o autarca, sublinhando que, “estando mais próximos, conseguimos fazer no mínimo igual, mas potencialmente melhor do que à distância”.
O edil reforçou ainda que “se não tivéssemos assumido a responsabilidade da gestão do 1.º ciclo não sei se tínhamos feito a remodelação da Escola Acácio Azevedo”, mostrando-se esperançado que “esta negociação nos dê mais força em termos de intervenção na nossa escola secundária”.
Sobre a remodelação da Escola Acácio Azevedo, o edil acrescentou que estará concluída este mês.

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