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S.L.Bairro: Fábrica da Igreja recebe apoio da câmara municipal


O executivo da Câmara Municipal de Anadia aprovou, na última reunião de executivo, conceder ao Conselho de Pastoral Paroquial de S.Lourenço do Bairro um subsídio de dez mil euros para que esta entidade possa fazer face aos gastos com a aquisição de terreno destinado à construção de uma infraestrutura de vulto que possa apoiar e servir a comunidade na oferta de um vasto leque de atividades/valências de âmbito religioso, civil, cultural e social, nomeadamente salas de catequese, apoio aos escuteiros, capela, salão paroquial, entre outros.
O prédio, adquirido por 30 mil euros, localiza-se na Rua das Flores, no lugar e freguesia de S.Lourenço do Bairro, confinante com a extensão de saúde.
Este subsídio seria aprovado por unanimidade, ainda que o vereador Litério Marques entenda que o subsídio “fica aquém do desejavel” face ao esforço da população para a aquisição do terreno em causa.

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Junta do Luso apoia a natalidade na freguesia


A Junta de Freguesia de Luso entregou o primeiro cheque de incentivo à natalidade na freguesia. O ato teve lugar no passado dia 23, com a atribuição de uma verba de 250 euros a uma família local, estando em análise outros três apoios neste âmbito.
A medida de apoio à natalidade criada pelo atual executivo beneficiou o casal Francisco Santos e Helena Neves pelo nascimento de Maria Neves Santos, disponibilizando aquele montante para efetuar compras na freguesia, desde consultas médicas a fraldas, entre outras despesas relacionadas diretamente com a criança.
Segundo a autarquia, existem mais três famílias que apresentaram o pedido no âmbito deste incentivo, sendo que no caso de duas delas o processo se encontra já documentalmente completo estando a aguardar a apresentação das faturas relativas às despesas para se proceder ao pagamento.
“Temos consciência que não é pelo valor atribuído que se verificará uma mudança na tendência demográfica, mas é um pequeno passo na direção que pretendemos reforçar no sentido de proporcionar às famílias que habitam na freguesia de Luso, as melhores condições para os seus filhos crescerem e viverem, até porque, qualquer caminho, por mais logo que seja, é feito de pequenos gestos”, referiu o presidente da Junta de Luso, Claudemiro Semedo.
Entretanto, as famílias que pretendam candidatar-se a este apoio, poderão obter o requerimento e o formulário de candidatura, assim como quaisquer esclarecimentos, na Junta de Freguesia de Luso.
“É para nós uma satisfação muito grande, poder contribuir para uma freguesia onde as pessoas se sintam bem e apoiadas”, destacou o autarca na cerimónia que entregou o primeiro apoio deste tipo, destinado a promover “apoios específicos que conduzam, por um lado, ao aumento da natalidade e, por outro, à fixação e melhoria das condições de vida das famílias residentes na freguesia”. É, igualmente, intenção da autarquia “promover mecanismos de apoio aos indivíduos e famílias económica e socialmente mais desfavorecidos, mas também e simultaneamente fomentar políticas de incentivo à família enquanto célula fundamental de socialização e espaço privilegiado de realização pessoal, não obstante a sua condição socioeconómica”.
João Paulo Teles

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Anadia: Vereador do PSD critica falta de planeamento no apoio às Juntas


José Manuel Ribeiro, vereador do PSD, criticou, na última reunião de executivo, os acordos de execução de delegação das competências estabelecidos, já este ano, entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia. Os acordos estão repartidos em pacote financeiro e recursos patrimoniais (respeitante a máquinas, viaturas e pessoal da Câmara afeto às mesmas, para trabalhos das Juntas).
O vereador criticou a “inexistência de um verdadeiro diálogo” com os autarcas, mas antes “uma lógica imposta pela Câmara Municipal”. Seis meses após a assinatura destes acordos, José Ribeiro defende que o tempo decorrido dá para fazer uma avaliação que evidencia que nem tudo correu bem, devido “à falta de planeamento por parte da Câmara”, mas porque é necessário também existir “uma maior flexibilidade, respeito e diálogo com as Juntas”.
A edil rejeitou completamente esta posição, destacando que o diálogo com as Juntas sempre existiu. “Já analisámos as dificuldades. Hoje, verifica-se que nem todas as Juntas conseguiram justificar as despesas mas, no final do ano, haverá um encontro de valores, assim como nem todas as Juntas utilizaram os equipamentos e máquinas propostos dentro da calendarização estabelecida”. Teresa Cardoso realçou ainda que, no futuro, poderão surgir acertos no planeamento, já que existe uma total disponibilidade e flexibilidade por parte da Câmara, realçando que “na avaliação feita, nenhum presidente de Junta se mostrou desagradado, sendo certo que, no próximo ano, o acordo será para desenvolver nos 12 meses, avaliando as necessidades de cada um”, explicou.
As competências das Juntas prendem-se com a gestão e manutenção de espaços verdes; limpeza das vias e espaços públicos, sarjetas e sumidouros; manutenção, reparação e substituição do mobiliário urbano instalado no espaço público; gestão e manutenção corrente de feiras e mercados, entre outras.

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Anadia: 19 famílias ajudadas em campanha solidária


A ação solidária “Ajude a Ajudar, Traga um Género Alimentar!”, que decorreu no âmbito da 5.ª Feira Social de Anadia, permitiu a constituição de 19 cabazes de alimentos, que as diversas instituições particulares de solidariedade social (IPSS) e a própria Câmara Municipal de Anadia entregaram a outras tantas famílias carenciadas.
Esta campanha, que assinalou o Dia Internacional contra a Erradicação da Pobreza e da Exclusão Social (17 de outubro), teve o duplo objetivo de ajudar famílias mais desfavorecidas e de sensibilizar a comunidade em geral para a problemática da pobreza e da exclusão social.
A entrega dos donativos teve início ainda antes da realização da Feira Social de Anadia, e, nessa fase, os alimentos foram recebidos nas IPSS, mas, nos dias 16, 17 e 18 de outubro, os géneros foram entregues no CAR de Anadia (Velódromo Nacional), em Sangalhos, pelos visitantes que ali acorreram para visitar a mostra de projetos sociais do concelho de Anadia.
No final do evento, os géneros alimentares recolhidos foram reunidos e contabilizados, tendo possibilitado a constituição de 19 cabazes que as IPSS e a Câmara Municipal de Anadia atribuíram a igual número de famílias com carência económica comprovada, devidamente sinalizadas por entidades da área social do concelho.

Bens recolhidos
116 embalagens de arroz; 10 embalagens de farinha; 51 embalagens de leite; 29 embalagens de leite com chocolate; 16 embalagens de azeite; 15 embalagens de óleo; 1 embalagem de vinagre; 72 embalagens de conserva de peixe; 35 embalagens de açúcar; 23 embalagens de grão; 235 embalagens de massas alimentícias; 56 embalagens de salsichas; 12 embalagens de cereais; 18 embalagens de flocos de cereais; 14 embalagens de farinha láctea; 83 embalagens de bolachas; 62 embalagens de vegetais entalados; 1 embalagem de café; 2 embalagens de marmelada; 3 de gelatina e 3 de sumo.

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Anadia: Município atribui 10 bolsas de estudo no valor de mil euros cada


Decorre até 15 de novembro, o prazo de candidatura previsto no “Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo”, medida que o município de Anadia implementou no âmbito do sistema de apoios sociais para a frequência de cursos ministrados em instituições de ensino superior, público ou privado.
Consciente das dificuldades económicas que afetam alguns agregados familiares do município, a Câmara Municipal de Anadia decidiu aprofundar o papel que tem vindo a desempenhar enquanto promotora da coesão social e da igualdade de oportunidades, e, em consequência, incentivar e proporcionar o acesso e a frequência do ensino superior a jovens cidadãos, residentes no concelho, cujas possibilidades financeiras sejam insuficientes.

Dez bolsas de mil euros. São dez e têm o valor unitário de mil euros, as bolsas de estudo que se podem candidatar, no presente ano letivo, os alunos de cursos que confiram os graus académicos de licenciatura ou mestrado, ministrados em universidades, institutos politécnicos, institutos superiores e escolas superiores.
Para efeitos da sua atribuição, considera-se elegível o estudante que esteja matriculado ou seja candidato à matrícula no ensino superior, em Portugal, e que, cumulativamente, resida no concelho de Anadia há mais de dois anos, tenha até 30 anos de idade (inclusive), faça prova de insuficiência económica do seu agregado familiar (nos termos do regulamento), não possua qualquer grau académico do ensino superior, esteja matriculado e inscrito no mínimo em 60% do número total de ECTS que formam o ano do curso que vai frequentar, e tenha apresentado previamente o requerimento de bolsa de estudo junto dos serviços de ação social da instituição onde se encontra matriculado.
As candidaturas, sob a forma de requerimento dirigido à Presidente da Câmara Municipal de Anadia, deverão ser entregues na Secção de Expediente da Câmara Municipal de Anadia, e devem incluir a ficha de candidatura devidamente preenchida e assinada, acompanhada dos documentos requeridos. O regulamento, a minuta do requerimento e a ficha de candidatura estão disponíveis no Gabinete de Ação Social e no site do Município de Anadia.

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Mata Nacional do Buçaco fica sem apoio público


A Fundação Mata do Buçaco (FMB) vê retirado qualquer apoio público com a publicação da resolução do Conselho de Ministros, publicada na sexta-feira, dia 8 de março, em Diário da República, no seguimento da avaliação feita pelo Governo às fundações do país. As reações não tardaram e o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral, já apelidou a decisão de “crime” e ”vergonha. O presidente do conselho de administração da FMB, António Jorge Franco, também não poupa críticas e fala em deixar o cargo se faltarem condições para desempenhar aquela atividade.

Na terça-feira, dia 12, o presidente da Câmara solicitou uma audiência à Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, ao Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Francisco Gomes da Silva, a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República e à Comissão de Agricultura e Mar da Assembleia da República. A decisão foi tomada, por unanimidade, pelos membros do Executivo Municipal.

O autarca lembrou que a criação de uma fundação e a estratégia apresentada para a manutenção e preservação daquele espaço foi “também foi ideia do Governo” e agora “estranhamente, entregou o ‘menino’ à fundação, proibindo a compra de ‘fraldas e comida’”.
As críticas de Carlos Cabral intensificam-se ao ponto de comentar que foi apanhado de “surpresa”. “Nunca pensei que o Governo do meu país fosse tão fraco ao ponto de determinar este absurdo, isto não pode ser de gente inteligente”.

O autarca lembrou que existe outra fundação no concelho (Fundação Luso) que pode ser apoiada pela autarquia e por outros organismos públicos, segundo a mesma resolução do Governo, para demonstrar “o desconhecimento do Governo pelos assuntos locais. Que gente é esta que governa o meu país? Isto é uma burrice absoluta”, concluiu.

Por seu turno, António Jorge Franco avançou ao JB que vai reunir de emergência com os restantes elementos do conselho de administração para analisar a situação, mas equaciona para já “ponderar” sobre a continuidade ou não naquele cargo. “Se o trabalho da Fundação não for além da limpeza da Mata, não vejo que haja necessidade de continuar”, comentou, justificando: “Estou a ficar sem condições para dar o meu melhor”.

Refira-se que a Resolução do Conselho de Ministros de 8 de março vem na sequência da Lei n.º 1/2012, de 3 de janeiro, e da realização do censo e avaliação de fundações determinados por aquela lei, apontando as decisões de extinção, de redução ou cessação de apoios financeiros públicos e de cancelamento do estatuto de utilidade pública.

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Anadia:Maior apoio para as marchas populares


As Marchas dos Santos Populares, no concelho de Anadia, vão receber, este ano, um maior subsídio por parte do executivo anadiense.
Na última reunião de Câmara ficou decidido, por unanimidade, comparticipar cada marcha com cinco mil euros, mais dois mil euros do que no ano transato.
As marchas, que são já um evento integrante do programa da Feira da Vinha e do Vinho, que se realiza anualmente na cidade de Anadia, têm vindo, nos últimos anos, a registar cada vez menos participantes, dado os custos crescentes inerentes à organização e despesas com trajes, decorações e músicos.
Assim, o executivo anadiense aprovou, agora, aumentar o subsídio, por forma a incentivar as associações/grupos e Juntas de Freguesia a não deixarem morrer esta tradição.
A realização das Marchas Populares de Anadia, alusivas aos santos populares, realizam-se tradicionalmente em junho e na últimos anos integram o cartaz da Feira da Vinha e do Vinho.
Uma tradição que tem vindo a perder adeptos, já que longe vão os anos em que participavam sete, oito ou nove marchas provenientes das várias freguesias do concelho.
Com o passar dos anos este número tem vindo a cair drasticamente, e nas últimas edições não foram mais que três as marchas participantes.
Assim, para contrariar esta tendência, o executivo entendeu dar mais dois mil euros, por forma a que na edição deste ano das marchas possam trazer mais cor e brilho à Feira da Vinha e do Vinho.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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50 novas famílias no concelho necessitam urgentemente de ajuda


Existem no concelho cerca de 50 novas famílias com carência de bens básicos. Assim, a Rede Social de Oliveira do Bairro encontra-se a promover uma campanha local de recolha de bens, entre 20 de fevereiro e 20 de março, apelando a toda a população, para colaborar na reposição de bens/produtos nas instituições que efetuam apoio social direto a famílias carenciadas.
É que a Rede identificou, através das instituições parceiras, cerca de 50 novas famílias com carência de bens básicos, para além das já em acompanhamento no concelho.
Laura Sofia Pires, vereadora da autarquia que assume a pasta da coesão social e a presidência do Concelho Local de Ação Social (CLAS), explica que a Rede Social tomou a decisão de promover esta campanha, tendo em conta “uma situação avaliada como de emergência social”. Assim, “o núcleo executivo da Rede Social decidiu dinamizar, juntamente com os parceiros do CLAS, associações e a comunidade civil, uma ação de solidariedade social concertada, no sentido de dar resposta à população em situação de maior vulnerabilidade”.
A mesma responsável sublinha o apelo que a campanha faz a toda a população: “Em Oliveira do Bairro sempre soubemos ser solidários e muito generosos, e a solidariedade transmite-se praticando a partilha.  Vivemos momentos de maiores dificuldades e somos – todos – chamados a ajudar quem mais precisa. Hoje, mais do que ontem, há quem precise de nós. Não podemos ficar indiferentes e por isso estamos a  agir. Dê. Partilhe. Aja.”
Os interessados em colaborar com esta campanha podem fazê-lo entregando as suas partilhas nos locais de recolha nas várias freguesias.

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Mogofores: Casa Amarela recebe ajuda da Câmara Municipal


Mil e quinhentos euros é a verba que o executivo da Câmara Municipal de Anadia entendeu atribuir na última reunião, para já, ao (futuro) Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores.
À missiva enviada pelo padre José Fernandes a solicitar um subsídio que pudesse “encorajar o inÍcio da recuperação interior” da Casa Amarela, o executivo decidiu dar este pequeno contributo. Ao mesmo tempo, o pároco não deixou de agradecer “todo o carinho que a Câmara tem manifestado pela obra da Casa Amarela”.
Acrescente-se que, a reabilitação da Casa Amarela começou em 2010 e de lá para cá tem avançado lentamente. Por fora, o edifício está recuperado, de cara lavada, mas no interior tudo falta. Por isso, todas as verbas que vão sendo amealhadas destinam-se agora às obras no interior do imóvel.
De referir também que as obras já realizadas se devem muito ao espírito empreendedor do padre José Fernandes, mas também às dezenas de “padrinhos e madrinhas” da Casa Amarela, amigos e população local que tudo têm feito por forma a levar tamanha empreitada por diante.

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Avelãs de Cima: Cantina Social mata a fome a 35 pessoas, mas tem capacidade para 65


“É preciso envolver todas as direções das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS’s) do concelho para tornar o trabalho da cantina social o mais abrangente e visível possível”, admitiu Carlos Martins, presidente da direção do Centro Social, Cultural e Recreativo da Freguesia de Avelãs de Cima que promove esta resposta social, no concelho de Anadia, desde junho de 2012.
Em jeito de apelo e ao mesmo tempo de desafio, admite que a cantina social precisa de uma maior divulgação, mas também que as instituições se mostrem mais recetivas.
“Esta é uma cantina social atípica, porque temos despesas acrescidas no transporte das refeições que levamos a quem delas precisa. Isto porque, ao contrário do que se passa nas grandes cidades, onde as pessoas têm uma ampla rede de transportes públicos para se poderem deslocar e levantar as refeições nas cantinas sociais, a verdade é que em contexto rural, o panorama muda e são as instituições a fazer a entrega das refeições ao domicílio, com todos os custos que esse serviço acarreta”, destacou.
Com as refeições pagas pela Segurança Social a 2,50 euros, não existe qualquer rentabilidade para as instituições. “Nas cidades dá lucro, aqui, no nosso meio não, mas é uma forma de ser mais solidário”, já que se trata de um projeto em que as despesas e custos se sobrepõem aos ganhos ou proveitos.
Carlos Martins sublinha ainda o facto de nos grandes centros a miséria poder ser maior. “Aqui há sempre um vizinho ou familiar que dá a mão. Ou seja, a fome acaba por ser mitigada pela ajuda comunitária”.
A cantina social está a matar a fome a 35 pessoas e garante que pessoas e/ou famílias que mais necessitem, tenham acesso, sete dias por semana, à refeição do almoço, gratuita, no âmbito da Convenção da Rede Solidária de Cantinas Sociais para o Programa de Emergência Alimentar (PEA).
Preparada para servir 65 almoços, a instituição está longe de alcançar este número. Contudo, está já em articulação com a instituição social da Pedralva, que está a servir 10 refeições. “Estas parcerias são a forma encontrada para chegar ao maior número de famílias carenciadas do concelho, fazendo uma melhor cobertura do território”, acrescentou.
“Seria bom que mais IPSS’s se juntassem a nós para cobrir todo o concelho, que tem um território tão vasto”.
Neste momento, a instituição cobre a freguesia de Avelãs de Cima, Moita, Anadia, Mogofores e Avelãs de Caminho. A instituição da Pedralva faz o apoio às freguesias de Paredes do Bairro, Ancas e Tamengos.
Embora haja alguns agregados familiares a passar fome, dá conta de alguns casais com filhos menores a cargo e famílias monoparentais em situações de desemprego, que são cada vez em maior número. Depois existe a outra pobreza que, sendo crónica, também não pode ser desprezada. “Acresce ainda dizer que é muito difícil chegar, por exemplo, a idosos, sem retaguarda familiar, nas zonas serranas do concelho ou em locais mais isolados”, admite.
Em todos os casos, o apoio está a ser prestado de uma forma muito discreta e com o maior sigilo, já que os agregados apoiados assim o desejam. Por isso, levam a comida a casa, ou esta é deixada em locais estratégicos e acordados previamente com os beneficiários, por forma a que ninguém se aperceba. Apenas uma família levanta a refeição no Centro Social e nenhum dos apoiados come no refeitório do Centro Social. “Têm vergonha”, diz, dando conta que para todos, os termos levam sempre sopa a mais para que dê para a refeição da noite. “Essa tem sido a nossa política”, afiança.
Não podem beneficiar do PEA, a(s) pessoa(s) e/ou família(s) que, sendo já utente(s) da instituição, beneficie(m) de alimentação e/ou refeições, por via da frequência de qualquer outra resposta social em que se encontra(m) inscrito(s); que seja(m) já apoiada(s) por qualquer outra via ao nível da alimentação.
Refira-se ainda que, no distrito de Aveiro, funcionam 21 cantinas sociais.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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