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Anadia: Presidente da República inaugura Centro Escolar de Sangalhos


O Presidente da República preside, no próximo dia 18, à  inauguração do Centro Escolar de Sangalhos. Aníbal Cavaco Silva irá ainda visitar o Centro de Alto Rendimento (CAR) – Velódromo Nacional de Sangalhos. O novo Centro Escolar, orçado em mais de dois milhões de euros, entra em funcionamento no dia 19 (após interrupção para as mini férias do Carnaval) e vai receber cerca de 150 alunos (Jardim de Infância e 1.º CEB), provenientes das escolas da Fogueira, Cruzeiro e Pista.
Cavaco Silva vai  ainda visitar, pela primeira vez, o Velódromo Nacional (onde será descerrada uma placa alusiva à sua visita). Um equipamento a visitar pelas boas referências e boas prestações alcançadas nesta infraestrutura por atletas nacionais em várias modalidades (Ciclismo, Esgrima, Judo, Ginástica, Trampolins e Desportos Acrobáticos).
Ao JB, a presidente da autarquia anadiense, Teresa Cardoso, avançou que as federações residentes no CAR foram igualmente convidadas e vão estar presentes com um conjunto de atletas que irão fazer demonstrações das várias modalidades.
Teresa Cardoso diz ser “uma honra receber a mais alta figura do Estado em Anadia para a inauguração de um Centro Escolar de excelência”, não deixando de destacar o facto do Presidente da República se ter disponibilizado para visitar o CAR “infraestrutura de referência que permite a muitos atletas alcançar excelentes resultados e representar o país ao mais alto nível”.
A última vez que Cavaco Silva esteve em Anadia foi aquando da inauguração do cineteatro de Anadia.

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Anadia: Que destino dar às escolas desativadas


Que destino dar às escolas do 1.º ciclo do ensino básico desativadas pela abertura nos novos Centros Escolares? Esta foi uma das questões que o vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, colocou na última reunião de câmara, realizada no passado dia 28 de janeiro.
De facto, com a abertura de novos e modernos Centros Escolares, são várias as escolas do 1.º ciclo do ensino básico que estão a ser desativadas. Assim aconteceu com a abertura do Centro Escolar de Arcos, depois com a abertura do Centro Escolar de Paredes do Bairro e mais recentemente com a abertura do Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho.
O vereador, sublinhando que no passado este tipo de equipamentos tem sido cedido a associações e coletividades, questionou agora a edil Teresa Cardoso sobre o destino que a presidente se propõe dar àqueles espaços: se irá manter essa cedência, ou alugar, ou se tem outras soluções.
Recorde-se que em breve estarão também nesta situação as escolas do 1.º CEB da freguesia de Sangalhos (Fogueira, Pista, Cruzeiro), já que a abertura do novo Centro Escolar de Sangalhos está prevista para o dia 19 de fevereiro, logo a seguir à interrupção para as mini-férias do Carnaval.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que o assunto está em análise nomeadamente com os presidentes de Junta de Freguesia e que, quando for oportuno, o tema virá a uma reunião de executivo.

CC

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Falta de pessoal no Centro Escolar de Av. Cima/Av. Caminho preocupa pais


O início de aulas no novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho não está a ser pacífico. A falta de pessoal auxiliar tem provocado constrangimentos vários, tendo o descontentamento dos pais já chegado à reunião de câmara e à assembleia municipal.
O líder da bancada do PSD, José Carvalho, residente na freguesia de Avelãs de Cima, alertou, na assembleia municipal, realizada na sexta-feira, para um conjunto de problemas que necessitam de resolução urgente naquele Centro Escolar.
Segundo o deputado, houve “uma efetiva perda de serviços” em relação às velhas escolas que serviam as duas freguesias. Por quê? Até aqui, os pais podiam deixar os filhos nas escolas a partir das 7h30, o que agora é impossível. As crianças ficavam a cargo de auxiliares e em segurança nas escolas. Agora, no novo Centro Escolar, os pais, sobretudo os que trabalham por turnos ou em empresas que iniciam a atividade mais cedo, são obrigados a deixar as crianças perto das 9h. “Há pais que já estão a tirar dias de férias por conta deste problema, porque não existe quem fique com as crianças”, sublinhou, salientando também que essas mesmas crianças, ao final do dia, esperam pelos pais numa sala onde não existem cadeiras ou mesas, sentadas no chão e sem a vigilância devida. “Os pais querem saber por que é que estas crianças são tratadas de forma desigual, quando a senhora presidente até disse que o Centro Escolar só abria quando tivesse todas as condições”, frisou o deputado.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que a questão da colocação de funcionários e docentes não é responsabilidade da Câmara, mas sim do Agrupamento de Escolas de Anadia que, de resto, nomeou uma coordenadora que faz a gestão dos recursos afetos ao Centro Escolar.
Teresa Cardoso lembrou que as instituições têm ATL que os pais podem requerer. “Os pais sabem que as funcionárias que lá estão são da CAF (Componente de Apoio à Família do JI) e não do 1.º ciclo, mas também sabem que o ATL nunca foi, nem é competência da Câmara. A valência é gerida pelas instituições”.
Também a deputada Jennifer Pereira, do MIAP, aconselhou os pais a organizarem-se para que possam dar resposta a esta questão. “Têm que se pôr a caminho, organizarem-se e encontrar as soluções que melhor sirvam os seus interesses”.
Dois dias antes, este mesmo tema tinha sido trazido à reunião de executivo pelo vereador Jorge São José, também do PSD. Na reunião, o vereador questionara a edil anadiense basicamente sobre três questões relacionadas com aquele novo equipamento escolar: a questão da hora de entrada e receção das crianças; a insuficiência de pessoal auxiliar na hora do almoço e os sanitários estarem encerrados também na hora do almoço (questão esta, ao que sabemos, já ultrapassada).
Teresa Cardoso deixaria na reunião de executivo a certeza de que a partir do próximo trimestre, a Câmara Municipal irá afetar mais uma pessoa àquele Centro Escolar.
CC

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Sangalhos: Única aluna do 4.º ano coloca Escola da Fogueira no top (público) do ranking


A Escola Básica do 1.º Ciclo da Fogueira, atualmente designada por Sangalhos D, alcançou o melhor lugar – das escolas públicas – no ranking nacional relativo aos exames do 4.º ano (Português e Matémática), no ano letivo 2013/2014.
No ranking geral do 1.º CEB agora conhecido, esta pequena escola surge em 3.º lugar. À sua frente estão apenas dois estabelecimentos de ensino privados, um de Lisboa e outro de Coimbra.
O insólito do caso prende-se com o facto de ter sido apenas uma aluna a realizar exames do 4.º ano naquela escola.
A pequena Matilde Marinho, de 9 anos, conseguiu esta proeza para a escola ao obter no exame de Português 90% (nível 5) e 87% (nível 4) a Matemática. O somatório dos dois exames atribui à escola uma média de 88,5%, catapultando-a para o 3.º lugar no ranking nacional, sendo a 1.ª das escolas públicas.

Professora orgulhosa. A professora Lúcia Silva dá aulas nesta pequena escola de aldeia vai para uns 15 anos e, com 33 anos de profissão, não poderia estar mais orgulhosa de uma aluna. “A Matilde é, desde o 1.º ano, uma menina muito atenta, aplicada, muito responsável”, recorda. Por isso, sempre acreditou nas suas capacidades e no facto dela conseguir tirar boas notas nos exames, embora os fatores nervosismo, ansiedade e medo, por vezes sejam verdadeiras “ratoeiras”, bloqueando os melhores alunos, tanto mais que foi a única aluna desta escola a ter de se deslocar para um Centro Escolar vizinho onde fez os exames, num ambiente que lhe era completamente desconhecido.
Habituada a trabalhar com grupos pequenos, no ano transato, a sala da professora Lúcia tinha um total de nove alunos (um aluno do 1.º ano, um do 2.º, seis do 3.º e uma aluna no 4.º ano).
Este ano, o panorama é semelhante. São sete alunos, mas distribuídos por apenas dois anos (2.º e 4.º ano).
Embora reconheça que estas turmas pequenas lhe têm permitido tirar notas muito jeitosas nos exames, sabe, melhor do que ninguém, que não é fácil estar numa escola agora de lugar único, com os quatro graus de ensino.
Como explicou a JB, “não é fácil planificar aulas diárias para diferentes graus de ensino, fazer fichas de trabalho, sumários, tudo diferente, consoante os anos”. E, depois, dentro de cada ano, avança existirem também alunos ou grupo de alunos que estão mais avançados ou mais atrasados. “Acabo por não estar a dar trabalho a dois anos mas a mais, consoante o estado de evolução/aprendizagem de cada criança”, admite a docente.
Recorda com saudade o tempo em que havia mais crianças, mais docentes. Hoje, são cada vez menos as crianças nesta escola condenada ao encerramento (talvez ainda este ano), quando abrir o novo Centro Escolar de Sangalhos. Uma situação que admite ter-se agravado com o encerramento do Jardim de Infância, localizado paredes meias com a Escola.

Sonha com a área da Saúde. Matilde Marinho é hoje aluna do 5.º ano na EB 2/3 Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro. Aluna empenhada e trabalhadora, continua a tirar boas notas, apesar da mudança que se sabe ser enorme quando um aluno passa da primária para o segundo ciclo.
A Matemática e o Português continuam a ser matérias muito queridas para esta aluna e, recordando os dias em que fez os exames, diz que, apesar de terem corrido bem, não esperava tanto.
“Achei que podia ter boas notas, mas estava nervosa pois não conhecia ninguém na escola onde fiz os exames” e sublinha que as notas que alcançou mostram que, “embora estas pequenas escolas de aldeia sejam desvalorizadas, não lhes sendo dada grande importância, agora são obrigadas a reconhecer que basta uma pessoa para mudar tudo”. Foi o seu caso. Para os pais, Maria do Céu Marinho e Ramiro Marinho, esta foi uma muito agradável surpresa, motivo do maior orgulho.
Hoje, a Matilde diz estar completamente integrada no 2.º ciclo, ter muitos amigos e gostar muito da nova escola.
Catarina Cerca

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Mealhada: EPVL em Nápoles


De 26 de outubro a 1 de novembro, uma delegação da Escola Profissional Vasconcellos Lebre da Mealhada (EPVL), composta pelo responsável pelos Projetos Europeus, Joaquim Lopes, a Diretora Pedagógica, Manuela Alves, a aluna Adriana Fernandes, do Curso de Informática de Gestão do 3.º ano, e a aluna Marta Leal, do Curso de Restauração variante Cozinha/Pastelaria do 3.º ano, deslocaram-se ao Istituto d’ Istruzione Superiore C. Levi, em Nápoles, em Itália, onde decorreu o 5.º encontro de trabalho do Projeto Europeu “A Rainbow of Cultures” (“Um arco-íris de culturas”), projeto multicultural no âmbito do Programa Europeu Comenius. Com este encontro deu-se início ao segundo e último ano do projeto.
Como atividade principal, cada Escola apresentou um pequeno vídeo sobre festivais e celebrações do seu país e distribui um panfleto com informação mais completa e detalhada dessas celebrações.
Como estes encontros servem também para fomentar a interculturalidade, foram realizadas visitas aos principais monumentos da região e locais turísticos.
O encontro decorreu com um grande espírito de grupo e foi bastante positivo e proveitoso.

Chefe Cozinheiro do Ano 2014 realizou workshop com alunos

A EPVL convidou, no dia 30 de outubro, para a realização de um workshop, Tony Salgado, Chefe da Pousada de Cascais, vencedor da terceira etapa regional do concurso Chefe Cozinheiro do Ano 2014 (CCA 2014).
Foi um momento bastante motivador para os alunos do 3.º ano do Curso de Restauração – variante Cozinha Pastelaria. Tony Salgado realizou para os alunos da EPVL, num período semelhante ao que estes terão para confecionar a ementa da Prova de Aptidão Profissional, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Sendo um Chefe natural da região, escolheu usar o que lembra a Beira Litoral e a Bairrada.
O empratamento, a arte de apresentar no prato com toda a técnica mais recente, foi o que cativou a atenção de todos os alunos, motivando-os a colocarem questões e a aproveitarem as sugestões do chefe para adicionarem ideias às ementas.
A EPVL continuará com mais um ciclo de workshops durante este ano letivo.

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Ensino Anadia: “Falta de planeamento” preocupa vereadores do PSD


Como está a decorrer o processo de integração dos alunos das EB de Vilarinho do Bairro e de Samel na EB 2/3 de Vilarinho do Bairro e quando abrem os dois novos Centros Escolares foram apenas duas das várias questões colocadas pelos vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, durante a última reunião pública do executivo anadiense, realizada a 24 de setembro.
Os vereadores argumentam que, neste período de férias, foi criada alguma expectativa relativamente às escolas que estariam votadas ao encerramento na freguesia de Sangalhos, como são os casos das EB da Fogueira, do Cruzeiro e da Pista e que, com a manutenção daquelas escolas abertas, surgiu uma grande insatisfação junto dos pais porque tinham expectativas criadas relativamente às turmas que transitaram para os novos Centros Escolares, estando agora ansiosos por saber quando o Centro abre.
Por outro lado, a passagem dos alunos das escolas que encerraram na freguesia de Vilarinho do Bairro para a escola de acolhimento (EB 2/3) local levou os vereadores do PSD a questionarem a edil Teresa Cardoso, sobre essa mesma integração.

Explicações. Na ocasião, a presidente de Câmara admitiu que a maioria dos alunos das escolas encerradas na freguesia de Vilarinho do Bairro foi para a EB2/3 local, mas que é um facto que alguns alunos saíram para fora do concelho e que o concelho perdeu alunos com estes encerramentos, sobretudo alunos da Escola de Samel.
Leia mais na versão digital do seu JB.

Catarina Cerca

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Vilarinho do Bairro: Mudanças dos alunos para a EB 2/3 pouco consensual


Vários alunos que frequentavam as Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro (a encerrar este ano, no âmbito da reforma educativa) vão sair para escolas fora do concelho de Anadia.
Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha apresentado no Tribunal, em julho, uma Providência Cautelar contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro a verdade é que, até agora, reina o silêncio relativamente ao resultado da mesma, assim como perante os dois encerramentos, a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro (frequentada por alunos do 5.º ao 9.º ano) foi escolhida como escola de acolhimento para estas crianças.
Uma situação que tem causado muito descontentamento no seio da população, com vários encarregados de educação a rejeitarem a solução da EB 2/3 e a preferirem retirar os filhos da rede de ensino do concelho.
EB 2/3 preparada. Embora António Alves, responsável pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro diga que está tudo a postos para receber as crianças do 1.º CEB e que foram criadas duas turmas do ensino básico (uma de 15 e de 18 alunos), a verdade é que muitos pais não querem que os filhos, tão pequenos, convivam numa escola com alunos mais velhos.
“Esta escola é mais segura, tem excelentes condições, uma cantina com alimentação de excelência”, diz o docente António Alves, rejeitando os argumentos dos pais. “As salas de aulas e o refeitório têm mobiliário igual ao das escolas primárias e estão selecionados sanitários públicos só para os mais pequenos”, embora admita que ainda falta efetuar algumas adaptações.
Esta mudança levou, oportunamente, a autarca Teresa Cardoso a alertar, no passado mês de agosto, para estaa situação que agora se confirma: os pais iriam retirar os filhos para fora do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Sangalhos: Início de ano letivo sem Centro Escolar divide opiniões


Amanhã, dia 12 de setembro, os alunos do concelho de Anadia regressam às escolas para mais um ano letivo, embora marcado por algumas dúvidas e até situações insólitas.
É o caso das três escolas oficialmente encerradas pelo Ministério da Educação na freguesia de Sangalhos (Pista, Cruzeiro e Fogueira) que, afinal, segundo JB conseguiu apurar, vão abrir portas, a título excecional, no arranque deste ano letivo, porque a construção do novo Centro Escolar da freguesia (na foto) não ficou concluída a tempo.
Uma situação insólita que obriga a que as antigas escolas – condenadas ao encerramento no âmbito do processo de reorganização da rede escolar – mantenham as portas abertas, pelo menos por mais alguns meses, ainda que o Agrupamento de Escolas de Anadia, até ao passado dia 9, não tenha recebido qualquer autorização escrita, da tutela, neste sentido.
Segundo indicações do Ministério da Educação, no arranque deste novo ano, já não abririam portas – neste caso concreto – as escolas básicas da Fogueira, Pista e nº 1 de Sangalhos/Cruzeiro, na freguesia de Sangalhos, uma vez que todos estes alunos (cerca de 110) iriam ser integrados no novo Centro Escolar da freguesia.
Todavia, como este não está concluído, amanhã, dia 12, as apresentações e início de aulas começam nas velhas escolas. O mesmo é esperado acontecer em Avelãs de Caminho e em Avelãs de Cima, freguesias onde as escolas básicas de Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Pereiro e Boialvo também não deveriam abrir portas. Todavia, como também o Centro Escolar que vai servir estas freguesias não está completamente operacional, as velhas escolas vão manter as portas abertas mais algum tempo.
Em Sangalhos, esta situação é encarada de forma pacífica, ainda que alguns pais e encarregados de educação revelem algum descontentamento com o facto do novo Centro Escolar da Freguesia não abrir no arranque deste novo ano escolar. Uma obra há muito desejada mas que apesar de estar aparentemente concluída, carece ainda de alguns arranjos interiores e exteriores, segundo apurámos junto da Câmara Municipal de Anadia, que também sublinha que todas as competências da autarquia relacionadas com almoços e CAF serão integralmente asseguradas nas escolas que o Ministério da Educação entender manter abertas.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Anadia: “Corrida das cores” mobiliza escolas do concelho


A Câmara Municipal de Anadia vai organizar uma “corrida das cores”, destinada a alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia, na sequência de uma proposta apresentada pela Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada (EVEB).
Analisado na reunião extraordinária do passado dia 30 de julho, o documento da EVEB propõe a realização, em Anadia, de uma corrida destinada a fomentar o convívio entre os elementos da comunidade educativa do concelho, ao mesmo tempo que converge para a promoção de hábitos de vida saudáveis através da prática desportiva e da atividade física, indo, aliás, ao encontro da política da autarquia em matéria de desporto e saúde.
A prova, a realizar no dia 10 de outubro (a confirmar) decorrerá num trajeto urbano que levará os participantes a percorrer alguns dos principais espaços públicos da cidade de Anadia.
A Câmara Municipal de Anadia irá, assim, assumir a organização do evento e a articulação com as escolas e colégios, contando, ainda, com a colaboração de outras entidades.

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Anadia: José Luciano de Castro empresta nome a concurso escolar


A Câmara Municipal de Anadia vai promover um concurso escolar destinado a divulgar a vida e obra de José Luciano de Castro, no âmbito do programa de homenagem que a autarquia vem realizando neste ano em que se assinala o centenário da morte do estadista.
O certame, destinado a alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e do Ensino Secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia (Agrupamento de Escolas de Anadia, Colégio Nossa Senhora da Assunção, Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada e Salesianos de São João Bosco), surge integrado no conjunto de iniciativas que a Câmara Municipal de Anadia tem vindo a organizar com o intuito de dar a conhecer a figura de José Luciano de Castro, estimulando a curiosidade em torno da ação do estadista, bem como da época histórica em que viveu (1834-1914).
São quatro as secções a concurso: artes visuais (produção multimédia e projetos fotográficos), escultura e pintura, artes performativas (dança e música) e produções literárias (géneros narrativo e lírico), podendo cada estabelecimento de ensino apresentar, por cada nível de ensino, um máximo de 10 trabalhos (individuais ou coletivos) em cada um das referidas secções.
O prazo para a entrega dos trabalhos decorrerá entre 6 de outubro de 2014 e 20 de fevereiro de 2015, encontrando-se já aprovadas, pelo executivo municipal, as normas de participação, bem como o valor dos prémios a atribuir, que, no total, ascende a 2.400 euros, sendo atribuídos três prémios de 100 euros aos três melhores trabalhos apresentados em cada secção e por categoria, ou seja, um total de 24 prémios de 100 euros cada.
A homenagem prestada pelo município de Anadia teve início em 2013 e prolonga-se até 2015, e contempla a edição de monografias, exposições, palestras, espetáculos, um ciclo de cinema, provas desportivas, concursos e o lançamento de um espumante.

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