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Trabalho multimédia vale primeiro prémio à turma de Artes da Secundária de Anadia


 

A Turma do 12.º C (Artes), da Escola Secundária de Anadia, foi a grande vencedora do concurso escolar José Luciano de Castro, promovido pela Câmara Municipal de Anadia.
A turma concorreu na secção de Artes Visuais com um inédito e arrojado trabalho multimédia, “José Luciano de Castro – QR Codes espalhados por Anadia”, arrecadando, sem dificuldade, o primeiro lugar.
A entrega de prémios teve lugar no passado dia 18, no salão nobre dos Paços do Concelho.
Nesta que foi a primeira edição do concurso, foram ainda distinguidas no 3.º CEB, na Secção de Escultura e Pintura, três alunas do Colégio Nossa Senhora da Assunção – Famalicão. Foram elas: Maria Matilde Dias Dinis, 8.º A, com o pseudónimo “Minnie”, Catarina Fernandes Lourenço, do 9.º B, com o pseudónimo “Safira” e Maria José Trindade Figueiredo Torres, 8.º C, com o pseudónimo “Laura.”
No total, apresentaram-se a concurso 21 trabalhos de alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia. Mas não tendo sido submetidos a concurso quaisquer trabalhos nas secções de artes performativas e produções literárias, a disputa acabou por se centrar na área da escultura e pintura e no domínio das artes visuais.
Os trabalhos poderiam ter um caráter individual ou coletivo, e seriam atribuídos três prémios de 100 euros aos três melhores trabalhos apresentados em cada secção e por categoria.

Viajem no tempo. Na ocasião, o diretor de turma, professor Artur Costa, da Escola Secundária de Anadia referiu-se ao trabalho elaborado pela turma de Artes, que concorreu na categoria de Artes Visuais (produção multimédia). Trata-se de um projeto online, ou seja, todo o material gerado encontra-se disponível na internet, apenas sendo possível visualizá-lo com recurso a algum dispositivo eletrónico com acesso à internet, como um computador, um smartphone ou tablet.
“Os únicos vestígios visíveis do projeto são os pequenos códigos QR espalhados por alguns espaços públicos de Anadia e no espaço do Museu José Luciano de Castro”, explicaria.
Segundo o docente Artur Costa, “o objetivo foi aproveitar a potencialidade da utilização dos códigos QR em prol do Museu José Luciano de Castro, da Santa Casa de Misericórdia de Anadia”.
Para além da produção de audio-guias para que os visitantes do Museu pudessem, ouvindo, ser guiados por uma visita ao Museu (Português/Inglês), foi criado um site de suporte ao projeto, onde foram alojados os audio-guias e disponibilizados textos e informações recolhidas. O trabalho realizado por estes alunos permite ainda que fotografias antigas de Anadia, expostas no Museu José Luciano de Castro, possam ser vistas, utilizando o telemóvel, como são hoje em dias aquelas paisagens, edifícios, praças, etc.
“Uma coisa puxa à outra e , de repente, já estávamos a fazer também o contrário, a colocar códigos QR em certos locais de Anadia, onde o turista, o curioso, pode com o telemóvel viajar no tempo e ver como era aquele espaço antigamente, remetendo-o para a fotografia que se encontra exposta no Museu”.

Fusão de várias disciplinas. Também o docente Jorge Humberto, da direção do Agrupamento de Escolas de Anadia, partilharia o orgulho e satisfação no prémio, destacando a oferta formativa da ESA, na vertente das Artes, salientando que o trabalho vencedor “faz a fusão de várias áreas disciplinares: História, Arte, Multimédia, Turismo, Inglês, Português”. Um projeto que considerou de “excelência” e que ajuda a construir a imagem de marca da própria escola.

Iniciativas bastante profícuas. Na ocasião, a irmã Idalina Faneca, diretora pedagógica do Colégio Nossa Senhora da Assunção, salientaria a importância dos vários concursos promovidos pela Câmara Municipal e dirigidos aos vários estabelecimentos de ensino, felicitando alunos, professores e escolas pelos resultados obtidos.
Na sua opinião, “é através destas áreas que os alunos se desenvolvem imenso e as escolas progridem”, já que são desafios que estimulam alunos a criar.
Também Dário Tavares, diretor pedagógico dos Salesianos de Mogofores, se mostrou bastante satisfeito com os trabalhos e resultado do concurso, porque não só contribui para um maior conhecimento sobre José Luciano de Castro, mas porque também são “iniciativas destas que dão a conhecer as figuras ilustres do concelho”, acreditando que José Luciano de Castro ficaria muito satisfeito e orgulhoso com os trabalhos realizados.

Trabalhos brilhantes. A edil Teresa Cardoso recordou aos alunos, professores e pais presentes na cerimónia que terminava naquele dia o ciclo evocativo que o município de Anadia desenvolveu a propósito do centenário da morte do conselheiro, com o intuito de dar a conhecer a figura de José Luciano de Castro, bem como de estimular a curiosidade em torno da ação do estadista e da época histórica em que viveu (1834-1914).
A edil anadiense referiu-se ainda aos trabalhos apresentados como “brilhantes” e de grande qualidade: “uma agradável surpresa e tarefa árdua para o juri”.
Sublinhando que o concurso, na sua primeira edição, até tinha prémios modestos “face ao talento e qualidade dos trabalhos apresentados”, mostrou-se satisfeita com o enorme talento, empenho e dedicação dos alunos, mas também a dedicação dos professores, que dinamizaram e incentivaram os alunos.
A terminar, deixaria um desafio aos alunos de Artes da ESA. O excelente trabalho realizado poderá valer-lhes um outro desafio, agora feito diretamente pela presidente de Câmara: “talvez vos desafie para um outro trabalho sobre o tema Anadia na Rota do Espumante”, com vista a que seja estabelecida uma rota para este que é um dos produtos mais emblemáticos do concelho.
Os trabalhos em exposição podem ser apreciados na Câmara Municipal até ao próximo dia 27 de março, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 13h e das 14h às 17h30.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Deputados do PSD visitam obras da Escola Básica e Secundária


 A Escola Básica e Secundária da Anadia deverá estar concluída antes do início do próximo ano letivo. Isso mesmo puderam constatar deputados do PSD/Aveiro, que esta segunda-feira visitaram as obras em curso no estabelecimento de ensino dos os 2º e 3ª ciclos e do secundário.

A obra, da responsabilidade da Parque Escolar, é uma das cinco do género em curso no distrito de Aveiro, sendo esta uma construção de raiz. A intervenção deste governo resultou que em todas elas houve uma redução de custos ente 5 a 10 por cento, o que resultou, no caso da Anadia, numa poupança de cerca de um milhão de euros.

O estabelecimento de ensino de Anadia terá uma capacidade prevista pata 76 turmas, totalizando 1.725 alunos, estando implantada num terreno com mais de 46.600 metros quadrados. A empreitada custará 15,4 milhões de euros, contra os 16,2 inicialmente previstos.

Os deputados do PSD eleitos por Aveiro – acompanhados por dirigentes da secção de Anadia do partido – ouviram dos responsáveis pela obra que os objetivos seriam cumpridos, sendo que a escola deverá estar pronta antes do início do novo ano letivo. Amadeu Albergaria, que integra a Comissão de Educação da Assembleia da República, questionou se a poupança registada resultaria numa menor qualidade dos materiais, o que foi negado.

Já em janeiro de 2014 os parlamentares social democratas haviam visitado a escola atualmente em funcionamento, para aferir das precárias condições. Da visita saiu a promessa de insistência junto do Governo “para a enorme necessidade da finalização da nova escola, admitindo que as condições das instalações não são as melhores”.

Em março desse ano, respondendo a interpelação do deputado Paulo Cavaleiro na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, o secretário de Estado Ensino e Administração Escolar, João Casanova, garantiu que a construção da Escola Secundária de Anadia seria retomada no verão, o que veio a confirmar-se. As obras estão, agora, numa fase adiantada, prevendo-se a abertura no próximo ano letivo.

 

 

 

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Anadia: Ausência do Presidente da República no “Centro Escolar das Avelãs” causa mal-estar


As populações das freguesias de Avelãs de Cima e de Avelãs de Caminho não viram com bons olhos o facto do presidente da República se ter deslocado a Sangalhos, para inaugurar o novo Centro Escolar daquela freguesia e não ter visitado/inaugurado o Centro Escolar que serve aquelas duas freguesias e que dista não mais do que uma dúzia de quilómetros de Sangalhos.
Na última assembleia municipal, realizada na tarde do dia 27 de fevereiro, os autarcas César Andrade, de Avelãs de Caminho e Manuel Veiga, de Avelãs de Cima e o deputado José Carvalho, todos eleitos pelo PSD, foram as vozes que se insurgiram contra o que dizem ter sido uma escolha política da Câmara Municipal.
Foi no dia 18 de fevereiro que Aníbal Cavaco Silva, numa breve visita ao concelho, visitou o CAR – Centro de Alto Rendimento – Velódromo Nacional e inaugurou o novo Centro Escolar da freguesia de Sangalhos, localizado paredes meias com o CAR.
Agora, autarcas e deputado do PSD exigiram explicações da presidente de Câmara, para o facto do “Centro Escolar das Avelãs” ter sido deixado de fora, quando este equipamento – que já se encontra em pleno funcionamento – está também por inaugurar. Por isso, fazem uma leitura política da mesma.
Aliás, o autarca de Avelãs de Caminho acusou o executivo de Teresa Cardoso de alimentar divisões entre eleitos: “a presidente disse que éramos todos iguais, mas para a Câmara uns são filhos, outros são enteados”, disse. A seu ver, “igualdade não houve” e deu como exemplos o lançamento da 1.ª pedra do Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho que não teve pompa nem circunstância e sobre o qual nunca terá sido convidado para ver o projeto.
Também o deputado José Carvalho, do PSD, não deixou de fazer uma leitura política da situação: “a freguesia do Sangalhos é do MIAP, as de Avelãs de Cima e de Caminho são do PSD, logo está encontrada a razão para a inauguração do Centro Escolar de Sangalhos e não o de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho”, acusando ainda Teresa Cardoso de estar a “passar a responsabilidade da inauguração para o presidente da República”. Mais contido, o autarca Manuel Veiga, de Avelãs de Cima, referiu que o seu executivo “aceitou a decisão política da Câmara Municipal de não inaugurar o Centro Escolar até à presente data”, contudo, deixou a nota de que “o assunto irá agora à sua Assembleia de Freguesia, para que esta se manifeste sobre a matéria”.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que o convite endereçado à presidência da República era inicialmente um programa mais vasto, mas que a Câmara Municipal teve de se adaptar ao programa e decisão tomada pela presidência da República. Teresa Cardoso confirmou ainda que na proposta estava incluído o “Centro Escolar das Avelãs” mas que a presidência terá imposto um programa “que tivemos de aceitar”, mediante “o tempo disponível que o senhor presidente tinha para estar no nosso município”, embora “tudo tenha feito para que o presidente estivesse 6 a 8 horas no concelho”. Por outro lado, deixou bem claro não fazer qualquer distinção entre Centros Escolares: “para mim os Centros Escolares são do concelho de Anadia e são de todos. Não faço distinções dessas”, avançou, sublinhando que “o Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho será inaugurado “assim que for oportuno”. Uma inauguração que deverá acontecer até ao final do presente ano letivo e que contará com a sua presença, dos presidentes das Juntas de Freguesia e membros da Assembleia Municipal.
Catarina Cerca

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Anadia: Presidente da República inaugura Centro Escolar de Sangalhos


O Presidente da República preside, no próximo dia 18, à  inauguração do Centro Escolar de Sangalhos. Aníbal Cavaco Silva irá ainda visitar o Centro de Alto Rendimento (CAR) – Velódromo Nacional de Sangalhos. O novo Centro Escolar, orçado em mais de dois milhões de euros, entra em funcionamento no dia 19 (após interrupção para as mini férias do Carnaval) e vai receber cerca de 150 alunos (Jardim de Infância e 1.º CEB), provenientes das escolas da Fogueira, Cruzeiro e Pista.
Cavaco Silva vai  ainda visitar, pela primeira vez, o Velódromo Nacional (onde será descerrada uma placa alusiva à sua visita). Um equipamento a visitar pelas boas referências e boas prestações alcançadas nesta infraestrutura por atletas nacionais em várias modalidades (Ciclismo, Esgrima, Judo, Ginástica, Trampolins e Desportos Acrobáticos).
Ao JB, a presidente da autarquia anadiense, Teresa Cardoso, avançou que as federações residentes no CAR foram igualmente convidadas e vão estar presentes com um conjunto de atletas que irão fazer demonstrações das várias modalidades.
Teresa Cardoso diz ser “uma honra receber a mais alta figura do Estado em Anadia para a inauguração de um Centro Escolar de excelência”, não deixando de destacar o facto do Presidente da República se ter disponibilizado para visitar o CAR “infraestrutura de referência que permite a muitos atletas alcançar excelentes resultados e representar o país ao mais alto nível”.
A última vez que Cavaco Silva esteve em Anadia foi aquando da inauguração do cineteatro de Anadia.

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Anadia: Que destino dar às escolas desativadas


Que destino dar às escolas do 1.º ciclo do ensino básico desativadas pela abertura nos novos Centros Escolares? Esta foi uma das questões que o vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, colocou na última reunião de câmara, realizada no passado dia 28 de janeiro.
De facto, com a abertura de novos e modernos Centros Escolares, são várias as escolas do 1.º ciclo do ensino básico que estão a ser desativadas. Assim aconteceu com a abertura do Centro Escolar de Arcos, depois com a abertura do Centro Escolar de Paredes do Bairro e mais recentemente com a abertura do Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho.
O vereador, sublinhando que no passado este tipo de equipamentos tem sido cedido a associações e coletividades, questionou agora a edil Teresa Cardoso sobre o destino que a presidente se propõe dar àqueles espaços: se irá manter essa cedência, ou alugar, ou se tem outras soluções.
Recorde-se que em breve estarão também nesta situação as escolas do 1.º CEB da freguesia de Sangalhos (Fogueira, Pista, Cruzeiro), já que a abertura do novo Centro Escolar de Sangalhos está prevista para o dia 19 de fevereiro, logo a seguir à interrupção para as mini-férias do Carnaval.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que o assunto está em análise nomeadamente com os presidentes de Junta de Freguesia e que, quando for oportuno, o tema virá a uma reunião de executivo.

CC

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Falta de pessoal no Centro Escolar de Av. Cima/Av. Caminho preocupa pais


O início de aulas no novo Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho não está a ser pacífico. A falta de pessoal auxiliar tem provocado constrangimentos vários, tendo o descontentamento dos pais já chegado à reunião de câmara e à assembleia municipal.
O líder da bancada do PSD, José Carvalho, residente na freguesia de Avelãs de Cima, alertou, na assembleia municipal, realizada na sexta-feira, para um conjunto de problemas que necessitam de resolução urgente naquele Centro Escolar.
Segundo o deputado, houve “uma efetiva perda de serviços” em relação às velhas escolas que serviam as duas freguesias. Por quê? Até aqui, os pais podiam deixar os filhos nas escolas a partir das 7h30, o que agora é impossível. As crianças ficavam a cargo de auxiliares e em segurança nas escolas. Agora, no novo Centro Escolar, os pais, sobretudo os que trabalham por turnos ou em empresas que iniciam a atividade mais cedo, são obrigados a deixar as crianças perto das 9h. “Há pais que já estão a tirar dias de férias por conta deste problema, porque não existe quem fique com as crianças”, sublinhou, salientando também que essas mesmas crianças, ao final do dia, esperam pelos pais numa sala onde não existem cadeiras ou mesas, sentadas no chão e sem a vigilância devida. “Os pais querem saber por que é que estas crianças são tratadas de forma desigual, quando a senhora presidente até disse que o Centro Escolar só abria quando tivesse todas as condições”, frisou o deputado.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que a questão da colocação de funcionários e docentes não é responsabilidade da Câmara, mas sim do Agrupamento de Escolas de Anadia que, de resto, nomeou uma coordenadora que faz a gestão dos recursos afetos ao Centro Escolar.
Teresa Cardoso lembrou que as instituições têm ATL que os pais podem requerer. “Os pais sabem que as funcionárias que lá estão são da CAF (Componente de Apoio à Família do JI) e não do 1.º ciclo, mas também sabem que o ATL nunca foi, nem é competência da Câmara. A valência é gerida pelas instituições”.
Também a deputada Jennifer Pereira, do MIAP, aconselhou os pais a organizarem-se para que possam dar resposta a esta questão. “Têm que se pôr a caminho, organizarem-se e encontrar as soluções que melhor sirvam os seus interesses”.
Dois dias antes, este mesmo tema tinha sido trazido à reunião de executivo pelo vereador Jorge São José, também do PSD. Na reunião, o vereador questionara a edil anadiense basicamente sobre três questões relacionadas com aquele novo equipamento escolar: a questão da hora de entrada e receção das crianças; a insuficiência de pessoal auxiliar na hora do almoço e os sanitários estarem encerrados também na hora do almoço (questão esta, ao que sabemos, já ultrapassada).
Teresa Cardoso deixaria na reunião de executivo a certeza de que a partir do próximo trimestre, a Câmara Municipal irá afetar mais uma pessoa àquele Centro Escolar.
CC

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Sangalhos: Única aluna do 4.º ano coloca Escola da Fogueira no top (público) do ranking


A Escola Básica do 1.º Ciclo da Fogueira, atualmente designada por Sangalhos D, alcançou o melhor lugar – das escolas públicas – no ranking nacional relativo aos exames do 4.º ano (Português e Matémática), no ano letivo 2013/2014.
No ranking geral do 1.º CEB agora conhecido, esta pequena escola surge em 3.º lugar. À sua frente estão apenas dois estabelecimentos de ensino privados, um de Lisboa e outro de Coimbra.
O insólito do caso prende-se com o facto de ter sido apenas uma aluna a realizar exames do 4.º ano naquela escola.
A pequena Matilde Marinho, de 9 anos, conseguiu esta proeza para a escola ao obter no exame de Português 90% (nível 5) e 87% (nível 4) a Matemática. O somatório dos dois exames atribui à escola uma média de 88,5%, catapultando-a para o 3.º lugar no ranking nacional, sendo a 1.ª das escolas públicas.

Professora orgulhosa. A professora Lúcia Silva dá aulas nesta pequena escola de aldeia vai para uns 15 anos e, com 33 anos de profissão, não poderia estar mais orgulhosa de uma aluna. “A Matilde é, desde o 1.º ano, uma menina muito atenta, aplicada, muito responsável”, recorda. Por isso, sempre acreditou nas suas capacidades e no facto dela conseguir tirar boas notas nos exames, embora os fatores nervosismo, ansiedade e medo, por vezes sejam verdadeiras “ratoeiras”, bloqueando os melhores alunos, tanto mais que foi a única aluna desta escola a ter de se deslocar para um Centro Escolar vizinho onde fez os exames, num ambiente que lhe era completamente desconhecido.
Habituada a trabalhar com grupos pequenos, no ano transato, a sala da professora Lúcia tinha um total de nove alunos (um aluno do 1.º ano, um do 2.º, seis do 3.º e uma aluna no 4.º ano).
Este ano, o panorama é semelhante. São sete alunos, mas distribuídos por apenas dois anos (2.º e 4.º ano).
Embora reconheça que estas turmas pequenas lhe têm permitido tirar notas muito jeitosas nos exames, sabe, melhor do que ninguém, que não é fácil estar numa escola agora de lugar único, com os quatro graus de ensino.
Como explicou a JB, “não é fácil planificar aulas diárias para diferentes graus de ensino, fazer fichas de trabalho, sumários, tudo diferente, consoante os anos”. E, depois, dentro de cada ano, avança existirem também alunos ou grupo de alunos que estão mais avançados ou mais atrasados. “Acabo por não estar a dar trabalho a dois anos mas a mais, consoante o estado de evolução/aprendizagem de cada criança”, admite a docente.
Recorda com saudade o tempo em que havia mais crianças, mais docentes. Hoje, são cada vez menos as crianças nesta escola condenada ao encerramento (talvez ainda este ano), quando abrir o novo Centro Escolar de Sangalhos. Uma situação que admite ter-se agravado com o encerramento do Jardim de Infância, localizado paredes meias com a Escola.

Sonha com a área da Saúde. Matilde Marinho é hoje aluna do 5.º ano na EB 2/3 Dr. Acácio de Azevedo, em Oliveira do Bairro. Aluna empenhada e trabalhadora, continua a tirar boas notas, apesar da mudança que se sabe ser enorme quando um aluno passa da primária para o segundo ciclo.
A Matemática e o Português continuam a ser matérias muito queridas para esta aluna e, recordando os dias em que fez os exames, diz que, apesar de terem corrido bem, não esperava tanto.
“Achei que podia ter boas notas, mas estava nervosa pois não conhecia ninguém na escola onde fiz os exames” e sublinha que as notas que alcançou mostram que, “embora estas pequenas escolas de aldeia sejam desvalorizadas, não lhes sendo dada grande importância, agora são obrigadas a reconhecer que basta uma pessoa para mudar tudo”. Foi o seu caso. Para os pais, Maria do Céu Marinho e Ramiro Marinho, esta foi uma muito agradável surpresa, motivo do maior orgulho.
Hoje, a Matilde diz estar completamente integrada no 2.º ciclo, ter muitos amigos e gostar muito da nova escola.
Catarina Cerca

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Mealhada: EPVL em Nápoles


De 26 de outubro a 1 de novembro, uma delegação da Escola Profissional Vasconcellos Lebre da Mealhada (EPVL), composta pelo responsável pelos Projetos Europeus, Joaquim Lopes, a Diretora Pedagógica, Manuela Alves, a aluna Adriana Fernandes, do Curso de Informática de Gestão do 3.º ano, e a aluna Marta Leal, do Curso de Restauração variante Cozinha/Pastelaria do 3.º ano, deslocaram-se ao Istituto d’ Istruzione Superiore C. Levi, em Nápoles, em Itália, onde decorreu o 5.º encontro de trabalho do Projeto Europeu “A Rainbow of Cultures” (“Um arco-íris de culturas”), projeto multicultural no âmbito do Programa Europeu Comenius. Com este encontro deu-se início ao segundo e último ano do projeto.
Como atividade principal, cada Escola apresentou um pequeno vídeo sobre festivais e celebrações do seu país e distribui um panfleto com informação mais completa e detalhada dessas celebrações.
Como estes encontros servem também para fomentar a interculturalidade, foram realizadas visitas aos principais monumentos da região e locais turísticos.
O encontro decorreu com um grande espírito de grupo e foi bastante positivo e proveitoso.

Chefe Cozinheiro do Ano 2014 realizou workshop com alunos

A EPVL convidou, no dia 30 de outubro, para a realização de um workshop, Tony Salgado, Chefe da Pousada de Cascais, vencedor da terceira etapa regional do concurso Chefe Cozinheiro do Ano 2014 (CCA 2014).
Foi um momento bastante motivador para os alunos do 3.º ano do Curso de Restauração – variante Cozinha Pastelaria. Tony Salgado realizou para os alunos da EPVL, num período semelhante ao que estes terão para confecionar a ementa da Prova de Aptidão Profissional, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Sendo um Chefe natural da região, escolheu usar o que lembra a Beira Litoral e a Bairrada.
O empratamento, a arte de apresentar no prato com toda a técnica mais recente, foi o que cativou a atenção de todos os alunos, motivando-os a colocarem questões e a aproveitarem as sugestões do chefe para adicionarem ideias às ementas.
A EPVL continuará com mais um ciclo de workshops durante este ano letivo.

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Ensino Anadia: “Falta de planeamento” preocupa vereadores do PSD


Como está a decorrer o processo de integração dos alunos das EB de Vilarinho do Bairro e de Samel na EB 2/3 de Vilarinho do Bairro e quando abrem os dois novos Centros Escolares foram apenas duas das várias questões colocadas pelos vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, durante a última reunião pública do executivo anadiense, realizada a 24 de setembro.
Os vereadores argumentam que, neste período de férias, foi criada alguma expectativa relativamente às escolas que estariam votadas ao encerramento na freguesia de Sangalhos, como são os casos das EB da Fogueira, do Cruzeiro e da Pista e que, com a manutenção daquelas escolas abertas, surgiu uma grande insatisfação junto dos pais porque tinham expectativas criadas relativamente às turmas que transitaram para os novos Centros Escolares, estando agora ansiosos por saber quando o Centro abre.
Por outro lado, a passagem dos alunos das escolas que encerraram na freguesia de Vilarinho do Bairro para a escola de acolhimento (EB 2/3) local levou os vereadores do PSD a questionarem a edil Teresa Cardoso, sobre essa mesma integração.

Explicações. Na ocasião, a presidente de Câmara admitiu que a maioria dos alunos das escolas encerradas na freguesia de Vilarinho do Bairro foi para a EB2/3 local, mas que é um facto que alguns alunos saíram para fora do concelho e que o concelho perdeu alunos com estes encerramentos, sobretudo alunos da Escola de Samel.
Leia mais na versão digital do seu JB.

Catarina Cerca

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Vilarinho do Bairro: Mudanças dos alunos para a EB 2/3 pouco consensual


Vários alunos que frequentavam as Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro (a encerrar este ano, no âmbito da reforma educativa) vão sair para escolas fora do concelho de Anadia.
Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha apresentado no Tribunal, em julho, uma Providência Cautelar contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro a verdade é que, até agora, reina o silêncio relativamente ao resultado da mesma, assim como perante os dois encerramentos, a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro (frequentada por alunos do 5.º ao 9.º ano) foi escolhida como escola de acolhimento para estas crianças.
Uma situação que tem causado muito descontentamento no seio da população, com vários encarregados de educação a rejeitarem a solução da EB 2/3 e a preferirem retirar os filhos da rede de ensino do concelho.
EB 2/3 preparada. Embora António Alves, responsável pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro diga que está tudo a postos para receber as crianças do 1.º CEB e que foram criadas duas turmas do ensino básico (uma de 15 e de 18 alunos), a verdade é que muitos pais não querem que os filhos, tão pequenos, convivam numa escola com alunos mais velhos.
“Esta escola é mais segura, tem excelentes condições, uma cantina com alimentação de excelência”, diz o docente António Alves, rejeitando os argumentos dos pais. “As salas de aulas e o refeitório têm mobiliário igual ao das escolas primárias e estão selecionados sanitários públicos só para os mais pequenos”, embora admita que ainda falta efetuar algumas adaptações.
Esta mudança levou, oportunamente, a autarca Teresa Cardoso a alertar, no passado mês de agosto, para estaa situação que agora se confirma: os pais iriam retirar os filhos para fora do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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