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Mealhada: EPVL em Nápoles


De 26 de outubro a 1 de novembro, uma delegação da Escola Profissional Vasconcellos Lebre da Mealhada (EPVL), composta pelo responsável pelos Projetos Europeus, Joaquim Lopes, a Diretora Pedagógica, Manuela Alves, a aluna Adriana Fernandes, do Curso de Informática de Gestão do 3.º ano, e a aluna Marta Leal, do Curso de Restauração variante Cozinha/Pastelaria do 3.º ano, deslocaram-se ao Istituto d’ Istruzione Superiore C. Levi, em Nápoles, em Itália, onde decorreu o 5.º encontro de trabalho do Projeto Europeu “A Rainbow of Cultures” (“Um arco-íris de culturas”), projeto multicultural no âmbito do Programa Europeu Comenius. Com este encontro deu-se início ao segundo e último ano do projeto.
Como atividade principal, cada Escola apresentou um pequeno vídeo sobre festivais e celebrações do seu país e distribui um panfleto com informação mais completa e detalhada dessas celebrações.
Como estes encontros servem também para fomentar a interculturalidade, foram realizadas visitas aos principais monumentos da região e locais turísticos.
O encontro decorreu com um grande espírito de grupo e foi bastante positivo e proveitoso.

Chefe Cozinheiro do Ano 2014 realizou workshop com alunos

A EPVL convidou, no dia 30 de outubro, para a realização de um workshop, Tony Salgado, Chefe da Pousada de Cascais, vencedor da terceira etapa regional do concurso Chefe Cozinheiro do Ano 2014 (CCA 2014).
Foi um momento bastante motivador para os alunos do 3.º ano do Curso de Restauração – variante Cozinha Pastelaria. Tony Salgado realizou para os alunos da EPVL, num período semelhante ao que estes terão para confecionar a ementa da Prova de Aptidão Profissional, uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Sendo um Chefe natural da região, escolheu usar o que lembra a Beira Litoral e a Bairrada.
O empratamento, a arte de apresentar no prato com toda a técnica mais recente, foi o que cativou a atenção de todos os alunos, motivando-os a colocarem questões e a aproveitarem as sugestões do chefe para adicionarem ideias às ementas.
A EPVL continuará com mais um ciclo de workshops durante este ano letivo.

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Ensino Anadia: “Falta de planeamento” preocupa vereadores do PSD


Como está a decorrer o processo de integração dos alunos das EB de Vilarinho do Bairro e de Samel na EB 2/3 de Vilarinho do Bairro e quando abrem os dois novos Centros Escolares foram apenas duas das várias questões colocadas pelos vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, durante a última reunião pública do executivo anadiense, realizada a 24 de setembro.
Os vereadores argumentam que, neste período de férias, foi criada alguma expectativa relativamente às escolas que estariam votadas ao encerramento na freguesia de Sangalhos, como são os casos das EB da Fogueira, do Cruzeiro e da Pista e que, com a manutenção daquelas escolas abertas, surgiu uma grande insatisfação junto dos pais porque tinham expectativas criadas relativamente às turmas que transitaram para os novos Centros Escolares, estando agora ansiosos por saber quando o Centro abre.
Por outro lado, a passagem dos alunos das escolas que encerraram na freguesia de Vilarinho do Bairro para a escola de acolhimento (EB 2/3) local levou os vereadores do PSD a questionarem a edil Teresa Cardoso, sobre essa mesma integração.

Explicações. Na ocasião, a presidente de Câmara admitiu que a maioria dos alunos das escolas encerradas na freguesia de Vilarinho do Bairro foi para a EB2/3 local, mas que é um facto que alguns alunos saíram para fora do concelho e que o concelho perdeu alunos com estes encerramentos, sobretudo alunos da Escola de Samel.
Leia mais na versão digital do seu JB.

Catarina Cerca

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Vilarinho do Bairro: Mudanças dos alunos para a EB 2/3 pouco consensual


Vários alunos que frequentavam as Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro (a encerrar este ano, no âmbito da reforma educativa) vão sair para escolas fora do concelho de Anadia.
Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha apresentado no Tribunal, em julho, uma Providência Cautelar contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro a verdade é que, até agora, reina o silêncio relativamente ao resultado da mesma, assim como perante os dois encerramentos, a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro (frequentada por alunos do 5.º ao 9.º ano) foi escolhida como escola de acolhimento para estas crianças.
Uma situação que tem causado muito descontentamento no seio da população, com vários encarregados de educação a rejeitarem a solução da EB 2/3 e a preferirem retirar os filhos da rede de ensino do concelho.
EB 2/3 preparada. Embora António Alves, responsável pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro diga que está tudo a postos para receber as crianças do 1.º CEB e que foram criadas duas turmas do ensino básico (uma de 15 e de 18 alunos), a verdade é que muitos pais não querem que os filhos, tão pequenos, convivam numa escola com alunos mais velhos.
“Esta escola é mais segura, tem excelentes condições, uma cantina com alimentação de excelência”, diz o docente António Alves, rejeitando os argumentos dos pais. “As salas de aulas e o refeitório têm mobiliário igual ao das escolas primárias e estão selecionados sanitários públicos só para os mais pequenos”, embora admita que ainda falta efetuar algumas adaptações.
Esta mudança levou, oportunamente, a autarca Teresa Cardoso a alertar, no passado mês de agosto, para estaa situação que agora se confirma: os pais iriam retirar os filhos para fora do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Sangalhos: Início de ano letivo sem Centro Escolar divide opiniões


Amanhã, dia 12 de setembro, os alunos do concelho de Anadia regressam às escolas para mais um ano letivo, embora marcado por algumas dúvidas e até situações insólitas.
É o caso das três escolas oficialmente encerradas pelo Ministério da Educação na freguesia de Sangalhos (Pista, Cruzeiro e Fogueira) que, afinal, segundo JB conseguiu apurar, vão abrir portas, a título excecional, no arranque deste ano letivo, porque a construção do novo Centro Escolar da freguesia (na foto) não ficou concluída a tempo.
Uma situação insólita que obriga a que as antigas escolas – condenadas ao encerramento no âmbito do processo de reorganização da rede escolar – mantenham as portas abertas, pelo menos por mais alguns meses, ainda que o Agrupamento de Escolas de Anadia, até ao passado dia 9, não tenha recebido qualquer autorização escrita, da tutela, neste sentido.
Segundo indicações do Ministério da Educação, no arranque deste novo ano, já não abririam portas – neste caso concreto – as escolas básicas da Fogueira, Pista e nº 1 de Sangalhos/Cruzeiro, na freguesia de Sangalhos, uma vez que todos estes alunos (cerca de 110) iriam ser integrados no novo Centro Escolar da freguesia.
Todavia, como este não está concluído, amanhã, dia 12, as apresentações e início de aulas começam nas velhas escolas. O mesmo é esperado acontecer em Avelãs de Caminho e em Avelãs de Cima, freguesias onde as escolas básicas de Avelãs de Caminho, Avelãs de Cima, Pereiro e Boialvo também não deveriam abrir portas. Todavia, como também o Centro Escolar que vai servir estas freguesias não está completamente operacional, as velhas escolas vão manter as portas abertas mais algum tempo.
Em Sangalhos, esta situação é encarada de forma pacífica, ainda que alguns pais e encarregados de educação revelem algum descontentamento com o facto do novo Centro Escolar da Freguesia não abrir no arranque deste novo ano escolar. Uma obra há muito desejada mas que apesar de estar aparentemente concluída, carece ainda de alguns arranjos interiores e exteriores, segundo apurámos junto da Câmara Municipal de Anadia, que também sublinha que todas as competências da autarquia relacionadas com almoços e CAF serão integralmente asseguradas nas escolas que o Ministério da Educação entender manter abertas.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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Anadia: “Corrida das cores” mobiliza escolas do concelho


A Câmara Municipal de Anadia vai organizar uma “corrida das cores”, destinada a alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia, na sequência de uma proposta apresentada pela Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada (EVEB).
Analisado na reunião extraordinária do passado dia 30 de julho, o documento da EVEB propõe a realização, em Anadia, de uma corrida destinada a fomentar o convívio entre os elementos da comunidade educativa do concelho, ao mesmo tempo que converge para a promoção de hábitos de vida saudáveis através da prática desportiva e da atividade física, indo, aliás, ao encontro da política da autarquia em matéria de desporto e saúde.
A prova, a realizar no dia 10 de outubro (a confirmar) decorrerá num trajeto urbano que levará os participantes a percorrer alguns dos principais espaços públicos da cidade de Anadia.
A Câmara Municipal de Anadia irá, assim, assumir a organização do evento e a articulação com as escolas e colégios, contando, ainda, com a colaboração de outras entidades.

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Anadia: José Luciano de Castro empresta nome a concurso escolar


A Câmara Municipal de Anadia vai promover um concurso escolar destinado a divulgar a vida e obra de José Luciano de Castro, no âmbito do programa de homenagem que a autarquia vem realizando neste ano em que se assinala o centenário da morte do estadista.
O certame, destinado a alunos do 3.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e do Ensino Secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia (Agrupamento de Escolas de Anadia, Colégio Nossa Senhora da Assunção, Escola de Viticultura e Enologia da Bairrada e Salesianos de São João Bosco), surge integrado no conjunto de iniciativas que a Câmara Municipal de Anadia tem vindo a organizar com o intuito de dar a conhecer a figura de José Luciano de Castro, estimulando a curiosidade em torno da ação do estadista, bem como da época histórica em que viveu (1834-1914).
São quatro as secções a concurso: artes visuais (produção multimédia e projetos fotográficos), escultura e pintura, artes performativas (dança e música) e produções literárias (géneros narrativo e lírico), podendo cada estabelecimento de ensino apresentar, por cada nível de ensino, um máximo de 10 trabalhos (individuais ou coletivos) em cada um das referidas secções.
O prazo para a entrega dos trabalhos decorrerá entre 6 de outubro de 2014 e 20 de fevereiro de 2015, encontrando-se já aprovadas, pelo executivo municipal, as normas de participação, bem como o valor dos prémios a atribuir, que, no total, ascende a 2.400 euros, sendo atribuídos três prémios de 100 euros aos três melhores trabalhos apresentados em cada secção e por categoria, ou seja, um total de 24 prémios de 100 euros cada.
A homenagem prestada pelo município de Anadia teve início em 2013 e prolonga-se até 2015, e contempla a edição de monografias, exposições, palestras, espetáculos, um ciclo de cinema, provas desportivas, concursos e o lançamento de um espumante.

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Anadia: Construção da Escola Básica e Secundária retomada e obra concluída até ao final do ano letivo 2014/15


Vai ser retomada a construção da Escola Básica e Secundária de Anadia que, em 2011, tinha sido suspensa pela Parque Escolar.
A notícia é avançada pela própria edil anadiense, Teresa Cardoso, que admite saber da cedência de posição contratual a um novo empreiteiro que vai retomar e concluir a obra. O recomeço deverá acontecer antes do verão terminar.
“O que sei não é oficial, mas chegou-me ao conhecimento que estão a ser concluídas negociações para, muito em breve, ser retomada a obra da construção da Escola Básica e Secundária de Anadia”, diz a edil, acrescentando ainda que o prazo para a conclusão da mesma será também muito curto, ou seja, “até ao final do ano letivo de 2014/2015.”
Para a autarca anadiense esta é uma notícia há muito aguardada por si e por toda a comunidade escolar do concelho, já que o novo edifício cuja construção foi suspensa começa a acusar alguma degradação.
As obras do novo equipamento, inicialmente orçadas em 16,3 milhões de euros, foram suspensas em 2011 quando a Parque Escolar foi confrontada, pelo Ministério da Educação, com a necessidade de reduzir ao seu orçamento para 2012, cerca de 110 milhões de euros, uma situação que obrigou a um reajustamento das obras em curso, estabelecendo prioridades. A interrupção estava prevista por um ano, perspetivando-se a retomada em 2013, o que não veio a acontecer.
Neste meio tempo, associação de pais e encarregados de educação e associação de estudantes têm-se desdobrado em contactos para pressionar a retoma da obra, levando a cabo algumas manifestações e protesto contra a interrupção da construção da nova escola com capacidade para 1500 alunos, mas também pelo facto das atuais instalações, frequentadas por cerca de 700 alunos, estarem completamente degradadas, constituindo, nalgumas situações, perigo à integridade física de alunos e professores.
Já este ano, o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova, respondendo a uma pergunta do deputado do PSD Paulo Cavaleiro, na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, revelava que durante o verão as obras seriam retomadas.
Este novo equipamento escolar terá três pisos, 76 salas de aulas, ocupando 14 mil metros de área coberta.
Catarina Cerca

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Anadia: Entrada em funcionamento dos dois novos Centros Escolares permanece em aberto


É ainda uma incógnita se os dois novos Centros Escolares (Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho e Sangalhos) do concelho de Anadia vão abrir portas no arranque do novo ano letivo, já no próximo mês de setembro.
A autarca Teresa Cardoso admite não estarem reunidas as condições necessárias para iniciar o ano escolar 2014/15 naqueles dois novos centros escolares. Esta mesma indicação já foi dada por si ao Agrupamento de Escolas de Anadia e à Tutela que deverá, junto do Agrupamento de Escolas, verificar se existem condições para que todas as escolas básicas possam vir a funcionar em setembro.
A edil anadiense falava a respeito da Providência Cautelar que apresentou no Tribunal contra os encerramentos das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro. Uma Providência Cautelar, em jeito de intimação, que pretendia travar a intenção da tutela que, só no concelho de Anadia, quer encerrar, de uma assentada, dez estabelecimentos de ensino.
Teresa Cardoso mostra-se, no mínimo, perplexa com a resposta que recebeu da DGestE: [foi dada a indicação de que na reorganização da rede escolar, na articulação com os municípios, a estes apenas cabe o título consultivo/opinativo e nada mais], já que “o município não tem legitimidade para se imiscuir em assuntos que não tem que decidir e que cabem ao Ministério da Educação.” Perante uma resposta tão contundente, a autarca deixa a questão no ar: “Então, em que ficamos? Somos chamados a opinar e depois não temos legitimidade para nos intrometer nesta decisão que só cabe ao Ministério da Educação?” Por isso, admite ter dúvidas quanto à abertura dos Centros Escolares em setembro: “O de Sangalhos não tem os arranjos exteriores concluídos, mas o de Avelãs ainda estamos a estudar”.
A seu ver “o Ministério da Educação deve analisar bem o processo”, revelando ainda ter solicitado uma audiência ao Secretário de Estado da Administração Escolar para aclarar estas situações, tendo agora sido encaminhada para um contacto com o Diretor Geral dos Estabelecimentos Escolares.
“Num tempo em que o Ministério da Educação quer fazer a transferência de competências e municipalizar setores como a Educação (1.º, 2.º e 3.º ciclos), quando vem dizer que a Câmara Municipal não tem legitimidade para se imiscuir em determinadas matérias, cabe-lhe, a ele, reunir condições para iniciar um novo ano letivo.”
Segundo o Ministério da Educação no próximo mês de setembro já não abrem as EB de Avelãs de Caminho (42 alunos); Avelãs de Cima e Pereiro (49) e Boialvo (13), na freguesia de Avelãs de Cima; Fogueira (11), Pista (31) e nº 1 de Sangalhos (64), na freguesia de Sangalhos; Ancas (2); Vilarinho do Bairro (19) e Samel (13), na freguesia de Vilarinho do Bairro. Mas a edil anadiense não se conforma, até porque, como explica, os pais das crianças que frequentam as escolas de Samel e de Vilarinho do Bairro “estão num enorme estado de ansiedade e tristeza”. A autarca sabe que é impossível às eventuais escolas de acolhimento (Poutena ou EB 2/3 de Vilarinho do Bairro) conseguirem criar as condições de excelência que existiam nas duas escolas que agora encerram. Teresa Cardoso lamenta ainda que devido a esta situação haja pais a retirar os filhos dos estabelecimentos de ensino do concelho, deslocando-os para concelhos limítrofes, assim como não percebe que nalguns concelhos se mantenham abertos e em funcionamento Centros Escolares com um número de alunos inferior ao destas escolas.
Catarina Cerca

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Aluna de Anadia vence Concurso de Leitura na categoria de ensino secundário


O Cineteatro Anadia recebeu, no sábado, dia 28 de junho, a fase final do Concurso Intermunicipal de Leitura, uma iniciativa da Rede de Bibliotecas da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA).
Embora esta primeira edição não tenha contado com a participação dos 11 municípios que compõe a CIRA, o balanço não deixa de ser muito positivo, sobretudo para as escolas da região. Dos seis municípios aderentes (Águeda, Anadia, Aveiro, Ílhavo, Oliveira do Bairro e Sever do Vouga) os alunos de Anadia, Oliveira do Bairro e Águeda tiveram excelentes prestações, confirmadas pelos prémios arrecadados. De referir que a anadiense Ana Rute Painçal venceu no escalão mais alto, Secundário.
Esta iniciativa, que surgiu no âmbito do trabalho colaborativo desenvolvido pela Rede de Bibliotecas da CIRA, contou com a participação de alunos desde o 1.º CEB ao Ensino Secundário, de vários estabelecimentos das redes pública e privada de seis dos 11 municípios que compõem esta comunidade intermunicipal.
Com vista à escolha do vencedor em cada categoria, o júri, constituído pelo Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, por uma representante da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Vera Oliveira, e por uma representante da Rede de Biblioteca da CIRA, Sónia Oliveira, avaliou, mediante a realização de provas orais, os conhecimentos dos finalistas sobre as obras propostas para leitura.
Assim, aos alunos do 1.º CEB coube a análise da obra “O príncipe do rio”, de Manuel Alegre, tendo o 1.º lugar, nesta categoria, sido atribuído a Lara Pires, de Águeda, seguida de Marta Batista, de Oliveira do Bairro, e, em 3.º lugar, Diogo Cabral, de Sever do Vouga.
Ao 2º CEB foi destinado “O caso da Rua Jau”, de Mário Castrim. O 1.º lugar foi para Catarina Oliveira, de Ílhavo, enquanto Carolina Teixeira, de Oliveira do Bairro, e Maria Inês Ferreira de Águeda, conquistaram o segundo e terceiro lugares, respetivamente. “O Senhor Juarroz”, de Gonçalo M. Tavares, foi a obra estudada pelos concorrentes do 3º CEB, e, nesta categoria, a vitória coube a Raul Oliveira, de Águeda. No 2.º lugar classificou-se Maria Matilde Soares, de Anadia, e, na terceira posição, ficou Inês Ferreira, de Oliveira do Bairro.
A avaliação de conhecimentos dos alunos do Ensino Secundário incidiu sobre a obra “Área de Serviço e outras histórias de amor”, da autoria de Fernando Pinto do Amaral, que integrava o júri do concurso. Ana Rute Painçal, de Anadia, conquistou o 1.º lugar, ficando Marta Silva, de Oliveira do Bairro, e Daniela Morence, de Sever do Vouga, nos lugares seguintes.
Aos vencedores, a CIRA atribuiu prémios monetários, cujo valor se destina integralmente à aquisição de livros e/ou manuais escolares (1.º prémio – 150 euros, 2.º prémio – 100 euros e 3.º prémio – 50 euros).
Na ocasião, Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, que fez as honras da casa, deixou aos presentes nesta Fase Final da 1ª Edição do Concurso Intermunicipal de Leitura uma mensagem de alento, sublinhando que a união, nomeadamente das Bibliotecas Municipais “aperfeiçoa estratégias que conduzam à melhoria contínua dos serviços prestados às comunidades em que se inserem”.
Quanto ao facto do concurso só ter contado com alunos de seis dos 11 municípios da CIRA, a autarca afirmou estar “plenamente convicta de que o futuro será bem mais participado, pois semelhante iniciativa não poderá deixar indiferentes as comunidades educativas e as Bibliotecas Municipais e Escolares da nossa região”.
“Promover o prazer de ler e estimular o desenvolvimento de competências no âmbito da leitura, nos jovens, durante o seu percurso escolar, é o lema desta iniciativa”, disse ainda a edil anadiense, para quem “só pela educação se podem, socialmente, afirmar valores essenciais à democracia como a igualdade e a liberdade”, considerando ainda ser o evento uma “festa de elogio ao livro e à leitura, com os olhos postos na excelência dos nossos jovens”.

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Câmara de Anadia repudia encerramento de 10 escolas e avança com Providência Cautelar


Os dois novos Centros Escolares (Avelãs de Caminho/Avelãs de Cima e Sangalhos) podem não ter os arranjos exteriores concluídos no início do novo ano letivo, caso o Ministério da Educação (ME) insista no encerramento das Escolas Básicas de Samel e de Vilarinho do Bairro.
Esta informação foi avançada pela autarca Teresa Cardoso, durante a última reunião de executivo, realizada no passado dia 25, após confirmação de que no próximo mês de setembro já não abrem as EB de Avelãs de Caminho (42 alunos); Avelãs de Cima e Pereiro (49) e Boialvo (13), na freguesia de Avelãs de Cima; Fogueira (11), Pista (31) e nº 1 de Sangalhos (64), na freguesia de Sangalhos; Ancas (2); Vilarinho do Bairro (19) e Samel (13), na freguesia de Vilarinho do Bairro.

Surpresa e indignação. No início da reunião de executivo, realizada na última semana, a edil anadiense revelava ter recebido uma comunicação da tutela com indicação das escolas básicas a encerrar no concelho. No total são 10, sendo Anadia um dos concelhos do distrito de Aveiro mais afetados por esta medida. Por isso, admite que no arranque do novo ano letivo, os dois novos Centros Escolares, praticamente concluídos, possam não abrir “porque as obras dos arranjos exteriores estão ligeiramente atrasadas”, admitindo que “estes podem andar mais depressa ou mais devagar”, dependendo de vários fatores. “O ME terá de arranjar uma solução para todas aquelas escolas”, disse, acrescentando que esta tomada de posição “mais dura” é a única forma de contrariar “o corte a direito” feito pelo ME.
Embora a tutela indique que os alunos serão integrados em Centros Escolares ou em Escolas de Acolhimento, com melhores condições, a verdade é que nestes dois casos (Samel e Vilarinho do Bairro) não foi indicada qual a escola ou Centro Escolar que possa vir a acolher estas crianças, deixando os pais numa enorme incerteza.
Teresa Cardoso admitiu ter sido apanhada de surpresa, já que estava convicta que, após algumas reuniões, havia um entendimento, com propostas concretas em cima da mesa. “Nada foi respeitado e eu pensava que havia bom senso”, lamentou, criticando o facto de não ter ainda conseguido contestar a decisão junto do ME: “após várias tentativas a resposta que tive é que estavam em reuniões e indisponíveis. Por isso, vamos enviar uma exposição por escrito com a posição do município de Anadia”.
Ainda que aquelas duas escolas não reunam os 21 alunos (mínimo exigido) pelo ME para se manterem abertas, “são escolas de toda a importância para nós, pois estão localizadas em excelentes condições e comungam espaços com os Jardins de Infância, totalizando cada uma delas 31 crianças”, acrescentou.
“Esta é uma situação muito delicada e grave” partilhada por toda a vereação. Todos, em uníssono, discordam com o encerramento daqueles dois estabelecimentos que poderão ter como escola de acolhimento a EB 2/3 de Vilarinho do Bairro.
“Não é a melhor solução. A EB 2/3 não está preparada para receber estas turmas e não dispõe de condições físicas para tal”, disse Teresa Cardoso.

Vereadores condenam decisão do ME. Para o ex-autarca e vereador Litério Marques, “este é um ataque feroz ao concelho”. O ex-professor primário sublinharia ainda que esta é uma notícia que antevê “um encerramento mais preocupante, ou seja, da própria EB 2/3 de Vilarinho do Bairro, logo que a nova Escola Básica e Secundária de Anadia fique concluída. “Está tudo preparado, artilhado. Por isso querem encerrar já as EB de Vilarinho e de Samel”.
Também José Manuel Ribeiro, vereador do PSD, admitiu que “a situação é preocupante” e cria injustiças, já que a questão “foi analisada com alguma cegueira”. Para o vereador “laranja”, o ME “não analisou convenientemente as alternativas que aparentemente existiam no papel e não no terreno”. Por isso, defende que se conteste “por todas as vias esta situação”, sugerindo que na exposição da autarquia, a apresentar à tutela, a presidente solicite, paralelamente, uma reunião de urgência com as entidades responsáveis para pôr fim a este processo.
“Quando um governo não olha para o terreno com atenção, deve ser criticado e condenado. Não posso estar de acordo com esta situação e sempre que os interesses dos anadienses estejam em causa, estarei ao lado da Câmara”, concluiu.
Também na assembleia municipal realizada na última segunda-feira, dia 30 de junho, foram aprovadas duas propostas, uma apresentada pelas bancadas do MIAP/PS “de apoio à apresentação da Providência Cautelar relativa ao fecho das EB de Vilarinho e Samel porque prejudica as crianças e o futuro da freguesia”, aprovada por unanimidade, com 30 votos, e uma outra apresentada pelas bancadas do PSD/CDS-PP “de repúdio pelo encerramento de todas as escolas propostas para encerramento no concelho de Anadia”, aprovada com 29 votos e uma abstenção.

Providência Cautelar contra encerramentos de Samel e Vil. do Bairro

A Câmara Municipal de Anadia vai avançar com uma Providência Cautelar contra os encerramentos das EB de Samel e de Vilarinho do Bairro. Várias dezenas de encarregados de educação e alunos concentraram-se, na passada segunda-feira, dia 30 de junho, junto aos portões da EB 1 de Samel gritando palavras de ordem contra o encerramento. Os cartazes que as crianças erguiam no ar mostravam que ninguém quer sair desta escola. A escola, que foi alvo de uma recuperação há um ano atrás, no valor de 74 mil euros, conta com 19 alunos no JI e 12 na EB1, já matriculados para o ano letivo de 2014/15. Um total de 31 alunos que deveria ser suficiente para evitar o encerramento, como acontece em Vilarinho do Bairro, com 12 alunos em JI e 19 na EB1.
Sandra Henriques, da Comissão de Pais de Samel e Isabel Silva, de Vilarinho do Bairro, não aceitam nem compreendem a decisão, alertando para a falta de condições e insegurança da EB 2/3 de Vilarinho do Bairro para receber alunos tão pequenos. “Tem uma escadaria enorme, não tem salas de aula no rés-do-chão e o átrio é perigoso, com vários degraus”, alegam. Por outro lado dizem que, por exemplo, a EB da Poutena não tem tão boas condições como estas e permanece aberta.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso revelava que a autarquia ia fazer avançar uma Providência Cautelar, em jeito de intimação, no âmbito do que são os direitos, as liberdades e garantias dos alunos, mas também pelo que alega ser “um total desrespeito pela Câmara Municipal, que não foi ouvida, nem sequer respeitado o supostamente acordado”. Por isso, “face às condições que a EB de Samel oferece, não é correto o que se fez, ou seja, “ser a DGestE a dar conta do despacho proferido pelo Secretário de Estado da Administração Escolar, não referindo sequer qual ou quais seriam as escolas de acolhimento. A Providência Cautelar pretende suspender um ato administrativo, pelo que aguardamos que o ME o entenda e revogue a decisão”, avançou Teresa Cardoso.
Elisabete Marralheiro, com duas crianças na escola (uma em JI e outra na EB1) diz que, para além das instalações serem de grande qualidade, conforto e segurança, “o sr. ministro deveria mandar os seus fiscais aferir as condições das escolas e só depois decidir. Não temos alternativa, para além de ter existido uma enorme falta de sensibilidade”, lamentou.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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