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Anadia: Câmara Municipal cede instalações à EB e Secundária para a prática de Educação Física


A nova Escola Básica e Secundária de Anadia vai poder utilizar equipamentos do complexo desportivo municipal para as aulas de Educação Física, durante este ano letivo.
Aberto em setembro último, este equipamento escolar, orçado em mais de 15 milhões de euros, afinal tem falta de instalações para a prática de educação física, em dias de chuva.
Segundo revelou Teresa Cardoso, em dias de chuva, das sete turmas com Educação Física em simultâneo, existe apenas equipamento coberto (um pavilhão e um ginásio) para que quatro possam praticar desporto, correndo o risco de três turmas ficarem sem aulas.
Na última reunião de executivo, a edil Teresa Cardoso avançou que, após várias reuniões, aquela escola vai poder usar as piscinas municipais (duas vezes por semana, para os alunos do ensino secundário), campo sintético de 7 e os courts de ténis para a generalidade das turmas.
Com uma utilização mais restrita fica o campo sintético de 11 e o pavilhão dos desportos, que só será aberto para situações pontuais, tipo uma festa desportiva que envolva toda a escola.
“Depois de instalados, os professores de educação física insistiram num complemento à prática de educação física nas nossas instalações”, disse, avançando que se “criou a ideia de que iriam usufruir na íntegra de todas as instalações desportivas no complexo desportivo”, explicando também que “inicialmente essa situação esteve na base da discussão aquando da construção da escola com a Parque Escolar mas, até hoje, nada foi protocolado ou assinado e aquando das negociações o ex-edil Litério Marques sempre insistiu para que a escola tivesse autonomia nos seus espaços desportivos”.
Certo é que a Escola Básica e Secundária não pode utilizar todas as infraestruturas a seu belo prazer, logo “tem de haver equilíbrio e bom senso”, avançou a edil, destacando que a “câmara municipal terá custos acrescidos com a manutenção e desgaste dos vários equipamentos, assim como a afetação de mais recursos humanos para aqueles espaços”.
Na ocasião, a vereadora do PSD Lígia Seabra entendeu que o acordado com a escola poderia ir mais longe porque a proposta da câmara fica “aquém das necessidades da escola para a prática de educação física”.

Catarina Cerca

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Executivo de Anadia aumenta de 10 para 25 as bolsas ao ensino superior


São 25 as bolsas de estudo ao ensino superior que a Câmara Municipal de Anadia vai disponibilizar no novo ano letivo que agora começa. Depois de no ano anterior ter disponibilizado 10 bolsas de estudo, este ano o executivo de Teresa Cardoso aumentou para 25 as bolsas a atribuir.
Agora, decorre até ao próximo dia 30 de outubro, o prazo de candidatura às 25 bolsas de estudo.
Na última reunião de executivo esta proposta foi aprovada por unanimidade, ainda que os vereadores do PSD tenham tecido algumas críticas.
Segundo a edil, atendendo às dificuldades económicas que afetam alguns agregados familiares e que podem constituir obstáculos ao prosseguimento de estudos, a atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior destina-se a colaborar ou proporcionar o acesso e a frequência do ensino superior a jovens residentes no concelho cujas possibilidades financeiras sejam insuficientes. Por outro lado, o apoio poderá constituir um incentivo à frequência e concretização do percurso universitário de alguns jovens do concelho.
Para o PSD a medida é desgarrada e desligada de uma estratégia global de juventude. No total, são 25 mil euros (a cada bolsa correspondem mil euros) que os vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, não deixam criticar, já que defendem a realização de um estudo para justificar os objetivos e público-alvo. Por isso, consideram a medida “desgarrada e desligada de uma estratégia global de juventude, pois não existe um Plano Municipal de Juventude”.
Os vereadores sociais-democratas dizem que “não deixa de ser caricato que o Conselho Municipal de Juventude, recentemente instalado, nem sequer tenha sido ouvido sobre esta matéria”, e que atendendo ao período de dificuldades que as famílias atravessam, o número de bolsas proposto “fica muito aquém de vir a colmatar as situações dos agregados familiares que, certamente continuam a necessitar de ajuda”.
A terminar, ambos concluem que “a maioria continua a não apostar no verdadeiro apoio à juventude, privilegiando gastos em festas”, assim como o executivo deveria estar centrado no melhor retorno desta ajuda, ou seja, “terem estes jovens (como outros) oportunidades de trabalho no concelho”.
“Se nada se fizer, estes jovens que iremos apoiar, quando terminarem os seus cursos, vão estar a trabalhar para outros concelhos, os que têm desenvolvimento económico, eventualmente alguns concelhos vizinhos.
No ano passado, candidataram-se a esta ajuda 48 jovens do concelho.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.

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ANADIA: Alunos da ESA pelos caminhos da Curia


Os alunos do Curso Profissional de Turismo e Manutenção Industrial-Mecatrónica, da Escola Secundária de Anadia, numa caminhada de descoberta, deslocaram-se à Curia, no dia 29 de abril, para conhecerem os encantos deste destino turístico. Animados pelo bom tempo, conheceram a Associação da Rota da Bairrada, o Posto de Turismo, as Termas da Curia e desfrutaram da paisagem que envolve este destino turístico. Na bagagem levaram, mais uma vez, a máquina fotográfica e a vontade de partilhar conhecimentos e alegria.
Na semana anterior, a 24 de abril, os mesmos alunos tinham aprofundado os seus conhecimentos ao deslocarem-se à Fábrica da Ciência Viva em Aveiro, onde exploraram jogos educativos e programaram robôs com os desafios que lhe foram propostos.
A alegria e a boa disposição estiveram sempre presentes e a aprendizagem consolidada numa consciência profissional continua a ser relevante.

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ANADIA: Jorge Humberto Pereira lidera Agrupamento Escolar


Jorge Humberto Pereira é o novo diretor do Agrupamento de Escolas de Anadia para o próximo quadriénio. A homologação da sua eleição deverá acontecer durante os próximos dias pela DGAE (Direção-Geral da Administração Escolar), após uma inequívoca vitória alcançada na quarta-feira, dia 6, em Assembleia Geral.
Num ato eleitoral ao qual concorreram mais três candidatos, Jorge Humberto Pereira arrecadou 14 votos, contra os 5 obtidos por Luís Santos e um de António Alves. Apenas Fernando Catarino não obteve qualquer voto. Os 21 elementos que integram este Conselho Geral (7 professores, 4 pais, 2 alunos, 2 funcionários, 3 elementos da autarquia e 3 elementos em representação da ACIB, BVA e CPCJ), por voto secreto, deram a vitória a Jorge Humberto Pereira, contudo, a sua eleição não foi completamente pacífica.

Petição. JB sabe que no dia da eleição, deu entrada uma petição subscrita por três candidatos (Luís Santos, António Alves e Fernando Catarino) a pedir a exclusão do concurso da candidatura do docente Jorge Humberto Pereira por, alegadamente, não cumprir todos os requisitos necessários.
Na base da petição surge o facto de Jorge Humberto estar ainda a concluir a pós-graduação em gestão de administração escolar (será concluída em junho), assim como lhe falta um mês para cumprir o mandato de quatro anos numa direção escolar (tempo mínimo exigido por Lei).
A JB, o docente Aníbal Silva, presidente do Conselho Geral, avançou que a candidatura de Jorge Humberto se destacou pelo currículo, mas também pela expressividade dos votos (14 em 20, pois um dos elementos ausentou-se da sala e não votou).

Cumprimento da Lei. Aníbal Silva avança ainda que o Conselho Geral entendeu, “no cumprimento escrupuloso da lei, que a sua atuação configura o que a legislação preceitua (nos seus diversos articulados)”. Por outro lado, diz que “todos os procedimentos foram efetuados na prossecução deste pressuposto que norteou todos os trabalhos, culminando no envio à DGAE para homologação dos resultados eleitorais”, concluindo que depois do Conselho Geral tomar conhecimento da petição, “deliberou sobre ela e decidiu, em consciência”, pelo que a mesma não foi aceite, procedendo ao ato eleitoral.

Ponderado e experiente. Jorge Humberto Pereira sucede a Elói Correia à frente dos destinos do Agrupamento de Escolas de Anadia. Licenciado em engenharia eletromecânica, é docente há cerca de duas décadas.
É visto pelos colegas como um homem ponderado, bastante equilibrado e trabalhador. Por outro lado, é um rosto bastante conhecido no meio escolar, com largos anos de experiência na Assembleia de Escola, Conselho Geral Transitório, como membro do Conselho Geral, Conselho Pedagógico, coordenador de departamento, coordenador de grupo disciplinar, coordenador de cursos profissionais), possuindo ainda vários anos de experiência empresarial, mas também como membro de associações locais e até como membro e presidente da Associação de Pais.
A JB, Jorge Humberto foi parco em palavras e apenas acrescenta que após a homologação dos resultados apresentará publicamente o seu projeto.
Catarina Cerca

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Colégio Salesiano de Mogofores: “O centro da Educação é a confiança”


O padre Stefano Martoglio, Conselheiro Regional para a Região Mediterrânea da Congregação Salesiana, esteve de visita a Portugal. Depois de uma semana em Mogofores, fez-nos um balanço muito positivo destes dias passados em pleno coração da Bairrada, de onde leva a certeza de que o pequeno Colégio de Mogofores é um bom modelo da proximidade, da relação familiar que um estabelecimento de ensino deve manter com os alunos e as suas famílias.

Já conhecia o Colégio de Mogofores?
Não, não conhecia. É a minha primeira vez aqui.

Que impressão leva do Colégio?
É um colégio pequenino mas com um clima muito familiar. E isso é importante, pois confere-lhe uma grande capacidade de educação individualizada na escola, que dá muitos bons frutos, sobretudo junto de jovens mais difíceis ou com problemas.
O colégio tem um clima muito familiar, que vai ao encontro do sistema educativo salesiano, que se chama sistema preventivo. Noto que todos os leigos que trabalham nesta escola (professores, funcionários) têm essa capacidade de conseguir ter um modo de educação muito personalizado porque a casa é bastante pequena.
O espírito salesiano que esteve na génese e filosofia de D. Bosco existe aqui?
Sim. O espírito de família é claro, nota-se a presença do espírito salesiano e os professores, funcionários e irmãos estão muito perto dos jovens. Existe uma grande proximidade, o que é muito benéfico. Este é um bom modelo.

O concelho de Anadia tem dois colégios a que se juntam mais dois estabelecimentos de ensino públicos. Numa altura em que há cada vez menos crianças, menos alunos e redução de turmas, é possível a subsistência e convivência entre estes dois modelos?
Não sei responder especificamente a esta situação particular do vosso país. Mas as convenções com o Ministério da Educação são importantes. Sem essa ajuda do Estado, não poderiam funcionar muitos colégios.

Os colégios católicos têm futuro?
Sim. Porque desenvolvem um trabalho educativo não só com os jovens, mas com os pais e as famílias que devem ser ajudadas no caminho de formação dos jovens. Muitas escolas não têm possibilidade de levar a cabo esta missão, que é muito importante. Aqui, ajuda-se diretamente os jovens, mas indiretamente as suas famílias e estas têm muita necessidade de ajuda.
Como vê estes casos de violência extrema nas escolas, de agressão e de alunos que assassinam professores e colegas?
Estes casos são chocantes. Mas o trabalho do educador é de olhar antes, de prevenir. Prevenir é construir uma relação diferente que permite evitar estas situações. Todos os educadores, professores e funcionários, no pátio da escola, no recreio, devem ter uma palavra para com os jovens: “como vais?; como vão as coisas em casa?”, porque sabemos que os sentimentos vão-se acumulando no coração, o que pode ser muito perigoso, se forem de rancor e raiva. Depois, há um problema de economia de escala. Os alunos em escolas grandes, com todos os níveis de ensino, correm um grande risco de anonimato. E a educação não é um trabalho, é sim uma arte. É preciso saber ver, estar atento, saber ouvir e ter o contacto pessoal. O centro da Educação é a confiança.

O que diferencia os colégios de Portugal e da Europa das restantes casas que a congregação tem, por exemplo, nos países maioritariamente muçulmanos?
A Congregação Salesiana tem na Europa 650 escolas e centros de formação profissional. É uma holding educativa. Mas existe uma grande diferença em relação aos estados de maioria muçulmana. Aí temos um trabalho difícil. São estados que aceitam melhor a formação profissional. É por aí que se conseguem abrir portas, porque temos grande tradição em formação profissional e esta é importante para a economia desses estados.

Ainda vai estar uns dias em Portugal. Vai assistir aos XXII Jogos Nacionais Salesianos?
Sim, vou seguir para Manique e Estoril. Vou assistir aos 22.º Jogos Nacionais, uma tradição salesiana que existe só em Portugal. Um evento (30 de abril a 3 de maio) que envolve os colégios. Aqui é possível às escolas fazerem coisas juntas, que lhes dá uma identidade nacional que noutras nações não é possível. Isso é muito positivo e salutar.

Acompanhar todos os que trabalham no terreno

A Congregação Salesiana tem 15 mil irmãos salesianos. O padre Stefano Martoglio tem 49 anos e é o conselheiro regional que promove uma ligação mais direta entre as províncias e o Reitor-Mor (Superior Geral) e seu Conselho.
Cuida dos interesses das províncias que lhe são confiadas. A ele cabe transmitir ao Conselho Geral as condições que vai acompanhando no terreno. É o responsável para a região mediterrânea que abrange 3300 irmãos salesianos e cerca de 400 obras espalhadas por Portugal, Espanha, Itália e por países do Médio Oriente onde a congregação tem casas (Turquia, Irão, Líbano, Israel, Palestina, Egipto e Síria) e ainda onde existem comunidades ligadas à província da região mediterrânea, como são os casos da Tunísia, Albânia, Kosovo, Roménia, Moldávia, e no norte da Europa, Lituânia.
O P. Stefano Martoglio é responsável ainda pelos cerca de 15 mil leigos que trabalham nas obras salesianas nos países acima referidos, seja em escolas, centros de formação profissional, obras de acolhimento, obras para jovens pobres ou nas paróquias.
Por isso, parte do ano é passado em viagem. Em Itália permanece apenas quatro meses (dezembro e janeiro e em junho e julho). Nos restantes meses circula pelas províncias, visita e acompanha a vida nas comunidades, junto dos irmãos salesianos, dos leigos e colaboradores. Uma vida passada junto da família salesiana, acompanhando o clima salesiano e encorajando os que estão no terreno.

Catarina Cerca

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Trabalho multimédia vale primeiro prémio à turma de Artes da Secundária de Anadia


 

A Turma do 12.º C (Artes), da Escola Secundária de Anadia, foi a grande vencedora do concurso escolar José Luciano de Castro, promovido pela Câmara Municipal de Anadia.
A turma concorreu na secção de Artes Visuais com um inédito e arrojado trabalho multimédia, “José Luciano de Castro – QR Codes espalhados por Anadia”, arrecadando, sem dificuldade, o primeiro lugar.
A entrega de prémios teve lugar no passado dia 18, no salão nobre dos Paços do Concelho.
Nesta que foi a primeira edição do concurso, foram ainda distinguidas no 3.º CEB, na Secção de Escultura e Pintura, três alunas do Colégio Nossa Senhora da Assunção – Famalicão. Foram elas: Maria Matilde Dias Dinis, 8.º A, com o pseudónimo “Minnie”, Catarina Fernandes Lourenço, do 9.º B, com o pseudónimo “Safira” e Maria José Trindade Figueiredo Torres, 8.º C, com o pseudónimo “Laura.”
No total, apresentaram-se a concurso 21 trabalhos de alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário dos estabelecimentos de ensino do concelho de Anadia. Mas não tendo sido submetidos a concurso quaisquer trabalhos nas secções de artes performativas e produções literárias, a disputa acabou por se centrar na área da escultura e pintura e no domínio das artes visuais.
Os trabalhos poderiam ter um caráter individual ou coletivo, e seriam atribuídos três prémios de 100 euros aos três melhores trabalhos apresentados em cada secção e por categoria.

Viajem no tempo. Na ocasião, o diretor de turma, professor Artur Costa, da Escola Secundária de Anadia referiu-se ao trabalho elaborado pela turma de Artes, que concorreu na categoria de Artes Visuais (produção multimédia). Trata-se de um projeto online, ou seja, todo o material gerado encontra-se disponível na internet, apenas sendo possível visualizá-lo com recurso a algum dispositivo eletrónico com acesso à internet, como um computador, um smartphone ou tablet.
“Os únicos vestígios visíveis do projeto são os pequenos códigos QR espalhados por alguns espaços públicos de Anadia e no espaço do Museu José Luciano de Castro”, explicaria.
Segundo o docente Artur Costa, “o objetivo foi aproveitar a potencialidade da utilização dos códigos QR em prol do Museu José Luciano de Castro, da Santa Casa de Misericórdia de Anadia”.
Para além da produção de audio-guias para que os visitantes do Museu pudessem, ouvindo, ser guiados por uma visita ao Museu (Português/Inglês), foi criado um site de suporte ao projeto, onde foram alojados os audio-guias e disponibilizados textos e informações recolhidas. O trabalho realizado por estes alunos permite ainda que fotografias antigas de Anadia, expostas no Museu José Luciano de Castro, possam ser vistas, utilizando o telemóvel, como são hoje em dias aquelas paisagens, edifícios, praças, etc.
“Uma coisa puxa à outra e , de repente, já estávamos a fazer também o contrário, a colocar códigos QR em certos locais de Anadia, onde o turista, o curioso, pode com o telemóvel viajar no tempo e ver como era aquele espaço antigamente, remetendo-o para a fotografia que se encontra exposta no Museu”.

Fusão de várias disciplinas. Também o docente Jorge Humberto, da direção do Agrupamento de Escolas de Anadia, partilharia o orgulho e satisfação no prémio, destacando a oferta formativa da ESA, na vertente das Artes, salientando que o trabalho vencedor “faz a fusão de várias áreas disciplinares: História, Arte, Multimédia, Turismo, Inglês, Português”. Um projeto que considerou de “excelência” e que ajuda a construir a imagem de marca da própria escola.

Iniciativas bastante profícuas. Na ocasião, a irmã Idalina Faneca, diretora pedagógica do Colégio Nossa Senhora da Assunção, salientaria a importância dos vários concursos promovidos pela Câmara Municipal e dirigidos aos vários estabelecimentos de ensino, felicitando alunos, professores e escolas pelos resultados obtidos.
Na sua opinião, “é através destas áreas que os alunos se desenvolvem imenso e as escolas progridem”, já que são desafios que estimulam alunos a criar.
Também Dário Tavares, diretor pedagógico dos Salesianos de Mogofores, se mostrou bastante satisfeito com os trabalhos e resultado do concurso, porque não só contribui para um maior conhecimento sobre José Luciano de Castro, mas porque também são “iniciativas destas que dão a conhecer as figuras ilustres do concelho”, acreditando que José Luciano de Castro ficaria muito satisfeito e orgulhoso com os trabalhos realizados.

Trabalhos brilhantes. A edil Teresa Cardoso recordou aos alunos, professores e pais presentes na cerimónia que terminava naquele dia o ciclo evocativo que o município de Anadia desenvolveu a propósito do centenário da morte do conselheiro, com o intuito de dar a conhecer a figura de José Luciano de Castro, bem como de estimular a curiosidade em torno da ação do estadista e da época histórica em que viveu (1834-1914).
A edil anadiense referiu-se ainda aos trabalhos apresentados como “brilhantes” e de grande qualidade: “uma agradável surpresa e tarefa árdua para o juri”.
Sublinhando que o concurso, na sua primeira edição, até tinha prémios modestos “face ao talento e qualidade dos trabalhos apresentados”, mostrou-se satisfeita com o enorme talento, empenho e dedicação dos alunos, mas também a dedicação dos professores, que dinamizaram e incentivaram os alunos.
A terminar, deixaria um desafio aos alunos de Artes da ESA. O excelente trabalho realizado poderá valer-lhes um outro desafio, agora feito diretamente pela presidente de Câmara: “talvez vos desafie para um outro trabalho sobre o tema Anadia na Rota do Espumante”, com vista a que seja estabelecida uma rota para este que é um dos produtos mais emblemáticos do concelho.
Os trabalhos em exposição podem ser apreciados na Câmara Municipal até ao próximo dia 27 de março, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 13h e das 14h às 17h30.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Anadia: Deputados do PSD visitam obras da Escola Básica e Secundária


 A Escola Básica e Secundária da Anadia deverá estar concluída antes do início do próximo ano letivo. Isso mesmo puderam constatar deputados do PSD/Aveiro, que esta segunda-feira visitaram as obras em curso no estabelecimento de ensino dos os 2º e 3ª ciclos e do secundário.

A obra, da responsabilidade da Parque Escolar, é uma das cinco do género em curso no distrito de Aveiro, sendo esta uma construção de raiz. A intervenção deste governo resultou que em todas elas houve uma redução de custos ente 5 a 10 por cento, o que resultou, no caso da Anadia, numa poupança de cerca de um milhão de euros.

O estabelecimento de ensino de Anadia terá uma capacidade prevista pata 76 turmas, totalizando 1.725 alunos, estando implantada num terreno com mais de 46.600 metros quadrados. A empreitada custará 15,4 milhões de euros, contra os 16,2 inicialmente previstos.

Os deputados do PSD eleitos por Aveiro – acompanhados por dirigentes da secção de Anadia do partido – ouviram dos responsáveis pela obra que os objetivos seriam cumpridos, sendo que a escola deverá estar pronta antes do início do novo ano letivo. Amadeu Albergaria, que integra a Comissão de Educação da Assembleia da República, questionou se a poupança registada resultaria numa menor qualidade dos materiais, o que foi negado.

Já em janeiro de 2014 os parlamentares social democratas haviam visitado a escola atualmente em funcionamento, para aferir das precárias condições. Da visita saiu a promessa de insistência junto do Governo “para a enorme necessidade da finalização da nova escola, admitindo que as condições das instalações não são as melhores”.

Em março desse ano, respondendo a interpelação do deputado Paulo Cavaleiro na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, o secretário de Estado Ensino e Administração Escolar, João Casanova, garantiu que a construção da Escola Secundária de Anadia seria retomada no verão, o que veio a confirmar-se. As obras estão, agora, numa fase adiantada, prevendo-se a abertura no próximo ano letivo.

 

 

 

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Anadia: Ausência do Presidente da República no “Centro Escolar das Avelãs” causa mal-estar


As populações das freguesias de Avelãs de Cima e de Avelãs de Caminho não viram com bons olhos o facto do presidente da República se ter deslocado a Sangalhos, para inaugurar o novo Centro Escolar daquela freguesia e não ter visitado/inaugurado o Centro Escolar que serve aquelas duas freguesias e que dista não mais do que uma dúzia de quilómetros de Sangalhos.
Na última assembleia municipal, realizada na tarde do dia 27 de fevereiro, os autarcas César Andrade, de Avelãs de Caminho e Manuel Veiga, de Avelãs de Cima e o deputado José Carvalho, todos eleitos pelo PSD, foram as vozes que se insurgiram contra o que dizem ter sido uma escolha política da Câmara Municipal.
Foi no dia 18 de fevereiro que Aníbal Cavaco Silva, numa breve visita ao concelho, visitou o CAR – Centro de Alto Rendimento – Velódromo Nacional e inaugurou o novo Centro Escolar da freguesia de Sangalhos, localizado paredes meias com o CAR.
Agora, autarcas e deputado do PSD exigiram explicações da presidente de Câmara, para o facto do “Centro Escolar das Avelãs” ter sido deixado de fora, quando este equipamento – que já se encontra em pleno funcionamento – está também por inaugurar. Por isso, fazem uma leitura política da mesma.
Aliás, o autarca de Avelãs de Caminho acusou o executivo de Teresa Cardoso de alimentar divisões entre eleitos: “a presidente disse que éramos todos iguais, mas para a Câmara uns são filhos, outros são enteados”, disse. A seu ver, “igualdade não houve” e deu como exemplos o lançamento da 1.ª pedra do Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho que não teve pompa nem circunstância e sobre o qual nunca terá sido convidado para ver o projeto.
Também o deputado José Carvalho, do PSD, não deixou de fazer uma leitura política da situação: “a freguesia do Sangalhos é do MIAP, as de Avelãs de Cima e de Caminho são do PSD, logo está encontrada a razão para a inauguração do Centro Escolar de Sangalhos e não o de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho”, acusando ainda Teresa Cardoso de estar a “passar a responsabilidade da inauguração para o presidente da República”. Mais contido, o autarca Manuel Veiga, de Avelãs de Cima, referiu que o seu executivo “aceitou a decisão política da Câmara Municipal de não inaugurar o Centro Escolar até à presente data”, contudo, deixou a nota de que “o assunto irá agora à sua Assembleia de Freguesia, para que esta se manifeste sobre a matéria”.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso explicou que o convite endereçado à presidência da República era inicialmente um programa mais vasto, mas que a Câmara Municipal teve de se adaptar ao programa e decisão tomada pela presidência da República. Teresa Cardoso confirmou ainda que na proposta estava incluído o “Centro Escolar das Avelãs” mas que a presidência terá imposto um programa “que tivemos de aceitar”, mediante “o tempo disponível que o senhor presidente tinha para estar no nosso município”, embora “tudo tenha feito para que o presidente estivesse 6 a 8 horas no concelho”. Por outro lado, deixou bem claro não fazer qualquer distinção entre Centros Escolares: “para mim os Centros Escolares são do concelho de Anadia e são de todos. Não faço distinções dessas”, avançou, sublinhando que “o Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho será inaugurado “assim que for oportuno”. Uma inauguração que deverá acontecer até ao final do presente ano letivo e que contará com a sua presença, dos presidentes das Juntas de Freguesia e membros da Assembleia Municipal.
Catarina Cerca

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Anadia: Presidente da República inaugura Centro Escolar de Sangalhos


O Presidente da República preside, no próximo dia 18, à  inauguração do Centro Escolar de Sangalhos. Aníbal Cavaco Silva irá ainda visitar o Centro de Alto Rendimento (CAR) – Velódromo Nacional de Sangalhos. O novo Centro Escolar, orçado em mais de dois milhões de euros, entra em funcionamento no dia 19 (após interrupção para as mini férias do Carnaval) e vai receber cerca de 150 alunos (Jardim de Infância e 1.º CEB), provenientes das escolas da Fogueira, Cruzeiro e Pista.
Cavaco Silva vai  ainda visitar, pela primeira vez, o Velódromo Nacional (onde será descerrada uma placa alusiva à sua visita). Um equipamento a visitar pelas boas referências e boas prestações alcançadas nesta infraestrutura por atletas nacionais em várias modalidades (Ciclismo, Esgrima, Judo, Ginástica, Trampolins e Desportos Acrobáticos).
Ao JB, a presidente da autarquia anadiense, Teresa Cardoso, avançou que as federações residentes no CAR foram igualmente convidadas e vão estar presentes com um conjunto de atletas que irão fazer demonstrações das várias modalidades.
Teresa Cardoso diz ser “uma honra receber a mais alta figura do Estado em Anadia para a inauguração de um Centro Escolar de excelência”, não deixando de destacar o facto do Presidente da República se ter disponibilizado para visitar o CAR “infraestrutura de referência que permite a muitos atletas alcançar excelentes resultados e representar o país ao mais alto nível”.
A última vez que Cavaco Silva esteve em Anadia foi aquando da inauguração do cineteatro de Anadia.

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Anadia: Que destino dar às escolas desativadas


Que destino dar às escolas do 1.º ciclo do ensino básico desativadas pela abertura nos novos Centros Escolares? Esta foi uma das questões que o vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, colocou na última reunião de câmara, realizada no passado dia 28 de janeiro.
De facto, com a abertura de novos e modernos Centros Escolares, são várias as escolas do 1.º ciclo do ensino básico que estão a ser desativadas. Assim aconteceu com a abertura do Centro Escolar de Arcos, depois com a abertura do Centro Escolar de Paredes do Bairro e mais recentemente com a abertura do Centro Escolar de Avelãs de Cima/Avelãs de Caminho.
O vereador, sublinhando que no passado este tipo de equipamentos tem sido cedido a associações e coletividades, questionou agora a edil Teresa Cardoso sobre o destino que a presidente se propõe dar àqueles espaços: se irá manter essa cedência, ou alugar, ou se tem outras soluções.
Recorde-se que em breve estarão também nesta situação as escolas do 1.º CEB da freguesia de Sangalhos (Fogueira, Pista, Cruzeiro), já que a abertura do novo Centro Escolar de Sangalhos está prevista para o dia 19 de fevereiro, logo a seguir à interrupção para as mini-férias do Carnaval.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que o assunto está em análise nomeadamente com os presidentes de Junta de Freguesia e que, quando for oportuno, o tema virá a uma reunião de executivo.

CC

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Portugueses praticam cada vez mais exercício ao ar livre. É o seu caso?

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