Basquetebol

Taça de Portugal

Equipas amadoras da 1.ª Divisão não resistiram aos clubes profissionais

Os quatro clubes da 1.ª Divisão, vencedores da primeira fase da Taça de Portugal, foram eliminados da competição pelas equipas profissionais que entraram em acção na prova. Na fase de acesso aos oitavos-de-final, que foi concluída com a disputa do CAB Madeira-Leiria Basket, os primodivionários Sangalhos, Sampaense, BC Guimarães e GD Fabril não resistiram ao poder natural dos concorrentes à Liga TMN, apesar de terem actuado na condição de visitados, como estipula o regulamento.
Os resultados foram os seguintes: Sangalhos-Benfica, 80-91; Sampaense-Queluz, 62-74; GD Fabril-FC Porto, 94-129 e BC Guimarães-Ovarense, 73-90.
Participarão nos oitavos-de-final, agendados para 23 de Abril, os vencedores dos jogos ontem disputados e o do que ainda hoje será realizado no Funchal, bem como os nove clubes da competição profissional que “escaparam» ao sorteio da fase de acesso, a saber: Illiabum, Oliveirense, Seixal, Belenenses, Aveiro Basket, Barreirense, Ginásio Figueirense, FC Gaia e Lusitânia dos Açores. O sorteio está marcado para 26 de Março.
À “Final 8 PT Comunicações», marcada para o período entre 16 e 19 de Maio, no Pavilhão Atlântico, acederão os sete clubes vencedores dos oitavos-de-final, os quais se juntarão à Portugal Telecom, automaticamente apurada para a fase final na condição de clube da cidade de Lisboa mais bem classificado no termo da fase regular da Liga TMN.

(14 Mar / 15:04)

Basquetebol

Caves Aliança/Sangalhos, 86 – Universidade dos Açores, 80

Sonho tornou-se realidade

Manuel Quintas

Pavilhão do Sangalhos.
Árbitros: Luís Lopes e Carlos Santos.

CAVES ALIANÇA/SANGALHOS: Diogo Simões (1), João Silva (14), Arthur Faulkner (10), João Seiça (20) e Gerald Burris (15) – cinco inicial – Jorge Seabra (2), Luís Cardoso (5), Nelson Sousa (19) e Dinis Amorim.
Treinador: Emanuel Seco.

UNIVERSIDADE DOS AÇORES: Joshua Herril (34), Paulo Duarte (10), António Gaspar, Paulo Cunha (6) e Neil King (6) – cinco inicial – Johnny Brach (8), Seco Camará (10), Sérgio Valente (6) e Carlos Dias.
Treinador: Mário Barros.

Ao intervalo: 36-46

O pavilhão de Sangalhos voltou às grandes tardes para assistir ao tira teimas de quem seria apurado para a final do Nacional da I Divisão.
O Sangalhos, neste jogo de desempate, puxou dos seus galões e derrotou a equipa com o maior orçamento deste campeonato e, sábado e domingo, vai começar a grande maratona com o Basket de Guimarães para apurar o Campeão Nacional.
Com o pavilhão a abarrotar pelas costuras, os espectadores presenciaram um jogo rico, ao nível de condimentos. O prato principal foram a raça e o querer dos jogadores de ambas as equipas que deram tudo o que tinham. E foi muito.
No primeiro período, os açoreanos entraram a matar e, com um cinco muito forte, ao nível da I Liga, com particular destaque para Joshua, que foi a maior dor de cabeça para os locais, os forasteiros tiveram o controlo do jogo.
No segundo período, a Universidade dos Açores começaram por mostrar bem cedo que queriam vencer a “negra», chegando a ter uma vantagem de 17 pontos, só que Emanuel Seco tirou da cartola dois coelhos, Nelson Sousa, muito bem nos lançamentos, e Luís Cardoso, que deram a volta ao resultado e animaram as centenas de adeptos, chegando os bairradinos próximo do empate, mas os açoreanos voltaram a dar corda aos sapatos e viraram de novo o resultado para níveis perigosos, terminando a primeira parte a vencer por 36-46.
No terceiro período, o banco do Sangalhos refrescou o seu cinco com Jó que, com a sua velocidade. permitiu que a sua equipa desse a volta ao marcador, (64-63).
No último período, os jogadores da casa, impulsionados com o apoio que vinha da bancada, muito bem a defender e atacar pela certa, marcando pontos e carregando os açoreanos com faltas, nos primeiros cinco minutos, o Sangalhos teve uma entrada fulgurante, tendo num ápice marcado 12 pontos, o que colocaram o adversário em sentido.
Para além de tudo isto, os bairradinos foram ganhando os ressaltos defensivos e usaram do contra-ataque como arma letal e dinamizadora de uma atitude que enervou os açoreanos.
O Sangalhos passou para a frente no marcador nos cinco minutos finais. Nessa altura, o apoio à equipa intensificou-se ainda mais e os adeptos ficaram ao rubro a ver os minutos passar e com a sua equipa próxima da vitória.
No entanto, a Universidade dos Açores nunca atirou a toalha ao chão e discutiu até final a eliminatória, perante um adversário, que foi arguto q.b. num jogo que foi disputado a um ritmo frenético.
A primeira etapa do Sangalhos foi alcançada. Agora segue-se, com o Basket de Guimarães, a grande final. O segundo objectivo é o título ficar em Sangalhos.
Arbitragem de grande categoria.

(21 Mai / 12:08)

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