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Águeda regressa à Segunda

Manuel Zappa

1. Com alguns avanços e recuos, mas sempre a depender de si próprio, o Águeda confirmou aquilo que há muito se adivinhava, o regresso à II Divisão B. Tudo aconteceu após a sua vitória em Mira, diante do Ala Arriba e da inesperada derrota do seu mais directo perseguidor, o Mangualde. A subida de divisão deixou de ser uma miragem.
Um ano depois, aí está de novo o Águeda a fazer companhia ao Oliveira do Bairro, num regresso que se saúda inteiramente, pois não acreditamos que nenhum bairradino não tenha sentido a mesma alegria dos Galos do Botaréu. Parabéns a todo o grupo de trabalho, direcção e massa associativa por mais esta alegria que nos deram em prol do desporto bairradino, que deste modo fica mais forte.
O Águeda irá fazer a festa contra um dos adversários que lutou consigo pela subida, o Milheiroense. Como o resultado será secundário, o espectáculo estará garantido, diga-se em ambiente de festa.

2. Depois de ter goleado, no feriado de 25 de Abril, o Feirense, naquela que foi uma das melhores exibições da época, o Oliveira do Bairro sucumbiu no terreno de um dos candidatos à subida, o Torreense.
A equipa exibiu-se em bom plano, mas as expulsões de Hernâni e Tó Miguel condicionaram em muito a equipa, apesar da forte réplica dada a meio da segunda parte. Porém, o Torreense foi um justo vencedor, em especial por aquilo que fez nos últimos 15 minutos do primeiro tempo.
Ainda com o quinto lugar no horizonte, domingo, num fim de semana de aniversário, os Falcões recebem o Odivelas, que, nas últimas jornadas, perdeu quase todo o fulgor patenteado ao longo da primeira volta. Mesmo assim, os lisboetas serão, em todo o caso, um obstáculo difícil, pois que pretenderão acima de tudo preservar o quarto lugar.

3. O Anadia voltou a dar-se mal com os ares da serra ao perder com o Penalva do Castelo, que deste modo trocou (sexto lugar) de posição com o seu adversário.
Na despedida à sua massa associativa, os Trevos recebem o Fornos de Algodres, que ainda não está a salvo da descida.
Um jogo em que o Anadia pretende ganhar para se despedir em beleza dos seus adeptos, mas que poderá ser dramático para os forasteiros.

(30 Abr / 10:45)

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OBSC, um passo em falso

Manuel Zappa

Atendendo aos resultados relativamente clubes que estão logo acima, o Oliveira do Bairro perdeu uma soberana oportunidade de se aproximar do quinto lugar ao baquear, sem apelo nem agravo em Alcains, equipa que, imaginem, somou a sua quarta vitória no campeonato e que já desceu de divisão.
Foi, talvez, a pior exibição da época, dado que a equipa nunca encontrou a chama ideal para dar a volta ao texto.
No feriado de 25 de Abril recebeu o Feirense, para no próximo domingo se deslocar a Torres Vedras, onde irá encontrar um Torreense na luta pela subida de divisão.
Se o primeiro jogo poderá servir para mostrar aos seus adeptos que o desaire de Alcains foi uma obra do acaso, o jogo seguinte é de elevado grau de dificuldade.
Entretanto, com uma vitória tranquila e robusta, o Águeda deu mais um passo, rumo ao regresso à Segunda, podendo ficar a escassos pontos de tal desiderato na ronda seguinte, dado que joga em Mira com o condenado Ala Arriba.
Foi também com naturalidade que o Anadia venceu o Valecambrense, subindo deste modo a um honroso sexto lugar.
Agora, segue-se o Penalva do Castelo, que tem os mesmos pontos e que irá tentar trocar de posição com o seu adversário, caso garanta os três pontos. Um jogo que se prevê equilibrado e cuja inspiração de cada equipa poderá levá-la ao êxito.

(25 Abr / 18:52)

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Falcões, a cinco pontos do quarto

Manuel Zappa

A sete jornadas para se concluir mais uma edição do Nacional da II Divisão B, o Oliveira do Bairro continua com tudo em aberto para lutar de novo pelos lugares cimeiros da classificação.
É óbvio que terá de contar consigo e com as escorregadelas de quem está à sua frente, mas, pela forma como a equipa tem evoluído nas últimas jornadas e um calendário mais ou menos acessível, esse objectivo ainda é possível de alcançar.
Frente ao condenado Arrifanense, a equipa exibiu-se uns furos abaixo das últimas prestações, contudo, a vitória nunca esteve em causa, aliás bem expressa nos números finais.
Agora, segue-se outro condenado, o Alcains, sendo crível que mais uma vitória não fugirá das cogitações dos Falcões, caso não se deslumbrem com possíveis facilidades.
Depois de uma semana que lhe correu de feição, o Águeda voltou mais ou menos à estaca zero, embora continue apenas e só a depender de si próprio para atingir os seus objectivos.
Onde menos se esperava, os Galos baquearam na Gafanha e viram de novo Mangualde, que ganhou no campo do líder e o Milheiroense, que derrotou o Anadia, a encurtarem a distância para três e quatro pontos, respectivamente.
Como lhe faltam nove pontos para a subida, domingo, em casa, frente ao aflito S. Roque, é mais do que obrigatório ganhar, o que acreditamos possa vir acontecer.
O Anadia também joga em casa, diante do Valecambrense, e como a equipa está bem e se recomenda, os três pontos deverão ficar por casa.

(17 Abr / 16:52)

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Águeda mais perto da subida

Manuel Zappa

Apesar de ter defrontado o líder, que já subiu, em sua casa, o Águeda alcançou um precioso empate e, ao beneficiar das inesperadas derrotas do Mangualde e do Milheiroense, equipas que lhe apertavam o cerco nos seus objectivos, os Galos do Botaréu viram o seu horizonte um pouco mais desanuviado e com um pé no regresso à II Divisão.
Quem garantiu definitivamente a manutenção foi o Anadia, que ao vencer o condenado Ala Arriba deixou de lado os fantasmas de uma hipotética descrença quanto a uma eventual queda para os lugares incómodos.
Uma jornada que foi também bastante positiva para o Oliveira do Bairro que foi até à Benedita afundar ainda mais as contas da permanência do clube de Alcobaça.
Foi uma vitória sem mácula dos Falcões, cuja exibição não foi traduzida em mais golos, tal a sua superioridade em largos períodos do encontro.
E sem qualquer tipo de demagogias, caso a equipa continue a evidenciar os níveis exibicionais das últimas jornadas que, frente ao aflito Arrifanense, em casa, a vitória e a exibição continuem de mãos dadas.
No escalão mais abaixo, o Águeda desloca-se ao reduto do vizinho Gafanha que ainda não está a salvo de uma eventual descida aos distritais.
Será um jogo deveras importante para os gafanhotos, mas não menos importante para o Águeda consolidar a segunda posição.
Quanto ao Anadia joga no campo do Milheiroense que, apesar do percalço da jornada anterior ainda não atirou a toalha ao chão. Como tal, a palavra de ordem para os locais é a vitória, mas, como em tudo na vida, os Trevos terão uma palavra a dizer e, com a moral em alta, quem sabe se a equipa de Carlos Simões não será capaz de estragar os planos da formação de Milheirós de Poiares.

(9 Abr / 10:19)

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Folar saboroso

Manuel Zappa

Em tarde de Aleluia, as três equipas da Bairrada tiveram um folar saboroso, dando um passo importante na feitura dos seus objectivos. Mas, diga-se por ser verdade, que o bolo de Páscoa não foi oferta de qualquer “padrinho”, mas, sim, pela capacidade demonstrada pelo triunvirato que milita nos nacionais.
Diante do líder, o Oliveira do Bairro realizou uma exibição sem mácula, vulgarizando ao máximo um Pombal, que, em momento algum, mostrou os “galões” de candidato à subida. Um triunfo incontestável naquela que foi talvez a melhor exibição dos Falcões no Municipal de Oliveira do Bairro.
E por aquilo que mostrou na Covilhã e no passado sábado, domingo, na Benedita, a sequência das boas exibições e dos bons resultados seja um dado adquirido.
Depois de algumas jornadas a marcar passo, o Águeda alcançou uma excelente vitória em Avanca e, beneficiando dos desaires dos seus mais directos perseguidores, Mangualde e Milheiroense, ganhou de novo terreno nas contas da subida, tendo agora uma confortável vantagem de cinco pontos, na semana que recebe o quase campeão da série, o Esmoriz. Dependendo apenas de si próprio, os Galos irão, concerteza, jogar para o espectáculo e para a vitória, de molde a esquecer a eliminação na Taça de Portugal e a derrota injusta da primeira volta.
E, como não há duas sem três, o Anadia também triunfou fora, desalojando ainda mais o S. Roque, também do mesmo distrito, para os caminhos indesejáveis da distrital. Com esta vitória, a tranquilidade é a palavra de ordem que se ouve para os lados de Anadia, ou, por outras palavras, a permanência está praticamente assegurada, que poderá ser ainda mais consolidada na recepção ao último, o Ala Arriba, já no próximo fim se semana. Bonito e positivo, sem margem para dúvidas.

(1 Abr / 11:05)

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Águeda volta a ceder

Manuel Zappa

Numa altura em que os campeonatos entram na sua fase crucial, o Águeda, com legítimas aspirações de regressar à II Divisão, voltou a desperdiçar pontos onde menos se esperava, dando azo aos seus mais directos adversários acreditarem que também são candidatos a alguma coisa, casos concretos do Mangualde e do Milheiroense, que estão a dois e a três pontos, respectivamente, do segundo lugar.
Em casa, contra o Sátão, os Galos não foram além de um nulo, resultado bastante penalizador para as aspirações da equipa de Fernando Reis.
Agora, segue-se o Avanca, em mais um derby aveirense, sempre de difícil prognóstico, mais ainda quando o seu adversário anda na corda bamba para fugir aos lugares da descida.
A vitória do Anadia sobre o Gafanha constituiu mais um bálsamo importante para a consolidação da manutenção, seguindo-se, a exemplo do Águeda, mais um clube do mesmo distrito, o S. Roque, também em maus lençóis na tabela classificativa.
O Oliveira do Bairro não conseguiu afiar as garras dos Leões da Serra, mas, independentemente da derrota, os Falcões protagonizaram uma das melhores exibições da época na condição de visitantes.
O magro golo, alcançado pelo Covilhã, em nada expressa aquilo que se passou ao longo do encontro, mas, como diz o velho ditado, a sorte protege os audazes.
Sábado de Páscoa, o Municipal de Oliveira do Bairro irá ser palco de um jogo grande com a visita do líder Pombal. Se o Oliveira do Bairro jogar como o fez na Covilhã, os pombalenses, passe a expressão, irão passar as passas do Algarve. Por aquilo que fez na Serra da Estrela, a equipa recomenda-se, está bem de saúde e capaz de se bater com qualquer adversário. É apenas necessário que a sorte os acompanhe.

(27 Mar / 8:44)

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Despedida sem brilho

Manuel Zappa

Recreio de Águeda e Anadia, cada qual com o seu resultado acabaram por cumprir os seus objectivos. O primeiro subiu de divisão, enquanto o segundo realizou uma época tranquila, tendo desde muito cedo garantido a manutenção.
O que não se estava à espera era de um final de campeonato sem chama e sem glória, principalmente por banda do Águeda que, depois de garantir a subida, perdeu os dois últimos jogos.
É certo que nada mais havia para ganhar e, se a derrota há oito dias constitui alguma surpresa, a derrota em Vale de Cambra acaba por ser natural, dado que Fernando Reis aproveitou o jogo com o Valecambrense para colocar em campo os jogadores menos utilizados, permitindo assim que o Mangualde acabasse o campeonato com os mesmos pontos dos Galos do Botaréu.
Num jogo apenas para cumprir calendário, o Anadia baqueou em Estarreja, perdendo a hipótese de se classificar nos dez primeiros.
Agora, ambos os grupos de trabalho entraram de férias, mas o futuro começa a ser trabalhado. No Águeda, Fernando Reis renovou por mais uma época e prepara com afinco o trauma do sobe e desce, enquanto o Anadia traça novas directrizes, já no próximo sábado, com a eleição dos novos corpos sociais.
Depois de uma semana de interregno que foi aproveitada para um jogo treino com o Vitória de Guimarães (derrota por 3-1), o Oliveira do Bairro desloca-se a Fátima no regresso do campeonato.
Perante um adversário que está a uns furos abaixo do seu valor, os Falcões têm todas as hipóteses de conquistar pontos no estádio João Paulo II. E não será nenhum milagre se isso vier acontecer.

(15 Mai / 12:34)

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Sexto lugar ainda é possível

Manuel Zappa

A duas jornadas do final do campeonato, o Oliveira do Bairro ainda tem francas possibilidades de lutar pelo sexto lugar, dado que a diferença pontual é de apenas dois pontos.
Em Fátima, os Falcões do Cértima perderam esses mesmos dois pontos. A sua exibição teve momentos de grande brilhantismo e só foi pena que os seus jogadores não tivessem concretizado as oportunidades que tiveram. Umas, por alguma inépcia dos seus avançados, outras, pela grande exibição rubricada por Rui Vale.
O comportamento da equipa deixa antever nesta recta final do campeonato que os próximos adversários (ambos lutam pela permanência no escalão secundário ), lhes possam proporcionar a colheira dos tais pontos para chegar um pouco mais acima do que o actual oitavo lugar.
Para que isso seja uma realidade é necessário vencer o Sourense, a primeira equipa acima da linha-de-água, que conta com dois jogadores – Rui Costa e Edgar Bandeira – que já jogaram no Oliveira do Bairro. Como tal, a importância da partida está do lado dos homens de Soure, porém, os Falcões pretenderão despedir-se dos seus adeptos com uma vitória.

(21 Mai / 10:40)

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OBSC sobe um lugar

Manuel Zappa

O Oliveira do Bairro perdeu uma soberana oportunidade para chegar ao sexto lugar ao esbanjar dois pontos em casa, quando tal situação não estava nas cogitações de ninguém.
A equipa bairradina não soube aproveitar o desaire surpreendente da Sanjoanense em Arrifana, tendo apenas ganho um ponto aos homens de S. João da Madeira, mas, ao mesmo tempo, subiu uma posição, agora é sétimo, por troca com o Feirense, que cedeu na deslocação a Pombal.
Dentro de todos estes cenários, o Oliveira do Bairro deixou uma pálida imagem na despedida à sua massa associativa perante um Sourense que fez pela vida. Foi, sem dúvida, uma exibição bastante descolorida e sem chama, a protagonizada pela equipa de Gabriel Mendes.
O campeonato chega ao fim no próximo domingo com os Falcões do Cértima a jogarem em Coimbra, frente ao União local, num jogo de capital importância para a equipa da casa. É que só a vitória interessa ao União de Coimbra com vista à fuga à despromoção, que até nem poderá ser suficiente, desde que o Sourense vença o Oliveira do Hospital. Um jogo de todas as decisões para a formação de Arregaça, que pode ser aproveitado por banda do Oliveira do Bairro, equipa que se irá apresentar sem a pressão dos pontos.

(28 Mai / 10:03)

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Oiã e Sangalhos, dois feitos históricos

Manuel Zappa

O passado fim de semana ficará gravado a letras de ouro por dois feitos alcançados por dois clubes da grande Bairrada.
Associação Desportiva de Oiã e Sangalhos Desporto Clube, cada um com a sua actividade desportiva, o primeiro virado para o futebol, o segundo, direccionado para o basquete, encheram de orgulho os seus apaniguados, mas também toda a comunidade bairradina que está atenta ao fenómeno desportivo.
Tudo, porque ambos conquistaram títulos de grande significado e prestígio para as suas colectividades e para os concelhos onde estão inseridos.
O Oiã, ao chegar à final da Taça do Distrito, já tinha assegurado na próxima época a presença na primeira eliminatória da Taça de Portugal, perdesse ou ganhasse a final frente ao todo poderoso Fiães, há muito campeão da 1ª Divisão da AFA.
O jogo, em Oliveira de Azeméis, era uma espécie de David contra Golias, tal a diferença de valores, mas, como diz o velho ditado, são onze para cada lado e a bola é redonda.
E, não querendo ser apenas um privilegiado mero espectador da final, os oianenses não se amedrontaram com o poderio do seu adversário e ganharam com todo o merecimento a final.
Outro clube que esteve em grande foi o Sangalhos, que, pela primeira vez, inscreveu o seu nome na grande lista de campeão da 1ª Divisão, sucedendo ao Leiria Basket. Um título, há muito desejado, mas que só agora foi possível, indo ao encontro do grande trabalho que o clube tem realizado ao nível da formação.
A outro nível, terminou, finalmente, a longa maratona que constituiu o Nacional da II Divisão B. O Oliveira do Bairro despediu-se da pior maneira ao perder com o União de Coimbra, uma derrota que fez com que os bairradinos descessem uma posição. Para o oitavo lugar.
Foi um jogo em que o seu adversário se salvou da descida directa, mas, pelas cambiantes do encontro, o Oliveira do Bairro merecia um pouco mais. Mas, como os erros em alta competição se pagam caros, está tudo dito.

(4 Jun / 9:13)

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Publicado a 3 days ago por

Jornal da Bairrada

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