As três transferências de competências, nas áreas da Saúde, Cultura, Proteção e Saúde Animal e de Segurança dos Alimentos, foram rejeitadas por unanimidade, na última Assembleia Municipal (AM) de Anadia, realizada a 28 de fevereiro.
Os diplomas, que já haviam sido rejeitados pelo executivo, viram confirmada essa rejeição por todos os deputados, que votaram de forma unânime contra os mesmos.
À semelhança do que acontecera na assembleia de 30 de janeiro – com a rejeição das transferências  relativas aos diplomas referentes à Instalação e Gestão de Lojas de Cidadão e Espaços de Cidadão, Justiça, Exploração de jogos de fortuna ou azar, Vias de Comunicação, Estacionamento Público, Proteção Civil e Bombeiros, Habitação e Gestão do Património Imobiliário Público -, também, agora, todas as bancadas teceram novamente críticas à forma como a delegação de competências está a ser conduzida pelo Poder Central, ou seja, sem que as mesmas sejam acompanhadas dos respetivos pacotes financeiros.
 
“Estamos de consciência tranquila”
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que, na área da Saúde, a informação remetida ao executivo “carece de muito esclarecimento”, para além do diploma prever a transferência da titularidade da propriedade dos edifícios, nomeadamente dos Centros de Saúde de Anadia e de Sangalhos para a Câmara Municipal, bem como dos assistentes operacionais, com tabelas a indicar “valores muito aquém daquilo que é necessário para sustentar o funcionamento destas instalações”.
 
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