Depois de um dos piores anos da sua existência, por variadíssimas razões, a Associação Quatro Patas e Focinhos está a completar, esta quarta-feira, dia 13, sete anos desde a sua constituição.

Sem qualquer tipo de celebração marcada, até porque trabalho não falta ao grupo de voluntários da Mealhada e Anadia, que apoia animais de rua, a Quatro Patas e Focinhos está a recuperar de um 2018 “muito difícil”, a começar pela quebra nas adoções de animais e pela luta contra um vírus que matou 12 cães nas suas instalações.

“Foi um ano muito mau. foi muito complicado a nível financeiro e psicológico”, disse ao JB Salomé Dias, presidente da associação.

A juntar a estes problemas, aquela responsável aponta um outro que “desgasta e desmotiva” quem se dedica a estas funções, que passa pela “falta de noção que algumas pessoas têm daquilo que é o trabalho numa associação deste tipo”, denunciou, frisando que  “as pessoas deviam perceber que esta associação é constituída por voluntários, que o são para além de uma vida profissional. Temos que estar bem profissionalmente para dar o melhor em prol da associação.”

Reportando-se às redes sociais “onde muita gente fala mal, porque é fácil fazê-lo”, Salomé Dias lamenta: “aquilo acaba por nos desmotivar porque sabemos que damos o melhor e que é humanamente impossível chegar a todo o lado”.

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