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Arquivo | Anadia

Espaço Bairrada, na Curia, recebe workshop “Oficina dos Namorados”

O Espaço Bairrada, na estação de comboios da Curia, tem atualmente uma porta aberta ao turistas e púbico em geral, mostrando o que há de melhor na região para quem a visita.
Aqui pode encontrar uma exposição permanente e venda de produtos Bairrada, desde vinhos, produtos regionais, literatura local e ainda artesanato.

Neste espaço, pretendemos ainda partilhar conhecimento através da realização de workshops temáticos, dando a conhecer técnicas artesanais e outras saberes. Em parceria com a empresa Living Place, a Rota da Bairrada pretende potencializar a atividade artesanal da Região da Bairrada, aproveitando as potencialidades endógenas do território, utilizando as suas referências culturais, mantendo vivas as artes da região, promovendo o empreendedorismo local, e enriquecendo o território.

O primeiro workshop ‘Oficina dos Namorados – Forrar um coração em esferovite’, vai ser já amanhã, dia 4 de Fevereiro, entre as 15 e as 17h. A artesã Sónia Nabais vai ensinar a forrar corações em esferovite. Pode dizer que é uma técnica de Patchwork embutido em esferovite. É um aproveitamento de tecidos, como as nossas avós faziam, mas neste caso não é necessário saber costurar. Venha divertir-se connosco e aprender estas técnicas artesanais.
Workshop “Oficina dos Namorados – Forrar corações em esferovite”.
Custo: 15 €
Material Necessário: X-acto e Tesoura
Inscrições/Informações: sonia.nabais@gmail.com , 916 717 442 ou na Associação Rota da Bairrada.

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Oito distritos continuam sob aviso laranja – Instituto Meteorologia

Oito distritos de Portugal Continental continuam hoje sob aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro, devido ao frio e continuação de valores baixos da temperatura mínima, segundo informação atualizada do Instituto de Meteorologia (IM).

Com aviso laranja, que significa uma “situação meteorológica de risco moderado a elevado”, estão os distritos de Braga, Vila Real, Bragança, Aveiro, Castelo Branco, Portalegre, Évora e Beja.

Viana do Castelo, Porto, Viseu, Guarda, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa, Setúbal e Faro estão sob o aviso amarelo, o segundo menos grave de uma escala de quatro, que se refere a “risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.

O Instituto de Meteorologia prevê para hoje no continente tempo frio com céu em geral limpo e acentuado arrefecimento noturno com formação de geada, que

será geada negra, em especial nas regiões do interior.

Para hoje está prevista uma acentuada descida da temperatura no Continente, com a máxima a oscilar nesse dia entre um grau Celsius (Guarda) e os 11ºC (Faro) e a mínima entre os -8ºC (Bragança) e os 3ºC (Faro).

Para sábado, o IM prevê uma temperatura mínima que vai variar entre os -8ºC em Bragança e os 3ºC em Faro.

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Sangalhos: Câmara ajuda Junta de Freguesia na ampliação do cemitério

O executivo anadiense deliberou, por unanimidade, na última reunião de Câmara, suportar os custos com a aquisição de um terreno para a ampliação do cemitério da Freguesia de Sangalhos.
A Junta de Freguesia de Sangalhos, liderada por António Floro Ferreira, solicitou ao executivo anadiense um apoio financeiro por forma a adquirir uma área de 752 m2, pelo valor de 1880 euros, destinado à ampliação do cemitério da freguesia.
O executivo entendeu atribuir à JF um subsídio no montante de 1880 euros destinado à compra do referido terreno.

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Anadia: Refeições escolares e CAF pagas por transferência bancária

Os pais do município de Anadia com filhos menores vão passar a pagar as refeições escolares do 1.º ciclo ou a Componente de Apoio à Família no Pré-Escolar (CAF) por transferência bancária (NIB: 0045 3270 40203298207 23 – Caixa de Crédito Agrícola Anadia) ou na tesouraria da Câmara Municipal de Anadia.
Segundo a Câmara Municipal, esta alteração prende-se com a necessidade de agilizar procedimentos e esses pagamentos terão de ser efectuados entre os dias 5 e 10 do mês imediatamente seguinte ao da prestação dos serviços.
Após o pagamento, os encarregados de educação devem entregar aos responsáveis destas valências nos estabelecimentos de ensino, cópia do respetivo comprovativo da transferência bancária ou n.º da guia de recebimento.
Esta alteração na forma de pagamento passa a vigorar a partir de março (os pais pagam em março as refeições ou CAF relativas a fevereiro) já nestas duas novas modalidades.

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Arcos: Junta de Freguesia muda de instalações

A Junta de Freguesia de Arcos (Anadia) está de malas feitas para fazer a mudança de instalações para o Centro Cultural de Anadia (CCA).
A mudança deverá acontecer em breve e, segundo o autarca Fernando Fernandes, deve-se ao facto da “Câmara Municipal ter proposto um protocolo para a cedência de um espaço no Centro Cultural”.
Na penúltima quarta-feira, em reunião de executivo, foi tornado público o protocolo de cedência de duas salas, do Centro Cultural de Anadia para a autarquia de Arcos.
Contactado por JB, Fernando Fernandes acrescenta que o espaço presentemente ocupado pela autarquia obriga ao pagamento de uma renda, pelo que “o Centro Cultural aparece como uma rentabilização de espaços encaixando, quanto a nós, perfeitamente nos interesses das duas instituições”.
Segundo conseguimos apurar, esta mudança será efetuada o mais breve possível e não vai alterar o funcionamento da Junta, mantendo-se os dias de atendimento, para assuntos relacionados com a Freguesia, às segundas e quintas-feiras, das 18h às 19h30. No entanto, devido ao protocolo com o IEFP, a Junta de Freguesia está aberta todos os dias úteis, das 10h às 19h30, para rececionamento das pessoas do Fundo de Desemprego.
“O espaço que vamos ocupar, apesar de estar algo vandalizado exteriormente, está inserido numa estrutura com outra dimensão, sendo, sem dúvida, uma mais valia para a Freguesia”, acrescentou o autarca, dando conta de que os encargos ainda não estão definidos, acreditando que os mesmos deverão restringir-se às despesas com água e energia elétrica. Fernando Fernandes não deixa também de sublinhar o apoio da Câmara Municipal em todo o processo.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Sangalhos: Justa e sentida homenagem a Jorge Rosa

Sangalhos: Justa e sentida homenagem a Jorge Rosa

 

Cerca de sete dezenas de pessoas ligadas ao ciclismo regional e nacional participaram no sentido e justo jantar de homenagem ao sangalhense Jorge Rosa, realizado no último sábado, nas Caves S.João, em São João de Azenha – Sangalhos.
Em ambiente de franca camaradagem, todos os intervenientes teceram rasgados elogios em relação ao caráter do homenageado. Fernando Gradeço, presidente da Assembleia-geral da Associação de Ciclismo de Aveiro (ACA), promotora da iniciativa, sublinhou tratar-se de uma “justíssima homenagem” prestada pela ACA, entidade que Jorge Rosa “serviu desinteressadamente, de forma dedicada e competente por mais de 50 anos, desempenhando funções de Comissário Nacional e de diretor”.
Na oportunidade, Fernando Gradeço desafiou ainda a Junta de Freguesia de Sangalhos a prestar também uma homenagem mais abrangente a Jorge Rosa, não só porque o homenageado esteve ligado a várias instituições na freguesia (foi membro ativo do Sangalhos DC, fundador do Agrupamento de Escuteiros, membro da Comissão da Fábrica da Igreja e da Assembleia de Freguesia, assim como pertenceu à Santa Casa de Sangalhos), mas porque teve igualmente “uma vida exemplar, pois foi um ótimo cidadão, um orgulho para a família”.
Também o médico Augusto Jorge Lacerda teceu rasgados elogios ao grande amigo, por quem nutre “uma amizade e cumplicidade de longa data”, como sublinharia durante a sua intervenção. Aos presentes, recordou o seu percurso no mundo do desporto, tendo sido imprescindível a várias gerações de ciclismo, pelos seus ensinamentos e conselhos. “Foste o comissário que todos nós gostaríamos de ser”, avançou, dando conta de que Jorge Rosa “é dos poucos que muito sabe de ciclismo”, para além de ter sido um “ótimo profissional, um excelente marido e um pai exemplar”. Rui Gradeço, em representação do Sangalhos DC, Henrique Castro, presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Ciclismo e representantes da Junta de Freguesia, foram unânimes nas palavras ao “grande lutador a quem a vida pregou algumas partidas, mas que lutou e dá a todos uma lição de vida”, ao “comissário” e a “um homem de trabalho que espalhou por Portugal competência, saber e valor”.
Apesar da doença (foi vítima de um AVC) que dele se apoderou há cerca de um ano, deixando-o com um elevado grau de dependência, não baixou os braços, lutou, foi suficientemente forte para se encontrar, hoje, em franca recuperação, conquistando pouco a pouco a autonomia e independência perdidas.
No final, Jorge Rosa, emocionado, agradeceu aos presentes dizendo que tudo o que fez, fê-lo desinteressadamente, por amor à camisola. “Dei o melhor de mim, desinteressadamente”, concluiu.
De destacar que, de entre as várias lembranças, todas elas testemunhos de amizade, reconhecimento e gratidão, a camisola amarela que recebeu das mãos do comissário Mário Martinho, colega da ACA, teve um significado especial, pois simboliza como Jorge Rosa é um líder, nunca voltando as costas aos vários desafios que a vida lhe foi colocando, mas também o primeiro a dar-se, de corpo e alma, às várias causas que defendeu.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Curia: Reforma autárquica debatida à mesa de café

Numa iniciativa de André Ferreira Oliveira, Sérgio Bandeira, Alfredo Matos e Arsénio Almeida, grupo de trabalho cívico formado no município de Anadia, autores do “Documento Verde: e Anadia?”, foi promovida uma “conversa de café”, no passado dia 26 de janeiro, pelas 21h30, no Café D.João, na Curia.
Muito embora o objetivo fosse o de estimular o debate e a participação cívicas, a ação foi muito pouco participada. De resto, pouco mais de uma dúzia de pessoas se reuniu, naquela noite, na Curia, para neste espaço de diálogo, aberto à população, se pronunciar sobre esta matéria.
Na ocasião, André Oliveira Ferreira, um dos mentores do estudo que foi oportunamente entregue a todas as Juntas de Freguesia, Câmara e Assembleia Municipal, avançou que muito embora o processo da reforma autárquica esteja “inquinado de base”, os municípios não devem, na sua opinião, cingir-se ao que é apresentado, devendo procurar e encontrar soluções alternativas que melhor lhes convenham, acrescentando que “qualquer solução deve respeitar a identidade de cada uma das freguesias”. Sublinhando também que a fusão, se não for decidida localmente será feita, à força, por Lisboa, defendeu “uma solução municipal que não poderá ser o mero somatório individual das freguesias”.
Ainda que os presentes tenham feito várias considerações sobre as lacunas e as muitas dúvidas e interpretações díspares que o Documento Verde suscita, foi a postura dos órgãos autárquicos do município em relação a esta matéria que causou maior crítica.
André Ferreira de Oliveira sublinhou que a total ausência de vontade de discutir esta temática, por parte da Assembleia Municipal é evidente, sendo a prova cabal dessa situação, o facto da sessão extraordinária da Assembleia ter sido marcada para o último dia do período de discussão pública do documento (dia 31 de Janeiro, pelas 14h30). “Não se incentiva a população a participar nem a debater a reforma”, avançou, considerando mesmo o agendamento da Assembleia para este dia “uma situação, no mínimo, bizarra” quando se sabe que esta situação vai introduzir alterações enormes no dia a dia das pessoas.
Durante o encontro, foram ainda apresentados vários cenários possíveis para a fusão de freguesias no concelho, que podem ser consultadas no blog criado para o efeito em http://documentoverdeeanadia.blogspot.com.

Catarina Cerca

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Bombeiros de Anadia fazem balanço positivo da campanha “Quartel Eletrão”

A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia recolheu 42.648 kg de resíduos no âmbito da campanha “Quartel Eletrão” que decorreu até final de Dezembro último.
Mário Teixeira, presidente da direção da corporação anadiense, destaca o facto destes resíduos terem sido entregues de forma espontânea pela população no quartel, respondendo assim afirmativamente a um apelo feito pela corporação aos habitantes do concelho. Por isso, na altura em que são conhecidas as corporações vencedoras (Mangualde e Oliveirinha), agradece o apoio de todos os que colaboraram nesta iniciativa, das mais variadas formas, assim como destaca que a corporação continua a receber os referidos resíduos enquanto “Ponto de Receção”, auferindo um benefício de 50 euros por tonelada recolhida, pelo que apela a toda a população, comerciantes e empresas da região para que continuem a colaborar nesta campanha, já que ao fazê-lo estão, não só a apoiar os Bombeiros do concelho, como também a contribuir para a melhoria significativa do ambiente.
Recorde-se que nesta campanha, promovida pela AMB 3E foram recolhidos, a nível nacional, 1.794.950 kg de resíduos pelas Associações englobadas na campanha.

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Anadia: Assembleia Municipal rejeita fusão de freguesias

A Assembleia Municipal de Anadia aprovou, por unanimidade, com 35 votos a favor, a moção referente ao Documento Verde, da Reforma da Administração Local.
Numa Assembleia Municipal extraordinária, que se esperava de aceso debate, não foram necessárias mais de duas horas, para aprovar a moção que seguirá agora para o Governo, dando conta de que esta “repudia, em consonância com as deliberações das Assembleias de Freguesia (AF), os critérios que reconhecemos são de difícil compreensão para a maioria dos cidadãos, propostos no Documento Verde, pelo impacto negativo na vida das populações de 13 das 15 freguesias do concelho, que por imposição desses critérios teriam de integrar novas freguesias”.
A missiva, que seguiu para a Tutela, é ainda acompanhada de cópias das tomadas de posição das várias AF que se foram reunindo ao longo dos últimos meses para analisar esta questão.
No documento a que JB teve acesso, são elencadas as freguesias que desejam manter a sua identidade, contudo disponíveis para discutir a fusão (Aguim, Amoreira da Gândara, Arcos, Mogofores, Óis do Bairro, Sangalhos, S.Lourenço do Bairro, Tamengos, Paredes do Bairro e Vilarinho do Bairro) e aquelas que estão indisponíveis para qualquer agregação (Ancas, Avelãs de Caminho, Moita). Por outro lado, a missiva refere, entre outros, que “o documento em apreço é vago e não define linhas concretas de orientação quanto ao futuro da gestão de freguesias, nomeadamente no que diz respeito: ao património das mesmas; à forma de gestão dos atuais edifícios das Juntas de Freguesia; às competências e disponibilidade financeira para as freguesias”.
Depois de Luís Santos, presidente da Assembleia Municipal, ter dado conta que entre outubro e janeiro foram realizadas 20 Assembleias de Freguesia, a fim de se ouvirem as populações e tomar-se uma decisão sobre a questão colocada, referiu ainda que, contando com esta Assembleia, os autarcas do concelho reuniram um total de 24 vezes.
Na oportunidade, Manuel Cardoso Leal, líder da bancada do PS, avançou que a sua bancada “não vê vantagens nesta reforma do Governo, pois não defende a proximidade, não promove uma melhor gestão autárquica, assim como não promove economias”. Cardoso Leal deixaria bem claro que “se o sentimento geral é de rejeição, é porque as Freguesias têm a perceção de que a proposta como está pode trazer mais prejuízos e desvantagens do que vantagens às populações, também o PS discorda da proposta do Governo”. Vozes críticas foram ainda as dos autarcas Arménio Cerca, de Ancas e de Mário Heleno, de Vilarinho do Bairro, César Andrade, de Avelãs de Caminho, que não aceitam este modelo de reforma da Administração Local.
Lúcia Araujo, em nome da bancada do PSD, daria conta de que o grupo municipal do PSD votaria a favor da moção apresentada, enquanto que João Morais, da CDU, se manifestou totalmente contra a extinção de freguesias. Mostrando-se solidário com a posição que venha a ser tomada, considerou que “esta é uma matéria que, pela sua importância, deveria merecer um referendo popular”. De igual forma, o autarca Litério Marques mostrou-se contra uma reforma que considerou “inoportuna”. E tal como João Morais, considerou a realização de um referendo como uma medida acertada. À Assembleia disse que o presidente da Câmara “não está disponível para acabar com freguesias que conseguiram sê-lo graças ao esforço das suas populações”. Por isso, concluiu que “o Documento Verde enferma de conhecimento real do país, razão por que a Câmara deliberou não concordar com a Reforma da Administração Local”.

Azeda troca de palavras:
∑ A ausência de público foi notória e apenas 11 cidadãos compareceram nesta Assembleia, intervindo apenas André Oliveira, em nome de um grupo de cidadãos do município que analisou o Documento Verde, mas que se envolveu numa azeda troca de palavras com o presidente da Assembleia Municipal, Luís Santos.
Criticando a postura da Assembleia Municipal que, na sua opinião, “prestou um negativo contributo à cidadania e democracia participativa”, para além “de não ter promovido o necessário e indispensável debate com os munícipes”, o advogado anadiense lamentou a convocatória da Assembleia para o último dia do período de discussão pública, a uma hora que impossibilita a efetiva presença da população. O rol de críticas não foi aceite por Luís Santos que, num tom ríspido, contrariou todas as acusações. “Foram realizadas 20 Assembleias de Freguesia e o senhor ou o seu grupo não estiveram em nenhuma delas”, disse, lamentando ainda que durante a sua intervenção, André Oliveira “não tenha dado qualquer contributo para a discussão, fazendo apenas acusações”.

CC

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Cultura: Jovem sangalhense edita policial

Chama-se Luís Reis e tem apenas 23 anos. Este jovem escritor reside em Sangalhos e vai apresentar a sua primeira obra literária no próximo dia 18 de fevereiro, pelas 15h, na Biblioteca Municipal de Anadia.
A apresentação vai estar a cargo do autarca de Sangalhos, António Floro Ferreira.
O policial romântico, intitulado “O crime da fortuna”, promete, ao longo das suas 122 páginas, suspense, emoções fortes e muitos crimes.
Ao Jornal da Bairrada, o jovem escritor revela que o gosto pela leitura e pela escrita acompanham-no desde muito cedo, sublinhando ser na escrita que se sente bem, que viaja no tempo, por outras épocas e paragens.
“Sempre gostei de escrever e agora decidi arriscar”, diz. E, levantando um pouco do véu, avança que a história se passa na atualidade e que lida com um grande problema social – a ganância. Por isso, diz tratar-se de uma obra empolgante, com muitos crimes, do início ao final, até porque é mesmo no final que se descobre a identidade do vilão.
Em conversa com JB, Luís Reis dá conta de duas fontes de inspiração – a necessidade de caracterizar a ganância, “esta falha da sociedade que dá muito mais valor ao material do que ao sentimental”, mas também a necessidade de enquadrar na obra, a história de Portugal e o património edificado. Daí ter passado uma semana em Lisboa a fazer pesquisas e a conhecer locais por forma a ser o mais fiel possível na caracterização da obra que agora vai ser editada com a chancela da “Chiado Editora”.
Muito embora, ainda só um círculo muito pequeno de pessoas tenha tido acesso à obra, Luís Reis avança que até ao momento as críticas têm sido muito boas: “dão-me indicação que escrevo de forma simples e que o que escrevo dá vontade de ler”.
O escritor sangalhense adianta também que na forja está já um segundo policial, mas desta feita com o enredo a desenrolar-se na zona da cidade do Porto.
Quanto à escolha da Biblioteca Municipal de Anadia para o lançamento da obra, Luís Reis dá conta que, sendo um sangalhense, apaixonado pelo seu concelho (estudou em Anadia) – “fazia todo o sentido que esta minha primeira obra fosse aqui editada”.
O livro vai estar à venda, nesta primeira fase, em Lisboa, na livraria da “Chiado Editora” e, no dia da apresentação, também na Biblioteca de Anadia e é dedicado pelo autor a sua mãe, Madalena Matos e à esposa, Dina Reis.

CC

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