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CURIA TECNOPARQUE: Secretário de Estado da Indústria preside a palestra

“Empreendedorismo e Indústria” é o tema da sessão que a AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro e a Câmara Municipal de Anadia vão promover no próximo dia 27, pelas 17h, no Curia Tecnoparque.
A sessão vai contar com a presença do secretário de Estado da Indústria, João Vasconcelos, cuja intervenção terá como tema “O empreendedorismo e a Indústria 4.0”.
Programa:
17h – Credenciação e receção
17h20 – Boas-vindas: Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia
17h30 – Intervenção de Fernando Castro, presidente da AIDA
17h40 – Assinatura do Protocolo
17h45 – Intervenção de João Vasconcelos, Secretário de Estado da Indústria
18h05 – Espumante de Honra.
Embora a entrada seja gratuita, está sujeita a inscrição obrigatória junto da AIDA.

Assinatura de protocolos. No âmbito deste evento, vão ser assinados dois protocolos entre a Câmara Municipal de Anadia e a AIDA. O primeiro “Protocolo de parceria” tem, por objetivo, estabelecer uma cooperação estreita e articulada entre a AIDA e o Município de Anadia, através do GAE – Gabinete de Atendimento às Empresas e ao Empreendedor, com vista a potenciar os resultados das ações desenvolvidas por cada uma destas entidades em benefício da comunidade empresarial e industrial do concelho de Anadia. As duas entidades comprometem-se assim a desenvolver esforços comuns nas áreas da promoção do empreendedorismo, do investimento e criação de empresas na área do município de Anadia.
Estas duas entidades vão ainda assinar um protocolo de cooperação no âmbito da EEN – Portugal. Assim, a AIDA trabalhará com o stakeholder Município de Anadia, de acordo com um plano de ação acordado entre as partes. Este plano de ação visa estreitar relações entre as duas entidades e criar sinergias que visam proporcionar, numa ótica de complementaridade, serviços de valor acrescentado com o objeto de promover a competitividade das empresas a nível europeu. O objetivo último é a promoção da inovação, a cooperação empresarial e o desenvolvimento de negócios a nível europeu e com países terceiros. O plano de ação centra a sua área de intervenção num conjunto de ações e atividades estratégicas direcionadas para as empresas do distrito de Aveiro em geral e as do concelho de Anadia em particular.

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Novo Cartaz do “Bairrada em Prova” nos Espaços Bairrada

Novo Cartaz do “Bairrada em Prova” nos Espaços Bairrada

A Associação Rota da Bairrada apresenta um novo cartaz do “Bairrada em Prova”, que entrou em vigor a partir de dia 19 de julho e prolonga-se até ao início do mês de agosto. Uma oportunidade de degustar uma nova paleta de vinhos da região nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro.

Entre os dias 19 de Julho e 1 de Agosto a Rota da Bairrada integra no cartaz do “Bairrada em Prova” seis novos vinhos Bairrada. Um vinho branco das Caves Arcos do Rei, o Vasco da Gama 2014 e o Entre II Santos branco 2013, da Adega Campolargo. Do produtor Paulo Santos entra em prova o espumante reserva branco bruto 2005 e das Caves São João o espumante colheita branco bruto 2013. Nos tintos é possível degustar o Pato Rebel do Luís Pato, Baga 2010 e o vinho tinto Primavera 2012, Baga, Merlot das Caves Primavera.

Esta forma de provar vinhos Bairrada está disponível todos os dias de semana e fim-de-semana dentro do horário de funcionamento dos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro. Todos os interessados podem desfrutar de uma prova sempre acompanhada por um elemento da Associação Rota da Bairrada que apresenta de uma forma muito acessível as principais notas sensoriais dos néctares a degustar. O valor simbólico da prova, 3 €, é oferecido sempre que se realizem compras de valor igual ou superiores a 10 €.

Todos os enófilos estão, uma vez mais, convidados a desfrutar de uma experiência vínica degustando alguns dos melhores vinhos da região Bairrada.

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Av. Cima: “Arte n’Aldeia” pela mão do Coletivo Nora recupera património e envolve população

Av. Cima: “Arte n’Aldeia” pela mão do Coletivo Nora recupera património e envolve população

Na freguesia de Avelãs de Cima (concelho de Anadia) foram recentemente realizadas duas intervenções que vieram dignificar dois locais próximos, um deles a Fonte da Costinha, há anos, caída no esquecimento.
As beneficiações estiveram a cargo do Coletivo Nora (Águeda) que, a convite da Junta de Freguesia de Avelãs de Cima, realizou duas intervenções artísticas neste meio rural.
A forte ligação da água com a Freguesia é já antiga e serviu de inspiração.
Esta oportunidade surgiu por mero acaso quando o autarca de Avelãs de Cima, Manuel Veiga, numa deslocação a Águeda, contactou com algumas das intervenções feitas pelo Coletivo Nora. “Achei piada e pensei que seria interessante realizar uma experiência do género na nossa freguesia”. O seu executivo apoiou a ideia e realizaram-se os contactos necessários.
As intervenções resultaram de várias conversações, de um estudo e projeto realizado pelo Coletivo Nora, que percorreu a freguesia para perceber os seus costumes, usos e tradições.

Fonte volta a ter água. A Fonte da Costinha obedeceu a um estudo e projeto. “Era uma fonte que estava abandonada e sem água ou com água residual que já não era potável”, recorda o autarca, sublinhando agora que a intervenção devolveu toda a dignidade a esta fonte que, em breve, terá também novamente água a correr na torneira. “Vai avançar a colocação da água da Fonte do Moleiro a correr nesta fonte, através de uma nova canalização que vai ser colocada em breve. A obra não é complexa. Para além da recuperação da fonte, dotamo-la novamente de água, indo ao encontro do desejo de muitas pessoas”, sublinha.
Assim, o velho e degradado muro de suporte à fonte foi transformado numa enorme tela onde foram pintadas videiras e apontamentos de água. Uma pintura que se enquadra perfeitamente com o espaço natural envolvente, nomeadamente com a vinha localizada nas traseiras do muro.
Uma iniciativa que teve uma particularidade digna de destaque: “o Coletivo Nora começou a pintar o muro a um sábado e pouco a pouco, ao longo do dia, foram-se juntando jovens voluntários que começaram a pintar juntamente com eles, despertando a sua responsabilidade cívica e solidária”, revela Manuel Veiga que, no futuro, gostaria que o Coletivo Nora pudesse dar alguma formação na freguesia a jovens que queiram localmente desenvolver um trabalho semelhante de arte, embelezando e intervindo em vários locais da freguesia. Intervenções de cariz cívico e social que gostaria de ver replicados noutros locais da freguesia.
Paralelamente, no dia da pintura do muro da fonte, o grupo Incantus – Grupo de Tocares e Cantares da Freguesia de Avelãs de Cima animou parte da tarde, no local, interpretando alguns temas do seu repertório e dando um outro sentido e dinâmica ao evento.

Recuperar e reutilizar. Em simultâneo, o Coletivo Nova desenvolveu, a escassos metros da fonte, um outro projeto que designam por “Fiel de Armazém”. Trata-se de uma abordagem artística a materiais menos óbvios existentes nos mais diferentes tipos de armazém. Neste caso, foi no estaleiro da Junta de Freguesia que encontraram duas antigas e degradadas paragens de autocarro. A ideia foi fazer a sua devolução ao espaço público, tornando-as úteis. A estrutura metálica vai ser preenchida por videiras, que por sua vez foram plantadas em velhos blocos de cimento transformados num banco e numa floreira.
“A recetividade da população foi muito positiva e a experiência acaba por ser gratificante”, diz Manuel Veiga.

Coletivo Nora, pela primeira vez com intervenção em meio rural. O Coletivo Nora nasceu pelas mãos de César Pereira, arquiteto, e João Balreira, estudante. Trata-se de um grupo de intervenção urbana iniciado há três anos com o desígnio de criar uma linguagem diferente e criativa entre a cidade e os seus habitantes.
“Queremos sempre que as nossas intervenções envolvam as pessoas, a comunidade para que, participando ativamente, elas façam mais sentido”, diz João Balreira.
Esta foi a primeira intervenção que realizam em contexto rural e aplaudem a forma como a população os recebeu: “as pessoas são de trato mais simples, mais fácil e foi uma experiência muito interessante”, diz César Pereira, que destaca, no meio rural, “a existência de recursos diferentes dos meios mais urbanos.”
“Depois, embora no meio urbano haja mais gente a ter contacto com as intervenções, a verdade é que nestes espaços há sempre muitas coisas a acontecer e as pessoas se dispersam. No meio rural é o contrário”, diz João Balreira.
A rua sempre foi e continua a ser o lugar onde as intervenções acontecem com mais frequência. Avelãs de Cima não foi exceção.
Agora, os jovens acreditam que Avelãs de Cima poderá ter sido uma porta que se abriu a novos trabalhos noutras freguesias da região, até porque se trata de beneficiações dentro das possibilidades dos orçamentos das juntas de freguesia.
“Isso também é fruto de uma história: começámos em Águeda, um meio urbano mas relativamente pequeno. Como começamos só os dois com o nosso próprio investimento, teve de ser reduzido porque nenhum de nós tinha disponibilidade financeira. Daí esse hábito de intervir com poucos recursos, mesmo quando trabalhamos com orçamentos”, avança João Balreira.
A terminar, reconhece que na freguesia existe um local onde gostavam de intervir “nem que fosse só com um apontamento”. JB sabe que é no Corgo de Cima.
No imediato vão ter um espaço físico (oficina) em Águeda, com apoio da Câmara Municipal.
“Este é um grande passo. Temos a oficina e os nossos projetos divididos entre as nossas casas. Será um ponto de viragem para desenvolver projetos e trabalharmos cada vez melhor”, diz César Pereira.
Catarina Cerca

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Vilarinho Bairro: Freguesia em contagem decrescente para viagem à Idade Média durante três dias

Vilarinho Bairro: Freguesia em contagem decrescente para viagem à Idade Média durante três dias

 

A freguesia de Vilarinho do Bairro está em contagem decrescente para uma viagem no tempo. Vai regressar ao passado, mais concretamente, à Idade Média, durante três dias (22 a 24 de julho).
Neste momento, ultimam-se os preparativos para mais uma recriação histórica promovida pela Junta de Freguesia local.
Entre sexta-feira e domingo, o Largo da Saudade – junto à Igreja e cemitério, será palco de uma Feira Histórica e Tradicional que vai recriar o ambiente da Idade Média.

Três dias de muita animação. Uma iniciativa que surge na sequência da celebração dos 500 anos de foral no ano transato e da realização da primeira recriação histórica levada a cabo na freguesia, “Feira Quinhentista”, que se traduziu num enorme sucesso.
Aliás, o êxito foi de tal forma que a Junta de Freguesia se viu “obrigada” a avançar com uma segunda recriação, este ano, mas já relativa a outro período histórico.
“Era nossa vontade dar continuidade a esta feira e prendeu-se com o facto da freguesia ter um vazio neste aspeto. Por outro lado, após a realização da 1.ª edição do ano passado, pela Junta de Freguesia com o apoio das associações locais, facilmente se percebeu que teria de haver continuidade nesta ação”, avança a JB o autarca Carlos Torres, que não esconde ter sido uma “pressão saudável” que compeliu a Junta de Freguesia a preparar uma segunda edição, agora focada na Idade Média.
“Uma Feira Quinhentista, este ano, não faria sentido. Por isso, a aposta feita em torno da Idade Média. Mas como uma feira que recrie unicamente a Idade Média nos traz vários condicionalismos, decidimos que dentro dos moldes e contexto medieval a feira deve ser Histórica e Tradicional, por forma a ser mais abrangente.”
Desta forma, será possível à organização, durante estes três dias oferecer um leque variado de atividades.
O espírito será efetivamente a época medieval, mas haverá, por exemplo, a atuação de marchas e de ranchos folclóricos, que já remetem para eventos tradicionais, mais ligados aos usos e costumes da freguesia.
Fica a promessa de três dias de muita animação, com forte componente histórica, mas sobretudo um evento que quer, através das várias atividades que integram o programa, aproximar as gentes da freguesia, envolvendo-as numa festa que será de todos e para todos.
Por isso, as expetativas para a presente edição mantêm-se elevadas: “o ano passado queríamos atingir uma determinada fasquia e essa foi de tal forma ultrapassada que, este ano, se alcançarmos o mesmo sucesso, se igualarmos a edição anterior, já ficaremos bastante satisfeitos”, avança o autarca.
Programa
Dia 22 (sexta-feira)
Pelas 19h terá lugar a abertura da Feira, com um cortejo medieval, mas que se repetirá também nos dois dias seguintes.
Neste dia, já à noite, vão atuar as marchas populares da Freguesia de Vilarinho do Bairro (Samel) e de S. Lourenço do Bairro, freguesia vizinha. Ambas as marchas participaram este ano na Feira da Vinha e do Vinho, em Anadia, podendo agora, ser revistas as suas atuações integradas neste Feira Histórica e Tradicional.

Dia 23 e 24 (sábado e domingo)
Pela manhã, terá lugar o passeio cicloturístico à freguesia de Vilarinho do Bairro (ver caixa na página ao lado).
À tarde, pelas 17h, terá lugar a atuação de dois ranchos folclóricos: o da Casa do Povo de Vilarinho do Bairro e de Paredes do Bairro.
O resto da tarde e noite de sábado e tarde de domingo estará a cargo do grupo Bombarda (Vila Nova, freguesia de Outil), responsável pela recriação histórica. Terão sempre, durante toda a feira, um acampamento medieval. Depois, ao longo destes dias, haverá os cortejos medievais, espetáculos de fogo, torneios de artilharia e luta de armas apeado, caça às bruxas e ainda gigantones.
Pelo recinto da feira e durante o fim de semana será possível contactar com as várias classes sociais existentes à época (mendigos, povo, nobres, clero). Será o grupo Bombarda que estará responsável por estas recriações.
Tasquinhas da freguesia e artesãos
À semelhança do ano anterior, a Junta de Freguesia tem como principais aliados na realização deste evento, as associações locais. Praticamente todas vão ter tasquinhas (10) na Feira, onde será possível provar petiscos e iguarias regionais. Um espaço que vai contar ainda com a presença de vários artesãos, que vão dar ao espaço uma maior dinâmica e diversidade de oferta.
Carlos Torres destaca a forma empenhada e colaborante com que as associações se envolvem nesta iniciativa, tentando cumprir ao máximo a recriação histórica. Por outro lado, são três dias em que, apesar do imenso trabalho, lhes é possível angariar fundos para o trabalho que vão desenvolvendo ao longo do ano.
“Para além dos lucros que podem tirar do evento, mais significativa é a aproximação, o envolvimento e entreajuda que se consegue entre as várias associações”, diz. “Foi e é um evento que aproximou as coletividades umas das outras, encurtou distâncias e fortaleceu laços entre as pessoas”, destaca Carlos Torres.
À semelhança de 2015, o autarca de Vilarinho do Bairro acredita que a Feira vai conseguir atrair muitos visitantes, não só da freguesia como de várias freguesias limítrofes e de vários pontos da região.
Embora a organização de um evento desta natureza tenha custos elevados, a Junta de Freguesia defende que este é um evento incontornável da freguesia, já que traz mais-valias e benefícios a vários níveis.

Passeio à freguesia em cicloturismo

Numa organização da Junta de Freguesia, esta volta vai fazer-se pelos vários locais da freguesia, numa distância de aproximadamente 20 quilómetros.
O passeio, aberto a todas as faixas etárias, tem um custo de 7,5 euros com oferta de T-Shirt e boné e almoço (porco no espeto).
Carlos Torres sublinha o aspeto descontraído do passeio que junta crianças, jovens, adultos e idosos. Por isso, o passeio será feito em ritmo lento, com duas a três paragens para que os cicloturistas não se dispersem.
Na edição do ano passado, participaram cerca de 200 pessoas e o autarca acredita que o número neste edição poderá ser semelhante.
Com hora prevista de chegada para as 12h30, segue-se o almoço (sandes de porco no espeto). As bebidas não estão incluídas no preço da inscrição, já que as tasquinhas das várias associações vão explorar esta área das bebidas.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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CURIA: População desafiada a ajudar na limpeza do Parque das Termas

CURIA: População desafiada a ajudar na limpeza do Parque das Termas

No próximo sábado, dia 23, vai ser realizada uma iniciativa inédita e sem precedentes no concelho de Anadia. A partir das 7h30, o Parque das Termas da Curia, a precisar urgentemente de uma intervenção, vai ser alvo de um trabalho de limpeza de caráter solidário. Para levar a cabo esta ação, a Câmara Municipal de Anadia lança um apelo à colaboração da população.

Apelo à colaboração da população. A operação vai estar a cargo de várias entidades, amigas do Parque: Câmara Municipal de Anadia; União das Freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro; União das Freguesias de Arcos e Mogofores; Junta de Freguesia de S.Lourenço do Bairro, assim como dos Agrupamentos de Escuteiros de Anadia, S.Lourenço do Bairro, FNA (Fraternidade Nuno Álvares-Anadia) e Bombeiros Voluntários de Anadia. A esta primeira linha de ação deverão juntar-se todas as outras Juntas de Freguesia, Agrupamentos de Escuteiros, associações locais e população em geral, numa iniciativa que vai ser liderada pela própria edil Teresa Cardoso, que convida vereadores e deputados da assembleia municipal a participar também. “Estão todos convidados a participar nesta ação solidária de limpeza e de manutenção”, apela a edil, deixando a indicação de que a autarquia vai também disponibilizar vários recursos, apelando à colaboração e solidariedade de todos, sem exceção.

Situação de emergência. A iniciativa surge na sequência de um pedido de apoio que os atuais gestores das Termas da Curia dirigiram à Câmara Municipal de Anadia. O pedido, analisado pelo executivo em reunião de câmara, acabou por ter luz verde para avançar. É que embora se trate de um espaço privado, foi reconhecido que este tem estado de portas abertas aos visitantes e acolhido diversos eventos promovidos pela autarquia. A unanimidade quanto ao interesse público de que se reveste esta ação, e porque se trata de uma intervenção com caráter pontual, levou o executivo a apoiar os trabalhos de limpeza do Parque das Termas. Vai, assim, disponibilizar o apoio técnico e recursos materiais e humanos, no âmbito de uma ação concertada, quer com a entidade gestora quer com outras instituições do concelho e população.

Mãos à obra. No sábado, as equipas de trabalho vão estar no terreno desde manhã cedo, e esperam poder contar com o auxílio da população. Daí o apelo ao espírito de entreajuda e solidário de todos os voluntários disponíveis para ajudar. Todos devem dirigir-se ao parque, a partir das 7h30, onde os coordenadores dos grupos de trabalho irão explicar e distribuir as tarefas. Estas serão simples, mas da máxima importância, incidindo principalmente na remoção de folhas e de ramos, e na desobstrução de caminhos. Se possível, os voluntários deverão munir-se de luvas, baldes, chapéu e óculos de proteção.
Esta ação vem na sequência de outra, da responsabilidade da Câmara Municipal de Anadia, que decorrerá sexta-feira e que visa a realização de trabalhos mais complexos, de remoção de árvores tombadas, e de troncos ou de outros materiais de maior porte, que impliquem o recurso a máquinas e a ferramentas de corte.
Teresa Cardoso recorda que o parque é visto pela população como se fosse público, ou seja, “todos os anadienses cresceram a visitar e passar agradáveis momentos naquele parque, como se fosse um espaço público, que agora precisa da ajuda de todos.” No fundo, “o parque é um bocadinho de cada um de nós e todos devemos colaborar, dentro do possível, nesta ação”, avança.
A importância destas intervenções prende-se com o momento delicado que a Sociedade das Águas da Curia atravessa (processo de insolvência), e pelo facto do seu património estar nas mãos de uma entidade gestora, que procura agora dar uma nova vida ao parque e edifícios termais.
Ex-libris da estância, o Parque da Curia ganhou fama no início do século XX por se tratar do maior lago artificial da Europa. Repleto de árvores frondosas e de vegetação diversa, o parque é, há mais de um século, um espaço de lazer procurado por diversas gerações de bairradinos, de aquistas ou de simples visitantes e turistas.
Catarina Cerca

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Rota da Bairrada: “Segredos do Vinho Bairrada” revela os “aromas vínicos”

Rota da Bairrada: “Segredos do Vinho Bairrada” revela os “aromas vínicos”

A Associação Rota da Bairrada desvenda os “Segredos do Vinho Bairrada” a 16 de julho, nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro e convida, neste primeiro encontro, a aprender de forma divertida sobre os “Aromas Vínicos”.
Identificar os aromas dos vinhos não é tarefa fácil. Exige conhecimento e muita prática. Sabe-se que os aromas estão intrinsecamente relacionados com a variedade da casta e com as diferentes fases pelas quais o vinho passa até ser aberto. “Aromas Vínicos” pretende ser o tema abordado nesta primeira ação de formação dos “Segredos do Vinho Bairrada” que a Rota da Bairrada revela a 16 de julho nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro.

De forma descontraída e sob orientação da Escanção Caroline Zagalo os participantes são convidados a experimentar diferentes aromas que facilmente se encontram no dia-a-dia, sendo posteriormente desafiados a identificá-los nos diferentes vinhos degustados. Este pretende ser um exercício prático, instrutivo e ao mesmo tempo participativo e divertido.
Nos Espaços Bairrada da Curia e de Oliveira do Bairro será possível participar nesta atividade aromática que será gratuita mas que requer inscrição prévia por telefone – 234 742 137 ou 231 503 105 – ou por email – geral@rotadabairrada.pt – , tendo em conta a seguinte agenda:

  • Espaço Bairrada de Oliveira do Bairro, das 15h às 16h30;
  • Espaço Bairrada da Curia, das 17h30 às 18h.

“Segredos do Vinho Bairrada” terá continuidade com novas e diferentes sessões de formação sobre vinhos, particularmente sobre os da região que nos encanta, a Bairrada.

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Bombeiros Voluntários de Anadia: “Ser bombeiro por uma semana” foi fantástico

Bombeiros Voluntários de Anadia: “Ser bombeiro por uma semana” foi fantástico

 

Fantástico, divertido e emocionante são apenas algumas das formas com que mais de uma centena de crianças e jovens classificam a semana “mágica” que viveram no seio da corporação anadiense, de 4 a 8 de julho.
Uma semana de emoções, de muita adrenalina e boa disposição, apesar das regras impostas, já que todos aprenderam a formar, a marchar e a estar na corporação como se fossem bombeiros a sério, não estando excluído os castigos, pois quando se portavam mal, não estavam atentos ou não obedeciam a uma ordem tinham de “empurrar o planeta” ou seja fazer as temidas flexões mas que aqui até eram bastante divertidas. Tudo a brincar, mas sempre incutindo-lhes noções de regras e disciplina.

Balanço muito positivo. Em dia de encerramento da ação, Ana Matias, comandante da corporação, não poderia fazer um balanço mais positivo. Já lá vão quatro edições, todas em crescendo em número de participantes. “Há dois anos, quando assumi o comando, o projeto foi reformulado tendo três grandes objetivos: dar a conhecer a nossa operacionalidade, o nosso dia a dia e os nossos serviços e colocar as pessoas dentro do quartel, por forma a que ganhem confiança nos operacionais que estão a prestar socorro. Por outro lado, cria-se o respeito pela figura do bombeiro e aproxima-se as crianças e a comunidade do corpo de bombeiros porque somos nós que, durante uma semana, das 9 às 17h, ficamos a tomar conta dos seus filhos. Cria-se uma grande relação de confiança.”
O sucesso da iniciativa trouxe para o quartel crianças dos 6 aos 16 anos, não só do concelho, mas também de outros concelhos (Oliveira do Bairro, Coimbra, Aveiro). Aqui aprenderam, durante uma semana, a chamar o 112, a usar um extintor, técnicas de saúde, de suporte básico de vida e como agir em caso de engasgamento. “Os passos todos são-lhes ensinados como se, de facto, fossem bombeiros”, avançou a comandante dando conta de que a maioria deles “é repetente”, ou seja, já participaram nas ações dos anos anteriores.
Ana Matias reconheceu neste projeto um outro fruto, talvez, basilar para o futuro da corporação. Incentiva e motiva os mais jovens a quererem ser futuros bombeiros e deu um exemplo: “na última Escola de Estagiários, a grande parte dos jovens veio destas iniciativas e alguns deles são já bombeiros de terceira e hoje estão a ajudar e são monitores.”
Ciente das mais valias da ação, reconheceu a dificuldade de colocar em marcha tão arrojado projeto, não deixando de destacar o espírito de sacrifício, o empenho e dedicação de todos os bombeiros e monitores envolvidos.
“São 25 operacionais afetos à iniciativa. No final de uma semana estão esgotados. É um esforço enorme que tem de ser reconhecido”. Mesmo assim, diz já ter sido equacionado o alargamento desta atividade a outros períodos de férias letivas, dado o elevado número de interessados.
Durante esta semana, todas as atividades (formações teóricas e práticas) foram acompanhadas por monitores e bombeiros da corporação.
A ação decorreu até ao passado dia 8 de julho que teve como ponto alto a cerimónia de encerramento com entrega de diplomas a todos os participantes e entidades colaboradoras – Câmara Municipal de Anadia que diariamente forneceu a alimentação a todas as crianças e jovens; Curigym, Polícia Marítima e Capitania de Aveiro e APPACDM.
Na ocasião, o vereador Lino Pintado sublinhou “a enorme felicidade pelo que aconteceu naquele dia e semana”, dando os parabéns ao corpo de bombeiros por levar a cabo “uma iniciativa que é de louvar e registar”.
Ana Matias, aproveitando a presença de tantos familiares e bombeiros, agradeceu a todos, mas em especial aos seus bombeiros que estiveram duplamente de serviço no quartel e no desenvolvimento das atividades com os jovens.
Catarina Cerca

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Sangalhos/Geminação – Protocolo vai permitir intercâmbios e estágios

Sangalhos/Geminação – Protocolo vai permitir intercâmbios e estágios

Foi em ambiente de festa que a Associação das Geminações da Vila de Sangalhos recebeu, de 7 a 10 de julho, uma comitiva de cerca de 50 franceses, provenientes de La Chaize le Vicomte, cidade com a qual Sangalhos está geminada. Mas foi em êxtase que os anfitriões se despediram desta comitiva na noite de domingo, depois da seleção nacional ter dado aos portugueses a maior alegria que poderia dar, ao vencer, em Paris, a final do Europeu de 2016 perante a seleção de França.

Programa cultural. O vasto programa cultural integrou vários passeios pelo país. Foram, efetivamente, três dias intensos de partilha e de confraternização. Com quatro anos de geminação, os laços entre as duas comunidades estão criados e quase como uma família, estes três dias de reunião deram para matar saudades e viver novas e inesquecíveis experiências.
No dia 8, os anfitriões levaram os amigos franceses a conhecer um dos locais mais emblemáticos e belos do país: a zona do Porto e de Gaia, com visita à Real Companhia Velha e a uma descida das seis pontes do Douro em barco de cruzeiro. O dia terminou no quartel dos Bombeiros de Anadia onde assistiram ao encerramento do projeto “Ser bombeiros por uma semana”, assim como perceberam um pouco como funciona um quartel que presta socorro 24h/dia, 365 dias por ano e em regime de voluntariado.
O dia 9, foi também intenso e longo com uma saída bem cedo para visitar, no Bombarral, a Quinta dos Loridos. O dia terminaria na sede da Junta de Freguesia de Sangalhos com assinatura de protocolo, jantar que reuniu cerca de 120 pessoas, representantes de várias associações locais, e atuação do Coro Gospel Choir.
Por último, no domingo, todos puderam deliciar-se, em Sangalhos, com a animada e muito concorrida 1.ª edição da Feira de Artesanato que trouxe a esta vila artesãos de vários pontos do país.
Em dia de final de Europeu, com jogo entre a seleção nacional e a francesa, a vitória sorriu a Portugal mas todos viveram e partilharam as emoções de uma grande final em franca confraternização. Por isso, Silvana Marques confirmou que a derrota dos franceses não ensombrou os festejos e alegria dos sangalhenses. “Foi um momento de união e franca amizade. Lado a lado, todos juntos, sangalhenses e franceses festejaram a vitória da seleção lusa. No final, após uma despedida sentida, levaram as nossas bandeiras e cachecóis, demonstrando um grande fair play”, acrescentou Silvana Marques.

Vantagens do protocolo. Com a assinatura do protocolo, no âmbito da geminação, as duas associações estão já a pensar no próximo passo, em intercâmbios e estágios em áreas como a saúde, educação, cultura e desporto. Por isso, a sessão protocolar contou com a presença de Jorge Ribeiro, presidente do Sangalhos DC e de Ana Matias, comandante dos Bombeiros Voluntários de Anadia que deram a conhecer estas duas coletividades e a sua forma de trabalhar. Também por parte da comitiva francesa foi explicada a forma de trabalhar do clube de futebol local e a organização da vila em termos de proteção civil.
Aliás, Silvana Marques realça o facto de, já este ano, ter decorrido e com grande sucesso aulas de língua portuguesa, uma vez por semana, por videoconferência, a 15 franceses de La Chaize le Vicomte. As aulas estão a cargo da professora da Universidade de Aveiro, Maria José Loureiro e vão recomeçar em setembro, com o segundo ano. “Este ano alguns elementos da geminação que frequentam estas aulas já se conseguiram exprimir e comunicar em português”, avançou Silvana Marques, convicta de que o sucesso da iniciativa vai continuar a dar bons frutos. Por isso, faz um balanço muito positivo de mais esta jornada. Para o ano, será a vez da comitiva portuguesa regressar a França e ser recebida pelos seus pares.
Catarina Cerca

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Filarmonia das beiras recorda Carlos Paião em Anadia

Filarmonia das beiras recorda Carlos Paião em Anadia

 A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFM) leva a Anadia, na noite da próxima sexta-feira, 15 de julho, os grandes sucessos de Carlos Paião, em mais um concerto integrado na edição 2016 de “Às Sextas na Praça”, que decorrerá na Praça da Juventude, a partir das 22h, com entrada gratuita.
O espetáculo “Reviver Carlos Paião” é apresentado pela OFM como “uma sentida homenagem a um dos maiores talentos, em termos de composição e de interpretação, da música ligeira portuguesa do século XX”. Dirigida pelo maestro António Vassalo Lourenço, a orquestra conta com a participação na voz de Catarina Vita, Teresa Pereira, Raquel Garcia e André Lacerda. Uma oportunidade excelente para recordar a obra de um músico que, numa curta mas fulgurante carreira, nos legou êxitos como “Pó de Arroz” ou “Cinderela”, entre muitos outros.
Este concerto decorre no âmbito de “Às Sextas na Praça”, um programa de dinamização e divulgação cultural organizado pela Câmara Municipal de Anadia, que decorre ao ar livre, na sede do concelho, nas noites de sexta-feira. Projetado com o objetivo de animar o centro da cidade de Anadia, “Às Sextas na Praça” tem procurado incentivar a sociabilização e a confraternização, ao mesmo tempo que oferece espetáculos representativos dos mais diversos géneros artísticos. A edição deste ano teve início a 20 de maio, com o fado de “Laços a Coimbra” e de Sara Helena, prosseguindo, nas semanas seguintes, com as atuações de “InCantus”, “Ecos d’Adega” e “Hard Cover Band”. Interrompido por ocasião de “Anadia Capital do Espumante – Feira da Vinha e do Vinho”, a programação foi retomada com o jazz do “Essence Trio” (do Jazz ao Centro Clube) e de “Jurgen Bonsai Jazz”, o teatro de “O Baluarte” e a música dos jovens que disputaram a final do concurso “Anadia’s Junior Talents”. Seguir-se-á, a 22 de julho, a atuação da banda “Tríade”.

 

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8.º aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia: “Um espaço de todos e para todos”

8.º aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia: “Um espaço de todos e para todos”

 

O serão de sábado não poderia ter sido mais agradável. No âmbito da comemoração do 8.º aniversário da Biblioteca Municipal de Anadia, o Cineteatro da cidade viveu uma enchente para assistir a uma noite cultural única que distinguiu um vasto leque de alunos, docentes e utilizadores dos mais variados serviços prestados por esta biblioteca, que “é um espaço de todos e para todos”, como destacou a edil Teresa Cardoso durante a sua intervenção.

Homenagem sentida. Um evento marcado pela forma singela mas muito emotiva como a Câmara Municipal de Anadia homenageou o padre José Fernandes (Salesiano de Mogofores), mentor do concurso “Ler & Aprender” e que prefaciou a obra agora editada. Foi ele, disse Sónia Almeida, diretora da Biblioteca Municipal, que sugeriu, em boa hora, a criação do concurso “Ler & Aprender” por sentir a necessidade de promover a escrita entre os alunos. Por isso, foi-lhe entregue pela mão da edil anadiense Teresa Cardoso o cartão de utilizador honorário da biblioteca, “não só pelo enorme contributo que deu ao projeto como ao desenvolvimento educativo do concelho.” Um gesto tanto mais relevante pelo facto do padre José Fernandes estar de partida (vai deixar os Salesianos de Mogofores e irá para os Salesianos de Mirandela).
Na ocasião, o padre José Fernandes realçava que “todos os bons livros levam a que cada um de nós se encontre e desafie”.
Durante o evento, Sónia Almeida explicava ao público presente que, pela primeira vez, a cerimónia de aniversário fez-se fora da biblioteca porque o número crescente de utilizadores não permitia albergar condignamente tão elevado número de pessoas naquele espaço.
Sónia Almeida recordou que a biblioteca, inaugurada a 3 de julho de 2008, tem sabido desenvolver um trabalho único com base na comunidade, procurando disponibilizar a todos os munícipes os recursos informativos fundamentais para apoiar o seu desenvolvimento pessoal, cultural e social. Por isso, “o trabalho tem-se feito no aumento e diversificação da oferta cultural e educativa, disponibilizando vários serviços que estreitem os laços entre a biblioteca e a comunidade”. Exemplos disso mesmo são os projetos como o Biblioescola, o Bibliosocial, a Rede de Bibliotecas de Anadia, a Rede de Bibliotecas Municipais da CIRA e mais recentemente a Rota dos Livros.
Com um auditório cheio, a edil Teresa Cardoso sublinhou que “Anadia é um concelho ativo e dinâmico, que tem sabido apostar na educação e na cultura, gerando uma energia positiva entre estes dois setores indissociáveis”, realçando também que todo o trabalho desenvolvido pela biblioteca municipal “já extrapolou fronteiras”, tendo recentemente o município sido convidado a estar presente na mais importante conferência anual de bibliotecas europeias que decorreu em Haia, na Holanda.
Uma biblioteca que continua a ter como preocupação central a “aproximação à comunidade”, disse Teresa Cardoso, salientando ainda o facto da biblioteca estar a concluir o processo de Gestão da Qualidade, mas também na aposta que está a ser feita nos recursos informáticos e na requalificação da zona envolvente da biblioteca, que vai avançar em breve.

Muitos prémios e distinções. Mas uma área onde a biblioteca se tem distinguido mais é na criação e fortalecimento de hábitos de leitura das crianças e jovens. O estreitamento de relações com as várias bibliotecas do município, nomeadamente as escolares, tem permitido desenvolver um conjunto de projetos inéditos e bastante profícuos – casos da 7.ª edição do concurso escolar “Ler & Aprender”, que promove a educação literária e a escrita criativa através da redação de textos dos géneros narrativo e lírico. Por isso, este ano a Câmara Municipal editou o novo livro “Ler & Aprender”, com textos vencedores das quatro últimas edições (2011-2015). E este ano com uma novidade – foram alunos das escolas do concelho que ilustraram os textos publicados.
Impossível de publicar nesta página o nome de todas as dezenas de alunos premiados, cujos textos foram publicados no novo livro “Ler & Aprender” (2011-2015), bem como dezenas de alunos que ilustraram os textos, podemos acrescentar que todos os trabalhos vencedores conferiram ao respetivo estabelecimento de ensino a possibilidade de receberem um prémio pecuniário.
Também no âmbito da Rede de Bibliotecas de Anadia, teve lugar um concurso promovido pela autarquia para a criação de um logótipo para esta rede. O desafio lançado aos jovens alunos traduziu-se numa enorme participação e na distinção de três trabalhos, sendo vencedor o logótipo de Débora Miguel da Silva Nogueira, aluna dos Salesianos de Mogofores.
No concurso de poesia “Letras da Primavera”, que vai na 8.ª edição e subordinado ao tema “Anadia, capital do Espumante”, é de assinalar a criatividade e originalidade presentes em todos os trabalhos. Foi vencedor o poema “Anadia, Capital do Espumante”, de Paulo da Silva Ferreira, do Pereiro, Avelãs de Cima. O autor, que foi chefe fundador do Agrupamento de Escuteiros de Avelãs de Cima, doou o valor do prémio aos seus “lobitos” como lhes havia prometido, num gesto de enorme carinho pelo agrupamento que ajudou a nascer. Em segundo lugar ficou o poema “Espumante”, de António Lebre de Freitas, da Mealhada e em terceiro lugar, o poema “Anadia, Capital do Espumante”, de Rosário Pinto, residente em Lisboa.
Durante a cerimónia, o espetáculo abriu com o jovem Francisco Power, aluno da Escola Básica e Secundária de Anadia, que trouxe a palco um belo momento de magia. Pelo meio atuaram Fernanda Henriques da EB de Vilarinho do Bairro, Leonor Santos e Inês Oliveira, do CNSA e Margarida Pereira, da EBSA, cujas belíssimas vozes encantaram todos os presentes. O evento encerrou com chave de ouro, com a atuação (rap) de João Nina, de Coimbra e o obrigatório cantar dos “Parabéns” e corte do bolo de aniversário.
Outros premiados
Rota dos Livros – Junta de Freguesia de Avelãs de Caminho.
No Projeto BiblioEscola, distinções para a Educadora Alzira Moreira, Educadora no JI da Mata da Curia e Professora Anunciação Calado (Centro Escolar de Arcos).
No Projeto BiblioSocial, a Biblioteca Municipal de Anadia elegeu este ano a Misericórdia de Anadia.
Utilizadores do ano: Crianças: Beatriz de Almeida (7 anos) Moita – Anadia; Francisco Miguel Aleixo (8 anos) Espairo – Anadia; Lara Duarte Esteves (8 anos) Candieira – Avelãs de Cima.
Adultos: Ana Lúcia Santos S. Queijeira – Mogofores; António Leonel Araújo – Figueira de Boialvo; João Venâncio Marques – Anadia.
Catarina cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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