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Arquivo | Anadia

Sangalhos: Dia da Hipertensão Pulmonar comemorado no Velódromo

Decorreram no sábado, dia 7 de maio, no Centro de Alto Rendimento- Velódromo Nacional, em Sangalhos, as comemorações do Dia Mundial da Hipertensão Pulmonar (HP), envolvendo mais de 70 atletas de ginástica rítmica, ginástica artística, ciclismo de pista e de karaté.
À semelhança dos anos anteriores, estas comemorações tiveram como lema “Perca o fôlego pela HP”. Estiveram presentes mais de 150 pessoas durante o evento, tendo o almoço de convívio sido servido na Estalagem de Sangalhos.
Enquadradas nas atividades comemorativas, houve conferências, uma visita ao Museu das Caves Aliança, uma aula de relaxamento e demonstrações de vários desportos em simultâneo: ginástica rítmica e acrobática (pela Escola de Ginástica de Aveiro e pela Escola de Ginástica de Bad Düben, da Alemanha), ciclismo de pista (pela Seleção Nacional de Cadetes) e karaté (pelo Núcleo de Karate de Sangalhos).
O evento, organizado pela Associação Portuguesa de Hipertensão Pulmonar (APHP) em colaboração com o Grupo Sunlive, contou com o apoio da Câmara Municipal de Anadia e teve como objetivo assinalar o Dia Mundial da HP, uma doença rara e mortal que afeta os pulmões e o coração.
Quem apadrinhou o evento foi Filipa Martins, atleta de Ginástica Artística do Sport Club do Porto e que vai representar Portugal nos Jogos Olímpicos do Brasil já este ano. A atleta refere que “é com muito orgulho que me associo a esta causa tão nobre e que perco o fôlego pela hipertensão pulmonar”.

Sintomas. Teresa Carvallho, colaboradora da APHP, refere que “um dos sintomas mais debilitantes da HP e o que melhor caracteriza esta doença é a falta de ar, o que dificulta muito a realização de tarefas diárias tão simples como caminhar pequenas distâncias ou subir escadas. Todos os anos, no âmbito do Dia Mundial da HP, organizamos atividades desportivas para que os participantes (que são pessoas comuns, saudáveis) se cansem, que percam o fôlego, para que se sintam como um doente de HP se sente habitualmente: cansado, com falta de ar. Para além de ter sido um evento memorável, o Dia Mundial da HP foi uma excelente forma de unir a comunidade de doentes de HP, que vieram de vários pontos do país, e que também nos permitiu divulgar a doença à população local que se demonstrou muito participativa”.

Impacto da doença. Em Portugal existem cerca de 300 doentes diagnosticados com a doença, que afeta milhares de pessoas em todo o mundo. A APHP acredita que estejam dezenas de casos por diagnosticar, dado que é uma condição que reúne vários sintomas inespecíficos e que tornam o diagnóstico muito difícil. É uma doença que afeta pessoas de todas as raças e idades e que, e não for tratada, a taxa de mortalidade pode ser superior a alguns cancros, como o da mama ou o colo-retal.
Esta doença grave e progressiva pode dificultar as tarefas do dia-a-dia e ter um impacto muito grande na qualidade de vida dos doentes. Existem 5 tipos de HP e cada um afeta de forma diferente os doentes, uma vez que existem várias causas da doença e diferentes formas desta se expressar. Não há cura para esta doença, mas existem várias opções de tratamento que ajudam a controlar a doença: fármacos, terapia com oxigénio e transplante de pulmões (nos casos mais graves).

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Anadia: Câmara Municipal atribui voto de louvor ao Rugby da Moita

A Câmara Municipal de Anadia aprovou, por unanimidade, na reunião do passado dia 13 de maio, a atribuição de um voto de louvor ao Moita Rugby Clube da Bairrada, segundo proposta apresentada pela Presidente da Câmara, Maria Teresa Cardoso.
Esta proposta surge na sequência da conquista, pelo Moita Rugby Clube da Bairrada (Moita RCB), no passado dia 24 de abril, do Campeonato Nacional da Segunda Divisão, o que lhe permitiu ascender à Primeira Divisão Nacional de Rugby, onde já havia competido 25 anos antes. Este feito torna-se particularmente notável por se tratar de uma equipa constituída por amadores e que, ao longo da época, sofreu apenas uma derrota no campeonato. Criado em 1997, o clube tem permitido à Moita, uma centenária localidade do concelho de Anadia, ostentar título de “única aldeia com a modalidade de rugby federado da Península Ibérica”.
No texto submetido à votação do executivo municipal, a edil reconhece o papel do Moita RCB na “divulgação e promoção do Município de Anadia” e a “excelência da sua prática desportiva”, e saúda “os jogadores, equipa técnica e dirigentes pelo trabalho, empenho, disponibilidade e dedicação, contribuindo, dessa forma, para engrandecer e elevar o Clube”. Considera ainda que se trata de “um justo prémio pelo trabalho desenvolvido e empenho dedicado por uma equipa constituída por jogadores amadores” e “mais um impulso na afirmação desportiva do Município de Anadia”.
Recorde-se que o Moita RCB já havia sido distinguido pela Câmara Municipal de Anadia, em 2008, com a Medalha de Mérito Desportivo. No passado dia 6 de maio, jogadores, técnicos e dirigentes foram novamente homenageados pela autarquia, tendo sido recebidos no Salão Nobre dos Paços do Município, ocasião em que a Presidente da Câmara fez a oferta de uma lembrança que ficará a marcar o feito da equipa na presente época desportiva.

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Anadia: Cerveja bairradina TOIRA® ganha medalha de prata em concurso internacional

Foi no passado domingo, dia 15 de maio, que decorreu, em Aveiro, a entrega de prémios do concurso internacional IBEERIAN AWARDS.
Eram 310 as cervejas a concurso vindas de vários países e todas elas foram avaliadas por júris reconhecidos internacionalmente pelas suas capacidades de sommelier profissional. Este júri foi composto por membros que vieram desde E.U.A., Reino Unido, Holanda, Irlanda, Lituânia, Espanha e Portugal.
A TOIRA, cerveja artesanal produzida no concelho de Anadia, foi distinguida com uma medalha de prata na categoria Pale Ale, pela sua cerveja OURO – Belgian Blond Ale.
Esta segunda distinção da TOIRA anima e reforça ainda mais o seu posicionamento, sendo uma marca de referência a nível nacional.
Além dos revendedores habituais, desde dezembro de 2015 que a TOIRA possui um taproom próprio – o Bairrada Beer Corner – onde se pode degustar todas as cervejas do seu portfólio e apreciar a calma e a vista da Curia.
O objetivo a partir de agora, diz o bairradino Pedro Figueiredo, fundador da marca, é produzir cada vez melhores cervejas e tentar trazer mais prémios nacionais e internacionais para a Bairrada.

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Concurso Vinhos de Portugal 2016: Os melhores tinto varietal e espumante de Portugal são da Bairrada

Os vencedores do ‘Concurso Vinhos de Portugal 2016’ foram conhecidos na passada sexta-feira. A revelação e a entrega de prémios aconteceu durante um jantar de gala que teve lugar na Mata do Bussaco, na Bairrada, o que já por si foi óptimo para a região.
A “cereja no topo do bolo” chegou quando se soube que dois dos sete galardões ‘Melhores do Ano 2016’ ficariam na Bairrada. O ‘Hibernus Grande Cuvée Vintage 2011’ (Maria do Rosário Carvalheira) e o ‘Messias Clássico Garrafeira 2010’ (Sociedade Agrícola e Comercial dos Vinhos Messias SA) foram eleitos como ‘Melhor Espumante’ e ‘Melhor Vinho Tinto Varietal’, respetivamente.
Pedro Soares, presidente da Comissão Vitivinícola da Bairrada, afirma que “foram duas distinções de excepcional valor, bem reveladoras da excelência e crescente importância dos vinhos desta região no mercado global. A destacar o facto do tinto ser um monocasta de Baga, a casta rainha da Bairrada.”.
No total, foram vinte as medalhas que a Bairrada arrecadou neste concurso: duas de ouro, para os vinhos citados acima, e 18 de prata (10 para espumantes, 3 para brancos e 5 para tintos). No que toca aos espumantes, seis são brancos e quatro rosés. A lista completa pode ser consultada abaixo.
O ‘Concurso Vinhos de Portugal 2016’ galardoou sete ‘Melhores do Ano’ (que distinguem os melhores entre todos os galardoados; destacando-se dois Bairrada) e atribuiu 333 medalhas: 29 ‘Grandes Ouros’, 58 ‘Ouros’ e 246 ‘Pratas’.
O painel de jurados, composto por cerca de 150 especialistas provenientes de várias regiões de Portugal e de vários mercados internacionais – Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, EUA, Japão, Noruega, Polónia, Reino Unido, Rússia, Suécia -, provaram mais de 1300 vinhos nacionais provenientes dos quase 380 produtores inscritos no concurso. De destacar a presença de seis influentes figuras da cena internacional que se deslocaram ao nosso país para participaram como elementos do ‘Grande Júri’: as britânicas Jancis Robinson e Julia Harding, os americanos Joshua Greene e Evan Goldstein, o brasileiro Dirceu Vianna Junior e a alemã Caro Maurer.

Bairrada no topo de Portugal. O ‘Hibernus Grande Cuvée Vintage 2011’ caracteriza-se por ser um espumante branco muito mineral e citrino, revelando notas de maçã ácida, biscoito, e a complexidade que a fermentação em barrica lhe traz..
O monocasta de Baga ‘Messias Clássico Garrafeira 2010’ é um vinho tinto clássico, de cor rubi intensa. Ao ser provado é notória a influência atlântica, em muito graças à presença de nuances balsâmicas, de resina e cedro, envolvidas em sensações iodadas e salinas. Tem uma enorme estrutura e grande potencial de envelhecimento.

Outros vinhos Bairrada premiados. Prata para 18 espumantes: Argau Espumante branco 2014 (IGP Beira Atlântico), Ataíde Semedo Millésime Bruto Espumante branco 2014 (DOP Bairrada), Luís Pato Baga Método Antigo Espumante rosé 2014 (IGP Beira Atlântico), Luís Pato Informal Espumante rosé 2013 (IGP Beira Atlântico), M&M Gold Edition Espumante rosé 2015 (IGP Beira Atlântico), Quinta do Poço do Lobo Baga Espumante branco 2013 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Arinto e Baga Reserva Espumante branco 2012 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Baga Espumante rosé 2013 (IGP Beira Atlântico)Rama Blanc de Blancs Espumante branco 2012 (DOP Bairrada), São Domingos Baga@Bairrada Espumante branco 2009 (DOP Bairrada). Prata para 3 Vinhos Brancos: QDOE branco 2015 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Sublime branco 2012 (DOP Bairrada), Quinta dos Abibes Sauvignon Blanc branco 2015 (DOP Bairrada). Prata também para 5 Vinhos Tintos: As 4 Maravilhas da Mesa da Mealhada tinto 2009 (DOP Bairrada), Casa de Sarmento Grande Escolha tinto 2011 (DOP Bairrada),
Casa de Sarmento tinto 2011 (DOP Bairrada), Encontro 1 tinto 2010 (DOP Bairrada), Kompassus Private Collections tinto 2011 (DOP Bairrada), Milheiro Selas Reserva tinto 2012 (DOP Bairrada).

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Anadia: VITI vence “em casa” final dos XVIII Jogos da Matemática

A VITI – Escola Profissional de Anadia recebeu e venceu na passada quarta-feira, dia 11, a 18.ª edição dos Jogos da Matemática das Escolas Profissionais. Em segundo lugar ficou a Escola Profissional de Aveiro e em 3.º, a Escola Profissional Amar Terra Verde.
A sessão de abertura teve como palco o Cineteatro Anadia e contou com a presença dos diretores dos restantes estabelecimentos de ensino do concelho (Agrupamento de Escolas de Anadia, Colégio Salesiano de Mogofores e Colégio de Nossa Senhora da Assunção), para além da edil anadiense, Teresa Cardoso que, na ocasião, se mostrou muito satisfeita por ter na primeira fila, “todos os representantes dos nossos estabelecimentos de ensino”.

“Cada um constrói o seu projeto educativo”. Ao vasto auditório, a edil anadiense não deixou de sublinhar que em Anadia, o caminho na Educação tem sido feito “em comunhão, em partilha e sobretudo criando um clima de muita união”, porque, afinal, é seu entendimento haver “espaço para todos”.
Sobre a polémica das últimas semanas à volta do financiamento de novas turmas em escolas com contratos de associação e o Ministério da Educação, diria que “cada um constrói o seu projeto educativo, que cabe aos pais e aos alunos escolher”, reforçando que, em Anadia, “todos partilhamos vontades comuns a favor da Educação e a trabalhar para os nossos alunos”.
A terminar, Teresa Cardoso desejou que todos os alunos presentes aproveitassem a iniciativa, “da melhor forma, num franco convívio, amizade e espírito de partilha”, sem, contudo, deixar um pensamento final: “sendo a matemática uma ciência exata, a verdade é que, hoje, os números vão falhando e muito por aí. Enfim, vão-se questionando muitos números e soluções e a matemática parece ter deixado de ser tão exata quanto gostaríamos que fosse”, concluiu.

“Tempos de dúvidas e interrogações.” Num auditório repleto de alunos e docentes, Adriano Aires, diretor da VITI, diria serem estes jogos da Matemática claramente “um concurso, mas fundamentalmente um encontro de escolas profissionais, de agentes que procuram o mesmo fim, que é o bem-estar e o sucesso dos jovens”. Uma competição que considerou “saudável, desde que honesta e leal e, porque obriga a estabelecer metas e a superarmo-nos a nós próprios.”
Na ocasião, lamentou a ausência de mais escolas profissionais, “devido a dificuldades financeiras que atravessam”. Por isso, lembrou que “os tempos são de alguma dúvida e interrogação sobre o ruído que está a ser feito a propósito de uma estratégia e política que não sei definir.”
Não querendo deixar de marcar posição como diretor de uma escola, diria que “o que me une às outras escolas do município e a todas as escolas nacionais é a vontade de construir um cidadão para o mundo, é nessa posição que me assumo, independentemente das ideologias e das políticas.”
Defendeu ainda que “devemos dar as mãos e caminhar em frente, independentemente das políticas ou dos políticos”, reforçando a satisfação por ter nesta sessão de abertura do concurso a presença de Jorge Humberto Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas de Anadia, Dário Tavares, diretor do Colégio Salesiano de Mogofores e da Irmã Idalina Faneca, do Colégio de Nossa Senhora da Assunção: “de facto, estamos unidos nesta vontade de ensinar.”

Desmistificar a matemática. Sobre esta competição, podemos avançar que esta é a primeira vez que a VITI é anfitriã desta iniciativa.
Um concurso de âmbito nacional, que acolheu 120 alunos e professores de 20 escolas profissionais. Até chegar à final, as escolas concorrentes estiveram sujeitas a duas sessões de apuramento (janeiro e março), sendo agora esta final uma prova com estrutura parecida a um teste mas abordando conteúdos de matemática de uma forma mais lúdica, situações relacionadas com jogos e desafios de matemática.
À final, cada escola concorreu com uma equipa que integra seis alunos (do 10.º ao 12.º anos).
A JB, as docentes de matemática responsáveis da VITI, Sandra Caçador e Joana Santos, dizem que “a matemática já não é vista como uma disciplina tão temida” e que vai sendo “desmistificada”.
De destacar que a realização das provas teve lugar na VITI, tendo ainda os docentes realizado uma visita ao Aliança Underground Museum da Aliança Vinhos de Portugal, assim como, da parte da tarde, e antes da cerimónia da entrega dos prémios, teve lugar uma palestra com Vera Afreixo, do departamento de Matemática da Universidade de Aveiro, subordinada ao tema “Algumas estatísticas curiosas”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Anadia: Plano de Prevenção e Emergência nas Escolas testado em simulacros

Nos passados dia 3 e 4 maio, nos Polos Escolares de Sangalhos e Avelãs, foi testado o plano de prevenção e emergência da escola. Integrado no projeto Ser Protegido e dinamizado pela Equipa da UCC Anadia em articulação com Agrupamento de Escolas de Anadia, esta atividade contou com a participação dos Bombeiros Voluntários de Anadia, Câmara Municipal de Anadia, Juntas de Freguesia, GNR de Anadia e INEM.
Segundo a coordenadora da UCC, Silvana Marques, esta atividade pretende desenvolver procedimentos de planeamento, de coordenação e de conduta que melhorem as condições de segurança dos alunos e professores em situação de emergência impostas por evacuação urgente da escola, informar a população da área envolvente e os familiares dos alunos, para evitar situações de pânico, mobilizar os meios de socorro. Um Plano de Prevenção e Emergência pode, segundo esta responsável, definir-se como a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a evitar ou minimizar os efeitos das catástrofes que se prevê possam vir a ocorrer em determinadas áreas, gerindo, de uma forma optimizada, os recursos disponíveis.
Assim, um Plano de Prevenção e Emergência constitui um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional, uma vez que, ao identificar os riscos, estabelece os meios para fazer face ao acidente e, quando definida a composição das equipas de intervenção, lhes atribui missões.
Tem sido, ao longo dos últimos anos, desenvolvido esta atividade nas escolas de forma a criar condições para que os acidentes não ocorram e contribuindo para a aquisição de hábitos de segurança. “Queremos promover esta atividade em todas as escolas do concelho”, frisou Silvana Marques. Este ano, estiveram envolvidos cerca de 200 alunos, 40 docentes e 30 auxiliares de apoio educativo e alguns encarregados de educação. Esta atividade, para além do exercício de simulacro, contou ao longo de algumas semanas, com ações teóricas em sala de sala, treino de evacuação e formação específica para docentes e não docentes de utilização de extintores.
A coordenadora do projeto agradece “a excelente participação da equipa dos Bombeiros Voluntários de Anadia, sob o Comando da Comandante Ana Matias, à Câmara Municipal pela resolução das disfunções encontradas nos respetivos estabelecimentos, aos professores e pessoal não docente dos polos escolares pela participação da atividade localmente, à GNR de Anadia e especialmente às crianças, que tiveram nota máxima na eficácia e eficiente dos procedimentos ensinados”.

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Anadia: Orquestra Desigual da Bairrada inaugura sede

A Orquestra Desigual da Bairrada (ODB) deu mais um importante passo no último domingo, dia 8 de maio. Esta jovem associação, que completou um ano de vida no passado mês de fevereiro, acaba de inaugurar a sua sede no Edifício do Mercado Municipal, em Anadia.
Perante várias dezenas de amigos e convidados, Esmeralda Ferreira, presidente da direção, destacou o facto deste dia ser “a concretização de um sonho”, que se materializou em janeiro, com a passagem para esta nova casa. Aqui, a ODB tem duas salas, uma de cariz social e outra para os ensaios.

Um ano de sucesso. Em apenas um ano de existência, todos os 18 elementos que integram a ODB, quase na totalidade músicos amadores, podem orgulhar-se do trabalho realizado: um ano recheado de realizações, convívios e concertos, mas com vários projetos em carteira. Esmeralda Ferreira destacou a intenção de fazer crescer a ODB, com a entrada de gente jovem e de novos instrumentos (faltam clarinetes e violinos), mas também a intenção de abrir mais secções.
“A ODB é fruto de um conjunto de pessoas muitíssimo diferentes umas das outras, que têm em comum o facto de adorarem música”.
O repertório vai da música popular portuguesa até ao fado, passando pelas baladas e pela música clássica adaptada à ODB.
Com uma média de idades a rondar os 55 anos, a verdade é que o dinamismo, a energia e a alegria de todos os seus membros é deveras contagiante.
Isso mesmo foi sublinhado pela edil anadiense Teresa Cardoso que, na ocasião, se dirigiu à Orquestra como “um grupo que não sendo de jovens, tem um espírito muito jovem, uma energia espetacular e que conseguiu criar um projeto Desigual porque não há outro igual no concelho ou na região.”
Na hora dos discursos, Esmeralda Ferreira realçou a “desigualdade” do grupo porque “cada um, à sua maneira, ajuda a crescer e a dinamizar a ODB”. Por isso, acredita que estão no bom caminho: “queremos vir a desenvolver outras áreas musicais relacionadas com a dança, mas em géneros que ainda não sejam praticados em Anadia” por forma a continuar a fazer jus ao nome “Desigual”.

Força, dedicação, energia e empenho. A edil Teresa Cardoso não escondeu o seu carinho pela Orquestra devido “à forma como vocês sempre se dirigiram à Câmara, pela vossa compreensão, pela forma de estar e atitude, pela vossa garra, força, energia e dedicação”, sendo “um bom exemplo para todas as associações que existem no concelho. Não há adjetivos suficientes para vos classificar”.
Teresa Cardoso salientou ainda o trabalho desenvolvido no âmbito do projeto Sentir Anadia que tem conseguido mobilizar associações e coletividades que até estavam algo dispersas no concelho. “Conseguimos que se organizassem, se aproximassem. Essa é uma realidade e hoje sinto que todas têm uma forma de estar diferente”. Uma mudança de estar que é também “motivadora” para a Câmara Municipal.
Neste dia de festa, Esmeralda Ferreira fez um balanço muito positivo do primeiro ano de atividade. Um ano marcado por inúmeras atuações, muitas de cariz solidário, mas com um feedback enorme, que “nos impulsiona e motiva a continuar e a fazer muito mais”. Daí que, só neste primeiro semestre de 2016, estejam já agendados dez concertos, na região e fora dela.
Na ocasião, destacou ainda o papel do director musical, Joaquim Peixinho, que tem tido “muito trabalho com a ODB” e que tem feito “mais um desempenho Desigual”, difícil de igualar.
A JB recordou que este sonho teve como primeira casa, em 2014, as instalações da Escola Primária de Mogofores, e que é graças ao apoio da Câmara Municipal de Anadia que “hoje aqui estamos. O apoio e incentivo da autarquia permitem que continuemos a fazer mais e melhor”.
“Na Câmara Municipal de Anadia encontramos pessoas inexcedíveis no seu desvelo (edil Teresa Cardoso; vice-presidente Jorge Sampaio e vereador Lino Pintado), que nos ajudaram a dar largas ao nosso projeto.”

Solidariedade e donativos. Felizardo Bandeira, “pai” da Orquestra por si sonhada e responsável pela área da tesouraria, avançou também que, apesar dos concertos solidários que vão realizando, a ODB tenta fazer o equilíbrio nas contas, estando a sua sobrevivência muito dependente de donativos. Por isso, a ODB vai avançar com uma angariação de sócios (quotas) para poder fazer face às despesas, já que, como explicou, “só o apoio financeiro da autarquia não chega”.
Em dia de festa, também Armando Castro, presidente da Assembleia-geral, se mostrou muito satisfeito com o trabalho realizado. Foi com orgulho que falou do esforço e dedicação que todos têm emprestado a este projeto. “O trabalho solidário dá-nos muito prazer mas temos de continuar a ter o apoio da Câmara de Anadia, de amigos e mecenas para fazer face aos investimentos realizados (equipamento de som e instrumentos).”
Catarina Cerca

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Anadia: Chuva não tirou brilho à Feira Medieval

Foi com mais uma edição da Feira Medieval que a Câmara Municipal de Anadia assinalou o feriado municipal, no passado dia 5 de maio, evento que decorreu no centro da cidade de Anadia e que teve início na véspera.
Desde 2014, ano em que se comemoraram os 500 anos dos forais manuelinos de Anadia, que a autarquia escolhe a Quinta-Feira da Ascensão, ou Dia da Espiga, para recordar o passado remoto das terras de Anadia. Dedicada ao tema do vinho, a Feira Medieval de Anadia foi ocasião para, mais uma vez, animar o centro da cidade com teatro de rua, recriações históricas, espetáculos de malabares, música e performances diversas, protagonizados pelos grupos Viv’arte, Tradicionalis, Malatitsche e Mozárabes. Ainda neste âmbito, cabe destacar o espetáculo protagonizado pela Ritornello – Associação Cultural, que, na Praça do Município, apresentou, na noite de 4 de maio, “Livietta e Tracollo”. Com encenação de Ricardo Kalash, em palco estiveram Tânia Ralha (soprano), Nuno Mendes (barítono), Hugo Fonseca e Guilherme Portugal (mimos), acompanhados pela Camerata Joanina, sob a direção musical de António Ramos.
Os mercadores e artesãos que se deslocaram a Anadia ultrapassaram, nesta edição, as sete dezenas e, como habitualmente, também as instituições do concelho estiveram representadas no certame: 14 tasquinhas de freguesias, exploradas por associações locais, e ainda cinco bancas de venda, a cargo de IPSS’s. À semelhança do ano anterior, a feira contou com uma área de jogos medievais, dinamizada pelos serviços da autarquia, onde a presença de miúdos e de graúdos foi uma constante.
Apesar das condições atmosféricas adversas que se fizeram sentir no segundo dia do evento, o balanço é, mais uma vez, extremamente positivo, graças à presença de numerosos visitantes, que contribuíram para dois dias de animadíssima festa.

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EB 2/3 Vilarinho Bairro: Sucesso consolida 10.ª Caminhada pelo Coração

 

O sucesso, que já era inquestionável, da Caminhada pelo Coração, promovida pela Escola Básica 2/3 de Vilarinho de Bairro ficou definitivamente consolidado com a 10.ª edição, realizada no passado dia 4 de maio. Um evento ao qual não faltou a própria presidente de Câmara que, a par de alunos, professores e encarregados de educação, percorreu, a pé, os mais de cinco quilómetros que separam aquele estabelecimento de ensino da Lagoa de Torres.

Caminhada plena de significado por se estar em maio, mês do coração. Este ano, a 10.ª edição contou com a presença de um convidado especial. O Professor Doutor Polybio Serra e Silva, presidente da Delegação Centro da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) marcou presença e mostrou-se bastante agradado com o ambiente vivido neste estabelecimento de ensino, tanto ao nível do espaço “agradável, simpático e arranjado”, mas também com a moldura humana, com os jovens bem dispostos para participar em mais uma iniciativa escolar.
Uma caminhada pelo coração, “plena de significado por se estar em maio, mês do coração”, este ano dedicado pela FPC à “insuficiência cardíaca”, doença cardiovascular que podemos prevenir, adotando um estilo de vida saudável.
Polybio Serra e Silva sublinhou a necessidade de se saber distinguir atividade física, de exercício físico e de desporto, sendo esta caminhada a forma mais simples de realizar atividade física.
“De pequenino se torce o pepino”, disse, para justificar que é desde pequeno, em idade escolar, que se deve educar a criança para um estilo de vida saudável. “Devemos introduzir o bichinho da atividade física desde cedo” e “todos devemos praticar 30 minutos de caminhada diária para prevenir doenças cardiovasculares”, acrescentou.
Na ocasião, frisou que o álcool, o tabaco, o açúcar, a gordura saturada devem ser evitados. “É fundamental sensibilizar a população para estas questões, para o equilíbrio e moderação na alimentação.”
Quanto à caminhada propriamente dita, avançou ser “uma iniciativa meritória”, mas também “inteligente” pelo facto de, através das crianças e jovens, se pretender chegar aos adultos, já que os filhos conseguem sempre despertar mais os pais para estas questões.

Presidente da autarquia não faltou ao evento. Também estreante nestas andanças da Caminhada pelo Coração esteve a edil Teresa Cardoso. A presidente da Câmara Municipal de Anadia vestiu (literalmente) a camisola e caminhou os cerca de cinco quilómetros que distam a escola da Lagoa de Torres.
O dia de sol tórrido adivinhava uma caminhada difícil mas a verdade é que todos chegaram ao fim e com uma enorme disposição. Pelo meio da natureza, circundados por vinhas e pinhais, os participantes foram pondo a conversa em dia, ouvindo música e descontraíndo num dia de grande animação.
De facto, pela primeira vez, a adesão foi maciça e a comunidade educativa esteve em força nesta caminhada.
Com saída da escola por volta das 11h30, foi debaixo de um sol escaldante que mais de 300 pessoas participaram na caminhada promovida no âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES).
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso avançou que esta 10.ª edição se revela um êxito, ano após ano, e que a Escola de Vilarinho do Bairro tem sabido aqui marcar uma posição nesta atividade que tem vindo a crescer, ao conseguir envolver escola, pais, enfim, toda a comunidade educativa.
“Esta caminhada tem, de forma eficaz e persistente, sabido alertar e despertar as pessoas para as questões da saúde e do bem estar”, por isso “é um projeto louvável”, acrescentou.

Escola de afetos. Já a docente Alexandra Gonçalves, coordenadora da Escola Básica 2/3 de Vilarinho do Bairro destacou o facto da total adesão da comunidade escolar a este evento mostrar que esta é, efetivamente, “uma escola de afetos” com docentes que já aqui não lecionam e estão colocados noutras escolas a partilhar a sua hora de almoço, neste dia, na Caminhada pelo Coração, em Torres. Por outro lado, destaca o facto de, pela primeira vez, todo o pessoal não docente da escola querer aderir à caminhada, que envolveu também este ano um maior número de pais e encarregados de educação. A docente sublinhou ainda a particularidade de, sendo esta uma atividade voluntária, “é de aplaudir que os professores e alunos que neste dia não têm aulas da parte da tarde ou estão livres o dia todo marquem presença. Isto mostra o empenho de todos para que esta seja uma iniciativa marcada pelo êxito”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Anadia: Pavilhão recebeu 400 peregrinos de Amarante

O requalificado Pavilhão Municipal de Anadia serviu, pela primeira vez, de palco a uma situação inédita.
No último sábado, dia 7 de maio, serviu de teto a 340 peregrinos e 60 voluntários responsáveis pela logística e apoio ao grupo, proveniente da zona de Amarante. Até Fátima são 290 quilómetros.

Condições do pavilhão elogiadas. Com trinta anos de existência, este espaço requalificado recentemente nunca tinha sido utilizado para este efeito. Comparado pelos peregrinos a um “hotel de cinco estrelas”, esta solução só foi possível graças à recetividade da autarquia ao pedido feito pelo docente José Araújo, professor do Agrupamento de Escolas de Anadia, presentemente a dar aulas em Coimbra. Com laços familiares à zona de Amarante e porque a zona centro do país, há alguns anos atrás, não possuía muitas ofertas aos peregrinos em matéria de dormidas, decidiu ajudar a amiga Adelina Guimarães: “ela lançou-me o repto e aceitei. Durante anos, este grupo, entre o Colégio de Albergaria e Cernache, tem contado com o meu apoio. O local de descanso foi sempre, na zona de Anadia, o pavilhão da velha Escola Secundária, entretanto desativada.” Confrontados com a falta de um local para ficar, a autarquia disponibilizou, a título gratuito, o pavilhão.
A edil Teresa Cardoso que, ao início da tarde de sábado, esteve junto dos peregrinos e da organização, confirmou que nunca o pavilhão tinha recebido tão grande número de peregrinos e que se está a revelar um espaço capaz de responder também a este tipo de solicitações. Uma situação invulgar e excecional.
“A câmara municipal, ao disponibilizar este espaço, está aqui também a desempenhar um papel social. Nestes dias e nestes momentos, não há ninguém que se possa recusar a ajudar ou a fazer este tipo de apoio”, avançou a autarca de Anadia. “Não podemos fechar as portas nem virar as costas a este tipo de pedidos.”
O facto dos peregrinos compararem este espaço a “um hotel de cinco estrelas”, é uma avaliação que deixa a edil Teresa Cardoso muito satisfeita: “encontram aqui espaços amplos que permitem a deslocação e movimentação por diversos setores: enfermagem, descanso, sanitários e banhos, zona de refeições.”

Sete dias a montar a tenda. O grupo de 400 pessoas, das quais 340 são peregrinos, saiu da zona de Amarante há quatro dias. A dormida anterior foi em Albergaria-a-Velha e no sábado, dia 7, almoçaram e dormiram em Anadia. Até chegarem ao Santuário de Fátima terão ainda mais três dias de viagem, este ano num percurso muito duro devido ao mau tempo que se tem feito sentir.
Adelina Guimarães, responsável pela organização, é a “mãe” desta enorme família. Há 27 anos que organiza peregrinações. Começou ainda com a sua mãe nestas lides e com grupos pequenos de 18 pessoas. Com o passar dos anos, a “família” foi aumentando e hoje atinge este número impressionante, que obriga a uma logística igualmente incrível.
“Como não conseguia nem podia vir a pé, decidi que me iria dedicar a ajudar os outros, oferecendo toda a ajuda possível”, revelou a JB, destacando que o grupo, hoje, integra peregrinos de diversas localidades: Celorico de Basto, Amarante, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Gaia, Porto, Maia, entre outras localidades.
“Somos também um grupo de pessoas de todas as idades. Este ano, o mais jovem tem 17 anos e o mais idoso 77 anos. Temos pessoas de todas as condições sociais que em comum têm a fé e a devoção em Nossa Senhora.”
Adelina Guimarães destaca ainda que o grupo integra um padre. “O padre Mário Abel Duarte vem todos os dias, às 15h, para a nossa beira e celebra a eucaristia diariamente, às 18h30. É assim há oito anos.”
A organização é tão detalhada que este enorme grupo tem 20 guias (responsáveis por 25 peregrinos cada um), que caminham ao lado dos peregrinos e não os deixam passar da linha de segurança. Um médico, vários enfermeiros e uma ambulância fazem parte do apoio, tal como um camião de onde, diariamente, é carregada e descarregada, por voluntários, toda a bagagem dos peregrinos. São cerca de 400 malas.

Filhas são grandes aliadas. Embora Adelina Guimarães tenha feito a promessa de ajudar peregrinos enquanto puder, a verdade é que tem tido nas filhas as principais aliadas. “Crescemos neste ambiente e neste espírito. Sentimos também alguma responsabilidade”, diz Marisa Cunha, responsável pela cozinha, desde 2005.
Para tantos dias e tanta gente, “as refeições são pensadas e organizadas com alguma antecedência. Tudo o que é mercearia e frescos vem de casa, pois no caminho podemos não encontrar as quantidades de que necessitamos. Assim, vários veículos longos trazem arcas frigoríficas com carne e peixe, outros trazem as hortaliças, fruta e legumes e outra viatura traz as bebidas, não faltando sequer o café.”
As refeições são preparadas por várias equipas, em fases diferentes. Todos sabem o que fazer. Cada um tem as suas funções e, apesar do elevado número de pessoas, não há atropelos e tudo decorre sobre rodas.
A equipa do pequeno-almoço é composta por sete pessoas que se levantam à mesma hora dos peregrinos (5h). Essa equipa sai com eles por volta das 6h e já tem um determinado local onde vai servir o pequeno-almoço em segurança. Levam tudo o que é necessário, louça, pão, leite, café, sumos, chá, fiambre, queijo, marmelada, fruta. Depois, o almoço é preparado pela equipa que ficou para trás, ainda no local anterior. “Esta grande equipa levanta-se, faz a limpeza do local, deixa tudo limpo e arrumado e a seguir desloca-se para o local seguinte. Aí, por volta das 9h30 monta literalmente a barraca e inicia a preparação das refeições – almoço e jantar. São mais de 60 voluntários a confecionar sopa, prato principal, fruta e uma sobremesa de colher.
Elisabete Cunha, irmã de Marisa, é enfermeira e está radicada na Suíça. Tira todos os anos uns dias de férias, em maio, para ajudar a mãe e os seus peregrinos. Fá-lo há cerca de 18 anos. “Os principais problemas são as bolhas nos pés e as dores musculares e algumas doenças associadas e crónicas”, diz, dando conta de que são situações normais, já que se anda uma média de 45 quilómetros por dia. “Tudo depende do estado de espírito. Se estiver em alta, fazem a peregrinação a saltar e a correr; se o estado de espírito estiver fragilizado, deprimido, as dores são a dobrar. O estado psicológico potencia o físico”.
Acrescente-se que o grupo de nove enfermeiros sai com os peregrinos às 5h da manhã. O acompanhamento na estrada é permanente até ao ponto onde vão ficar. Ali, já está Elisabete Cunha a preparar a chegada e a montar o gabinete de enfermagem. “Os peregrinos chegam, comem, tomam banho e começam imediatamente os tratamentos”, avança.
“Aqui partilhamos tudo. O grupo é uma família. Rimos, choramos, partilhamos as nossas dores, as nossas agonias, os nossos problemas de casa. Somos a família peregrina”.
Catarina Cerca

Posted in Anadia, Por Terras da Bairrada0 Comentários

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