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Apreendidos objetos furtados em oficina e em casa


O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Aveiro, nos passados dias 14 e 15 de julho, em Oiã, com a colaboração do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial da GNR de Anadia, no âmbito de uma investigação de inquérito em curso efetuou duas buscas, uma domiciliária e outra em armazém/oficina, tendo apreendido objetos que foram furtados do interior de residências situadas na localidade da Taipa – Requeixo – Aveiro. Foram identificados um homem de 44 anos de idade e de uma mulher de 37 anos de idade, suspeitos de recetação do material furtado.
Segundo comunicado da GNR, “dos objetos recuperados destacam-se duas motos roçadoras, uma moto-enxada, duas rodas fresadoras, três motosserras, um gerador, um aparelho de soldar, dois computadores, um telemóvel e uma máquina fotográfica, correspondendo a um valor aproximado de 1.600 euros”.
As diligências continuam com vista a recuperação de outros objetos furtados.

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Biblioteca Municipal de Anadia: Entrega de prémios em dia de aniversário da Biblioteca


No passado dia 5 de julho, a Biblioteca Municipal de Anadia celebrou o 6.º aniversário, numa tarde repleta de momentos especiais, com enfoque para a entrega de prémios aos vencedores da 5.ª edição do Concurso Escolar “Ler & Aprender” e da 6.ª edição do Concurso de Poesia “Letras da Primavera”.
Relativamente ao concurso escolar, todos os trabalhos vencedores conferiram ao respetivo estabelecimento de ensino, a possibilidade de receberem um prémio pecuniário, previsto no Regulamento do Concurso. Já o concurso de poesia “Letras da Primavera”, uma singela homenagem ao cruzamento do Dia Mundial da Poesia com o início da Primavera, este ano, no âmbito das comemorações do 25 de Abril, foi dedicada ao tema da Liberdade.
Na ocasião, a edil anadiense Teresa Cardoso referiu que “celebrar o aniversário da Biblioteca Municipal é celebrar todos aqueles que dão sentido ao nosso trabalho: os nossos utilizadores. Não os podemos ter todos connosco, pois precisaríamos de um espaço bem maior, por isso, de uma forma simbólica, prestaremos uma homenagem àqueles que, no último ano, mais frequentemente nos visitaram e usaram os nossos recursos e serviços”, não deixando de destacar também que a Biblioteca Municipal tem desenvolvido vários projetos de aproximação à comunidade.
“A nossa grande preocupação é as pessoas. É nelas que centramos o nosso trabalho. Tudo quanto fazemos só tem sentido se, de alguma forma, contribuir para tornar a vida das pessoas melhor, mais fácil, e, quem sabe, mais feliz!”, disse, deixando ainda uma palavra de elogio aos mais jovens, aos seus encarregados de educação e aos seus professores, pela dedicação espelhada nos resultados alcançados em todos os desafios propostos.
No projeto BiblioSocial, a Biblioteca Municipal de Anadia elegeu o Centro Social Maria Auxiliadora de Mogofores como a instituição que, ao longo do último ano, mais empenho demonstrou na promoção do livro e da leitura junto dos seus utentes. Já no Projeto BiblioEscola, houve lugar a duas distinções: uma para o 1.º CEB, atribuída à professora Anabela Ferreira Santos e outra para o Pré-escolar, atribuída à Educadora Ana Paula Silva, ambas do Centro Escolar de Arcos. Seguiu-se a distinção dos utilizadores individuais e, na categoria Infanto-Juvenil, foram agraciados Anna Sofia Kravets Boklach (5 anos), de Anadia, Francisco Marques Santos (5 anos) da Malaposta e Gabriel Bizarro Monteiro (5 anos) de Tamengos. No que respeita aos Adultos, foram distinguidos: Alice da Costa Duarte Trindade, de Sangalhos, Maria Elizabete Lopes Martins, de Vila Nova de Monsarros e Sílvia Margarida Batista Ferreira, de Óis do Bairro.
De realçar também as atuações que abrilhantaram a cerimónia, protagonizadas por alunos da Secundária de Anadia, EB n.º 2 de Anadia e EB n.2 de Vilarinho do Bairro, Colégio Nossa Senhora da Assunção, e Colégio Salesiano de São João de Bosco.

Vencedores
“Ler & Aprender”
Género Lírico
1.º CEB: 1.º Margarida Cruz, CNSA “A amizade”; Menção Honrosa, Pedro Duarte, CNSA, “Um pedacinho de amor”.
2.º CEB: 1.º Dinis Costa, CSSJB “O mar”; Menção Honrosa, Henrique Ferreira, EB n.º 2 de Anadia “O que há nos livros”.
3.º CEB: 1.º Maria Rocha, CSSJB “Os Livros”; Menção Honrosa, Ana Neta Pereira, EB n.º 2 de Anadia, “Saudade”.
Secundário: 1.º, Inês Figueira, CNSA. “Amor impossível”; Menção Honrosa, Afonso Pereira, CNSA, “Avenida da minha cidade”.
Género Narrativo
1.º CEB: 1.º Hugo Almeida, CNSA “No reino da imaginação”; Menção Honrosa, Constança Seabra, CNSA “O capacete azul”.
2.º CEB: 1.º João Patrão, CNSA, “Encontros de Primavera”; Menção Honrosa, Carolina Fontes, CNSA, “Férias na lua”.
3.º CEB: 1.º Beatriz Duarte, EB n.º 2 de Vilarinho do Bairro, “Ups…”; Menção Honrosa, Filipa Cerca, CSSJB, “O pequeno pintor”.
Secundário: 1.º Catarina Alves, ESA, “Uma viagem”; Menção Honrosa, Sara Cunha, CNSA, “A ilha mágica”.

Concurso “Letras da Primavera”
1.º Maria Celeste Torres, Sangalhos, com o poema “Liberdade”; 2.º Joaquim Armindo, Mogofores, com o poema “Retrato em branco e negro”; 3.º João Pereira, do Outeiro de Baixo, com o poema “O preço do berço”.

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Anadia: “Ser bombeiro por uma semana” ensina valores aos mais jovens


Chegou ao fim a atividade “Ser Bombeiro por uma semana”, realizada entre os dias 30 de junho e 4 de julho, pela Escola de Infantes e Cadetes do Corpo de Bombeiros Voluntários de Anadia.
Foi uma semana cheia de atividades, nas quais jovens entre os 6 e os 16 anos puderam experimentar vários exercícios e ações próximas da profissão de Bombeiro.
A discussão e a instrução de temas sérios foi feita sempre em ambiente de brincadeira e boa disposição. “Estamos certos que, nesta semana, todos os jovens partilharam os valores do altruísmo, ajuda ao próximo e responsabilidade e foram proporcionadas novas experiências e contacto com outros jovens”, avança a comandante Ana Matias.
Durante a semana, os jovens tiveram a oportunidade de assistir a sessões teóricas relativas aos temas “O voluntariado”, “A Floresta”, “Direitos e Deveres dos Bombeiros”, bem como a sessões práticas, tais como “Salvamento na água”, “Utilização de extintores”, “Salvamento em grande ângulo”, “AVC” e técnicas praticadas em emergência pré-hospitalar.
Foram feitas visitas ao CODU a Coimbra e com a colaboração do INEM – Coimbra realizou-se a montagem de um PMA (Posto Médico Avançado) e instrução de Suporte Básico de Vida.
A todos os jovens foi ensinado a “Ordem Unida”, conjunto de conhecimentos base, de modo a executar de forma correta os movimentos como a marcha, continência e a disciplina em termos similares à atividade militar.
Segundo ainda a comandante da corporação anadiense, as brincadeiras e o convívio estiveram presentes em vários jogos e caminhadas, assim como a corporação contou com o apoio da Câmara Municipal de Anadia “como parceira fundamental e sempre disponível nesta atividade e no apoio total das refeições e transportes necessários”.
A iniciativa contou igualmente com o apoio total da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia.
“A reunião destes dois parceiros permitiu proporcionar aos participantes uma semana sem custos para os encarregados de educação e permitiu ainda a ocupação dos jovens em tempo de férias escolares”, acrescentou Ana Matias, acrescentando que “a semana não teria sido possível sem a presença e coordenação de todos os Bombeiros e funcionários da Câmara Municipal de Anadia (com funções de monitores) que estiveram presentes durante toda a semana e que foram incansáveis no apoio e ensinamento a todos os jovens.”
Uma experiência que classifica de “fantástica para quem esteve presente”, sendo certo que será para continuar num futuro próximo. “Por agora mantemos a Escola de Infantes e Cadetes com atividades ao longo do ano e que funciona aos sábados”, concluiu.

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Curia Tecnoparque: Empresa de Anadia entre as finalistas de concurso de design


A Tekna Creative, sediada na Incubadora de Empresas do Curia Tecnoparque, viu o seu projeto “O Luso” reconhecido como um dos 45 finalistas do concurso de design promovido pela Galp. A empresa bairradina conseguiu destacar-se entre as mais de 1100 candidaturas recebidas a nível nacional.
O desafio lançado pela Galp a estudantes universitários e a profissionais na área do design passava pelo desenvolvimento de uma nova imagem para as garrafas de gás butano. A Tekna Creative respondeu ao desafio com o projeto “O Luso”, um personagem criado com linhas simples, inspiradas em personagens estilo Lego, em grande parte “guiado” pelas linhas da garrafa.
A garrafa foi decorada com pasta de papel, e tinta acrílica, e tem um misto de trajes típicos de Portugal, com as suas cores garridas, e um padrão estilo filigrana aplicado no seu colete dando-lhe um toque mais artístico. Pasta de papel, papel de feltro, cartão, plástico usado, fimo e tinta acrílica foram os materiais escolhidos pela Tekna Creative.
“O Luso” quer demonstrar a amistosidade do povo português, com o seu ar engraçado e amigável, a sua relação com a tradição e costumes e a sua habilidade e inteligência. Quer ainda representar os trajes garridos do folclore português, a filigrana tão bonita quanto complexa, e, ao mesmo tempo, a simplicidade que há em nós… Afinal, “O Luso” é construído com pouco mais do que pasta de papel e muita imaginação.

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Empresário de leitões condenado a 14 anos de prisão


O Tribunal de Anadia condenou, na terça-feira, a 14 anos de prisão um antigo empresário de leitões da Bairrada acusado de, em 2008, ter matado a tiro um seu concorrente, de 29 anos. Fernando Ribeiro foi ainda condenado a dois anos de prisão por um crime de detenção de arma proibida. Em cúmulo jurídico, o tribunal aplicou-lhe uma pena única de 14 anos de prisão. Além da pena de prisão, o arguido terá de pagar aos familiares do falecido uma indemnização de 250 mil euros.

Desentendimento. Fernando Ribeiro, 46 anos, baleou mortalmente Carlos Trancho, 29 anos, na noite de 6 de março de 2008, na rua principal de Alpalhão, em Anadia, tendo fugido para o estrangeiro.
O tribunal deu como provado que Fernando Ribeiro agiu de forma livre e consciente, querendo matar Carlos Trancho motivado por um desentendimento entre ambos e para tentar evitar pagar uma dívida de dez mil euros.
Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente disse que nenhuma prova foi produzida sobre as alegadas ameaças de morte feitas aos arguido e aos seus familiares por parte da vítima. “Não ficou provado que esteja arrependido e que recebeu ameaças de morte”, acrescentou o magistrado, ressalvando não ser possível concluir, ainda assim, que o arguido persistiu no crime com antecedência, pois este “agiu num impulso numa discussão”, o que levou a optar por homicídio simples e não qualificado.

Legítima defesa. O Tribunal também não deu credibilidade à tese do arguido que dizia ter agido em legítima defesa, julgando que a vítima estava a pegar numa arma para disparar contra si.
“Atendendo que Carlos Trancho pesava 119 quilos, nunca este iria fazer o gesto que o arguido descreveu”, disse o magistrado, explicando ainda que “não foi possível determinar o momento em que o arguido decidiu matar Carlos Trancho. O que não se pode concluir é que foi uma decisão calculada e pensada, mas fruto de um impulso gerado numa discussão”.
Não ficou provado que “o arguido tenha disparado para qualquer zona do corpo e que depois do disparo tenha entrado em pânico e sem saber o que fazer e que só tenha saído do local quando verificou que o mesmo estava vivo”. Assim como não ficou provado, como parte da contestação, que “o arguido se tenha arrependido”.

Desculpas. No final, o juiz presidente, dirigindo-se ao arguido, afirmou que “a sua atitude é muito reprovável e censurável e colocou em causa o sentimento de arrependimento demonstrado durante o julgamento”. “É profundamente reprovável o ato que cometeu e não há nada que justifique matar uma pessoa, ainda para mais quando havia um bom relacionamento entre ambos”.
“Impunha-se que o arguido se entregasse à justiça, mesmo que não o fizesse no início, esperava-se que o fizesse num curto espaço de tempo, mas não foi o que fez. O arguido resolveu fugir e reconstruir a sua vida, perfeitamente indiferente ao sofrimento que causou a esta pessoa e aos seus familiares.” “Quem se arrepende, apresenta-se à justiça e pede desculpas. Não foge”, acrescentou.
“Não pode o Tribunal aceitar o arrependimento de quem não se arrependeu, nem sequer pediu desculpas. Esperemos, neste tempo em que vai estar em reclusão que reflita no mal que causou a estas pessoas”, finalizou o magistrado.
O arguido, que se encontra em prisão preventiva, vai manter-se nessa situação até ao trânsito em julgado da decisão.

Acusação. Segundo o despacho de acusação do MP, a vítima mortal encontrava-se naquele local, dentro do seu carro, à espera de um indivíduo que lhe devia dinheiro, quando o suspeito chegou e parou a sua viatura, em sentido contrário.
Na ocasião, gerou-se uma discussão entre os dois homens, tendo o arguido, a dado momento, sacado de uma arma de fogo e disparado um tiro em direção à cabeça da vítima, que teve morte quase imediata.
Segundo a acusação, o arguido agiu por “avidez” e “com frieza de ânimo”, procedendo à limpeza das armas que possuía na manhã do crime e aproveitando o conhecimento do paradeiro da vítima no dia e hora em que desferiu o tiro fatal, atuando assim em circunstâncias que revelam especial censurabilidade.
Após o crime, o arguido fugiu para Espanha e seguiu para França, antes de viajar para Cabo Verde, onde foi localizado em 2013, sendo depois extraditado para Portugal para ser julgado.

Recurso. A defesa vai recorrer – já que alega legítima defesa – e os advogados da família Trancho admitem também o recurso por considerariam estar preenchidos os requisitos para a condenação por homicídio qualificado, como inicialmente vinha acusado, e não simples como foi condenado.
Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Anadia: Rotary Club inaugura marco rotário na Curia e nova direção toma posse


O Rotary Club Curia Bairrada esteve em festa na última sexta-feira, dia 4 de julho. No dia em que inaugurou um marco rotário na estância Termal da Curia, procedeu ainda à transmissão de tarefas. Filomena Morais sucede, assim a Jorge São José na liderança deste Club.
Um evento muito participado que contou com a presença da autarca de Anadia, Teresa Cardoso, mas também do presidente da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Tamengos, Aguim e Óis do Bairro, Óscar Ventura, dos representantes de vários clubes rotários, bem como a presença maciça dos membros deste Rotary Club, seus familiares e amigos.

Alegoria à União e à Paz. O novo marco rotário foi descerrado na principal rotunda da Curia. Trata-se de uma peça escultórica, da autoria do artista bairradino, Carlos do Amaral, sendo uma alegoria à União, à Paz, à Concórdia, à Solidariedade e ao Servir, bem como à Família e à Entreajuda.
Na ocasião, o presidente do Rotary Club Curia Bairrada, Jorge São José, referiu que, embora não sendo importante para o desenvolvimento da sua ação, este marco “visa assinalar a existência do Rotary na comunidade onde se insere, bem como manifestar a toda a população a sua disponibilidade para fazer jus a um dos seus princípios: dar de si antes de pensar em si”. Este responsável destacou ainda o papel importante que o membro do Rotary Club, Manuel Fernandes, teve na concretização deste objetivo.
Jorge São José recordou aos presentes que o lema rotário do ano que agora termina “Viver Rotary, Transformar Vidas”, foi plenamente praticado pelo Clube, tendo referido ajudas importantes que, em parte, transformaram a vida de quem as recebeu, assegurando ainda que o Clube irá continuar a sua ação de ajuda à comunidade e que, em colaboração com a Câmara Municipal de Anadia, pretende ter um papel ainda mais ativo nesta sua missão.
Também Teresa Cardoso destacou todo o trabalho que o Rotary presta ao concelho e, elogiando o autor da peça pela beleza da obra que criou, disse que será um bom testemunho da presença do Clube, no entanto, mais importante do que o marco, é a obra que o Rotary realiza e as suas ações.
A edil referiu ainda que é muito importante para o concelho ter a presença dos rotários, bem como de outras organizações similares, pois assim a ação no município será mais eficaz.
Na ocasião lembraria que, além de ser presidente da Câmara, tem também a responsabilidade da Ação Social e que pretende estreitar relações com o Rotary, de modo a poder ser dada resposta mais urgente a algumas situações sociais, em que por vezes a burocracia não permite uma ajuda tão rápida, por parte dos serviços municipais.
No final deste momento único na vida do Rotary Club Curia Bairrada, teve lugar, no Hotel das Termas da Curia, o jantar de Transmissão de Tarefas, deste Rotary Club.

Transmissão de tarefas. Foi durante o jantar que o presidente cessante Jorge São José fez um balanço da ação desenvolvida durante o ano rotário, que agora termina, referindo alguns casos concretos de ajudas a pessoas mais desfavorecidas e a vários setores da sociedade.
“Foi um ano muito positivo na missão que o Rotary Club Curia Bairrada desenvolve na comunidade, tendo consolidado a sua ação e reforçado a sua interligação com vários agentes da ação social”, disse, terminando com um agradecimento a todos os membros do Rotary Club, pois sem eles não teria sido possível o bom desempenho efetuado.
Já Filomena Morais, presidente que lhe sucede, resumiu os objetivos que pretende atingir no próximo ano rotário, destacando a permanente ação social e ajuda à comunidade como preocupação fundamental. Referiu ainda uma parceria que já está em curso com o Rotary Coimbra-Santa Clara, que irá permitir a realização de um Ryla em Anadia. “Com a cooperação que pretende manter e reforçar com outros clubes rotários, surgirá também uma consolidação e um desenvolvimento do que será possível efectuar em prol de todos, nomeadamente dos mais necessitados”, acrescentou.
Durante o jantar, teve também lugar a entrada de um novo membro para o Rotary Club Curia Bairrada, Mimi Alvim, sendo apadrinhada por Margarida Matos.
Na ocasião, a presidente de Câmara Municipal, Teresa Cardoso, destacou o papel importante que este Rotary Club tem desempenhado no município e na ajuda que tem dado à comunidade, manifestando igualmente a sua vontade e disponibilidade para que uma colaboração mais próxima, de modo “a todos poderem ser mais eficazes a colmatar as necessidades e a desenvolver a sua ação junto das populações mais carenciadas”.
Segundo a edil anadiense, a consolidação destes laços e o reforço desta parceria possibilitará “um trabalho em rede mais produtivo”. Terminaria elogiando o trabalho desenvolvido pelo presidente cessante e todos os membros, desejando felicidades no desempenho da sua missão para os novos elementos que agora iniciam as suas funções.
Seguiram-se mais algumas intervenções de realce pelo trabalho desenvolvido, bem como, pela continuidade e reforço da missão que se pretende manter no apoio à Comunidade, nomeadamente do Past Governador, Álvaro Gomes e dos Governadores Assistentes, Luís Ribeiro e Carlos Marques.

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Fotógrafo Miguel Rolo distinguido durante inauguração da exposição “Olhar Anadia”


O fotógrafo anadiense Miguel Rolo – recentemente distinguido em Riga como Master QEP – mestre fotógrafo europeu pela Federação Europeia de Fotógrafos foi homenageado na última sexta-feira, dia 4 de julho, pela Câmara Municipal de Anadia.
A homenagem aconteceu durante a inauguração da exposição com os melhores trabalhos que concorreram à II Edição do Concurso Municipal de Fotografia “Olhar Anadia”.
O evento teve lugar na Biblioteca Municipal de Anadia e coincidiu com a entrega de prémios aos vencedores e certificados a todos os participantes.
Refira-se que esta mostra surgiu no âmbito das comemorações do 5.º Centenário dos Forais Manuelinos das terras de Anadia, tendo a Câmara Municipal de Anadia decidido dedicar a II Edição do Concurso Municipal de Fotografia “Olhar Anadia” à temática.
O II Concurso Municipal de Fotografia “Olhar Anadia” foi aberto a todos os fotógrafos profissionais e amadores, abrangendo duas secções: cor e preto e branco, podendo cada participante apresentar até um máximo de três fotografias por secção.
Foram apresentadas a concurso 53 fotografias, da autoria de 12 fotógrafos, tendo as mesmas sido apreciadas por um júri selecionado pela Câmara Municipal, presidido por Jorge Sampaio, vice-presidente da Câmara Municipal de Anadia, coadjuvado pelos fotógrafos Miguel Rolo, e Ana Jesus Ribeiro (fotojornalista).

Vencedores
Secção Cor:
1.º Hélder Miguel da Rocha Coelho, de Anadia, com a fotografia “ENTARDECER” – 300 euros.
2.º Hélder Miguel da Rocha Coelho, de Anadia, com a fotografia “ESCONDIDA” – 200 euros.
3.º António Costa Pinto, de Condeixa-a-Nova, com a fotografia “PARAÍSOS” – 100 euros.
Menção Honrosa – José Costa Pinto, de Coimbra, com a fotografia “LUGAR SAGRADO ”.

Secção Preto e Branco:
1.º Hélder Miguel da Rocha Coelho, de Anadia, com a fotografia “VIGILANTES”– 300 euros.
2.º António Augusto Lopes Rilo, de Ílhavo, com a fotografia “LARGO NOSSA SENHORA DOS CAMINHOS”– 200 euros.
3.º Lugar – Cátia Sofia Martins Ferreira “NÃO HÁ SANTO SEM PASSADO, NÃO HÁ PECADOR SEM FUTURO”– 100 euros.
1.ª Menção Honrosa – Maria Raquel Simões Malho Costa Pinto, de Coimbra, com a fotografia “IGREJA”.
2.ª Menção Honrosa – António Alves Tedim, da Maia, com a fotografia “O PELOURINHO (RÉPLICA RIGOROSA DO ORIGINAL DO SÉC. XVI)”.

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Assembleia Municipal de Anadia aprova adesão à Associação de Municípios do Vinho


A Assembleia Municipal de Anadia aprovou, por unanimidade, na última segunda-feira, dia 30, a adesão do município de Anadia à Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV).
Uma associação de âmbito nacional que integra já 63 municípios, entre os quais Mealhada, Águeda e Cantanhede. Anadia será o quarto município da região da Bairrada a integrar esta associação, cabendo-lhe uma quota de 1300 euros/ano.
Sobre esta associação, que visa a valorização do potencial endógeno das regiões e cidades do vinho, cuja produção do vinho é a sua base produtiva e a sua identidade histórica, mas também a valorização do setor vitivinícola, tornando-o um motor de desenvolvimento e eixo aglutinador de outros setores e atividades (restauração, hotéis, enoturismo, rota do vinho), José Manuel Carvalho, deputado do PSD, colocou algumas questões sobre a adesão e sobre a própria natureza da associação, tal como Sidónio Simões (CDS/PP), sabendo-se, desde já, que a associação tem sede no Cartaxo visa “a afirmação da identidade histórico-cultural, patrimonial, económica e social dos municípios portugueses e dos territórios ligados à produção de vinhos de qualidade”.
O deputado e líder da bancada do PSD alertou para o facto de 13 municípios terem deixado de pagar quotas e para a necessidade de Anadia “ter uma atitude proativa e reivindicativa, para que todos os seus agentes saiam valorizados”.
A autarca Teresa Cardoso não deixou de sublinhar que a AMPV “deu-nos confiança para aderir” e que é vontade do município anadiense colaborar, tirar partido e ganhos dessa parceria: “temos imensa vontade de puxar para Anadia e sermos cada vez mais conhecidos como Anadia – capital do Espumante”. A edil anadiense acredita ser uma mais-valia integrar esta associação.
A AMPV tem vindo a cooperar e a aderir a agências, rede e projetos europeus de promoção das regiões produtoras de vinho de denominação de origem, integrando já a RECEVIN – Rede Europeia de Municípios do Vinho, detendo, neste momento, a presidência. A associação, com um vastíssimo plano de atividades para 2014, participa ainda em feiras e festas ligadas ao vinho regional, nacional e internacionalmente, assim como organiza ou associa-se à organização de eventos de dimensão nacional e internacional.
CC

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Aluna de Anadia vence Concurso de Leitura na categoria de ensino secundário


O Cineteatro Anadia recebeu, no sábado, dia 28 de junho, a fase final do Concurso Intermunicipal de Leitura, uma iniciativa da Rede de Bibliotecas da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA).
Embora esta primeira edição não tenha contado com a participação dos 11 municípios que compõe a CIRA, o balanço não deixa de ser muito positivo, sobretudo para as escolas da região. Dos seis municípios aderentes (Águeda, Anadia, Aveiro, Ílhavo, Oliveira do Bairro e Sever do Vouga) os alunos de Anadia, Oliveira do Bairro e Águeda tiveram excelentes prestações, confirmadas pelos prémios arrecadados. De referir que a anadiense Ana Rute Painçal venceu no escalão mais alto, Secundário.
Esta iniciativa, que surgiu no âmbito do trabalho colaborativo desenvolvido pela Rede de Bibliotecas da CIRA, contou com a participação de alunos desde o 1.º CEB ao Ensino Secundário, de vários estabelecimentos das redes pública e privada de seis dos 11 municípios que compõem esta comunidade intermunicipal.
Com vista à escolha do vencedor em cada categoria, o júri, constituído pelo Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, por uma representante da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Vera Oliveira, e por uma representante da Rede de Biblioteca da CIRA, Sónia Oliveira, avaliou, mediante a realização de provas orais, os conhecimentos dos finalistas sobre as obras propostas para leitura.
Assim, aos alunos do 1.º CEB coube a análise da obra “O príncipe do rio”, de Manuel Alegre, tendo o 1.º lugar, nesta categoria, sido atribuído a Lara Pires, de Águeda, seguida de Marta Batista, de Oliveira do Bairro, e, em 3.º lugar, Diogo Cabral, de Sever do Vouga.
Ao 2º CEB foi destinado “O caso da Rua Jau”, de Mário Castrim. O 1.º lugar foi para Catarina Oliveira, de Ílhavo, enquanto Carolina Teixeira, de Oliveira do Bairro, e Maria Inês Ferreira de Águeda, conquistaram o segundo e terceiro lugares, respetivamente. “O Senhor Juarroz”, de Gonçalo M. Tavares, foi a obra estudada pelos concorrentes do 3º CEB, e, nesta categoria, a vitória coube a Raul Oliveira, de Águeda. No 2.º lugar classificou-se Maria Matilde Soares, de Anadia, e, na terceira posição, ficou Inês Ferreira, de Oliveira do Bairro.
A avaliação de conhecimentos dos alunos do Ensino Secundário incidiu sobre a obra “Área de Serviço e outras histórias de amor”, da autoria de Fernando Pinto do Amaral, que integrava o júri do concurso. Ana Rute Painçal, de Anadia, conquistou o 1.º lugar, ficando Marta Silva, de Oliveira do Bairro, e Daniela Morence, de Sever do Vouga, nos lugares seguintes.
Aos vencedores, a CIRA atribuiu prémios monetários, cujo valor se destina integralmente à aquisição de livros e/ou manuais escolares (1.º prémio – 150 euros, 2.º prémio – 100 euros e 3.º prémio – 50 euros).
Na ocasião, Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, que fez as honras da casa, deixou aos presentes nesta Fase Final da 1ª Edição do Concurso Intermunicipal de Leitura uma mensagem de alento, sublinhando que a união, nomeadamente das Bibliotecas Municipais “aperfeiçoa estratégias que conduzam à melhoria contínua dos serviços prestados às comunidades em que se inserem”.
Quanto ao facto do concurso só ter contado com alunos de seis dos 11 municípios da CIRA, a autarca afirmou estar “plenamente convicta de que o futuro será bem mais participado, pois semelhante iniciativa não poderá deixar indiferentes as comunidades educativas e as Bibliotecas Municipais e Escolares da nossa região”.
“Promover o prazer de ler e estimular o desenvolvimento de competências no âmbito da leitura, nos jovens, durante o seu percurso escolar, é o lema desta iniciativa”, disse ainda a edil anadiense, para quem “só pela educação se podem, socialmente, afirmar valores essenciais à democracia como a igualdade e a liberdade”, considerando ainda ser o evento uma “festa de elogio ao livro e à leitura, com os olhos postos na excelência dos nossos jovens”.

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MP pede absolvição de Litério Marques da prática de um crime de poluição


O Ministério Público pediu, na penúltima quarta-feira, a absolvição do ex-presidente da Câmara Municipal de Anadia, Litério Marques, da prática do crime de poluição que tinha sido pronunciado pelo juiz de instrução criminal de Águeda.
Segundo o despacho de pronúncia, o arguido “ordenou aos serviços camarários que procedessem a escavações numa zona do Vale Salgueiro, tendo mandado abater dezenas de milhares de árvores, sem que tenha existido qualquer deliberação camarária ou qualquer decisão de licenciamento de obras por parte da autarquia”.
A mando do então presidente da Câmara, terão ainda sido retiradas daquele local dezenas de toneladas de saibro e, no seu lugar, foram despejadas várias toneladas de entulho que incorporavam substâncias como crómio, chumbo e outros metais pesados utilizados em tintas e materiais de construção.
As operações, alegadamente, realizadas pela autarquia provocaram “um forte risco de contaminação dos solos e das águas”.

Absolvição. A Procuradora Adjunta do Ministério Público esclareceu, desde logo, que o processo começou por ser arquivado em processo de inquérito por não estarem preenchidos os pressupostos de crime. Litério Marques acabaria por ser pronunciado pelo juiz de instrução de Águeda. “O Ministério Público não obstante ter arquivado a queixa, fundamentou porque não existiam indícios. O Ministério Público tem que ser objetivo e procurar a verdade material, e neste julgamento não se demonstrou aquilo que vem descrito na pronúncia”. “Não se logrou demonstrar qualquer dos valores que vêm na acusação, ficando sempre a dúvida, assim como não sabemos o que foi feito no local”.

Condenação. A Advogada da Quercus disse não concordar com as alegações do Ministério Público, que “continua a não querer ler o que está nos autos”, sublinhando que “não há tradição em Portugal de punir pessoas pela prática de crimes contra o ambiente”. “Se a Quercus não tivesse intervindo no município de Anadia, hoje, tínhamos umas termas numa zona industrial”.
A advogada da Quercus explicou que “a qualidade de vida é ter água límpida e não ter quatro zonas industriais. Anadia pode ganhar dinheiro, oferecendo espaços verdes, turismo e não oferecendo fábricas poluentes”. “Vão ficar condenados a viver em betão. Se quiserem ter um jardim, vão ter de ir ao Choupal a Coimbra”, alegou a causídica, acrescentando que “a poluição não é mandar gases para o ar, mas também retirar saibro e desmatar e não deixar que seja despejado entulho”. “Este é um crime em que todos nós somos vítimas e o presidente agiu de forma consciente, pelo que “deve ser condenado.”

Absolvição. A advogada de defesa começou por clarificar que “o professor Litério veio acusado por um crime de poluição e não ficou provado que tenha praticado este crime, sublinhando que “as próprias análises do município, feitas por uma entidade independente, atestam a qualidade da água entre 2005 e 2014”.
A advogada alegou ainda que “o presidente Litério Marques confessou que tirou o saibro, mas não foi a mando dele que foram feitas outras intervenções, assim como ficou mais do que provado que o município de Anadia comprou os terrenos sem árvores”. “Não ficou provado que o Litério Marques tenha praticado o crime de que vem acusado e peço que seja absolvido”.

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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