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Anadia: Câmara Municipal atribui voto de louvor ao Rugby da Moita


A Câmara Municipal de Anadia aprovou, por unanimidade, na reunião do passado dia 13 de maio, a atribuição de um voto de louvor ao Moita Rugby Clube da Bairrada, segundo proposta apresentada pela Presidente da Câmara, Maria Teresa Cardoso.
Esta proposta surge na sequência da conquista, pelo Moita Rugby Clube da Bairrada (Moita RCB), no passado dia 24 de abril, do Campeonato Nacional da Segunda Divisão, o que lhe permitiu ascender à Primeira Divisão Nacional de Rugby, onde já havia competido 25 anos antes. Este feito torna-se particularmente notável por se tratar de uma equipa constituída por amadores e que, ao longo da época, sofreu apenas uma derrota no campeonato. Criado em 1997, o clube tem permitido à Moita, uma centenária localidade do concelho de Anadia, ostentar título de “única aldeia com a modalidade de rugby federado da Península Ibérica”.
No texto submetido à votação do executivo municipal, a edil reconhece o papel do Moita RCB na “divulgação e promoção do Município de Anadia” e a “excelência da sua prática desportiva”, e saúda “os jogadores, equipa técnica e dirigentes pelo trabalho, empenho, disponibilidade e dedicação, contribuindo, dessa forma, para engrandecer e elevar o Clube”. Considera ainda que se trata de “um justo prémio pelo trabalho desenvolvido e empenho dedicado por uma equipa constituída por jogadores amadores” e “mais um impulso na afirmação desportiva do Município de Anadia”.
Recorde-se que o Moita RCB já havia sido distinguido pela Câmara Municipal de Anadia, em 2008, com a Medalha de Mérito Desportivo. No passado dia 6 de maio, jogadores, técnicos e dirigentes foram novamente homenageados pela autarquia, tendo sido recebidos no Salão Nobre dos Paços do Município, ocasião em que a Presidente da Câmara fez a oferta de uma lembrança que ficará a marcar o feito da equipa na presente época desportiva.

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Anadia: Cerveja bairradina TOIRA® ganha medalha de prata em concurso internacional


Foi no passado domingo, dia 15 de maio, que decorreu, em Aveiro, a entrega de prémios do concurso internacional IBEERIAN AWARDS.
Eram 310 as cervejas a concurso vindas de vários países e todas elas foram avaliadas por júris reconhecidos internacionalmente pelas suas capacidades de sommelier profissional. Este júri foi composto por membros que vieram desde E.U.A., Reino Unido, Holanda, Irlanda, Lituânia, Espanha e Portugal.
A TOIRA, cerveja artesanal produzida no concelho de Anadia, foi distinguida com uma medalha de prata na categoria Pale Ale, pela sua cerveja OURO – Belgian Blond Ale.
Esta segunda distinção da TOIRA anima e reforça ainda mais o seu posicionamento, sendo uma marca de referência a nível nacional.
Além dos revendedores habituais, desde dezembro de 2015 que a TOIRA possui um taproom próprio – o Bairrada Beer Corner – onde se pode degustar todas as cervejas do seu portfólio e apreciar a calma e a vista da Curia.
O objetivo a partir de agora, diz o bairradino Pedro Figueiredo, fundador da marca, é produzir cada vez melhores cervejas e tentar trazer mais prémios nacionais e internacionais para a Bairrada.

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Anadia: VITI vence “em casa” final dos XVIII Jogos da Matemática


A VITI – Escola Profissional de Anadia recebeu e venceu na passada quarta-feira, dia 11, a 18.ª edição dos Jogos da Matemática das Escolas Profissionais. Em segundo lugar ficou a Escola Profissional de Aveiro e em 3.º, a Escola Profissional Amar Terra Verde.
A sessão de abertura teve como palco o Cineteatro Anadia e contou com a presença dos diretores dos restantes estabelecimentos de ensino do concelho (Agrupamento de Escolas de Anadia, Colégio Salesiano de Mogofores e Colégio de Nossa Senhora da Assunção), para além da edil anadiense, Teresa Cardoso que, na ocasião, se mostrou muito satisfeita por ter na primeira fila, “todos os representantes dos nossos estabelecimentos de ensino”.

“Cada um constrói o seu projeto educativo”. Ao vasto auditório, a edil anadiense não deixou de sublinhar que em Anadia, o caminho na Educação tem sido feito “em comunhão, em partilha e sobretudo criando um clima de muita união”, porque, afinal, é seu entendimento haver “espaço para todos”.
Sobre a polémica das últimas semanas à volta do financiamento de novas turmas em escolas com contratos de associação e o Ministério da Educação, diria que “cada um constrói o seu projeto educativo, que cabe aos pais e aos alunos escolher”, reforçando que, em Anadia, “todos partilhamos vontades comuns a favor da Educação e a trabalhar para os nossos alunos”.
A terminar, Teresa Cardoso desejou que todos os alunos presentes aproveitassem a iniciativa, “da melhor forma, num franco convívio, amizade e espírito de partilha”, sem, contudo, deixar um pensamento final: “sendo a matemática uma ciência exata, a verdade é que, hoje, os números vão falhando e muito por aí. Enfim, vão-se questionando muitos números e soluções e a matemática parece ter deixado de ser tão exata quanto gostaríamos que fosse”, concluiu.

“Tempos de dúvidas e interrogações.” Num auditório repleto de alunos e docentes, Adriano Aires, diretor da VITI, diria serem estes jogos da Matemática claramente “um concurso, mas fundamentalmente um encontro de escolas profissionais, de agentes que procuram o mesmo fim, que é o bem-estar e o sucesso dos jovens”. Uma competição que considerou “saudável, desde que honesta e leal e, porque obriga a estabelecer metas e a superarmo-nos a nós próprios.”
Na ocasião, lamentou a ausência de mais escolas profissionais, “devido a dificuldades financeiras que atravessam”. Por isso, lembrou que “os tempos são de alguma dúvida e interrogação sobre o ruído que está a ser feito a propósito de uma estratégia e política que não sei definir.”
Não querendo deixar de marcar posição como diretor de uma escola, diria que “o que me une às outras escolas do município e a todas as escolas nacionais é a vontade de construir um cidadão para o mundo, é nessa posição que me assumo, independentemente das ideologias e das políticas.”
Defendeu ainda que “devemos dar as mãos e caminhar em frente, independentemente das políticas ou dos políticos”, reforçando a satisfação por ter nesta sessão de abertura do concurso a presença de Jorge Humberto Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas de Anadia, Dário Tavares, diretor do Colégio Salesiano de Mogofores e da Irmã Idalina Faneca, do Colégio de Nossa Senhora da Assunção: “de facto, estamos unidos nesta vontade de ensinar.”

Desmistificar a matemática. Sobre esta competição, podemos avançar que esta é a primeira vez que a VITI é anfitriã desta iniciativa.
Um concurso de âmbito nacional, que acolheu 120 alunos e professores de 20 escolas profissionais. Até chegar à final, as escolas concorrentes estiveram sujeitas a duas sessões de apuramento (janeiro e março), sendo agora esta final uma prova com estrutura parecida a um teste mas abordando conteúdos de matemática de uma forma mais lúdica, situações relacionadas com jogos e desafios de matemática.
À final, cada escola concorreu com uma equipa que integra seis alunos (do 10.º ao 12.º anos).
A JB, as docentes de matemática responsáveis da VITI, Sandra Caçador e Joana Santos, dizem que “a matemática já não é vista como uma disciplina tão temida” e que vai sendo “desmistificada”.
De destacar que a realização das provas teve lugar na VITI, tendo ainda os docentes realizado uma visita ao Aliança Underground Museum da Aliança Vinhos de Portugal, assim como, da parte da tarde, e antes da cerimónia da entrega dos prémios, teve lugar uma palestra com Vera Afreixo, do departamento de Matemática da Universidade de Aveiro, subordinada ao tema “Algumas estatísticas curiosas”.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Anadia: Plano de Prevenção e Emergência nas Escolas testado em simulacros


Nos passados dia 3 e 4 maio, nos Polos Escolares de Sangalhos e Avelãs, foi testado o plano de prevenção e emergência da escola. Integrado no projeto Ser Protegido e dinamizado pela Equipa da UCC Anadia em articulação com Agrupamento de Escolas de Anadia, esta atividade contou com a participação dos Bombeiros Voluntários de Anadia, Câmara Municipal de Anadia, Juntas de Freguesia, GNR de Anadia e INEM.
Segundo a coordenadora da UCC, Silvana Marques, esta atividade pretende desenvolver procedimentos de planeamento, de coordenação e de conduta que melhorem as condições de segurança dos alunos e professores em situação de emergência impostas por evacuação urgente da escola, informar a população da área envolvente e os familiares dos alunos, para evitar situações de pânico, mobilizar os meios de socorro. Um Plano de Prevenção e Emergência pode, segundo esta responsável, definir-se como a sistematização de um conjunto de normas e regras de procedimento, destinadas a evitar ou minimizar os efeitos das catástrofes que se prevê possam vir a ocorrer em determinadas áreas, gerindo, de uma forma optimizada, os recursos disponíveis.
Assim, um Plano de Prevenção e Emergência constitui um instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional, uma vez que, ao identificar os riscos, estabelece os meios para fazer face ao acidente e, quando definida a composição das equipas de intervenção, lhes atribui missões.
Tem sido, ao longo dos últimos anos, desenvolvido esta atividade nas escolas de forma a criar condições para que os acidentes não ocorram e contribuindo para a aquisição de hábitos de segurança. “Queremos promover esta atividade em todas as escolas do concelho”, frisou Silvana Marques. Este ano, estiveram envolvidos cerca de 200 alunos, 40 docentes e 30 auxiliares de apoio educativo e alguns encarregados de educação. Esta atividade, para além do exercício de simulacro, contou ao longo de algumas semanas, com ações teóricas em sala de sala, treino de evacuação e formação específica para docentes e não docentes de utilização de extintores.
A coordenadora do projeto agradece “a excelente participação da equipa dos Bombeiros Voluntários de Anadia, sob o Comando da Comandante Ana Matias, à Câmara Municipal pela resolução das disfunções encontradas nos respetivos estabelecimentos, aos professores e pessoal não docente dos polos escolares pela participação da atividade localmente, à GNR de Anadia e especialmente às crianças, que tiveram nota máxima na eficácia e eficiente dos procedimentos ensinados”.

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Anadia: Orquestra Desigual da Bairrada inaugura sede


A Orquestra Desigual da Bairrada (ODB) deu mais um importante passo no último domingo, dia 8 de maio. Esta jovem associação, que completou um ano de vida no passado mês de fevereiro, acaba de inaugurar a sua sede no Edifício do Mercado Municipal, em Anadia.
Perante várias dezenas de amigos e convidados, Esmeralda Ferreira, presidente da direção, destacou o facto deste dia ser “a concretização de um sonho”, que se materializou em janeiro, com a passagem para esta nova casa. Aqui, a ODB tem duas salas, uma de cariz social e outra para os ensaios.

Um ano de sucesso. Em apenas um ano de existência, todos os 18 elementos que integram a ODB, quase na totalidade músicos amadores, podem orgulhar-se do trabalho realizado: um ano recheado de realizações, convívios e concertos, mas com vários projetos em carteira. Esmeralda Ferreira destacou a intenção de fazer crescer a ODB, com a entrada de gente jovem e de novos instrumentos (faltam clarinetes e violinos), mas também a intenção de abrir mais secções.
“A ODB é fruto de um conjunto de pessoas muitíssimo diferentes umas das outras, que têm em comum o facto de adorarem música”.
O repertório vai da música popular portuguesa até ao fado, passando pelas baladas e pela música clássica adaptada à ODB.
Com uma média de idades a rondar os 55 anos, a verdade é que o dinamismo, a energia e a alegria de todos os seus membros é deveras contagiante.
Isso mesmo foi sublinhado pela edil anadiense Teresa Cardoso que, na ocasião, se dirigiu à Orquestra como “um grupo que não sendo de jovens, tem um espírito muito jovem, uma energia espetacular e que conseguiu criar um projeto Desigual porque não há outro igual no concelho ou na região.”
Na hora dos discursos, Esmeralda Ferreira realçou a “desigualdade” do grupo porque “cada um, à sua maneira, ajuda a crescer e a dinamizar a ODB”. Por isso, acredita que estão no bom caminho: “queremos vir a desenvolver outras áreas musicais relacionadas com a dança, mas em géneros que ainda não sejam praticados em Anadia” por forma a continuar a fazer jus ao nome “Desigual”.

Força, dedicação, energia e empenho. A edil Teresa Cardoso não escondeu o seu carinho pela Orquestra devido “à forma como vocês sempre se dirigiram à Câmara, pela vossa compreensão, pela forma de estar e atitude, pela vossa garra, força, energia e dedicação”, sendo “um bom exemplo para todas as associações que existem no concelho. Não há adjetivos suficientes para vos classificar”.
Teresa Cardoso salientou ainda o trabalho desenvolvido no âmbito do projeto Sentir Anadia que tem conseguido mobilizar associações e coletividades que até estavam algo dispersas no concelho. “Conseguimos que se organizassem, se aproximassem. Essa é uma realidade e hoje sinto que todas têm uma forma de estar diferente”. Uma mudança de estar que é também “motivadora” para a Câmara Municipal.
Neste dia de festa, Esmeralda Ferreira fez um balanço muito positivo do primeiro ano de atividade. Um ano marcado por inúmeras atuações, muitas de cariz solidário, mas com um feedback enorme, que “nos impulsiona e motiva a continuar e a fazer muito mais”. Daí que, só neste primeiro semestre de 2016, estejam já agendados dez concertos, na região e fora dela.
Na ocasião, destacou ainda o papel do director musical, Joaquim Peixinho, que tem tido “muito trabalho com a ODB” e que tem feito “mais um desempenho Desigual”, difícil de igualar.
A JB recordou que este sonho teve como primeira casa, em 2014, as instalações da Escola Primária de Mogofores, e que é graças ao apoio da Câmara Municipal de Anadia que “hoje aqui estamos. O apoio e incentivo da autarquia permitem que continuemos a fazer mais e melhor”.
“Na Câmara Municipal de Anadia encontramos pessoas inexcedíveis no seu desvelo (edil Teresa Cardoso; vice-presidente Jorge Sampaio e vereador Lino Pintado), que nos ajudaram a dar largas ao nosso projeto.”

Solidariedade e donativos. Felizardo Bandeira, “pai” da Orquestra por si sonhada e responsável pela área da tesouraria, avançou também que, apesar dos concertos solidários que vão realizando, a ODB tenta fazer o equilíbrio nas contas, estando a sua sobrevivência muito dependente de donativos. Por isso, a ODB vai avançar com uma angariação de sócios (quotas) para poder fazer face às despesas, já que, como explicou, “só o apoio financeiro da autarquia não chega”.
Em dia de festa, também Armando Castro, presidente da Assembleia-geral, se mostrou muito satisfeito com o trabalho realizado. Foi com orgulho que falou do esforço e dedicação que todos têm emprestado a este projeto. “O trabalho solidário dá-nos muito prazer mas temos de continuar a ter o apoio da Câmara de Anadia, de amigos e mecenas para fazer face aos investimentos realizados (equipamento de som e instrumentos).”
Catarina Cerca

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Anadia: Chuva não tirou brilho à Feira Medieval


Foi com mais uma edição da Feira Medieval que a Câmara Municipal de Anadia assinalou o feriado municipal, no passado dia 5 de maio, evento que decorreu no centro da cidade de Anadia e que teve início na véspera.
Desde 2014, ano em que se comemoraram os 500 anos dos forais manuelinos de Anadia, que a autarquia escolhe a Quinta-Feira da Ascensão, ou Dia da Espiga, para recordar o passado remoto das terras de Anadia. Dedicada ao tema do vinho, a Feira Medieval de Anadia foi ocasião para, mais uma vez, animar o centro da cidade com teatro de rua, recriações históricas, espetáculos de malabares, música e performances diversas, protagonizados pelos grupos Viv’arte, Tradicionalis, Malatitsche e Mozárabes. Ainda neste âmbito, cabe destacar o espetáculo protagonizado pela Ritornello – Associação Cultural, que, na Praça do Município, apresentou, na noite de 4 de maio, “Livietta e Tracollo”. Com encenação de Ricardo Kalash, em palco estiveram Tânia Ralha (soprano), Nuno Mendes (barítono), Hugo Fonseca e Guilherme Portugal (mimos), acompanhados pela Camerata Joanina, sob a direção musical de António Ramos.
Os mercadores e artesãos que se deslocaram a Anadia ultrapassaram, nesta edição, as sete dezenas e, como habitualmente, também as instituições do concelho estiveram representadas no certame: 14 tasquinhas de freguesias, exploradas por associações locais, e ainda cinco bancas de venda, a cargo de IPSS’s. À semelhança do ano anterior, a feira contou com uma área de jogos medievais, dinamizada pelos serviços da autarquia, onde a presença de miúdos e de graúdos foi uma constante.
Apesar das condições atmosféricas adversas que se fizeram sentir no segundo dia do evento, o balanço é, mais uma vez, extremamente positivo, graças à presença de numerosos visitantes, que contribuíram para dois dias de animadíssima festa.

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Anadia: Pavilhão recebeu 400 peregrinos de Amarante


O requalificado Pavilhão Municipal de Anadia serviu, pela primeira vez, de palco a uma situação inédita.
No último sábado, dia 7 de maio, serviu de teto a 340 peregrinos e 60 voluntários responsáveis pela logística e apoio ao grupo, proveniente da zona de Amarante. Até Fátima são 290 quilómetros.

Condições do pavilhão elogiadas. Com trinta anos de existência, este espaço requalificado recentemente nunca tinha sido utilizado para este efeito. Comparado pelos peregrinos a um “hotel de cinco estrelas”, esta solução só foi possível graças à recetividade da autarquia ao pedido feito pelo docente José Araújo, professor do Agrupamento de Escolas de Anadia, presentemente a dar aulas em Coimbra. Com laços familiares à zona de Amarante e porque a zona centro do país, há alguns anos atrás, não possuía muitas ofertas aos peregrinos em matéria de dormidas, decidiu ajudar a amiga Adelina Guimarães: “ela lançou-me o repto e aceitei. Durante anos, este grupo, entre o Colégio de Albergaria e Cernache, tem contado com o meu apoio. O local de descanso foi sempre, na zona de Anadia, o pavilhão da velha Escola Secundária, entretanto desativada.” Confrontados com a falta de um local para ficar, a autarquia disponibilizou, a título gratuito, o pavilhão.
A edil Teresa Cardoso que, ao início da tarde de sábado, esteve junto dos peregrinos e da organização, confirmou que nunca o pavilhão tinha recebido tão grande número de peregrinos e que se está a revelar um espaço capaz de responder também a este tipo de solicitações. Uma situação invulgar e excecional.
“A câmara municipal, ao disponibilizar este espaço, está aqui também a desempenhar um papel social. Nestes dias e nestes momentos, não há ninguém que se possa recusar a ajudar ou a fazer este tipo de apoio”, avançou a autarca de Anadia. “Não podemos fechar as portas nem virar as costas a este tipo de pedidos.”
O facto dos peregrinos compararem este espaço a “um hotel de cinco estrelas”, é uma avaliação que deixa a edil Teresa Cardoso muito satisfeita: “encontram aqui espaços amplos que permitem a deslocação e movimentação por diversos setores: enfermagem, descanso, sanitários e banhos, zona de refeições.”

Sete dias a montar a tenda. O grupo de 400 pessoas, das quais 340 são peregrinos, saiu da zona de Amarante há quatro dias. A dormida anterior foi em Albergaria-a-Velha e no sábado, dia 7, almoçaram e dormiram em Anadia. Até chegarem ao Santuário de Fátima terão ainda mais três dias de viagem, este ano num percurso muito duro devido ao mau tempo que se tem feito sentir.
Adelina Guimarães, responsável pela organização, é a “mãe” desta enorme família. Há 27 anos que organiza peregrinações. Começou ainda com a sua mãe nestas lides e com grupos pequenos de 18 pessoas. Com o passar dos anos, a “família” foi aumentando e hoje atinge este número impressionante, que obriga a uma logística igualmente incrível.
“Como não conseguia nem podia vir a pé, decidi que me iria dedicar a ajudar os outros, oferecendo toda a ajuda possível”, revelou a JB, destacando que o grupo, hoje, integra peregrinos de diversas localidades: Celorico de Basto, Amarante, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Gaia, Porto, Maia, entre outras localidades.
“Somos também um grupo de pessoas de todas as idades. Este ano, o mais jovem tem 17 anos e o mais idoso 77 anos. Temos pessoas de todas as condições sociais que em comum têm a fé e a devoção em Nossa Senhora.”
Adelina Guimarães destaca ainda que o grupo integra um padre. “O padre Mário Abel Duarte vem todos os dias, às 15h, para a nossa beira e celebra a eucaristia diariamente, às 18h30. É assim há oito anos.”
A organização é tão detalhada que este enorme grupo tem 20 guias (responsáveis por 25 peregrinos cada um), que caminham ao lado dos peregrinos e não os deixam passar da linha de segurança. Um médico, vários enfermeiros e uma ambulância fazem parte do apoio, tal como um camião de onde, diariamente, é carregada e descarregada, por voluntários, toda a bagagem dos peregrinos. São cerca de 400 malas.

Filhas são grandes aliadas. Embora Adelina Guimarães tenha feito a promessa de ajudar peregrinos enquanto puder, a verdade é que tem tido nas filhas as principais aliadas. “Crescemos neste ambiente e neste espírito. Sentimos também alguma responsabilidade”, diz Marisa Cunha, responsável pela cozinha, desde 2005.
Para tantos dias e tanta gente, “as refeições são pensadas e organizadas com alguma antecedência. Tudo o que é mercearia e frescos vem de casa, pois no caminho podemos não encontrar as quantidades de que necessitamos. Assim, vários veículos longos trazem arcas frigoríficas com carne e peixe, outros trazem as hortaliças, fruta e legumes e outra viatura traz as bebidas, não faltando sequer o café.”
As refeições são preparadas por várias equipas, em fases diferentes. Todos sabem o que fazer. Cada um tem as suas funções e, apesar do elevado número de pessoas, não há atropelos e tudo decorre sobre rodas.
A equipa do pequeno-almoço é composta por sete pessoas que se levantam à mesma hora dos peregrinos (5h). Essa equipa sai com eles por volta das 6h e já tem um determinado local onde vai servir o pequeno-almoço em segurança. Levam tudo o que é necessário, louça, pão, leite, café, sumos, chá, fiambre, queijo, marmelada, fruta. Depois, o almoço é preparado pela equipa que ficou para trás, ainda no local anterior. “Esta grande equipa levanta-se, faz a limpeza do local, deixa tudo limpo e arrumado e a seguir desloca-se para o local seguinte. Aí, por volta das 9h30 monta literalmente a barraca e inicia a preparação das refeições – almoço e jantar. São mais de 60 voluntários a confecionar sopa, prato principal, fruta e uma sobremesa de colher.
Elisabete Cunha, irmã de Marisa, é enfermeira e está radicada na Suíça. Tira todos os anos uns dias de férias, em maio, para ajudar a mãe e os seus peregrinos. Fá-lo há cerca de 18 anos. “Os principais problemas são as bolhas nos pés e as dores musculares e algumas doenças associadas e crónicas”, diz, dando conta de que são situações normais, já que se anda uma média de 45 quilómetros por dia. “Tudo depende do estado de espírito. Se estiver em alta, fazem a peregrinação a saltar e a correr; se o estado de espírito estiver fragilizado, deprimido, as dores são a dobrar. O estado psicológico potencia o físico”.
Acrescente-se que o grupo de nove enfermeiros sai com os peregrinos às 5h da manhã. O acompanhamento na estrada é permanente até ao ponto onde vão ficar. Ali, já está Elisabete Cunha a preparar a chegada e a montar o gabinete de enfermagem. “Os peregrinos chegam, comem, tomam banho e começam imediatamente os tratamentos”, avança.
“Aqui partilhamos tudo. O grupo é uma família. Rimos, choramos, partilhamos as nossas dores, as nossas agonias, os nossos problemas de casa. Somos a família peregrina”.
Catarina Cerca

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Anadia: Concelho apurou finalistas para o concurso intermunicipal de leitura


Decorreu, na noite de 29 de abril, no Cineteatro Anadia, a fase municipal do Concurso Intermunicipal de Leitura (CIL), que apurou os quatro alunos que irão representar Anadia na grande final do certame.
Este concurso, promovido pela Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), visa fomentar o prazer de ler e o desenvolvimento de competências dos alunos do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos do Ensino Básico (CEB) e do Ensino Secundário, das redes pública e privada dos 11 concelhos da Comunidade. Em Anadia, o CIL conta com a participação de representantes de todos os estabelecimentos de ensino do concelho, tendo sido apurados, na primeira fase, os 24 finalistas que disputaram agora esta fase municipal. Neste segundo momento do concurso, os participantes prestaram provas de leitura e de compreensão sobre as obras selecionadas para os quatro ciclos de ensino: “As aventuras de Pinóquio”, de Carlo Collodi (1º CEB), “Os Piratas”, Manuel António Pina (2.º CEB), “O Diário de Anne Frank” (3.º CEB) e “Siddartha”, de Hermann Hesse (Secundário).
Para representar Anadia na final do Concurso Intermunicipal de Leitura, o júri escolheu, no 1.º CEB, João Fontes, do Colégio de Nossa Senhora da Assunção (CNSA), e, como suplente, Gabriela Silva, do Centro Escolar de Arcos (AEA – Agrupamento de Escolas de Anadia); no 2.º CEB, a vencedora foi Maria Cara D’Anjo, do CNSA, sendo César Andrade, da Escola Básica e Secundária de Anadia (EBSA-AEA), o suplente; Bárbara Gorgulho, do CNSA, representará o 3.º CEB, tendo, como suplente, Pedro Fernandes, da EBSA-AEA; e, por fim, no Ensino Secundário, será Ana Santos, do CNSA, a representante de Anadia, enquanto Margarida Pereira (EBSA AEA), será a suplente.
Neste evento, organizado pela Câmara Municipal de Anadia, participaram ainda alunos do Agrupamento de Escolas de Anadia, do Colégio de Nossa Senhora da Assunção e dos Salesianos de Mogofores, que brindaram a plateia com diversos momentos de música, de canto e de dança, bem como o Grupo de Teatro do Projeto SER + em Anadia, com a representação da peça “Serafim e Malacueco na Corte do Rei Escama”, uma adaptação da obra de António Torrado.
Estimular, nos jovens, o desenvolvimento de competências no âmbito da leitura, durante o seu percurso escolar, é o lema desta iniciativa e um compromisso social ao qual a Câmara Municipal de Anadia se vinculou, e cuja expressão mais visível é a Rede de Bibliotecas de Anadia. O Município de Anadia pretende que os seus jovens recebam a melhor formação possível, ciente de que só assim se pode almejar contribuir para a construção de uma cidadania mais participada e consciente. Para Maria Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal, “este concurso é uma, de entre muitas ações promovidas pelo Município de Anadia, que tem como objetivo proporcionar aos nossos alunos oportunidades para desenvolverem um conjunto de competências sociais, emocionais e intelectuais, e para demonstrarem e aperfeiçoarem os seus múltiplos talentos”. A autarca aproveitou a ocasião para agradecer a toda a comunidade educativa “o empenho e o carinho com que têm abraçado os desafios lançados pela autarquia, fazendo votos para que esta estreita colaboração possa continuar, em prol do benefício das nossas crianças e jovens.”
A final do Concurso Intermunicipal de Leitura, que juntará os representantes dos 11 municípios da CIRA, está agendada para o próximo dia 28 de maio, pelas 10h, no Centro das Artes e do Espetáculo de Sever do Vouga.

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Anadia: Feira Medieval tem como ponto alto ópera cómica


É com mais uma edição da Feira Medieval que a Câmara Municipal de Anadia comemora o feriado do concelho, evento que irá animar o centro da cidade de Anadia, nos próximos dias 4 e 5 de maio.
As Praças do Município e Visconde de Seabra, bem como os arruamentos envolventes, serão palco para as numerosas atividades previstas no programa do certame, que inclui teatro de rua, recriações históricas, espetáculos de malabares e música, a cargo dos grupos Viv’arte, Tradicionalis, Malatitsche e Mozárabes.
A feira, dedicada ao Vinho, terá início pelas 15h de quarta-feira, 4 de maio, com uma arruada no “burgo”, anunciando o começo dos festejos e a abertura do mercado, no qual os visitantes poderão deambular pelas tasquinhas e tendas das juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social (IPSS), dos mercadores e dos artesãos, com mostras de produtos comercializados na época recriada.

Ópera cómica. O ponto alto do primeiro dia de feira será a apresentação da ópera cómica “Livietta e Tracollo”, de Giovanni Battista Pergolesi, onde a inteligente camponesa Livietta contracena com o desajeitado ladrão Tracollo, na presença de Fulvia e Faccenda, dois criados silenciosos.
Em palco estarão, assim, uma cantora/atriz, um cantor/ator e dois mimos, acompanhados, no desenrolar da trama, por uma orquestra composta por três violinistas, uma viola de arco, uma guitarra barroca, um contrabaixo e um violoncelista. Esta produção de Ritornello – Associação Cultural sobe à cena pelas 21h30, na Praça do Município, seguindo-se “In taberna quando sumus”, um espetáculo de malabares de fogo.
No dia seguinte, e após a reabertura do mercado pelas 10h, são retomadas as festividades, estando prevista, uma hora depois, a realização do cortejo de receção a D. Afonso Henriques. A animação prosseguirá até ao final do dia.
À semelhança do ano anterior, os visitantes poderão participar ativamente nas atividades da feira. Assim, no Centro Cultural de Anadia estarão disponíveis trajes da época que poderão ser envergados pelos interessados, e, no recinto da feira, haverá uma área destinada a jogos medievais.
Como habitualmente, a Câmara Municipal de Anadia conta, nesta iniciativa, com a preciosa colaboração das Juntas de Freguesia, IPSS e de outras entidades do concelho.

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Anadia: Partidos e políticos debaixo de fogo


A revolução de Abril aconteceu há 42 anos e das várias conquistas, uma delas – a liberdade de expressão – foi vivida em pleno no passado dia 25 de Abril, durante a sessão extraordinária, solene e comemorativa da Assembleia Municipal.
Todos os líderes de bancada (CDS/PP, PS, PSD, MIAP), bem como o presidente de Câmara e Assembleia Municipal puderam livremente expor as suas opiniões e ideias, sem receios, em seis discursos, todos diferentes, mas todos proferidos de forma inteiramente livre.
Este ano, as intervenções estiveram mais centradas na conjuntura atual, nas desigualdades, na corrupção, mas sobretudo na crise de valores (os partidos e os políticos incluídos) e na falta de solidariedade.
A cerimónia contou com mais público do que habitualmente, não só pelo facto das comemorações decorrerem do lado da tarde, mas porque o bom tempo trouxe muitos anadienses à rua. No salão nobre não faltaram representantes de associações culturais, recreativas, desportivas e sociais, representantes de forças de segurança, dos Bombeiros Voluntários, entre muitos outros convidados.

“Abril está coxo”. Para Sidónio Simões, deputado do CDS/PP, o Dia da Liberdade exige uma “reflexão profunda”. E foi precisamente uma reflexão que o levou a recordar aspetos que nos mantêm numa “liberdade eternamente incompleta”. O deputado centrista focou-se nos sem abrigo, nos milhares de portugueses que vivem no limiar da pobreza, nas vítimas dos mais variados tipos de violência, na descriminação de género, na corrupção, nos comportamentos abusivos de gestores, políticos e banqueiros, mas também num poder local insuficientemente apoiado e sobrecarregado de competências, para concluir que “Abril está coxo e exige que se percorra ainda um longo caminho”.

Há políticos e políticos. António Alves, líder da bancada socialista, destacou aos presentes que os eleitos devem estar ao serviço do povo, ao serviço do país e “não para se servirem destes cargos para o seu bem pessoal e dos seus amigos”. Por isso, defende que “os políticos que são verdadeiramente democráticos sabem quando se devem retirar, exercem o cargo a pensar em todos e com transparência”. António Alves foi, em certa medida, ao encontro de algumas críticas proferidas, momentos mais tarde, pela edil Teresa Cardoso e pelo líder da bancada do MIAP, Luís Santos, quando criticou outro tipo de políticos que, “pensando apenas neles, tentam a todo o custo manterem-se ou voltar para cargos de decisão”. Políticos que “não trabalham com lealdade, julgam-se acima de todos; fazem uso da mentira e de outras estratégias para ludibriarem os eleitores”, disse António Alves. Por isso, conclui que ainda há muito a dizer sobre o 25 de Abril até porque estudos mostram o baixo índice de “cultura política” da população portuguesa o que é visível no concelho de Anadia, onde também é notório o desinteresse pela política.

“PSD abraçou a revolução”. José Carvalho, líder da bancada do PSD, destacou a presença do PSD no nascimento da democracia no país: “o PSD foi um alicerce e parte do novo processo político assente em eleições, tendo culminado na aprovação da Constituição e na reposição da autoridade administrativa e legal constitucional”.
Aos presentes, o deputado destacou importantes mudanças resultantes de Abril: aumento da esperança média de vida, a diminuição da taxa de mortalidade infantil, a criação do SNS, da Segurança Social, da rede de Escolas, de uma maior presença de mulheres em várias áreas. Mudanças positivas, fruto da ação do PSD, cujo contributo está também ancorado no poder local: “o número de câmaras municipais geridas sob a égide do PSD no país resultou na maior revolução vista e sentida pelos cidadãos”, diria ainda.

Críticas aos partidos, vivas aos movimentos de cidadãos. Luís Santos falou em nome da bancada do MIAP, movimento independente que lidera a autarquia anadiense desde as últimas autárquicas. Numa clara crítica aos partidos políticos, lamentou o “emaranhado de relações promíscuas entre quem detém o poder e quem o sustenta”, mas também do facto da “estrutura partidária se organizar em função de quem promete mais e melhor”. Aos presentes recordou que Anadia é um dos 13 concelhos portugueses que deu a vitória, nas últimas autárquicas, a um grupo independente de cidadãos, “pessoas cujo passado era garante de desprendimento de compromissos desviantes e de um ainda melhor concelho”.
Um concelho que “está melhor, porque mais livre e mais democrático”.

Farpas e recados. A intervenção da tarde e a mais longa caberia à edil Teresa Cardoso. As mudanças trazidas pelo 25 de Abril, os graves problemas que continuam a afetar o país, a busca de crescimento e progresso, a crise que se instalou no quotidiano foram apenas algumas das questões abordadas, uma vez que Teresa Cardoso centrou a sua intervenção na “crise de valores” que assola a sociedade: “um problema novo e preocupante quer nas formas em que se manifesta, quer no perfil de quem as protagoniza, quer ainda pelos artifícios de que se serve para iludir os mecanismos legais e policiais ou para escapar à justiça”. A edil falava de casos que envolvem os mais poderosos, da complexidade dos esquemas engendrados, pela argúcia e métodos utilizados. Por isso disse, uma série de vezes que: “Abril não acontece “…enquanto não houver justiça” (destacando os crimes de colarinho branco e as célebres offshores); “…enquanto o setor da Saúde estiver ameaçado” (lamentando os cortes orçamentais, o gradual encerramento de serviços hospitalares, situação caótica vivida nas Urgências, o aumento das listas de espera); “…enquanto a Educação for tratada como um capricho de cada novo governo que toma posse” (alterações constantes nas políticas educativas); “… enquanto a política não estiver ao serviço do interesse público”. E foi, precisamente na política que a autarca anadiense se debruçou com mais acutilância, apontando baterias ao “tráfico de influências” onde, à escala local, “se prometem e se trocam favores, onde se sobressaltam e se desinformam as pessoas, onde se compram militantes, onde a conquista do poder se faz de forma desonesta, desavergonhada, incongruente, imoral e anti-democrática”.
A terminar, Adriano Aires, presidente da Assembleia Municipal, recordou que embora tenhamos deixado de estar “orgulhosamente sós”, entramos para um mundo global onde temos de pagar o preço que todas as globalizações impõem. “Mas ganhamos a liberdade de expressão, de reunião, de associação, direito à igualdade de oportunidades, na educação, saúde e emprego, construímos um estado social mais justo, solidário e igualitário”. Também este responsável alertaria para “a ganância e o deslumbramento da classe política”, colocando em risco direitos fundamentais.

Catarina Cerca

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