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Anadia: 1.ª mostra do Clube Tex no Museu do Vinho Bairrada


Entre os dias 15 e 17 de agosto, o Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, será palco de uma mostra inédita. Trata-se da primeira Mostra do Clube Tex em Portugal, evento que contará inclusive com a presença de um consagrado desenhador italiano deste peculiar personagem de banda desenhada, com mais de 65 anos de vida editorial.
A mostra intitulada “Pasquale Del Vecchio e o seu Color Tex 2015” reúne cerca de duas dezenas de pranchas do autor, selecionados pelo próprio, que pretendem dar aos visitantes da primeira Mostra do Clube Tex Portugal, uma visão geral acerca da colaboração mais recente deste consagrado desenhador italiano para com a Sergio Bonelli Editore. Poderemos ver expostas pranchas da história, ainda em produção, para o Color Tex 2015, que terá textos de Roberto Recchioni e que será publicado a cores em 2015.
Segundo José Carlos Francisco, Presidente do Clube Tex Portugal, Pasquale del Vecchio nasceu em Manfredonia, na província de Foggia, a 17 de março de 1965 e é diplomado em arquitetura. Tendo-se mudado para Milão em 1985, onde começou a dar os seus primeiros passos no mundo do desenho profissional, levado pela paixão que dedicava aos quadradinhos desde pequeno, quando começou as suas leituras com Tex, Zagor (a primeira paixão) e Tarzan e, mais tarde, Mister No, Ken Parker e Dylan Dog.
Convidado a integrar a equipa de Tex, no início Del Vecchio sentiu-se um pouco “desambientado”, pois as histórias que ele havia feito até então tinham ambientação eminentemente metropolitana, e agora tinha que desenhar o Velho Oeste.
Leitor de Tex desde pequeno, tomou como referências Giovanni Ticci e Claudio Vilia, assistiu a um monte de filmes de faroeste, empunhou lápis e pincel e… realizou um sonho, tornando-se hoje um dos mais apreciados desenhadores de Tex!
A entrada nesta exposição será gratuita, com direito a entradas também para as restantes exposições patentes no Museu.
Após a inauguração, pelas 15h30, do dia 15, os visitantes podem ainda contar com uma sessão de autógrafos com Pasquale del Vecchio, entre as 18 e as 19h, com um jantar/tertúlia com a participação de Pasquale Del Vecchio, pelas 20h, no dia 16. No dia seguinte, haverá uma aula de desenho Tex (a partir dos 12 anos), com Pasquale Del Vecchio, entre as 11 e as 12h. À tarde, pelas 15h30, terá lugar a Conferência Tex em Portugal e na Itália, com a participação de Gianni Petino, José Carlos Francisco, Mário João Marques, Carlos Moreira, Orlando Santos Silva e Hernâni Portovedo, sob a moderação de Pedro Cleto, no Auditório do Museu do Vinho.

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Anadia: Contribuição solidária custa 131.358 euros/ano ao município


São 131.358 euros/ano, por um período de sete anos, o valor que o município de Anadia vê ser subtraído ao seu orçamento anual. Este é o montante de que o concelho vai ter de abdicar a favor da contribuição solidária, criada pelo Estado. Contas feitas, ao fim de sete anos serão mais de 900 mil euros (919.507 euros) que deixam de entrar nos cofres da autarquia.
Este valor foi agora acordado entre o Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) relativamente ao Fundo de Apoio Municipal (FAM). Um fundo que “obriga” todos os municípios a contribuir financeiramente no sentido de ajudarem um conjunto de municípios (cerca de 20) que se encontram em situação de enorme carência financeira. Inicialmente apontava-se que Anadia teria uma comparticipação mais elevada, no valor de 257 mil euros, por um período de cinco anos. Contudo, o entendimento entre a tutela e a ANMP possibilitou que o capital social de 70% que caberia aos municípios (por cinco anos) fosse reduzido para 50%, mas por sete anos. Ou seja, das negociações entre a ANMP e o Estado resultou na redução em 130 milhões de euros no valor da comparticipação referente aos municípios para o FAM.
Numa das últimas reuniões de executivo, a edil Teresa Cardoso considerava esta contribuição mais um “atentado às finanças dos municípios”, repudiando a ideia de que sejam os municípios bem geridos e cumpridores, a fazer um esforço e a contribuir para fazer face a situações de rutura vividas pelos municípios em dificuldades.
CC

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Anadia: Sessões sobre PDM nas freguesias pouco participadas


Embora a Câmara Municipal de Anadia tenha optado por realizar sessões técnicas de esclarecimento sobre a 1.ª revisão do PSD de Anadia (que se encontra na fase de discussão pública) nas várias freguesias do concelho, nem todas têm tido igual participação por parte dos fregueses.
Entre os dias 7 e 28 de julho, a Câmara Municipal levou a cabo, em 11 localidades, sessões com vista a que todos os munícipes interessados pudessem dar sugestões e apresentar reclamações, aproveitando muitos deles para manifestar algumas frustrações relativamente a esta matéria.
“As sessões têm decorrido bem”, disse Teresa Cardoso na última reunião de executivo, admitindo, contudo, que haja “diferenças na participação nas várias freguesias”, situação que explica com o maior ou menor envolvimento das populações e dos próprios executivos das Juntas de Freguesia.
A questão foi levantada pelo vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, que se mostrou preocupado com uma eventual falta de publicitação do evento e o desconhecimento das sessões por parte dos munícipes.
A edil explicou que a Câmara Municipal foi mais além, realizando as sessões em várias freguesias, divulgando-as através de editais, jornais e internet mas também com o empenhamento dos presidentes de Junta de Freguesia, que têm divulgado e apelado à participação das populações. E deu como exemplo as sessões realizadas em Sangalhos, Moita e Vilarinho do Bairro, com bastante adesão popular. “Já a UF de Paredes do Bairro, Amoreira da Gândara e Ancas optou por realizar sessões, uma em cada freguesia da União”, disse.
CC

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Exército a postos para transportar 13 mil processos do Juízo do Comércio de Aveiro para o Tribunal de Anadia


O Regimento de Infantaria 10 (área militar de S. Jacinto) vai transportar cerca de 13 mil processos do Juízo do Comércio de Aveiro para o Tribunal de Anadia, onde ficará a funcionar esta secção. A transferência já está agendada e decorrerá dentro da maior normalidade, segundo confirmou ao Jornal da Bairrada, o juiz presidente da Comarca do Baixo Vouga, Paulo Brandão. Até ao dia 1 de setembro, data oficial da entrada em funcionamento da nova comarca, a atividade do Juízo do Comércio continuará a ser assegurada pela equipa em Aveiro.
A deslocalização da instância foi justificada pela tutela devido à falta de espaço no Tribunal de Aveiro, uma vez que foi feita a concentração de outros serviços criados com a reforma judiciária.

Tansferências. Paulo Brandão explicou ainda que, dos 15 funcionários que estavam colocados no “Comércio” em Aveiro, apenas um aceitou a transferência. No entanto, “como Anadia vai perder valências, os funcionários «livres» vão fazer parte deste novo serviço”. “São funcionários competentes que se vão integrar rapidamente nos processos”, afirmou Paulo Brandão, sublinhando que “aquilo que os advogados pretendem, apesar de contestarem a deslocalização do Juízo do Comércio de Aveiro, é que os processos sejam resolvidos com celeridade e com qualidade. E isso vai acontecer”.

Provisória? A instalação do Juízo do Comércio em Anadia foi assumida como provisória, no entanto, nos meandros judiciais é admitido que possa demorar muito tempo a regressar a Aveiro ou, eventualmente, nunca regressar. É que em Anadia, o edifício do tribunal reúne excelentes condições, enquanto que em Aveiro não existem instalações disponíveis que sejam propriedade do ministério, que entendeu não assumir novos encargos com rendas, tendo edifícios subaproveitados.
Recorde-se que a reforma judiciária implicaria que 17 funcionários judiciais deixassem de ter funções no Tribunal de Anadia – Comarca do Baixo Vouga. Ou seja, com a instalação deste Juízo do Comércio, os referidos funcionários serão reintegrados.
Neste Juízo ficarão ainda três juízes.

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Anadia: Requalificação da Rua Justino Sampaio Alegre vai avançar


Foi adjudicada a requalificação urbana e acessibilidades integradas da Rua Justino Sampaio Alegre, localizada no centro da cidade de Anadia.
A obra, que ascende a 311.536,90 euros (+IVA), foi adjudicada à empresa Irmãos Almeida Cabral Lda.
Na última reunião de executivo, foi revelado que este investimento na rede viária prevê a colocação de uma nova conduta para a rede de água, assim como a construção de novos ramais, já que esta via tem vindo a sofrer sucessivas ruturas, algumas das quais graves.
Ao nível das infraestruturas elétricas, a obra contempla a substituição de toda a iluminação pública ao longo desta via residencial. Paralelamente, vão ser construídos passeios, zonas de estacionamento e uma pequena ciclovia num dos sentidos.
Durante a reunião de executivo, realizada no passado dia 23 de julho, a edil Teresa Cardoso deu ainda indicação de que também a sustentação de terras e a encosta será alvo de uma beneficiação, existindo num ou noutro ponto uma ligeira correção ao traçado e à própria via.
A obra tem um prazo de execução prevista de 90 dias.

SLAT em ruínas. No início desta Rua está localizado um dos edifício dos antigos Serviços de Luta Anti-Tuberculose (Dispensário SLAT) de Anadia que ameaça ruir, tal o avançado estado de degradação em que se encontra. Aliás, os muros e algumas paredes apresentam uma evidente inclinação e possuem rachadelas consideráveis. Embora seja propriedade do Estado, há várias dezenas de anos que se encontra desativado, tendo a profunda deterioração a que chegou levado a autarquia de Anadia a, por diversas vezes, tentar chegar a um entendimento com a tutela, nomeadamente com o Património do Estado.
A JB, a edil Teresa Cardoso confirmou ter recebido uma comunicação do Património do Estado para que tratasse deste assunto com a ARS já que, afinal, é esta entidade que tutela os SLAT de Anadia e de Sangalhos e não o Património do Estado.

Catarina Cerca

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Apreendidos objetos furtados em oficina e em casa


O Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Aveiro, nos passados dias 14 e 15 de julho, em Oiã, com a colaboração do Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial da GNR de Anadia, no âmbito de uma investigação de inquérito em curso efetuou duas buscas, uma domiciliária e outra em armazém/oficina, tendo apreendido objetos que foram furtados do interior de residências situadas na localidade da Taipa – Requeixo – Aveiro. Foram identificados um homem de 44 anos de idade e de uma mulher de 37 anos de idade, suspeitos de recetação do material furtado.
Segundo comunicado da GNR, “dos objetos recuperados destacam-se duas motos roçadoras, uma moto-enxada, duas rodas fresadoras, três motosserras, um gerador, um aparelho de soldar, dois computadores, um telemóvel e uma máquina fotográfica, correspondendo a um valor aproximado de 1.600 euros”.
As diligências continuam com vista a recuperação de outros objetos furtados.

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Biblioteca Municipal de Anadia: Entrega de prémios em dia de aniversário da Biblioteca


No passado dia 5 de julho, a Biblioteca Municipal de Anadia celebrou o 6.º aniversário, numa tarde repleta de momentos especiais, com enfoque para a entrega de prémios aos vencedores da 5.ª edição do Concurso Escolar “Ler & Aprender” e da 6.ª edição do Concurso de Poesia “Letras da Primavera”.
Relativamente ao concurso escolar, todos os trabalhos vencedores conferiram ao respetivo estabelecimento de ensino, a possibilidade de receberem um prémio pecuniário, previsto no Regulamento do Concurso. Já o concurso de poesia “Letras da Primavera”, uma singela homenagem ao cruzamento do Dia Mundial da Poesia com o início da Primavera, este ano, no âmbito das comemorações do 25 de Abril, foi dedicada ao tema da Liberdade.
Na ocasião, a edil anadiense Teresa Cardoso referiu que “celebrar o aniversário da Biblioteca Municipal é celebrar todos aqueles que dão sentido ao nosso trabalho: os nossos utilizadores. Não os podemos ter todos connosco, pois precisaríamos de um espaço bem maior, por isso, de uma forma simbólica, prestaremos uma homenagem àqueles que, no último ano, mais frequentemente nos visitaram e usaram os nossos recursos e serviços”, não deixando de destacar também que a Biblioteca Municipal tem desenvolvido vários projetos de aproximação à comunidade.
“A nossa grande preocupação é as pessoas. É nelas que centramos o nosso trabalho. Tudo quanto fazemos só tem sentido se, de alguma forma, contribuir para tornar a vida das pessoas melhor, mais fácil, e, quem sabe, mais feliz!”, disse, deixando ainda uma palavra de elogio aos mais jovens, aos seus encarregados de educação e aos seus professores, pela dedicação espelhada nos resultados alcançados em todos os desafios propostos.
No projeto BiblioSocial, a Biblioteca Municipal de Anadia elegeu o Centro Social Maria Auxiliadora de Mogofores como a instituição que, ao longo do último ano, mais empenho demonstrou na promoção do livro e da leitura junto dos seus utentes. Já no Projeto BiblioEscola, houve lugar a duas distinções: uma para o 1.º CEB, atribuída à professora Anabela Ferreira Santos e outra para o Pré-escolar, atribuída à Educadora Ana Paula Silva, ambas do Centro Escolar de Arcos. Seguiu-se a distinção dos utilizadores individuais e, na categoria Infanto-Juvenil, foram agraciados Anna Sofia Kravets Boklach (5 anos), de Anadia, Francisco Marques Santos (5 anos) da Malaposta e Gabriel Bizarro Monteiro (5 anos) de Tamengos. No que respeita aos Adultos, foram distinguidos: Alice da Costa Duarte Trindade, de Sangalhos, Maria Elizabete Lopes Martins, de Vila Nova de Monsarros e Sílvia Margarida Batista Ferreira, de Óis do Bairro.
De realçar também as atuações que abrilhantaram a cerimónia, protagonizadas por alunos da Secundária de Anadia, EB n.º 2 de Anadia e EB n.2 de Vilarinho do Bairro, Colégio Nossa Senhora da Assunção, e Colégio Salesiano de São João de Bosco.

Vencedores
“Ler & Aprender”
Género Lírico
1.º CEB: 1.º Margarida Cruz, CNSA “A amizade”; Menção Honrosa, Pedro Duarte, CNSA, “Um pedacinho de amor”.
2.º CEB: 1.º Dinis Costa, CSSJB “O mar”; Menção Honrosa, Henrique Ferreira, EB n.º 2 de Anadia “O que há nos livros”.
3.º CEB: 1.º Maria Rocha, CSSJB “Os Livros”; Menção Honrosa, Ana Neta Pereira, EB n.º 2 de Anadia, “Saudade”.
Secundário: 1.º, Inês Figueira, CNSA. “Amor impossível”; Menção Honrosa, Afonso Pereira, CNSA, “Avenida da minha cidade”.
Género Narrativo
1.º CEB: 1.º Hugo Almeida, CNSA “No reino da imaginação”; Menção Honrosa, Constança Seabra, CNSA “O capacete azul”.
2.º CEB: 1.º João Patrão, CNSA, “Encontros de Primavera”; Menção Honrosa, Carolina Fontes, CNSA, “Férias na lua”.
3.º CEB: 1.º Beatriz Duarte, EB n.º 2 de Vilarinho do Bairro, “Ups…”; Menção Honrosa, Filipa Cerca, CSSJB, “O pequeno pintor”.
Secundário: 1.º Catarina Alves, ESA, “Uma viagem”; Menção Honrosa, Sara Cunha, CNSA, “A ilha mágica”.

Concurso “Letras da Primavera”
1.º Maria Celeste Torres, Sangalhos, com o poema “Liberdade”; 2.º Joaquim Armindo, Mogofores, com o poema “Retrato em branco e negro”; 3.º João Pereira, do Outeiro de Baixo, com o poema “O preço do berço”.

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Anadia: “Ser bombeiro por uma semana” ensina valores aos mais jovens


Chegou ao fim a atividade “Ser Bombeiro por uma semana”, realizada entre os dias 30 de junho e 4 de julho, pela Escola de Infantes e Cadetes do Corpo de Bombeiros Voluntários de Anadia.
Foi uma semana cheia de atividades, nas quais jovens entre os 6 e os 16 anos puderam experimentar vários exercícios e ações próximas da profissão de Bombeiro.
A discussão e a instrução de temas sérios foi feita sempre em ambiente de brincadeira e boa disposição. “Estamos certos que, nesta semana, todos os jovens partilharam os valores do altruísmo, ajuda ao próximo e responsabilidade e foram proporcionadas novas experiências e contacto com outros jovens”, avança a comandante Ana Matias.
Durante a semana, os jovens tiveram a oportunidade de assistir a sessões teóricas relativas aos temas “O voluntariado”, “A Floresta”, “Direitos e Deveres dos Bombeiros”, bem como a sessões práticas, tais como “Salvamento na água”, “Utilização de extintores”, “Salvamento em grande ângulo”, “AVC” e técnicas praticadas em emergência pré-hospitalar.
Foram feitas visitas ao CODU a Coimbra e com a colaboração do INEM – Coimbra realizou-se a montagem de um PMA (Posto Médico Avançado) e instrução de Suporte Básico de Vida.
A todos os jovens foi ensinado a “Ordem Unida”, conjunto de conhecimentos base, de modo a executar de forma correta os movimentos como a marcha, continência e a disciplina em termos similares à atividade militar.
Segundo ainda a comandante da corporação anadiense, as brincadeiras e o convívio estiveram presentes em vários jogos e caminhadas, assim como a corporação contou com o apoio da Câmara Municipal de Anadia “como parceira fundamental e sempre disponível nesta atividade e no apoio total das refeições e transportes necessários”.
A iniciativa contou igualmente com o apoio total da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Anadia.
“A reunião destes dois parceiros permitiu proporcionar aos participantes uma semana sem custos para os encarregados de educação e permitiu ainda a ocupação dos jovens em tempo de férias escolares”, acrescentou Ana Matias, acrescentando que “a semana não teria sido possível sem a presença e coordenação de todos os Bombeiros e funcionários da Câmara Municipal de Anadia (com funções de monitores) que estiveram presentes durante toda a semana e que foram incansáveis no apoio e ensinamento a todos os jovens.”
Uma experiência que classifica de “fantástica para quem esteve presente”, sendo certo que será para continuar num futuro próximo. “Por agora mantemos a Escola de Infantes e Cadetes com atividades ao longo do ano e que funciona aos sábados”, concluiu.

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Curia Tecnoparque: Empresa de Anadia entre as finalistas de concurso de design


A Tekna Creative, sediada na Incubadora de Empresas do Curia Tecnoparque, viu o seu projeto “O Luso” reconhecido como um dos 45 finalistas do concurso de design promovido pela Galp. A empresa bairradina conseguiu destacar-se entre as mais de 1100 candidaturas recebidas a nível nacional.
O desafio lançado pela Galp a estudantes universitários e a profissionais na área do design passava pelo desenvolvimento de uma nova imagem para as garrafas de gás butano. A Tekna Creative respondeu ao desafio com o projeto “O Luso”, um personagem criado com linhas simples, inspiradas em personagens estilo Lego, em grande parte “guiado” pelas linhas da garrafa.
A garrafa foi decorada com pasta de papel, e tinta acrílica, e tem um misto de trajes típicos de Portugal, com as suas cores garridas, e um padrão estilo filigrana aplicado no seu colete dando-lhe um toque mais artístico. Pasta de papel, papel de feltro, cartão, plástico usado, fimo e tinta acrílica foram os materiais escolhidos pela Tekna Creative.
“O Luso” quer demonstrar a amistosidade do povo português, com o seu ar engraçado e amigável, a sua relação com a tradição e costumes e a sua habilidade e inteligência. Quer ainda representar os trajes garridos do folclore português, a filigrana tão bonita quanto complexa, e, ao mesmo tempo, a simplicidade que há em nós… Afinal, “O Luso” é construído com pouco mais do que pasta de papel e muita imaginação.

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Empresário de leitões condenado a 14 anos de prisão


O Tribunal de Anadia condenou, na terça-feira, a 14 anos de prisão um antigo empresário de leitões da Bairrada acusado de, em 2008, ter matado a tiro um seu concorrente, de 29 anos. Fernando Ribeiro foi ainda condenado a dois anos de prisão por um crime de detenção de arma proibida. Em cúmulo jurídico, o tribunal aplicou-lhe uma pena única de 14 anos de prisão. Além da pena de prisão, o arguido terá de pagar aos familiares do falecido uma indemnização de 250 mil euros.

Desentendimento. Fernando Ribeiro, 46 anos, baleou mortalmente Carlos Trancho, 29 anos, na noite de 6 de março de 2008, na rua principal de Alpalhão, em Anadia, tendo fugido para o estrangeiro.
O tribunal deu como provado que Fernando Ribeiro agiu de forma livre e consciente, querendo matar Carlos Trancho motivado por um desentendimento entre ambos e para tentar evitar pagar uma dívida de dez mil euros.
Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente disse que nenhuma prova foi produzida sobre as alegadas ameaças de morte feitas aos arguido e aos seus familiares por parte da vítima. “Não ficou provado que esteja arrependido e que recebeu ameaças de morte”, acrescentou o magistrado, ressalvando não ser possível concluir, ainda assim, que o arguido persistiu no crime com antecedência, pois este “agiu num impulso numa discussão”, o que levou a optar por homicídio simples e não qualificado.

Legítima defesa. O Tribunal também não deu credibilidade à tese do arguido que dizia ter agido em legítima defesa, julgando que a vítima estava a pegar numa arma para disparar contra si.
“Atendendo que Carlos Trancho pesava 119 quilos, nunca este iria fazer o gesto que o arguido descreveu”, disse o magistrado, explicando ainda que “não foi possível determinar o momento em que o arguido decidiu matar Carlos Trancho. O que não se pode concluir é que foi uma decisão calculada e pensada, mas fruto de um impulso gerado numa discussão”.
Não ficou provado que “o arguido tenha disparado para qualquer zona do corpo e que depois do disparo tenha entrado em pânico e sem saber o que fazer e que só tenha saído do local quando verificou que o mesmo estava vivo”. Assim como não ficou provado, como parte da contestação, que “o arguido se tenha arrependido”.

Desculpas. No final, o juiz presidente, dirigindo-se ao arguido, afirmou que “a sua atitude é muito reprovável e censurável e colocou em causa o sentimento de arrependimento demonstrado durante o julgamento”. “É profundamente reprovável o ato que cometeu e não há nada que justifique matar uma pessoa, ainda para mais quando havia um bom relacionamento entre ambos”.
“Impunha-se que o arguido se entregasse à justiça, mesmo que não o fizesse no início, esperava-se que o fizesse num curto espaço de tempo, mas não foi o que fez. O arguido resolveu fugir e reconstruir a sua vida, perfeitamente indiferente ao sofrimento que causou a esta pessoa e aos seus familiares.” “Quem se arrepende, apresenta-se à justiça e pede desculpas. Não foge”, acrescentou.
“Não pode o Tribunal aceitar o arrependimento de quem não se arrependeu, nem sequer pediu desculpas. Esperemos, neste tempo em que vai estar em reclusão que reflita no mal que causou a estas pessoas”, finalizou o magistrado.
O arguido, que se encontra em prisão preventiva, vai manter-se nessa situação até ao trânsito em julgado da decisão.

Acusação. Segundo o despacho de acusação do MP, a vítima mortal encontrava-se naquele local, dentro do seu carro, à espera de um indivíduo que lhe devia dinheiro, quando o suspeito chegou e parou a sua viatura, em sentido contrário.
Na ocasião, gerou-se uma discussão entre os dois homens, tendo o arguido, a dado momento, sacado de uma arma de fogo e disparado um tiro em direção à cabeça da vítima, que teve morte quase imediata.
Segundo a acusação, o arguido agiu por “avidez” e “com frieza de ânimo”, procedendo à limpeza das armas que possuía na manhã do crime e aproveitando o conhecimento do paradeiro da vítima no dia e hora em que desferiu o tiro fatal, atuando assim em circunstâncias que revelam especial censurabilidade.
Após o crime, o arguido fugiu para Espanha e seguiu para França, antes de viajar para Cabo Verde, onde foi localizado em 2013, sendo depois extraditado para Portugal para ser julgado.

Recurso. A defesa vai recorrer – já que alega legítima defesa – e os advogados da família Trancho admitem também o recurso por considerariam estar preenchidos os requisitos para a condenação por homicídio qualificado, como inicialmente vinha acusado, e não simples como foi condenado.
Pedro Fontes da Costa
pedro@jb.pt

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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