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Avelãs de Cima: Rota dos Moinhos só avança com o apoio da Câmara


Há quase um ano atrás, foi dado a conhecer um projeto inédito com vista à criação de uma Rota dos Moinhos, entre as freguesias de Avelãs de Cima e a Moita, que possibilitasse a preservação de um património centenário.
A ideia partiu de um grupo de canelenses (Canelas – Avelãs de Cima) que pretendia recuperar e dar corpo a um projeto único no concelho e na região.
Um ano depois do Jornal da Bairrada ter dado a conhecer o projeto, este grupo de canelenses regressou, no passado dia 26, à reunião do executivo para pedir ajuda, no sentido de concretizar tão ambicioso projeto, na medida em que é necessário recuperar uma represa.
Alberto Simões falou em nome do grupo e lembrou o executivo que, após a intervenção feita pelos populares, a expensas próprias, ficou a promessa, ainda do anterior executivo, de apoio que, até há data, não aconteceu.
“Queremos saber se estão ou não disponíveis para aprovar o projeto, até porque o moinho está recuperado”, avançou o popular, sublinhando que para este trabalhar é necessário que também a represa venha a ser igualmente recuperada. “Não é um projeto de grande vulto, fácil para a Câmara, mas difícil para nós”, disse.
Refira-se que na zona existem 18 moinhos de água, começando no lugar de Ferreirinhos (Avelãs de Cima), passando por Canelas, Póvoa do Gago, terminando em Ferreiros, junto ao Moinho Velho (Moita), numa extensão aproximada de cinco a seis quilómetros. Um percurso que pode vir a integrar ainda um moinho de vento, localizado na Cascalheira.
O projeto, que ainda não está no papel, pretende dar corpo a um sonho antigo das populações, mas só avança se houver um maior empenhamento da autarquia, já que os populares não podem suportar o custo das obras.
Na ocasião, a autarca Teresa Cardoso frisaria que, sendo um projeto que está apenas na ideia de um grupo de pessoas, é necessário passá-lo para o papel, já que existem muitas variáveis a ter em consideração.
A presidente de Câmara sublinhou ainda a necessidade de fazer um projeto, com suporte técnico, para recuperar caminhos pedonais e a represa, para depois ser orçamentado e eventualmente alvo de uma candidatura.
Contudo, a edil mostrou-se disponível para reunir, em breve, com o grupo, seja na Câmara Municipal ou no local.
Os promotores da ideia (Alberto Simões, Américo Tomás, João Figueiredo e João Simões) estão determinados, em levar o projeto a bom porto.
Sublinhe-se ainda que há um ano atrás, este grupo de populares já tinha a intenção de proceder à reconstrução dos moinhos que se encontrem menos degradados e preservar as ruínas dos restantes.
Até ao momento, já conseguiram reconstruir o de Canelas, faltando os da Póvoa do Gago e de Ferrerinhos. Paralelamente, foi construída uma levada e foram colocadas algumas manilhas em falta.
Recorde-se também que na zona existe um lagar de azeite de vara que, apesar do avançado estado de degradação, poderá vir a ser integrado nesta rota, dada a sua singularidade.
CC

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Av. Cima: Sopas deliciosas foram atração do 6.º Festival do Agrupamento de Escuteiros


O 6.º Festival de Sopas do Agrupamento 836 de Avelãs de Cima, que se realizou no dia 28 de abril, voltou a surpreender com mais de 450 pessoas a passarem pela antiga Escola da Figueira/ Candeeira.
O Agrupamento agradece a todos quantos contribuíram para o êxito deste evento, pois mais uma vez se verifica o carinho que esta freguesia tem para com os escuteiros da sua terra. “Sabemos que nos apoiam para que possamos crescer, e para que os nossos projetos se concretizem” , referem os responsáveis do Agrupamento.
O Festival contou com 18 especialidades de sopas diferentes: sopas de peixe, de bacalhau, caldo verde, canja, de legumes, de carnes, confecionadas por gentes da freguesia, sem dúvida, muito apetitosas, logo todos manifestaram grande dificuldade na hora de votar na melhor.
As sopas vencedoras foram: 1.º prémio – Sopa à Lavrador; 2.º prémio – Canja da Avó Alice; 3.º prémio – Sopa XPTO – FACE.
Em cada festival há uma grande variedade de sopas e os participantes todos os anos gostam de inovar. Um dos fatores principais é a utilização de produtos da terra, que sempre fizeram parte da tradição desta região.
Foi uma tarde muito agradável, em que todos conviveram com muita alegria, e mais uma vez apoiaram o Agrupamento, para que continue a crescer e a realizar mais e melhores atividades e a proporcionar à freguesia momentos de confraternização.
O Agrupamento agradece a todas as pessoas que confecionaram e ofereceram as sopas, e todos os outros petiscos que deliciaram os participantes, pois só com a sua ajuda e colaboração este evento é hoje uma realidade.

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Anadia: Executivo entrega computador a criança com doença oncológica


Um computador portátil vai, com certeza, fazer as delícias do pequeno Diogo, de 12 anos.
O menino, doente oncológico, residente na Cerca, Avelãs de Cima, necessitava de um computador para o ajudar nas tarefas escolares e no tempo de lazer.
A “prenda” oferecida na última reunião de Câmara pelo executivo anadiense surgiu no seguimento de um apelo feito ao presidente da Câmara por Rosa Maria Gomes, mãe da criança.
O pequeno Diogo que, este ano, se encontra a frequentar o 5.º ano da Escola Básica 2/3 de Anadia, tinha um computador portátil, oferecido por familiares (tios), que ficara na escola durante as férias do carnaval, para colocação de novos programas e conteúdos. Mas como a escola foi alvo de um assalto, o computador do Diogo encontrava-se entre o material furtado.
Na carta enviada à Câmara, a mãe revela que, sendo a família de poucos recursos, não poderia adquirir um novo equipamento, apelando a uma ajuda por parte da autarquia.
Por outro lado, como o computador não fazia parte dos bens materiais/património da escola, também não poderia ser comprado por esta, ao abrigo do seguro.
O Diogo, que precisa de fisioterapia diária e já foi submetido a diversas cirurgias, assim como a inúmeros tratamentos de quimioterapia, tem no computador um amigo com que pode brincar e aprender, já que fisicamente apresenta grandes limitações de locomoção.
Rosa Maria Gomes diz que o computador “com jogos e programas adaptados à sua incapacidade” é o único hobby que o Diogo tem, para além de ser uma grande ajuda nas tarefas e trabalhos escolares.
“Como com a doença perdeu muita visão, o computador ajuda-o muito”, acrescenta.
A carta, que tocou todos os membros do executivo, levou a que fosse aprovada, por unanimidade, a aquisição de um novo computador que irá ajudar Diogo, daqui para a frente.
A entrega foi realizada na última quarta-feira, dia 24 de abril.

Catarina Cerca

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Avelãs de Cima: Inquérito escolar mostra falhas na alimentação infantil


“Alguns alunos da nossa escola precisam de melhorar os seus hábitos alimentares”. Esta foi a conclusão a que chegaram as professoras e alunos da EB 1 de Avelãs de Cima, após a realização de um inquérito na escola, sobre “Saúde e Nutrição”.
No âmbito da “Assembleia de Alunos”, promovido pela Câmara Municipal de Anadia e realizado a 27 de abril, a EB 1 de Avelãs de Cima desenvolveu um pertinente trabalho sobre “Saúde e Nutrição”. Este foi, de resto, um dos trabalhos mais originais e de grande atualidade apresentados naquela Assembleia de Alunos e que colocou a descoberto algumas fragilidades e erros na alimentação infantil que urge colmatar.
Isso mesmo foi apontado pela docente Susana Rosmaninho, que a JB avançou a necessidade de, até final do ano, ser elaborado um panfleto que os meninos desta escola vão levar para casa, alertando pais e encarregados de educação para a necessidade de corrigir algumas falhas alimentares.
“A ideia deste trabalho está relacionado com o projeto do Agrupamento Escolar – Educação para a Saúde e devido à Assembleia de Alunos. Decidimos juntar a matemática (elaboração dos gráficos e tratamento de dados, matéria do 4.º ano) e realizar inquéritos em toda a escola. Os quatro anos colaboraram”.
O resultado foi um trabalho de grande atualidade que evidencia o que de mal se passa na alimentação de muitas crianças do concelho e do país. De resto, este inquérito espelha erros que urge ultrapassar no seio de muitas famílias.

Grande surpresa. “Ficámos surpresas pela negativa”, confessa a docente, dando conta de que na cantina escolar “já temos uma perceção daquilo que os meninos gostam ou não gostam e da dificuldade que constitui fazê-los comer determinados alimentos”.
Ao todo foram considerados 37 inquéritos, já que dois alunos não os devolveram. Os inquéritos realizados a crianças entre os 6 e os 11 anos mostram que a maioria toma pequeno-almoço e que a maior parte opta por comer cereais (20 alunos) ou leite com pão (12 alunos). Um outro alimento importante na infância, o leite, também é uma das bebidas mais consumidas – 23 crianças bebem um ou dois copos, mas apenas 14 bebem mais de 3 copos de leite por dia, que é a quantidade de leite recomendada para as crianças nestas idades.
Por outro lado, apenas 12 crianças toma seis refeições por dia. A maioria (14) toma cinco e há nove crianças que apenas tomam quatro refeições.
Sendo a sopa indispensável para uma alimentação equilibrada, 19 crianças comem-na sempre às refeições, mas 17 comem às vezes e um aluno raramente a come.
A maioria também come com mais frequência carne (30) e apenas 5 alunos comem mais vezes peixe. Já a comida rápida – fast food – não faz parte da ementa dos alunos, pois 28 consomem-na raramente, oito às vezes e apenas um frequentemente. De referir que 31 crianças come fruta diariamente (o ideal é consumir até 5 peças de fruta/dia). À questão “achas que tens uma alimentação saudável”, 33 responderam que sim e apenas 4 disseram que não.
A questão mais polémica “se bebes bebidas alcoólicas” a maioria diz que não (28), mas oito alunos dizem beber ainda que raramente.
De referir que não se deve oferecer álcool a uma criança, uma vez que o seu fígado não está preparado para metabolizar o álcool.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Av. Cima:“Charca é uma mais valia no combate a incêndios florestais”


Com um orçamento de 55 mil euros, Manuel Veiga, que cumpre o primeiro mandato à frente dos destinos da freguesia de Avelãs de Cima, reconhece estar limitado em matéria de obras a realizar: “relativamente a 2011, recebemos menos 2862 euros, mas comparando a 2010, o nosso FEF reduz em 8290 euros”, diz, dando conta que, face a este constrangimento orçamental, “foi necessário redimensionar todas as nossas obras na freguesia e o que vamos fazendo deve-se a muito esforço e poupança, da nossa parte”.
Contudo, dois importantes investimentos estão a avançar.

Floresta: uma prioridade. O primeiro, em fase de conclusão, é uma charca – reservatório de água escavado na zona do Moinho do Pisco – que vai dar apoio aos bombeiros do concelho e aos helicópteros no combate a fogos florestais. “Trata-se de um projeto que foi elogiado por todos e uma mais valia e fruto do nosso esforço, já que causa alguma mossa no orçamento da Junta de Freguesia”, adianta. Em fase de conclusão, este equipamento, construído em terreno cedido por um particular, começou a ser construído em janeiro e, apesar do período de seca, está cheio de água. “Era uma necessidade muito grande e uma reivindicação antiga dos proprietários florestais”, sublinha o autarca, determinado em dar especial apoio à Associação Ambiental e Florestal da Freguesia de Avelãs de Cima que, segundo Manuel Veiga, “tem desenvolvido um trabalho meritório na vigilância e combate aos fogos, sendo uma aliada dos bombeiros”.
“Precisam construir um pavilhão que sirva de sede e de arrumo à viatura que possuem de combate aos fogos florestais. A Junta de Freguesia vai ajudar nessa construção”, diz, dando conta de que a obra vai nascer junto ao estaleiro da Junta de Freguesia, em Avelãs de Cima. Ainda em matéria florestal (e porque a freguesia tem uma extensão considerável de floresta) Manuel Veiga destaca o empenho da autarquia na manutenção e preservação de caminhos rurais e estradões florestais, mantendo-os transitáveis e em bom estado a maior parte do ano, mas mostra-se igualmente apreensivo e preocupado com o furto do posto de vigia do Moinho do Pisco. Por isso, lança um apelo às entidades competentes para que reponham um equipamento semelhante porque, “sem a torre de vigia, a floresta está agora muito mais vulnerável”.

Abastecimento de água é imprescindível. Preocupado com o abastecimento de água à população, recorda que Ferreirinhos continua a aguardar por água da rede, canalizada. “Pela primeira vez, em muitos anos, no ano 2011 a nascente não foi suficiente para abastecer as fontes do lugar, pelo que teve de se recorrer aos Bombeiros de Anadia que, em dias alternados, colocavam água no depósito que abastece as fontes”, diz, admitindo que, neste ano de 2012, a atravessar uma grave seca, a perspetiva não é nada animadora, sendo, por isso, urgente dotar este lugar de água da rede potável.
Por causa da crise e do desemprego que afeta já muitas famílias no concelho, Manuel Veiga fala no estreitar de relações com a Rede Social, para sinalizar e resolver casos de necessidade que possam surgir na freguesia. Mas à Junta de Freguesia cabe ainda olhar pela manutenção dos equipamentos escolares, neste caso três escolas do 1.º CEB e três Jardins de Infância. Atenção dedica ainda à limpeza e manutenção de bermas, valetas, aquedutos e ainda caminhos e rurais. Por isso, a Junta de Freguesia está empenhada em sensibilizar a população para dar conhecimento de eventuais lacunas e necessidades porque, como diz, “nós, na Junta, não sabemos de tudo o que faz falta nos vários lugares da freguesia e as pessoas são um importante elo de ligação/informação”.
A JB conta ainda o facto da autarquia ter disponibilizado um espaço na Junta de Freguesia e na antiga Escola de Canelas para que uma enfermeira possa, às quintas-feiras, prestar serviços de enfermagem às populações. “É um importante apoio, sobretudo para os mais idosos”, diz, referindo ainda o trabalho que está a desenvolver ao nível da Segurança Rodoviária: “Estamos a colocar novos sinais de trânsito que começaram a ser renovados em janeiro”, num total de uma dúzia.
A terminar, afirma precisar da colaboração da Câmara Municipal para avançar com alcatroamentos de vias já abertas, mas ainda em terra batida, que considera prioritárias. São os casos: alcatroamento da estrada entre Figueira e Boialvo, entre Cêrca e Aguarda de Cima, mais propriamente Almas da Areosa e no lugar de S.Pedro, cerca de 500 metros, que permitirá eliminar o trânsito de pesados num pequeno troço de estrada 334, assim como corrigir um pequeno troço de estrada que liga Figueira a Avelãs de Cima, junto ao depósito da água.

Catarina Cerca

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Avelãs de Cima: Festival de Sopas ultrapassa expetativas


O 5.º Festival de Sopas do Agrupamento 836 de Avelãs de Cima, realizado no último domingo, ultrapassou as expetativas. No evento participaram aproximadamente 400 pessoas, fazendo a organização um balanço muito positivo. Ao longo do dia de domingo, passaram pela antiga Escola da Figueira/ Candieira, mais de quatro centenas de comensais que se deliciaram com as iguarias preparadas para o evento. O dia de sol magnífico poderá ter contribuído também para a grande adesão e para o sucesso do Festival.
Os elementos deste Agrupamento consideram que foi um sucesso, tanto a nível organizativo, como na angariação de fundos para o projeto “Rota da Flor-de-lis”. “Agradecemos a todos quanto contribuíram para o êxito deste evento. Mais uma vez se verifica o carinho que esta freguesia tem para com os escuteiros da sua terra. Sabemos que nos apoiam para que possamos crescer e para que os nossos projetos se concretizem”, avançou a JB Catarina Silva, chefe do Agrupamento.
A edição deste ano do Festival contou com a participação de 20 especialidades de sopas diferentes confecionadas por pessoas da terra que aceitaram participar, oferecendo um leque variado de sopas muito saborosas. De destacar que as sopas de peixe continuam a ser as mais apreciadas, registando-se a participação de quatro sopas deste ingrediente. Contudo, ao festival não faltaram as tradicionais sopas de legumes, a canja de galinha, o típico português caldo verde, com carne, ou com bacalhau, entre muitas outras.
De acordo com Catarina Silva, “todos os participantes estão de parabéns, pela criatividade e gosto que imprimiram às suas sopas”, disse, deixando a certeza da realização de uma 6.ª edição, em 2013.
Relativamente às sopas mais votadas aqui ficam os resultados apurados: 1.º prémio – Sopa Figueirense; 2.º Prémio – Sopa Delícia de Bacalhau e 3.º Prémio – Sopa da Amizade.

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Av. Cima: Ampliação do Lar concluída em agosto


As obras de ampliação do Lar Verde Pinho, em Avelãs de Cima, avançam a bom ritmo.
A JB, Carlos Martins, presidente da direção da instituição, garante que estas estarão concluídas em agosto e que a ocupação deste novo espaço far-se-á no mês de outubro.
As obras de ampliação do Lar, orçadas em 400 mil euros, começaram em outubro de 2011. O equipamento vai disponibilizar mais 13 camas em Lar (3 quartos duplos e 7 individuais), integrando ainda um gabinete, uma sala de estar e um refeitório com copa.
Durante uma breve visita à obra, aquele responsável avançou ainda que o equipamento atingirá, com equipamento, os 500 mil euros, sendo comparticipado em 60% pelo POPH, eixo 6.12. Contudo, a instituição é responsável pelos restantes 40%, pelo que irá, uma vez mais, pedir o apoio da população da freguesia, por forma a concluir a obra nos timings previstos.
Numa altura de crise e crescentes dificuldades, Carlos Martins lança, assim, um apelo à generosidade da população da freguesia, de amigos e empresários da região, para que sejam solidários com este importante melhoramento que a instituição está a realizar. No entanto, o Centro Social irá igualmente continuar a promover iniciativas várias para angariar fundos.
De referir que o Lar está com lotação esgotada e as longas listas de espera não permitem à instituição acudir a todos os casos. Por isso, Carlos Martins sabe que as novas camas são uma gota de água num mar de necessidades: “é, na verdade, uma obra que urge concluir, já que vai permitir à instituição dar resposta a mais alguns casos urgentes, com que se vai debatendo, no dia a dia”.

CC

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Av. Cima: Simulacro serviu para testar plano de evacuaçã do Centro Social


No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Proteção Civil, o Lar Verde Pinho, em Avelãs de Cima, foi palco de um simulacro que serviu para testar o Plano de Evacuação da instituição mas também para aferir a operacionalidade e eficiência dos Bombeiros Voluntários de Anadia.
A ação realizou-se na manhã da última quinta-feira, num normal dia de funcionamento do Centro Social e teve como cenário um incêndio no auditório, que deflagrou às 10h14. Após tentativas de extinção por parte dos funcionários, foi necessário acionar os Bombeiros e o Plano de Evacuação. Nos escassos minutos entre o alerta e a chegada da primeira viatura da corporação anadiense, 11 idosos foram retirados do interior do Lar pelo pessoal da instituição e levados para o “ponto de encontro”. À chegada, às 10h22, os Bombeiros são alertados para o facto de se encontrar uma idosa caída nos sanitários contíguos ao auditório, mas também para a existência de duas funcionárias desaparecidas, quando se encontravam a limpar o auditório onde deflagrou o incêndio. As vítimas seriam prontamente socorridas pelos bombeiros, assim como o incêndio rapidamente extinto.
A JB, Eduardo Matos, comandante dos Bombeiros de Anadia, avançou que, para além de servir para testar o Plano de Emergência e Evacuação, o exercício permitiu avaliar o comportamento dos intervenientes, testar o equipamento de 1.ª intervenção, mas também avaliar as competências dos intervenientes.
No simulacro participaram 20 bombeiros e sete viaturas da corporação anadiense.
Catarina Cerca

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Av. Cima: “Casa de Pais” foi sucesso em Carregal do Sal


O Centro Cultural de Carregal do Sal foi palco, no passado dia 26 de fevereiro, de uma representação teatral intitulada “Casa de Pais”, que esteve a cargo do Grupo Cultural Raízes Verde Pinho, do Centro Social de Avelãs de Cima. A peça, da autoria de Fernando Ventura, tem encenação de Alcindo Oliveira e trouxe a palco um drama que reflete o que se passa com algumas famílias na partilha das heranças, situação que, muitas vezes, leva a desentendimentos e zangas familiares.
A peça, em três atos, exemplarmente interpretada pelos atores de Avelãs de Cima, despertou várias emoções na plateira: lágrimas, tristeza, alegria e algumas gargalhadas apoderaram-se de todos os que assistiram ao espetáculo, uma verdadeira boa lição de vida.
A JB, Rosa Tomás, da direção do Centro Social de Avelãs de Cima e vereadora da Cultura da Câmara de Anadia não deixou de destacar o facto de se tratar de “um grupo amador do teatro, mas muito motivado”, que não deixam cair os seus créditos em mãos alheias, já que as suas representações arrancam do público calorosos aplausos. O espetáculo, que teve uma duração aproximada de duas horas, surgiu na sequência de um convite da Câmara de Carregal do Sal e fez parte da programação cultural do mês de fevereiro do novo Centro Cultural. “Esta foi uma forma de partilhar os talentos da nossa terra com outro município”, concluiu. A próxima actuação será em V.N. Monsarros, em data a anunciar.

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Av. Cima: Escuteiros promovem, domingo próximo, Festival de Sopas


O Agrupamento de Escuteiros de Avelãs de Cima realiza no próximo dia 11 de março, na antiga Escola Básica da Candieira/Figueira, na freguesia de Avelãs de Cima, o 5.º Festival de Sopas do 836, uma iniciativa que visa angariar verbas para a implementação de um projeto que já há alguns anos está nos objetivos deste Agrupamento: a realização de um percurso pedestre, por caminhos da freguesia de Avelãs de Cima. Designado por “Rota Flor-de-Lis”, este percurso circular tem aproximadamente 33 quilómetros de distância. O percurso já está registado e segundo Catarina Silva, chefe do Agrupamento, “falta avançar com a sua implementação no terreno”. Assim, este evento poderá ajudar o Agrupamento a concretizar este objetivo, uma vez que necessitam do apoio da população e de entidades públicas e privadas para assim trazerem este projeto para a freguesia, dando ainda a conhecer o escutismo e a terra.
“Como todos os anos vimos este evento ser acarinhado pela população, mais uma vez o Agrupamento irá reeditá-lo com esta 5.ª edição”, diz, dando conta de que a adesão e o apoio manifestado noutros festivais dá força para acreditarem que esta edição poderá, de novo, superar as expetativas. O formato deste ano mantém-se, relativamente à última edição, contando com a participação a concurso de várias sopas. “Para além de as saborearem, queremos que se divirtam e passem algumas horas de convívio”, avança Catarina Silva, dado a indicação de que haverá também fêveras e outros petiscos para as pessoas se deliciarem. Por isso, “esperamos que venham conviver connosco e passar uns momentos agradáveis”. E lança um desafio à população, empresas e associações da freguesia e do concelho para que “tragam a vossa sopa a concurso, para assim, apoiarem o Agrupamento no seu grande projeto – a Rota Flor-de-Lis”.
Este evento terá início pelas 12h e por três euros e meio será possível provar um excelente cardápio de sopas variadas de e deliciosas. Como já vem sendo habitual, todos os provadores poderão votar na sopa que mais lhes agradar e assim eleger a melhor.
“Oferecemos uma lembrança de participação a todos quantos levarem a sua sopa a concurso e haverá prémios para as três sopas mais votadas”, conclui, convidando todos a descobrir os talentos gastronómicos e criativos dos participantes deste evento.

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Pergunta da semana

Vai a algum festival de verão este ano?

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