Recortes.pt Leia no Recortes.pt

Tag Archive | "ipss"

Encontro de Profissionais de Economia Social do Centro


O II Encontro de PES – a gestão social e os desafios emergentes – o novo paradigma das OES (organizações de economia social) realiza-se no dia 31 de maio, sábado, com início às 9h e encerramento às 17h30, no auditório do Espaço Inovação, Vila Verde – Oliveira do Bairro. O encontro tem como principal tema a gestão social e os desafios emergentes – o novo paradigma das organizações de economia social.
O Encontro de PES, que é organizado pela Pegada Social (grupo de formandos do curso de especialização em Direção Técnica e Coordenação Pedagógica que está a decorrer na ACIB – Oliveira do Bairro), pretende explorar com profissionais de excelência temas emergentes e inovadores que distinguem o 3.º setor e reforçam a atual existência marcante e imprescindível destas organizações sociais na nossa economia.
O evento conta com a participação de técnicos e profissionais: Rui Monteiro –  Diretor da Unidade de Desenvolvimento Social e Programas do Instituto da Segurança Social, IP – Centro Distrital de Aveiro; Sílvia Bandeira – Docente de Marketing do IPAM; Pedro Costa – Jornalista e Community Manager; Acácio Oliveira – Presidente da Direção da Shalom; João Paulo Pinto, Docente Universitário e Fundador da Comunidade Lean Thinking; Joana Martins – Coordenadora do Projeto Voice to Voice da Amnistia Internacional; Cláudia Moura – Diretora Geral da CMStatus (Porto & Lisboa e Jorge Faca – Fundador da Socialmind, Responsabilidade Social. O painel será moderado  por Elsa Pires – Vereadora da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro e Padre Lino Maia, presidente da CNIS e ainda com a participação de Emília Abrantes, Presidente da ACIB, e Mário João Oliveira, Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro, que está na abertura e encerramento do Encontro de PES.
Os interessados deverão inscrever-se através dos endereços – gestaosocial.pes@gmail.com e acib@acib.pt até ao dia 28 de maio.

Posted in Oliveira do Bairro, Por Terras da BairradaComments (0)

Plenário da Rede Social de Anadia: Quase mil idosos em lista de espera para valência de Lar no concelho


São quase mil, os idosos que, no concelho de Anadia, aguardam por uma vaga na valência de Lar.
Foi durante o último plenário do Conselho Local de Ação Social de Anadia (CLASA) da Rede Social de Anadia, realizado na manhã da última quinta-feira, que este número (989) foi revelado, assim como foi igualmente dado a conhecer que Anadia tem o mais alto índice de envelhecimento do Baixo Vouga (190,2), sendo inclusive mais elevado do que o de Portugal (129,4).
O diagnóstico social de Anadia, feito em 2012, faz uma alusão a essa insuficiência de equipamentos sociais que se traduz em quase mil idosos à espera de vaga para entrar na valência de Lar.

Atualizar estudo.
Face a este panorama, que é preocupante, a autarca Teresa Cardoso explica que “o levantamento foi realizado no âmbito da Rede Social de Anadia, em estreita articulação com as IPSS” e que desse trabalho resultou “um cruzamento de dados com vista à obtenção de uma lista final nominal, sem duplicação de inscrições, dado que, por vezes, o mesmo utente se encontra pré-inscrito em várias instituições em simultâneo.”
Mas como os dados são de 2012, números que podem estar alterados, avança que “será realizada uma atualização do estudo durante o corrente ano, e, paralelamente, far-se-á o levantamento do número de inscrições de idosos”. Contudo, admite que, “se, por um lado, podemos equacionar um aumento da lista de espera, por outro, e face à situação económica do país, é possível que o número de idosos em espera tenha diminuído, uma vez que as famílias têm menos capacidade para suportar os custos da integração de um idoso no Lar.”
Teresa Cardoso diz ainda que “a leitura do número total desta lista de espera (989) permite concluir que existe, de facto, uma grande procura deste tipo de resposta social”, mostrando-se igualmente preocupada com as reais condições de vida destas pessoas. “Em que situação se encontram; se residem no concelho e se necessitam deste tipo de resposta e não têm acesso à mesma, principalmente nos casos em que as famílias não têm capacidade de prestar qualquer tipo de apoio”.

Respostas para casos graves. Todavia, a autarca, garante que no concelho, em situações extremas, são sempre acionados serviços de apoio e de retaguarda, como, por exemplo, o serviço de apoio domiciliário e que “sempre que a situação é de extrema gravidade, os serviços da Segurança Social têm, em reserva, vagas específicas para a integração dessas pessoas.”
Embora reconheça que uma das soluções passa pelo alargamento da resposta Lar, não deixa de sublinhar que estes dependem da autorização da Segurança Social. E destaca: “a tutela tem permitido, nalgumas situações, o alargamento dos acordos, mas sem a decorrente contrapartida financeira. Esta situação permite às IPSS aumentar efetivamente o seu número de camas, mas, como não existe comparticipação do Estado, as instituições veem agravada a sua situação financeira, já de si complicada pelo facto de muitas famílias não lhes conseguirem efetuar os respetivos pagamentos.”
Outro tipo de resposta, diz, poderá passar pela procura de Lares privados, sempre que o idoso e as famílias possam suportar esses custos.
Teresa Cardoso revela também que à Câmara Municipal cabe a tarefa de sensibilizar as entidades para a necessidade de reverem os acordos em vigor e, dentro do possível, de criarem o respetivo suporte financeiro. “A Segurança Social tem conhecimento da realidade concelhia através das reuniões realizadas no âmbito da Plataforma Supraconcelhia do Baixo Vouga e dos documentos produzidos pela Rede Social, como é o caso do Diagnóstico Social”, garante.

Câmara ativa no apoio à terceira idade. Por outro lado, a Câmara Municipal de Anadia tem desempenhado um papel mais ativo ao nível da intervenção direta, nomeadamente quando os idosos vivem mais isolados e em condições precárias, sem intenção de abandonarem as suas habitações a fim de integrarem a resposta Lar de Idosos. Nestas situações, a Câmara dispõe de um regulamento que define os termos em que ocorre apoio aos estratos sociais mais desfavorecidos, podendo a intervenção ocorrer em matéria de melhoria das condições habitacionais ou de acesso a algumas infraestruturas. Assim, como os idosos que se mantêm nas suas habitações ou noutra qualquer situação de maior isolamento são acompanhados através de programas estabelecidos em parceria e num trabalho articulado em rede, de que é exemplo o projeto “Viver só mais protegido!”.

Índice de envelhecimento preocupante. Relativamente ao índice de envelhecimento, este mostra a relação existente entre o número de idosos e a população jovem. No concelho, confirma-se que o nível médio de esperança de vida aumentou, contrariamente à tendência verificada nas taxas de natalidade, onde se tem registado um decréscimo acentuado.
“Anadia é um concelho que, no passado, se confrontou com um forte fluxo emigratório. No entanto, uma grande parte desses emigrantes regressou e, com eles, os seus filhos. Hoje, muitos destes jovens e outros munícipes em idade mais adulta são também forçados a emigrar em virtude da atual situação económica do país, com reflexos diretos no envelhecimento da população do concelho e na quebra das contribuições para a Segurança Social”, diz Teresa Cardoso, ciente ainda de que muitos jovens que acabam a sua formação procuram conseguir um posto de trabalho no âmbito das suas habilitações, o que pode implicar a sua mobilidade para outro ponto do país, ou mesmo para o estrangeiro.
“Para contrariar esta tendência, será importante compreender que tipo de formação e de profissionais são necessários às empresas sediadas no município, e, consequentemente, implementar uma plataforma vocacional e de orientação profissional que permita uma estreita articulação das respostas dadas pelos nossos estabelecimentos de ensino com as necessidades do mercado de trabalho, se possível dentro do concelho”, adianta, acrescentando que “o município tem vindo a desenvolver um conjunto de condições e a promover iniciativas para atrair e fixar os jovens, possibilitando o início da sua vida profissional e familiar no concelho.”

Aprovado o aumento de mais 10 camas no Lar da Poutena

Um dos pontos analisados no plenário estava relacionado com a emissão de um parecer favorável à criação de mais 10 camas no Lar da Poutena. Todos os parceiros foram sensíveis a esta necessidade e aprovaram o pedido.
Embora o Centro Social da Poutena date de 1981, foi no ano de 2009 que abriu o Lar de Idosos “Nossa Senhora da Piedade”. Uma valência que veio trazer grandes mudanças, não só porque criou vários postos de trabalho, mas porque fez crescer o número de clientes, tendo ainda quadruplicado o apoio às famílias.
O Lar, com capacidade para 30 idosos, rapidamente ficou lotado, obrigando a direção a equacionar o aumento do número de camas para poder dar resposta a mais alguns pedidos. Um alargamento que não obriga a instituição a proceder a obras de fundo, como foi revelado no plenário.
O Lar veio, segundo Vera Neto, diretora técnica do Centro Social da Poutena, dar resposta ao envelhecimento da população, associado à evolução da vida em sociedade que tem como consequência o aumento da procura de equipamentos sociais para a terceira idade.
De resto, a instituição é diariamente confrontada com esta questão e muitas são as famílias sem capacidade de poder tratar dos seu idosos em casa.
O alargamento do Lar para 40 camas só obrigará a pequenas adaptações e remodelações do já existente, sendo certo que irá também contribuir para o aumento do número de utentes e de postos de trabalho. Refira-se ainda que este Centro Social apoia 50 utentes em Centro de Dia, 35 utentes em SAD (5 dias por semana) e 15 utentes (7 dias por semana), 30 utentes em Lar e, na Infância, 20 crianças em ATL/CAF e 25 crianças em Creche.

A instituição possui também várias secções, nomeadamente Supercross, Dança (aulas semanais de dança jazz, ballet e zumba; apresentação de espetáculos de dança); Teatro (apresentação de espectáculos em convívios institucionais) e Futebol (três equipas de futebol de formação, com treinos bissemanais; competições no campeonato distrital de Aveiro).

Novos parceiros. No plenário, que teve lugar no auditório do Museu do Vinho, todos os parceiros presentes foram unanimemente favoráveis à entrada dos dois novos parceiros (Clínica Belorizonte e Junta de Freguesia de Vilarinho do Bairro), ainda que a Clínica Belorizonte (privada) entre para a Rede Social nos mesmos moldes do Hotel Sénior da Curia.

Ações para 2014. Durante este ano, a Rede Social de Anadia irá promover um conjunto de atividades, a vários níveis, ainda que tenha sido frisado que este não é um plano fechado, mas sim um documento aberto a outras ações que sejam pertinentes.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da BairradaComments (0)

Amoreira da Gândara: Casa do Povo recebe subsídio de 170 mil euros da tutela


A Casa do Povo de Amoreira da Gândara encontra-se a fazer obras de ampliação e remodelação das suas instalações destinadas à terceira idade, nomeadamente às respostas de Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário.
Tendo em conta que as infraestruturas existentes são muito antigas, exíguas e desadaptadas ao fim a que se destina, estas obras têm como objetivo criar condições para os idosos, assim como criar condições de trabalho às colaboradoras. Um outro objetivo, e não menos importante, passa por adquirir a licença de utilização que irá colocar a instituição na legalidade, o que lhe dá maior probabilidade de crescimento futuro.
Na sequência de um pedido de ajuda que a Casa do Povo fez ao Ministério da Solidariedade e da Segurança Social tendo ainda, em 2011, sido contemplada com o montante de 52.200 euros, o que constituiu uma ajuda importante para o arranque desta obra, a instituição conseguiu investir, em 2012, cerca de 120 mil euros. No ano passado, o deputado Raúl Almeida e o presidente da concelhia do CDS-PP/Anadia, Tiago Castelo-Branco, numa visita às instalações da instituição e colocando-se ao corrente das dificuldades sentidas, aconselharam a direção da Casa do Povo a fazer novo pedido de subsídio ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, deixando a garantia de que a instituição poderia contar com o apoio de ambos, que colocariam o Ministro a par da real situação da instituição. Neste sentido, no final de 2012 foi feito novo pedido ao Ministro da Solidariedade e da Segurança Social e “foi com grande entusiasmo que chegou já este mês a resposta de atribuição de uma verba no valor de 170 mil euros.”
Segundo a direção, “trata-se de um incentivo muito importante para todos nós não apenas pelo seu valor monetário, mas também pela motivação e ânimo que traz para acreditar neste projeto”. A Casa do Povo considera ser um incentivo que constitui também um reconhecimento pela necessidade desta obra e é sempre reconfortante verificar que o cariz social e humanitário ainda está presente e que ainda existem iniciativas que apostam nesta missão.
Este montante, referem, “irá permitir concluir a primeira parte da obra que se destina à ampliação da instituição”, calculando a direção que, em fevereiro de 2014, os idosos já passarem a usufruir do espaço do novo edifício, o que constitui grande melhoria à qualidade na prestação de serviços.
Assim, as novas instalações serão equipadas com a sala de estar dos idosos, a sala de atividades, as casas de banho, nomeadamente de apoio à higiene corporal, gabinetes técnicos e administrativos. Será de facto o edifício que terá um maior impacto na prestação direta dos serviços a esta faixa etária e que já vai ser possível a partir do primeiro trimestre do próximo ano.
Este constitui um sonho antigo que agora começa a ganhar forma, em grande parte devido ao apoio do Ministério da Solidariedade que, no total, atribuiu 222.200 euros para este fim.
Ficará por concluir a parte respeitante à remodelação que integra o refeitório, a cozinha, os vestiários das colaboradoras e a lavandaria.

Posted in A. da Gândara, Anadia, Por Terras da BairradaComments (0)

Casa Povo Am. Gândara: Almoço convívio a favor das obras de ampliação e remodelação


A Casa do Povo de Amoreira da Gândara vai realizar, no dia 15 de junho, um almoço de angariação de fundos a favor das obras de ampliação e de remodelação da instituição.
O almoço, se o tempo o permitir, irá decorrer no jardim acolhedor das instalações, caso contrário será realizado debaixo de telha.
O valor angariado reverte exclusivamente para as obras de ampliação e remodelação do edifício destinado à Terceira Idade, sendo aliás esta a única finalidade do almoço que conta já com a sua 3.ª edição.
De momento, já foram investidos nesta beneficiação 118 mil euros, contando a Direção conseguir juntar algum montante para, ainda este ano, poder avançar mais um pouco na concretização deste sonho.
É de realçar que a obra ultrapassa os 523 mil euros (mais IVA), pelo que ainda existe um longo caminho a percorrer para a sua conclusão.
Contudo, mesmo com as dificuldades que todas as instituições atravessam, de forma generalizada, a Casa do Povo está bastante determinada em trabalhar para finalizar esta obra, sendo a aposta na terceira idade uma prioridade que a todos preocupa.
“De facto, todos nós, além de termos familiares nesta faixa etária, também um dia haveremos de lá chegar, ambicionando uma velhice com qualidade de vida” referiu a JB a diretora, Andreia Pêgo, da Casa do Povo de Amoreira da Gândara.
O almoço, que terá animação, será iniciado às 13h, prolongando-se pela tarde fora, pelo que a instituição conta com a presença de todos, podendo a reserva ser feita para o 231 596 450.

Posted in A. da Gândara, Anadia, Por Terras da BairradaComments (0)

Poutena: Nova direção do Centro Social quer alargar Lar e arranjar edifício inicial


Mário Heleno acaba de tomar posse na direção do Centro Social, Cultural e Recreativo da Poutena. Acompanham-no neste mandato de dois anos Carmen Santos (vice-presidente), Carlos Pinho (secretário), Dina Conceição (tesoureira) e Paula Assunção, Paula Cavadas e Jaime Bento (vogais).
Ao JB admite que perante o convite que lhe foi endereçado – e porque fizera parte da anterior direção – decidiu aceitar.
A eleição da lista única aconteceu a 15 de dezembro e Mário Heleno sucede a Fernando Pereira, obrigado a sair, na medida em que completara dois mandatos (número permitido pelos Estatutos da instituição).
O trabalho será de continuidade, na prestação de um serviço de excelência a todos os utentes. Contudo, Mário Heleno avança estar motivado pra enfrentar os desafios que a atualidade coloca às IPSS’s, ainda que reconheça que se adivinham tempos muito difíceis para todos: “a direção está ciente do grande desafio e das limitações que nos são impostas”.

Para breve mais vagas em Lar. A curto prazo, espera conseguir negociar com a Segurança Social o alargamento da resposta social de Lar para mais 10 utentes. Não só porque as alterações nas regras determinadas pela Segurança Social o permitem, mas porque sabe que é urgente conseguir dar resposta a inúmeras situações bastante delicadas que se encontram na longa lista de espera desta valência que tem capacidade para 30 idosos, encontrando-se há muito esgotada.
“Estão a ser desenvolvidas as diligências necessárias para pedir o alargamento da capacidade desta valência para mais 10 utentes”, avança, dando conta de que para tal terão de ser efetuados pequenos ajustes ao nível das instalações, sobretudo no refeitório e sala de estar. Vera Neto, diretora técnica da instituição acrescenta que a idade média dos idosos em Lar é elevada (95/97 anos), o que obriga a dar uma resposta mais efetiva aos pedidos de ajuda, muito embora, neste momento, apenas três estejam acamados.
Em Apoio Domiciliário estão inscritos 40 utentes e em Centro de Dia 50. Na resposta à Infância, o Centro tem 30 crianças em Creche e 45 em CATL/CAF.
E é na parte do apoio à Infância que se sente mais as dificuldades das famílias. “Assistimos a uma vaga de emigração que leva ao afastamento de algumas crianças das valências, assim como a dificuldade de alguns pais em manter o pagamento das mensalidades. Já nos idosos não sentimos qualquer alteração”.
Projetos maiores. O Centro Social é o maior empregador da freguesia. Possui 60 funcionários e gere anualmente um orçamento de um milhão e 200 mil euros. Para este novo mandato, a direção tem em mente novos projetos, evidenciando o dinamismo que sempre marcou a instituição. Assim, está em curso o projeto de remodelação do Centro de Dia, no sentido de também se conseguir legalizar (obter licença de habitabilidade) a parte mais antiga da instituição. Mário Heleno revela ainda a intenção de remodelar a parte da frente do edifício inicial. “Vamos dar-lhe um outro aspeto, mais moderno, assim como arranjar a zona exterior envolvente”.

Outras secções. Embora a área do Social seja, hoje, a vertente mais pujante, a Cultura e o Recreio sempre foram duas áreas muito acarinhadas pela instituição. Assim, com uma nova dinâmica e sob a alçada das professoras Catarina Lemos e Carolina Folques, estão a decorrer as aulas de dança jazz/ballet, às sextas e sábados. Todos os interessados em integrar esta secção podem inscrever-se na secretaria da instituição. Quanto ao teatro revista, uma referência na instituição, está a fazer-se um interregno: “já temos uma peça escrita para começar a ensaiar. Mas para tal é necessário que as pessoas adiram, se motivem e se inscrevam para integrar o grupo”, diz Vera Neto.
Em termos desportivos, o Motocross é a modalidade mais emblemática. Mantém uma prova anual que conta para campeonato nacional da modalidade. O futebol (Sporting Club da Poutena) recomeçou há dois anos com a formação. Neste momento integram as camadas jovens duas equipas de benjamins e uma de infantis.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Por Terras da Bairrada, Vilarinho do BairroComments (0)

Santo André: Cantinho Social abre na freguesia


É mais uma lojinha social que abre no município de Vagos. Depois da iniciativa camarária que opera de forma permanente, desde dezembro último, no mercado municipal, surge agora em Santo André o ”Cantinho leva e traz”.
Da responsabilidade da Associação de Solidariedade Social e Cultural daquela freguesia, o projeto voluntário funciona nas instalações do antigo jardim de infância de Sanchequias, entretanto desativado.
Disponível para acolher ofertas de roupa e calçado, o referido espaço guarda também mobiliário, eletrodomésticos e outros bens “em bom estado”, para ser distribuído às famílias mais carenciadas da freguesia, conforme explicou Virgínia Pinho, uma das coordenadoras do projeto.
No curto prazo, é intenção da IPSS de Santo André ”alargar horizontes”, aproveitando a proliferação de lojinhas e bancos existentes no todo concelhio. Tanto quanto apurámos, para além da Conferência Vicentina e Banco de Voluntariado em Vagos, funciona a Cáritas em Calvão. “O ideal seria que trabalhássemos em parceria, para apoiar o maior número de famílias”, disse Virgínia Pinho.
No decorrer da cerimónia da inauguração do novo espaço, benzido pelo pároco local, Pe. João Sarrico, a presidente daquela IPSS elogiou a dedicação das funcionárias, que trabalharam no projeto de forma “voluntária e pós laboral”.
Segundo Dulcínia Sereno, uma das fontes de receita do banco de voluntariado passa pela recolha de ofertas nas missas de funerais, destinadas a acudir às necessidades “mais prementes” da paróquia de Santo André. Exemplo disso é a mais recente remodelação de uma casa, pertencente a família carenciada, com a construção de casa de banho, parte da cozinha e telhado.
EJ

Posted in Por Terras da Bairrada, Tamengos, VagosComments (0)

VNMonsarros: Direção do CAS apela à solidariedade da população


A direção do Centro de Apoio Social (CAS) da Freguesia de Vila Nova de Monsarros (Anadia) faz um apelo à participação da população da freguesia e amigos da instituição no jantar de angariação de fundos, que terá lugar na instituição, no próximo dia 26 de janeiro, pelas 20h.
Um evento que irá contar com a presença do diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro.
A braços com graves problemas financeiros, a direção do CAS está esperançada que as gentes da freguesia sejam generosas neste período difícil que a instituição está a atravessar.

Empréstimo bancário agrava situação económica. Com as contas a negativo e com dívidas a fornecedores que ainda vão sendo compreensivos e pacientes, António Duarte, vice-presidente do CAS, revela que a situação, “muito delicada”, se deve ao empréstimo bancário realizado aquando da construção da instituição que custou cerca de um milhão de euros: “neste momento, os encargos bancários mensais rondam os quatro mil euros, com a agravante dos membros da direção terem ficado como avalistas”.
Um enorme problema, numa altura em que o país atravessa uma das maiores crises de que há memória.
No dia em que realizámos este trabalho (sexta-feira) a direção levou mais um balde de água fria: chegava, por mail, de Lisboa, a indicação de que a candidatura que a instituição fizera, há um ano, para ser apoiada financeiramente , fora indeferida.
A obra, que dá resposta às valências de Creche (13 utentes), Centro de Dia (30), Apoio Domiciliário (15) e prolongamento de horário ao 1.º CEB, foi alvo de um empréstimo bancário de 400 mil euros, faltando pagar, neste momento, ainda mais de metade da verba.

Gestão rigorosa. A braços com uma redução de utentes (parte infantil) e com idosos a pagar prestações mensais muito baixas (porque as reformas são irrisórias), no dia a dia, a instituição sente na pele as dificuldades com que se debatem muitos agregados familiares: “temos um dinheirão na rua por receber”, diz, ciente de que as pessoas começam a ter muitas dificuldades em honrar os seus compromissos.
Por isso, seguem uma gestão muito rigorosa, sem desperdícios: “chegamos ao final do mês a contar os trocos”.
Por isso, a Junta de Freguesia deliberou apoiar em 25 euros, cada criança colocada na Creche, o que mesmo assim não tem tido grande recetividade, já que as crianças vão escasseando na instituição.
Embora, neste momento, os salários estejam em dia, o mesmo não acontece com os subsídios dos cerca de 20 funcionários, já em atraso, devido às dificuldades financeiras.

Angariação de fundos é vital para a instituição. “Este jantar de angariação de fundos é para criar uma bolha de oxigénio”, diz António Duarte, sublinhando que “apenas a qualidade do serviço que é prestado a todos os utentes se mantém num elevado padrão”. “Se um dia a qualidade do serviço cair ou diminuir, mais vale fechar a porta”, admite.
Por isso, para manter a qualidade e a satisfação dos utentes, alguns projetos vão sendo adiados sucessivamente, na expetativa de melhores dias.
“O projeto do Lar não avançou, adiámos a compra de uma carrinha adaptada, a renovação do sistema informático e dos equipamentos para o Apoio Domiciliário, por falta de disponibilidade financeira, porque não temos outra alternativa”, diz.
Assim, a maior prioridade para 2013 passa por pagar a dívida ao banco.
Numa freguesia rural e serrana, cada vez mais envelhecida, a instituição constitui a única resposta social na zona: “é uma alegria ver esta casa cheia de idosos, mostra que a obra era necessária”, sublinha destacando ainda que a população começa, pouco a pouco, a aperceber-se da importância da instituição para a comunidade, sobretudo no apoio aos mais idosos.
O apelo vai agora no sentido de conseguir juntar à mesa nesta animada confraternização, mais de 200 pessoas.
O preço, por pessoa, é de 15 euros e o casal paga 25 euros. Na localidade existem várias listas para inscrições, que podem ser feitas até ao próximo dia 25.
Da ementa consta: sopa da pedra, medalhões de pescada com arroz primavera, porco e vaca estufados à padeiro e doces vários.
Catarina Cerca

Posted in Anadia, Por Terras da Bairrada, V. Nova de MonsarrosComments (0)

Anadia: “Movimento Sénior é Vida” com balanço muito positivo


O “Movimento Sénior é Vida”, que decorreu durante o ano transato, no âmbito do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo, promovido pela Câmara Municipal de Anadia, chegou ao fim e o balanço é extremamente positivo, na medida em que o projeto, desenvolvido pela Rede Social, em parceria com as IPSS’s locais, atingiu o seu objetivo principal: a realização de atividade física (ao ar livre ou em pavilhões) por parte dos idosos de instituições sociais do concelho e da comunidade, em geral.
Para além de grande parte dos idosos ter ficado a conhecer infraestruturas que não conheciam: casos do Velódromo Nacional e dos Pavilhões de Ancas e de Vila Nova de Monsarros, também lhes foi proporcionado um convívio inter-institucional entre as diferentes IPSS’s das várias freguesias.
Na avaliação do projeto, Dora Gomes, responsável pela Rede Social de Anadia, dá conta de que “por parte da grande maioria dos clientes das instituições, consideramos que a própria equipa da Câmara Municipal passa a ser uma referência na vida dos idosos institucionalizados.”
Por isso, também as IPSS’s deram uma nota muito positiva ao projeto, dando conta da alegria e satisfação sentida pelos idosos nas várias edições realizadas ao longo do ano. Assim, em 2013, este projeto deverá continuar a mobilizar os seniores das IPSS’s do concelho, tendo em linha de conta as suas necessidades, capacidades e autonomia.

Posted in Anadia, Por Terras da BairradaComments (0)

Centro Social de Tamengos com capacidade máxima instalada


 

Ainda não completou três anos de existência e já está com lotação esgotada na valência de Centro de Dia. Desde que surgiu, em 2010, o Centro Social de Tamengos é já uma referência no apoio à terceira idade. Embora o acordo com a Segurança Social tenha sido inicialmente estabelecido para 15 idosos, a verdade é que até à data a instituição não conseguiu a sua revisão e consequente alargamento do acordo para 30 utentes.
Hoje, instituição apoia 31 idosos em Centro de Dia, todavia, já presta Apoio Domiciliário a alguns dos seus utentes de Centro de Dia mais necessitados de um apoio de retaguarda: “foi sempre filosofia desta casa nunca deixar um utente nosso desamparado, sem resposta”, diz Patrícia Carrilho, diretora técnica do Centro Social.
E se a instituição conseguiu aumentar o número de idosos, sem aumentar o quadro de pessoal, esta situação só foi possível, revela, graças a uma dinâmica única: “tudo isto se deve à equipa de colaboradoras (5), sempre muito unida. Têm um grande espírito de sacrifício e, como são pessoas da terra, conhecem muito bem todas as realidades e não se importam de dar várias horas de trabalho voluntário à instituição, sempre a pensarem no bem-estar dos mais idosos”, diz, orgulhosa.
Por isso, faz um balanço muito positivo da vida desta ainda jovem instituição que, apesar da conjuntura atual e das enormes dificuldades, consegue dar resposta a uma população envelhecida e carenciada.
A fazer-se, essa correção (acordo com a Segurança Social) seria um “desafogo financeiro” para a instituição, que precisa, com urgência, de adquirir uma viatura de dois lugares, sobretudo para as entregas de refeições no domiciliário. “Só temos uma carrinha de nove lugares e é muito complicado coordenar idas ao médico, entrega de refeições e outras atividades com apenas um veículo”, diz.
Por outro lado, Patrícia Carrilho dá conta de que os utentes pagam o que podem com base nas sua pensões que são muito baixas, sem sobrecarregar a família, usufruindo de um leque de serviços: alimentação (pequeno- almoço, almoço, lanche, jantar, acompanhamento a consultas, dispondo a instituição, às quintas-feiras, dos serviços de um enfermeiro, da Universidade Sénior da Curia, que faz medição de tensão arterial, verificação dos níveis de colesterol e glicémia, e curativos.

Evento diferente em julho. Para o dia 21 de julho está em preparação um evento diferente, que poderá ser um lanche ou jantar. A ideia, desta vez, é envolver os comerciantes (lojas, restaurantes, cafés, bazares, farmácia, associações), trazendo-os à instituição para darem a conhecer e promover os seus produtos. “Convidamos esses comerciantes, para que ao microfone, ou através de uma tarja, ou de outra forma, possam, durante o evento, promover e fazer publicidade ao seu espaço comercial”, diz, dando conta de que, desta forma, a instituição pretende dar a conhecer aos utentes, familiares e amigos presentes todas as potencialidades e riqueza da freguesia. “Fica ao critério de cada um e da sua capacidade de ser original dar a conhecer os seus produtos durante o evento.”

“Campo de férias para os mais novos”. O Centro Social dispõe, pela primeira vez, este ano, de um plano de férias de verão para crianças, sobretudo para aquelas que já usufruem do ATL prestado pela instituição.
Durante os meses de julho e agosto, as crianças que se inscreverem vão usufruir de um conjunto de atividades lúdicas, culturais e recreativas proporcionadas pela instituição, incluindo idas à praia, ao Luso, a Cantanhede e à Mealhada.
O preço varia entre os 35 e os 70 euros, de acordo com o escalão do IRS do agregado familiar. As atividades são pagas à parte, bem como o almoço, que será apenas de 1,75 euros. O horário desta ocupação de tempos livres será ajustado mediante as necessidades dos pais.
“A Câmara cobra 2 euros pelos almoços, em períodos de interrupção letiva. Nós conseguimos fazer um preço mais baixo, assim como pelas atividades só cobramos o que elas efetivamente custam. Não levamos nem um tostão a mais”, avança.

Trabalhos com muito amor. A Animadora Social da instituição, Sónia Cruz, encontrou uma boa maneira de manter as suas idosas ativas e motivadas.
Desde a abertura da instituição, as idosas foram desafiadas a frequentar um pequeno ateliê de bordados e crochê. Destas habilidosas mãos saem originais tapetes, carpetes, molduras, estojos, terços em renda, porta-moedas, porta-canetas e carteiras feitos com o mais variado tipo de materiais: felpo, renda e tecido.
Uma forma salutar de ocupar o tempo, uma terapia bastante motivadora.
“São pequenos mimos, lembranças”, diz Patrícia Carrilho, recordando que o grupo aceita encomendas, por exemplo, para baptizados, comunhões e outros.
Os vários artigos estão à venda por preços meramente simbólicos no Centro de Dia e no ATL.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

Posted in Anadia, Destaque, Por Terras da Bairrada, TamengosComments (0)

Obra vai melhorar a qualidade de vida dos idosos da freguesia de Amoreira da Gândara


No próximo dia 26 de maio, a Casa do Povo de Amoreira da Gândara vai promover um almoço de angariação de fundos para as obras de ampliação e remodelação das suas atuais instalações. O evento marca o início de uma nova fase na história da Casa do Povo, mas servirá também para assinalar a comemoração dos 40 anos da instituição.
Manuel Ferreira, presidente da direção, avança que as obras em curso visam “criar condições de funcionamento dignas e adequadas às necessidades dos atuais e futuros beneficiários”.

Em que pé estão as obras para ampliação e remodelação do Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário da Casa do Povo de Amoreira da Gândara?
As obras foram iniciadas muito recentemente, mas estão a andar a um bom ritmo. Finalmente, ao fim de cerca de oito anos, foram ultrapassados todos os trâmites burocráticos com que nos vínhamos a confrontar. Foi um processo bastante duro e delicado que nos custou até à data cerca de 27 mil euros em documentos, projetos e licenças. Agora, a instituição vê finalmente nascer a obra que vai mudar o futuro dos nossos idosos em rumo a uma melhor qualidade de vida.

Para quando a inauguração?
O ideal seria dentro de dois anos fazermos a inauguração, contudo temos consciência que esse é um objetivo pouco realista e, por isso, acrescentámos na cláusula do contrato que este prazo poderia ser prolongado consoante a disponibilidade financeira da instituição. Pelo facto de não possuirmos licença de utilização, a instituição não se pode candidatar a projetos que financiem esta obra. Assim sendo, tudo vai depender do tempo que a Casa do Povo demorará para angariar o montante de 523.470 euros (sem IVA), valor pelo qual foi adjudicada a obra e que a instituição não consegue amealhar exclusivamente com fundos próprios.

Pensam fazer entretanto novo almoço para angariação de fundos?
Sem dúvida que sim. A Casa do Povo nunca fez absolutamente nada para angariar fundos, tendo começado apenas há cerca de dois anos através da realização de algumas atividades e eventos com esse fim. O primeiro almoço de angariação de fundos ocorreu no ano passado e o balanço foi bastante positivo, pelo que temos previsto realizar um almoço com este fim todos os anos. Este segundo almoço, a realizar já no próximo dia 26 de maio, além de marcar o início de uma nova fase na história da Casa do Povo devido ao início das obras, vem também assinalar a comemoração dos 40 anos da instituição.

De que forma esta obra será uma mais-valia para a população?
A instituição está localizada num meio rural, com uma população envelhecida e daí que a nossa prioridade recaia na terceira idade que tem apresentado problemas cada vez mais complexos. Pretendemos, assim, criar condições de funcionamento dignas e adequadas às necessidades dos atuais e futuros beneficiários. Neste sentido, as novas instalações irão permitir apostar numa maior diversidade de serviços que respondam mais adequadamente às necessidades da população.
Por este motivo, considerarmos que todos são uma parte interessada no crescimento da nossa instituição, tendo em conta que em todas as famílias existem ou poderão vir a existir idosos. Esta obra não é um capricho nosso, é do interesse de todos. De facto, trata-se de uma obra que além de necessária é obrigatória, pois sem ela não conseguimos responder aos requisitos mínimos legais de funcionamento e, consequentemente, não conseguimos a licença de utilização, o que poderá determinar o encerramento da instituição, com todas as consequências que comporta para os nossos colaboradores, clientes e familiares.
Com a conclusão da obra teremos mais oportunidades de crescimento e consideramos que o nosso crescimento também representa o crescimento social e económico da freguesia.

Que outros projetos tem a instituição em vista, a curto, médio e longo prazo?
A curto prazo temos uma candidatura para formação interna destinada às colaboradoras da instituição e ainda possuímos uma candidatura para um curso EFA (Educação e Formação de Adultos) destinado a pessoas desempregadas da comunidade. Mas a verdade é que o nosso projeto prioritário passa pela ampliação e remodelação do Centro de Dia e Serviço de Apoio Domiciliário. Para o conseguirmos concretizar, a instituição está a concentrar aqui todos os seus esforços, tendo vindo a realizar atividades e tendo ainda algumas previstas até ao fim do ano com o objetivo de angariar fundos. Apenas com esta obra conseguiremos iniciar um novo ciclo de desenvolvimento que nos permite obter a licença que irá colocar-nos na legalidade e extinguir os entraves burocráticos de acesso a novos projetos. Depois desta fase será muito mais fácil o acesso futuro a financiamento para pensarmos num outro projeto, este a longo prazo: a construção do Lar. É por este motivo que a obra ficará com uma estrutura preparada para futuramente se proceder à construção do Lar no piso superior, sendo esta também uma lacuna na freguesia com tendência para se agravar.

Quais as principais dificuldades com que a instituição se tem deparado diariamente?
As nossas grandes dificuldades passam pelas instalações antigas, deterioradas e desadaptadas face aos serviços que são prestados e ao número de clientes a quem damos apoio. Se pensarmos que ao nível da terceira idade o Centro de Dia e o Serviço de Apoio Domiciliário surgiram com cinco clientes cada e que, neste momento, as mesmas infraestruturas servem para apoiar 40 idosos em Centro de Dia e 50 em Serviço de Apoio Domiciliário, percebemos a urgência da execução desta obra.
É de realçar que a instituição não possui licença de utilização, sendo esta apenas dada no fim da obra. Contudo, por controverso que seja, a falta deste documento impede a nossa candidatura a qualquer projeto, inviabilizando a execução da obra com apoios. Vemos muitas vezes instituições a candidatarem-se a projetos de grande envergadura e a crescerem cada vez mais e nós que necessitamos tanto, vemos as nossas instalações a deteriorarem-se de dia para dia com gastos cada vez mais elevados ao nível da sua manutenção.

A resposta à terceira idade é a vossa maior dor de cabeça?
Constatamos também, cada vez mais, maior especificidade nos serviços solicitados pela população e confrontamo-nos com falta de recursos para dar resposta a alguns deles. Efetivamente, as problemáticas que vão surgindo associadas à terceira idade lançam-nos desafios diários aos quais pretendemos dar resposta. Com todos estes constrangimentos, existe uma luta diária e um grande esforço de todos os colaboradores para dar respostas adequadas.
De facto, as nossas dificuldades não passam só pela falta de condições que temos para os nossos clientes, mas também pela falta de condições físicas para os nossos colaboradores. Podemo-nos, contudo, congratular por possuir uma equipa de colaboradores bastante motivada, que faz com que consigamos cativar os nossos clientes, mesmo não tendo as infraestruturas minimamente apelativas ou adequadas, o que significa que dispomos de menores recursos, mas revelamos méritos e capacidades.
Por outro lado, somos confrontados com atrasos mais frequentes no pagamento das mensalidades, fruto das dificuldades que as famílias apresentam face à atual conjuntura socioeconómica. Apesar deste cenário, não se tem verificado diminuição no número de clientes, o que demonstra que a instituição constitui um bem precioso que mesmo com o decréscimo de rendimentos as famílias não querem ou não podem prescindir.

Posted in A. da Gândara, Anadia, Por Terras da BairradaComments (0)

Ad Code

Pergunta da semana

Um estudo indica que mais de duas doses diárias de álcool por dia aceleram perda de memória. Qual o seu consumo habitual no dia a dia?

View Results

Loading ... Loading ...
Newsletter Powered By : XYZScripts.com