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Concerto musical no Santuário de Mogofores


O Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora de Mogofores vai ser palco, no próximo dia 5 de maio, pelas 16h, de um concerto musical.
Neste concerto irá participar Maria Odete Baptista, nascida na Malaposta e batizada em Arcos, mas a residir e a trabalhar em Lisboa. Maria Odete Baptista, nas horas vagas canta em dois grupos corais, mais concretamente no Grupo Vocal Arsis, criado a partir do Coro da Universidade de Lisboa, local onde cantou durante a realização da sua licenciatura, e também no Coral Stravagganza, onde canta desde 2009.
Agora, regressa às origens para um concerto com os dois coros em Mogofores.
Refira-se ainda que a entrada no concerto é livre.

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Mofogores: Lisboa acolheu 20.ª edição dos Jogos Nacionais Salesianos


O Colégio Salesiano de S. João Bosco de Mogofores esteve presente, entre os dias 7 e 10 de março, naqueles que foram os XX Jogos Nacionais Salesianos.
Este estabelecimento de ensino do concelho de Anadia fez-se representar por uma delegação de 50 elementos, entre atletas, treinadores e acompanhantes. Na competição, que durou dois dias, participaram duas equipas de iniciados em basquetebol (masculina e feminina); uma equipa de futsal em iniciados masculinos; uma equipa de oito elementos no ténis de mesa e seis jogadores de xadrez. A natação também esteve bem representada, tendo conseguido duas medalhas de bronze, enquanto que a equipa feminina de basquetebol esteve em destaque, conseguindo uma medalha de prata.
O anfitrião foi, este ano, o Colégio Salesiano “Oficinas de S. José”, em Lisboa. O evento, que é já uma tradição, contou, uma vez mais, com uma grande concentração de juventude proveniente de 18 centros educativos dos Salesianos e das Filhas de Maria Auxiliadora, existentes em Portugal. Ao todo, mais de 1200 jovens e respetivos treinadores e acompanhantes, estiveram reunidos, num clima de amizade e sã convivência, competindo nas modalidades de futsal, voleibol, basquetebol, natação, xadrez e ténis de mesa.

Cerimónia de abertura. No final do dia 7, uma onda juvenil invadiu as imediações do Pavilhão Atlântico, situado na zona da Expo 98, com um mesmo objetivo: participar na cerimónia de abertura. Cerca de 9 mil pessoas estiveram presentes, entre elas o bispo auxiliar de Lisboa, D. Joaquim Mendes.
Após a saudação do diretor da obra salesiana de Lisboa, P. Simão Cruz, e do provincial, teve lugar o desfile dos atletas dos vários centros, seguindo-se um espetáculo de grande qualidade em que foi contada a história da obra salesiana de Lisboa, através da música, encenações, dramatizações e vários recursos multimédia.
Os intervenientes nesta sessão foram os alunos do 1.º ao 12.º ano, os professores, funcionários, docentes e alunos da escola de música e das várias modalidades artísticas, assim como da ginástica acrobática.

Dois dias de competição. Os dois dias que se seguiram foram dedicados às várias modalidades em disputa. Foi interessante ver o empenho, o esforço e o sentido desportivo que todos os atletas puseram nas competições, salvaguardando sempre o saudável desportivismo.
A organização providenciou também espaços de animação, convívio e visitas a lugares emblemáticos da capital portuguesa.
No dia 10, domingo, teve lugar a celebração da Eucaristia, na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, presidida pelo provincial. Seguiu-se a cerimónia de encerramento, abrilhantada por várias intervenções artísticas, em que tomaram a palavra o diretor da obra salesiana e o diretor pedagógica da escola.
Foi também o momento para premiar as várias delegações presentes nesta 20.ª edição dos JNS.
Coube ao provincial a palavra de encerramento e a entrega da responsabilidade da organização dos próximos Jogos à Escola Salesiana do Estoril.
De acordo com o provincial, P. Artur Pereira, os “jogos nacionais são uma expressão da vitalidade do Movimento Juvenil Salesiano, e têm como referência D. Bosco e os valores da educação e da espiritualidade salesianas.”
Os vários testemunhos reconhecem nos JNS uma forma de concretizar a pedagogia de S. João Bosco, aliando vida e fé, em que os jovens são protagonistas e os educadores apoiam este protagonismo.
De notar ainda que a organização dos Jogos contou com o apoio imprescindível de 200 voluntários.

João de Brito Carvalho (SDB)

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Mogofores: Autarca desiludido com a política nacional


José Maria Ribeiro está desiludido com a política nacional e lamenta o estado a que o país chegou.
Completamente contra a Reorganização Administrativa das Freguesias que determina a fusão das freguesias de Mogofores e Arcos, reconhece não conseguir encontrar nenhuma vantagem na lei e na reforma imposta pelo Governo.

Extinção da freguesia é um absurdo. “Ser o último autarca da freguesia de Mogofores deixa-me uma mágoa. Nós, presidentes de Junta de Freguesia, não trabalhámos para isto. Sempre lutámos pelo melhor para as nossas freguesias”, avança, lamentando que também as populações não se tenham ainda apercebido das reais dimensões da reforma: “as pessoas ainda não caíram na real, não estão sensibilizadas nem conscientes do que vai acontecer”, diz, reconhecendo que a população vai perder um serviço de proximidade que muita falta faz, sobretudo aos mais idosos: “sou eu que muitas vezes faço as provas de vida e os atestados de residência e os levo a casa das pessoas, mais idosas e sem transporte. Imagine como vai ser no futuro”.
Por isso, manter-se na vida política local é ainda uma grande incógnita: “ainda não pensei nisso. Há uma grande indefinição e nem sabemos ao certo o que é que isto das freguesias vai dar”.
Uma coisa é certa, José Maria Ribeiro defende que a extinção da freguesia de Mogofores é um enorme absurdo e está convicto que estas serão as eleições autárquicas com a maior abstenção de sempre. Não só porque muita gente não irá votar por estar igualmente desiludida com a política, mas porque nas freguesias alvo de extinção os boicotes são uma possibilidade cada vez mais real: “agora anda tudo calado, mas na hora certa pode haver uma reação das populações. Não tenho dúvida”.
Por isso, vê também com bons olhos o aparecimento de Movimentos de Cidadãos, independentes e apartidários na corrida à Câmara. “As pessoas estão desiludidas com os partidos e esta é uma forma de assumirem a sua cidadania”, destaca.

Balanço muito positivo. A cumprir o seu segundo mandato, faz um balanço muito positivo da experiência autárquica.
Apesar de ter um orçamento anual muito reduzido (35 mil euros) , diz que foram oito anos de vida autárquica muito positiva, que permitiram fazer muitos melhoramentos na freguesia.
A oito meses da saída, avança também que obras a fazerem-se só com dinheiro na mão, já que não quer deixar dívidas aos seus sucessores. “Só fazemos obras que possamos acabar”. Por isso, todas as obras de maior vulto só serão possíveis com a colaboração da Câmara Municipal de Anadia, que “nunca me faltou com nada”, diz reconhecendo que, embora tenha sido eleito por uma lista do PS (maior partido da oposição), nunca se sentiu discriminado pela Câmara Municipal, da maioria PSD. “Fui sempre tratado de igual em relação aos meus colegas, presidentes de Junta”.

Algumas obras a terminar o mandato. Assim, acredita que este ano – e porque já tem a garantia do edil Litério Marques – o saneamento e o alcatroamento da Rua do Covelo e da Rua e Travessa do Rio do Olho vão ser uma realidade, por forma a permitir que a freguesia fique com cobertura total de saneamento.
Também o temporal de 19 de janeiro deixou marcas na freguesia, sobretudo no Parque de Merendas. “Estava muito bonito e arranjado. Agora está muito danificado com a queda de árvores e precisamos de intervir naquele espaço”, diz, dando conta de que, para além da queda de várias árvores, outras representam perigo para as pessoas por estarem tombadas. Contudo, também a vedação do recinto e alguns equipamentos do parque infantil ficaram danificados.
“Vai exigir muito trabalho, mas uma parte já foi limpa. Também já solicitei a avaliação a três madeireiros para as árvores que estão no chão e tombadas. Optamos pela oferta maior.”
Todavia, reconhece que só no fim da limpeza de todo o parque será possível avaliar se é ou não necessário proceder à replantação de algumas espécies: “O parque, a meu ver, até tinha árvores a mais. Agora, com o espaço mais livre, acredito que algumas espécies até vão alargar e preencher o espaço livre, pois estavam muito apertadas, umas quase em cima das outras”.
Também o mau tempo causou danos nos cedros junto do cemitério local, o que levou o executivo a determinar a retirada dos restantes cedros do local: “a maioria caiu a 19 de janeiro, mas os que ficaram vão ser retirados. Queremos preencher o espaço com mais algumas árvores e pedra, como fizemos num dos lados do acesso ao cemitério”.
Também a ponte da Várzea que serve vários agricultores da zona precisa de uma intervenção urgente. “A ponte, junto à Rotunda de Espairo, na variante das Quintas da Morteira, está com um pilar, num dos lados, podre e precisa ser substituído”. A ponte pedonal, segundo o autarca, tem os alicerces em ferro em contacto com a água e terra e encontra-se apodrecidos, pelo que terão de ser substituídos. “Faz falta às pessoas que querem passar a pé para as terras. A ponte tem que ser refeita, na totalidade”.
Ao nível das pavimentações, quer ainda alcatroar a rua do campo de futebol, uma vez que se encontra muito danificada. O pedido já foi feito à Câmara.
Embora esteja de saída, lamenta não ter conseguido nos seus mandatos construir um salão de festas coberto, previsto para um terreno doado à Junta de Freguesia, na zona do Cabeço. “Nunca tivemos dinheiro para tal. Deixa-me muita pena porque era uma mais valia para a população”, refere, dando nota de que também o centenário Cruzeiro de Mogofores teve uma vez mais de ser restaurado após mais uma colisão de uma viatura com um dos pilares que o suporta. “A localização do cruzeiro é delicada. Há quem defenda a sua mudança para outro local, para facilitar o trânsito naquela via, mas muitas pessoas são contra, por ser centenário”. Daí dizer que se aparecer uma comissão e a população aceitar a mudança, não se irá opor. “O cruzeiro não é da JF, mas sim do povo, do lugar e a Junta deve aceitar a decisão do povo”, ainda que, como cidadão da freguesia, não se oponha à eventual mudança.

Catarina Cerca

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Mogofores: Casa Amarela recebe ajuda da Câmara Municipal


Mil e quinhentos euros é a verba que o executivo da Câmara Municipal de Anadia entendeu atribuir na última reunião, para já, ao (futuro) Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores.
À missiva enviada pelo padre José Fernandes a solicitar um subsídio que pudesse “encorajar o inÍcio da recuperação interior” da Casa Amarela, o executivo decidiu dar este pequeno contributo. Ao mesmo tempo, o pároco não deixou de agradecer “todo o carinho que a Câmara tem manifestado pela obra da Casa Amarela”.
Acrescente-se que, a reabilitação da Casa Amarela começou em 2010 e de lá para cá tem avançado lentamente. Por fora, o edifício está recuperado, de cara lavada, mas no interior tudo falta. Por isso, todas as verbas que vão sendo amealhadas destinam-se agora às obras no interior do imóvel.
De referir também que as obras já realizadas se devem muito ao espírito empreendedor do padre José Fernandes, mas também às dezenas de “padrinhos e madrinhas” da Casa Amarela, amigos e população local que tudo têm feito por forma a levar tamanha empreitada por diante.

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Mogofores: Almoço solidário reúne mais de uma centena a favor da Casa Amarela


Cerca de 120 pessoas participaram, no último domingo, no almoço solidário a favor das obras de restauro da Casa Amarela de Mogofores.
À semelhança de anteriores iniciativas, o almoço teve lugar no Colégio Salesiano de Mogofores e, embora seja tempo de férias, mais de uma centena de convivas, a maioria pessoas da paróquia local, marcaram presença no evento.
O evento, preparado pelos “padrinhos e madrinhas” da Casa Amarela, começou a ser preparado no sábado. Esse aspeto foi destacado pelo padre José Fernandes, diretor do Colégio Salesiano e pároco de Mogofores, que enalteceu “o trabalho voluntário, amor, dedicação e espírito de sacrifício destes padrinhos e madrinhas, sempre disponíveis para trabalhar por esta nobre causa” – a reconstrução da Casa Amarela, futuro Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores.
Embora as expetativas fossem grandes, as presenças – foram servidas mais de 120 refeições – superaram os números inicialmente previstos. “Tínhamos estipulado um mínimo de 50 pessoas, por sabermos que muitos estão para fora, em férias, mas também para que o evento valesse a pena, pois os voluntários têm muito trabalho e são muito sacrificados”, avançou o pároco, revelando ainda que “padrinhos e madrinhas se desdobram em grupos e trabalham muitas horas, dias a fio, para levar a cabo as iniciativas, logo é de toda a justiça que estas deem frutos, para não desanimar os intervenientes”.
Admitindo que com os almoços a cinco euros, a margem de lucro para angariação de fundos é muito baixa, reconhece que os tempos são difíceis e que por isso não podem também sobrecarregar as pessoas.
Testemunhos. Duas das madrinhas da Casa Amarela, Alzira Gonçalves e Conceição Simões, embora espelhassem nos rostos o cansaço de muitas horas de trabalho (confeção dos pratos, sobremesas e bolinhos para venda) mostravam-se felizes com o número de comensais presentes, não deixando de agradecer os vários géneros alimentares que vão sendo dados por pessoas da comunidade e amigos, por forma a que as despesas com os eventos sejam menores.
Certo é que, após as férias, em setembro, aquando da chegada das relíquias de D. Bosco a Mogofores, haverá venda de bolinhos e biscoitos para continuar a angariar fundos, assim como no final desse mês, haverá mais um concerto solidário, desta feita com a artista Mia Rose.
Até ao final do ano, está em estudo a realização de vários “almoços de família”, por forma a continuar a dar corpo ao projeto.

Obra avança lentamente. A reabilitação da Casa Amarela começou em 2010 e de lá para cá tem avançado lentamente. Por fora, o edifício está recuperado, de cara lavada, mas no interior tudo falta. Por isso, todas as verbas que vão sendo amealhadas destinam-se agora às obras no interior do imóvel, que devem começar em setembro próximo. “Temos que apanhar fôlego e angariar mais verbas para dar início aos trabalhos. Não queria começar e parar, ou seja, estar constantemente a interromper as obras, mas as verbas são muito escassas e já ali foram gastos cerca de 60 mil euros”. Por isso, admite que agora a recuperação vá sendo feita, compartimento a compartimento.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Relíquias de D. Bosco vão estar em Mogofores


O Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora de Mogofores está em festa. Entre maio de 2012 e maio de 2013, celebra o seu cinquentenário, com um vasto programa que terá como ponto alto a vinda das relíquias de D. Bosco a Mogofores. A chegada está prevista para o dia 9 de setembro, dia em que vão permanecer no Santuário de Nossa Senhora Auxiliadora de Mogofores.
As relíquias, que neste momento viajam pelo mundo, no âmbito das comemorações do bicentenário do nascimento de D. João Bosco (a celebrar a 16 de agosto de 2015), vão, assim, estar pela primeira vez em Portugal.
“De 1 a 18 de setembro, as relíquias vão estar pela primeira e única vez no nosso país. Elas vão chegar a Portugal, por Mirandela, e no dia 18, seguem para Badajoz. O Santuário, em Mogofores, receberá as relíquias de D. Bosco no dia 9 de setembro”, avançou a JB o pároco José Fernandes, da obra Salesiana de Mogofores.
Para este evento singular e único está a ser preparado um programa especial, que será oportunamente divulgado. Para já, sabe-se que as relíquias, que virão de Arcozelo, vão ser recebidas na Rotunda Sul de Mogofores e em peregrinação, a pé, serão colocadas no Santuário de Mogofores.
Ainda no âmbito do cinquentenário do Santuário de Mogofores, estão a ser promovidas peregrinações a este espaço, ao domingo. Dezenas de pessoas ligadas à obra salesiana em Portugal (integra oito escolas, três lares, 11 paróquias e cinco centros juvenis) têm vindo, de autocarro, passar o dia a este que é o único Santuário no país com devoção a Nossa Senhora Auxiliadora.
O objetivo, confessa o pároco José Fernandes, visa “criar o hábito da peregrinação a este Santuário de devoção a Nossa Senhora Auxiliadora”. Ao mesmo tempo, estes grupos que dinamizam atividades no Santuário, durante a sua estadia, usufruem ainda do convívio e intercâmbio entre as várias obras salesianas.
De referir que no final do périplo pelo mundo inteiro, as relíquias do santo regressam a Itália, mais concretamente a Turim, à Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora, construída pelo próprio D. João Bosco, que foi aclamado pelo Papa João Paulo II como o “Pai e Mestre da Juventude”.

Ensino público e gratuito. Como instituição de ensino desde 1938, o Colégio Salesiano de S. João Bosco é uma referência na região pelo ensino de qualidade e valores que transmite aos estudantes.
Tal como qualquer estabelecimento de ensino público, o ensino aqui ministrado é completamente gratuito (nem sequer a inscrição é paga).
Embora seja um colégio católico, ao estilo salesiano, também crianças provenientes de famílias que não professam qualquer crença religiosa aqui podem estudar.
O ambiente familiar e seguro proporcionado pelo Colégio com cerca de 250 alunos, distribuídos por 10 turmas (mistas) do 5.º ao 9.º ano, é um dos fatores mais apreciados pelos pais e encarregados de educação.
Os alunos são provenientes dos concelhos de Anadia, Mealhada, Águeda, Oliveira do Bairro, mas também de Aveiro.
“O projeto educativo assenta na promoção integral do jovem: corpo, mente e espírito”, revelou a JB o diretor Padre José Fernandes, dando conta de que as inscrições permanecem abertas até ao início do novo ano letivo, embora os pais sejam convidados a fazê-lo o quanto antes.

Catarina Cerca

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Mogofores: Festa do Antigo Aluno Salesiano e “Feira Amarela”


No próximo sábado, dia 16 de junho, das 11h às 22h, terá lugar, no Colégio Salesiano de Mogofores, a Festa do Antigo Aluno Salesiano de Mogofores e a “Feira Amarela”. Todos os antigos alunos são convidados a participar, não só para “matar saudades”, mas também para conviver com os ex-colegas, professores e salesianos, estando já confirmadas as presenças de D. Ximenes Belo, Padre Joaquim Taveira, Padre João de Brito, Padre José Fernandes, entre outros.
A festa inclui a Feira Amarela, uma feira solidária em favor da Casa Amarela, futuro Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores. A feira está aberta à comunidade e a todos os que desejarem participar. Haverá barraquinhas e iniciativas variadas. Não faltarão comes e bebes, como leitão, fêveras, caldo verde, bom vinho e espumante. A animação de palco estará a cargo do ilusionista, prof. Marcos do Vale, mas haverá também karaoke e o Jogo do Cavaleiro.

Programa. 11h – Acolhimento; 12h – Eucaristia no Santuário; 13h – Abertura das barracas: almoço na barraca da Casa Amarela e animação de palco (hipnotismo e ilusionismo); Jantar na barraca da Casa Amarela; 22h – encerramento.

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ADABEM quer novos dadores


No próximo dia 16 de junho, pelas 21h, na sede da ADABEM (Associação de Dadores Benévolos de Sangue de Mogofores) terá lugar uma tertúlia sobre a dádiva de sangue. O evento, que é destinado aos dadores e à população em geral, será, segundo Albano Jorge, presidente da direção da ADABEM, acima de tudo, “um espaço de conversa e de esclarecimento”, sobretudo perante a aplicação do Decreto Lei n.º 113/2011 que passou a ter efeitos práticos em janeiro de 2012.
Isto porque a nova legislação veio terminar com a isenção de taxas moderadoras aos dadores de sangue no acesso aos cuidados secundários de saúde, mantendo-se essa isenção apenas nos cuidados primários.
Face à onda de contestação, protestos e criação de vários movimentos, a direção da ADABEM “entendeu, por bem, promover uma tertúlia sobre a realidade, sensibilizando sobretudo a população para a necessidade da dádiva benévola de sangue”, pois “queremos que cada dador seja mais dador”, defende aquele responsável, dando conta de que é necessário avaliar o comportamento e reação dos dadores de sangue face a “uma perda de direitos que a sociedade lhes reconhece porque efetivamente os dadores são pessoas que se dispõem a sair de casa para dar sangue”.
Embora acredite que o governo será sensível às movimentações e protestos de várias associações, até porque está em discussão na Assembleia da República um diploma inédito para criar o Estatuto do Dador de Sangue, diz que a ADABEM só quer apelar à dádiva, por isso está fora de quezílias políticas em torno desta matéria.

Balanço muito positivo. A ADABEM tem 24 anos e o seu único propósito é a sensibilização da população para a importância da dádiva benévola de sangue.
Embora tenha a sua sede em Mogofores, possui núcleos de dadores na Moita, Tamengos, Avelãs de Cima e Paredes do Bairro.
Neste momento, tem 1.725 inscritos, dos quais 538 são dadores no ativo, ou seja, este é o número de dadores que realiza, por ano, duas dádivas.
Sobre a ADABEM, Jorge Albano faz um balanço muito positivo, já que esta pequena associação consegue, por ano, realizar 350 a 400 dádivas, mantendo-se em crescimento ao longo de todo este tempo.
“Com pequenas oscilações, altos e baixos, conseguimos estar numa linha ascendente o que é muito bom”, refere, dando conta do trabalho de sensibilização feito, sobretudo junto dos jovens do concelho: “estivemos recentemente na ESA e das 20 presenças conseguimos 14 dádivas de alunos que se tornam assim novos dadores”.

Dar sangue na Feira. Acrescente-se que também no dia 27 de junho, entre as 9 e as 13h, no espaço da Feira da Vinha e do Vinho de Anadia, estará uma brigada móvel do Instituto Português de Sangue a proceder a uma recolha.
Uma ação aberta a todos os que queiram participar, desafiando Albano Jorge à presença de jovens para que venham experimentar e tornar-se dadores de sangue.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Mogofores: Festa do Antigo Aluno Salesiano e “Feira Amarela”


No próximo sábado, dia 16 de junho, das 11h às 22h, terá lugar, no Colégio Salesiano de Mogofores, a Festa do Antigo Aluno Salesiano de Mogofores e a “Feira Amarela”. Todos os antigos alunos são convidados a participar, não só para “matar saudades”, mas também para conviver com os ex-colegas, professores e salesianos, estando já confirmadas as presenças de D. Ximenes Belo, Padre Joaquim Taveira, Padre João de Brito, Padre José Fernandes, entre outros.
A festa inclui a Feira Amarela, uma feira solidária em favor da Casa Amarela, futuro Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores. A feira está aberta à comunidade e a todos os que desejarem participar. Haverá barracas e iniciativas variadas, entre outras: comes e bebes: leitão, fêveras, caldo verde, bom vinho e espumante. A animação de palco estará a cargo do ilusionista, prof. Marcos do Vale, mas haverá também karaoke e o Jogo do Cavaleiro.

Programa:

11h - Acolhimento
12h - Eucaristia no santuário
13h – Abertura das barracas
 Almoço na barraca da Casa Amarela
Animação de palco: Hipnotismo e ilusionismo

Jantar na barraca da Casa Amarela
22h – Encerramento da festa e da feira

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Mogofores: José Cid e amigos proporcionaram noite mágica a favor da Casa Amarela


O Colégio Salesiano de São João Bosco, em Mogofores, viveu uma noite mágica, na última sexta-feira, dia 20 de abril.
O concerto solidário de José Cid e amigos (Gonçalo Tavares, Zé Perdigão, João Menano e Zé Pê) no pavilhão do Colégio, proporcionou uma noite bem diferente às muitas centenas de pessoas (perto de 500) que, apesar da chuva, não deixaram de dizer sim ao apelo solidário, a favor das obras da Casa Amarela.
A JB, o Padre José Fernandes, diretor do Colégio, mostrou-se muito sensibilizado por ter o pavilhão “muito bem composto” e por se ter assistido a um “excelente concerto”, não deixando de enaltecer a disponibilidade, amizade, espírito solidário de José Cid e dos restantes músicos que passaram pelo palco. “Todos vieram a custo zero e proporcionam um belíssimo concerto, a favor de uma nobre causa”, acrescentou, dando conta da disponibilidade de todos para futuros eventos.
A Casa Amarela (futuro Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores) começou a ser restaurada em finais de 2010, muito graças ao espírito empreendedor do padre José Fernandes, mas também às dezenas de “padrinhos e madrinhas” da Casa Amarela, amigos e população local que tudo têm feito por forma a levar tamanha empreitada por diante. Embora, por fora, a Casa Amarela esteja de cara lavada, por dentro, falta tudo: reboco, madeiras, canalização, aquecimento, rede elétrica e informática”. Por isso, é através destas e outras ações que “vamos tentar recuperar o fôlego financeiro para dar continuidade à segunda fase da obra”, disse. A Casa Amarela será ainda um espaço privilegiado de Cultura e Saber para as crianças e jovens.

CC

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BTT Nariz

Pergunta da semana

A FAO defende que os insetos são uma alternativa promissora à carne. O que acha de comer insetos?

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