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Mogofores: Bispo de Aveiro faz sagração do altar, ambão e bênção da Capela da Ressurreição


 

O passado domingo, dia 21 de fevereiro, foi de festa para a paróquia de Mogofores.
Um dia depois da Casa Amarela (futuro Centro Paroquial e de Cultura de Mogofores) ter completado 55 anos (20 de fevereiro), a paróquia esteve em festa, pois teve lugar a sagração do altar e ambão na restaurada Igreja Matriz, assim como a bênção da nova Capela da Ressurreição (mortuária).
D. António Moiteiro, bispo de Aveiro, presidiu às cerimónias que marcaram o dia e são, sem dúvida, o culminar do trabalho árduo e empenhado que vem sendo feito pela Comissão Fabriqueira e pelo pároco Padre José Fernandes, grande impulsionador das obras que na última década se têm feito nesta paróquia.
As obras na Igreja Paroquial iniciaram-se há cerca de três anos e avançaram de forma lenta mas firme, não só porque era preciso pensar bem nas soluções, mas porque sendo um tempo bastante antigo, havia necessidade de fazer uma intervenção cuidada. A prioridade, desta feita, foi para o piso, que estava muito danificado: “as pedras estavam muito feridas, com muitos remendos em cimento, impraticáveis”, recorda o padre José Fernandes.
Num templo datado pelo menos do século XVII (inteiramente renovada e ampliada em 1886), foi substituído integralmente, na nave principal do templo, todo o piso, graças à empresa Marmoguia, que ofereceu a pedra, e à Pavigrés, que deu toda a cerâmica utilizada na Capela da Ressurreição. As louças sanitárias da nova casa de banho foram igualmente oferecidas por um amigo que prefere o anonimato.
Seguiram-se as pinturas, interiores e exteriores do templo e a colocação de ar condicionado e de um guarda-vento. Também o altar e o ambão novos, em pedra, vieram conferir uma maior beleza ao templo.
No total, incluindo Capela da Ressurreição, foram gastos mais de 50 mil euros: “rapámos o tacho, graças a ofertas substanciais e às moedinhas que vão entrando”, diz o Padre José Fernandes para quem, de resto, a Capela da Ressurreição, localizada paredes meias com o templo, transformou por completo, um velho e degradado barracão num local “espaçoso e muito digno”. “Foi todo recuperado, deste o telhado, passando pelas paredes, ao chão”, fruto de um projeto de um paroquiano, arquiteto Joaquim Armindo Santos, também ligado ao executivo da União de Freguesias de Arcos e Mogofores.
“Uma parede lateral em pedra da Capela da Ressurreição foi recuperada e ficou por rebocar, estando em bruto. As traves em madeira foram mantidas”, adianta o pároco, evidenciando que foram preservados muitos dos elementos do edifício primitivo: “é uma capela com muitas janelas para a história, para o passado”, conclui.
“O projeto foi pensado passo a passo, sempre conversado, num processo e obra dinâmica que se foi desenhando por forma a dar resposta à necessidades da paróquia”, acrescenta, dando conta da construção de um wc adaptado a pessoas com deficiência, localizado junto à capela e igreja.
Segundo ainda explicação do pároco, existe também um fundamento da pastoral para a construção desta capela: “a Igreja deve ficar entre a capela mortuária e o cemitério para que os cristãos possam ir despedir-se à igreja antes de irem para o cemitério. Até agora, isto era impossível, pois a capela mortuária – Capela de S.Sebastião, localizada perto do cemitério na zona do Cabeço – obrigava a transportar o defundo da capela para a Igreja Matriz, localizada na zona central da povoação. Era impraticável.”
Por recuperar ficam os altares, com talha dourada, em muito mau estado de conservação e a precisarem de uma intervenção profunda, feita por profissionais. Uma obra dispendiosa que ficará para outro momento.
Catarina Cerca

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Concurso nacional “Jovens Inspiradores 2015” premeia jovem de Mogofores


Inspira os irmãos, os primos, os amigos e, por que não, também os nossos filhos. Falamos de Francisco Power, de 17 anos, que reside em Mogofores e é o irmão mais velho de seis.
Tem tanto de curioso, como de tímido, e acaba de vencer o concurso “Jovens Inspiradores 2015”, promovido pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, na categoria dos 14 aos 17 anos.
O Francisco demonstrou sempre um enorme talento científico: desde pequeno, construía os próprios brinquedos de base eletrónica (a última invenção foi uma zarabatana com mira lazer); mas tem também uma enorme apetência para o ilusionismo, que o levou já a participar em inúmeros eventos, festas e até numa ação de voluntariado no Hospital Pediátrico de Coimbra. Além disso, é um excelente aluno – a média de 19 valores não deixa qualquer margem de dúvida. Estudou no Colégio de Famalicão, mas presentemente frequenta o 12.º ano, na Escola Básica e Secundária de Anadia. Sonha seguir engenharia mas, para já, o tempo é dividido entre a escola, a casa, onde cada um dos seus membros tem tarefas bem definidas, e as atividades de que mais gosta.
No texto enviado a concurso e que lhe valeu o primeiro prémio na sua categoria, afirma-se como um jovem “muito curioso”, que sempre “quis saber como funciona o mundo”. Adora explorar a física, a química, a matemática, a geometria, e ver o que pode fazer com os conhecimentos que vai adquirindo.

O prémio. “Depois de ouvir os outros finalistas [do “Jovens inspiradores 2015”], pensei que não tinha hipótese, por isso quando ouvi o meu nome fiquei completamente espantado. Todos mereciam o prémio.”
O segredo para conseguir tudo isto? Determinação, empenho e gosto em tudo o que faz, a que se acrescenta a particularidade de não ter telemóvel, nem facebook. “Não me fazem falta, nem me fazem perder tempo”, diz, acrescentando que “quando se gosta de uma coisa, é tudo muito fácil. Quando estou na internet ou a ver vídeos, nunca perco tempo. Estou a ver coisas sobre ciência, que me possam ajudar na escola e que depois me ajudem a minimizar o tempo que tenho que dedicar aos estudos. Mas como adoro tudo o que faço, basta saber gerir o tempo.”
Na sua categoria, foram sete os finalistas (entre os quais uma irmã de Francisco) e, na atribuição do prémio, o júri destacou “a própria família do Francisco, toda ela catalisadora da generosidade e dos talentos dos seus membros”.
E, de facto, a família do Francisco é especial. Quem colocar os olhos no blog da família (http://umafamiliacatolica.blogs.sapo.pt/), percebe por quê.
Abre a página uma breve apresentação onde se lê: “somos uma família católica, abençoada com seis filhos na Terra e um no Céu. Procuramos viver a fé com simplicidade e generosidade. Queremos partilhar com outras famílias a alegria de sermos Igreja Doméstica na grande família da Igreja Católica.”
Talvez por aqui já se perceba a razão deste jovem e da sua irmã Clara, de 14 anos, serem “inspiradores”, não só pela forma como vivem o dia a dia em família, no amor, união e partilha, mas como ocupam os tempos livres, inspirando os colegas e amigos a seguirem-lhe os passos. Uma filosofia ou forma de estar na vida que tem como alicerce esta aliança familiar. Por isso, não esconde que o facto de ter nascido no seio de uma família católica, praticante, o ajuda e lhe dá uma perspetiva diferente, moldando a sua maneira de estar e de se relacionar no mundo.
A título de curiosidade, refira-se que o pai, irlandês, chama-se Niall e trabalha na Universidade de Aveiro. A mãe, portuguesa, chama-se Teresa e é professora de inglês, em Anadia. São ambos catequistas.

Uma inspiração. Ainda que esta tenha sido a sua primeira participação num concurso, avança que só quis mostrar “como posso ser inspirador para os outros e colocar os meus talentos a render ao máximo”.
“Consegui arrancar colegas dos computadores e da televisão. Aprendi a resolver o cubo de Rubik na internet e já consegui colocar amigos meus a resolvê-lo também”. A JB confessa que, hoje, resolve o cubo em 13 segundos e que numa competição realizada este ano, em Lisboa, ficou em 8.º lugar (resolveu o cubo mágico em 18 segundos).
“Comecei a levá-lo para a escola e a ensinar e desafiar os meus amigos, mostrando-lhes que o cubo é bem mais fixe do que os jogos do PC ou telemóvel”. Uma das várias batalhas que vai travando e vencendo, pouco a pouco.
O concurso Jovens Inspiradores premeia jovens que se distingam pelos seus talentos, altruísmo, exemplo e empreendedorismo, nos respetivos segmentos etários: dos 10 aos 13 anos; dos 14 aos 17 e dos 18 aos 23.
Promovido pela Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, este ano em parceria com a Ticket Serviços, o concurso cumpriu a sua 4.ª edição, registando 73 candidaturas de todo o país.
O Francisco trouxe para casa um Notebook HP como prémio.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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ETAR’s de Mogofores e Arcos vão ser desativadas


As Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR´S) de Mogofores e de Arcos vão ser desativadas.
Uma pretensão que já estava prevista nas Grandes Opções do Plano (GOP) para 2015 e que transita agora para 2016, uma vez que ambas se encontram ainda a funcionar.
Sobre esta questão, o vereador do PSD, José Manuel Ribeiro recordou, na última reunião do executivo, ter, há um ano atrás, feito um elogio à Câmara Municipal pela decisão relativa à desativação das referidas ETAR’s mas que se mantiveram em funcionamento até aos dias de hoje.
No entanto, avançou que nos últimos meses os maus cheiros voltaram a intersificar-se na zona da Malaposta, com mais incidência entre a Malaposta, Mogofores e Avelãs de Caminho, junto ao leito do rio Cértima.
Um problema recorrente e que ciclicamente deixa as populações que residem ao longo do IC 2, sobretudo na Malaposta, com os nervos em franja.
“Os cheiros chegam a ser nauseabundos e as pessoas que ali residem perto queixam-se”, sublinhou o vereador.
Uma situação que pode não estar diretamente ligado com o funcionamento das ETAR’s. Isso mesmo foi explicado pela edil Teresa Cardoso ao Jornal da Bairrada e que pode ter origem em descargas ilegais para o rio e que a GNR tem estado a investigar.
Mesmo assim, o vereador do PSD, José Manuel Ribeiro, diz que este problema não pode ser adiado por ser uma questão urgente, pois a Câmara tem de poupar a população.
A este respeito, a edil Teresa Cardoso referiu que a situação é delicada e que não está no esquecimento.
“Temos contactado com várias entidades e passamos por várias situações desenhadas com caderno de encargos e quando estamos para dar esse passo aparece uma outra opinião ou solução diferente”, lamentou, destacando que “tudo o que são esgotos já estão ligados à ETAR de Sangalhos”, reconhecendo, contudo, ser agora necessário desativar as lagoas das duas ETAR’s.
“Estamos no terminus dos cadernos de encargos. É nossa vontade lançar estes trabalhos a concurso a muito curto prazo”, disse, deixando ainda a indicação de que depois será igualmente necessário requalificar as lagoas e tornar o espaço novamente verde.
Catarina Cerca

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Mogofores: Saxofonista Henrique Portovedo visita Salesianos


Os Salesianos de Mogofores convidaram Henrique Portovedo para uma manhã diferente. Tendo em conta a passagem do músico português por este Colégio enquanto estudante há mais de 15 anos, a proposta era falar um pouco da sua carreira aos atuais estudantes.
Na manhã de 28 de outubro, celebrava-se a Festa da Santidade Juvenil nos Salesianos de Mogofores. Logo à chegada, Henrique Portovedo começou a identificar os antigos professores que ainda se encontram na Instituição.
A proposta lançada tinha o propósito de mostrar aos atuais aprendentes deste Colégio Salesiano a carreira e o percurso deste antigo aluno que, à semelhança de outros colegas, enche de orgulho a comunidade salesiana.
Já no pavilhão desportivo do Colégio, Henrique teve a oportunidade de falar da sua experiência naquela instituição de ensino e das boas recordações que ainda guarda dessa travessia. Não deixou de mencionar a sua passagem por outras instituições próximas como o Conservatório de Música de Águeda e o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Aveiro.
Dando continuidade ao seu percurso académico, Henrique Portovedo passou ainda pela ESMAE – Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto, Conservatorium van Amsterdam, Trinity College of Music, London, Universidade Católica Portuguesa / McGill University Montreal. O músico realçou o facto de, no seu percurso académico, as escolas católicas serem quase uma constante, pois se o iniciou nos Salesianos de Mogofores, posteriormente veio a passar pela Universidade Católica Portuguesa e pelo Trinity College of Music em Londres onde também se torna evidente essa marca. A este respeito enfatizou o facto das escolas com este cariz assumirem a música, o desporto e outras atividades culturais como partes fundamentais do desenvolvimento humano.
Foi ainda destacada a sua passagem enquanto músico freelancer pela Orquestra Sinfónica Fundação Estúdio [Guimarães Capital da Cultura], pela Orquestra Sinfónica da Casa da Música do Porto, pela Camerata Nov’Arte, pelo Serviço Educativo da Casa da Música e pela Orquestra Praça da Alegria da RTP Porto. Segundo o músico português, estas experiências foram muito importantes pois, para além da experiência performativa inerente, permitiram-lhe ainda angariar algum dinheiro para que pudesse aprofundar os seus estudos.
Fruto de muito trabalho e dedicação, o músico Henrique Portovedo alcançou prestígio e reconhecimento internacional, sendo hoje em dia endorser das marcas: Selmer – Paris, D’Addario Woodwinds, Silverstein, Omnisonic International, Sontronics e SD Systems.
Houve também a possibilidade de ouvir alguns trechos de participações suas em projetos da Casa da Música e num concerto na RDP Antena 2. Estas demonstrações realizadas em vídeos prenderam a assistência à tela que as projetava e serviram de mote para a apresentação dos vários trabalhos que já gravou em disco a solo e não só.
Também os trabalhos desenvolvidos enquanto investigador foram passados em revista nesta apresentação.
Houve ainda espaço para ouvir ao vivo o seu saxofone. Foram demonstradas algumas das possíveis sonoridades do saxofone em contextos diferenciados.
No final da apresentação, o Diretor dos Salesianos de Mogofores, Pe. Aníbal Afonso, fez questão de agradecer publicamente esta visita que considerou muito proveitosa enquanto exemplo para os atuais estudantes. Disse ainda que estas vivências que o Henrique Portovedo recordou são ainda mais vivas por terem sido passadas num Colégio dotado de um pleno ambiente familiar. Nas palavras do Pe. Aníbal Afonso, “só num ambiente familiar como aquele que os Salesianos de Mogofores proporcionam é possível guardar tantas e tão vivas recordações”.
Henrique Portovedo tem arrecadado vários prémios dos quais se destacam: Prémio da Fundação António Pascoal; 1.º Prémio no International Youth Competition Purmrade, Purmerend (Holanda); Prémio da Fundação Eng. António e Almeida; Trinity Music Awards: The Montague Cleeve Scholarship, The Bratton Scholarship, The Trinity College London Scholarship; Prémio Jovens Criadores 2012, Instituto Português de Artes e Ideias/Secretaria de Estado da Juventude; Prémio Jovens Criadores 2014, Centro Nacional de Cultura; Sound of Shadows DVD Design Award by CANVA.

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S.MATEUS (Mogofores): Atropelamento vitima septuagenário


Manuel Seabra Almeida faleceu, ao final da tarde da última segunda-feira, na sequência de um atropelamento na localidade de S.Mateus.
O septuagenário, que residia nas proximidades da empresa Sogrape, local onde se deu o atropelamento, não resistiu à gravidade dos ferimentos. Era casado com Maria Helena Simões Conceição e pai de Lídia Seabra da Conceição.
O alerta para os bombeiros de Anadia foi dado às 18h10. Quando o socorro chegou ao local, o homem encontrava-se em paragem cardio-respiratória. A condutora da viatura ligeira, de 40 anos, natural de Aguim, que se sentiu mal, foi transportada pelos bombeiros para os HUC.
Para o local foram enviadas duas ambulâncias de socorro dos Bombeiros Voluntários de Anadia, a que se juntou a VMER dos HUC.
O corpo foi transportado para o IML de Aveiro e o seu funeral realiza-se hoje, quarta-feira, para o cemitério de Amoreira da Gândara.
A GNR de Anadia tomou conta da ocorrência. No local esteve também a Brigada de Trânsito da GNR.

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Mogofores: Noite de Variedades a favor da Casa Amarela, dia 19


A Paróquia de Mogofores, através do conjunto de madrinhas e padrinhos da Casa Amarela, está a preparar uma noite de variedades destinada a angariar fundos para a recuperação daquele imóvel, onde funcionará o futuro Centro de Cultura e Paroquial de Mogofores, anunciou o pároco José Fernandes.
Depois dos trabalhos já realizados nos últimos cinco anos, em termos da recuperação da estrutura e telhado (reboco, pintura e alumínios) deste antigo e emblemático edifício que albergou o Barão de Mogofores, que entretanto se degradou, a paróquia quer agilizar as obras para disponibilizar, previsivelmente em janeiro próximo, o primeiro piso da obra onde funcionará o Oratório, “um centro juvenil à D. Bosco, para apoio a atividades dos jovens da paróquia”, explicou José Fernandes.
Será também naquele edifício que funcionará a catequese e todos os restantes serviços paroquiais, lembra o pároco, destacando a possibilidade de o imóvel poder acolher, no futuro, outras realizações de âmbito religioso/cultural.
É para dar seguimento ao projeto que vai realizar-se no próximo dia 19, no Pavilhão dos Salesianos de Mogofores, uma noite de variedades para angariar fundos para esta obra. Esta tem sido uma das soluções de financiamento encontradas para custear este investimento, com a realização de ações culturais a que vários artistas deram as mãos, entre eles o vizinho José Cid, que, entre outros, tem sido um dos grandes beneméritos da paróquia.
Assim, no dia 19 haverá teatro pela mão da secção cultural da Associação de Dadores de Sangue de Mogofores (ADABEM) e fado com o grupo Tertúlia Bairradina, numa noite com petiscos e outras surpresas em torno da Casa Amarela.
Mais informações e inscrições junto da Paróquia de Mogofores ou pelos telefones 916169708 (José Fernandes), 967211010 (Fátima) e 914095270 (João).

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Colégio Salesiano de Mogofores tem novo diretor


O novo diretor dos Salesianos de Mogofores é o Padre Aníbal Afonso. Tem 77 anos e é ex-aluno deste Colégio. Sucede ao Padre José Fernandes que, durante nove anos, ocupou esta função, passando agora, em exclusivo, a pároco da freguesia.
A JB, o Padre Aníbal Afonso revela que é a quarta vez que passa por Mogofores: estudou neste Colégio, na década de 50, mais concretamente nos últimos dois anos, antes de ir para o noviciado, fez aqui uma experiência de educação, lecionando desenho e fisico-química e mais recentemente fez parte de uma equipa vocacional constituída por três padres, que aqui residiu durante algum tempo.
Regressa agora com a função de diretor e diz ter ficado muito surpreendido com a escolha da sua pessoa: “custou-me bastante. Com esta idade teria preferido continuar mais dois ou três anos em Poiares da Régua ou pensar em repouso, em descanso. Mas temos de aceitar ordens superiores e a missão que nos confiam”.
Diretor em Poiares há seis anos estivera também em Lisboa, nas Oficinas de S. José, casa-mãe dos Salesianos.
As saudades do Colégio de Poiares da Régua e de toda a comunidade educativa são uma realidade, mas com um novo ano letivo à porta, sabe, como poucos, que é tempo de arregaçar as mangas. Para já, é preciso conhecer bem as rotinas de Mogofores, a forma de trabalhar, reunir com todos – salesianos, docentes e pessoal não docente. Contudo, admite que guarda no coração a forma como foi recebido no último sábado, com missa presidida pelo Provincial e com muitos amigos, docentes, membros da família salesiana e gente da comunidade, a que se seguiu um jantar de boas-vindas.
Revela que o principal desafio passa por tentar implementar em Mogofores a maneira de trabalhar da equipa educativa de Poiares e que tem dado muito bons frutos e que possibilitou o incremento do número de alunos. “Sei que, sendo uma comunidade educativa bem mais pequena, se torna difícil fazer coisas fora do tempo letivo”, mas “é preciso cativar mais alunos para o colégio. Em Poiares conseguimos e as turmas do 5.º e 6.º ano têm todas 30 alunos. O facto de ter aqui uma oferta educativa grande e diversificada é um dos problemas que enfrentamos.”
Mas como escola pública e gratuita, o Padre Aníbal Afonso tem “grandes expetativas em relação ao novo ano letivo”, sendo uma das suas prioridades “criar um ambiente familiar, acolhedor entre salesianos, docente, pessoal não docentes, alunos e famílias. Promover o entendimento e a comunhão, mas sobretudo cativar os alunos. Se isto se conseguir, o resto vem por acréscimo”, diz.
A JB diz ser o seu maior receio o medo de falhar e não conseguir levar a planificação que se fizer por diante.

Padre José Fernandes mais disponível para a paróquia. Natural de Sobrado do Valongo, o Padre José Fernandes, aos 66 anos, assume em exclusivo a função e que mais gosta – ser pároco. Contudo, a sua passagem pelo Colégio deixa marcas profundas. Este padre, psicólogo de formação, foi responsável pela inovação pedagógica implementada e por um trabalho intenso de aproximação e união entre salesianos, direção, corpo docente e não docente e alunos.
A JB faz um balanço muito positivo destes nove anos à frente dos Salesianos de Mogofores. Diz-se “contente mas insatisfeito”. Porquê? “Porque toda a comunidade educativa foi fantástica em tantos aspetos – pedagógicos, educativos e espirituais. Fizemos um trabalho muito bom a nível humano, porque o nosso ranking é humano.” A insatisfação prende-se com o facto de “haver ainda muito caminho a fazer”, ou seja, “a nossa proposta educativa é integral e o projeto prevê que os alunos se tornem aprendentes autónomos. É preciso trabalhar mais na pedagogia de projeto, embora tenhamos miúdos já com bastante autonomia”, diz, lamentando as “muitas condicionantes que vão existindo pelo meio”.
Sai com a noção do dever cumprido, sublinhando a existência de um corpo docente estável e identificado com a filosofia salesiana. Agora, as suas prioridades passam por fazer avançar as obras em curso na casa mortuária e abrir uma parte da Casa Amarela aos jovens, mas também estar mais próximo das famílias e dos doentes.
Ao sucessor deseja êxito e que como salesiano continue a ser o que tem sido: “uma pessoa reta, dada e simples”.
Catarina Cerca

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Grande Noite de Variedades nos Salesianos de Mogofore


Na noite de sábado, dia 19 de setembro, pelas 21h, terá lugar no pavilhão dos Salesianos de Mogofores (Anadia) uma noite de variedades com teatro e fado, pelos Grupos ADABEM e Tertúlia Bairradina. Esta é mais uma iniciativa promovida pelos “padrinhos” e “madrinhas” da Casa Amarela e todos os fundos angariados revertem a favor das obras em curso.

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Mogofores: Campus Bosco regressa com muitas novidades


Numa iniciativa do Colégio Salesiano de Mogofores, regressa nestas férias de verão o “Campus Bosco”, destinado a crianças e jovens, dos 7 aos 17 anos.
Com atividades das 9 às 18h, do dia 29 de junho a 10 de julho, o Campus Bosco integra idas à praia, piscina, visitas educativas, cicloturismo, BTT, ateliês de formação, canoagem, entre muitas outras atividades, tais como: ação social, basquetebol, rugby, futebol, jogos sem fronteiras, acrobática, badminton e voleibol.
O Colégio oferece alimentação, lanche da manhã, almoço e lanche da tarde, seguro, t-shirt, certificado de participação. As crianças e jovens devem levar bicicleta e capacete.
As inscrições devem ser feitas até 22 de junho e o preço varia entre os 110 euros (2 semanas) para alunos do Colégio e os 120 euros (2 semanas) para alunos não inscritos no colégio.
Uma semana tem o custo de 65 euros.
Fica a promessa de muito divertimento, durante duas semanas cheias de ação, cultura e desporto.

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Mogofores: Bênção e coroação de Nossa Senhora Auxiliadora


No último domingo, dia 24 de maio, dia da Festa de Pentecostes, a Basílica de Mogofores foi pequena para acolher tão grande número de fiéis que não deixaram de participar na eucaristia que teve como ponto alto a bênção solene da imagem de “Nossa Senhora Auxiliadora em saída”, pelo padre José Aníbal Mendonça, delegado Nacional Salesiano da Pastoral Juvenil e Vocacional.
Um dia muito especial e que celebrou também o Dia de Nossa Senhora Auxiliadora. Uma festa promulgada por Pio VII, no ano de 1816, depois de Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, ter sido excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês sequestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por uma enorme fé, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto. Após um cativeiro de cinco anos, o Santo Padre seria libertado, regressando a Savona para cumprir a promessa. No dia 24 de maio de 1814, entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Para marcar o seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.
A imagem que agora ocupa lugar de destaque no Santuário, tem 1,30 metros de altura, foi esculpida pelo mestre António Costa de Sobrado de Valongo (Porto) e pintada pelo mestre João Ferreira de Adaúfe (Braga), ao estilo de “pintura italiana”. Ficará, assim, acessível ao “toque” da mão e do beijo dos peregrinos.
Refira-se ainda que foi esculpida não a caminhar, mas a descer do seu pedestal como que a dizer, “Já estou de saída para tua casa. Basta que me convides!”
O conjunto arquitetónico (altar e seu conjunto) foi concebido pelo arquiteto Joaquim Armindo, de Mogofores e executado por Marmoguia, de Paredes do Bairro. Tanto a imagem como do conjunto arquitetónico são oferta de um benfeitor, antigo aluno de Mogofores, o Juiz jubilado, Dr. Arménio Hall.
No próximo dia 31 de maio, pelas 21h30, a imagem será solenemente coroada (Nossa Senhora e o Menino) pelo P. Artur Pereira, provincial dos Salesianos em Portugal. De seguida, a mesma imagem seguirá em procissão de velas pelas ruas de Mogofores, presidida pelo mesmo P. Artur.31

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