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PSD Anadia: Henrique Fidalgo reconduzido na presidência da Concelhia


Henrique Fidalgo venceu, no último sábado, as eleições para a Concelhia de Anadia do PSD, derrotando Jorge São José, que encabeçava a lista adversária.
Este que terá sido um dos mais concorridos atos eleitorais dos últimos anos, levou às urnas 607 militantes de um universo de 822 inscritos e em condições para exercer o voto.
Com as urnas abertas das 14 às 20h, os militantes optaram por reconduzir Henrique Fidalgo no cargo de presidente da Concelhia. Foram 322 os militantes que votaram na lista B que liderava, “Anadia com Futuro”. Mas o seu adversário, Jorge São José, que encabeçava a lista A “Unir Anadia”, obteve 267 votos, ou seja, apenas 55 votos separaram o vencedor do vencido.
Esta foi também uma das mais disputadas eleições dos últimos anos, com ambas as candidaturas a terem grande presença nas redes sociais, nomeadamente no facebook, onde foram surgindo algumas críticas sobretudo pela deslocalização da eleição da sede da Concelhia, em Anadia, para a Casa do Povo de Vilarinho do Bairro e pela presença, no dia das eleições, de uma tarja com propaganda eleitoral, pendurada numa das paredes exteriores da Casa do Povo a apelar ao voto na lista B.
A este respeito, Henrique Fidalgo avança que “o PSD é do concelho e não apenas de Anadia” e que o ato eleitoral foi deslocalizado para a Casa do Povo porque tinha condições para acolher umas eleições que se adivinhavam bastante participadas.
“A sede do PSD, como se sabe, não reúne condições, nomeadamente espaço, para albergar um ato eleitoral com grande afluência. A decisão desta mudança foi consensual entre a Mesa e a Comissão Política, à semelhança de outras eleições deste partido que já decorreram na Curia ou até mesmo em Vilarinho do Bairro, noutras ocasiões”, explicou, acrescentando que “às 20h, hora de encerramento da votação, estavam cerca de 100 pessoas na fila, que dadas as condições logísticas, puderam exercer o seu direito de voto”.
Relativamente à propaganda eleitoral, Henrique Fidalgo defende-se dizendo que “os estatutos do partido são claros relativamente ao facto de poder ser feita campanha no próprio dia. O único impedimento que existe é dentro do local da votação”. No entanto, sublinha a denúncia realizada à GNR, por elementos da Lista A, que esteve no local e terá percebido que “não existia nenhuma ilegalidade, daí a faixa ter continuado no local”, explica.

Vitória com múltiplas leituras. A JB fala ainda da enorme satisfação pelo resultado, fazendo um agradecimento a todas as pessoas que deram força, rosto e caráter ao projeto “Anadia com Futuro” e conclui que o PSD Anadia sai claramente reforçado destas eleições.
“Espero que a partir de hoje não existam Listas no PSD Anadia, mas sim uma força comum para conseguirmos ganhar os desafios políticos que se avizinham.” Contudo, admite que esta vitória tem múltiplas leituras políticas, “tendo em conta os acontecimentos passados, e as pessoas que foram rosto dos projetos, ou que se esconderam e trabalharam na sombra.” Diz não ser “uma vitória contra ninguém”, mas ao mesmo tempo deixou claro, que a família social-democrata de Anadia “sabe bem distinguir entre quem anda na política para servir o partido ou servir-se dele”.

“Comportamentos eticamente duvidosos”. Por seu turno, Jorge São José, que encabeçou a lista A, derrotada neste ato eleitoral, diz que a vitória lhe fugiu por “uma estreita margem (44% contra 53%) de votos”.
Sobre as eleições propriamente ditas, regista “a forma positiva, o civismo e a paciência de todos os militantes”, todavia, lamenta que “num partido que faz da ética política a sua bandeira, se tenha permitido que as eleições em Anadia ficassem manchadas por comportamentos eticamente duvidosos, que se pensava só existirem em países do terceiro mundo”. O candidato refere-se em concreto à marcação das eleições em Vilarinho do Bairro, pelo Presidente da Mesa da Secção de Anadia e pelo Presidente da Mesa da Assembleia Distrital de Aveiro, sabendo os dois, que tal obrigaria muitos militantes a percorrerem mais de 50 quilómetros para poderem votar”, mas também pelo presidente da Mesa da Secção de Anadia “apenas permitir o funcionamento de uma Mesa Eleitoral, o que fez com que os militantes (muitos deles, idosos) tivessem de aguardar, em média, mais de uma hora para exercerem o direito de voto e alguns mesmo a irem-se embora por não terem condições físicas para esperar em pé ou devido a compromissos inadiáveis.”

Comissão Política: Presidente: Henrique Fidalgo; Vice-Presidente: Artur Salvador; Vice-presidente: Lídia Ribeiro; Secretária: Anabela Melo; Tesoureiro: Victor Tavares; Vogais: Graciete Crasto, Henrique Rodrigues, Hernâni Moreira, José Luís Maia, Lídia Oliveira, Paulo Nogueira, Rui Santiago, Sérgio Aidos, Victor Pires, Licínio Simões, Maria Manuela Lopes, Joana Catarina Ribeiro.
Mesa de Assembleia: Presidente: Lígia Seabra; Vice-Presidente: José Gonçalves; Secretário: Paulo Costa e Secretária: Margarete Varandas.
Catarina Cerca

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Salvador Malheiro vence distrital do PSD


Salvador Malheiro venceu a corrida à Comissão Permanente Distrital do PSD com 3274 votos, contra 2040 da lista A.
Dos 19 concelhos do distrito de Aveiro, a lista de Salvador Malheiro ganhou 14, incluindo a capital, enquanto a lista de Ulisses Pereira obteve a vitória em cinco.
O elenco apresentado por Salvador Malheiro obteve diferenças significativas nas votações em Arouca (8-213), Oliveira de Azeméis (30-346), Ovar (20-513), Vale de Cambra (5-74) e Murtosa (13-46).
A sul do distrito, a lista B venceu em Águeda (46-77), Albergaria (2-63), Anadia (260-313) Estarreja (9-73),ílhavo (27-62), Mealhada (4-91), Oliveira do Bairro (26-132). Sever do Vouga, com apenas 44 votantes em 84 inscritos, teve a votação mais renhida: 21 votos na A, e 22 na B (1 branco). A secção da cidade-sede do distrito seguiu a tendência da maioria: 191-436.
A lista encabeçada por Ulisses Pereira venceu nas urnas de Castelo de Paiva (137-38), Espinho (212-70), Vagos (231-106) S. João da Madeira (253-217) e Santa Maria da Feira (565-393).
Nas eleições dos órgãos distritais do PSD votaram 5380 militantes de 7805 inscritos.
O novo líder da distrital do PSD, já disse tratar-se de “uma vitória da militância de base” e prometeu que sob a sua direção, o órgão do partido será aberto a todos os militantes e estará empenhado no terreno em conquistar mais câmaras para o PSD nas próximas eleições autárquicas.

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PSD/Aveiro: Listas concorrentes integram bairradinos


É já este sábado, dia 5 de março, que se saberá quem é o próximo presidente da Distrital do PSD de Aveiro. Haverá duas listas a concorrer à sua liderança, uma liderada por Ulisses Pereira e a outra por Salvador Malheiro. Saiba quem são os bairradinos que integram ambas as listas.

 

Ulisses Pereira:

Sérgio Lopes – Oliveira do Bairro

Silvana Marques – Anadia

Carlos Pinheiro – Mealhada

Silvério Regalado – Vagos

Nuno Moura – Vagos

Dulcínia Sereno – Vagos

Luís Tendeiro – Águeda

Amílcar Pereira – Oliveira do Bairro

Paulo Oliveira – Anadia

 

Salvador Malheiro:

Rui Cruz – Vagos

Henrique Fidalgo – Anadia

Bruno Coimbra – Mealhada

Hilário Santos – Águeda

António Mota – Oliveira do Bairro

Anabela Melo – Anadia

Paulo Matos – Águeda

Graciete Crasto – Anadia

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Eleições PSD Anadia: Candidatura para unir o PSD


Jorge São José lidera uma das equipas candidata às eleições para a Comissão Política Concelhia do PSD Anadia. Natural de Paredes do Bairro, tem 47 anos e é licenciado em Economia.
O economista, atual vereador na Câmara Municipal de Anadia, já foi presidente da Assembleia Municipal.
Fala a JB de uma candidatura que quer fazer renascer o espírito de união do PSD em Anadia, não deixando de tecer duras críticas à atual comissão política, liderada por Henrique Fidalgo, seu adversário no ato eleitoral de 5 de março.

Quais os motivos que o levam a concorrer à liderança da Concelhia do PSD Anadia?
O principal motivo foi responder positivamente a um grupo significativo de militantes e de se fazer renascer um espírito de União no Partido. As razões são o estado atual do PSD em Anadia. Um PSD afastado dos militantes, que não ouve ninguém. A nossa candidatura visa unir o PSD de Anadia e voltar a fazer deste partido a principal força política do concelho.

Qual o seu projeto para a Concelhia do PSD e para Anadia?
A nossa candidatura quer dar resposta ao desejo de unidade dos militantes do PSD. Esta candidatura não é uma caminhada de um homem só. É de um grupo de militantes que têm o mesmo objetivo, desde autarcas a militantes de base. Pretendemos que seja uma candidatura representativa do concelho e heterogénea.

A Comissão Política do PSD Anadia retirou-lhe a confiança política em 2014, enquanto vereador do PSD no executivo de Anadia. Como tem gerido esta situação?
Com naturalidade. Fui eleito e não abdicarei das minhas funções. Votei e tentei sempre que as minhas posições nas reuniões do executivo fossem ao encontro dos anadienses. Recordo que foi um episódio infeliz e triste da atual comissão política. Acredito na liberdade de opinião, na democracia e na militância partidária.

Como classifica o trabalho feito até aqui pelo PSD enquanto oposição no executivo municipal?
Atrevo-me a questionar: Qual dos PSD’s?

É um facto incontornável que o PSD Anadia está dividido. Que análise faz desta divisão interna?
A divisão interna é péssima para o PSD. Já o pluralismo de ideias é bem-vindo. Infelizmente, a atual concelhia tem promovido a primeira e evitado o pluralismo e a livre crítica. Recordo que esta situação deveu-se essencialmente aos últimos resultados autárquicos. O PSD de Anadia não pode ser um projeto pessoal de ninguém.

No seu entender por que razão estas divergências ainda não foram sanadas? Quem “alimenta” esta divisão e com que objetivos?
Para nós, o futuro não está determinado, nem se encontra depositado em grupos autodesignados que se proponham moldar os nossos militantes de acordo com a sua visão ou daquilo em que ela se deverá tornar, ignorando os projetos, referências e ideias dos restantes. Existe, como já disse, um desejo obsessivo do poder. A divisão no PSD de Anadia serve apenas objetivos de pessoas que gostam de nadar em águas turvas e que ainda não compreenderam que o tempo passou. Acho que devemos olhar para o futuro e para estas eleições como uma oportunidade de voltar a unir e salvar o PSD de Anadia.

Nas últimas autárquicas o PSD, no concelho, sofreu uma enorme derrota para o MIAP, no entanto, nas eleições seguintes (legislativas) os anadienses devolveram a maioria ao PSD. Que leitura faz destes resultados?
O PSD perdeu porque o seu programa e a sua candidatura não mereceram o apoio das pessoas de Anadia. Quero realçar, no entanto, as vitórias dos candidatos do PSD, em Avelãs de Cima, Avelãs de Caminho e Arcos e Mogofores. Ganharam porque o povo confiou neles, nas suas propostas e nas suas equipas. E, já agora, fazem parte deste projeto. Esta concelhia só é conhecida internamente… quando é preciso ganhar externamente, perde. Não é estranho ganhar-se sempre internamente, e na hora da verdade não se ser reconhecido pelos munícipes? Sim, porque a grande ação de reconhecimento de uma concelhia é em eleições locais e não em eleições nacionais.

A divisão existente na bancada do PSD com assento na Assembleia Municipal há muito que é notada. Que leitura faz desta divisão na bancada?
É mais um sinal de que a atual comissão política não tem sido capaz de unir o PSD. Afastou-se de tudo e de todos, vive longe da realidade e dos anadienses. A bancada do PSD na Assembleia Municipal tem sido bem liderada pelo deputado José Manuel Carvalho, falta é empenhamento da comissão política, em dar-lhe apoio, para que se termine com essa divisão.

O seu objetivo ao ser eleito na estrutura partidária passa por poder vir a disputar a presidência da Câmara Municipal?
Realço que esta não é uma candidatura minha nem um projeto meu, é de um conjunto significativo de militantes que se uniram para tal. Mas posso afirmar que não sou, nem pretendo ser, o candidato à Câmara Municipal de Anadia nas próximas eleições autárquicas.

Acha que a “família” social democrata em Anadia poderá voltar a unir-se e recuperar o poder na Câmara Municipal?
Todos sabemos que o atual movimento independente MIAP, teve raízes no PSD. Estamos confiantes que esta candidatura venha novamente a envolver todos os cidadãos com a mesma ideologia política do PSD.

Se perder as eleições no partido, qual será o seu futuro e daqueles que o apoiam?
São apenas eleições. Ganham-se e perdem-se. A minha vida não está dependente do PSD nem da política. Estou na política por convicção e por achar que o PSD de Anadia tem que levar um novo rumo. Termino citando o nosso próximo presidente da República, Prof. Marcelo Rebelo Sousa: “A minha maior ambição política é não ter ambição política nenhuma.”

Catarina Cerca

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Eleições PSD Anadia: Recandidatura para vencer


É o atual presidente da Concelhia do PSD Anadia, recandidata-se ao cargo no ato eleitoral de 5 de março. Henrique Fidalgo é natural de Vilarinho do Bairro, tem 31 anos e é licenciado em Gestão.
Atualmente, é o diretor comercial da GlobalWines-Enoturimo.
A JB fala do seu projeto e faz uma radiografia ao PSD, em Anadia, mas também pesadas acusações aos seus “opositores” internos.

Quais os motivos que o levam a concorrer a mais um mandato à frente da Concelhia do PSD Anadia?
Assumi a liderança do partido em Anadia num cenário difícil, após uma dolorosa derrota nas eleições autárquicas. Era urgente dar uma nova dinâmica ao partido dando resposta a todos os anadienses que votaram no projeto do PSD. Fui o único a ter a coragem necessária para avançar. O projeto que representei há dois anos não está terminado. Tenho sentido o apoio dos militantes, simpatizantes e da sociedade civil, pelo que entendi ver reunidas todas as condições para continuar a liderar a concelhia do PSD.

Qual o seu projeto para a Concelhia e para Anadia?
O projeto que me proponho realizar tem por base a preparação das eleições autárquicas de 2017, que é o nosso grande objetivo. As pessoas que me acompanham são os muitos militantes que compõem a realidade do PSD em Anadia. Os reais proprietários do PSD Anadia são os militantes, e serão eles que darão voz ao futuro do partido.

Que avaliação faz deste seu mandato que agora termina?
Foram dois anos intensos e dedicados a defender as questões públicas com afinco. Estamos na liderança de uma oposição em nome de muitos anadienses. Recordo que Anadia nunca teve uma oposição assertiva, estruturada e responsável. Tem-na agora pela mão do PSD. Se preferíamos estar a governar? Claro que sim. Mas também sabemos governar em oposição, e isso é uma virtude.

Nestas eleições, para além da sua recandidatura à liderança, já é conhecida a existência de um adversário (Jorge São José). Como interpreta esta situação?
Quando existem várias listas candidatas a uma estrutura partidária, é sinal de vivacidade. No entanto, coloco algumas dúvidas nas intenções do meu adversário, que não demonstrou disponibilidade para assumir a concelhia em 2014, e que se refugiou de uma forma politicamente cobarde em argumentos profissionais e familiares. Ficou evidente desde cedo a postura do meu adversário, que usa as suas responsabilidades enquanto vereador para traçar uma estratégia própria de completa colagem à Presidente da Câmara. Quer mostrar-se agora a pensar nas Autárquicas de 2017, aparentemente à espera de um qualquer “tacho” político.

É um facto incontornável que o PSD Anadia está dividido. Que análise faz desta divisão interna?
Qualquer partido político democrático que se preze tem pessoas com pensamentos distintos e isto só o valoriza. Neste caso só não é tão positivo, porque na base das divergências está a tentativa desesperada de obter cargos políticos autárquicos e outros. É minha obrigação defender o partido acima daqueles que procuram protagonismos. Os “divisionistas” pediam desesperadamente um plenário de militantes, ele aconteceu. Por mais teorias que haja, a verdade é só uma: se o PSD tivesse ganho as eleições autárquicas em 2013, nada disto teria acontecido.

Por que razão estas divergências ainda não foram sanadas? Quem “alimenta” esta divisão e com que objetivos?
Tenho a minha consciência tranquila pois, enquanto presidente da concelhia, tudo fiz para unir o partido. Estas divergências são alimentadas por todos aqueles que desejam um “tacho” no executivo camarário, e como não dá para todos, há sempre um núcleo que se apresenta “chateado”. Grande parte dos elementos que agora se apresentam como alternativa, um dia traíram Litério Marques, e “no dia seguinte” traíram José Manuel Ribeiro.

A divisão existente na bancada do PSD com assento na Assembleia Municipal há muito que é notada. A sua liderança está “enfraquecida”?
A bancada do PSD faz aquilo que foi definido no início do mandato autárquico – oposição crítica e construtiva. O problema é que há elementos na bancada que não estão dispostos a ser oposição. Digamos que “não dá jeito” para o caso de quererem um qualquer lugar político. Não acho que a minha liderança esteja enfraquecida, até porque desde cedo foi dada liberdade de voto a todos os deputados municipais. Mas é curioso que o projeto que hoje defendemos na Assembleia Municipal foi também construído por aqueles que agora se afirmam como meus adversários políticos. Na gíria do povo, são uns “vira-casacas”.

O seu objetivo ao ser reeleito na estrutura partidária passa por poder vir a disputar a presidência da Câmara Municipal?
Não é esse o objetivo, nem é isso que me move na política. A Comissão Política do PSD Anadia, a seu tempo, irá definir um perfil e colocará em cima da mesa os nomes que entende que terão a melhor capacidade para representar o PSD e ganhar as eleições.

Acha que a “família” social-democrata em Anadia poderá voltar a unir-se e recuperar o poder na Câmara Municipal?
Os sociais-democratas anadienses estão unidos, pelo que não temos dúvidas que iremos recuperar a câmara em 2017. Soubemos ser humildes e aprender com a derrota, e hoje, definitivamente, estamos mais fortes.

Se perder as eleições no partido, qual será o seu futuro e daqueles que o apoiam?
Não acredito que vamos perder. Não dependemos da política. Quanto aos meus adversários já não é bem assim. Entre interesseiros políticos, oportunistas políticos e “profissionalecos” políticos, está lá tudo!

Catarina Cerca

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Álvaro Ferreira recandidato à JSD de Oliveira do Bairro


Álvaro Ferreira, de 29 anos, natural de Bustos, é recandidato à presidência da Comissão Política da Concelhia da JSD de Oliveira do Bairro, numas eleições marcadas para o dia 27 de fevereiro. Vítor Hernâni, de 28 anos e natural da Palhaça, será o candidato à presidência da Mesa do Plenário.
“A recandidatura surge de uma forma natural e é espelho da vontade unânime dos militantes da Concelhia da JSD de Oliveira do Bairro, onde o principal ponto de ordem será a preparação de um programa político forte para o novo ciclo autárquico que se avizinha, reforçando, ao mesmo tempo, a renovação dos quadros da JSD”, assim como “incrementando um calendário amplo de iniciativas de cariz social e humanista de forma a ir ao encontro das expectativas da juventude de Oliveira do Bairro”, refere o candidato.
Reconhece, na pessoa de Renato Almeida (atual presidente da Mesa do Plenário), o contributo deixado pelos membros que já não poderão fazer parte dos órgãos concelhios, “pois foram determinantes na estratégia adotada pela equipa no último mandato e elevaram ao mais alto nível o nome da estrutura e da própria Secção do Partido”.

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Amílcar Simões Pereira demite-se da presidência da concelhia do PSD


O presidente da Concelhia do PSD de Oliveira do Bairro, Amílcar Simões Pereira e um dos seus vice-presidentes, João Paulo Sol, demitiram-se da Concelhia do PSD de Oliveira do Bairro. António Mota, o outro vice-presidente da Concelhia, vai assegurar a presidência até ao ato eleitoral, que se deverá realizar no final do ano.
Amílcar Simões Pereira explicou ao Jornal da Bairrada que o seu pedido de demissão está relacionado com o facto de ter comunicado ao seu vice-presidente António Mota que pretendia realizar eleições em março e que seria candidato à presidência da concelhia com o objetivo de preparar de forma atempada as eleições autárquicas de 2017. Contudo, António Mota prontificou-se a dizer que não apoiava a continuidade de Amílcar Pereira na presidência da concelhia. Perante este facto, Amílcar Pereira disse ao JB que “não tinha outra alternativa, se não a demissão. Era a minha dignidade que estava em causa”.
Amílcar Pereira explicou ainda que “pretendia preparar com bastante tempo as autárquicas e não deixar para a última hora, como já aconteceu noutras alturas do ano”, sublinhando que a Comissão Política será, agora, liderada pelo vice-presidente, António Mota, até ao final do mandato, a quem competirá marcar as eleições.
Instado a pronunciar-se se, no próximo ato eleitoral, será candidato à presidência da Concelhia, Amílcar Pereira diz que é, mas que apenas avançará com a candidatura “se for para unir o partido e não para dividir”.
JB sabe que no seio do partido, António Mota já anunciou a alguns militantes que vai concorrer à presidência da estrutura da concelhia do PSD no ato eleitoral que, entretanto, irá marcar no final do ano.
Leia mais na versão digital do seu JB.

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PSD e Fernando Julião conquistam vitória histórica


Eternos rivais a nível autárquico, PSD e CDS voltaram a esgrimir forças nas eleições intercalares para a assembleia da União de Freguesias Vagos/Santo António. Fernando Julião, candidato laranja, que tinha perdido o mandato na sequência de uma decisão judicial, venceu com maioria absoluta. Conquistou 9 dos 13 mandatos, quando há dois anos tinha obtido apenas seis, obrigando a coligar-se com o PS para formar o executivo da Junta.
Com a abstenção a cifrar-se nos 57%, as eleições, para as quais estavam recenseados 6949 eleitores, confirmaram a vitória histórica do PSD. Conquistou 1544 votos (1392 em 2013), e manteve a supremacia nas seis mesas de voto, com destaque para Santo António, onde Fernando Julião haveria de obter o resultado mais expressivo, com 704 votos contra 136 do CDS. Já na sede do concelho a diferença de votos seria menor, com o PSD a arrecadar 538 votos e os centristas 390.
António Bodas voltou a dar a cara pelo CDS. Apesar de, como referiu em declarações à comunicação social, estava “confiante” de que iria ganhar porque fez uma campanha “muito boa”, obteve apenas 586 votos quando em 2013 garantiu 1062. Vai continuar a ser oposição “saudável e séria”, e como tal compromete-se a “estar lá a vigiar”.
Para além dos centristas, o PS foi outro dos derrotados. Depois de obter 434 votos nas últimas autárquicas, a candidatura socialista, liderada por Cláudia Moreira, baixou de forma significativa a sua base de apoio, ficando pelos 237 votos. Um resultado que o presidente da Concelhia do PS, Bruno Julião, admitiu poder estar relacionado com o facto de “este ser o único partido que apresentou uma nova cabeça de lista”.
Quanto à CDU, cuja aposta em Alexandre Loff tinha por objetivo ser “a voz alternativa” na assembleia de freguesia, a votação foi alegadamente residual. Obteve apenas 48 votos (90 em 2013), sendo de registar que ficou em branco na mesa que funcionou no lugar de Lombomeão.

Reações vitoriosas

Uma “vitória histórica”, é a leitura da Concelhia do PSD/Vagos, que espera agora que os seus adversários políticos “saibam tirar daqui as ilações devidas, e que em nome de Vagos e dos seus cidadãos optem por uma postura mais séria e digna”.
Rotulando de “muito difícil” o período que foi vivido, a estrutura laranja reconheceu que a vitória do PSD nas urnas “veio demonstrar que, na verdade, em política não vale tudo”.
Na noite da vitória, Fernando Julião reconheceu e agradeceu a “solidariedade” do povo da freguesia, na confiança que lhe foi conferida para exercer mais um mandato. “Viram que de facto merecíamos, tanto eu como a minha equipa”, especificou, deixando claro que passou por “maus momentos, muito tristes”.
Convicto de que “não havia necessidade de se ter feito o que fez”, Julião admitiu que, afinal, tal sofrimento “deu resultado”.
Eduardo Jaques/Colaborador

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ANADIA: Delimitação territorial deve ser retificada, diz vereadora do PSD


Lígia Seabra, vereadora do PSD, defendeu, na última reunião de câmara do executivo anadiense, que a delimitação territorial do concelho de Anadia deve ser revista. Isto porque, segundo avançou, em recente decisão, o executivo da Câmara Municipal de Oliveira do Bairro decidiu avançar com processo de delimitação administrativa do concelho, procurando também fazer retificações nas confrontações que mantém com o concelho de Anadia.
Uma situação que , a seu ver, deveria ser aproveitada por Anadia. “Como os membros deste executivo bem sabem, o concelho de Oliveira do Bairro tem, neste momento, cerca de 150 hectares a mais na sua área cartográfica e que correspondem, na realidade, ao concelho de Anadia, mais propriamente à freguesia de Sangalhos, nomeadamente terrenos situados no sítio de Monte Verde, lugar da Murta”. A vereadora não compreende como é que estando na posse da Câmara Municipal de Anadia um dossiê completo sobre esta situação, até ao momento nada foi feito.
“Começando no executivo presidido, na década de 90, pelo senhor Armando Castro e por todos os outros presidentes de Junta que se seguiram, fizeram chegar à Câmara um trabalho exaustivo e minucioso de junção de provas, com vista à aprovação dos limites desta freguesia e do próprio concelho. Nunca a Câmara deu andamento, ou finalizou este processo”.
Uma situação tanto mais grave por que estará, segundo avançou, “o município de Oliveira do Bairro a receber valores de receita correspondentes a IMI’s de terrenos que não entram na área do município, estando a freguesia de Sangalhos, há muitos anos, a ser prejudicada, anualmente, no valor das tranferências de verbas que lhe são afetas em função de uma área que não corresponde à realidade”.
“Para quando a resolução deste assunto?”, perguntou, defendendo que Anadia deve aproveitar a iniciativa da Câmara de Oliveira do Bairro para resolver esta questão. “Os presidentes de Junta de Oliveira do Bairro sempre estiveram de boa fé neste processo, não havendo qualquer conflito que obste à resolução amigável”, acrescentou.
A presidente de Câmara, Teresa Cardoso, reconheceu que a situação de Monte Verde, na Murta, não é uma situação nova e que mesmo com a construção da Alameda, a rotunda veio até ao limite com o concelho de Anadia, estando a própria ESOB implantada em terrenos do concelho de Anadia.
A edil explicou que já têm sido feitas várias diligências mas quando se vai buscar o registo e o histórico, os terrenos estão registados em Oliveira do Bairro. “Surge aqui logo a primeira dificuldade de prova. Não é um processo fácil e por alguma razão as provas e documentos recolhidos ainda não clarificaram estas situações”, avançou.
A edil acredita que o consenso e o entendimento entre as câmaras é possível.

CC

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Anadia recebeu 1.º Conselho Distrital da JSD Aveiro


No passado dia 18 de abril, realizou-se, em Anadia, o 1.º Conselho Distrital da JSD Aveiro. Na parte da manhã, os jovens do distrito realizaram duas visitas, ao Pharmacy Hostel na Curia e ao Museu do Vinho Bairrada, como forma de conhecerem a realidade do setor turístico em Anadia. O Conselho Distrital teve lugar no Hotel das Termas da Curia, com a presença de várias dezenas de jovens.
No início dos trabalhos, o presidente da Mesa do Conselho, Rui Gomes, agradeceu o acolhimento dado pela JSD Anadia, na realização de “tão importante atividade distrital”. Já o presidente da JSD Anadia, Fábio Almeida, afirmou que ”pela primeira vez, nos últimos anos, a JSD Anadia tem representatividade na comissão política distrital e também pela primeira vez em alguns anos, Anadia, recebe uma atividade da distrital. É um orgulho para nós ver que a Distrital esteja a mudar e que Anadia dê o seu contributo para essa mudança. Juntos estamos a levar a nossa distrital ao patamar que a caracteriza, o patamar da excelência”.
Fez parte da agenda do Conselho Distrital a questão da Educação, e mais propriamente a realidade da Escola Secundária de Anadia. Para Fábio Almeida, “a escola que temos não possui o mínimo de condições, destacando que “esta matéria foi, desde a primeira hora, uma bandeira do PSD/Anadia”.
O vereador do PSD/Anadia, José Manuel Ribeiro, foi um dos convidados que sublinhou a urgência de termos uma escola nova. José Manuel Ribeiro deixou ainda alguns conselhos para o futuro político da JSD, afirmando que “o ideal é não dependermos da política. As carreiras na política são efémeras, e não devem ser resultado de ambições desmedidas para quem quer resolver a sua vida profissional”.
Já o presidente do PSD/Anadia, Henrique Fidalgo destacou o facto da JSD/Anadia ser “a concelhia mais forte dos últimos anos, tendo conseguido alcançar uma representatividade única, resultado de um trabalho responsável e credível.” O deputado Bruno Coimbra responsabilizou o Partido Socialista pela “forma como criaram estas obras (escola) megalómanas, completamente desajustadas da realidade, e que comprometeram em muito a sustentabilidade do país”.
Nesta mesma tarde foram apresentadas e aprovadas duas moções: uma apresentada pelo gabinete de estudos da Comissão Política Distrital “Moção Igualdade de Género – Por uma cidadania plena!” e outra, designada “Emprego jovem – A chave para a emancipação!”
No decorrer do Conselho Distrital, ocorreu a votação para a lista da JSD à Assembleia Distrital do PSD com a eleição de Fábio Almeida e Filipe Sério em representação da JSD Anadia. Foram eleitos também os membros honorários da JSD Distrital, tendo sido distinguidos por Anadia, o atual presidente do PSD, Henrique Fidalgo e a Joana Ribeiro, Vice-Presidente da JSD.

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