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PSD Anadia: “Um ano intenso e dedicado a defender questões com afinco e energia”


“Um ano intenso e dedicado a defender questões públicas com afinco e energia”, este é o balanço feito pelo presidente da Concelhia do PSD Anadia, Henrique Fidalgo, em conferência de imprensa, realizada no último sábado, no âmbito de um ano de oposição autárquica. Subordinada ao tema: “PSD/Anadia avalia um ano de oposição autárquica”, Henrique Fidalgo começou por lembrar que as últimas eleições autárquicas atribuíram ao PSD/Anadia a função de liderar a oposição “num projeto válido de igual sensibilidade, valor e respeito democrático”. Uma oposição que se tem pautado por “uma ambiência de construção e alerta, para que o superior interesse dos munícipes esteja sempre salvaguardado.”
Ciente de que a conjuntura nacional, protagonizadas por um programa de ajustamento financeiro, retiraram alguma visibilidade ao programa eleitoral do PSD/Anadia, não deixa de lamentar que os anadienses tenham optado “por um projeto tradicional, sem grandes mudanças e com os mesmos protagonistas de sempre”.
Henrique Fidalgo defendeu ainda que o PSD é “uma voz ativa nas reuniões de Câmara”, onde já apresentou, desde fevereiro, cerca de 80 propostas ao executivo municipal.
Na ocasião, recordou que as obras da Secundária foram retomadas “porque o PSD/Anadia não deixou de fazer aquilo que devia, exercendo sempre pressão em diversas reuniões que manteve com os órgãos nacionais”, assim como na área da educação fez “chegar as nossas preocupações aos órgãos centrais, mostrando o nosso desagrado” nomeadamente no que toca ao encerramento de algumas escolas básicas. Outra preocupação elencada por este responsável é a manutenção/substituição da rede de abastecimento de água. “Ainda hoje continuam as fugas de água, e a obra está adiada”. Já ao nível do desenvolvimento económico defendeu que o município, precisa desta estratégia: “preocupa-nos ver zonas industriais abandonadas, sobre as quais hoje ainda não é visível nem o seu enquadramento, nem a sua utilidade.”
“Somos uma voz crítica pela construção ativa de uma alternativa política assente num trabalho de oposição sistemática a várias medidas, menos esclarecidas, que o executivo decide colocar em prática”, disse ainda.
Na Assembleia Municipal, Henrique Fidalgo diz que a bancada tem tido uma “postura pró-ativa; muito alinhada com uma estratégia do partido na defesa intransigente dos anadienses”.
Debruçando-se, no final, sobre a vida interna da Concelhia, diz que esta “sempre funcionou bem”, lamentando que uma minoria “tenha resolvido questionar a legitimidade dos órgãos e das pessoas, e assumir posições individuais que na sua maioria não defendem a posição do PSD em Anadia.”
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Marcelo Rebelo de Sousa nos 40 anos do PSD Mealhada


No âmbito das comemorações dos 40 anos do PSD, a secção do PSD Mealhada promove, este sábado, dia 22, a partir das 16h, uma iniciativa para assinalar a efeméride.
O evento ocorrerá na Quinta dos 3 Pinheiros e contará com a presença confirmada de vários nomes do PSD Nacional, Regional e Local, entre os quais Marcelo Rebelo de Sousa, e o secretário-geral do partido, José Matos Rosa.
Contando também com as intervenções dos líderes da distrital, Ulisses Pereira, e da concelhia, Bruno Coimbra, o evento integrará uma homenagem aos militantes históricos da Mealhada e uma exposição de documentos da coleção pessoal de Francisco Sá Carneiro, fundador do PSD.

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Anadia: Henrique Fidalgo chocado com divulgação da vida interna da Concelhia do PSD


Henrique Fidalgo, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD, diz-se chocado com a postura do vereador Jorge São José (PSD) que, na última reunião pública do executivo de Anadia, tornou pública uma carta pessoal que lhe fora enviada por si, retirando-lhe a confiança política.
Henrique Fidalgo diz agora que foi “uma falta a todos os níveis” já que nunca terá sido intenção da Concelhia que lidera tornar público um assunto que diz ser “exclusivamente uma matéria interna da Concelhia”.
“É uma questão do foro interno, temos estatutos e regras que dizem quem dá as orientações políticas, neste caso a Comissão Política Concelhia”.
Ainda que reconheça haver tensões dentro da Concelhia desde janeiro, após as eleições que o elegeram para líder da Concelhia, Henrique Fidalgo lamenta que nessa altura não tenha aparecido nenhuma lista. “Ninguém teve coragem para dar a cara, para ir a votos”, criticando veemente que, agora, um “grupo tente causar ruído porque nas autárquicas nunca aceitou a derrota como sua, tentando arranjar alvos”.
Reconhecendo também que a Concelhia não promove um plenário de militantes desde janeiro (devem acontecer de três em três meses), diz que nenhuma Concelhia leva a calendarização dos plenários à risca e que isso é coisa que não o preocupa: “Quem define a agenda política local é a Comissão Política Concelhia do PSD”. Por isso, defende haver “um grupo de pessoas que quer perturbar a Concelhia, movidos por interesses individuais e que, esquecendo-se da lógica de grupo, estão à margem das orientações da Comissão Política do PSD”.
Admitindo existir matéria para avançar com um processo disciplinar contra o vereador Jorge São José (por ter revelado o conteúdo de uma carta com informações relacionadas com a forma de trabalhar, de preparar reuniões, de discutir e escolher assuntos), Henrique Fidalgo diz que esse não será o caminho a seguir: “o vereador continuará a ser vereador do PSD, embora lhe tenha sido retirada a confiança política”.
Catarina Cerca

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Anadia: Concelhia do PSD retira confiança política a vereador


 

A Comissão Política do PSD Anadia retirou a confiança política ao seu vereador Jorge São José, eleito nas últimas autárquicas. Em carta enviada ao vereador, a Concelhia, liderada por Henrique Fidalgo, tece uma série de considerações e acusações para justificar esta tomada de posição.
Na última reunião pública de executivo, o vereador social-democrata deu a conhecer o conteúdo da missiva recebida na véspera, deixando a indicação de que tornava o conteúdo da carta público “porque foi enviada ao vereador” e que, “por uma questão de coerência, seriedade, transparência e solidariedade” com o executivo, se sentia na obrigação de a dar a conhecer a toda a vereação.
Jorge São José [membro da Comissão Política Permanente da Distrital do PSD] revelou que a retirada de confiança política reuniu a unanimidade da Comissão Política (13 votos). Por isso, mostrou-se “surpreso e triste”, até porque diz que, no seio da Comissão Política Concelhia do PSD, “existem pessoas por quem tenho muita estima e consideração”.
Certo é que irá permanecer no executivo, como vereador do PSD: “fui eleito e cumprirei o meu mandato até ao fim”, “votando sempre de acordo com a minha consciência e sempre tendo em conta o que são os superiores interesses do município”, disse a JB, ainda que tenha rejeitado tecer qualquer comentário ou alimentar polémicas.
Da leitura da carta, percebe-se que o vereador é acusado, por Henrique Fidalgo, de ter, em diversas reuniões, mostrado que não comunga dos ideais do partido, assim como não terá acatado as indicações da Comissão Política Concelhia, seja relativamente à indicação de voto, seja, por exemplo, na defesa das suas posições para o concelho.
Perante a atenção dos restantes vereadores, Jorge São José avançou ser também acusado de votar de forma contrária às indicações transmitidas e previamente definidas e que, “apesar de contactado via mail, nunca teve a amabilidade de acusar a receção dos mesmos, nem disponibilidade para dar qualquer contributo, sugestão ou comentário, nunca assumindo qualquer intenção de voto que pudesse antecipadamente informar”, assim como as poucas vezes que o fez, “fê-lo minutos antes da reunião de câmara, defendendo meramente as suas posições políticas pessoais.”
Henrique Fidalgo, que sucedeu a José Manuel Ribeiro (atual vereador do PSD, na Câmara Municipal de Anadia) na liderança da Concelhia, diz na carta que todas as reuniões de Câmara são preparadas e acompanhadas por si e que “é usual pedir os contributos, sugestões e comentários para a discussão das matérias”.
Sem querer entrar em polémicas, o vereador diz aguardar com serenidade a marcação de um plenário que acredita poderá realizar-se em breve, onde falará então abertamente sobre o conteúdo desta carta, refutando, ponto por ponto.
Após a leitura da missiva, apenas a edil anadiense Teresa Cardoso comentou o facto, dizendo que Jorge São José continuará a ser incluído e considerado por parte do executivo que lidera, como até aqui.
Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Ensino Anadia: “Falta de planeamento” preocupa vereadores do PSD


Como está a decorrer o processo de integração dos alunos das EB de Vilarinho do Bairro e de Samel na EB 2/3 de Vilarinho do Bairro e quando abrem os dois novos Centros Escolares foram apenas duas das várias questões colocadas pelos vereadores do PSD, José Manuel Ribeiro e Lígia Seabra, durante a última reunião pública do executivo anadiense, realizada a 24 de setembro.
Os vereadores argumentam que, neste período de férias, foi criada alguma expectativa relativamente às escolas que estariam votadas ao encerramento na freguesia de Sangalhos, como são os casos das EB da Fogueira, do Cruzeiro e da Pista e que, com a manutenção daquelas escolas abertas, surgiu uma grande insatisfação junto dos pais porque tinham expectativas criadas relativamente às turmas que transitaram para os novos Centros Escolares, estando agora ansiosos por saber quando o Centro abre.
Por outro lado, a passagem dos alunos das escolas que encerraram na freguesia de Vilarinho do Bairro para a escola de acolhimento (EB 2/3) local levou os vereadores do PSD a questionarem a edil Teresa Cardoso, sobre essa mesma integração.

Explicações. Na ocasião, a presidente de Câmara admitiu que a maioria dos alunos das escolas encerradas na freguesia de Vilarinho do Bairro foi para a EB2/3 local, mas que é um facto que alguns alunos saíram para fora do concelho e que o concelho perdeu alunos com estes encerramentos, sobretudo alunos da Escola de Samel.
Leia mais na versão digital do seu JB.

Catarina Cerca

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Amílcar Pereira é o novo presidente da Concelhia do PSD


Amílcar Simões Pereira é o novo presidente da Comissão Política do PSD de Oliveira do Bairro, para o biénio 2014/2016. Amílcar Pereira foi eleito, na sexta-feira, com 98 votos a favor e dez em branco, de um total de 108 votantes, para um universo de 160 militantes em condições de votar.
A concelhia de Oliveira do Bairro fica assim constituída: presidente, Amílcar Simões Pereira; vice-presidentes, António Augusto Marques Mota e João Paulo Castelo Assunção Sol; secretário, Alberto José Rodrigues Martins e tesoureiro, Luís Carlos da Silva Tribuna. Vogais, Luís Miguel Barros Ruivo, Marcos Daniel da Silva Martins, Susana Marisa Martins Nunes, Sérgio Emanuel Martins Lopes, Paulo Jorge Figueiredo Martins, Luís Alberto Oliveira Neves, Lúcia Susana Vieira Pato, Marco André dos Santos Ferreira e Manuel Jorge Henriques Pereira.
A Mesa da Assembleia vai ser liderada por Arsélio Manuel Domingues Canas, seguindo-se como vice-presidente, Jorge Humberto Martins Carvalho; secretário, Vítor Areias Mota e suplente, Maria Ondina Monteiro.

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AM Anadia: PSD questiona presidente sobre abastecimento de água às aldeias serranas, pista de BMX e Domus Café


Embora a reorganização do mapa judiciário e o encerramento de escolas do primeiro ciclo tenham sido os temas mais “quentes” da assembleia municipal, realizada na tarde da última segunda-feira, a bancada do PSD levantou algumas questões que, pela sua atualidade e importância, não passaram despercebidas.
José Manuel Carvalho, líder da bancada “laranja”, trouxe um assunto bem caro às gentes serranas do concelho de Anadia: o abastecimento de água que, nesta época do ano, é sempre motivo de notícia, pelas piores razões, nalguns lugares da freguesia de Avelãs de Cima.
O deputado lamentou que, relativamente ao abastecimento de água, “um bem essencial à vida e do qual algumas populações estão impedidas”, subsistam localidades com ausência de água canalizada, referindo que, enquanto presidente da Assembleia de Freguesia de Avelãs de Cima, teve acesso a uma petição popular, da aldeia do Corgo de Baixo, a solicitar uma solução para a falta de água. Esta aldeia, destruída pelo incêndio de 2005, foi reconstruída e ali residem presentemente 18 pessoas. O PSD defende que, para aquele lugar, seja encontrada uma solução técnica similar à de Ferreirinhos, ou seja, que através da construção de um depósito se abasteçam os domicílios.
Já no caso de Ferreirinhos, o deputado alertou para a necessidade de fazer a ligação num depósito já construído pela Câmara Municipal, em terreno cedido por populares para a sua construção, na medida em que a água disponível não tem sido suficiente para abastecer toda a povoação. Paralelamente, veio a lume também o caso da Mata e Figueira, aldeias abastecidas por um depósito, mas que recentemente, voltou a obrigar a um vaivém de camiões carregados de água, porque em algumas alturas do dia as povoações ficavam sem água.

Autarca explica e avança soluções. A presidente de Câmara, Teresa Cardoso, mostrou-se surpresa com a existência de uma petição que desconhecia: “curiosamente não tenho qualquer ofício e a JF nunca se manifestou sobre essa necessidade”, deixando ainda a nota que, após a reconstrução da aldeia do Corgo menos pessoas ficaram a residir no lugar, estando a Câmara Municipal “a avaliar os custos para a construção de um depósito no local”.
Já em relação a Ferreirinhos, a presidente avançou que, durante a próxima semana, o sistema de bombagem será instalado e que o transporte de água só aconteceu devido à existência de um grande desvio de água da rede, que considerou ser mesmo “um caso de polícia”, já detetado pelos serviços e que impossibilitava que a água chegasse ao depósito e abastecesse aquelas povoações. Uma situação já normalizada.
Quanto à interrupção da construção da Pista de BMX, junto ao Velódromo de Sangalhos, questão levantada por Artur Salvador (PSD), a edil explicou já estar definida a dimensão da pista – que será olímpica – assim como está a ser articulado o orçamento, com a calendarização para iniciar a obra.
Graciete Crasto, também do PSD, questionou Teresa Cardoso sobre o processo do Domus Café, localizado na Praça da Juventude, cujo direito de exploração foi adjudicado em concurso público à VITI – Escola Profissional de Anadia.
Um processo que abortou já que a VITI não conseguiu alterar os seus estatutos. Perante o impasse, a câmara revogou a decisão, sendo certo que se prepara para abrir um novo concurso público. A edil veio agora explicar que a revogação era inevitável, embora a Câmara a tenha protelado porque acreditava que tudo se resolveria. Ao abrir um novo concurso, este terá ligeiras alterações ao caderno de encargos: o prazo de concessão será por cinco anos e não dois, com possibilidade de renovação de três anos.

Catarina Cerca

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Anadia: PSD abstêm-se na Moção contra a privatização da ERSUC


Foi aprovada, com a abstenção da bancada do PSD, a moção apresentada pela Câmara Municipal de Anadia contra o processo de alienação do capital social da Empresa Geral do Fomento, S.A. (EGF), que é detentora de 51% do capital social das várias empresas multimunicipais gestoras dos resíduos sólidos urbanos de Portugal, onde se inclui a ERSUC.
A moção foi apresentada pela edil anadiense, que enfatizou “o desrespeito que este governo tem pelo Poder Local ao decidir, desta forma, privatizar um setor de primordial importância para as populações e para o meio ambiente”.
“Temos capital social nesta empresa que tem bom funcionamento e saldo positivo, registando-se até a divisão de dividendos em 2013”, disse dando conta de que a privatização “nega ainda aos municípios a aquisição de ações”, para além de ser do conhecimento público o resultado da privatização das Águas de Portugal.
A integração do município no sistema multimunicipal de tratamento e valorização de resíduos sólidos urbanos do Litoral Centro, “realizou-se através da sua entrada no capital da ERSUC, empresa de capitais estritamente públicos, no pressuposto da defesa do interesse público, do meio ambiente e da saúde pública”. Assim sendo, “com esta privatização, são os princípios fundadores do sistema colocados de parte pelo acionista Estado, o que configura uma clara violação da confiança e boa-fé contratual”, lê-se no documento apresentado aos deputados que refere ainda: “como se não bastasse, os municípios acionistas ficam vedados da possibilidade de compra da posição do Estado na ERSUC, o que poderia permitir a manutenção desta na esfera pública, sendo-lhes apenas permitida a compra da posição de outros municípios”.
A Câmara de Anadia considera que este decreto-lei, bem como os diplomas aprovados pela Assembleia da República sobre os estatutos da ERSAR e o regime jurídico dos Serviços Municipais de Abastecimento Público de Água, de Saneamento de Águas Residuais Urbanas e de Gestão de Resíduos Urbanos, são lesivos dos interesses da Autarquia e da sua autonomia constitucionalmente consagrada, dos interesses das populações e do serviço público.
Na ocasião, José Carvalho, do PSD, diria que “este executivo tem de traçar objetivos, definir quais são as suas linhas e fazê-las prevalecer junto de quem de direito”, considerando existirem algumas “dúvidas” na sua bancada.
Também Sidónio Simões, do CDS/PP, se mostrou igualmente preocupado com esta alteração que poderá traduzir-se em aumentos de taxas para o consumidor: “todos sabemos o que acontece quando os sistemas passam para o privado – aumentam”. Daí, o seu voto favorável à moção: “o município deixará de ter poderes para baixar ou subir taxas”, “não sendo esta a solução adequada”.
José Carvalho, do PSD, diria ainda que o município tem liberdade para fazer ou não parte das coisas.
Em declaração de voto, o MIAP, pela voz de Luís Santos, disse ser entendimento da sua bancada que “devem ser as câmaras, pela proximidade, a decidir sobre este tipo de questões e não uma entidade central. Este processo volta a colocar a questão de que algo que dê lucro passa para o privado para dar mais lucro”.

Catarina Cerca

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Oposição preocupada com antenas, casas devolutas e Conselho Municipal da Juventude


José Manuel Ribeiro, vereador do PSD (oposição) na Câmara Municipal de Anadia, disse, na última reunião de Câmara, realizada na penúltima quarta-feira, estar preocupado com o número de casas devolutas existentes no concelho e com a criação do Conselho Municipal da Juventude. Referiu ainda que não gostava de ver repetido o problema que ocorreu em Samel, no ano passado, com a implantação de uma antena para telemóveis.
“Temos assistido, nos últimos meses, à instalação de alguns Conselhos Municipais de Juventude no distrito de Aveiro. Em Anadia foi uma promessa eleitoral e não se começa a entender o atraso nesta matéria, pois parece-me importante a criação deste Conselho”, afirmou José Manuel Ribeiro, reforçando que “é importante ouvir a voz da juventude, como devemos aproveitar a massa crítica dos jovens”.
Deu ainda a conhecer que existem muitos prédios devolutos no concelho. “há muitas pessoas que saem do concelho e deixam as casas abandonadas. Acho que a Câmara devia começar a referenciar estes prédios devolutos. Aliás, creio que alguns dos prédios podem oferecer alguma preocupação em relação à segurança pública”.
Por último, o vereador defendeu que seria importante regulamentar a instalação de antenas de telemóveis para que não acontecessem problemas semelhantes aos ocorridos, no ano passado, em Samel.
A presidente da Câmara Municipal de Anadia, Teresa Cardoso, afirmou que “o Conselho Municipal de Juventude faz parte do nosso plano de ação”, recordando a José Manuel Ribeiro, que “temos um mandato para quatro anos, e a situação está a ser equacionada. E estamos a trabalhar nesse sentido, de uma forma muito ponderada”.
A edil anadiense referiu ainda que o executivo está atento ao problema das casas abandonadas, que existem por diversas razões.
Afirmou ainda que “a Câmara já teve que intervir junto de alguns proprietários para solucionar problemas relacionados com casas abandonadas”.
Sobre as antenas, Teresa Cardoso explicou que a “sua implantação será alvo de um regulamento”, acrescentando que “no ano passado a situação foi mais mediática, devido ao período de eleições”.

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PSD Anadia: Tomada de posse


A cerimónia de tomada de posse dos órgãos eleitos do PSD e JSD de Anadia terá lugar dia 11 de abril, pelas 21h, no Curia Palace Hotel. O evento vai contar com as presenças do Secretário-Geral do PSD, José Matos Rosa e do Presidente da Distrital do PSD/Aveiro, Ulisses Pereira. Recorde-se que Henrique Fidalgo foi eleito presidente da Comissão Política e Fábio Almeida, presidente da JSD/Anadia.

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