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Livros: “Sangalhos de Ontem e de Hoje, a monografia que faltava


“Esta obra vem dar um excelente contributo para a construção de um futuro risonho para a freguesia e para as suas gentes. Benício Miguéis ama a sua terra e acaba de dar uma eloquente prova desse amor. Merece a nossa gratidão.” Foi desta forma que o investigador e historiador sangalhense, Luís Seabra Lopes (a quem coube a apresentação da obra) se referiu à monografia “Sangalhos de Ontem e de Hoje” e ao seu autor, o igualmente sangallhense Benício Miguéis.
A apresentação e lançamento desta monografia teve lugar no sábado, dia 12, no auditório da Junta de Freguesia de Sangalhos que se encheu de amigos e conterrâneos do autor.
Na ocasião, Luís Seabra Lopes falou das origens bastante remotas da vida de Sangalhos (séculos IX). Os presentes ficaram a saber que a referência mais antiga a Sangalios é do ano de 957 e que Sangalhos é uma vila cuja “história tem vindo a ser objeto de vários estudos e monografias desde o início do século XX”, referindo-se mais concretamente ao sangalhense Joaquim da Silveira, amante dos temas históricos e prestigiado a nível nacional sobretudo como toponimista; e de Bento Lopes, outro sangalhense, que em 1978 incluiu algumas páginas sobre Sangalhos num estudo etnográfico sobre a Bairrada e numa monografia, publicada dois anos depois, sobre o concelho de Anadia. Falou ainda dos inúmeros escritos do pároco Padre Miguel Ferreira que “publicou na sua folha dominical, entre 1984 e 1988 uma sequência de pequenos e despretensiosos estudos” sobre a história da freguesia, recorrendo sobretudo aos registos paroquiais, mas também a Luís Malheiro que, em 1997, publicou os resultados de pesquisas arqueológicas por si realizadas em Sangalhos.
O próprio Luís Seabra Lopes tem sido um estudioso sobre a freguesia, responsável por várias investigações e estudos. Nas últimas décadas as suas investigações sobre a freguesia deram origem à publicação: “A longa história de Sangalhos: uma síntese documentada”, publicada em 2011.
Sobre o autor Benício Miguéis diria ter-se debruçado sobre a história mais recente, do século XX. “Tem vindo a acumular ao longo dos anos jornais publicados em Sangalhos e recortes de jornais relativos a Sangalhos, entre outro material”.
Um livro com 510 páginas e mais de 300 fotografias que obrigou à consulta de diversas fontes. “Estamos perante o trabalho de um memorialista”, disse, avançando que nesta obra Benício Miguéis “teceu a sua narrativa partindo da sua própria vivência e das suas próprias memórias. Complementou depois essas memórias com recurso a notícias contemporâneas encontradas principalmente nos jornais e recortes que foi colecionando metodicamente ao longo de décadas”.
São 25 capítulos onde o autor fala de tudo um pouco: um resumo sobre o meio físico e as origens de Sangalhos; os órgãos autárquicos e os seus protagonistas; a Igreja Matriz, as capelas e os padres; atividades económicas; vias de comunicação, infraestruturas públicas, ensino primário e secundário, instituições de saúde e assistência social, etnografia, vida cultural e artística; desporto e associativismo; pessoas notáveis; casas e quintas com interesse. Pelo meio aparecem incontornáveis detalhes, curiosidades e pequenas estórias.
Um livro com o qual se aprende que “a primeira metade do século XX foi, tudo o indica, um ponto alto na história da freguesia, fruto talvez da construção do caminho-de-ferro, da criação da cadeira de ensino primário na freguesia, desenvolvimento do comércio e da indústria, dos setores das duas rodas e dos vinhos, do desenvolvimento social, cultural e desportivo (Teatro Paraíso, Éden Teatro, Santa Casa de Misericórdia de Sangalhos, Colégio Nacional, Sangalhos DC”.
Na ocasião António Floro, presidente da Junta de Freguesia local, destacou a importância da obra que “nasce de um sonho” e foi “concretizado pelo engenho e arte do nosso muito estimado Benício Miguéis”, autor de “um livro que é um suporte importantíssimo de conhecimento que se partilha e se dá ao mundo para os nossos filhos e os filhos deles.”
Um dia “que fica para a história da nossa freguesia”, referiu o autarca.
Parco em palavras, o autor agradeceu à Junta de Freguesia, na pessoa de António Floro e a Luís Seabra Lopes, assim como a Armor Pires Motas (amigo de longa data, que ajudou a corrigir o livro).
Catarina Cerca

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Sangalhos: Monografia “Sangalhos de ontem e de hoje”, apresentada sábado, no auditório da JF


No próximo sábado, dia 12, vai ser apresentada a monografia, “Sangalhos de ontem e hoje”, da autoria de Benício Miguéis, cerimónia que terá lugar no auditório da Junta de Freguesia de Sangalhos, com início às 15h30. Será apresentador o historiador, investigador e docente universitário Engº. Seabra Lopes.
Benício Miguéis cumpre assim um desejo: “como sangalhense gostava que ficasse para os vindouros tudo o que tivesse possibilidade de registar sobre esta minha amada terra”, como realça na abertura do livro, que não é um livro qualquer, é enorme no formato, A4, na densidade dos temas abordados, na quantidade de páginas, exactamente 510, no número de fotografias, mais de 300.
É um registo que abarca grande diversidade de assuntos e mostra bem quanto trabalho exaustivo, quanto denodado esforço e quanta salutar coragem o autor teve para recolher em livro muita história da grande freguesia de Sangalhos, fazer memória de usos e costumes, de figuras, iniciativas, comércio e indústria.
Se Benício Miguéis de Sangalhos antigo se limita a transcrever o que algumas pessoas foram buscar a fontes a que ele não teve acesso, já o mesmo não acontece com Sangalhos no séc. XX. Para chegar onde chegou e concluir este levantamento importante para a memória futura, o autor andou muitos anos pesquisando em jornais e revistas e fazendo recorte de tudo o que falasse da freguesia.
Com paixão, com coragem, mas houve também desalentos e suportou alguns sorrisos desencorajadores. Muita coragem mesmo, pois abalançou-se a publicar esta obra sem quaisquer ajudas oficiais. Para bem da comunidade.
São 24 os capítulos: Território e Povoamento, Agricultura, Comunicações e Transportes, Luz do progresso, Sangalhos e a política, Usos e Costumes, Indústria Comércio, Etnografia, Vida cultural e artística, Publicações diversas, Ensino, Santa Casa da Misericórdia, Associativismo, Sangalhos Desporto Clube, Recordando, Profissões extintas ou em vias de extinção, à volta da igreja, Igreja de S. Vicente e capelas dos lugares, Quintas, Casas antigas, Figuras em destaque, Assuntos polémicos, Curiosidades e “Estórias” de Sangalhos do século XX – enfim, um manancial de informação para quem quer saber alguma coisa da vila de Sangalhos, um roteiro notável sob muitos aspectos.
Assim saiba entender a população este esforço, a riqueza deste trabalho que era necessário ser feito e que deve ser reconhecido pela população, marcando presença massiva neste evento no próximo sábado.
Armor Pires Mota

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Centro Escolar Sangalhos: Oitenta chapéus “de gritos” exibem criatividade de alunos


No âmbito da celebração do “Dia das Bruxas”, o Centro Escolar de Sangalhos, do Agrupamento de Escolas de Anadia, organizou o I Concurso/Exposição de Chapéus de Bruxa(o).
A exposição esteve patente ao público de 28 a 30 de outubro, reuniu cerca de 80 chapéus elaborados pelos alunos do pré-escolar e 1.º ciclo, em conjunto com as suas famílias.
Os trabalhos expostos foram feitos em materiais reciclados, alusivos com o “Dia das Bruxas” e expostos junto à Biblioteca Escolar.
A atribuição dos prémios teve em consideração a criatividade, originalidade, a diversidade dos materiais utilizados e respeito pelo tema. A votação decorreu durante os três dias do evento, através de um boletim do voto preparado para o efeito e utilizado pelo visitante.
Esta atividade pretendeu introduzir do vocabulário alusivo ao tema, convidando os alunos a fazerem um exercício de “brainstorming” no qual aprenderam o vocabulário sobre o mesmo.
Salientamos ainda a socialização e promoção do convívio respeitando as normas estabelecidas e as regras de segurança. Finalmente, dar a conhecer a origem do “Dia das Bruxas” e explorar a criatividade e a promoção do domínio das línguas inglesa e portuguesa. Agradecemos a cooperação de todas as turmas e o envolvimento e participação de toda a comunidade escolar.
Alunos da turma E do C.E. Sangalhos

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Feliciano Neves alvo de homenagem


Feliciano Godinho Neves é, aos 88 anos, uma das figura incontornável de Sangalhos. Por isso, será, no próximo dia 24 de outubro, sábado, homenageado pelos seus amigos sangalhenses, num evento que terá como ponto alto a atribuição do seu nome a uma das ruas envolventes ao Pavilhão do Sangalhos Desporto Clube, seguindo-se um almoço na Quinta de Santo António, na Fogueira.
José Aleixo, da Comissão Organizadora (que integra ainda Manuel Barbosa, Rui Gradeço, Carlos Santiago e Augusto Jorge) avançou que, depois de se pensar na homenagem, “não mais se parou”, no sentido de estabelecer um programa condigno deste emblemático sangalhense: “Queríamos fazer algo com um grande sentido de respeito e gratidão, com pés e cabeça”. Daí que a homenagem integre já um vasto número de pessoas, que na comissão organizadora, bem como na comissão de honra começam a dar corpo à iniciativa.
“O Feliciano é uma pessoa transversal, no tempo, a todos nós. Ele passou por toda esta gente”, avança José Aleixo, sublinhando a justeza e mérito deste reconhecimento a um filho da terra que fez imenso por ela, ao longo de uma vida, muitas vezes em prejuízo da família.
José Aleixo foi jogador do Sangalhos DC e recorda o quanto é gratificante prestar esta homenagem a alguém que foi “para muitos de nós um irmão mais velho e que o continua a ser.” A título de curiosidade, recorda como no passado, o seu carro era uma espécie de secretariado do clube, onde se faziam muitas inscrições de atletas e a mala da viatura uma verdadeira sapataria, com vários modelos e números de sapatilhas que comprava, muitas das vezes a expensas próprias para calçar atletas provenientes de famílias mais carenciadas.
“Abria a mala do carro e lá estavam sapatilhas da Sanjo e depois mais tarde da All Star que muitas vezes mandava vir dos EUA através de amigos e muitos contactos que ia estabelecendo a nível profissional”.
Visto como uma pessoa extremamente simples, do povo, muito afável e sempre disponível, Feliciano Neves nasceu em Sá, a 25 de dezembro de 1927. Com 11 anos assistia aos primeiros jogos de basquetebol que se realizavam aos domingos à tarde, num campo de terra batida, situado na Cova da Areia. E foi o gosto por esta modalidade que o ligaram ao Sangalhos DC. Com 15 anos iniciou os treinos no clube e nessa época treinava e jogava, tendo sido várias vezes chamado a representar as seleções do distrito de Aveiro em competições nacionais.
Como dirigente, destaca-se a sua ligação ao clube desde 1958 até maio de 2015, desempenhando cargos de vogal, presidente da direção, vice-presidente da direção, comissões administrativas e presidente da mesa da assembleia geral.

Distinções e prémios
Sócio honorário do Sangalhos Desporto Clube.
Prémio Prestígio/Consagração (Federação Portuguesa de Basquetebol).
Medalha Bons Serviços Desportivos (Secretaria de Estado da Juventude e Desportos).
Distinção pela dedicação ao Basquetebol (Associação de Basquetebol de Aveiro).
Homenagem como dirigente do Sangalhos Desporto Clube.

Programa do dia 24
10h – Receção a entidades, convidados e amigos, junto ao Pavilhão do Sangalhos Desporto Clube
11h30 – Descerramento de uma placa – Rua Feliciano Godinho Neves, envolvente ao Pavilhão do Sangalhos DC
13h – almoço comemorativo no Restaurante Mugasa, na Fogueira,(inscrições nas listas em locais públicos da freguesia ou junto de Rui Gradeço – 938076324 ou de Manuel Barbosa – 962838869).

Comissão de Honra
Teresa Cardoso, presidente da Câmara Municipal de Anadia, presidente da Junta de Freguesia de Sangalhos, presidente do SDC, Juíz Conselheiro, Mário Mendes, Luís Oliveira, Amândio Neves Albuquerque, Emanuel Maia, António Vela, Sidónio Sousa, Fernando Gradeço, Manuel Calvo.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Doberman morde sexagenária


Um cão, de raça doberman, sem que nada o fizesse prever, mordeu, na manhã do último sábado, uma sexagenária, no lugar de Sá – Sangalhos. A vítima, Maria Graça Almeida, de 65 anos, seguia a pé num caminho em terra batida, paralelo à variante à EN 235, juntamente com o companheiro, quando foi surpreendida por um cão de grande porte que veio ao seu encontro e a atacou.
“Foi horrível. Estávamos a mais de 50 metros da casa e vemos o cão vir a correr na nossa direção, atacando-me. Depois de me morder duas vezes na zona lombar, mordeu-me o braço e sacudiu-me de tal forma que resvalei para a valeta. Aí tombada, ele apanhou-me o peito. As dores eram lancinantes e eu só gritava”, recorda ainda com o pavor estampado no rosto. “Se não fosse o meu companheiro a agarrar-se ao cão, a tentar detê-lo, eu estava morta”, diz, sublinhando que o cão deve ser abatido. “Iremos até às últimas consequências. O cão tem de ser abatido. Imagine se era uma criança ou se um de nós ia sozinho”, avança.
Residente em Mogofores, que intercala com o Luxemburgo onde esteve emigrada, Maria da Graça é uma mulher de fé e por isso acredita que foi Nossa Senhora Auxiliadora que a salvou. Zeladora do Santuário de Mogofores, foi ainda muito abalada com o ataque que diz: “Nossa Senhora ajudou-me. Ele vinha desvairado, na nossa direção, com um aspeto enraivecido.Pensei que morria ali”.
Maria Graça foi transportada para o Hospital de Aveiro, onde recebeu tratamento hospital. Contam-se seis pensos e sete pontos em locais distintos (zona lombar, braço e peito). Nunca pensou que uma caminhada habitual com o companheiro se transformasse num enorme pesadelo.

Cão terá fugido. Segundo apuramos, o animal terá fugido do interior de uma habitação isolada, não obedecendo ao repetido chamamento da dona.
Dulce Alves, dona do cão, diz estar chocada com o que aconteceu e que por isso a sua saúde está também abalada. Avança que o cão nunca foi agressivo, nem nunca atacou ninguém. “Já fui ver a senhora que foi mordida e fiquei muito transtornada. Só sei que abri o portão e ele fugiu. Umas vezes obedece, outras não”, referiu a JB.
Carlos Gonçalves, veterinário municipal de Anadia, confirmou que o animal se encontra em sequestro domiciliário, ou seja, em casa da dona e que nada previa acontecer uma situação destas.
“Conheço o animal que vacino há dois anos e nunca tive qualquer problema com ele”, diz, sublinhando que o animal nunca demonstrou ter temperamento agressivo. “Talvez estivesse a defender o seu território habitual”, diz o veterinário. Por isso, defende que o animal permaneça em casa da proprietária, que deve criar condições de alojamento para que ele não tenha mais acesso à rua.
O veterinário acrescenta que no seguimento deste caso, o animal fica registado como cão perigoso.
JB sabe que o cão tinha o boletim de vacinas atualizado com a vacina da raiva e microchip.
A GNR de Sangalhos tomou conta da ocorrência.
Catarina Cerca

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Sangalhos: Muitas novidades na 3.ª edição do Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada


Nos próximos dias 11, 12 e 13 de setembro, o “encontro” volta a ter lugar no Velódromo Nacional – Centro de Alto Rendimento de Sangalhos, numa organização conjunta da Turismo do Centro de Portugal, da Comissão Vitivinícola da Bairrada e do Município de Anadia, com produção da Revista de Vinhos e apoio da Rota da Bairrada, Instituto da Vinha e do Vinho, ViniPortugal, entre outras entidades.
No ano em que se celebram 125 anos desde o lançamento do primeiro espumante da região, esta edição do Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada promete surpreender pelas novidades. A começar pelo projeto ‘Baga Bairrada’, que a Comissão Vitivinícola da Bairrada apresentou no passado dia 28 de julho, na Sala Ogival da ViniPortugal, em Lisboa e que vai ter um espaço de divulgação próprio, não obstante o facto de os espumantes estarem à prova nos stands de cada produtor.

Concurso dedicado aos espumantes. Este ano, e para reforçar a celebração, realiza-se pela primeira vez em Portugal um concurso inteiramente dedicado aos espumantes. O ‘Concurso de Espumantes Bairrada 2015’ tem lugar na sexta-feira de manhã, dia 11, e abre as hostes do ‘Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada 2015’, cuja inauguração oficial acontece nesse mesmo dia às 17h. A destacar como novidade desta 3.ª edição, também dedicado aos vinhos mas no contexto gastronómico, o ‘Concurso Carta de Vinhos Bairrada 2015’, cuja entrega de prémios acontece no último dia do certame.

Provas comentadas. A destacar estão as concorridas provas comentadas por críticos da Revista de Vinhos que o evento promove. Este ano são três e versam os ‘Espumantes Bairrada: identidade de uma região‘, por João Paulo Martins; ‘Bairrada década de 2000: a prova do tempo’, por Luís Lopes; e ‘Tintos de Baga, tintos com caráter’, por João Afonso.
No que toca à gastronomia, os jantares temáticos de “Sabores da Terra” e “Sabores do Mar” são já habitués. Tendo como palco o restaurante do Velódromo, são servidos pela Casa Vidal e Canastra do Fidalgo, respetivamente, e a harmonização com vinhos e espumantes Bairrada orientada por um crítico da Revista de Vinhos.
Feira mostra o melhor da região da Bairrada. O ‘Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada teve a sua primeira edição em 2013. A iniciativa surgiu de uma vontade conjunta de promover o que de melhor a região tem, capitalizando para (re)afirmar a identidade Bairrada através da promoção dos seus produtos mais emblemáticos, como sejam os vinhos e espumantes Bairrada – com certificação de Denominação de Origem –, mas também a sua gastronomia ímpar, com destaque para o leitão da Bairrada, o pão da Mealhada e a sua riquíssima doçaria regional: Ovos Moles de Aveiro, Amores da Curia, queijadas de Águeda, Folar de Vale de Ílhavo, entre outras iguarias.
Um evento capaz de atrair milhares de visitantes e que pretende valorizar a imagem da região numa oferta turística integrada onde as valências de enoturismo, do turismo termal, hotelaria e restauração constituem um fator dinamizador.
A entrada no Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada 2015 é gratuita, muito embora seja necessário adquirir o copo do evento – por três euros – para degustar os vinhos e espumantes em prova livre.
Todas as atividades decorrem no Velódromo, à exceção da prova de sábado, que tem lugar no Museu do Vinho de Anadia. As provas comentadas custam entre 10 e 20 euros e os jantares 35 euros.
Os horários variam consoante os dias: das 17h às 22h, na sexta-feira; das 15h às 22h, no sábado; e entre as 15h e as 20h, no domingo.

PROGRAMA
Sexta-feira, dia 11
9h30 – Concurso de Espumantes Bairrada 2015 (apenas para jurados)
17h – Inauguração do Encontro com o Vinho e Sabores Bairrada 2015 – Abertura da Feira
18h – Prova Comentada ‘Espumantes Bairrada: identidade de uma região’, por João Paulo Martins (10 euros)
19h30 -Entrega de Prémios do Concurso de Espumantes Bairrada 2015
20h – Jantar Temático ‘Sabores da Terra’, pelo restaurante Casa Vidal (35 euros)
22h – Encerramento da Feira

Sábado, dia 12
15h – Abertura da Feira
18h – Prova Comentada ‘Bairrada década de 2000: a prova do tempo’, por Luís Lopes, no Museu do Vinho Bairrada (20 euros)
20h – Jantar Temático ‘Sabores do Mar’, pelo restaurante Canastra do Fidalgo (35 euros)
22h – Encerramento da Feira

Domingo, dia 13
15h – Abertura da Feira
15h30 – Prova Comentada ‘Tintos de Baga, tintos com caráter’, por João Afonso (10 euros)
17h – Entrega de Prémios do Concurso Carta de Vinhos Bairrada 2015
20h – Encerramento do certame

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Duplo homicídio em Sangalhos (atualização)


Um casal com idades entre os 40 e os 45 anos foi encontrado sem vida, esta manhã, na casa onde vivia, na Rua do Comércio, em Sangalhos. O alerta para os Bombeiros de Anadia foi dado cerca das 7h45. As vítimas terão sido esfaqueadas, pois foi visto um homem com uma faca na mão a sair do local àquela hora.
A vítima do sexo masculino chamava-se Carlos Miguel Cardoso, era conhecido como “Cocas” e tinha 43 anos. Morava há algum tempo com a vítima do sexo feminino, que trabalhava na Vidrologic, em Amoreira da Gândara.
Carlos Cardoso, funcionário da Epedal, era divorciado e não tinha filhos e morava com a nova companheira há vários meses.
Não há ainda certezas sobre o que terá estado na origem do crime, mas há indícios de motivos passionais. Populares diziam esta manhã, no local, que a companheira, de seu nome Aidê, estaria grávida.

 

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Sangalhos recebe Festa das Clássicas, dia 28


Promete ser um verdadeiro regresso ao passado. No próximo dia 28 de junho, Sangalhos será palco de uma mostra inédita da indústria das duas rodas. Uma mostra que promete fazer descobrir e reviver tempos em que Sangalhos viveu os anos de ouro da indústria das duas rodas.
Assim, no dia 28 (domingo), numa organização da “SóClássicas” realiza-se a “Festa das Clássicas de Sangalhos”, com o seguinte programa:
Concentração na Junta de Freguesia;
Passeio pela zona com paragens por antigas fábricas e armazéns emblemáticos da zona;
Visita ao Velódromo de Sangalhos, e às futuras instalações do Museu das Duas Rodas;
Almoço de leitão assado e vinho espumante da região;
Gincana à antiga com rampa, pinos e prova de equilíbrio “parado”;
Concurso de elegância com sete categorias;
Sorteio duma motorizada clássica, capacetes, seguros e outros prémios.

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Sangalhos: Viagem a França, no âmbito da geminação


Entre os dias 15 e 21 de julho, um grupo de sangalhenses (que se espera e deseja numeroso) vai estar por terras de França, no âmbito da geminação com La Chaize le Vicomte.
A JB, o autarca António Floro faz um apelo à adesão dos sangalhenses a esta deslocação, já que a geminação tem aproximado estas duas localidades que periodicamente se encontram através de deslocações de populares. “Sempre que o grupo francês se desloca a Sangalhos a comitiva integra sempre cerca de quatro dezenas de participantes, mas a portuguesa nunca ultrapassa as 15 ou 17 pessoas”. Por isso, diz que esta é uma boa oportunidade para se conhecer esta região francesa a custos bastante reduzidos, já que a estadia e alimentação vão estar por conta dos amigos franceses. “Só terão de pagar a deslocação”.
Todos os interessados devem contactar Silvana Marques (934155281), Hipólito Santos (962369179) ou Manuel Almeida (919272089).

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Sangalhos: Convívio organizado pela ADASFES envolve 800 dadores


Um enorme sucesso. Este é o balanço do convívio nacional e internacional que trouxe no último sábado, dia 6 de junho, cerca de 800 dadores de sangue a Sangalhos.
Numa organização da ADASFES (Associação de Dadores de Sangue da Freguesia de Sangalhos), em parceria com a FAS (Federação das Associações de Dadores de Sangue de Portugal), a vila de Sangalhos foi palco, durante o dia de sábado, do convívio que ficará para a história da associação, não só pela forma organizada em que decorreu, mas sobretudo pela moldura humana que trouxe uma outra vida e colorido diferente à localidade.
Cerca de 800 dadores, em representação de 25 associações de sangue do país, a que se juntou uma delegação de 11 dadores de sangue espanhóis, tiveram em Sangalhos um dia de confraternização de grande qualidade, marcado por diversas iniciativas de índole cultural (arruada, atuações da Banda de Música dos Covões, Grupo Coral Oásis, Orquestra Desigual da Bairrada e dos ranchos folclóricos de Vila Franca das Neves – Trancoso e da Casa do Povo de Vilarinho do Bairro).
Com um programa vastíssimo e com vários momentos altos ao longo do dia (visita ao Velódromo Nacional e ao Aliança Underground Museum, arruada entre o Jardim do Passal e a sede da Junta de Freguesia, onde decorreu o almoço e os vários momentos de animação), o maior destaque vai para a sessão solene de boas-vindas, que decorreu no Jardim do Passal.

Festa de todos os dadores. Armando Costa, presidente da ADASFES, lembrou que o convívio só é possível porque no país existem dadores de sangue, sendo esta a festa de todos os dadores do país. Um evento só possível de realizar a uma pequena associação como a ADASFES graças ao apoio da Câmara Municipal de Anadia e da Junta de Freguesia de Sangalhos que, desde a primeira hora, abraçaram o evento.
Aos muitos convidados presentes, traçou resumidamente o historial da ADASFES, que nasceu na década de 90, graças a um pequeno grupo de dadores, não deixando de reconhecer o esforço da delegação espanhola presente no evento.
Na ocasião, Mário Martinho, secretário da Junta de Freguesia de Sangalhos, destacou a causa nobre que juntou no local tantas centenas de dadores, “pessoas que dão um pouco da sua vida pelos outros”.
Por seu turno, o padre Manuel Melo, perante tão elevado número de participantes, convidou a uma passagem pela casa que todos acolhe, a belíssima Igreja Matriz de Sangalhos, procedendo ainda à bênção da bandeira da ADASFES. Na ocasião, homenageou os dadores de sangue falecidos, assim como deixou palavras de apreço e gratidão a cada um dos presentes: “dão uma lição de vida ao contribuir com as vossas dádivas para que outros possam viver”, fazendo votos que todos continuem a caminhar dentro do espírito altruísta com que abraçaram esta missão.
Martin Mansenido Fuentes, presidente da Federação de Donantes de Sangre de Espanha e presidente Honorário da FIODS – Federação Internacional das Organizações de Dadores de Sangue, mostrou-se muito agradado com o facto dos dadores espanhóis poderem estar a compartilhar esta jornada e agradável e significativa encontro para as estruturas associativas dos dadores de sangue.
Joaquim Silva, presidente da FAS, mostrou-se bastante sensibilizado para a forma como uma pequena associação abraçou a realização de tão grande e importante evento, retomando estes encontros. “Um desafio que eles conseguiram realizar”, deixando ainda a nota do que é intenção da direção da FAS visitar as associações de dadores do país e perceber, no terreno, as necessidades e angústias de cada uma delas.
A edil anadiense Teresa Cardoso destacou “a forma voluntária como todas as associações se dedicam a esta causa tão meritória e tão nobre”, já que “são dádivas de sangue que salvam vidas, de forma anónima, num verdadeiro sentimento de respeito e de amor ao próximo”.
Por fim, Luís Negrão, do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, centrou as suas palavras no doente e que podem ter a certeza de que “o sangue que chega aos hospitais é de qualidade, seguro e eficaz”.
Foram ainda entregues duas gotas de cristal, uma a Augusto Mateus Silva, de Grândola e outra a Carlos Ribeiro, de Tomar, por terem completado mais de 100 dádivas.
Catarina Cerca

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