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A fadista Raquel Tavares foi a proposta da Câmara Municipal para as Sextas Culturais de Águeda do mês de dezembro. O concerto realizou-se na sexta-feira, dia 9, e foi um momento de interação entre a artista e o público, que ficou encantado com a sua prestação.

Depois de Teresa Salgueiro e Rui Massena subirem ao placo nesta temporada das Sextas Culturais, foi a vez da fadista Raquel Tavares, que deixou o público de Águeda rendido à sua voz e às músicas do álbum que lançou este ano. A fadista foi surpreendida pelo coro gerado na plateia que conhecia grande parte dos seus temas, referindo a esse propósito “É tão bom quando somos assim acarinhados”.

Um dos grandes momentos da noite aconteceu quando Raquel Tavares sem amplificação e apenas acompanhada pelas guitarras e violas, proporcionou um momento intimista em que foi possível mostrar toda a sua capacidade vocal. Também a interpretação do tema “Meu amor de longe”, claramente o tema mais conhecido do seu álbum, foi um momento alto desta noite, que fez Raquel Tavares ouvir uma criança de sete anos cantar a solo. No final, a fadista quis conhecer pessoalmente a criança, que se confessou sua fã. “Não é normal nos dias de hoje, com esta idade, alguém ouvir as nossas músicas e, por isso, estou muito feliz”, afirmou, mostrando-se surpreendida por ter conseguido levar ao Cine-teatro S. Pedro quatro centenas de pessoas só para a ouvir cantar.

No mês de janeiro, no dia 13, será apresentada a peça GOD, de Joaquim Monchique, que passou recentemente por Oliveira do Bairro.