Está ativa, desde meados do mês de junho, a vigilância móvel nas manchas florestais das freguesias mais a nascente do concelho de Anadia, uma operação que se prolongará até 30 de setembro.
Esta iniciativa visa reforçar a proteção do território, inibir comportamentos indesejados que promovam a ignição de fogos florestais e a promoção e educação ambiental de residentes e de quem visita o concelho, uma vez que o espaço florestal ali existente é de grande relevância para a economia local, biodiversidade e equilíbrio ecológico. Desta forma, adianta o Município, “tenta-se proporcionar maior tranquilidade às populações mais isoladas que residem nas suas envolventes”.
Para a implementação deste projeto foi celebrado um acordo entre o Município de Anadia, as Juntas de Freguesia de Avelãs de Cima, da Moita e de Vila Nova de Monsarros, a Associação de Apoio Florestal e Ambiental de Avelãs de Cima, a Associação de Voluntários de Ferreiros e a Associação Cultural e Recreativa de Algeriz.
A vigilância móvel decorre diariamente, entre as 8h e a meia-noite, sendo as ações desenvolvidas em estreita articulação com a Guarda Nacional Republicana (GNR), os Bombeiros Voluntários de Anadia, o Coordenador Municipal de Proteção Civil/Proteção Civil de Anadia e o Gabinete Técnico Florestal, da Câmara Municipal de Anadia. Nos dias de maior risco esta operação é assegurada 24 horas, em parceria com as entidades referidas.
De salientar ainda que a vigilância da floresta do concelho é complementada pelo posto de vigia do Moinho do Pisco, na freguesia de Avelãs de Cima, que se encontra ativo, desde o passado mês de maio, funcionando 24 horas por dia, até ao final do mês de outubro. Este equipamento integra a rede primária da Rede Nacional de Postos de Vigia.
