O lugar de Ancas voltou a afirmar-se como um importante palco de encontro entre povos, culturas e tradições, ao receber mais uma edição do Folk Ancas, que decorreu entre 3 e 12 de julho, proporcionando ao público um autêntico espetáculo de músicas, danças e costumes oriundos de diferentes pontos do mundo.
Ao longo de vários dias, o festival transformou Ancas num espaço privilegiado de partilha cultural, onde a diversidade se fez sentir em cada atuação, demonstrando que a linguagem da música e da dança é verdadeiramente universal e capaz de aproximar povos, independentemente da sua origem, língua ou cultura.


O encerramento do certame, realizado no passado domingo, constituiu um momento de grande qualidade artística e humana, reunindo em palco grupos provenientes do Quirguistão, Colômbia e Timor-Leste. A representar Portugal estiveram igualmente o Grupo de Cantares Casa Velha de Santiago de Seia e o Grupo Folclórico de Pedralva – Região Bairradina, que evidenciaram a riqueza do património etnográfico nacional e reforçaram a importância da preservação das tradições populares.


Mais do que um festival de folclore, o Folk Ancas constitui uma verdadeira celebração da multiculturalidade, da amizade entre os povos e do respeito pelas diferentes identidades culturais. Durante estes dias, Ancas transformou-se num ponto de encontro internacional, onde artistas e espectadores partilharam experiências, emoções e valores que ultrapassam fronteiras.
Para o concelho de Anadia, a realização de um evento desta dimensão representa igualmente um motivo de enorme orgulho. O Folk Ancas contribui para a valorização cultural do território, projeta o nome do concelho além-fronteiras e oferece aos seus munícipes uma oportunidade rara de assistir ao vivo a manifestações artísticas provenientes de diferentes continentes, muitas delas dificilmente acessíveis fora de grandes festivais internacionais.
