As obras de requalificação de infraestruturas iniciadas no passado mês de janeiro na APPACDM de Anadia encontram-se na reta final, prevendo-se a sua conclusão para junho.
Falamos da requalificação do edifício da antiga piscina, que está a ser convertido num novo Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão (CACI), preparado para acolher 15 clientes, e na modernização da cozinha central. Intervenções que, segundo avança a APPACDM, “constituem um investimento que reforça a sustentabilidade e a qualidade dos serviços prestados aos clientes da instituição”.
O investimento global previsto ascende a cerca de um milhão de euros, tendo sido atribuída uma comparticipação no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no valor de 356.400 euros.
A antiga piscina coberta, atualmente desativada, vai ser transformada num novo CACI. A intervenção integra ainda um forte compromisso com a sustentabilidade e eficiência energética, contemplando a instalação de painéis fotovoltaicos, mas também a implementação de bombas de calor, a substituição do sistema de climatização por soluções de maior eficiência e a melhoria das condições de conforto térmico e ambiental.
Esta modernização está alinhada com os objetivos do PRR, contribuindo para a requalificação de infraestruturas sociais, o reforço da segurança e acessibilidade, e a promoção do bem-estar de utentes e profissionais. O projeto pretende ainda assegurar um ambiente funcional, seguro e sustentável, reforçando a capacidade da instituição para prestar cuidados de elevada qualidade.
Já no caso da cozinha central, as obras visam alargar a sua capacidade de resposta alimentar aos dois CACI, bem como melhorar os circuitos alimentares. A intervenção inclui a substituição de revestimentos, criação de um circuito de trabalho linear e higiénico; reorganização e ampliação da zona de self-service, separação clara entre circuito limpo e circuito sujo, instalação de novas bancadas e armários e melhoria dos acessos e da sinalética de fluxo alimentar.
“Estas melhorias permitirão otimizar os processos internos, reforçar a segurança alimentar e garantir condições adequadas à crescente exigência dos serviços prestados”, frisa a APPACDM.
