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Poutena: Desfile “Noivas de todos os tempos” foi sucesso no Centro Social


O Centro Social da Poutena foi palco de um deslumbrante desfile de vestidos de noiva no passado sábado, dia 5 de abril, com o objetivo de angariar fundos para a instituição.
Foram apresentados 48 vestidos que foram cedidos e desfilados, na sua grande maioria, pelas funcionárias da instituição. A festa contou ainda com a atuação do Grupo de Dança Jazz da Poutena, com um sorteio de prémios, e com uma demonstração de Zumba, pela professora Cristiana Gomes, que leciona aulas da modalidade no Centro Social. O espetáculo teve casa cheia. A iniciativa foi bastante acarinhada não apenas pelo público, mas também por todos aqueles que trabalham e colaboram com a instituição, que num imenso esforço de equipa, se uniram e tornaram esta festa possível.
O Centro Social Cultural e Recreativo de Poutena agradece a todos os patrocinadores, funcionários, colaboradores e voluntários, por todo o apoio dado ao evento.

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Centro Social comemora 55.º aniversário


O Centro Social de Oiã assinala, este mês, 55 anos da sua fundação. Com o objetivo de comemorar a data, o Centro Social preparou um programa de atividades, que começou no dia 24 de julho e se prolonga até ao próximo dia 28.
Hoje, quinta-feira, o dia será dedicado às respostas sociais da Infância. Neste dia, o intuito principal é presentear as crianças com algumas atividades que, de uma forma lúdica e pedagógica, visam essencialmente dar tempo e espaço para o brincar. E porque nesta instituição há uma preocupação com o desenvolvimento infantil enquanto um todo, também se quer ajudar pais, avós e educadores em geral, a lidar com o mau comportamento infantil. Para tal, fica o convite para assistir, pelas 21h, desse mesmo dia, à ação de sensibilização intitulada “Pais à beira de um ataque de nervos! – Estratégias de gestão comportamental”.
O dia 26 de julho será mais direcionado para a população sénior, com a animação do projeto “Plenitude” durante a tarde, e com uma ação de sensibilização realizada pelas 21h, designada como “Envelhe(S)er: mitos, verdades e desafios” que, perante um cenário de envelhecimento populacional galopante, ambiciona desmistificar crenças e auxiliar na edificação de um envelhecimento bem-sucedido.
No dia 28, não se poderia terminar de melhor forma, com um dia repleto de atividades aliciantes. Tendo sempre no horizonte o lema ”mente sã em corpo são”, organizámos uma manhã para melhorar a forma física, com uma caminhada matinal, seguida de uma Mega Aula de Fitness. O ponto de encontro terá lugar no Centro Social de Oiã, pelas 9h30, onde todos poderão equipar-se devidamente para este dia festivo. O almoço está marcado para as 12h30 e não faltarão as sardinhas e as febras assadas na brasa, entre outros petiscos. A tarde também promete música, convívio e muita diversão com a atuação do grupo “Moinhos”.
Informamos que para participar nestas atividades deverão inscrever-se. Podem fazê-lo na Secretaria do CSO, na Junta de Freguesia de Oiã, no Quiosque de Oiã e na Oficina da Silveira Paulo e Edgar, ou ainda através do e-mail: geral@csocialoia.com.
Este ano, a sua presença adorna-se de especial importância, visto que esta comemoração visa não só festejar 55 anos de trabalho, de lutas e vitórias, mas também angariar fundos para a obra em progresso, que integrará a resposta social de Estrutura Residencial para Pessoas Idosas, Centro de Dia, Serviço de Apoio Domiciliário e Lar Residencial para Pessoas Portadoras de Deficiência.
Venha festejar connosco, e contribuir para o desenvolvimento da nossa instituição, pois você também faz parte da sua história!
Centro Social de Oiã

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Festa com chocolate na Palhaça


É já no próximo dia 21 de Abril, na Praça de S. Pedro da Palhaça, a 3.ª Festa com chocolate, organizada pelo Centro Social e Paroquial S. Pedro da Palhaça.
Este ano, à semelhança dos dois anos anteriores, o programa é bastante animado, delicioso e diversificado. Muita animação, música, dança, cantares, e insufláveis para os mais pequenos e ainda workshops sobre a temática do chocolate para crianças e adultos.
Esta festa tem início pelas 10h com a sua abertura oficial e já pelas 14h ocupam o palco o grupo de Bombos da ADREP.
Às 15 horas, participarão os utentes das várias respostas sociais, Creche, Jardim de Infância, CATL, CAO, SAD e Centro de Dia, para um desfile de chapéus criativos do Espaço Vida.
Pelas 20h, terá lugar o tão famoso desfile de vestidos de noivas, este ano subordinado ao tema “Vestidos de Noiva do Futuro”. Os vestidos serão criados pelas casa de comércio existentes na Palhaça e serão confecionados com recurso a materiais reutilizados e ou reciclados.

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Dádiva de sangue em Paredes do Bairro


O Grupo Foclórico do Centro Social Cultural e Recreativo de Paredes do Bairro, em parceria com a ADABEM, promovem uma dádiva/recolha de sangue a realizar no próximo domingo, dia 21 de abril, no salão do Centro Social de Paredes do Bairro, das 9h às 13h.

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Poutena: Nova direção do Centro Social quer alargar Lar e arranjar edifício inicial


Mário Heleno acaba de tomar posse na direção do Centro Social, Cultural e Recreativo da Poutena. Acompanham-no neste mandato de dois anos Carmen Santos (vice-presidente), Carlos Pinho (secretário), Dina Conceição (tesoureira) e Paula Assunção, Paula Cavadas e Jaime Bento (vogais).
Ao JB admite que perante o convite que lhe foi endereçado – e porque fizera parte da anterior direção – decidiu aceitar.
A eleição da lista única aconteceu a 15 de dezembro e Mário Heleno sucede a Fernando Pereira, obrigado a sair, na medida em que completara dois mandatos (número permitido pelos Estatutos da instituição).
O trabalho será de continuidade, na prestação de um serviço de excelência a todos os utentes. Contudo, Mário Heleno avança estar motivado pra enfrentar os desafios que a atualidade coloca às IPSS’s, ainda que reconheça que se adivinham tempos muito difíceis para todos: “a direção está ciente do grande desafio e das limitações que nos são impostas”.

Para breve mais vagas em Lar. A curto prazo, espera conseguir negociar com a Segurança Social o alargamento da resposta social de Lar para mais 10 utentes. Não só porque as alterações nas regras determinadas pela Segurança Social o permitem, mas porque sabe que é urgente conseguir dar resposta a inúmeras situações bastante delicadas que se encontram na longa lista de espera desta valência que tem capacidade para 30 idosos, encontrando-se há muito esgotada.
“Estão a ser desenvolvidas as diligências necessárias para pedir o alargamento da capacidade desta valência para mais 10 utentes”, avança, dando conta de que para tal terão de ser efetuados pequenos ajustes ao nível das instalações, sobretudo no refeitório e sala de estar. Vera Neto, diretora técnica da instituição acrescenta que a idade média dos idosos em Lar é elevada (95/97 anos), o que obriga a dar uma resposta mais efetiva aos pedidos de ajuda, muito embora, neste momento, apenas três estejam acamados.
Em Apoio Domiciliário estão inscritos 40 utentes e em Centro de Dia 50. Na resposta à Infância, o Centro tem 30 crianças em Creche e 45 em CATL/CAF.
E é na parte do apoio à Infância que se sente mais as dificuldades das famílias. “Assistimos a uma vaga de emigração que leva ao afastamento de algumas crianças das valências, assim como a dificuldade de alguns pais em manter o pagamento das mensalidades. Já nos idosos não sentimos qualquer alteração”.
Projetos maiores. O Centro Social é o maior empregador da freguesia. Possui 60 funcionários e gere anualmente um orçamento de um milhão e 200 mil euros. Para este novo mandato, a direção tem em mente novos projetos, evidenciando o dinamismo que sempre marcou a instituição. Assim, está em curso o projeto de remodelação do Centro de Dia, no sentido de também se conseguir legalizar (obter licença de habitabilidade) a parte mais antiga da instituição. Mário Heleno revela ainda a intenção de remodelar a parte da frente do edifício inicial. “Vamos dar-lhe um outro aspeto, mais moderno, assim como arranjar a zona exterior envolvente”.

Outras secções. Embora a área do Social seja, hoje, a vertente mais pujante, a Cultura e o Recreio sempre foram duas áreas muito acarinhadas pela instituição. Assim, com uma nova dinâmica e sob a alçada das professoras Catarina Lemos e Carolina Folques, estão a decorrer as aulas de dança jazz/ballet, às sextas e sábados. Todos os interessados em integrar esta secção podem inscrever-se na secretaria da instituição. Quanto ao teatro revista, uma referência na instituição, está a fazer-se um interregno: “já temos uma peça escrita para começar a ensaiar. Mas para tal é necessário que as pessoas adiram, se motivem e se inscrevam para integrar o grupo”, diz Vera Neto.
Em termos desportivos, o Motocross é a modalidade mais emblemática. Mantém uma prova anual que conta para campeonato nacional da modalidade. O futebol (Sporting Club da Poutena) recomeçou há dois anos com a formação. Neste momento integram as camadas jovens duas equipas de benjamins e uma de infantis.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Av. Cima: Horta recebe bênção em Dia Mundial da Árvore


Tem 2500 metros quadrados e vai tornar o Centro Social da Freguesia de Avelãs de Cima autosuficiente na produção de kiwis. A nova horta social foi “inaugurada” com toda a pompa e circunstância na tarde do passado dia 21.
À cerimónia não faltaram Santos Sousa, novo diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro, Rosa Tomás, vereadora do Ambiente da Câmara Municipal de Anadia, beneméritos e amigos da instituição, bem como representantes de outras IPSS’s convidadas para o evento.
A horta, localizada junto à estrada, em terreno da instituição, foi toda vedada e terá, no futuro, um papel preponderante ao nível da ocupação lúdica e de lazer para os idosos e crianças que frequentam a instituição. Terá mais de 35 árvores de fruto, muitas plantas de kiwis, vários talhões divididos com cebolo, batata, alface, tomate, flores, abóboras, couves, feijão verde, entre muitos outros legumes. A estes vai juntar-se, em breve, também um grande galinheiro pronto a receber cerca de meia centena de aves.
A bênção deste espaço esteve a cargo do pároco Vitor Gabriel que, na ocasião, pediu a bênção da horta “para que os que nela vão trabalhar, possam da terra colher muitos e bons frutos”. A cerimónia, muito participada, contou ainda com a presença de mecenas (José Simões e Armando Barbas), que ofereceram à instituição uma motocultivadora, fundamental para a manutenção deste espaço e que irá dar resposta cabal às necessidades da instituição.

Agradável surpresa. Quem não faltou a este gesto simbólico, em Dia Mundial da Árvore, foi Santos Sousa, recentemente empossado diretor do Centro Distrital de Segurança Social de Aveiro que, pôde constatar, in loco, o crescimento desta grande instituição que é já o maior empregador da freguesia e uma referência na assistência à infância e à terceira idade.
Numa prolongada visita às instalações, Santos Sousa (ex-autarca da Murtosa) constatou a realidade da instituição que, neste momento, avança com a ampliação do Lar (para mais 13 camas) e que tem já em projeto a construção, em terreno anexo aos edifícios existentes, de uma meia dúzia de casas pré-fabricadas, tipo T1, onde casais podem fazer uma vida autónoma, mas usufruindo de todos os serviços oferecidos pela instituição.

Instituição exemplar. Na hora dos discursos, Santos Sousa mostrou-se muito satisfeito com a visita, reconhecendo no Centro Social “um exemplo na gestão de rigor e um exemplo para outras instituições”. Embora tenha entrado há apenas dois meses para a Segurança Social, acredita que se vão registar “mudanças para melhor”, avançando aos presentes ter aceite o desafio, num momento em que o país atravessa uma conjuntura difícil e em que “é preciso fazer mais com menos”, mas também “gerir melhor, para ser melhor”.
Na ocasião, Carlos Martins, presidente da instituição, referiu-se à horta como “um local de lazer”, porque “há mais vida para além das paredes da instituição, que se pauta “por prestar um serviço de grande qualidade, graças a uma equipa de colaboradoras que merece todo o respeito e carinho”.
Rosa Tomás, vereadora da autarquia anadiense, sublinhou o caráter de Santos Sousa, que conhece há já vários anos: “Não poderia haver melhor pessoa para o cargo que agora ocupa. É uma pessoa que prima pelo trabalho, pelo rigor e pela honestidade”, diria, não deixando de sublinhar que, tal como até aqui, o Centro Social quer ter a Segurança Social como parceira.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Av. Cima: Simulacro serviu para testar plano de evacuaçã do Centro Social


No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Proteção Civil, o Lar Verde Pinho, em Avelãs de Cima, foi palco de um simulacro que serviu para testar o Plano de Evacuação da instituição mas também para aferir a operacionalidade e eficiência dos Bombeiros Voluntários de Anadia.
A ação realizou-se na manhã da última quinta-feira, num normal dia de funcionamento do Centro Social e teve como cenário um incêndio no auditório, que deflagrou às 10h14. Após tentativas de extinção por parte dos funcionários, foi necessário acionar os Bombeiros e o Plano de Evacuação. Nos escassos minutos entre o alerta e a chegada da primeira viatura da corporação anadiense, 11 idosos foram retirados do interior do Lar pelo pessoal da instituição e levados para o “ponto de encontro”. À chegada, às 10h22, os Bombeiros são alertados para o facto de se encontrar uma idosa caída nos sanitários contíguos ao auditório, mas também para a existência de duas funcionárias desaparecidas, quando se encontravam a limpar o auditório onde deflagrou o incêndio. As vítimas seriam prontamente socorridas pelos bombeiros, assim como o incêndio rapidamente extinto.
A JB, Eduardo Matos, comandante dos Bombeiros de Anadia, avançou que, para além de servir para testar o Plano de Emergência e Evacuação, o exercício permitiu avaliar o comportamento dos intervenientes, testar o equipamento de 1.ª intervenção, mas também avaliar as competências dos intervenientes.
No simulacro participaram 20 bombeiros e sete viaturas da corporação anadiense.
Catarina Cerca

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Tamengos: Ceia de Natal do Centro Social foi sucesso


A Ceia de Natal do Centro de Bem Estar Social da Freguesia de Tamengos realizado no passado dia 23 de dezembro foi um sucesso, dada a forte adesão de população e ao facto de ter sido possível angariar alguns fundos para fazer face a algumas das necessidades mais imediatas da instituição. Por isso, a direção do Centro Social não deixa de agradecer aos alunos da Universidade Sénior da Curia, à Junta de Freguesia de Tamengos e a todos aqueles que participaram na Ceia de Natal, pela boa vontade e caráter solidário que permitiu ajudar a instituição, colmatando algumas das suas carências.
A JB, Patrícia Carrilho, diretora-técnica da instituição, sublinha ainda o facto dos alunos da Universidade Sénior da Curia se terem juntado numa campanha de solidariedade para ajudar na aquisição de aquecimento para a instituição, arrecadando um total de 534,50 euros, valor esse que reverteu a favor da instituição.
“Agradecemos toda a boa vontade desta comunidade, assim como às pessoas diretamente envolvidas nesta ação de Solidariedade, Professor Alexandre e Dr.ª Marta”, diz Patrícia Carrilho, destacando também a presença de todos na Ceia de Natal, “especialmente do Presidente da Junta de Freguesia de Tamengos que, para além de nos dar o prazer da sua presença, contribuiu ainda com um donativo no valor de 150 euros”.
Daí que esta responsável faça um balanço muito positivo da Ceia de Natal, recordando que o apelo realizado à população, em dezembro, nas páginas do JB, teve um efeito muito positivo, na medida em que a população entendeu a mensagem e soube responder positivamente ao apelo então endereçado.
Recorde-se que esta instituição da freguesia de Tamengos, que acolhe 23 utentes em Centro de Dia, está a braços com uma situação financeira difícil, na medida em que a revisão dos acordos com a Segurança Social tarda a chegar, recebendo deste organismo comparticipação relativa a apenas 15 utentes.
Com capacidade para 30 idosos, o Centro Social já solicitou à Segurança Social, vai para meio ano, a revisão dos acordos para 25 utentes, um número que permitiria à instituição uma gestão mais folgada, o que ainda não aconteceu. Por isso, para fazer face às despesas do dia a dia (e porque as mensalidades pagas pelos utentes são muito baixas), precisam do apoio da população em geral, muito embora esta tenha estado um tanto afastada da instituição.
Com o objetivo de aproximar os familiares dos utentes, população e amigos ao Centro Social de Tamengos, a direção da instituição espera poder, ao longo do ano, continuar a contar com a solidariedade da população: “queremos sentir-nos mais acarinhados”, diz Patrícia Carrilho, fazendo votos que, durante este ano difícil de 2012, todos saibam dar o devido valor à instituição, assim como ajudar, por forma a que o Centro Social consiga continuar a trabalhar o melhor possível, mantendo os bons padrões de qualidade dos serviços prestados à população. Daí lançarem um apelo aos sócios e à população em geral: “ não voltem as costas a este importante pilar da freguesia que é o Centro Social”.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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Pedralva: Lar é a valência que falta ao Centro Social


O Centro Social da Pedralva, na freguesia de S.Lourenço do Bairro, acaba de completar, em Setembro, uma década de vida ao serviço da comunidade, sobretudo dos mais idosos.
Com lotação esgotada em Apoio Domiciliário (30 idosos) e Centro de Dia (35 idosos), a instituição prepara-se para alargar o acordo com a Segurança Social para o Centro de Dia em mais cinco utentes, depois de há dois anos ter feito o alargamento no Apoio Domiciliário.
Numa década ficou pelo caminho o apoio à infância. O ATL já não abriu este ano na medida em que a única Escola Básica do lugar já não abriu portas neste ano lectivo.
“Tínhamos cinco meninos e este ano a escola fechou, não se justificando a continuação deste serviço”, adiantou Licínio Simões, presidente da direcção, que acrescenta não ter sido necessário dispensar pessoal, uma vez que as pessoas afectas a esta valência foram integradas na instituição onde trabalham actualmente 18 pessoas.
Daí, pretenderem, em Janeiro do próximo ano, alargar o horário no Apoio Domiciliário. O serviço prestado das 8 às 18h30, de segunda a sexta-feira, deverá ser alargado até às 21h, por forma a dar resposta às necessidades de um grupo de utentes que está numa situação mais delicada. “Queremos diminuir as necessidades dos utentes, proporcionando melhor resposta social e mais bem-estar a alguns idosos que vivem sozinhos, cujo grau de dependência começa a ser grande”, revela Teresa Rodrigues, directora-técnica do Centro, sublinhando que para estes “a instituição e as suas funcionárias são a única família de retaguarda que conhecem”, acrescentando que a instituição está apostada em servir este público alvo mais desprotegido. Ao final de semana e feriados, o apoio (higiene pessoal, habitacional, aquisição de bens e serviços, apoio medicamentoso) será prestado no horário normal, das 8 às 13h.

Lar, a grande prioridade. O balanço de uma década de existência não poderia ser mais positivo e gratificante, não só porque conseguem dar resposta às solicitações, mas porque têm conseguido crescer de uma forma sustentada.
“Precisamos dar um apoio mais efectivo a um grupo de utentes cada vez mais dependente e isolado”, diz Licínio Simões, dando conta de urgência da construção de um Lar de Idosos. Os terrenos existem e situam-se nas traseiras da instituição. Os projectos de arquitectura e especialidades estão aprovados mas falta o principal: a verba. “O Lar vai custar cerca de um milhão de euros”, diz, dando conta que “queremos candidatar-nos a algum programa mas temos indicação de que até ao final do ano não será possível. Só haverá eventuais programas em 2012. Vamos aguardar e estar atentos”.
Com capacidade para 30 camas, o Lar aliviaria o Centro de Dia e o Apoio Domiciliário, pois a direcção desta IPSS sente que para muitos idosos esta é a única alternativa ao seu isolamento e solidão. “Sempre que um utente entra na instituição, parece que a família delega em nós toda a responsabilidade por aquele utente, sendo certo também que o apoio da família de retaguarda é cada vez menor”, diz Teresa Rodrigues, acrescentado que “deste lado do concelho apenas Poutena tem Lar, o que é insuficiente”.
“Temos uma grande lista de espera para o Lar que ainda não foi construído, assim como idosos com grande dependência e para os quais a valência de Lar é uma necessidade absoluta”, acrescenta, revelando que se trata de um lugar caracterizado por uma população envelhecida, em processo de desertificação e ainda de forte emigração.
Contudo, reconhece que nos tempos que correm as famílias estão a braços com dificuldades várias, sentindo também já a instituição o atraso no pagamento de algumas mensalidades de utentes. “Temos utentes com pensões muito baixas, que têm de pagar muitos medicamentos, mais caros. Por mais que estiquem o dinheiro não chega”, diz. Por isso, o atraso de 10 ou 20 dias no atraso do pagamento de uma mensalidade é coisa que já não é novidade. Uma situação que causa algumas dificuldades de gestão, já que os custos fixos desta IPSS não param de aumentar, enquanto que as receitas não acompanham, obrigando a uma gestão bastante controlada.

Falta de verba. Para fazer face a estas situações, contam com o apoio da comunidade local com quem mantêm uma relação muito próxima. “Temos um grupo de pessoas voluntárias extraordinário”, diz Licínio Simões, admitindo que para uma obra tão arrojada como é a do Lar, terão de fazer vários peditórios pela freguesia, não pondo de parte uma deslocação aos EUA para pedir a colaboração à comunidade bairradina ali emigrada, que “tem sido de uma grande generosidade” para com a instituição.
Em curso está igualmente o processo de certificação de qualidade, que deverá estar concluído em meados do próximo ano.

Catarina Cerca

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Av. Cima: Ampliação do Lar do Centro Social já arrancou


Começaram, há 15 dias, as obras de ampliação do Lar de Idosos do Centro Social de Avelãs de Cima.
Orçada em 400 mil euros, esta ampliação deve estar concluída dentro de um ano.
O equipamento vai disponibilizar mais 13 camas em Lar (3 quartos duplos e 7 individuais), integrando ainda um gabinete, uma sala de estar e um refeitório com copa.
“A obra, no total, com equipamento, vai para os 500 mil euros”, diz Carlos Martins, presidente da direcção da instituição que avança não ir recorrer à banca: “o POPH eixo 6.12 comparticipa a obra em 60% e vamos utilizar alguma verba que a instituição possui”. Contudo, como o valor correspondente à instituição (40%) é muito elevado, o Centro Social vai, mais uma vez, pedir o apoio generoso da população da freguesia e promover iniciativas várias para angariar fundos.
Como a obra é mais um encargo na vida da instituição, que luta todos os meses com muitas despesas, Carlos Martins diz que “é preciso ter muito cuidado para levar a bom porto uma obra desta envergadura”. Daí, o apelo à solidariedade e generosidade de todos: “os utentes e as famílias exigem, cada vez mais, das instituições. Veja que, em grande parte dos casos, os idosos entram cá com um pequeno grau de dependência mas com o passar dos anos esse grau chega a ser total. Isso acarreta custos para a instituição.
Por outro lado, como temos certificação de qualidade, as exigências são enormes e, por vezes, é difícil gerir as receitas e as despesas”, diz, dando conta que é chegada a hora de fazer uma gestão mais profissional do Centro, mas também para dar resposta cabal à sobrecarga administrativa que se avoluma. Por isso, a direcção equaciona a contratação de um gestor, com experiência e currículo, sendo certo que quem vier a ocupar esse cargo, mostrando eficiência e profissionalismo, poderá encontrar aqui um trabalho a longo prazo.
Este responsável admite ainda que, nos tempos que correm, também a IPSS que dirige sente as dificuldades de utentes e familiares que vão atrasando o pagamento das mensalidades, o que acarreta maior dificuldade para a instituição.
De referir que o Lar está com lotação esgotada e as longas listas de espera não permitem à instituição acudir a todos os casos: “batem-nos à porta casos socialmente emergentes e situações dramáticas que nem sempre podemos socorrer”, diz Carlos Martins, admitindo que as novas camas também vão ser poucas: “ficamos com a capacidade máxima – 60 camas – permitida pela Segurança Social às IPSS’s. Mas sabemos que se tivéssemos outras tantas ficaríamos de novo com lotação esgotada, tal a procura por esta valência”.
“Esta é uma obra que se impõe pela sua urgência”, conclui.

Catarina Cerca
catarina@jb.pt

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