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Vilarinho Bairro: Freguesia em contagem decrescente para viagem à Idade Média durante três dias


 

A freguesia de Vilarinho do Bairro está em contagem decrescente para uma viagem no tempo. Vai regressar ao passado, mais concretamente, à Idade Média, durante três dias (22 a 24 de julho).
Neste momento, ultimam-se os preparativos para mais uma recriação histórica promovida pela Junta de Freguesia local.
Entre sexta-feira e domingo, o Largo da Saudade – junto à Igreja e cemitério, será palco de uma Feira Histórica e Tradicional que vai recriar o ambiente da Idade Média.

Três dias de muita animação. Uma iniciativa que surge na sequência da celebração dos 500 anos de foral no ano transato e da realização da primeira recriação histórica levada a cabo na freguesia, “Feira Quinhentista”, que se traduziu num enorme sucesso.
Aliás, o êxito foi de tal forma que a Junta de Freguesia se viu “obrigada” a avançar com uma segunda recriação, este ano, mas já relativa a outro período histórico.
“Era nossa vontade dar continuidade a esta feira e prendeu-se com o facto da freguesia ter um vazio neste aspeto. Por outro lado, após a realização da 1.ª edição do ano passado, pela Junta de Freguesia com o apoio das associações locais, facilmente se percebeu que teria de haver continuidade nesta ação”, avança a JB o autarca Carlos Torres, que não esconde ter sido uma “pressão saudável” que compeliu a Junta de Freguesia a preparar uma segunda edição, agora focada na Idade Média.
“Uma Feira Quinhentista, este ano, não faria sentido. Por isso, a aposta feita em torno da Idade Média. Mas como uma feira que recrie unicamente a Idade Média nos traz vários condicionalismos, decidimos que dentro dos moldes e contexto medieval a feira deve ser Histórica e Tradicional, por forma a ser mais abrangente.”
Desta forma, será possível à organização, durante estes três dias oferecer um leque variado de atividades.
O espírito será efetivamente a época medieval, mas haverá, por exemplo, a atuação de marchas e de ranchos folclóricos, que já remetem para eventos tradicionais, mais ligados aos usos e costumes da freguesia.
Fica a promessa de três dias de muita animação, com forte componente histórica, mas sobretudo um evento que quer, através das várias atividades que integram o programa, aproximar as gentes da freguesia, envolvendo-as numa festa que será de todos e para todos.
Por isso, as expetativas para a presente edição mantêm-se elevadas: “o ano passado queríamos atingir uma determinada fasquia e essa foi de tal forma ultrapassada que, este ano, se alcançarmos o mesmo sucesso, se igualarmos a edição anterior, já ficaremos bastante satisfeitos”, avança o autarca.
Programa
Dia 22 (sexta-feira)
Pelas 19h terá lugar a abertura da Feira, com um cortejo medieval, mas que se repetirá também nos dois dias seguintes.
Neste dia, já à noite, vão atuar as marchas populares da Freguesia de Vilarinho do Bairro (Samel) e de S. Lourenço do Bairro, freguesia vizinha. Ambas as marchas participaram este ano na Feira da Vinha e do Vinho, em Anadia, podendo agora, ser revistas as suas atuações integradas neste Feira Histórica e Tradicional.

Dia 23 e 24 (sábado e domingo)
Pela manhã, terá lugar o passeio cicloturístico à freguesia de Vilarinho do Bairro (ver caixa na página ao lado).
À tarde, pelas 17h, terá lugar a atuação de dois ranchos folclóricos: o da Casa do Povo de Vilarinho do Bairro e de Paredes do Bairro.
O resto da tarde e noite de sábado e tarde de domingo estará a cargo do grupo Bombarda (Vila Nova, freguesia de Outil), responsável pela recriação histórica. Terão sempre, durante toda a feira, um acampamento medieval. Depois, ao longo destes dias, haverá os cortejos medievais, espetáculos de fogo, torneios de artilharia e luta de armas apeado, caça às bruxas e ainda gigantones.
Pelo recinto da feira e durante o fim de semana será possível contactar com as várias classes sociais existentes à época (mendigos, povo, nobres, clero). Será o grupo Bombarda que estará responsável por estas recriações.
Tasquinhas da freguesia e artesãos
À semelhança do ano anterior, a Junta de Freguesia tem como principais aliados na realização deste evento, as associações locais. Praticamente todas vão ter tasquinhas (10) na Feira, onde será possível provar petiscos e iguarias regionais. Um espaço que vai contar ainda com a presença de vários artesãos, que vão dar ao espaço uma maior dinâmica e diversidade de oferta.
Carlos Torres destaca a forma empenhada e colaborante com que as associações se envolvem nesta iniciativa, tentando cumprir ao máximo a recriação histórica. Por outro lado, são três dias em que, apesar do imenso trabalho, lhes é possível angariar fundos para o trabalho que vão desenvolvendo ao longo do ano.
“Para além dos lucros que podem tirar do evento, mais significativa é a aproximação, o envolvimento e entreajuda que se consegue entre as várias associações”, diz. “Foi e é um evento que aproximou as coletividades umas das outras, encurtou distâncias e fortaleceu laços entre as pessoas”, destaca Carlos Torres.
À semelhança de 2015, o autarca de Vilarinho do Bairro acredita que a Feira vai conseguir atrair muitos visitantes, não só da freguesia como de várias freguesias limítrofes e de vários pontos da região.
Embora a organização de um evento desta natureza tenha custos elevados, a Junta de Freguesia defende que este é um evento incontornável da freguesia, já que traz mais-valias e benefícios a vários níveis.

Passeio à freguesia em cicloturismo

Numa organização da Junta de Freguesia, esta volta vai fazer-se pelos vários locais da freguesia, numa distância de aproximadamente 20 quilómetros.
O passeio, aberto a todas as faixas etárias, tem um custo de 7,5 euros com oferta de T-Shirt e boné e almoço (porco no espeto).
Carlos Torres sublinha o aspeto descontraído do passeio que junta crianças, jovens, adultos e idosos. Por isso, o passeio será feito em ritmo lento, com duas a três paragens para que os cicloturistas não se dispersem.
Na edição do ano passado, participaram cerca de 200 pessoas e o autarca acredita que o número neste edição poderá ser semelhante.
Com hora prevista de chegada para as 12h30, segue-se o almoço (sandes de porco no espeto). As bebidas não estão incluídas no preço da inscrição, já que as tasquinhas das várias associações vão explorar esta área das bebidas.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Vila Nova de Monsarros: “Dia da Freguesia” celebrado no próximo fim de semana


Nos próximos dias 9 e 10 de julho (sábado e domingo) vai realizar-se, pela primeira vez, o Dia da Freguesia, em Vila Nova de Monsarros. Realizada no âmbito da Feira das Tasquinhas, o presidente da Junta de Freguesia, António Carvalho, avança que esta iniciativa inédita foi decidida em Assembleia de Freguesia, esperando agora que a mesma possibilite a união e o convívio das gentes da freguesia que podem, através destes dois dias de festa, conviver e partilhar experiências.
Por outro lado, esta comemoração tem ainda um sentido mais profundo, na medida em que vai homenagear dois antigos funcionários da Junta de Freguesia, um dos quais a título póstumo. Uma sessão evocativa, carregada de sentimento, emoção e reconhecimento pelos serviços prestados.
Acrescente-se que vão estar a trabalhar nove tasquinhas, a cargo das seis associações da freguesia, duas ligadas a duas Igrejas e uma a representar a IPSS (Centro de Apoio Social) da Freguesia.
António Carvalho mantém, por isso, as expectativas altas acreditando que, à semelhança do ano transato, este evento será muito participado, deixando ainda a nota que será também realizada uma recolha de alimentos a favor das famílias carenciadas da freguesia, já referenciadas.
A recolha de géneros alimentares (enlatados, cereais, massas, arroz, leite, azeite; artigos de higiene; cobertores, lençóis, atoalhados, entre outros) decorre não só durante este fim de semana, mas vai manter-se por mais algumas semanas. Os donativos podem ser feitos às terças e quintas-feiras, das 20 às 22h, na sede da Junta de Freguesia.

PROGRAMA
Sábado, dia 9
15h- Abertura da Feira das Tasquinhas, com a participação das associações e instituições da Freguesia;
21h- Marcha Popular 2016. Desfile desde o Largo Central até ao Centro de Apoio Social;
21h30 – Atuação da Marcha;
22h- Sessão evocativa do “Dia da Freguesia” (A sessão incluirá uma homenagem a dois antigos funcionários da Junta de Freguesia)
22h30-Atuação da Banda Khaos.
Domingo, dia 10
11h- Reabertura da “Feira das Tasquinhas”;
15h- Animação “ Emanuel Produções”;
20h- Encerramento das comemorações.

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Sangalhos: 1.ª Feira de Artesanato e Sabores


A Associação das Geminações da Vila de Sangalhos (AGVS) promove no próximo domingo, dia 10 de julho, a I Feira de Artesanato e Sabores na Vila de Sangalhos. O evento decorre das 10 à meia-noite e enquadra-se na vinda da comitiva francesa de La Chaize le Vicomte – cidade geminada com Sangalhos, ao concelho de Anadia.
De referir ainda que no âmbito da visita da comitiva francesa (cerca de 50 franceses) à vila de Sangalhos, entre 7 e 10 de julho, e integrado no programa cultural, foi programada uma sessão protocolar no dia 9 de julho, pelas 18h30, na sede da Junta de Freguesia de Sangalhos, seguindo-se um jantar e espetáculo com Coro Gospel Choir.
A sessão protocolar integra ainda a assinatura de protocolo de cooperação da AGVS com associações francesas convidadas.

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Anadia: Dois secretários de Estado na inauguração da Feira da Vinha e do Vinho


São dois os membros do Governo que no próximo sábado, dia 18 de junho, vão presidir, em Anadia, à inauguração de mais uma edição de “Anadia Capital do Espumante – Feira da Vinha e do Vinho”.
Pedro Nuno Santos, Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, e Luís Medeiros Vieira, Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação vão presidir, juntamente com a edil anadiense, Teresa Cardoso, pelas 15h30, à inauguração do certame que decorre, de 18 a 26 de junho, na zona do Vale Santo, em Anadia.
Com um orçamento que ultrapassa os 300 mil euros, o certame deste ano terá o mesmo formato do da edição de 2015.
Restauração/gastronomia, tasquinhas, stands das Juntas e Uniões de Freguesia, Espaço Anadia Capital do Espumante – Wine Bar (parceria com a Revista de Vinhos)/produtores, 150 expositores de atividades económicas diversas, artesanato, espaço infantil, show cooking diário, Palco Anadia Capital do Espumante, Palco Sentir Anadia, Espaço Teatro, Bares de Espumantes e Bares prometem voltar a fazer as delícias dos visitantes ao longo dos nove dias de feira.
A principal novidade da presente edição prende-se com o facto de a autarquia estar a deixar “cair” a designação de Feira da Vinha e do Vinho, assumindo cada vez mais o slogan “Anadia Capital do Espumante”, uma vez que esta é a nova imagem que a autarquia quer transmitir.
Os ingressos custam 2 euros (com exceção para o dia 25 de junho – 3 euros – para o concerto de Martinho da Vila). No último dia de certame, dia das Marchas Populares, as entradas são gratuitas.

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EB 2/3 Vilarinho do Bairro: Festa na escola mostra saberes e sabores da região


No dia 3 de junho, na EB de Vilarinho do Bairro, ocorreu a III Mostra de Saberes e Sabores, com a participação de alunos, pais e encarregados de educação, professores e assistentes operacionais.
Cada turma, do 1.º ao 9.º anos, em colaboração com os docentes, apresentou a sua barraquinha, na sua maioria “de saberes e sabores”, passando pela quermesse, devidamente apetrechadas com produtos caseiros elaborados pelos alunos e encarregados de educação, e posteriormente vendidos na feira.

Manhã dedicada à cultura e ao saber. Na parte da manhã, houve a cerimónia de entrega à escola do quadro alusivo à Paz, no âmbito da participação dos nossos alunos no projeto Impossibility Challenge. O quadro, da autoria do mentor do projeto, Sri Chinmoy, pretendeu agraciar a escola pela sua participação no recorde mundial de maior exposição de desenhos, realizados por crianças, sobre o tema da Paz e Harmonia.
Seguiu-se a apresentação de atividades: o 1.º ciclo apresentou frases sobre a Paz, preparadas em conjunto com as respetivas professoras; o 9.º A cantou “A Paz”, traduzida para português pelo grupo Roupa Nova, e o 5.º B declamou um poema sobre o mesmo tema.
No final, foram entregues os diplomas de participação nas Olimpíadas de Línguas Estrangeiras, Pangea, concurso de Matemática que pretende unir estudantes de diferentes estratos sociais e níveis de ensino, e torná-los entusiastas da matemática; Literacia 3D, concurso que consistiu num desafio nacional dirigido aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico de todo o país, envolvendo os respetivos professores e estabelecimentos de ensino, com o propósito de avaliar a literacia da leitura, da matemática e da ciência, e para o melhor fato de Carnaval.

Artes e saúde, da parte da tarde. A parte da tarde, para além da animação própria de uma feira, teve ainda o escutar de música medieval e jogos de entretenimento, bem como a atividade Dizfruta- degustação, da autoria de Nelson Franco, José Melo e Mauro Oliveira, que nos presentearam com apresentações invulgares de peças de fruta. Esta degustação insere-se no Projeto de Educação para a Saúde e visa promover hábitos de alimentação saudáveis.
A apresentação teatral do 9.º A, Amores e Desamores, foi um bom exemplo de teatro inclusivo, com impacto no desenvolvimento do indivíduo com deficiência mental (DM) em áreas como a aprendizagem, o civismo, a autoestima, o autoconceito, a criatividade e a inclusão, em contexto normalizante.
O zumba, da autoria da professora Dulcínia Almeida, e a atuação do Rancho Folclórico de Paredes do Bairro, foram outros espetáculos que fizeram as delícias dos presentes.
Ao longo de todo o dia, toda a comunidade educativa pôde apreciar a exposição de fotografia subordinada ao tema “A vinha”, da autoria do professor da nossa escola, Rui Bastos, bem como os trabalhos elaborados pelos 8.º e 9.º anos alusivos ao Ambiente, e todas as atividades realizadas ao longo deste ano letivo.
Todo o trabalho realizado e apresentado contribuiu para momentos de partilha e de convívio, tão característicos desta escola, que perdurarão na memória de todos quantos nesta escola continuarão e por esta escola passaram.
Este evento contou com a participação de: Um Saber, Multisabores- Biblioteca Escolar de Vilarinho do Vsi; Adega Luís Pato; Arte de Empalhar- Natália Morais; Artesanato Isabel Almeida; Sapateiro Artesão Anacleto Luís; Apicultor Alberto Jesus; Tremoços de Cadima- Andreia Ribeiro; Framboesas- Lucília Silva; Colheita de Sabores; Rancho Folclórico de Paredes do Bairro; Rita Cândido (pinturas faciais), e animação de rua pelo grupo Popularis.
Margarida Moura

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1.ª Feira do Ambiente Anadia + Verde promove boas práticas ambientais


 

Incentivar a produção e o consumo de produtos biológicos, dando-os a conhecer e exortando a população a consumir alimentos e vinhos produzidos segundo métodos e técnicas que respeitam o meio ambiente foram dois dos objetivos daquela que foi a 1.ª edição da Feira do Ambiente “Anadia + Verde”, realizada nos dias 3 e 4 de junho, na Praça Visconde de Seabra, em Anadia.
Um evento que procurou ainda promover a cidadania e o respeito pela qualidade de vida da comunidade, proporcionando agradáveis momentos de confraternização.
Uma mostra dedicada aos produtos biológicos e à proteção do meio ambiente, organizada pela Câmara Municipal de Anadia e que se traduziu num verdadeiro sucesso, não só pela grande adesão de visitantes, mas por ter servido de ponto de encontro a todos aqueles que quiseram conhecer melhor as vantagens e os benefícios da produção biológica.

Ambiente e saúde. A abertura do certame aconteceu na manhã de sexta-feira e foram muitos os anadienses que por ali passaram.
Na ocasião, a edil Teresa Cardoso recordou a candidatura realizada pelo município em 2015, no âmbito do ECO 21, que premiou Anadia com a Bandeira Verde: “Ficámos a perceber que, comparativamente a muitos outros municípios, já tínhamos boas práticas que vínhamos desenvolvendo”.
Reconhecendo que faltava mostrar aos cidadãos do concelho o muito que Anadia vai fazendo pelo ambiente, esta feira procurou, acima de tudo, fazer a sensibilização da comunidade para a necessidade de uma alteração de comportamentos em prol do ambiente.
Ciente de que o ambiente e a saúde caminham lado a lado, a autarca Teresa Cardoso não deixou de destacar a importância da promoção e consumo de produtos biológicos, assim como a necessidade de adotar modos de produção mais amigos do ambiente, que afastem o recurso a tratamentos com produtos químicos.
“Esses produtos não estão só na moda, trazem benefícios também para a nossa saúde”, referiu.
Uma mostra dos muitos produtos biológicos já cultivados no concelho mas também dos vários produtores de viveiros florestais, não fosse o concelho um dos que na região possui uma das maiores manchas florestais: “Importa, por isso, realçar este setor, que é muito importante para a economia do nosso concelho”.
O espaço da feira foi ainda, durante estes dois dias, palco para diversas oficinas, ateliês, demonstrações, palestras, exposições e outras ações de divulgação da atividade das entidades participantes, designadamente associações ligadas ao setor ambiental, estabelecimentos de ensino, viveiros, empresas e produtores biológicos, havendo também um espaço de restauração (biológica), a cargo da VITI.
No primeiro dia de certame, todas as escolas do 1.º CEB com Bandeira Verde ECO 21 visitaram este espaço. Todos levaram para casa uma pequena árvore (carvalho ou medronheiro) para plantar em casa.
Com esta iniciativa quis a autarquia fazer de Anadia um concelho mais verde, incentivando os mais pequenos à reflorestação e a respeitarem a natureza.
No total, foram disponibilizadas cerca de 800 pequenas árvores.
A animação esteve a cargo de alunos da VITI, com várias atuações.

Iniciativa a repetir. De visita ao certame, o autarca Fernando Fernandes, presidente da União de Freguesias de Arcos e Mogofores, considerou esta uma “iniciativa fantástica.” Mais uma iniciativa deste executivo “em relação à qual temos de dar os parabéns pela sua realização.”
O autarca acredita que, através deste tipo de iniciativas, é possível “sensibilizar as crianças para as problemáticas ambientais”.
Com stand na feira, a produtora e vitivinicultora Filipa Pato revelou que, sendo bastante sensível para o ambiente, “sempre que pego numa vinha deixo de usar herbicidas”. Por isso, “a biodinâmica foi uma transição que fizemos há dois anos” e que “acrescenta mais qualidade ao produto, embora a produção seja ligeiramente menor”. A produtora acredita que “este será o futuro, para bem dos nossos filhos e netos. Será a salvação do planeta.”
Também Joana Campolargo, da Adega Campolargo, se mostrou bastante agradada com o certame. “Temos 170 hectares de vinha em regime de proteção integrada. Ou seja, qualquer intervenção feita na vinha está sujeita a um controle feito por uma entidade certificada e externa.” A JB revelou ainda que “só usamos produtos químicos em casos extremamente necessários, e também na parte de vinificação não usamos qualquer produto enológico”.
Já António Luzio, da Green Flavours, empresa sediada na Incubadora de Empresas da Curia, com stand no certame, está a produzir kiwis e framboesas em modo biológico. “Existimos desde 2013 e o balanço é muito positivo.”
Ciente de que a produção biológica é menor mas de muito maior qualidade, avança que na produção biológica não tem despesa com produtos fitofármacos, embora aumentem os custos com a mão de obra.
“É tudo feito manualmente. Temos 1, 5 hectares de framboesa e um hectar de kiwi. Esta é uma iniciativa excelente que deve continuar”, conclui.

OPINIÕES

Idalina Faneca
Diretora pedagógica do Colégio de Famalicão
“Esta é uma iniciativa extraordinária. As crianças precisam de ver, de tocar para aprender e para poderem apreciar. Este contacto com a realidade local é muito positivo e saber que todas as escolas estão aqui é muito bom.”

Amílcar Costa
Diretor do Centro Escolar de Sangalhos
“Somos uma Eco Escola e como tal, hoje, aqui estamos. É importante a sensibilização para as questões do meio ambiente e proteção da natureza e criar hábitos ambientais. As crianças levam para casa estas mensagens e acabam por motivar os pais. É uma excelente iniciativa e o ponto de partida para outras neste âmbito.”

Patrícia Carvalho
“Ervas do Casal”
“Estamos em Mogofores. A nossa exploração agrícola produz plantas aromáticas e medicinais biológicas. Repare que estes produtos são cada vez mais procurados, sobretudo as pessoas começam a ter mais conhecimento da importância do cultivo em biológico. Acho que esta é uma iniciativa excelente que deveria acontecer mais vezes. Deveriam promover mercados biológicos e com culturas sustentáveis. Seria muito interessante.”
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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Barcouço: Feira do Bolo de Cornos regressa para a terceira edição


Abre portas ao público, esta sexta-feira, a terceira edição da Feira do Bolo de Cornos de Barcouço, inserida na iniciativa Saber e Artes. O evento decorre até domingo, dia 22, no Pavilhão Municipal de Barcouço, juntando aquela iguaria tradicional, associada ao artesanato e gastronomia.
Para além das bancas de venda deste bolo tradicional, a feira incluirá as habituais tasquinhas gastronómicas e de artesanato, entre outras, acompanhadas de um vasto programa de animação, recreio e saúde, que começara esta sexta-feira, logo depois da inauguração, às 18h, com as atuações de “Francisco XICO” e “Mão Cheia”.
Na programação da feira para sábado, destaca-se, às 11h30, várias atividades dos escuteiros, com a tarde a trazer momentos festivos para as crianças, assim como exibição de Karaté Jusitsu, a cargo de João Lopes, com aula aberta. O dia termina com as atuações de “Dance Tijuca Dance” e de “J & V music”.
No domingo, haverá uma caminha pela saúde, a partir das 10h30, organizada pela Associação de Desenvolvimento Rural (Planalto). E durante a tarde está previsto o espetáculo com “Tiroliro – Grupo Cavaquinhos”, “Vivências – Música Tradicional Portuguesa”, “Traquinas de Barcouço”, “Filarmónica Lyra Barcoucense”, “Duplo Bemol” e o “Grupo Concertinas – Almalaguês – Vamos a Elas”.

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Anadia: Feira Medieval tem como ponto alto ópera cómica


É com mais uma edição da Feira Medieval que a Câmara Municipal de Anadia comemora o feriado do concelho, evento que irá animar o centro da cidade de Anadia, nos próximos dias 4 e 5 de maio.
As Praças do Município e Visconde de Seabra, bem como os arruamentos envolventes, serão palco para as numerosas atividades previstas no programa do certame, que inclui teatro de rua, recriações históricas, espetáculos de malabares e música, a cargo dos grupos Viv’arte, Tradicionalis, Malatitsche e Mozárabes.
A feira, dedicada ao Vinho, terá início pelas 15h de quarta-feira, 4 de maio, com uma arruada no “burgo”, anunciando o começo dos festejos e a abertura do mercado, no qual os visitantes poderão deambular pelas tasquinhas e tendas das juntas de freguesia, instituições particulares de solidariedade social (IPSS), dos mercadores e dos artesãos, com mostras de produtos comercializados na época recriada.

Ópera cómica. O ponto alto do primeiro dia de feira será a apresentação da ópera cómica “Livietta e Tracollo”, de Giovanni Battista Pergolesi, onde a inteligente camponesa Livietta contracena com o desajeitado ladrão Tracollo, na presença de Fulvia e Faccenda, dois criados silenciosos.
Em palco estarão, assim, uma cantora/atriz, um cantor/ator e dois mimos, acompanhados, no desenrolar da trama, por uma orquestra composta por três violinistas, uma viola de arco, uma guitarra barroca, um contrabaixo e um violoncelista. Esta produção de Ritornello – Associação Cultural sobe à cena pelas 21h30, na Praça do Município, seguindo-se “In taberna quando sumus”, um espetáculo de malabares de fogo.
No dia seguinte, e após a reabertura do mercado pelas 10h, são retomadas as festividades, estando prevista, uma hora depois, a realização do cortejo de receção a D. Afonso Henriques. A animação prosseguirá até ao final do dia.
À semelhança do ano anterior, os visitantes poderão participar ativamente nas atividades da feira. Assim, no Centro Cultural de Anadia estarão disponíveis trajes da época que poderão ser envergados pelos interessados, e, no recinto da feira, haverá uma área destinada a jogos medievais.
Como habitualmente, a Câmara Municipal de Anadia conta, nesta iniciativa, com a preciosa colaboração das Juntas de Freguesia, IPSS e de outras entidades do concelho.

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Anadia: Feira de Artesanato e Velharias no 1.º de Maio


A Feira de Artesanato e Velharias vai regressar à Praça da Juventude, em Anadia, no próximo dia 1 de maio, entre as 9h e as 18h, numa organização da Câmara Municipal de Anadia.
Os artesãos e os vendedores de velharias vão ocupar este espaço do centro da cidade de Anadia, junto aos Paços do Município e ao Edifício de Proximidade, para um certame que visa dar a conhecer o trabalho desenvolvido por quem, na região, se dedica ao artesanato. Procura-se, ainda, contribuir para a dinamização da compra e venda de antiguidades e velharias, bem como de artigos de colecionismo.
Todos os espaços disponibilizados pela autarquia estão já reservados, prevendo-se a presença de cerca de meia centena de expositores. Aí, os visitantes poderão encontrar produtos representativos de artes e ofícios tradicionais e contemporâneos, bem como uma enorme variedade de antiguidades e velharias das mais distintas épocas e contextos.

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Anadia: Feira de Artesanato e Velharias na Praça da Juventude


A Feira de Artesanato e Velharias regressa à Praça da Juventude, em Anadia, no próximo dia 1 de maio, entre as 9h e as 18h.
Esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Anadia também inserida no programa “Sentir Anadia”.
Nesta terceira edição, são aguardados artesãos do concelho e de muitas outras regiões do país.
A autarquia vai disponibilizar cerca de 60 lugares, sendo aguardados várias dezenas de artesãos.
De acordo com informação camarária, todos os interessados em participar neste certame promovido pela Câmara Municipal de Anadia devem inscrever-se, até 22 de abril, mediante o preenchimento da ficha que é disponibilizada no website do município (www.cm-anadia.pt), e que deverá ser entregue no edifício dos Paços do Município, no balcão de atendimento do hall de entrada.
O número de participações é limitado a 58 e a distribuição pelos espaços disponíveis será aleatória (a respetiva localização será atribuída à medida que as fichas de participação vão dando entrada na Câmara Municipal). A participação é gratuita.
A JB, a edil Teresa Cardoso destaca a presença de artesãos de bem longe: “na edição do ano anterior tivemos artesãos vindos deArganil e de Santarém”, sublinhou.
Pessoas que vivem estes eventos de corpo e alma e que se dedicam com grande paixão ao artesanato e às velharias, podendo encontrar-se neste tipo de feiras peças únicas, de coleção. Por isso, Teresa Cardoso destaca que os artesãos presentes estão neste tipo de iniciativas participam por dedicação e nem tanto pelo dinheiro que realizam.
Certo é que se o bom tempo o permitir, são esperados também muitos visitantes.
“Há pessoas que vêm à procura de peças únicas, diferentes, alguns são colecionadores”, avança o vice-presidente da autarquia Jorge Sampaio, dando conta de que este tipo de evento se realiza mensalmente na estância termal da Curia, mas num formato mais reduzido.
Aqui, nesta zona central, na Praça da Juventude, a presença de artesãos será mais forte. “Por vontade deles, a Câmara Municipal promovia uma feira uma vez por mês”, revela a edil Teresa Cardoso.
Catarina Cerca
catarina.i.cerca@jb.pt

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