Com um orçamento a rondar os 230 mil euros, Manuel Neves confessa que este é sempre curto para fazer face às necessidades de todo o território da freguesia. Ainda assim, diz que a maior prioridade é “servir as pessoas, o melhor possível”. E aqui, destaca a sua preocupação com as aldeias serranas e o perigo de desertificação, face às desigualdades que persistem em várias áreas, nomeadamente no abastecimento de água e nas telecomunicações.
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